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psicología

#It’s official: #holidays are good for #(metabolic) health

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  •  Univadis Medical News

Taking a holiday could have important implications for metabolic health, suggests new research.

In a new study, researchers examined the association between holidays and metabolic syndrome and symptoms in 63 workers eligible for paid holidays. Participants attended a lab visit during which they provided blood samples and completed an interview assessing holiday behaviours in the past 12 months.

The participants took approximately five holidays and used about two weeks of paid holiday leave over a 12-month period. Overall, 20.6 per cent of the participants met criteria for metabolic syndrome.

The study found as holiday episodes increased, metabolic syndrome incidence (odds ratio [OR] = 0.76, P = .051) and the number of metabolic symptoms met (incident rate ratio [IRR] = 0.92, P = .035) decreased. The authors noted that the risk for metabolic syndrome decreased by nearly a quarter with each additional holiday taken by participants.

Secondary analysis showed the total number of home holidays but not the total number of away holidays was associated with reduced odds of metabolic syndrome. The authors said more research is needed to understand this finding

The findings are published in Psychology and Health.

#Obesidade na infância e seu impacto sobre o #desenvolvimento da criança

Postado em

Jean-Philippe Chaput, PhD, Angelo Tremblay, PhD

Université Laval, Canadá

Introdução

A obesidade tornou-se uma pandemia, com mais de um bilhão de pessoas afetadas em todo o mundo.1 Ao longo dos últimos 30 anos, triplicou a prevalência de crianças com sobrepeso, definidas como aquelas que têm índice de massa corporal (IMC) acima do 85o percentil para a idade e o sexo.2 Mais de 30% das crianças norte-americanas estão acima do peso ou são obesas (IMC acima do 95 o percentil).3 Dados da International Obesity Task Force (Força-tarefa Internacional sobre Obesidade) indicam que 22 milhões de crianças menores de 5 anos de idade estão acima do peso ou obesas em todo o mundo.4 A obesidade substituiu a desnutrição como o maior problema nutricional em algumas partes da África, com uma incidência até quatro vezes maior do que a desnutrição.5

Do que se trata

A obesidade infantil resulta de uma falha do sistema de autorregulação do corpo na modulação de influências ambientais em relação às propensões genéticas individuais. Diversos fatores envolvidos nas complexas interações genes-ambiente que causam a obesidade promoverão um equilíbro energético positivo em longo prazo. Resultados de estudos longitudinais sugerem que a causa última da obesidade tende a ser um pequeno desequilíbrio crônico de energia, que é difícil de detectar por meio dos métodos atuais de mensuração de ingestão e gasto de energia.6 É provável que mudanças ambientais – por exemplo, em nutrição e estilo de vida – sejam as principais responsáveis pela atual epidemia de obesidade, uma vez que um conjunto de genes não pode modificar-se em menos do que uma geração.

Problemas

Crianças obesas estão expostas a estigmas de peso e podem ser vulneráveis a efeitos psicológicos, como depressão, e efeitos sociais, como o isolamento.7 As consequências de tendências desfavoráveis, como o isolamento ou o retraimento social, podem contribuir para a exacerbação da obesidade por meio de vulnerabilidades psicológicas que aumentam a tendência a comer demais e a atividades sedentárias. É evidente que essas tendências desfavoráveis, o preconceito e a discriminação são parte da vida cotidiana dessas crianças com sobrepeso. Além disso, com o aumento da incidência de obesidade infantil, foram identificadas também outras consequências da obesidade para as crianças, entre as quais apneia obstrutiva do sono, problemas ortopédicos, hiperandrogenismo, diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Contexto da pesquisa

As condições referidas acima acompanham a criança até a vida adulta e, dessa forma, aumentam tanto a carga que representam para a sociedade em termos médicos, quanto seu risco de morbidade e mortalidade precoces.8 Por esse motivo, o contexto atual de pesquisa relaciona-se principalmente com a prevenção da obesidade. Na verdade, a saúde dessas crianças depende de uma série de fatores – não apenas biológicos, mas também psicológicos e sociais. Esses fatores atuam em sinergia para fortalecer-se ou enfraquecer-se mutuamente. Nesse contexto, as pesquisas envolvem a consideração de todos os fatores determinantes que afetam o desenvolvimento, o que significa tentar compreender as causas fundamentais dos problemas, de que forma se interrelacionam e seus muitos impactos sobre os indivíduos e a comunidade. Acima de tudo, envolve também promover mudanças em práticas e em atitudes.

