Angiologia

#La SETH recuerda tomar medidas para evitar el #síndrome de la clase turista

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La inmovilización durante el viaje es uno de los factores importantes.

La inmovilización durante el viaje es uno de los factores importantes.

La Sociedad Española de Trombosis y Hemostasia (SETH) ha querido recordar el riesgo que supone padecer un episodio de tromboembolismo venoso (TEV), definido como la formación de un coágulo en las venas de las piernas, que puede desprenderse y emigrar hasta la circulación pulmonar, provocando enfermedades de mayor riesgo.

Un TEV, más conocido como ‘síndrome de la clase turista’, puede ser provocado por viajes superiores a cuatro horas de duración. Esta patología se ha atribuido “a los viajes en avión, pero hoy se sabe que cualquier viaje prolongado también en coche o tren puede favorecer la trombosis”, ha explicado el presidente de la SETH, José Antonio Páramo.

Entre los factores de riesgo se encuentra la edad avanzada, antecedentes de trombosis previa, cirugía o traumatismo reciente, embarazo, uso de anticonceptivos orales, obesidad, cáncer o predisposición genética a la trombosis.

Asimismo, la deshidratación, el descenso de los niveles de oxígeno y una reducida presión atmosférica (hipoxia hipobárica) serían otros factores desencadenantes de la trombosis.

Además, se pueden tomar medidas previsoras para evitar esta enfermedad, sobre todo en aquellas personas con factores de riesgo que cumplan las indicaciones recomendadas. Así el presidente de la SETH ha recordado que “la inmovilización durante el viaje es uno de los factores importantes y, en el caso de los vuelos, se presenta tanto en clase preferente como turista”.

Se ha calculado que, en la población general, la incidencia de tromboembolismo venoso es de 1 por cada 1.000 personas al año, sobre todo en aquellas personas que realizan viajes transoceánicos, y que presentan edad avanzada u otros factores de riesgo. Por ello, la SETH recuerda que el principal problema es que la mayoría de esos coágulos no producen síntomas y, por tanto, son difíciles de diagnosticar.

Sin embargo, el diagnóstico de la trombosis venosa es, en ocasiones, difícil porque los signos y síntomas no siempre son evidentes. En concreto, el diagnóstico clínico se basa en la presencia de dolor, edema, enrojecimiento e inflamación de la pierna, en un tramo de la misma.

Alto consumo de # café associado a menor risco de mortalidade

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Marcia Frellick

O alto consumo de café está associado a um risco significativamente menor de morte, confirmam dois grandes estudos. O benefício foi encontrado em diversas populações europeias, assim como entre diferentes grupos étnicos/raciais, relatam os pesquisadores em artigos publicados on-line no Annals of Internal Medicine.

Como o café é uma das bebidas mais populares nos Estados Unidos e em todo o mundo, o efeito em saúde pública do consumo desta bebida pode ser substancial, mesmo que o efeito individual seja pequeno.

Apesar de evidências crescentes do benefício do consumo de café para a saúde e a mortalidade, a relação entre ingestão de café e mortalidade em diferentes populações europeias, nas quais os métodos de preparo variam, não era clara. De forma semelhante, faltavam dados sobre o consumo de café em populações não brancas.

Os dois novos estudos preenchem essas lacunas.

No EPIC (European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition), um grande estudo de coorte prospectivo, Marc J. Gunter, da International Agency for Research on Cancer, em Lyon (França), e colaboradores, examinaram a associação do consumo de café com a mortalidade por todas as causas e por causa específica entre 451.743 participantes (130.662 homens e 321.081 mulheres) em 10 países europeus.

“Nossos resultados sugerem que maiores níveis de consumo de café estão associados com menor risco de morte por várias causas, especificamente doenças digestivas e circulatórias”, escrevem os autores.

Durante um seguimento médio de 16,4 anos, ocorreram 41.693 óbitos.

