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Mês: março 2018

#Esgotamento psicológico

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Esgotamento psicológico: Nem sempre é fraqueza, às vezes é por ter sido “forte” demais.

 

Há momentos em que desmoronamos por sermos fortes demais, por suportar demais. Ficamos disponíveis por muito tempo, assumimos muitas responsabilidades. Quando há muitos “demais” em nossas vidas o esgotamento psicológico torna-se normal.

O esgotamento psicológico é geralmente um processo lento que não percebemos. O problema é que explode em situações “sem importância” as quais, em outras circunstâncias, nem daríamos importância. A gota d´água pode ser qualquer coisa que nos impeça de avançar. Então, despencamos. Literalmente.

O que é o esgotamento psicológico e quais são as suas causas.

O esgotamento psicológico é um estado de muito cansaço mental e emocional, diversas vezes acompanhado de falta de força física. Este estado de desgaste extremo é causado por excesso de recursos emocionais e cognitivos exigidos. Em outras palavras: Deixamos de dar conta de nós mesmos. É como uma sensação de “preguiça” ou “inércia” física e mental, um “peso” carregado no dia a dia.

As causas da exaustão psicológica são variáveis, embora em muitos casos há uma constante: Dar demais e receber muito pouco. O esgotamento aparece como resultado de uma entrega excessiva, seja no trabalho, aos outros, a um grande projeto. Mas também pode e aparece em situações cotidianas, tarefas rotineiras.

Na prática, é como se fizéssemos saques no nosso caixa emocional e não nos preocupássemos em obter alguma renda. Não descansamos o suficiente, dedicamos pouco tempo a nós mesmos ou recebemos pouco carinho de quem nos cerca.

Há também casos em que o cansaço mental é efeito de muitas mudanças, até mesmo positivas, em pouco tempo. Quando tudo acontece muito rápido, perdemos a habilidade de gerenciar e nos sentimos sobrecarregados. É quando a gente sente que tem tudo o que quer, mas na nossa cabeça parece ter um sensor avisando de que algo está errado.

Fadiga mental: Sintomas que indicam uma futura exaustão.
  1. Perda de energia. A sensação de exaustão geralmente se reflete primeiro fisicamente, por conta disso é normal que você se sinta sem disposição para levantar de manhã, parece que ao abrir os olhos é difícil ter coragem para o encarar o dia.

2. Irritabilidade. Um dos sintomas mais  óbvios do esgotamento é o nervosismo, irritabilidade, hipersensibilidade, porque você perde o autocontrole. Simultaneamente, passa a interpretar situações comuns como se fossem ameaças, o que faz você ficar na defensiva.

3. Insônia. É comum não conseguir dormir por conta de problemas mal resolvidos, e também que problemas sejam mal resolvidos por conta de noites ruins de sono. Um ciclo se forma.

4. Anedonia.  Você se torna incapaz de desfrutar das coisas que gostava de fazer. É como se você estivesse num limbo, flutuando, distante da realidade.

5. Perda de Motivação. Quando você está esgotado psicologicamente, é comum aparecerem sentimentos de desencanto, desespero, apatia. A motivação para se engajar em coisas novas sumir e você ficar estático diante da sua vida.

6. Falhas de atenção. Atenção é um dos primeiros processos psicológicos afetados pelo esgotamento. É provável esquecer mensagens, onde deixou algo importante. Isso acontece porque sua mente está saturada demais para continuar processando informações.

7. Pensamento Lento. O esgotamento afeta brutalmente a sua capacidade raciocínio. Aquilo que antes era uma moleza de fazer, passa a ser difícil porque seus processos cognitivos estão travando.

Quem são as pessoas mais vulneráveis ao Esgotamento Psicológico

Todos podemos nos esgotarmos psicologicamente, especialmente quando passamos por situações muito estressantes. Mas existem características de personalidade que tornam alguns mais vulneráveis que outros.

Como os perfeccionistas, pessoas com dificuldade para compartilhar tarefas, aqueles que possuem hipersensibilidade emocional e os chamados “mãos para toda obra” que se tornam incapazes de relaxar de seus afazeres. 

