Mês: maio 2017

Diagnóstico por imagem no abdome agudo: 20 causas não traumáticas

Postado em

Dra. Aline Serfaty 

Slides 1

Diagnóstico por imagem no abdome agudo: 20 causas não traumáticas

A dor aguda abdominal ou abdome agudo é uma das principais causas de atendimento médico nas emergências. O diagnóstico deve ser feito de forma rápida e precisa, a fim de orientar o tratamento adequado, muitas vezes cirúrgico.

Neste tutorial são apresentados os aspectos de imagem de 20 causas não traumáticas de dor aguda abdominal. Aproveite para relembrá-las!

Slides 2

Colecistite aguda

A e B, TC – vesícula biliar com parede bastante espessada (setas azuis).

Obs: Cisto hepático (seta laranja).

Imagem: cortesia A.Prof Frank Gaillard, Radiopaedia.org. Do caso rID: 9810

Slides 3

Apendicite aguda

A e B, TC – apêndice espessado com apendicolito (setas).

Imagem: cortesia Dr Augusto César Vieira Teixeira, Radiopaedia.org. Do caso rID: 23220

Slides 4

Apendagite epiploica

A, B e C, TC – lesão na fossa ilíaca esquerda com densidade de gordura em correspondência ao cólon sigmoide e com halo hiperdenso, sugerindo inflamação da gordura mesentérica adjacente (setas).

Imagem: cortesia Dr Sameh Saied Ali, Radiopaedia.org. Do caso rID: 36658

Slides 5

Intussuscepção

USG do abdome em paciente de 5 meses – massa ovalada hipoecoica envolvendo alça intestinal (setas), caracterizando intussuscepção. Observa-se também líquido livre (seta laranja).

Imagem: cortesia Dr M Osama Yonso, Radiopaedia.org. Do caso rID: 29728

Slides 6

Diverticulite perfurada no cólon sigmoide

A e B, TC – divertículo no cólon distal (seta amarela) associado a densificação da gordura adjacente (seta azul) e a pequena quantidade de gás (seta laranja).

Obs: a aparência da gordura normal é indicada pela seta vermelha (comparar com o aspecto alterado, na seta azul).

Imagem: cortesia Dr Bruno Di Muzio, Radiopaedia.org. Do caso rID: 40825

Slides 7

Infarto omental

A e B, TC – infiltração da gordura adjacente à borda antimesentérica à direita do cólon transverso (setas), não se observando espessamento parietal do mesmo.

Imagem: cortesia Dr Adriana Dubbeldam, Radiopaedia.org. Do caso rID: 22341

Slides 8

Trombose da veia ovariana direita

A e B, TC – falha de enchimento (trombo) na veia ovariana à direita (setas).

Imagem: cortesia Dr Hani Salam, Radiopaedia.org. Do caso rID: 9435

Slides 9

Sinal do cut-off do cólon

A , radiografia do abdome – ausência de gás no cólon além da flexura esplênica, notando-se transição abrupta do cólon distendido para o colapsado (seta laranja).

B e C, TC cortes coronal e sagital, respectivamente – observa-se estreitamento acometendo o terço proximal do cólon descendente, com acentuada distensão a montante (setas azuis).

Imagem: cortesia Dr Vikas Shah, Radiopaedia.org. Do caso rID: 31102

Slides 10

Perfuração do intestino delgado por osso de galinha

A, B e C, TC – osso de galinha identificado pelas setas azuis.

Imagem: cortesia Dr Bruno Di Muzio, Radiopaedia.org. Do caso rID: 14920

Slides 11

Aneurisma abdominal

A, B, C e D, TC – observa-se grande aneurisma sacular da aorta abdominal infrarrenal, com grande trombo em seu interior (asterisco vermelho), notando-se passagem de contraste pela porção superior do trombo (setas azuis, figuras A, C e D).

