Urología

#Erectile dysfunction tied to poor productivity and quality of life

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A new study published in the International Journal of Clinical Practice highlights the substantial burden of erectile dysfunction (ED) on work productivity and health-related quality of life (HR-QoL).

In this cross-sectional observational study, researchers analysed data on men aged 40 to 70 years (n=52,697) from Brazil, China, France, Germany, Italy, Spain, the United Kingdom and the United States. Work productivity, activity impairment and HR-QoL were assessed.

The overall ED prevalence was 49.7 per cent. Men with ED versus those without ED reported higher absenteeism (7.1% vs 3.2%), presenteeism (22.5% vs 10.1%), overall impairment in work productivity (24.8% vs 11.2%) and activity impairment (28.6% vs 14.5%). Additionally, men with ED versus their non-ED counterparts scored substantially lower on the Mental Component Summary (46.7 vs 51.2), Physical Component Summary (48.3 vs 53.0) and health state utilities (SF-6D: 0.693 vs 0.778). The severity of ED was associated with worse patient‐reported outcomes.

The authors said the results of the study “further suggest the need for better management and appropriate treatment, especially among those with ED in the workforce, as the burden may prove to be a significant, under-recognised concern for patients and employers alike”.

#Junk food associada a comprometimento da #função testicular

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A alimentação ocidental composta por junk food – rica em carnes vermelhas e processadas, cereais refinados, frituras e doces – está associada a menos espermatozoides no sêmen e, em geral, à diminuição da função testicular, de acordo com uma palestra feita na conferência anual da European Society for Human Reproduction and Embryology, realizada na semana de 25 a 30 de junho, em Viena.

A palestra se baseou em um estudo inédito feito por pesquisadores norte-americanos, holandeses e dinamarqueses, que também constataram que uma alimentação rica em peixes, aves, legumes, frutas e água está associada a melhor função testicular.

Estes achados vêm se agregar a um corpo crescente de pesquisas analisando a diminuição do número de espermatozoides ao longo dos últimos 50 anos, e identificando o estilo de vida e a alimentação como possíveis determinantes da qualidade do sêmen.

“O número de espermatozoides no sêmen tem diminuído nos países ocidentais nas últimas décadas, e determinar quais são os fatores de risco deste fenômeno é crucial”, escreveram os autores no Abstract do estudo.

“Coincidindo com o declínio da contagem de espermatozoides no sêmen tem havido um declínio na qualidade da alimentação.”

Os autores analisaram dados coletados durante nove anos, provenientes de cerca de 3.000 homens dinamarqueses. A alimentação, a qualidade do sêmen, os níveis hormonais e o estilo de vida foram registrados durante o exame médico feito antes do serviço militar obrigatório.

Os hábitos alimentares dos aspirantes a recrutas foram, então, divididos em quatro grupos diferentes: padrão “ocidental”, contendo principalmente junk food e lanches; padrão “prudente”, contendo peixe, frango e produtos frescos; padrão “smørrebrød” ou escandinavo, caracterizado por carnes frias processadas, grãos integrais e laticínios; e padrão “vegetariano”. Destes quatro grupos, os homens que aderiram sistematicamente ao padrão “prudente” tiveram o maior número de espermatozoides no sêmen, os menores níveis de estradiol (tendência de = 0,001) e as concentrações mais elevadas de globulina de ligação aos hormônios sexuais (SHBG, sigla do inglês Sex Hormone Binding Globulin) (tendência de = 0,04). Os homens cuja alimentação seguia o padrão “ocidental” tiveram menores níveis de inibina B (tendência de = 0,006) e maiores concentrações de testosterona livre (tendência < 0,0001).

Os autores sinalizaram que nada além de uma correlação pode ser inferido desses resultados, pela própria natureza do estudo: “Este estudo foi transversal, o que restringe a nossa capacidade de determinar causalidade”, escreveram os pesquisadores.