Remédios para fadiga mental: 5 regras a seguir.

Todos devem encontrar seu próprio remédio para seu esgotamento, o que significa que você deve detectar o que está te deixando assim. Lembre que há momentos que uma simples mudança de perspectiva já altera as coisas significativamente.

No entanto, aqui estão cinco boas lições para seguir:

  1. Descanse! Para ser eficaz e produtivo, você necessita de descanso. É fundamental encontrar um equilíbrio as obrigações e o tempo para ficar livre e descansar. Encontre tempo para relaxar, isso será como um investimento na sua saúde!
  2. Prioridades. O dia sempre vai ter apenas 24 horas, mesmo que você queira aumentá-lo. Por isso, deve aprender a ter contar não só as coisas que parecem urgentes, mas também as que de dão prazer e satisfação. Encher a sua vida apenas com tarefas que te provocam estresse é a receita para ter um esgotamento grave.
  3. Seja menos exigente consigo mesmo. Você não é um super homem ou uma super mulher, seja realista. Não há nada demais em se equivocar, ou que algumas coisas ainda não estejam como você gostaria. Não é desleixo, é sensatez.
  4. Seja mais compassivo. Relacione consigo mesmo de uma forma mais positiva e compassiva. Modelo o discurso sobre você mesmo para que tenha mais confiança, no lugar de se reprimir e fazer críticas pesadas demais. O que você fala para si mesmo pode te ajudar a ser mais leve.
  5. Reencontre-se! O esgotamento psicológico criar em torno de nós uma camada, cheia de angústias que nos fazem esquecer de nós mesmos. Por tanto, é importante que você encontre um espaço só seu. Algum momento que você encontre um espaço para se conectar com as suas necessidades.*

Imagem de capa: Shutterstock/globalmoments

 

Texto traduzido e adaptado de Rincon Psicologia

*  Não se esqueça. A psicoterapia é o caminho para entender como o esgotamento psicológico apresentado neste texto funciona de maneira específica na sua vida. Procurar um profissional da psicologia pode e deve te auxiliar bastante nestas questões.

*O conteúdo do texto acima é de responsabilidade do autor e não necessariamente retrata a opinião da página e seus editores.

Informações e dicas sobre Psicologia nos seus vários campos de atuação.
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#El #cáncer, pista de aterrizaje del ‘tratagnóstico’ con #imagen PET

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A la capacidad diagnóstica del radiofármaco se une cada vez más una vertiente de tratamiento.

Sonia Moreno/Raquel Serrano   |

PET

PET, en el Hospital Universitario Quirónsalud de Madrid. (Luis Camacho)

El concepto del tratagnóstico, o como se conoce más, teragnóstico (acuñado de los términos en inglés therapy diagnosis), alude a la posibilidad de combinar un biomarcador predictivo, identificado con exactitud mediante la tomografía por emisión de positrones (PET), con la terapia de precisión, dirigida solo a la célula tumoral. Esta idea tan atractiva no es nueva. De hecho, en 1946 el endocrino Sam Seidlin publicó el primer estudio sobre la eficacia de tratar con yodo radioactivo el cáncer de tiroides metastásico.

En los últimos años, la mejora en los equipos -en especial, con la introducción de la imagen mixta PET y tomografía computarizada, PET/TC- y el desarrollo de radiofármacos está reavivando el concepto. Muestra de ello son los avances clínicos expuestos con las terapias basadas en lutecio para ciertos tumores neuroendocrinos y el cáncer de próstata. Enrique Grande, jefe del Servicio de Oncología Médica y director de Investigación Clínica del Centro del Cáncer MD Anderson Madrid, ya avanzaba las positivas posibilidades de radionúclidos como el lutecio dotatate sobre un grupo específico de tumores neuroendocrinos, los de intestino medio (grados I y II en progresión y con receptores de somatostatina), tras realizar un estudio en fase III con este tipo tumoral y participar en los trabajos internacionales de registro del fármaco derivados del Netter 1, publicado en The New England Journal of Medicine, que mostraba un aumento de la supervivencia en neuroendocrinos de intestino medio que expresaban receptores a la somatostatina.