Há grande quantidade de sangue no retroperitônio (setas verdes). Nota-se hidronefrose à esquerda e atraso na concentração de contraste neste rim (linha amarela tracejada).

Imagem: cortesia A.Prof Frank Gaillard, Radiopaedia.org. Do caso rID: 17232

Slides 12

Íleo biliar

A, B e C, radiografias – lucência ramificada no quadrante superior direito (setas verdes) –pneumobilia; níveis líquidos (tracejado laranja) – obstrução intestinal; imagem parcialmente calcificada à esquerda da linha média – cálculo.

D e E, TC – penumobilia (setas verdes); cálculo em alça intestinal no flanco esquerdo (seta azul); alças intestinais distendidas (setas laranjas).

Imagem: cortesia A.Prof Frank Gaillard, Radiopaedia.org. Do caso rID: 13620

Slides 13

Intussuscepção colocólica

A, B e C, TC – formação expansiva na flexura esplênica do cólon, observando-se preenchimento do lúmen por gordura mesentérica e vasos que se direcionam para a massa (setas). Este tipo de intussuscepção em adultos é mais comumente causada por neoplasia.

Imagem: cortesia Dr Jörgen Strömberg, Radiopaedia.org. Do caso rID: 38809

Slides 14

Volvo de sigmoide

A, radiografia – importante distensão de alças intestinais com o ápex apontando em direção ao quadrante superior direito.

B, C e D , TC – importante dilatação do cólon sigmoide, com ponto de transição abruptos na junção retossigmoidea e aparência espiralada do mesentério e vasos.

Imagem: cortesia Dr Bruno Di Muzio, Radiopaedia.org. Do caso rID: 17788

Slides 15

Sangramento gastrointestinal alto (úlcera gástrica)

A e B, TC – o sangramento no antro gástrico é identificado pela seta vermelha, onde se observa acúmulo de contraste iodado na fase portal.

Imagem: cortesia Dr Henry Knipe, Radiopaedia.org. Do caso rID: 39874

Slides 16

Pancreatite necrotizante

A e B, TC – infiltração da gordura peripancreática, destacando-se coleção líquida ao redor da cabeça e do corpo do pâncreas. A cabeça está edemaciada e com exsudato inflamatório (setas).

Imagem: cortesia Dr Saeed Soltany Hosn, Radiopaedia.org. Do caso rID: 20595

Slides 17

Pancreatite aguda

A, B e C, TC – pâncreas com volume discretamente aumentado, observando-se densificação da gordura peripancreática (setas).

Imagem: cortesia Dr Rahmoun Fateh, Radiopaedia.org. Do caso rID: 18850

Slides 18

Gravidez ectópica

USG – saco gestacional na região anexial esquerda (setas azuis)

Imagem: cortesia A.Prof Frank Gaillard, Radiopaedia.org. Do caso rID: 8161

Slides 19

Torção ovariana

A e B, TC – lesão cística na região anexial direita. Observa-se componente sólido anteriormente que corresponde ao pedículo torcido (seta amarela).

Imagem: cortesia RMH Core Conditions, Radiopaedia.org. Do caso rID: 28265

Slides 20

Pielonefrite aguda

A, B e C, TC – observa-se heterogeneidade do nefrograma à direita, com áreas corticais hipocaptantes de contraste (setas).

Imagem: cortesia Dr Bruno Di Muzio, Radiopaedia.org. Do caso rID: 40559

Slides 21

Cálculo ureteral

A, B e C, TC – cálculo medindo 6mm no terço médio do ureter (setas azuis) esquerdo determinando dilatação ureteropielocalicinal a montante. Nota-se ainda, densificação da gordura periureteral e perirrenal (seta laranja). Cisto renal exofítico na margem posterior do rim esquerdo (seta amarela).

Imagem: cortesia RMH Core Conditions, Radiopaedia.org. Do caso rID: 29517


.