Questões-chave de pesquisa

Uma compreensão completa do estigma do peso e de seu impacto pode ser importante para documentar as consequências sociais e psicológicas da obesidade infantil, e pode ser fundamental para revelar a totalidade dos efeitos do sobrepeso sobre a saúde e o bem-estar. Sob uma perspectiva biológica, os fatores que afetam o equilíbrio energético têm interesse especial para a melhor compreensão da regulação do peso corporal e para a elaboração de estratégias que tenham uma influência benéfica potencial no manejo da obesidade.

Resultados de pesquisas recentes

Os resultados de estudos com roedores são consistentes com as observações de que, em seres humanos, o aleitamento materno pode ser um fator de proteção contra a obesidade infantil.9 Os possíveis mecanismos desse efeito de proteção incluem programação metabólica ou autorregulação da ingestão de alimentos aprendida no início da vida.10 Bebês alimentados com leite industrializado antes dos 3 meses de idade apresentaram na primeira infância IMC consistentemente mais altos e maior espessura nas dobras cutâneas do que bebês amamentados ao peito por mais de três meses.11 Apesar disso, todos os estudos que examinaram a proteção oferecida pelo aleitamento materno concluíram que fatores genéticos e fatores ambientais, tais como o peso e o status socioeconômico da mãe, também desempenham um papel no desenvolvimento da obesidade na infância.12

Conclusões

A primeira linha de tratamento deve ser a prevenção da obesidade na infância. Em 2003, a AAP (Academia Americana de Pediatria) divulgou uma declaração sobre políticas para a prevenção de sobrepeso e obesidade na infância que recomendava defesa e supervisão da saúde para prevenir a obesidade na infância. A AAP afirmou que os pediatras devem aderir ao reconhecimento de crianças com risco para desenvolver obesidade, calcular e registrar o IMC em todas as consultas, utilizar as mudanças do IMC para identificar ganho excessivo de peso e monitorar indícios de comorbidades associadas à obesidade. Além disso, a AAP afirmou que os pediatras devem encorajar, apoiar e proteger o aleitamento materno, incentivar hábitos alimentares saudáveis e atividade física, e recomendar limitações na exposição à televisão. A declaração também encorajava os pediatras a tornarem-se defensores da prevenção da obesidade, por meio da identificação e do foco em pessoas influentes para a educação sobre obesidade, e pela alocação de recursos na prevenção da obesidade infantil. Em termos práticos, a melhor estratégia de tratamento parece ser uma abordagem multidisciplinar do problema, envolvendo diferentes especialistas de todas as áreas. Além disso, para a obtenção de resultados bem sucedidos, é absolutamente necessário o acompanhamento frequente de pacientes obesos.

