psiquiatria

#Warning on possible #neuropsychiatric risk with all #oral retinoids

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The European Medicines Agency (EMA) has concluded its review of retinoid medicines and has recommended updating measures for pregnancy prevention and including a warning on the possible risk of neuropsychiatric disorders.

The EMA’s Pharmacovigilance Risk Assessment Committee (PRAC) examined the available data and confirmed that all oral retinoids can have harmful effects on the unborn child and therefore must not be used during pregnancy. In addition, the oral retinoids acitretin, alitretinoin and isotretinoin must not be taken by women able to have children unless the conditions of a new pregnancy prevention programme (PPP) are met. For the oral retinoids bexarotene and tretinoin, current measures are considered appropriate for pregnancy prevention. Although the risk is low with topical retinoids, the PRAC recommended that topical retinoids must also not be used during pregnancy and in women planning to have a baby.

The companies that market acitretin, alitretinoin and isotretinoin will conduct a study to assess the effectiveness of the updated measures.

While acknowledging that the evidence is limited, the PRAC also recommended that the prescribing information for all oral retinoids should include a warning about the risk of neuropsychiatric disorders, and patients and families should be made aware of the signs and symptoms to watch for.

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El #acné se relaciona con un mayor #riesgo de depresión (Br J Dermatol)

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En un análisis de una de las bases de datos de registros médicos electrónicos más grandes del mundo, The Health Improvement Network, investigadores de la Universidad de Calgary, en Canadá, encontraron que los pacientes con acné presentan un riesgo significativamente mayor de desarrollar depresión mayor, pero solo en los primeros cinco años después de haber sido diagnosticados de acné. Su estudio se publica en el British Journal of Dermatology.

Los investigadores encontraron que el riesgo de depresión mayor era más alto dentro del primer año desde el diagnóstico de acné, un riesgo un 63% mayor en comparación con las personas sin acné, y disminuyó a partir de entonces. Los resultados indican que es fundamental que los médicos controlen los síntomas del estado de ánimo en pacientes con acné e inicien un tratamiento rápido para la depresión o soliciten la consulta de un psiquiatra cuando sea necesario.

“Este trabajo destaca un vínculo importante entre la enfermedad de la piel y la patología mental. Dado que el riesgo de depresión fue mayor en el periodo inmediatamente posterior a la primera vez que un paciente acudió a un médico por problemas de acné, muestra cuán impactante puede ser nuestra piel hacia nuestra salud mental general -subraya la autora principal, Isabelle Vallerand-. Para estos pacientes con acné, es más que una imperfección en la piel: puede causar importantes problemas de salud mental y debe tomarse en serio”.

#ADHD: key issues in #children and #adolescents

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Attention-deficit hyperactivity disorder (ADHD) is a common childhood behavioural disorder. Systematic reviews indicate that the community prevalence globally is between 2% and 7%, with an average of around 5%. At least a further 5% of children have substantial difficulties with overactivity, inattention, and impulsivity that are just under the threshold to meet full diagnostic criteria for ADHD. Estimates of the administrative prevalence (clinically diagnosed or recorded) vary worldwide, and have been increasing over time. However, ADHD is still relatively underrecognised and underdiagnosed in most countries, particularly in girls and older children. ADHD often persists into adulthood and is a risk factor for other mental health disorders and negative outcomes, including educational underachievement, difficulties with employment and relationships, and criminality. The timely recognition and treatment of children with ADHD-type difficulties provides an opportunity to improve long-term outcomes. This Review includes a systematic review of the community and administrative prevalence of ADHD in children and adolescents, an overview of barriers to accessing care, a description of associated costs, and a discussion of evidence- based pathways for the delivery of clinical care, including a focus on key issues for two specific age groups—younger children (aged ≤6 years) and adolescents requiring transition of care from child to adult services.