Identificadas manifestações oculares da síndrome congênita do vírus Zika

Postado em

Marilynn Larkin

NOVA YORK (Reuters Health) – Pesquisadores descobriram que bebês com a síndrome congênita do vírus Zika têm anormalidades oculares graves nos dois olhos.

Em novembro a Organização Mundial da Saúde (OMS) alterou o status da infecção pelo Zika de emergência para “desafio de longo prazo à saúde pública” (http://bit.ly/2pM50dQ). Esta mudança, “indica uma necessidade urgente de avaliar e documentar pacientes com manifestações oftalmológicas para o manejo oportuno da doença, e confirmar se o problema de saúde pública no Brasil se estende a outras regiões da América do Sul”, disse o Dr. J. Fernando Arevalo do Wilmer Eye Institute da Johns Hopkins University School of Medicine, em Baltimore, Maryland, por e-mail à Reuters Health.

Em 2015 e 2016, Dr. Arevalo e colegas estudaram 43 bebês com a síndrome congênita do vírus Zika (28 meninas e 15 meninos; com idade média de dois meses no momento do exame) em dois centros oftalmológicos na Colômbia e na Venezuela. Vinte eram hispânicos, 13 eram negros, oito eram brancos e dois eram indígenas.

Nenhuma das mães teve problemas oculares durante o período do estudo ou durante a gravidez.

Os bebês passaram por exames oculares, incluindo oftalmoscopia dilatada, assim como testes sorológicos para descartar toxoplasmose, rubéola, sífilis, citomegalovírus e HIV.

Conforme publicado on-line no JAMA Ophthalmology, no dia 13 de abril, todos os bebês tiveram problemas oculares bilaterais graves.  Os achados do nervo óptico incluíram hipoplasia do disco com sinal do duplo anel, palidez, e em cinco deles (11,6%), aumento da escavação papilar.

Foram encontradas anormalidades maculares, incluindo depósito pigmentar de médio a grave em 27 bebês (63%) e maculopatia lacunar em três (7%). Cicatrizes coriorretinianas também foram encontradas em três bebês estudados.

Onze bebês (26%) tinham uma combinação de lesões no polo posterior, e cinco (12%) foram diagnosticados com glaucoma congênito, incluindo características como fotofobia, aumento da pressão intraocular (PIO) e perda da transparência corneana ao nascimento.

No geral, 12% dos bebês com zika congênita e microcefalia tinham anormalidades do segmento anterior, e 88% tinham anormalidades maculares e do nervo óptico, de acordo com os autores.

Dr. Arevalo disse, “É necessário um acompanhamento de longo prazo para determinar o real significado dos nossos achados em relação às deficiências visuais específicas. Por exemplo, a dimensão das anormalidades da pressão intraocular ao longo do tempo é desconhecida. Nós não encontramos uveíte em nossos pacientes, mas ela foi relatada e precisa ser descartada em bebês com zika congênita”.

“A necessidade de reabilitação visual nessas crianças é muito importante”, acrescentou ele. “A identificação precoce por rastreio não fará diferença no tratamento, uma vez que se trata de uma infecção intrauterina, e por isso já encontramos cicatrizes retinianas ao nascimento”.

Dra. Meenakashi Gupta, professora-assistente de oftalmologia na Icahn School of Medicine do Mount Sinai, Nova York, disse à Reuters Health que o estudo “contribui para a evolução do conhecimento em relação às anormalidades oculares congênitas associadas à infecção materna pelo vírus Zika durante a gravidez”.

Os casos na Colômbia e na Venezuela “confirmam relatos anteriores do Brasil descrevendo alterações graves no desenvolvimento normal dos olhos em associação com a síndrome congênita do vírus Zika”, disse ela por e-mail.

“O trabalho destaca ainda mais a importância e a necessidade de exames oftalmológicos em bebês que têm a síndrome congênita do vírus Zika com microcefalia”.