Em um modelo multivariável, homens que beberam três ou mais xícaras de café por dia tiveram uma mortalidade por todas as causas 12% menor do que aqueles que não bebiam café (hazard ratio, HR, 0,88; intervalo de confiança, IC, de 95%, 0,82 – 0,95; P para a tendência < 0,001); as mulheres tiveram uma mortalidade 7% menor (HR, 0,93; IC, 0,87 – 0,98; P para a tendência, 0,009).

Em termos de mortalidade por causa específica, homens que bebiam três ou mais xícaras de café por dia tiveram um risco 59% menor de mortalidade por doença digestiva do que homens que não consumiam café, ou bebiam menos de uma xícara ao dia (HR, 0,41; IC, 0,32 – 0,54; P para tendência < 0,001). Mulheres que bebiam três ou mais xícaras tiveram uma redução de 40% no risco (HR, 0,60; IC, 0,46 – 0,78; P para tendência < 0,001).

Os pesquisadores também encontraram uma forte associação inversa entre consumo de café e mortalidade por doença circulatória entre mulheres (HR, 0,78; IC, 0,68 – 0,90; P para tendência < 0,001). O benefício foi particularmente maior para risco de morte por doença cerebrovascular em mulheres (HR, 0,70; IC, 0,55 – 0,90; P para tendência = 0,02). Dentre homens, houve uma tendência para um pequeno benefício, mas as comparações individuais não foram significativas.

No entanto, os autores também encontraram um aumento significativo no risco de mortalidade por câncer de ovário (HR, 1,31; IC de 95%, 1,07 – 1,61; P para tendência = 0,015).

O benefício na mortalidade foi o mesmo para café tradicional ou descafeinado, acrescentam os autores. Eles enfatizam a necessidade de interpretar esses achados com cautela porque nem todos os centros do EPIC coletaram dados sobre o consumo de café descafeinado.

No MEC (Multiethnic Cohort), um estudo de coorte prospectivo de base populacional que recrutou 185.855 afro-americanos, havaianos nativos, nipo-americanos, latinos e brancos, Song-Yi Park, da University of Hawaii, Honolulu, e colaboradores, pesquisaram as associações do consumo de café com mortalidade total e causa-específica dentre diversas etnias.

“O elevado consumo de café foi associado a menor risco de morte em afro-americanos, nipo-americanos, latinos e brancos”, escrevem os autores.

Durante um seguimento médio de 16,2 anos, ocorreram 58.397 óbitos.

Eles descobriram que o maior consumo de café foi associado a um menor risco de morte por todas as causas e de morte por doença cardíaca, câncer, doença respiratória, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes e doença renal.

Nas análises ajustadas para potenciais confusores, Song-Yi e colaboradores mostraram que o consumo de café foi associado a menor mortalidade total (uma xícara por dia: HR, 0,88; IC de 95%, 0,85 – 0,91; duas a três xícaras por dia: HR, 0,82; IC, 0,79 – 0,86; ≥ 4 xícaras por dia: HR, 0,82; IC, 0,78 – 0,87; P para a tendência < 0,001).

Essa relação inversa se manteve quando grupos raciais/étnicos foram analisados individualmente, exceto para havaianos nativos.

Considerando as principais causas de óbito, o maior consumo de café foi associado a menores riscos de morte devido a doença cardíaca (P para tendência < 0,001), câncer (P para tendência = 0,23), doença respiratória crônica (P para tendência = 0,015), AVC (P para tendência < 0,001), diabetes (P para tendência = 0,009) e doença renal (P para tendência < 0,001).

Nesse estudo, as tendências relativas ao café tradicional ou descafeinado foram semelhantes às encontradas no estudo EPIC.

Em um editorial de acompanhamento, o Dr. Eliseo Guallar, da Johns Hopkins University, Baltimore, Maryland, e colaboradores, destacaram a necessidade de se entender os efeitos do café na saúde por conta do consumo disseminado desta bebida.

Eles enfatizam que o achado consistente desses dois estudos de uma relação inversa entre o consumo de café e risco de morte entre populações de diferentes países, assim como entre o espectro racial/étnico, contribui para a generalização do benefício do café para a mortalidade.