“Esta foi uma palestra importante, porque sabemos que a saúde reprodutiva masculina está declinando a cada ano que passa”, disse o Dr. Albert Salas-Huetos, Ph.D., pós-doutorando em urologia e andrologia na University of Utah, em Salt Lake City.

“A metanálise mais recente diz que nos últimos 50 anos esse declínio foi de aproximadamente 40% em termos de número de espermatozoides e de concentração deles no esperma.”

O estudo é o primeiro de seu tipo incluindo uma grande coorte de homens saudáveis, segundo o Dr. Albert, que participou da equipe que fez a primeira revisão sistemática de estudos observacionais sobre a alimentação e a saúde do sêmen em 2017. A revisão descobriu que a alimentação rica em certos nutrientes e antioxidantes e pobre em gorduras saturadas e ácidos graxos trans foi positivamente associada a altos parâmetros de qualidade do sêmen. O mesmo ocorreu com a alimentação rica em peixes, moluscos, mariscos, aves, cereais, vegetais, frutas e laticínios desnatados. A alimentação rica em carnes processadas, soja, álcool e açúcar teve uma associação positiva com a baixa qualidade dos parâmetros do sêmen. Os pesquisadores também observaram que o grande consumo de bebidas alcoólicas, cafeína e carnes vermelhas e processadas influenciou de modo negativo os índices de fertilização.

Outra revisão feita em 2017 com 23 estudos observacionais sobre a relação entre os hábitos alimentares e a qualidade do sêmen chegou a conclusões semelhantes.

Uma possível explicação para esses achados é a forte correlação entre os altos níveis de espécies reativas de oxigênio e o aumento dos níveis de danos ao DNA no sêmen, bem como a diminuição da motilidade dos espermatozoides. Os antioxidantes e alguns nutrientes contidos em alimentos saudáveis podem regular os níveis das espécies reativas de oxigênio, de acordo com o
Dr. Albert. Além disso, disse o pesquisador, o consumo de fibras pode diminuir os níveis de estrogênio no plasma: “Altos níveis de estrogênio podem comprometer a homeostase endócrina, que é essencial para a espermatogênese normal.”

“Os dados mostrando que o estilo de vida em geral repercute na função reprodutiva masculina estão se tornado mais eloquentes”, disse o Dr. Natan Bar Chama, médico, diretor de medicina e cirurgia reprodutiva masculina no Mount Sinai, em Nova York.

“Este estudo traz uma contribuição importante, reforçando o conceito de que a alimentação, a saúde e o estilo de vida estão prejudicando a nossa saúde reprodutiva”, acrescentou o especialista.

O Dr. Natan observou que, além de comprometer a função testicular, o estilo de vida também tem impactos epigenéticos, e pode ter efeitos de longo prazo no DNA dos espermatozoides no sêmen.

“A implicação não é apenas que isso possa dificultar a concepção, mas que estamos colocando as nossas crianças em risco”, disse o médico.

“A saúde reprodutiva é um barômetro da saúde geral e deve ser levada a sério, não só em termos da nossa saúde e da nossa fertilidade, como também, potencialmente, da saúde dos nossos filhos.”

European Society of Human Reproduction and Embryology 35th Annual Meeting: Abstract O-178. Apresentado em 25 de junho de 2019.

 

 

#Colocar un #‘stent’ en el uréter evita la #estenosis en #pacientes oncológicos

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La colocación de un ‘stent’ en el uréter evita la aparición de estenosis ureteral debida a cirugía o radioterapia contra el cáncer y sus efectos adversos.

Fernando Lista, jefe de la Sección de Endourología de MD Anderson Cancer Center Madrid.

Uno de los principales efectos secundarios del tratamiento con cirugía o radioterapia en pacientes con tumores ginecológicos, como ovario o útero, es la estenosis ureteral; es decir, el estrechamiento del uréter, que es el conducto encargado del transporte de la orina desde el riñón hasta la vejiga. Al estrecharse este conducto, el riñón no vacía bien la orina, que se acumula en este órgano y puede provocar insuficiencia renal.

