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Uso de pornografia associado a disfunção erétil

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Neil Osterweil

BOSTON — Homens que são obcecados com pornografia e que preferem a masturbação ao intercurso sexual parecem ter risco aumentado de disfunção erétil, sugere um novo estudo feito com militares.

Embora esses resultados precisem de validação, urologistas e outros médicos que tratam homens com disfunção erétil e outras formas de disfunção sexual deveriam perguntar aos pacientes sobre o uso de pornografia, e potencialmente recomendar abstenção, disse o Dr. Matthew Christman, um urologista do Naval Medical Center, em San Diego, Califórnia.

“A última versão do Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders acrescentou o transtorno do jogo pela internet. Estudos demonstraram que a pornografia na internet é mais viciante do que os jogos na internet”, então não parece ser exagero adicionar algo relacionado ao uso de pornografia na internet, disse o Dr. Christman no Encontro Anual de 2017 da American Urological Association (AUA).

Uma pesquisa de vigilância em saúde de 2014, feita com as forças armadas dos EUA, descobriu que as taxas de disfunção erétil mais que dobraram durante a década precedente, de cerca de 6 por 1000 pessoas-ano para cerca de 13 por 1000 pessoas-ano, relatou o Dr. Christman. Esse aumento ocorreu primariamente pelo crescimento da incidência da disfunção erétil psicogênica, mais do que orgânica, e coincidiu com o crescimento da pornografia na internet.

Sites dedicados a vídeos pornográficos foram inicialmente identificados em 2006 “e, logo após, pesquisadores do Kinsey Institute foram o primeiro grupo a realmente identificar o que descreveram como ‘disfunção erétil induzida pela pornografia'”, disse o Dr. Christman.

Vários grupos de pesquisa postularam que o comportamento sexual age no mesmo circuito cerebral que as substâncias viciantes, e que a pornografia na internet é um estímulo particularmente forte para esse circuito. Foi postulado que a pornografia na internet aumenta a sensibilidade para estímulos pornográficos e reduz a sensibilidade para estímulos normais, ele explicou.

 Isso provavelmente não é um choque, mas homens viram mais pornografia que mulheres. Dr. Matthew Christman

Para avaliar se existe correlação entre vício em pornografia e disfunção sexual, o Dr. Christman e o coautor Dr. Jonathan Berger, também do Naval Medical Center, utilizaram uma pesquisa anônima que incluía questões sobre função sexual, preferências e uso de pornografia, assim como questões usuais sobre demografia e história médica. A pesquisa foi oferecida a pacientes entre 20 e 40 anos que consultaram na clínica de urologia.

Um total de 439 homens receberam os questionários, e 314 (71,5%) responderam. No total, 71 mulheres receberam a pesquisa, e 48 (68%) responderam. A maioria de homens e mulheres respondedores eram militares ativos (96,8% e 58%, respectivamente).

Os homens foram avaliados para função sexual com o questionário de 15 itens International Index of Erectile Function, e as mulheres com o Female Sexual Function Index validado. O vício em pornografia foi avaliado por dois instrumentos disponíveis: o Pornography Craving Questionnaire e a Obsessive Passion Scale.

“Isso provavelmente não é um choque, mas homens viram mais pornografia que mulheres”, disse o Dr. Christman.

Dentre homens, 81% relataram ver pornografia no mínimo por algum tempo comparado com 38% das mulheres (P ≤ .001).

Não houve diferenças significativas na duração dos episódios de pornografia, com a maioria de homens e mulheres relatando que utilizaram por 15 minutos ou menos por vez.

As fontes preferidas de pornografia também foram semelhantes para homens em mulheres, com a pornografia na internet em computadores sendo a mais comum, seguida pela pornografia na internet em telefones. As mulheres relataram utilizar livros mais frequentemente que os homens.

No total, 27% dos respondedores masculinos tinham disfunção sexual, definida como uma pontuação no International Index of Erectile Function de 25 ou menos, e 52% das mulheres tinham disfunção sexual, definida como uma pontuação de 26,55 ou menos no Female Sexual Function Index.