FONTE: http://bit.ly/2oS2ynx

JAMA Ophthalmol 2017.

New cardioprotective genetic variant identified

Postado em

 

The variant has enabled the population of a Greek village to live long and healthy lives despite having a diet high in animal fat.

Scientists have identified a new genetic variant that appears to protect against cardiovascular disease, even in individuals with a diet high in animal fat.

Scientists sequenced the entire genome of 250 inhabitants of Mylopotamos in northern Crete to get an in-depth view of why the villagers live long and healthy lives, despite consuming a diet high in animal fat. They identified a variant, rs145556679, was associated with decreased triglycerides and very low density lipoprotein cholesterol (VLDL).

The authors said the variant may be almost unique to the Mylopotamos population. The genome sequencing results of thousands of Europeans has only revealed one copy of the variant in a single individual in Tuscany, Italy. A separate variant in the same gene has also been found to be associated with lower levels of triglycerides in the Amish founder population in the United States.

Lead author, Professor Eleftheria Zeggini from the Wellcome Trust Sanger Institute commented: “This study shows the importance of looking at the entire genome to better understand the genetic architecture of a population. We are finding new genetic variants we haven’t seen before. We have discovered a medically relevant genetic variant for traits related to cardiovascular disease.”
The findings are published in Nature Communications .

Are the health benefits of moderate drinking overstated?

Postado em

 

Experts suggest the benefits associated with drinking alcohol are smaller than previously thought.

A number of recent studies have highlighted the benefits of light to moderate alcohol consumption and the risks associated with alcohol abstention. However, experts are now warning that these benefits may be overstated.

A new study, published in the Journal of Studies on Alcohol and Drugs , analysed data on 9,137 adults from the UK’s National Child Development Study, looking at patterns of alcohol and cigarette use from young adulthood to midlife.

It found health benefits of stable low-dose alcohol use (versus. abstention) were weakened by the fact that by age 55 almost all alcohol “abstainers” in its sample were former drinkers, and that respondents who followed infrequent drinking/abstention paths were the most likely to report poor health, psychological distress, and low educational qualifications in early adulthood.

“Alcohol abstainers are a diverse group. They include former heavy drinkers who quit due to problems with alcohol, as well as those who quit drinking due to poor health, and not just lifetime abstainers,” said co-author Jeremy Staff.

“Medical professionals and public health officials should be wary of drawing conclusions about the so-called ‘dangers’ of never drinking without more robust evidence,” Staff concluded.

El ejercicio puede proteger al cerebro de la enfermedad de Alzheimer (BMC Public Health)

Postado em

 

Es una opción práctica, económica y accesible para cualquier paciente.

Es una opción práctica, económica y accesible para cualquier paciente.

Una revisión de estudios de la University of British Columbia en Okanagan (Canadá), publicada en la revista “BMC Public Health” ha confirmado que el ejercicio físico de forma regular puede ser beneficioso para el cerebro de los pacientes con alzhéimer tras constatar una mejoría en el rendimiento en actividades cotidianas de su día a día.

“Como no hay cura actual para la enfermedad, hay una necesidad urgente de intervenciones para reducir su impacto y controlar los síntomas”, ha asegurado Kathleen Martin Ginis, principal autora del estudio, que cree que esta opción es “práctica, económica y accesible” para cualquier paciente.

En su estudio revisaron datos de más de 150 artículos de investigación sobre el impacto de la actividad física en pacientes con alzhéimer, de los que algunos evaluaban cómo la actividad física mejora la calidad de vida del paciente y otros el riesgo de desarrollar alzhéimer en función de la actividad física realizada con anterioridad.

El panel concluyó que la actividad física regular mejora las actividades de la vida diaria y la movilidad en los adultos mayores con alzhéimer y puede mejorar la cognición general y el equilibrio.

Y también establecieron que los adultos mayores no diagnosticados con alzhéimer que eran físicamente más activos eran significativamente menos propensos a desarrollar la enfermedad, en comparación con las personas que eran más inactivas.