Implicações

Os efeitos modestos de intervenções anteriores em educação sobre saúde aumentaram o interesse em abordagens ambientais e de políticas visando encorajar a atividade física, reduzir comportamentos sedentários e/ou reduzir a ingestão dietética de energia para prevenir a obesidade. Essas abordagens tentam modificar os ambientes social, regulatório ou físico que resultam na adoção, pelos indivíduos, de comportamentos mais saudáveis, estejam eles conscientes ou não de suas decisões em adotar esses comportamentos. As abordagens ambientais e de políticas podem ser particularmente atraentes para ajudar a moldar comportamentos infantis, por vários motivos: (1) as crianças passam grande parte do tempo em um número relativamente pequeno de contextos que são passíveis de mudanças ambientais e de políticas – por exemplo, lar, escola, transporte de ida e volta para a escola, creches e programas para o período depois da escola –; (2) as crianças frequentemente são consideradas incapazes de tomar por si mesmas decisões comportamentais responsáveis; e (3) as vulnerabilidades infantis presumidas justificam ações preventivas e curativas de proteção tanto por parte dos pais, como das instituições e dos formuladores de políticas. As soluções ambientais de políticas com vistas à redução da obesidade infantil são desafiantes para muitos formuladores de políticas em todos os níveis da sociedade, desde os pais até as agências internacionais. No entanto, a implementação de novas estratégias e políticas sem evidências sobre sua eficácia ou efetividade pode levar a grandes investimentos de recursos, esforços e tempo que podem ou não resultar em benefícios.

Referências

  1. Kimm SYS, Obarzanek E. Childhood obesity: A new pandemic of the new millennium. Pediatrics2002;110(5):1003-1007.
  2. Thibault H, Rolland-Cachera MF. Prevention strategies of childhood obesity. Archives de Pediatrie2003;10(12):1100-1108.
  3. Fox R. Overweight children. Circulation 2003;108(21):e9071.
  4. Deitel M. The International Obesity Task Force and “globesity.” Obesity Surgery 2002;12(5):613-614.
  5. du Toit G, van der Merwe MT. The epidemic of childhood obesity. South African Medical Journal2003;93(1):49-50.
  6. Goran MI. Energy metabolism and obesity. Medical Clinics of North America 2000;84(2):347-362.
  7. Puhl RM, Brownell KD. Psychosocial origins of obesity stigma: toward changing a powerful and pervasive bias. Obesity Reviews 2003;4(4):213-227.
  8. Gunnell DJ, Frankel SJ, Nanchahal K, Peters TJ, Smith GD. Childhood obesity and adult cardiovascular mortality: a 57-y follow-up study based on the Boyd Orr cohort. American Journal of Clinical Nutrition1998;67(6):1111-1118.
  9. Srinivasan M, Laychock SG, Hill DJ, Patel MS. Neonatal nutrition: Metabolic programming of pancreatic islets and obesity. Experimental Biology and Medicine 2003;228(1):15-23.
  10. Clifford TJ. Breastfeeding and obesity: The evidence regarding its effect on obesity is inconclusive. BMJ – British Medical Journal 2003;327(7420):879-880.
  11. Parsons TJ, Power C, Manor O. Infant feeding and obesity through the lifecourse. Archives of Disease in Childhood 2003;88(9):793-794.
  12. Dewey KG. Is breastfeeding protective against child obesity? Journal of Human Lactation 2003;19(1):9-18.

 

Para citar este artigo:

Chaput JP, Tremblay A. Obesidade na infância e seu impacto sobre o desenvolvimento da criança. Em: Tremblay RE, Boivin M, Peters RDeV, eds. Orlet Fisher J, ed. tema. Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância [on-line]. http://www.enciclopedia-crianca.com/obesidade-infantil/segundo-especialistas/obesidade-na-infancia-e-seu-impacto-sobre-o-desenvolvimento. Publicado: Fevereiro 2006 (Inglês). Consultado: 20/06/2019.

#Cuando calienta el sol

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  • Editorial Univadis

Cuando en medicina hablamos de costumbres poco saludables pensamos en el tabaco, la mala alimentación o la falta de ejercicio. Sin embargo, hay otra serie de hábitos que también pueden resultar muy perjudiciales. A las puertas del verano conviene recordarlos, porque muchos de ellos son típicamente veraniegos.