#Propranolol pode suprir necessidade “premente” de tratamento para transtorno de estresse pós-traumático

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Resultado de imagem para stress pos traumatico

Megan Brooks

Resultados de novas pesquisas se somam ao crescente número de evidências indicando que o betabloqueador propranolol (várias marcas) pode colaborar para o tratamento do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Pesquisadores da McGill University, em Montreal (Canadá), descobriram que o medicamento pode interromper a reconsolidação das memórias traumáticas, fazendo com que o impacto emocional seja mais brando.

Os pacientes com transtorno de estresse pós-traumático que lembravam ativamente o evento traumático vivido, sob a ação do propranolol apresentaram uma redução importante da pontuação dos sintomas, em comparação aos que tomaram placebo, constataram os pesquisadores, liderados pelo psicólogo Alain Brunet, PhD.

“O uso do propranolol antes da ativação das memórias traumáticas, protocolo terapêutico sugerido pela teoria da reconsolidação, pode ser um tratamento novo e eficaz para o transtorno de estresse pós-traumático”, escreveram os pesquisadores.

O estudo foi publicado on-line em 12 janeiro no periódico American Journal of Psychiatry.

Novo tratamento?

O ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, contou com 60 adultos com quadro de transtorno de estresse pós-traumático há muito tempo. Metade recebeu propranolol e a outra metade placebo 90 minutos antes de uma sessão de reativação da memória, realizada uma vez por semana durante seis semanas consecutivas. Durante a primeira sessão, foram administrados 0,67 mg/kg de propranolol de ação rápida, seguidas, duas horas depois, de 1,0 mg/kg de propranolol de ação prolongada. Nas outras cinco sessões, as doses de ação rápida e prolongada foram administradas ao mesmo tempo.

A diminuição da pontuação dos sintomas de transtorno de estresse pós-traumático com a administração do propranolol antes da reativação das memórias traumáticas foi evidente, tanto do ponto de vista do médico quanto do ponto de vista do paciente, tal como indicado pela melhora significativa dos resultados da Clinician-Administered PTSD Scale (CAPS) e da escala respondida pelos próprios pacientes, PTSD Checklist-Specific (PCL-S).

As pontuações obtidas na Clinician-Administered PTSD Scale na fase anterior ao tratamento foram semelhantes nos dois grupos. Na avaliação posterior ao tratamento, os números diminuíram nos dois grupos, mas essas reduções foram significativamente maiores no grupo que tomou propranolol, declararam os pesquisadores. A melhora dos resultados da Clinician-Administered PTSD Scale pela análise por intenção de tratamento, e pela análise pelo protocolo comparando os resultados anteriores e posteriores ao tratamento foi de 38% e 36% no grupo do propranolol versus 24% e 13% no grupo do placebo, respectivamente. O tamanho do efeito (d de Cohen) pelas análises de intenção de tratamento e pelo protocolo comparando os resultados anteriores e posteriores foi 1,76 e 1,64 no braço do propranolol versus 1,25 e 0,72 no braço do placebo, respectivamente.

As pontuações obtidas na PTSD Checklist-Specific na fase anterior ao tratamento também foram semelhantes nos dois grupos e ambos apresentaram diminuição dessa pontuação, mas as reduções foram significativamente maiores no grupo do propranolol.

A melhora da PTSD Checklist-Specific pela análise por intenção de tratamento, e pela análise pelo protocolo comparando os resultados anteriores e posteriores ao tratamento, foi de 56% e 53% no grupo que tomou propranolol e 15% e 10% no grupo que tomou placebo, respectivamente. Os tamanhos dos efeitos pelas análises por intenção de tratamento e pelo protocolo comparando os resultados anteriores e posteriores ao tratamento foram 2,74 e 2,63 no grupo do propranolol e 0,55 e 0,51 no grupo do placebo, respectivamente.

Os pesquisadores observam que os tamanhos de efeitos e o percentual de melhora percebidos com o uso do propranolol são “substancialmente maiores” do que os obtidos em um estudo anterior, no qual o propranolol foi administrado apenas uma vez após a reativação da memória de uma lembrança traumática.