Ainda assim, os editorialistas observam que o consumo de café é um fenômeno complexo, e que o café contém várias substâncias, incluindo componentes bioativos. Como consequência, os benefícios do café para a saúde e a mortalidade podem depender de componentes outros que a cafeína, disseram.

Seria assim prematuro recomendar o consumo de café para reduzir a mortalidade ou para prevenir doenças crônicas, acrescentam os editorialistas. “No entanto, as evidências são crescentes de que a ingestão moderada de café, de até três a cinco xícaras ao dia, ou o consumo de 400mg/dia de cafeína, não está associada a efeitos adversos para a saúde e pode ser incorporada a uma dieta saudável”, concluem.

O estudo EPIC foi financiado por fundos da European Commission Directorate-General for Health and Consumers e da International Agency for Research on Cancer. O Dr. Beulens recebeu fundos de Unilever R&D e FrieslandCampina externamente ao trabalho submetido, e o Dr. Butterworth recebeu fundos de Biogen, Merck e Pfizer externamente ao trabalho submetido. O estudo MEC foi financiado por um fundo do National Cancer Institute. Os demais autores de ambos estudos, e os editorialistas, declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Ann Intern Med. Publicado on-line em 10 de julho de 2017.

Why we get varicose veins

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Varicose Veins: Getting Pregnant And 3 Other Causes Of Swollen Blood Vessels; Plus Fast Ways To Reduce Them
Jan 20, 2017  By Lizette Borreli @lizcelineb l.borreli@medicaldaily.com

Why we get varicose veins, and fast ways to treat large, swollen blood vessels. Photo courtesy of Pexels, Public Domain
Women with heels
Developing unsightly varicose veins can make us feel unpleasant and ugly about our own legs. Up to 50 percent of women have varicose veins or a related venous disorder in the U.S. The large, swollen blood vessels are not just a cosmetic concern, they can pose a health risk, too.

So, what causes varicose veins, and how can we prevent them?

Read More: Researchers Target Single Protein Responsible For Varicose Veins

In SciShow’s video, “Why Do I Have Varicose Veins?”, host Michael Aranda explains the body has over 160 thousand kilometers of blood vessels working hard to get oxygen to us so we can stay alive. Arteries carry oxygen-loaded blood away from the heart and lungs, while veins take carbon dioxide -loaded blood back for recycling. Our circulatory system runs smoothly, but because the veins below our heart, especially the ones in our legs have to work against gravity, sometimes things can go wrong, like varicose veins.

Aging or gaining extra weight can make blood pool up and form lumpy varicose veins. Veins have a bunch of one-way valves to make sure blood flows toward the heart without backtracking, but there are a lot of ways these valves can stop working. For example, when we age, our muscle fibers get thinner and weaker, so our vein valves can’t open and shut as smoothly anymore. Malfunctioning valves can also be hereditary, so genetics could be a factor.

Obesity can make us more prone to varicose veins, because more body weight means more pressure on our legs, which can lead to higher blood pressure on our veins, known as can lead venous hypertension. Vein walls are relatively thin compared to our arteries, meaning higher blood pressure can make our veins balloon out, and keep the valves from closing properly. The veins may swell up as a biological response as the body tries to handle the extra stress of high blood pressure.

Pregnancy can also cause varicose veins. Expectant mothers carry around extra blood to support a fetus, and the cocktail of pregnancy hormones can relax the walls of their blood vessels, so veins could bulge out more easily.

There are easy ways to reduce varicose veins, depending on its severity. For most people, these veins can be painful health issues. Doctors suggest using compression clothing to help squeeze the legs like a tube of toothpaste so the veins pump blood to your heart more easily. Other alternatives include laser treatment or sclerotherapy, where they inject a salt solution to irritate the vein, so the body seals it off.

However, it’s best to prevent varicose veins by moving around rather than sitting or standing still for hours. This will get the blood flowing throughout the body and promote healthy circulation.

Regular physical activity and a healthy, balanced diet can help offset the appearance of varicose veins on our legs, for a natural and fit look.