Cuando viajamos es habitual mimetizarse con las costumbres locales, pero ¡ojo!, porque algunas pueden ser peligrosas. Un ejemplo lo encontramos en los baños en ríos poco salubres. El río Ganges recorre sus 2.525 kilómetros desde los altos del Himalaya hasta desembocar en el Golfo de Bengala. Para los hindúes el Ganges es una deidad que limpia los pecados y a su alrededor viven 400 millones de personas. Las atareadas vidas de estos 400 millones de almas dependen de sus aguas, por lo que el cuidado del río no es el óptimo. Los turistas que viajan por el norte de la India suelen visitar el Ganges en la ciudad ancestral de Benarés. Cada verano miles de visitantes se bañan en este río sagrado, lo que les expone a una enorme cantidad de contaminantes: salidas de cloacas y residuos industriales (a diario recibe 12.000 millones de litros de residuos, cuando sólo hay capacidad para tratar una tercera parte de ellos), restos de la ropa y de los cuerpos cremados en los funerales celebrados a orillas del Ganges, etcétera. Algunos turistas se conforman con tocar el agua, pero también los hay que hasta la beben. El Ganges, como otros ríos del mundo, rebosa de bacterias y otros microorganismos (hongos, parásitos) de los que es fácil infectarse. En algunos puntos el nivel de bacterias fecales por 100 mililitros supera las 50.000, cuando lo máximo recomendable para el baño son 500 y para el consumo es cero. Ergo… baño en el Ganges, infección segura.

Para adoptar costumbres locales peligrosas no es preciso viajar tan lejos. Si pensamos en España, son conocidas las fiestas de los pueblos y otro tipo de tradiciones, algunas de las cuales no están exentas de riesgo. El libro Crazy Competitions, editado numerosas veces, recoge tradiciones de diferentes países que pueden resultar peligrosas para la salud. Entre las tradiciones españolas “locas” se habla de los Sanfermines de Pamplona, de la Tomatina de Buñol, del carnaval de Entroido de Laza, donde se arrojan hormigas rojas, de la batalla del vino de Haro o de la carrera de tacones de las Fiestas del Orgullo Gay de Chueca. Las fiestas de los pueblos pueden ser muy divertidas, pero con alcohol, tumulto y exceso de adrenalina también pueden resultar arriesgadas. No olvidemos que en los Sanfermines han muerto al menos 16 corredores, los últimos Daniel Jimeno, corneado en el cuello en 2009, y Fermín Etxeberria, embestido violentamente en 2003. Entre las tradiciones españolas destacadas por Crazy Competitions destacan las fiestas de San Pedro Nolasco en El Puig (Valencia), donde colocan piñatas con ratas y caramelos en su interior. Los que las rompen no saben si hay caramelos o ratas muertas y cuando caen las ratas se las arrojan unos a otros, quién sabe con qué gérmenes en su interior.

Como seguramente no todos nuestros lectores estarán en edad de arrojarse ratas o de correr los Sanfermines, hablaremos ahora de algo más mundano: tomar el sol. Aunque somos médicos, no estamos exentos de la imprudencia ni de sufrir quemaduras veraniegas, sea en el mar, en la piscina o en una excursión turística. Aproximadamente el 25% de los turistas no adopta las medidas adecuadas de protección solar, algo especialmente peligroso en un país como España. No se debe olvidar que la radiación solar es la principal causa de cáncer de piel en nuestro país (78.000 casos anuales), hasta el punto de haberse incrementado su incidencia el 10% los últimos años y duplicado en 30 años. ¿Qué hay detrás de la imprudencia de no tomar medidas de protección solar? Desconocimiento, relajación y estética. Es importante incidir en la responsabilidad que tenemos con nuestra piel, y también con la de nuestros hijos, padres o pacientes.

Como ya estamos en modo verano, hemos viajado a la India o a un pueblo playero y hemos tomado el sol, llega el momento de la comilona. Aunque sabemos casi todo respecto a los males provocados por excesos con la comida, conviene recordar algo: los “digestivos” no tienen nada de digestivo. Una costumbre muy típica después de un festín gastronómico es tomar un licor de hierbas, orujo o similar, porque “ayuda a hacer la digestión”. Si a una paella y un chuletón aderezados con vino tinto y tarta de queso le añadimos un chupito de licor de alta graduación, únicamente incrementamos el alcohol y las calorías. La sensación física inmediata puede ser fresca, porque el licor está frío y se cambia por completo de sabor, pero de ahí a pensar que el tránsito intestinal será mejor hay una larga distancia. Más aún si son dos licores, un gin-tonic y quién sabe qué más. Quien lo afirma no sabe lo que dice, bromea o simplemente quiere justificar por qué se toma un licor que en nada puede ayudarle a hacer la digestión.