Quando avaliaram as correlações entre disfunção erétil e preferências por pornografia em homens, os pesquisadores descobriram que a taxa de disfunção foi a menor entre os 85% dos respondedores que relataram preferir intercurso sexual sem pornografia (22%). A incidência de disfunção aumentou em homens que preferiram intercursos com pornografia (31%), e foi a mais elevada entre homens que preferiam masturbação com pornografia (79%).

O achado foi consistente em todos os cinco domínios de disfunção sexual no questionário: ereção, orgasmo, libido, satisfação com o intercurso e satisfação geral.

Entretanto, não houve correlação significativa entre uso de pornografia e disfunção sexual em mulheres.

Perguntado pelo Medscape se o uso de pornografia por um paciente importava clinicamente, o Dr. Christman respondeu que profissionais de saúde mental em seu centro que trataram pacientes para vício em pornografia observaram resolução da disfunção sexual uma vez que esses pacientes conseguiram cortar o uso da pornografia.

 Acredito que esses pesquisadores estão caracterizando algo que é uma condição clínica real. Dr. Joseph Alukal

“Acredito que esses pesquisadores estão caracterizando algo que é uma condição clínica real”, disse o Dr. Joseph Alukal, diretor de saúde reprodutiva masculina na New York University, em Nova York, e moderador da conferência na qual foram apresentados os dados.

“Essa pesquisa representa o começo da questão de como identificamos essas pessoas e as tratamos”, acrescentou.

“O impacto clínico da disfunção erétil é um problema comum e de grande repercussão, então se isso representa algum subconjunto de pacientes que apresentam esse problema comum e impactante, e podemos tratá-los com uma intervenção simples como ‘você deveria ter o comportamento X’, isso é importante”, disse ele em entrevista ao Medscape.

O Dr. Alukal rotineiramente pergunta a pacientes jovens sobre hábitos de pornografia e masturbação, e pode confirmar que para pacientes com um hábito de pornografia grave, a interrupção pode melhorar a função sexual, disse ele.

O estudo recebeu apoio interno. Os Drs. Christman, Berger, e Alukal declararam não possuir conflitos de interesses relevantes. O Dr. Christman declarou que as visões expressas na apresentação são as dos autores, e não refletem uma política ou posição oficial da Marinha dos EUA, do Departamento de Defesa, ou do governo dos EUA.

Encontro Anual de 2017 da American Urological Association (AUA): Resumos PD44-11 e PD69-12, Apresentado em 12 de maio de 2017.

Doctors’ mental health in the spotlight for World Family Doctor Day

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The international organisation of general practitioners and family doctors is urging members to look after their own mental health as well as that of patients.

As family doctors across the world celebrate World Family Doctor Day today, May 19, the World Organization of National Colleges, Academies and Academic Associations of General Practitioners/Family Physicians (WONCA) is reminding members of the importance of looking after their own health.

The theme of this year’s event is depression and WONCA member organisations will hold a number of events today aimed at raising awareness around mental health concerns. WONCA President, Amanda Howe said we all need to make the public aware that depression is an important and common problem, where people deserve help, and that this need is nothing to be ashamed of.

Howe said there is also a need to remember that we can all be at risk of depression and that the nature of work as family doctors, which can lead to psychological exhaustion and stress-related symptoms, puts members at quite a high risk.

“Take care of yourselves as well as others: ask for help from colleagues, family, and friends if needed; do not blame yourself for things that cannot easily be changed; speak to your own family doctor if the going gets really tough. We can all use a helping hand from time to time,” she said.

Aumenta la demanda de ayuda por el abuso de las TIC entre los jóvenes

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Para poder detectar el abuso hay que descubrir si hay fracaso escolar, aislamiento social o agresividad.

Para poder detectar el abuso hay que descubrir si hay fracaso escolar, aislamiento social o agresividad.

Las tecnologías de la información y la comunicación (TIC), como Internet o los ‘smartphones’, son parte del día a día de la sociedad, sin embargo, su uso abusivo puede suponer un problema para poblaciones vulnerables como son los jóvenes, quienes han incrementado la demanda de ayuda por hacer un uso abusivo de estas en los últimos años, según la Asociación Proyecto Hombre.