Terapias muy dirigidas

“Este radiofármaco es un análogo de la somatostatina (el octreótido) que consta de un átomo radioactivo (el lutecio). El resultado es la aplicación del octreótido con una radioactividad asociada, el lutecio, que permite aplicar una medicina de precisión, considera Grande, y fenómeno que, globalmente, José Manuel Cordero, presidente de la Sociedad Madrileña de Medicina Nuclear y miembro del Servicio de Medicina Nuclear del Hospital La Paz, de Madrid, no duda en calificar como “terapias muy dirigidas, con emisores de radiación que pueden beneficiar a pacientes o tumores seleccionados y que forman parte de lo que conocemos hoy como teragnosis“.

Además de los tumores neuroendocrinos, el cáncer de próstata es otro de los que se beneficia de esa unión entre diagnóstico y tratamiento. Los dos tipos tumorales comparten una menor afinidad por la glucosa, cuando un análogo de ésta (FDG) forma parte del radiofármaco PET más empleado. De ahí que para la detección del cáncer prostático apareciera, primero, la colina, y más recientemente, el antígeno de membrana específico de la próstata (PSMA). Esta molécula, una parte del fosfolípido de la membrana celular prostática, puede estar radiomarcada con galio 68 (Ga-68) para utilizarla en el diagnóstico o bien con lutecio 177 (Lu-177), para el tratamiento.

  • La imagen con PET puede controlar de forma muy precoz el cambio funcional, más rápido que el morfológico, de los procesos tumorales

Antonio Maldonado, jefe del Servicio de Medicina Nuclear del Hospital Universitario Quirónsalud de Madrid, destaca que, según han demostrado ya diversos estudios, “el PSMA es capaz de detectar cerca del 70 por ciento de recidivas del cáncer prostático y cambiar el manejo del oncólogo en radioterapia en un 50 por ciento de los casos. De hecho, en los países donde se cuenta con autorización, el PSMA es el radiofármaco de preferencia en cáncer de próstata”. En España, por el momento, solo se está utilizando dentro del contexto de la investigación en la Fundación General de la Universidad de Málaga.

José Ramón García Garzón, coordinador PET/RM de Cetir, del grupo Ascires, en Barcelona, ve en la introducción de la técnica PET/TC_con Ga-PSMA un nuevo paradigma en el diagnóstico del cáncer de próstata: “Ya habíamos demostrado que la colina era superior a FDG, pero los últimos estudios, entre ellos, una revisión que acabamos de publicar en la Revista Española de Medicina Nuclear e Imagen Molecular, apoyan la superioridad del PSMA“.

En realidad, el actual desarrollo de estos radiofármacos aporta novedades continuas. Es el caso del PSMA, con el que ha empezado a investigarse su aplicación clínica marcado con el isótopo emisor de partículas alfa actinio 225. Los primeros trabajos, que han sido realizados por médicos del Hospital Universitario de Heidelberg, en Alemania, están arrojando esperanzadores resultados, debido a que su rango de acción sobre los tejidos afectos es mucho más precisa.

  • El PSMA detecta cerca del 70 por ciento de recidivas del cáncer prostático y cambia el manejo oncológico en un 50 por ciento de casos

El manejo con radionúclidos en Europa cuenta con una experiencia de más de una década, hecho que no se ha reproducido en España. Grande considera que, “tal vez, las agencias españolas de seguridad nuclear sean más restrictivas”, aunque siempre es deseable, cuando no esencial, disponer de datos derivados de estudios en fase III con niveles de evidencia de primer nivel”. No obstante, el oncólogo médico considera que la asunción de estas terapias deben formar parte del tratamiento multidisciplinar del cáncer porque refuerza el abordaje global.