Y una última costumbre poco saludable, transversal a todos nosotros, tengamos la edad que tengamos y estemos de vacaciones en El Puig, en París o en Benarés: mirar el móvil continuamente. Muchas personas sienten una verdadera desazón si se encuentran en zonas sin wi-fi ni cobertura, o si se dejan olvidado su dispositivo preferido, ya sea el móvil, la tablet o el portátil. Un estudio japonés investigó la relación entre el uso del teléfono móvil y el insomnio y la depresión en adolescentes. La utilización del teléfono móvil más de 5 horas al día se asoció con una duración menor del período de sueño y aumentaba el insomnio; y el uso del teléfono durante 2 ó más horas diarias en redes sociales y chats online se asoció con mayor riesgo de depresión. La pulsión hacia las tecnologías ha llevado a que se describa el “síndrome de la vibración fantasma del móvil”, el cual se produce cuando creemos sentir el sonido o la vibración del móvil cuando ni siquiera lo llevamos encima. De los malos hábitos descritos, el uso inapropiado del móvil parece el más inocente, pero debemos estar alerta, ya que puede convertirse en un verdadero problema para nuestra salud, tanto mental como física.

#Anxiety Neurosis Symptoms

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Resultado de imagem para neurosis or anxiety

Anxiety neurosis is the psychological disorder most commonly referred to as generalized anxiety disorder, or GAD. Sufferers of GAD make up nearly 1/5 of all anxiety diagnoses in adults, or 3.1 percent of the U.S. population. Characterized by excessive, exaggerated worrying or fear about everyday issues such as money, family, work or health, the symptoms of GAD can be overwhelming, at times to the point of being completely debilitating.

Physical Symptoms

Physical symptoms of generalized anxiety can be similar to or experienced as an anxiety or panic attack. Specifically, GAD symptoms felt in the body can include headaches and body aches, muscle tension, difficulty swallowing, trembling or twitching, sweating, gastrointestinal discomfort and nausea, diarrhea, feeling lightheaded or dizzy, feeling out of breath, hot flashes, and having to visit the bathroom often. In addition, sufferers of GAD can experiences sleep difficulties or insomnia, restlessness, fatigue or feeling tired for seemingly unknown reasons.

Excessive Worrying

Behind GAD is worrying that is constant, chronic and unsubstantiated, experienced at a level of severity much more than the anxiety most people have from time to time. Sometimes just getting through the day can cause or increase feelings of anxiety. This tendency to ruminate can last all day, interfering with school, work or family, and causing sufferers to adopt a pessimistic attitude in which they always fear the worst.

In addition to worrying about everyday tasks and activities, people with GAD might worry about punctuality, conformity and perfectionism, the latter making them so unsure of themselves that they need to redo tasks in order to meet their perceived level of perfection.

Other Psychological Symptoms

Aside from the physical symptoms and worrying that define GAD, other symptoms that sufferers can experience include being easily distracted and having a hard time concentrating. When this affects their ability to complete tasks such as work duties or meeting deadlines, it can be a precursor to feeling even more anxious.

Operating at a heightened level of anxiety also makes those who suffer from GAD more prone to being on edge, and thus, more easily startled. When combined with fatigue or feeling exhausted from lack of quality sleep, it can increase the tendency to be moody or irritable.

REFERENCES & RESOURCES

#Que impacto tem a suspensão abrupta de nicotina e cafeína? Nos cuidados intensivos..