Concretamente, en el periodo 2013-2016, se produjo un ascenso en la demanda de ayuda a Proyecto Joven -la iniciativa de la Asociación dirigida a este grupo de población-, pasando de un 0,42% de los casos en el primer año a un 2,8% en 2016, según datos recogidos por Proyecto Hombre. A pesar de que la cifra no es alta en comparación con el número total de jóvenes que atiende la Fundación, sí refleja un incremento progresivo del abuso de las TIC entre estos.

Esto es importante porque, además de crear una dependencia (momento en el que se solicita la ayuda), el mal uso de estas tecnologías trae consigo otro tipo de problemáticas, como son la pérdida de privacidad, la suplantación de identidad, el acceso a contenidos inapropiados o el ‘ciberbullying’.

Y es que el 74% de los adolescentes afirma haber tenido su primer móvil entre los 10 y 14 años, además de observar que son ellos quienes más consumen tecnologías respecto a ellas, debido a que los chicos están más informados en las novedades en las TIC que las chicas, según un estudio realizado en 2016 por Proyecto Hombre Provincia de Cádiz.

Sin embargo, “no podemos observar el espacio de las tecnologías como una amenaza sino como una contribución al progreso de las sociedades, y ello comporta educar en el manejo de estas porque lo que aportan es infinitamente más positivo que la problemática que puedan ocasionar en un momento concreto”, según ha destacado el delegado del Plan Nacional sobre Drogas, Francisco de Asís Babín.

Esta educación parte del ámbito familiar, de implantar una serie de normas a los adolescentes a la hora de utilizar el móvil o el ordenador, algo que no se hace ya que el 80% de las familias reconoce ausencia de un seguimiento continuado del uso que sus hijos e hijas hacen de las TIC, según los datos recogidos en 2016 por Proyecto Hombre Valladolid.

Así, el joven que abusa de las TIC y solicita ayuda al Proyecto Hombre es un chico, de 16 o 17 años, estudiante y con problemas de comportamiento, que acude a la Asociación porque su familia solicita ayuda y, sin embargo, esta la solicita porque la forma de actuar del adolescente molesta, no porque se detecte de manera inmediata, según ha indicado el presidente de Proyecto Hombre, Luis Bononato.

Esto hace imprescindible el control del joven en cuanto a horas de utilización de las TIC, así como preguntarse si hay fracaso escolar por parte de este, si se ha aislado socialmente o si es más agresivo, para poder detectar el abuso de estas y así solicitar ayuda.

Una vez solicitada esta, Proyecto Hombre identificará el problema para después establecer las líneas de intervención con la familia y el centro educativo, y gestionará el tiempo libre del joven con organizaciones en las que pueda relacionarse sin necesidad de utilizar Internet, entre otras actuaciones.

Aumento de la adultización entre niños cada vez más pequeños

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Este fenómeno puede derivar en violencia, bullying o juegos como ‘la ballena azul’.

La adultización se define como un cambio en las características de la primera identificación del niño con sus padres, modificando su comportamiento o modo de pensar. Un fenómeno que cada vez se produce en niños más pequeños, según ha alertado la terapeuta Verónica Rodríguez Orellana, quien alerta de que este fenómeno puede derivar en violencia, bullying o juegos como ‘la ballena azul’.

Rodríguez Orellana, quien es directora de Coaching Club, explica que “cada vez es mayor la cantidad de niños cada vez más pequeños medicados después de ser diagnosticados con nuevas sintomatologías psíquicas, como las mutismo selectivo, el mutismo selectivo, las conductas negativistas y desafiantes, las conductas compulsivas y obsesivas”.

“Toda esta realidad tiene conexión con la vulnerabilidad de los adolescentes que se fugan de su hogar, comienzan juegos extraños que acaban con sus vidas como el conocido de ‘la ballena azul’ o que se suicidan por situaciones de bullying”, explica la experta para quien la imitar precozmente actitudes de los adultos puede traducirse además en rasgos de rigidez y fanatismo, de dificultad de percibir, aceptar e integrar al otro como alguien diferente, de incapacidad para tolerar la frustración, de hiperexigencia, de falta de represión y límites, de extrema vulnerabilidad.