Maldonado lamenta que la velocidad en el desarrollo no sea equiparable a la de la regulación de los compuestos empleados en diagnóstico, que se han considerado fármacos desde un inicio, y, por tanto, se han sometido a exhaustivos procesos de evaluación. Este especialista, pionero en la introducción de la imagen con PET en España en 1995, alega que “la colina se emplea en la obtención de imágenes de PET para la detección precoz de recidivas del cáncer de próstata bajo el sistema de uso compasivo desde 2006. Mientras, en países de nuestro entorno, los pacientes ya se están beneficiando del uso del PSMA. Estas trabas reguladoras impiden el avance de la medicina nuclear en España”. En ese punto recuerda que las indicaciones, alrededor de una treintena en trece tumores, para el uso del PET con FDG en oncología se mantienen inamovibles desde hace más de una década “y no parece que la situación vaya a cambiar en nuestro entorno”. Pero la situación “ha cambiado mucho desde entonces: la PET/TC se ha generalizado; en España hay unas 90 cámaras, repartidas en todas las comunidades autónomas. La PET con FDG ya se ha incorporado como un equipo de rutina en el hospital”.

Más indicaciones

Entre las aplicaciones que podrían añadirse a las ya existentes, Maldonado destaca “la evaluación de la respuesta a la terapia en determinados tumores, como el de mama o el de pulmón, donde podría aportarse una información sobre el control, importante para el oncólogo”.

Por su parte García Garzón considera que “si al principio costó que la imagen con PET entrara en el diagnóstico, su uso ya está asentado en diversos tumores. Ahora el siguiente paso es su aplicación en la respuesta a la terapia. Cada vez hay más tratamientos dirigidos en oncología y, a diferencia de lo que ocurre con la quimioterapia y la radioterapia, estos tratamientos moleculares no eliminan a la célula, sino que la adormecen. La imagen con PET puede controlar precozmente el cambio funcional, más rápido que el morfológico. Hay que definir los criterios de respuesta. Los de la TC están muy claros pero en la PET falta estandarizarlos“, afirma. Entre las indicaciones que podrían revisarse también destaca la del cáncer de mama y, en concreto, el tumor localmente avanzado en pacientes jóvenes.

A las posibilidades terapéuticas actuales en cáncer de tiroides, genitourinarios, neuroendocrinos y próstata, según enumera Grande, podrían ir uniéndose otras, en las vertientes diagnóstica y terapéutica, en traumatología, como lesiones óseas o fascitis, entre otras, sin olvidar el área dedicada a la neurología y encabezada por el diagnóstico molecular del Alzheimer, señala Cordero, quien también apunta a algunas innovadoras líneas de investigación que se han empezado a abrir en cáncer de mama. Ambos especialistas tampoco olvidan los estudios encaminados a valorar las opciones de futuro que parecen brindar los radiofármacos o emisores de radiación en combinación con otros tratamientos antioncológicos como la quimioterapia tradicional, los antiangiogénicos o las terapias moleculares dirigidas.

A ello contribuirán nuevos trazadores, que exijan menos medidas de protección radiológica, gracias a una precisión milimétrica, y que aumenten su especificidad para cada tumor. Ejemplos son los radiofármacos que usan como isótopo de marcaje el circonio para anticuerpos monoclonales, incluidos los fármacos inmunoterápicos anti-PD-1 y anti-PD-L1, con los que hay en marcha estudios clínicos en cáncer de vejiga, de mama triple negativo, de pulmón no microcítico y en melanoma.

La optimización de la tecnología también contribuirá al impulso de todo este potencial, destaca José Ramón García Garzón, cuyo centro incorpora el próximo mes un equipo PET/RMel segundo que habrá en España. “Se abre así una sinergia entre PET y resonancia magnética, con la que esperamos un cambio en la estadificación de diversos tumores”.

#Un ensayo clínico refuerza la hipótesis del #estrés oxidativo

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Un estudio sobre los efectos de la restricción calórica en humanos muestra mejoras en marcadores de metabolismo y envejecimiento.

María Sánchez-Monge   |  27/03/2018 00:00

Beneficios de la restricción calórica

Beneficios de la restricción calórica apreciados en los estudios con animales. (DM)

La restricción calórica, siempre que no sea excesiva y se ingieran todos los nutrientes que necesita el organismo, atenúa las enfermedades relacionadas con el envejecimiento. En estudios con animales se ha observado que la disminución drástica y sostenida de las calorías ingeridas diariamente prolonga la vida, algo que todavía no se ha podido demostrar en humanos.