“A partir de aquí pudimos preparar una declaración de consenso y mensajes que no sólo tienen respaldo de la comunidad, sino que también están basados en evidencias, ahora tenemos la herramienta para promover los beneficios de la actividad física en los mayores”, ha defendido.

Las personas con baja autoestima tienen más predisposición a ser adictas al móvil (J Adolesc)

Postado em

La nomofobia es una adicción que se manifiesta con un elevado grado de ansiedad por no tener móvil al alcance o no poder utilizarlo.

La nomofobia es una adicción que se manifiesta con un elevado grado de ansiedad por no tener móvil al alcance o no poder utilizarlo.

Un estudio elaborado por investigadores de la Universitat Rovira i Virgili (URV) de Tarragona ha concluido que las personas con baja autoestima tienen más predisposición a ser adictas al móvil.

El trabajo, publicado en “Journal of Adolescence”, constata que la baja autoestima, la extraversión, la irresponsabilidad y la poca estabilidad emocional son rasgos que predisponen a sufrir nomofobia.

La nomofobia –que deriva de la expresión anglosajona de no-mobile-phone phobia– es una adicción que se manifiesta con un elevado grado de ansiedad por no tener móvil al alcance o no poder utilizarlo.

La URV destaca que estudios de Estados Unidos apuntan a que el 92% de los adolescentes se conectan al móvil cada día, y un 24% de estos dicen que están en línea casi de forma constante.

El estudio ha contado con la participación de 250 alumnos de Bachillerato y universidades, e incluía un test de autoestima y otro de personalidad, y ahora los investigadores quieren ampliar la investigación al ámbito laboral.

Bariatric Surgery Reduces Female-Specific Cancers

Postado em

Pam Harrison

Bariatric surgery reduces not only the incidence of overall cancer in obese women, as has been previously reported, but also the risk for female-specific cancers. In particular, it is associated with a significantly reduced risk for endometrial cancer, new results from the Swedish Obese Subjects (SOS) study indicate.

“Obesity is an important risk factor for cancer [and it] is also associated with more advanced cancer disease and increased cancer mortality,” Asa Anveden, MD, University of Gothenburg, Sweden, and multicenter colleagues observe.

“The main finding of this study is that bariatric surgery also is associated with reduced risk of female-specific cancer, here defined as breast, endometrial, ovarian, and all other gynaecological cancers,” they add.

Findings were published in the May issue of Gynecologic Oncology.

The SOS study is an ongoing, nonrandomized, prospective controlled trial in which investigators aim to determine the long-term effects of bariatric surgery on multiple health endpoints.

In 2009, SOS investigators reported that bariatric surgery reduced cancer risk in obese women but not in men.

The current analysis involved 1420 women from the SOS cohort who had undergone bariatric surgery and 1447 other women matched as controls who received standard treatment for obesity.

At baseline, the mean age of the cohort was 37 years and the mean body mass index (BMI) was 38 kg/m2 or higher.

Among SOS women, 18.3% had undergone nonadjustable or adjustable gastric banding; 68.3% were treated with vertical banded gastroplasty, and 13.4% underwent gastric bypass.

Controls received standard treatment for obesity at their primary healthcare center.

After their surgery, SOS women lost a mean of 28.0 kg at 2 years, some of which was regained at 10 and 15 years’ follow-up, but the weight loss was still significant at approximately 21 kg at both time points.

In contrast, “mean weight changes in the control group were small,” Dr Anveden points out.

Long-Term Follow-up

At a median follow-up of 18.1 years, investigators found that the risk of developing any cancer was 29% lower among women who had undergone bariatric surgery than among controls, at a hazard ratio (HR) of 0.71 (P < .001).

“Of the first time cancers, 49% were female-specific,” investigators add.