Según explica esto es consecuencia de que el niño se “mimetiza masivamente con sus padres, se confunde con ellos, con su lugar y con sus historias, los copia como si estuviera frente a un espejo sin que interfiera el proceso de represión que existía hasta hace medio siglo”.

Aunque no se trata solo de identificarse con algunos rasgos de los padres como ha ocurrido siempre, “sino también de mimetizarse masivamente con ellos, con su lugar y sus historias. Por eso se ha perdido el carácter lúdico de imitación que siempre existió, el niño ya no juega a ser un adulto sino que cree ser un adulto, se confunde con el adulto”.

Esto no se advierte solamente en la forma de hablar, pensar y actuar adultizada de los niños sino que les afecta en muchísimos otros aspectos como por ejemplo, en la autoexigencia o sobreexigencia desmedida con que se juzgan a sí mismos o a los demás. “Las reacciones ante otras personas o determinadas circunstancias y especialmente a la insistencia del adulto, ya que se sienten desvalorizados o humillados en su posición. Estos niños llegan a sufrir una gran intolerancia a la frustración, ya que deberían poderlo hacer todo lo que hace un adulto a pesar de tratarse de niños de entre 6 y 15 años”, añade.

El dolor tiene un impacto a nivel físico y psicológico similar al del cáncer

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Así como el dolor agudo es un síntoma, el dolor crónico constituye una verdadera enfermedad.

Así como el dolor agudo es un síntoma, el dolor crónico constituye una verdadera enfermedad.

La responsable del Grupo de Trabajo del Dolor de la Sociedad Española de Médicos Generales y de Familia (SEMG), Juana Sánchez Jiménez, ha avisado de que el dolor tiene un impacto a nivel físico y psicológico similar al del cáncer.

“Así como el dolor agudo es un síntoma, el dolor crónico constituye una verdadera enfermedad, considerado como un problema de salud pública a nivel mundial y siendo la causa más frecuente de sufrimiento y discapacidad”, ha argumentado.

En España padecen dolor 6,1 millones de españoles, es decir, el 17% de la población, siendo las mujeres presentan dolor con mayor frecuencia que los hombres (61% vs 39%) y con carácter más intenso. Además, y pese al consenso internacional de que los pacientes con dolor crónico deben ser tratados, se estima que el 80% de la población mundial con dolor moderado o intenso tiene un acceso insuficiente o nulo al tratamiento del dolor.

Por todo ello, durante el próximo Congreso nacional de la Sociedad Española de Médicos Generales y de Familia, que se celebrará en San Sebastián del 18 al 20 de mayo, se va a abordar la importancia del dolor, desde distintas facetas: su temporalidad (dolor agudo, dolor crónico), su mecanismo fisiopatológico (dolor nociceptivo somático o visceral, dolor neuropático), su diagnóstico y abordaje terapéutico.

“En el manejo del dolor, los médicos de Atención Primaria son a menudo los primeros en diagnosticar y tratar las enfermedades que causan dolor, tanto agudo como crónico. Esto los coloca en una posición clave para abordar y tratar el dolor, valorando las opciones tanto farmacológicas como no farmacológicas, seguras y eficaces para sus pacientes”, ha recalcado Sánchez.

Asimismo, en el encuentro va a tener “especial protagonismo” el dolor neuropático, que se caracteriza por tener una elevada prevalencia dentro del dolor crónico y por ser “difícil de tratar” debido a su complejidad fisiopatológica.

Y es que, se considera que alrededor del 15 o 25% de las personas con dolor crónico presentan dolor neuropático. Concretamente, aparece en el 8% de los pacientes con accidente cerebrovascular, al menos en el 20% de los pacientes con esclerosis múltiple, aproximadamente en el 50% de los que presentan lesión medular y en torno al 60% de los que han sufrido una amputación (miembro fantasma).

“Respecto a la prevención, es posible conseguir reducir la incidencia, la prevalencia y el impacto del dolor neuropático actuando de forma temprana en la detección de los factores de riesgo generales para la cronificación del dolor, así como una utilización precoz de los tratamientos con eficacia demostrada”, ha zanjado.

Avoid these words when speaking to patients

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Using language with negative emotional content may lead to an increase in the patient’s experience of pain or anxiety.
  • Words such as try, pain, vomit and panic should be avoided with patients unless the patient mentions them first.