Un ensayo clínico llevado a cabo por un equipo de investigadores de Estados Unidos, cuyos resultados se acaban de publicar en Cell Metabolism, aporta nuevos argumentos a favor de esta estrategia rejuvenecedora. Se trata de la segunda etapa de Calerie, el primer estudio controlado desarrollado en humanos.

  • El estudio publicado en ‘Cell Metabolism’ evaluó durante dos años a 53 personas no obesas, a las que se sometió a análisis periódicos

El trabajo muestra los beneficios apreciados en 53 hombres y mujeres no obesos de entre 21 y 50 años, a los que se les hizo un seguimiento de dos años. A 34 de ellos se les pautó un patrón de alimentación con una reducción del 15 por ciento de las calorías diarias y los 19 restantes pudieron alimentarse libremente. A todos ellos se les realizaron análisis de sangre y orina para observar la evolución de marcadores relacionados con el metabolismo y el estrés oxidativo.

Metabolismo basal

Los individuos que se sometieron a la restricción calórica presentaron un menor estrés oxidativo sistémico. “La restricción de calorías puede ralentizar el metabolismo basal”, ha explicado Leanne Redman, investigadora del Centro de Investigación Biomédica Pennington, en Baton Rouge (Luisina, Estados Unidos) y autora principal. “Los subproductos del metabolismo aceleran el proceso de envejecimiento, pero la restricción calórica mantenida durante varios años podría ayudar a disminuir el riesgo de enfermedades crónicas y prolongar la vida”.

La restricción calórica condujo a una pérdida media de 9 kilogramos entre quienes la cumplieron, a pesar de que no era uno de los objetivos del estudio. Además, los participantes experimentaron mejoras en la calidad de vida relacionada con la salud y el estado de ánimo. No se apreciaron efectos adversos como anemia, pérdida excesiva de masa ósea o trastornos menstruales.

  • En los individuos en restricción calórica se apreció una ralentización del metabolismo y menor producción de especies reactivas de oxígeno

Los expertos españoles en áreas relacionadas con la restricción calórica a los que ha consultado DM consideran que el nuevo estudio apuntala los beneficios de restringir las calorías que se consumen de forma habitual, aunque creen que tiene algunas limitaciones: el seguimiento se hizo durante un periodo corto y se llevó a cabo en personas jóvenes. “Sería interesante seguir a esta cohorte durante 30-40 años”, según José Manuel Villalba, director del Departamento de Biología Celular, Fisiología e Inmunología de la Universidad de Córdoba, quien reconoce las dificultades técnicas y económicas que entrañaría.

Para este investigador, el trabajo “tiene una relevancia enorme porque está centrado en humanos. Hasta ahora la mayoría de los estudios se han hecho en modelos animales, en los que surge la duda de hasta qué punto existe correspondencia con los humanos”. Las conclusiones “revalidan dos teorías sobre el envejecimiento puestas en cuestión: la relacionada con la tasa metabólica y la de los radicales libres”. Respecto a esta última, señala que diversos estudios publicados en los últimos años han mostrado que “un aumento de los radicales libres en animales conducía a que viviesen más”.

El nuevo ensayo abandona esa senda y vuelve a las hipótesis de partida: una restricción calórica prolongada potencia la eficiencia energética, lo que se traduce en un menor daño oxidativo en los tejidos y órganos. También confirma, según Villalba, que “cuando las personas se someten de manera crónica a restricción calórica baja su metabolismo más allá de lo que explicaría la pérdida de peso”. Según la teoría de la velocidad del envejecimiento, “con un metabolismo más acelerado consumimos más oxígeno y especies tóxicas”. Por eso, los ratones, al tener un metabolismo más rápido, “gastan su vida antes”.