Para los pacientes oncológicos, tener una insuficiencia renal puede significar no poder recibir la dosis completa de quimioterapia necesaria para su enfermedad, con la consiguiente pérdida de eficacia de este tratamiento. “Como el riñón no funciona bien, los pacientes no son capaces de eliminar todo el agente quimioterápico y es necesario bajar la dosis para evitar la toxicidad”, subraya  Fernando Lista, jefe de la Sección de Endourología de MD Anderson Cancer Center Madrid.

Para no llegar a esta situación, el procedimiento habitual en pacientes oncológicos es la colocación de un catéter doble J, un dispositivo que “está en contacto tanto con el riñón como con la vejiga y que, por ello, en ocasiones puede provocar sangre en orina y dolor intenso”, explica.

Ante estos síntomas, responsables de una reducción importante de la calidad de vida, Lista apunta a que existe una alternativa: “la colocación de un stent o endoprótesis en el uréter, tal y como cuando se coloca un stent en el corazón para prevenir un infarto”. De hecho, “el mecanismo y objetivo de ambos dispositivos es el mismo: expandir y dilatar la zona para dejar que pase la sangre o la orina”, indica.

Beneficios reales para el paciente

Otra ventaja de la endoprótesis frente al catéter es que no es necesario cambiarlo una vez que ya esté colocado. En el caso del catéter, sin embargo, sí es necesario cambiar el dispositivo cada 6-8 meses aproximadamente, dependiendo del tipo de pacientes y del grado de estenosis.

Debido a sus importantes ventajas, este procedimiento ya se empleaba en pacientes con estenosis ureteral congénita, pero hasta ahora no se utilizaba en pacientes oncológicos. “Existían dudas acerca de si el stent iba a ser igual de eficaz en pacientes oncológicos con estenosis ureteral secundaria a cirugía y radioterapia que en pacientes con este problema de forma congénita, pero los resultados en la práctica clínica están siendo muy buenos”, asegura el profesional.

Los pacientes oncológicos no tendrán que pasar por quirófano cada cierto tiempo para el cambio de catéter, con la ventaja que supone ahorrar visitas al hospital a una persona que pasa mucha parte de su vida en un centro hospitalario. Lista también apunta que  “para cuadrar una intervención en un paciente oncológico, hay que revisar que no tenga agendada una dosis de quimioterapia, que en ese momento no esté bajo de defensas, entre otros problemas, lo cual complica todo aún más”. En el caso de que ya tenga un catéter colocado, es posible realizar el cambio y colocar un stent en lugar del catéter sin ningún problema.

Cáncer y estenosis ureteral

La cirugía y la radioterapia son las principales causas de la estenosis ureteral en pacientes oncológicos, si bien también es posible que se produzca por presión de una masa tumoral en el uréter como es el caso, por ejemplo, del linfoma retroperitoneal.

En el caso de la cirugía, explica Fernando Lista, el problema es la cicatrización de los tejidos.“Al ser un conducto tan fino, la cicatrización del tejido tras cirugía puede provocar fibrosis y de ahí estenosis, de forma que el conducto se vuelve rígido y no realiza su movimiento normal”.

En el caso de la radioterapia, la estenosis se produce debido al envejecimiento prematuro de la zona. “Al radiar el tejido, este envejece de forma precoz y se vuelve más fibroso, más duro y pierde elasticidad como si el tejido pasara de tener 20 a 40 años”, detalla el profesional que señala que la aparición de este problema es bastante común a largo plazo en la mayoría de estos pacientes oncológicos.