That is according to Dr Allan Cyna, an Obstetric and Paediatric Anaesthetist at Adelaide’s Women’s and Children’s Hospital in Australia who, this week, presented new research at the annual scientific meeting of the Australian and New Zealand College of Anaesthetists (ANZCA) on the power of suggestive language.

Dr Cyna explained that patients often go on to experience more pain if it is suggested and emphasised immediately prior to a potentially painful procedure. “Suggestibility increases when patients are highly anxious or distressed. It is also increased in pregnancy and in children,’’ Dr Cyna said.

Dr Cyna said anaesthetists and other medical specialists should talk to patients about why a procedure is being done rather than trying to predict the patient experience.
She added: “Telling patients that there are ways they can improve their comfort after surgery, not only by the use of medications, but also by appreciating that the operation is completed and that everything is settling down as healing and recovery take place, can make the experience after surgery more comfortable.’’

Emagrecimento

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Porque Psicologia no emagrecimento? Como atua a Psicologia no emagrecimento?

Emagrecer implica na mudança de estilo de vida. Quando pensar em emagrecer NÃO PENSE EM PERDER ALGUNS QUILOS POR ALGUM TEMPO, o que comumente ocorre. Pense NA PERDA DEFINITIVA DE PESO, que a conduza ao peso adequado a você, que a deixe saudável e bonita.
Para emagrecer o tratamento básico consiste na mudança de hábitos alimentares e de atividade física, comermos menos e gastarmos mais energia. Isso você sabe. Se conseguir PROBLEMA RESOLVIDO

Infelizmente, uma coisa é saber e outra fazer! A grande a maioria das pessoas SABE O QUE FAZER, MAS NÃO CONSEGUE. Por alguma razão que desconhecem sabotam a própria dieta. Comem fora de hora, após a última refeição, beliscam, comem antes de dormir e sentem-se culpadas e com uma sensação de derrota. A auto-estima que já está lá em baixo…
Aí entra a Psicologia. Para mudar de peso você tem de mudar de comportamento. E mais, emagrecimento não é só mudança de peso. Se não mudar sua relação com a comida, voltará a engordar, se é que conseguirá emagrecer! Se você sabe o que fazer, se tem orientação médico-nutricional adequada, e é assaltada por ansiedade, depressão, se peregrina de médico em médico, de dieta em dieta é hora de ver o que, fora a fome, a leva a comer e contrariar essa vontade, que eu sei, é autêntica, de emagrecer. Alguma coisa inconsciente “não quer” e não deixa você atingir suas metas conscientes.Se essa “coisa” não for identificada e trabalhada, você continuará anos e anos até que um dia se veja vencida pela obesidade.

Como é o tratamento psicológico da obesidade?

É um tratamento complementar ao tratamento médico-nutricional. Uma vez por semana você irá ao consultório de um profissional que conheça bem a área de emagrecimento e de transtornos alimentares e procurará, junto com ele, identificar as emoções que nem a Medicina nem a Nutrição trabalham: a “tal coisa” que de repente…Surge e bota por terra seus planos. Pode ser ansiedade, stress, depressão, problemas afetivos, conjugais, compulsão alimentar, enfim, algo que se coloca entre você e seu objetivo e que você não conhece.É individual, cada caso é um caso.

E se eu não fizer?

Se um problema emocional estiver associado à obesidade e não for trabalhado, você será refém dele. O “inimigo invisível” está ali e é muito mais forte do que você imagina. Identificado e tratado, perde força. Guarde este fato: TODA VEZ QUE HOUVER UM CONFLITO ENTRE A VONTADE CONSCIENTE (QUERER EMAGRECER) e UM PROBLEMA INCONSCIENTE (RESISTÊNCIA A EMAGRECER) VENCE O INCONSCIENTE!

O tratamento é longo?

Depende de cada caso. Da reação ao trabalho psicológico, de sua perseverança. Mas leve em consideração algumas coisas : quanto tempo você levou para engordar? Qual o grau de sofrimento que a gordura lhe traz? Qual o prejuízo social e pessoal que você está tendo permanecendo gorda?