  • Los antioxidantes podrían tener un efecto protector o empeorar un daño ya existente en función de la fase del proceso celular en el que intervengan

Vivir más y mejor

Concha F. García-Prieto, investigadora del Instituto Karolinska, en Estocolmo (Suecia), coincide en las apreciaciones de Villalba: “Lo realmente novedoso de este estudio es que la disminución de marcadores de envejecimiento (en este caso, la hormona tiroidea T4) y la reducción en el daño oxidativo observados se mantienen cuando el peso del individuo es estable, por lo que se relacionan directamente con la adaptación metabólica del sujeto y no con su pérdida de peso”. En este sentido, añade que “la idea de que una intervención dietética moderada sea capaz de ralentizar de forma mantenida el metabolismo energético (con la consiguiente reducción del daño asociado al estrés oxidativo) podría responder a muchas preguntas sobre cómo la restricción calórica nos puede ayudar a vivir más y mejor, aunque se necesitan más investigaciones que profundicen en los mecanismos implicados”.

En cuanto a la posibilidad de utilizar fármacos miméticos de la restricción calórica, Villalba apunta que varios estudios han evaluado su impacto en animales. Entre otras cosas, se ha visto que “el resveratrol extiende la longevidad en levaduras”, y que un suplemento de este compuesto “atenúa los efectos de una dieta alta en grasa en ratones”. Sin embargo, todavía no hay evidencias suficientes sobre los efectos a largo plazo en humanos.

Antioxidantes

La investigadora del Karolinska también pide cautela en el uso de suplementos, ya que “las especies reactivas de oxígeno son necesarias para el correcto funcionamiento de los procesos celulares”. Por eso, cree que “el uso de antioxidantes como complemento podría ser -siempre y cuando tengan efectos in vivo demostrados- beneficioso si el estrés oxidativo está relacionado con el daño y la patología asociados al envejecimiento”. Hay indicios de que “los antioxidantes pueden ejercer efectos protectores o empeorar un daño ya existente en función de la fase del proceso celular en el que intervengan. En definitiva, también en este terreno se requieren estudios esclarecedores”.

Tal y como ocurre con los regímenes de adelgazamiento, la puesta en práctica de una estrategia de restricción calórica puede chocar con múltiples obstáculos. Para empezar, el estilo de vida actual tiende a fomentar la sobrealimentación. Por otra parte, la sensación de hambre puede entrar en acción. Por último, hay que tener en cuenta que el seguimiento tiene que ser de por vida. Un porcentaje de reducción del 15 por ciento es bastante razonable, según los expertos.

Ana Belén Crujeiras, investigadora del Instituto de Investigación Sanitaria de Santiago (IDIS) y del Centro de Investigación Biomédica en Red de Fisiopatología de la Obesidad y Nutrición (Ciberobn), considera que la clave para conseguir la adherencia a un tipo de dieta reside en que “sea llevadera, que el individuo no tenga sensación de hambre y que no vea alterada su vida social”. Eso se puede lograr, por ejemplo, con un régimen cetogénico que esté ligeramente enriquecido en proteínas.

#A RINITE ALÉRGICA TEM SOLUÇÃO

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Resultado de imagem para rinite alergica

 

A Rinite Alérgica é decorrente da reação inflamatória da mucosa da cavidade nasal, mediada por anticorpos IgE específicos e manifesta-se após a exposição a alergénios. É um problema de saúde global, frequente em todo o mundo, que afeta pelo menos 25% da população, com prevalência crescente.

Os desencadeantes ou agravantes típicos são alérgenos do pó, fungos, animais domésticos, e pólens; bem como o fumo do tabaco, odores fortes, poluição e mudanças ambientais de temperatura e de humidade.

Os sintomas mais frequentes são a congestão nasal, corrimento nasal, espirros e “comichão” nasal. Pode estar ainda associada a tosse, diminuição do olfato, dor de cabeça, cansaço, olheiras e comichão na garganta e olhos.

É frequente a associação entre doenças alérgicas, nomeadamente entre a rinite alérgica, a dermatite atópica, a asma e a conjuntivite alérgica.