“A opção de realizar cinco sessões a mais pareceu potencializar o efeito do tratamento de uma única sessão”, afirmaram os autores.

O tamanho dos efeitos obtidos neste estudo com uso do propranolol antes da reativação das memórias traumáticas se compara bem ao tamanho do efeito obtidos com o tratamento cognitivo-comportamental, o “melhor tratamento do transtorno de estresse pós-traumático baseado em evidências”, bem como com o tamanho do efeito obtido com o tratamento usando inibidores seletivos da recaptação da serotonina, o “tratamento farmacológico mais recomendado para o transtorno de estresse pós-traumático”.

“Se os resultados forem replicados nos próximos estudos, o propranolol como bloqueador da reconsolidação pode vir a ser um novo tratamento para alguns pacientes com transtorno de estresse pós-traumático”, concluíram os pesquisadores.

Comentando os resultados para o Medscape, o Dr. Victor Fornari, diretor de psiquiatria infantil e adolescente no Zucker Hillside Hospital, em Glen Oaks, Nova York, e no Cohen Children’s Medical Center, em New Hyde Park, Nova York, observou que o transtorno de estresse pós-traumático é um “problema de saúde comportamental grave e predominante, associado a morbidade e mortalidade importantes, com poucos tratamentos baseados em evidências. Há uma necessidade urgente e premente de melhorar o tratamento do transtorno de estresse pós-traumático. Atualmente, os melhores tratamentos disponíveis baseados em evidências, os tratamentos de exposição e de processamento cognitivo, produzem benefícios apenas limitados”.

“São necessários mais estudos para determinar se o acréscimo do propranolol a este tratamento psicossocial pode ser considerado de fato efetivo no tratamento do transtorno de estresse pós-traumático. Isto pode se tornar um tratamento promissor para este transtorno”, afirmou o Dr. Fornari.

O estudo foi subsidiado por uma bolsa concedida pelo US Army Congressionally Directed Medical Research Program. Os autores e o Dr. Fornari declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Am J Psychiatry. Publicado on-line em 12 de janeiro 2018. Resumo

#La #evaluación psiquiátrica es clave antes y después de la #cirugía bariátrica  

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La cirugía para perder peso se asoció con una pequeña elevación del riesgo absoluto de suicidio o autolesión no fatal (principalmente por sobredosis de drogas) en comparación con el tratamiento no quirúrgico para la obesidad, en dos cohortes grandes pareadas en Suecia.[1]

Los pacientes con y sin historial de autolesión previo a la cirugía tenían un mayor riesgo de estos desenlaces, en el estudio publicado en versión electrónica el 9 de enero en Lancet Diabetes & Endocrinology.

Sin embargo, la cirugía bariátrica también se ha asociado con una mayor sobrevida en varios estudios observacionales bien diseñados, por lo que “a pesar de nuestro hallazgo de un mayor riesgo de suicidio, no creemos que estos resultados deban desalentar el uso de la cirugía bariátrica, al menos no desde la perspectiva de la sobrevida”, escriben Martin Neovius, Ph. D., del Karolinska Institute, en Estocolmo, Suecia, y sus colaboradores.

“De manera importante, aunque el riesgo relativo de suicidio es alto, el riesgo absoluto es bajo”, con 42 suicidios en más de 117.000 años-persona de seguimiento, subrayan.

Además, “más allá de la mortalidad, es probable que los muchos beneficios en común y ya documentados de la cirugía bariátrica superen nuestro hallazgo de un mayor riesgo de suicidio y autolesión”.

Sin embargo, estos resultados refuerzan la importancia de la evaluación psiquiátrica antes y después de la cirugía bariátrica, señalan Neovius y sus colaboradores, y “podrían ayudar a informar y refinar las guías clínicas sobre cómo seleccionar a los candidatos para cirugía y cómo darles seguimiento con el tiempo”.