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Fonte de imagem: Bolo Jawan

Um estudo apurou que a suspensão abrupta de nicotina e de cafeína pode causar sofrimento e exames desnecessários em pacientes nas unidades de cuidados intensivos.

“A nicotina e a cafeína estão entre as substâncias altamente viciantes mais comummente usadas na sociedade moderna, mas também são frequentemente subestimadas como fonte potencial de sintomas de abstinência significativos quando são descontinuadas de forma abrupta”, avançou Maya Belitova, do Hospital Universitário Tsaritsa Yoanna, em Sófia, Bulgária, e investigadora que liderou o estudo.

Na Europa, 27% da população fuma e mais de metade consome café.

Para a sua investigação, Maya Belitova e colegas efetuaram uma revisão sistemática a 12 estudos de natureza clínica e observacional que reuniam um total de 483 adultos com idades compreendidas entre os 18 e os 93 anos. Os estudos analisavam os sintomas de abstinência e tratamento em unidades de cuidados intensivos entre 2000 e 2018.

Os resultados demonstraram que a abstinência aguda de nicotina faz aumentar substancialmente a agitação, que era de 64% nos fumadores, contra 32% nos não-fumadores. Efetivamente, o número de deslocamentos dos tubos traqueais e de linhas intravenosas causados por agitação foi de 14% nos fumadores e de 3% nos não-fumadores.

Por outro lado, a terapia de substituição de nicotina demonstrou ter contribuído para o desenvolvimento de delírio na unidade de cuidados intensivos, um problema associado à intubação prolongada, hospitalização mais longa e um maior risco de morte.

A abstinência abrupta da cafeína causa sonolência, náuseas, vómitos e dores de cabeça e pode aumentar o risco de delírio nos cuidados intensivos. Apesar de o benzoato de cafeína conseguir tratar as dores de cabeça, o seu uso como substituição nas unidades de cuidados intensivos não está bem evidenciado.

“Os sintomas de abstinência incluindo náuseas, vómitos, dores de cabeça e delírio podem durar até duas semanas. Estes sintomas assemelham-se a doenças como a meningite, a encefalite e hemorragia intracraniana – isto poderá confundir o diagnóstico clínico e resultar em exames desnecessários que podem prejudicar o paciente, custar muito dinheiro e desperdiçar tempo”, comentou Maya Belitova.

BancodaSaúde

#Personalidade passivo-agressivo

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Personalidade passivo-agressivo: quando a agressividade é sutil e silenciosa

A agressividade nem sempre é manifesta através de hostilidade, violência verbal ou física. Existem pessoas que oferecem riscos e possíveis prejuízos manifestando-se de maneira silenciosa.

Despreparados são aqueles que acreditam que possam se sentir seguros na ausência de pessoas com as quais se relacionam que manifestem agressividade de maneira objetiva, seja por seu tom de voz ou manifestações físicas de agressão.

Quando consideramos a violência apenas em suas manifestações mais evidentes, desconsideramos o fato de que existem outras formas de violência não tão objetivas, mas que oferecem na mesma proporção perigos e possibilidade de prejuízos, sejam emocionais, profissionais ou sociais. O antigo ditado popular que menciona “a maldade se esconde atrás de um belo sorriso”, ilustra com perfeição as características da personalidade que abordaremos hoje: passivo-agressivo, sendo conhecidos como aquelas pessoas que praticam violência, agressão e são capazes de causar inúmeros prejuízos de maneira silenciosa.

Como se compõe a personalidade passivo-agressivo?

A pessoa passivo-agressiva não chama atenção por comportamentos explosivos, pelo contrário: de maneira silenciosa, ela arquiteta formas que conduzam a sabotagem do outro ou provocam danos a algo ou alguém almejando o alcance de seus objetivos, metas e desejos pessoais. Para isso, podem envolver quantas pessoas julgar necessário e são pivôs em intrigas, desentendimentos, especulação de boatos ou motivação de dúvidas naqueles que os rodeiam para que se sintam confortáveis ou que exerçam uma posição de destaque.