A alergia também tem sido considerada um “fator contribuinte” em muitos casos de rinossinusite crónica, e alguns estudos sugerem que a rinossinusite seja uma complicação comum da rinite alérgica. A rinite alérgica pode estar associada ao aparecimento de faringites, laringites e otites, que poderão afetar a audição. A obstrução nasal associada é fator de risco para eventos respiratórios associados aos distúrbios do sono, incluindo apneia e roncopatia. Na infância, exerce ainda um impacto negativo no desenvolvimento maxilo-facial e na ventilação nasal ou oral das crianças.

Embora muitas vezes seja vista como uma doença trivial e passageira, as pessoas com rinite alérgica frequentemente têm dificuldade nas atividades diárias devido aos sintomas clássicos. Além disso, estão frequentemente associadas fadiga, irritabilidade, alterações de memória, sonolência diurna e ansiedade e depressão, havendo por isso profundo efeito sobre a saúde mental, a aprendizagem, o comportamento, a atenção, a produtividade e o desempenho profissional.

De acordo com consensos internacionais, a rinite alérgica tem um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes. Apesar dos sintomas serem reversíveis com tratamento e deste exercer um efeito benéfico na melhoria da qualidade do sono e qualidade de vida, a rinite alérgica é frequentemente subvalorizada, subdiagnosticada e inadequadamente tratada.

O tratamento da rinite alérgica passa inicialmente por identificar o alérgeno causador da reação alérgica, através de testes cutâneos ou análises específicas ao sangue, que poderão ainda ajudar a efetuar o diagnóstico. A medida mais eficiente no tratamento da rinite alérgica é eliminar ou reduzir a exposição ao alérgeno identificado. Para além disso, podem ser usados no tratamento, dependentemente dos casos, as lavagens nasais, medicamentos orais, nasais ou imunoterapia específica (vacinas anti-alérgicas), sendo muitas vezes necessária intervenção cirúrgica nos casos mais refratários.

 

Redigido por Dr.ª Ditza de Vilhena, Otorrinolaringologia

#Risco cardiovascular no paciente HIV-positivo

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virus hiv

Risco cardiovascular no paciente HIV-positivo

A prevalência de doença cardiovascular, em especial a doença arterial coronariana (DAC), tem crescido nas pessoas portadoras do HIV. No início, este fenômeno foi atribuído à menor mortalidade e aumento de sobrevida. Contudo, com o passar do tempo, foi visto que a própria infecção pelo HIV e seu tratamento podem levar à aterosclerose prematura e maior risco de DAC e IAM. Estudos epidemiológicos mostram um risco médio de IAM 50% maior em homens com HIV quando comparados com controles pareados pelos fatores de risco tradicionais de DAC.

Quais seriam então os fatores não tradicionais que contribuem para aterosclerose prematura?

  • Inflamação crônica: é debatido qual o melhor marcador, pois o risco cardiovascular (RCV) está aumentado mesmo quando a carga viral está suprimida. Apesar de não ser um resultado unânime, em geral pacientes com maior carga viral e menor CD4, tratados ou não, apresentam maior RCV.
  • Terapia antirretroviral: é maior com uso de estavudina e os inibidores de protease (IP), que estão associados à ocorrência de síndrome metabólica. O risco é menor nos esquemas modernos nos quais o ritonavir é utilizado em baixa dose para potencializar outro IP. Por outro lado, retirar o IP do esquema antirretroviral está associado com aumento de mortalidade, inclusive cardiovascular!
  • Coinfecção pelo HCV: apesar de haver melhora da dislipidemia, provavelmente pelo dano hepático, o RCV em si é maior na coinfecção.

Como estimar o risco cardiovascular?

Oficialmente, devem-se utilizar calculadoras de estimativa do RCV, como a de Framingham e a da ASCVD/AHA/ACC.  Contudo, um excelente estudo de coorte recente mostrou que estas calculadoras subestimam o risco real. Ou seja, você pode não identificar o paciente de alto risco!!!