Del mismo modo, en un editorial adjunto, Matthew J. Spittal, Ph. D., de la University of Melbourne, en Australia, y la Dra. Gema Frühbeck, de la Universidad de Navarra, en Pamplona, España, advierten que “estos importantes hallazgos no deberían disuadir a los pacientes de beneficiarse de los abundantes efectos positivos de la cirugía bariátrica, sino más bien resaltar los desafíos que esta plantea”.[2]

Pero dado el número cada vez mayor de cirugías bariátricas en adultos y “pacientes adolescentes, que podrían ser un grupo especialmente vulnerable … los equipos multidisciplinarios que tratan a los pacientes deben estar conscientes del cúmulo de factores fisiopatológicos, psicosociales y de apoyo que interactúan mutuamente y potencialmente pueden afectar negativamente el curso posoperatorio de un paciente”, aconsejan.

Las diferencias absolutas en suicidio fueron pequeñas

Existe una creciente preocupación por la presencia de mayor suicidio y autolesión después de la cirugía bariátrica, pero los estudios publicados no han tenido grupos control que hayan recibido tratamiento no quirúrgico para la pérdida de peso, o no han corregido las diferencias basales en cuanto a salud mental.

Para investigar esto, Neovius y sus colaboradores analizaron datos de dos cohortes pareadas de pacientes de cirugía bariátrica en Suecia.

El estudio SOS (Swedish Obese Subjects) incluyó algunos procedimientos obsoletos de cirugía bariátrica, pero tuvo un largo tiempo de seguimiento.

En el estudio más reciente estudio (SOReg)/Itrim de la base de datos Scandinavian Obesity Surgery Registry, los pacientes se sometieron a bypassgástrico.

En el estudio SOS, 2.010 pacientes se sometieron a cirugía bariátrica: gastroplastía de bandas verticales (n = 1.369), banda gástrica (n = 376) y bypass gástrico (n = 265). En un periodo entre los años de 1987 a 2001, y fueron pareados con 2.037 pacientes que recibieron el tratamiento no quirúrgico habitual para la obesidad.

Durante una mediana de seguimiento de 18 años, se hospitalizaron más pacientes en el grupo de cirugía bariátrica que en el grupo control por autolesión no mortal o suicidio (87 frente a 49 pacientes, hazard ratio [HR] ajustado: 1,78; p = 0,0021).

En el estudio SOReg/Itrim, 20.256 pacientes que se realizaron un bypassgástrico laparoscópico de 2006 a 2013 se parearon con 16.162 pacientes que participaron en Itrim, un programa comercial de pérdida de peso con una dieta baja en calorías por 3 meses seguida de un plan de mantenimiento de 6 meses (con entrenamiento físico de circuitos, el uso de un podómetro, asesoría dietética y sesiones de asesoría grupal e individual).

Durante un seguimiento medio de 3,9 años, se hospitalizaron más pacientes en el grupo de cirugía bariátrica que en el grupo control por autolesión no mortal o suicidio (341 frente a 84 pacientes; HR ajustado: 3,16; p < 0,001).

“Sin embargo, es importante notar que las diferencias absolutas fueron pequeñas, especialmente para el suicidio (9 frente a 3 suicidios en el estudio SOS y 33 frente a 5 en el estudio SOReg/Itrim)”, señalan Spittal y la Dra. Frühbeck.

Posibles factores de riesgo para el suicidio, se requiere seleccionar cuidadosamente a los pacientes

El riesgo de autolesión o suicidio excedente después de la cirugía bariátrica frente a la atención habitual o a un programa de estilo de vida intensivo no se explicó por la pérdida de peso insuficiente ni la recuperación del peso.

Sin embargo, se han sugerido otros posibles mecanismos, dicen Neovius y sus colaboradores.

Por ejemplo, el alcohol se metaboliza de manera distinta después de la cirugía de bypass gástrico, por lo que los pacientes pueden intoxicarse más rápidamente. Las deficiencias de micronutrientes o macronutrientes que ocurren después de la cirugía bariátrica también podrían agravar la depresión o la ansiedad.