#Considerações gerais sobre a #disfunção sexual em homens

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Por

Irvin H. Hirsch

, MD, Sidney Kimmel Medical College of Thomas Jefferson University

Em homens, a disfunção sexual refere-se à dificuldade em ter relações sexuais. A disfunção sexual engloba diversos transtornos que afetam

 

 

O impulso sexual (libido)

 

A capacidade de alcançar ou manter uma ereção (disfunção erétil ou impotência)

 

A capacidade de ejacular

 

A capacidade de ter uma ereção sem haver deformidade do pênis

 

A incapacidade de atingir o orgasmo

A disfunção sexual pode ser resultante de fatores físicos ou psicológicos. Muitos problemas sexuais resultam de uma combinação de fatores físicos e psicológicos. Um problema físico pode levar a problemas psicológicos (tais como ansiedade, depressão ou estresse), que por sua vez pode agravar o problema físico. Às vezes, os homens pressionam-se a si mesmos ou se sentem pressionados pela parceira para ter um bom desempenho sexual e ficam angustiados quando não conseguem (ansiedade de desempenho). A ansiedade de desempenho pode causar problemas e piorar ainda mais a capacidade do homem de desfrutar das relações sexuais.

Distúrbios da ejaculação são as disfunções sexuais mais comuns apresentadas pelos homens. Os distúrbios incluem

  • Ejaculação precoce antes ou um pouco depois de penetrar a vagina (ejaculação prematura)

  • Ejaculação para dentro da bexiga (ejaculação retrógrada)

  • Incapacidade de ejacular (anejaculação)

A disfunção erétil é comum em homens de meia-idade e idosos. A diminuição da libido também afeta alguns homens.

Causas psicológicas da disfunção sexual

  • Irritação com a parceira

  • Ansiedade

  • Depressão

  • Conflito ou aborrecimento com a parceira

  • Medo da gravidez, dependência de outra pessoa ou perda de controle

  • Sentimentos de indiferença em relação às atividades sexuais ou à parceira

  • Culpa

  • Inibição ou ignorância sobre o comportamento sexual

  • Ansiedade de desempenho (preocupação com o desempenho durante a relação sexual)

  • Experiências sexuais anteriores traumáticas (por exemplo, estupro, incesto, abuso sexual ou disfunção sexual anterior)

Função sexual masculina normal

A função sexual normal é uma interação complexa envolvendo tanto a mente quanto o corpo. Os sistemas nervoso, circulatório e endócrino (hormonal) interagem com a mente para produzir uma resposta sexual. Uma interação delicada e equilibrada entre esses sistemas controla a resposta sexual masculina.

Desejo (também chamado de impulso sexual ou libido) é o desejo de se iniciar a atividade sexual. Pode ser desencadeado por pensamentos, palavras, imagens, cheiro ou toque. O desejo leva ao primeiro estágio do ciclo de resposta sexual, a excitação.

excitação ou excitação sexual, é a etapa seguinte. Durante a excitação, o cérebro envia sinais nervosos pela medula espinhal para o pênis. As artérias que fornecem sangue para os tecidos eréteis (corpo cavernoso e corpo esponjoso) respondem a isso ao se abrirem amplamente (relaxamento e dilatação). As artérias dilatadas aumentam drasticamente o fluxo sanguíneo para essas áreas, que ficam cheias de sangue e se expandem. Essa expansão exerce uma pressão que comprime as veias que normalmente drenam o sangue do pênis, diminuindo o fluxo de sangue e, assim, elevando a pressão sanguínea dentro do pênis. Esta pressão elevada no pênis resulta em rigidez e ereção. Além disso, a tensão muscular aumenta no corpo todo.

No estágio do platô, a excitação e a tensão muscular são intensificadas.

Orgasmo é o pico ou clímax da excitação sexual. No orgasmo, a tensão muscular em todo o corpo aumenta ainda mais e os músculos pélvicos se contraem, o que é seguido pela ejaculação.

ejaculação ocorre quando nervos estimulam as contrações musculares nos órgãos reprodutores masculinos: as vesículas seminais, a glândula da próstata, dutos do epidídimo e canal deferente. Essas contrações forçam o sêmen para a uretra. A contração dos músculos ao redor da uretra impulsiona ainda mais o sêmen para fora do pênis. O colo da bexiga também se contrai, impedindo que o sêmen volte para a bexiga.