Neste estudo, 1272 homens com HIV foram acompanhados ao longo de 5 anos, a maioria (95%) em uso de terapia antirretroviral e apenas 15% com CD4 < 200 cél/mm³. Os três escores de risco estudados foram o de Framigham antigo (que mede apenas DAC/IAM), o risco global de Framingham e o adaptado pela ASCVD/AHA/ACC. Para todos, a estimativa foi inferior à taxa de eventos observada. E qual o grande problema? Neste estudo, nenhuma variável específica da infecção pelo HIV, como CD4 e carga viral, conseguiu melhorar a acurácia dos escores em predizer eventos cardiovasculares. Com isso, continuamos ainda sem uma ferramenta ideal.

Neste estudo, 1272 homens com HIV foram acompanhados ao longo de 5 anos, a maioria (95%) em uso de terapia antirretroviral e apenas 15% com CD4 < 200 cél/mm³. Os três escores de risco estudados foram o de Framigham antigo (que mede apenas DAC/IAM), o risco global de Framingham e o adaptado pela ASCVD/AHA/ACC. Para todos, a estimativa foi inferior à taxa de eventos observada. E qual o grande problema? Neste estudo, nenhuma variável específica da infecção pelo HIV, como CD4 e carga viral, conseguiu melhorar a acurácia dos escores em predizer eventos cardiovasculares. Com isso, continuamos ainda sem uma ferramenta ideal.

O que fazer?

Até melhor evidência estar disponível, a recomendação é utilizar os fatores de risco tradicionais, como indicados em outras doenças. Uma observação importante é quanto ao uso das estatinas: muitas têm interação no citocromo P450 e risco de interferir na eficácia e toxicidade dos esquemas antirretrovirais. Por isso, é melhor optar por estatinas com menor risco de interação, como pravastatina e pitavastatina. Em pacientes que não estejam usando um IP como parte do esquema, o risco de interação é menor, e é possível utilizar estatinas mais potentes como atorvastatina e rosuvastatina.

 

Autor:

Referências:

  • Cardiovascular Risk Prediction Functions Underestimate Risk in HIV Infection. Virginia A. Triant, Jeremiah Perez, Susan Regan, Joseph M. Massaro, James B. Meigs, Steven K. Grinspoon and Ralph B. D’Agostino. Circulation. 2018;CIRCULATIONAHA.117.028975, originally published February 14, 2018. https://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.117.028975

#TYPES OF QRS COMPLEXES

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Foto de Doctors-Online.

#Sinusite: duração da antibioticoterapia é longa demais?

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medicamento

Sinusite: duração da antibioticoterapia é longa demais?

Sinusite bacteriana é uma das condições mais comumente tratadas com antibióticos. A duração da antibioticoterapia varia entre as diretrizes nacionais e internacionais e, de acordo com um novo estudo publicado no JAMA Internal Medicine, esse tempo é, na maioria dos casos, longo demais.

Em geral, as diretrizes para tratamento da sinusite bacteriana focam na questão de prescrever ou não antibióticos e qual é o fármaco mais eficaz. Em relação ao tempo de tratamento, ainda não há um consenso. A Infectious Diseases Society of America (IDSA) recomenda de 5 a 7 dias, enquanto a Sociedade Brasileira de Rinologia indica de 7 a 14 dias de antimicrobianos.

Para esse estudo de duração de tempo, pesquisadores analisaram quase 4 milhões de consultas em 2016, nas quais antibióticos foram prescritos para sinusite bacteriana. A duração mediana das prescrições foi de 10 dias; 69,6% foram para 10 dias ou mais. Após a exclusão da azitromicina, essa proporção subiu para 91,5%. Como o guideline americano da IDSA recomenda até, no máximo, 7 dias, essa duração foi considerada inadequada.

Para os autores, identificar o tempo ideal para tratamento da sinusite bacteriana é fundamental para o melhor desfecho do paciente e para diminuir o risco de resistência aos antibióticos.

Referências:

  • King LM, Sanchez GV, Bartoces M, Hicks LA, Fleming-Dutra KE. Antibiotic Therapy Duration in US Adults With Sinusitis. JAMA Intern Med. Published online March 26, 2018. doi:10.1001/jamainternmed.2018.0407
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