La cirugía bariátrica también causa cambios en los sistemas de señalización endocannabinoide y otras alteraciones neuroendocrinas que podrían afectar el estado de ánimo, la ansiedad y la depresión, señalan.

Además, los pacientes podrían haber tenido expectativas poco realistas sobre los cambios en la forma del cuerpo y la calidad de vida después de la cirugía.

Por ejemplo, “algunos pacientes reportan una fuerte insatisfacción con sus cuerpos después de la cirugía debido a los pliegues colgantes de piel que quedan tras grandes reducciones de peso”, añaden.

“Es importante descifrar los posibles mecanismos subyacentes” para el suicidio después de la cirugía bariátrica, de acuerdo con Spittal y la Dra. Frühbeck.

En general, “uno de los mensajes clave que surgen de este estudio y otros es que el apoyo psicológico posoperatorio a largo plazo es crucial”, subrayan los editorialistas, y “debe incluir una evaluación clínica para identificar [y tratar] cualquier factor de riesgo modificable para el suicidio o la autolesión”.

“También puede hacerse más antes de la cirugía”, enfatizan. Los médicos necesitan entrenamiento para poder identificar los trastornos psiquiátricos, especialmente entre pacientes vulnerables.

Las guías clínicas internacionales para la cirugía bariátrica ya enfatizan la cuidadosa selección de pacientes, “advirtiendo explícitamente sobre el abuso del alcohol y las dependencias a drogas, los trastornos psicóticos no estabilizados, la depresión severa y los trastornos de la personalidad y de la alimentación, así como sobre los pacientes que son incapaces de involucrarse en un seguimiento médico prolongado”.

Los problemas de salud mental en general son más prevalentes en los pacientes que buscan cirugía bariátrica.

El estudio fue apoyado por National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases de National Institutes of Health y Swedish Research Council. Neovius ha recibido honorarios de Itrim por consultoría. Los conflictos de interés de los otros autores se enumeran en el artículo. La Dra. Frühbeck ha participado en una reunión de la junta de asesores de obesidad de Novo Nordisk. Spittal ha declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.

#Vareniclina em fumantes que bebem é eficaz e ainda pode ajudar a reduzir o consumo de álcool

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mulher fumando um cigarro

Vareniclina em fumantes que bebem é eficaz e ainda pode ajudar a reduzir o consumo de álcool

Evidências sugerem que a vareniclina, a farmacoterapia mais efetiva para cessação do tabagismo, pode diminuir também o consumo de álcool. Um novo artigo da revista Drug And Alcohol Dependence avaliou a eficácia de 12 semanas de vareniclina no aumento das taxas de abstinência de tabaco em fumantes com dependência/abuso de álcool.

Para o estudo, foram selecionados participantes com as seguintes características: 18 anos ou mais, fumavam 10 ou mais cigarros por dia durante pelo menos 6 meses, tinham abuso ou dependência de álcool e estavam interessados em parar de fumar.

Os 33 participantes escolhidos foram randomizados para receber 12 semanas de vareniclina na dose de 1 mg duas vezes ao dia ou placebo. O desfecho primário foi alcançar sete dias sem fumar na 12ª semana.

A taxa de abstinência de tabagismo por sete dias na 12ª semana foi significativamente maior com a vareniclina do que com o placebo (43,8% vs. 5,9%; p = 0,01). Na 24ª semana, essa taxa ainda era significativamente maior com a vareniclina (31,3% vs 0%; p = 0,02).

Na 12ª semana, o consumo médio diário de álcool foi significativamente menor com a vareniclina do que com o placebo (5,7 vs 9; estimativa do efeito do tratamento = -2,8; IC de 90%: -6,6 a -1). Os eventos adversos foram menores e comparáveis aos ensaios clínicos de vareniclina.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que a vareniclina é segura e eficaz no tratamento do tabagismo em fumantes com dependência/abuso de álcool. O fármaco também pode diminuir o consumo de álcool nessa população.