Órgãos reprodutores masculinos

Órgãos reprodutores masculinos

Embora a ejaculação e o orgasmo muitas vezes ocorram quase simultaneamente, são eventos separados. Raramente, a ejaculação pode ocorrer sem orgasmo. Além disso, o orgasmo pode ocorrer na ausência de ejaculação, especialmente antes da puberdade, ou como um efeito colateral de certos medicamentos (como antidepressivos) ou após uma cirurgia (por exemplo, como a retirada do cólon ou glândula da próstata). O orgasmo normalmente é altamente prazeroso.

Na fase de resolução, o corpo retorna a um estado de não excitação. Assim que a ejaculação ou o orgasmo ocorrem, as artérias penianas se contraem e o músculo liso do corpo cavernoso e corpo esponjoso se contrai, o que reduz a afluência sanguínea, aumenta a saída de sangue e faz com que o pênis fique flácido (detumescência). Após o orgasmo, não é possível ter ereção por um período de tempo (período refratário), geralmente de apenas 20 minutos ou menos em homens jovens, porém mais longos em homens mais velhos. O tempo entre as ereções geralmente aumenta à medida que os homens envelhecem.

Atividade sexual e doenças cardíacas

A atividade sexual geralmente é menos desgastante do que atividade física moderada a pesada e, portanto, em geral é segura para homens com doenças cardíacas. Embora o risco de um ataque cardíaco seja maior durante a atividade sexual do que durante o repouso, o risco ainda é muito baixo durante a atividade sexual.

No entanto, os homens sexualmente ativos com distúrbios do sistema cardíaco e cardiovascular (que incluem angina, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, ritmos cardíacos anormais e obstrução da válvula aórtica [estenose aórtica]) precisam consultar o médico. Normalmente, a atividade sexual é segura se a doença é leve, se causa poucos sintomas e, se a pressão arterial está normal. Se a doença é moderada em termos de gravidade ou se o homem tem outros distúrbios que tornam provável um ataque cardíaco, podem ser necessários exames para determinar quão segura é a atividade sexual. Se a doença for grave ou se o homem tiver um coração com tamanho aumentado, que bloqueia o fluxo de sangue que sai do ventrículo esquerdo (cardiomiopatia obstrutiva), a atividade sexual deve ser adiada até que o tratamento reduza a gravidade dos sintomas. As pessoas devem perguntar ao seu médico quanto tempo devem esperar depois de um ataque cardíaco antes de reiniciarem a atividade sexual. A American Heart Association (Associação Americana do Coração) aconselha reiniciar a atividade sexual logo uma semana após um ataque cardíaco se a pessoa conseguir realizar atividade física leve a moderada sem ter dor no peito ou falta de ar.

O uso de sildenafila, vardenafila, avanafila ou tadalafila é perigoso em homens que tomam nitroglicerina, pois a pressão sanguínea pode ficar perigosamente baixa.

Na maioria das vezes, os testes para determinar a segurança da atividade sexual envolvem o monitoramento do coração em busca de sinais de pouco fornecimento de sangue, enquanto o homem se exercita em uma esteira. Se o fornecimento de sangue for adequado durante os exercícios, é improvável que ocorra um ataque cardíaco durante a atividade sexual.

#Un sistema basado en #vapor de agua trata con seguridad la #hiperplasia benigna de próstata

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El tratamiento termal con vapor de agua ha demostrado en diversos estudios clínicos eficacia en la hiperplasia benigna de próstata (de 30-80 cc) y gran seguridad. El Hospital Universitario de Henares acaba de incorporar esta opción en su Servicio de Urología.

El Servicio de Urología del Hospital del Henares incorpora una técnica basada en vapor de agua para la HBP.