And among those female-specific cancers, bariatric surgery reduced their incidence by 32% compared with receipt of conventional treatment alone, at an HR of 0.68 (P = .004).

On the other hand, a separate analysis showed that while incidence rates for all types of female-specific cancers except cervical cancer were lower in the surgery group, the difference between the two groups was significant only for endometrial cancer, where surgery reduced the risk by 44% compared with controls (P = .014).

Interestingly, the greater benefit from surgery over conventional treatment in terms of cancer risk reduction was most pronounced in women with medium (P = .36) or high (P = .007) baseline insulin levels relative to those with low insulin levels. As the authors point out, it has been suggested that hyperinsulinemia may be a causal link between obesity and cancer.

In contrast, there was no interaction with baseline BMI. Results were also very similar when adjusted for age, BMI, and smoking.

The association between bariatric surgery and female-specific cancer is noteworthy. Anveden et al

“The association between bariatric surgery and female-specific cancer is noteworthy as these comprised about half of the observed cancer events in our cohort and are common in the obese population,” researchers observe.

Different Lessons

Commenting on the SOS study, Peter Argenta, MD, University of Minnesota, Minneapolis, told Medscape Medical News that the SOS findings contain different lessons for physicians.

“Sadly, it is pretty clear now that most current nonsurgical weight-loss strategies do not result in significant, sustained weight loss,” Dr Argenta said in an email.

“The SOS study demonstrated — again — that bariatric surgery is effective over a period of at least years and is associated with some health benefits, most notably for women,” he added.

However, Dr Argenta cautioned that bariatric surgery carries with it significant” and “evolving” morbidity. For example, patients in the SOS study who underwent bariatric surgery were more likely to seek additional medical care in the early years after bariatric surgery, as he pointed out.

It’s also extremely uncertain at what age a drastic medical intervention like bariatric surgery should be undertaken, he noted.

The fact that childhood obesity is a marked risk factor for adult obesity is perhaps reason enough to consider early intervention, reducing later risk for  diabetes, cardiovascular disease, and cancer.

On the other hand, “we also have to consider early and late surgical morbidity as well as prolonged metabolic derangement as arguments against early intervention,” Dr Argenta observed.

Logically, the decision to offer bariatric surgery to obese women should be tailored to their individual risk for cancer.

“While bariatric surgery appears to reduce the risk of getting cancer, most patients with obesity-related endometrial cancer, for example, will ultimately die of non-cancer-related causes, most notably cardiovascular disease,” Dr Argenta said.

“For this reason, bariatric surgery might be most effective in high-risk patients, where it potentially could reduce the risk of developing obesity-related cancer and provide patients with nononcological benefits as well,” he added.

Dr Argenta authored an editorial that accompanies the paper, in which he writes: “The SOS study demonstrates in a prospective fashion what was previously suggested in retrospective studies and meta-analysis — that bariatric surgery is associated with a reduction in the incidence of primary cancer diagnoses, most notably for women and most notably for endometrial cancer.

“This manuscript is the latest in a series of reports from the SOS study which suggest that bariatric surgery-related weight loss is associated with reduced rates of multiple health hazards including: overall mortality, diabetes, stroke, myocardial infarction, atrial fibrillation, and gout attacks,” he adds.

“Yet despite the benefits that accrued to patients in the bariatric surgery cohort, previous reports from the SOS trial also suggest that patients undergoing bariatric surgery were hospitalized more frequently and used more inpatient and outpatient resources, particularly in the first six years after surgery. Though these costs were partially offset by lower medication cost from years 7-20 following surgery it remains unclear if they were accompanied by improvements in oncologic mortality or quality of life (which was statistically similar between surgically and medically treated patients at 10 years), he notes.

Dr Anveden and Dr Argenta have disclosed no relevant financial relationships.

Gynecol Oncol. 2017;145:224-229, 219-220. Abstract, Editorial

Follow Medscape Oncology on Twitter: @MedscapeOnc