 

Referências:

#La evaluación psiquiátrica es clave antes y después de la cirugía bariátrica

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Resultado de imagem para psiquiatria bariatrica

La evaluación psiquiátrica es clave antes y después de la cirugía bariátrica

Marlene Busko

La cirugía para perder peso se asoció con una pequeña elevación del riesgo absoluto de suicidio o autolesión no fatal (principalmente por sobredosis de drogas) en comparación con el tratamiento no quirúrgico para la obesidad, en dos cohortes grandes pareadas en Suecia.[1]

Los pacientes con y sin historial de autolesión previo a la cirugía tenían un mayor riesgo de estos desenlaces, en el estudio publicado en versión electrónica el 9 de enero en Lancet Diabetes & Endocrinology.

Sin embargo, la cirugía bariátrica también se ha asociado con una mayor sobrevida en varios estudios observacionales bien diseñados, por lo que “a pesar de nuestro hallazgo de un mayor riesgo de suicidio, no creemos que estos resultados deban desalentar el uso de la cirugía bariátrica, al menos no desde la perspectiva de la sobrevida”, escriben Martin Neovius, Ph. D., del Karolinska Institute, en Estocolmo, Suecia, y sus colaboradores.

“De manera importante, aunque el riesgo relativo de suicidio es alto, el riesgo absoluto es bajo”, con 42 suicidios en más de 117.000 años-persona de seguimiento, subrayan.

Además, “más allá de la mortalidad, es probable que los muchos beneficios en común y ya documentados de la cirugía bariátrica superen nuestro hallazgo de un mayor riesgo de suicidio y autolesión”.

Sin embargo, estos resultados refuerzan la importancia de la evaluación psiquiátrica antes y después de la cirugía bariátrica, señalan Neovius y sus colaboradores, y “podrían ayudar a informar y refinar las guías clínicas sobre cómo seleccionar a los candidatos para cirugía y cómo darles seguimiento con el tiempo”.

Del mismo modo, en un editorial adjunto, Matthew J. Spittal, Ph. D., de la University of Melbourne, en Australia, y la Dra. Gema Frühbeck, de la Universidad de Navarra, en Pamplona, España, advierten que “estos importantes hallazgos no deberían disuadir a los pacientes de beneficiarse de los abundantes efectos positivos de la cirugía bariátrica, sino más bien resaltar los desafíos que esta plantea”.[2]

Pero dado el número cada vez mayor de cirugías bariátricas en adultos y “pacientes adolescentes, que podrían ser un grupo especialmente vulnerable … los equipos multidisciplinarios que tratan a los pacientes deben estar conscientes del cúmulo de factores fisiopatológicos, psicosociales y de apoyo que interactúan mutuamente y potencialmente pueden afectar negativamente el curso posoperatorio de un paciente”, aconsejan.

Las diferencias absolutas en suicidio fueron pequeñas

Existe una creciente preocupación por la presencia de mayor suicidio y autolesión después de la cirugía bariátrica, pero los estudios publicados no han tenido grupos control que hayan recibido tratamiento no quirúrgico para la pérdida de peso, o no han corregido las diferencias basales en cuanto a salud mental.

Para investigar esto, Neovius y sus colaboradores analizaron datos de dos cohortes pareadas de pacientes de cirugía bariátrica en Suecia.

El estudio SOS (Swedish Obese Subjects) incluyó algunos procedimientos obsoletos de cirugía bariátrica, pero tuvo un largo tiempo de seguimiento.

En el estudio más reciente estudio (SOReg)/Itrim de la base de datos Scandinavian Obesity Surgery Registry, los pacientes se sometieron a bypassgástrico.

En el estudio SOS, 2.010 pacientes se sometieron a cirugía bariátrica: gastroplastía de bandas verticales (n = 1.369), banda gástrica (n = 376) y bypass gástrico (n = 265). En un periodo entre los años de 1987 a 2001, y fueron pareados con 2.037 pacientes que recibieron el tratamiento no quirúrgico habitual para la obesidad.