Pessoas com este perfil

Por trás deste comportamento passivo-agressivo costumamos encontrar dois tipos de personalidade:

Pessoas que possuam uma personalidade extremamente frágil e fragmentada, que ao considerar sua fragilidade e inseguranças, sentem-se ameaçados a todo momento mantendo-se em tempo integral na posição defensiva. De maneira inconsciente consideram que o “ataque” é a única estratégia que possuem para se sentirem seguras protegendo-se de temores de dependência, competição e exclusão.

Outra possibilidade de pessoas que se relacionam passivo-agressivamente, são aqueles que possuem personalidade antissocial, e por não experimentarem sentimento de culpa ou pensamentos que motivem remorso, são capazes de praticar deliberadamente qualquer ato que motive ganhos pessoais. Estas pessoas podem usar disfarces e estratégias para sedução e socialização, sendo consideradas cativantes e confiáveis que encobrem seu funcionamento interno de alguém frio e calculista.

Quais os principais aspectos da manifestação desta violência silenciosa?

  • Manipulação

Para que seja possível a sensação de controle e segurança em suas relações, a agressividade passiva é marcada principalmente por manipulação.

Pessoas passivo-agressivas possuem um perfil manipulador não tão evidente aos olhos daqueles que não buscam maldade: através de gestos afetivos, simpatia e proximidade, este tipo de agressividade e manipulação utiliza das fraquezas e dúvidas daqueles a sua volta, para que sutilmente sejam expressos pensamentos negativos, indução da baixa autoestima levando a questionamentos sobre capacidades e qualidades e que desencorajam tomada de decisões ou a busca por estratégias que possam resultar em conquistas, benefícios ou destaque.

  • Tudo para ter razão: fala articulada e sua distorção

Outra característica marcante destas pessoas é sua facilidade em expressar falas articuladas que levam o outro a questionamentos e adesão de distorções que favoreçam seu ponto de vista. Suas falas são marcadas por ambiguidades, conteúdos enigmáticos, favorecimento de si próprio e a facilidade com que se comunica e distorce diálogos e situações faz com que seja despertado na outra pessoa insegurança, que leva a confiança e coerência com que o passivo-agressivo apresenta seu ponto de vista mesmo que a princípio pareça ilógico para o outro.

Transmite sempre as melhores das intenções, solidariedade e manifesta sentimento de ofensa e perplexidade quando questionado, levando ao sentimento de culpa e insegurança daquele que dúvida de sua benevolência.

  • Controle e opressão

Considerando-se característico do passivo-agressivo, atitudes e falas indiretas que encobrem sua agressividade que mantendo-se velada em suas relações, a prática de castigo, reprovações ou atitudes que levem o outro a sentir-se oprimido para expressão de manifestações contrárias ou verbalização de seus sentimentos é outra característica marcante.

Como se prevenir e se proteger de pessoas com este perfil?

A maneira mais eficaz de se prevenir e se proteger dos prejuízos que a aproximação destas pessoas possa vir a oferecer, é fortalecimento de sua autoestima que proporcionará a convicção de seus valores e objetivos, distanciando-se da possibilidade de ser visto como um alvo fácil dos agressores, permitindo segurança diante de pessoas com este perfil mesmo que se apresentem e se comportem aparentemente com boas intenções.

Existe tratamento para o passivo-agressivo?

Quando a manifestação destes comportamentos se vincula a uma personalidade extremamente frágil e insegura, a psicoterapia por ser um processo de autoconhecimento poderá auxiliar no fortalecimento da autoestima, ressignificação de eventos passados e contribuição para perspectivas futuras, possibilitando sua saúde mental e emocional, já quando os comportamentos estão vinculados a alguém com personalidade antissocial, ainda não existem intervenções terapêuticas ou médicas que proporcionem prognóstico de melhora ou cura.