El abordaje quirúrgico de la hiperplasia benigna de próstata (HBP) cuenta cada vez con más opciones. Una de las recientes, y que acaba de incorporar el Hospital Universitario del Henares, en Coslada, es el tratamiento termal basado en el vapor de agua. Este procedimiento utiliza un dispositivo portátil que aplica energía de radiofrecuencia a unas pocas gotas de agua para generar vapor. El vapor de agua se inyecta en el tejido prostático, que es el causante de la obstrucción del flujo de orina desde la vejiga, convirtiéndose de nuevo en agua, lo que finalmente libera la energía que almacena el vapor en las membranas celulares, causando la muerte celular. Con el tiempo, el organismo absorbe el tejido tratado como parte del proceso natural de curación. Se trata de una intervención que se emplea ya en varios centros españoles, y en diversos países europeos, como Suecia, Alemania y Reino Unido.

La intervención se lleva a cabo a través de la uretra y no requiere ingreso, por lo que puede realizarse de forma ambulatoria y en un tiempo mínimo, apenas diez minutos dependiendo del tamaño de la próstata, y preserva la función sexual del varón. Tampoco produce sangrado ni durante el tratamiento ni después, indican los especialistas del citado hospital. Como describen, tras aplicar anestesia local y medicación sedante al paciente, se introduce, a través de la uretra, el instrumental que permite aplicar, bajo visión directa, distintas inyecciones en la próstata (habitualmente, cada una implica unos 9 segundos), mediante las cuales se introduce el vapor de agua.

Manuel Fernández Arjona, del Servicio de Urología del Hospital del Henares, de Coslada.

Manuel Fernández Arjona, del Servicio de Urología del Hospital del Henares, de Coslada.

Está especialmente indicado en aquellos pacientes que presentan un elevado riesgo anestésico y quirúrgico, los que siguen un tratamiento antiagregante o anticoagulante y no puede suspenderlo, los que no toleran o rehúsan tomar tratamiento oral de forma crónica, y, en general, aquellos que no respondan a tratamiento médico y prefieran una alternativa menos traumática y con menos complicaciones que las opciones quirúrgicas convencionales. Manuel Fernández Arjona, jefe del Servicio de Urología del Hospital del Henares, expone a DM que este tratamiento se podría aplicar en más de un 80% de los pacientes con HBP con indicación quirúrgica. “De confirmase su eficacia, tal y como indican los estudios hasta ahora realizados, esta técnica puede ocupar un espacio importante en el tratamiento quirúrgico de la HBP”, concluye.

Los estudios realizados han demostrado su utilidad en pacientes con próstatas de 30-80 cc, independientemente de presentar crecimiento del lóbulo medio prostático, y una gran seguridad, con una muy baja tasa de efectos secundarios y/o complicaciones, manteniéndose en más del 90% la eyaculación, función frecuentemente alterada por los tratamientos médicos y/o quirúrgicos convencionales. Uno de los últimos estudios sobre la terapia termal con vapor de agua, llevado a cabo por investigadores estadounidenses, y que se ha publicado en Urology, mostró una tasa de retratamiento del 4,4% de los casos durante los cuatro años de seguimiento.

La HBP afecta a un 50% de la población masculina entre los 51 y 60 años de edad, y hasta el 90% de los hombres mayores de 80 años. Las técnicas quirúrgicas predominantes en los hospitales españoles, recuerda Arjona, son la resercción transuretral (monopolar y bipolar), la vaporización prostática (con láser verde o laser tulio) y, en el caso de próstatas de gran tamaño, la enucleación prostática (con láser holmium).

#Cancro da próstata resistente à castração: descoberta forma de travar avanço

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Fonte de imagem: Medical News Today

Uma equipa de investigadores descobriu que o bloqueio de uma proteína específica poderá evitar a progressão do cancro da próstata resistente à castração (CPRC).