Durante una mediana de seguimiento de 18 años, se hospitalizaron más pacientes en el grupo de cirugía bariátrica que en el grupo control por autolesión no mortal o suicidio (87 frente a 49 pacientes, hazard ratio [HR] ajustado: 1,78; p = 0,0021).

En el estudio SOReg/Itrim, 20.256 pacientes que se realizaron un bypassgástrico laparoscópico de 2006 a 2013 se parearon con 16.162 pacientes que participaron en Itrim, un programa comercial de pérdida de peso con una dieta baja en calorías por 3 meses seguida de un plan de mantenimiento de 6 meses (con entrenamiento físico de circuitos, el uso de un podómetro, asesoría dietética y sesiones de asesoría grupal e individual).

Durante un seguimiento medio de 3,9 años, se hospitalizaron más pacientes en el grupo de cirugía bariátrica que en el grupo control por autolesión no mortal o suicidio (341 frente a 84 pacientes; HR ajustado: 3,16; p < 0,001).

“Sin embargo, es importante notar que las diferencias absolutas fueron pequeñas, especialmente para el suicidio (9 frente a 3 suicidios en el estudio SOS y 33 frente a 5 en el estudio SOReg/Itrim)”, señalan Spittal y la Dra. Frühbeck.

Posibles factores de riesgo para el suicidio, se requiere seleccionar cuidadosamente a los pacientes

El riesgo de autolesión o suicidio excedente después de la cirugía bariátrica frente a la atención habitual o a un programa de estilo de vida intensivo no se explicó por la pérdida de peso insuficiente ni la recuperación del peso.

Sin embargo, se han sugerido otros posibles mecanismos, dicen Neovius y sus colaboradores.

Por ejemplo, el alcohol se metaboliza de manera distinta después de la cirugía de bypass gástrico, por lo que los pacientes pueden intoxicarse más rápidamente. Las deficiencias de micronutrientes o macronutrientes que ocurren después de la cirugía bariátrica también podrían agravar la depresión o la ansiedad.

La cirugía bariátrica también causa cambios en los sistemas de señalización endocannabinoide y otras alteraciones neuroendocrinas que podrían afectar el estado de ánimo, la ansiedad y la depresión, señalan.

Además, los pacientes podrían haber tenido expectativas poco realistas sobre los cambios en la forma del cuerpo y la calidad de vida después de la cirugía.

Por ejemplo, “algunos pacientes reportan una fuerte insatisfacción con sus cuerpos después de la cirugía debido a los pliegues colgantes de piel que quedan tras grandes reducciones de peso”, añaden.

“Es importante descifrar los posibles mecanismos subyacentes” para el suicidio después de la cirugía bariátrica, de acuerdo con Spittal y la Dra. Frühbeck.

En general, “uno de los mensajes clave que surgen de este estudio y otros es que el apoyo psicológico posoperatorio a largo plazo es crucial”, subrayan los editorialistas, y “debe incluir una evaluación clínica para identificar [y tratar] cualquier factor de riesgo modificable para el suicidio o la autolesión”.

“También puede hacerse más antes de la cirugía”, enfatizan. Los médicos necesitan entrenamiento para poder identificar los trastornos psiquiátricos, especialmente entre pacientes vulnerables.

Las guías clínicas internacionales para la cirugía bariátrica ya enfatizan la cuidadosa selección de pacientes, “advirtiendo explícitamente sobre el abuso del alcohol y las dependencias a drogas, los trastornos psicóticos no estabilizados, la depresión severa y los trastornos de la personalidad y de la alimentación, así como sobre los pacientes que son incapaces de involucrarse en un seguimiento médico prolongado”.

Los problemas de salud mental en general son más prevalentes en los pacientes que buscan cirugía bariátrica.

El estudio fue apoyado por National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases de National Institutes of Health y Swedish Research Council. Neovius ha recibido honorarios de Itrim por consultoría. Los conflictos de interés de los otros autores se enumeran en el artículo. La Dra. Frühbeck ha participado en una reunión de la junta de asesores de obesidad de Novo Nordisk. Spittal ha declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.