O CPRC é uma forma de cancro da próstata altamente agressiva que muitas vezes conduz ao desenvolvimento de metástases fatais. Normalmente, este tipo de carcinoma recebe um tratamento para interferir com a sinalização do recetor de androgénio (RA).

Embora seja um tratamento eficaz durante dois ou três anos, o carcinoma acaba por desenvolver resistência, acabando inevitavelmente por falhar.

Os investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Boston, EUA, andavam a analisar, desde longa data, um grupo de três proteínas estreitamente relacionadas. Conhecidas como proteínas bromodomínio BET, regulam a expressão genética e incluem a BRD2, BRD3 e a BRD4.

A equipa descobriu que se inibissem a proteína BRD4, mas não a BRD2 ou a BRD3, tornava-se possível regular, de forma consistente, a migração e invasão celular no cancro da próstata.

“Os nossos achados são significativos porque as opções terapêuticas atuais para a CPRC são limitadas e concentram-se primeiramente na supressão das células dos tumores da próstata que dependem da sinalização do RA”, explicou Jordan Shafran, primeiro autor do estudo.

O CPRC constitui uma doença heterogénea e complexa, com estados e padrões de expressão do RA variáveis, em células tumorais diferentes. Com a progressão da doença, as células tumorais da próstata tornam-se menos dependentes da sinalização do RA e adotam mecanismos de sinalização alternativos para sustentarem o seu crescimento e disseminação.

“Sendo assim, é imperativo identificar alvos “medicamentáveis”que regulem a migração e invasão das células do cancro da próstata em células que sejam dependentes ou independentes da sinalização do recetor de androgénio”, acrescentou o investigador.

#Conheça a Síndrome de Fournier associada aos inibidores de SGLT

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Síndrome de Fournier

Conheça a Síndrome de Fournier associada aos inibidores de SGLT

 

Novos fármacos usados para o tratamento do diabetes mellitus 2 têm tido resultados surpreendentes, tanto positiva quanto negativamente. São sem dúvida eficazes, não cursam com ganho de peso e alguns possuem efeitos de proteção cardiovascular importantes. Porém além do alto custo dos mesmos, uma série de eventos colaterais urogenitais estão sendo descritos.

Esse artigo irá descrever mais um efeito colateral importante associado ao uso de tais medicações: a síndrome de Fournier, caracterizada por infecção necrotizante da genitália externa, períneo e região peri-anal. O Fournier é mais comum em homens e é uma emergência urológica bem rara, mas potencialmente fatal. Iremos casos de Fournier informados ao FDA durante 2013 – 2019 em qualquer paciente com DM2 usando medicações orais para o tratamento da sua doença.

No total foram informados 55 casos em pacientes usando iSGLT2: Destes, 39 eram homens e 16 eram mulheres, a idade variava entre 33 e 87 anos. Todos pacientes ficaram gravemente doentes e precisaram de tratamento cirúrgico, sendo que alguns tiveram complicações graves associadas, tais como: cetoacidose diabética (8), choque séptico (9) e insuficiência renal aguda (4). Além disso três pacientes morreram e dois precisaram amputar uma perna devido à fasciíte necrosante. Como medida de comparação a gangrena de Fournier foi descrita apenas 19 vezes em 35 anos de acompanhamento em pacientes com DM2 usando drogas orais.

A conclusão que chegamos é que o Fournier é um evento adverso recentemente identificado nos pacientes usando os inibidores de SGLT2, logo nós médicos prescritores devemos estar atentos sobre essa possível afecção e identificá-la nos estágios iniciais diminuindo a morbi/mortalidade relacionada ao Fournier.

PebMed

Referências:

  • Bersoff-Matcha SJ, Chamberlain C, Cao C, Kortepeter C, Chong WH. Fournier Gangrene Associated With Sodium–Glucose Cotransporter-2 InhibitorsA Review of Spontaneous Postmarketing Cases. Ann Intern Med. [Epub ahead of print 7 May 2019] doi: 10.7326/M19-0085