 

Maitê Hammoud

Psicóloga Clínica

#O estranho sintoma de #depressão infantil

Postado em

Por Revista Pazes

A depressão é uma doença independente da situação. Por isso, quando aparece na infância tende a ser alarmante. A depressão infantil apesar de se manifestar principalmente através da tristeza e do abatimento, tem outros sintomas mais incomuns. Por exemplo, constatou-se que a agressividade pode ser um sinal de depressão. Além disso, no caso das crianças, um estudo descobriu um raro sintoma.

Os especialistas da Universidade de Duke constataram que um dos problemas frequentes das crianças pode indicar depressão. Estamos falando da relação da criança com a comida, que por si só já é complexa. Segundo os pesquisadores, as crianças que escolhem com cuidado o que comer e só gostam de comer as mesmas comidas, podem estar sofrendo de depressão infantil.

Como dissemos anteriormente, é comum que as crianças sejam mais problemáticas na hora de comer. É por isso que escolhemos com cuidado os alimentos, tentamos fazer com que pareçam mais atrativos e fáceis de serem ingeridos. Apesar disso, nem todas as crianças comem bem e no tempo certo. Sendo assim, não é fácil descobrir que se trata de um sintoma de algo mais grave como a depressão.

Além disso é importante frisar que nem sempre esse tipo de comportamento significa esse tipo de problema. Ou seja, nem todos os casos de crianças com dificuldades para comer significam que é depressão. Dessa forma, os especialistas deixaram claro que a escolha dos gostos leva um tempo a ser formada. Por isso foi necessário um estudo para determinar a conexão entre esses padrões.

Qual é a diferença entre ansiedade e depressão infantil?

A diretora do Duke Center of Eating Desorders, Nancy Zucker, afirma que as crianças são mais sensíveis que os adultos. Além disso, algumas crianças chegam a ser ainda mais sensíveis. Isso pode fazer com que o seu processo de adaptação provoque mais estresse diante de situações mais simples.

O comportamento genioso da criança na hora de comer pode ser considerado normal até certo ponto. No entanto, esse estudo demonstrou que esse comportamento está relacionado à ansiedade e à depressão severas.

Sendo assim, o momento da comida gera estresse na criança devido à sua condição, que é prejudicial para ela e para a sua família. Isso faz com que se torne o momento mais difícil do dia e, por isso, a criança pode apresentar sequelas no futuro. Em outras palavras, a dificuldade de comer pode gerar transtornos de depressão e ansiedade na idade adulta.

Até o momento os pesquisadores não identificaram um padrão que determine essa conduta. Dessa forma, não devemos nos alarmar. Nem todos as crianças com complexos na hora de selecionar sua comida sofrem de ansiedade, e/ou depressão. Pelo que parece, há maior incidência nos casos em que a hora de comer se torna um momento insuportável do dia para a criança.

Segundo os cientistas, isso está muito relacionado à atitude que os pais tomam diante dessas situações. Por exemplo, quando tentamos obrigar nossos filhos a comer ou somos muito rígidos com relação ao que eles comem. Muitas vezes, esses episódios são caracterizados por gritos, ameaças, castigos e discussões. Dessa forma, a situação se torna mais estressante para a criança, incidindo no desenvolvimento da depressão infantil.

Possíveis efeitos da depressão infantil
A criança que sofre de depressão pode ser afetada de diversas maneiras. Nesse caso, não se trata apenas de riscos a nível psicológico, pois a sua alimentação também se vê afetada. Uma vez que não comem de tudo ou é difícil para eles comerem quantidades adequadas, eles ficam expostos a desenvolverem doenças.

No âmbito social também ocorrem alguns possíveis efeitos, porque a criança não se comporta na mesa. Da mesma forma, é difícil uma pessoa que não sejam os pais, tenha condições de cuidar de uma criança que não come de tudo. As pessoas que selecionam a comida nem sempre são bem compreendidas, dessa forma, no futuro elas poderão ter problemas de relacionamento com outras pessoas.

É comum que essas crianças desenvolvam algum temor de consumir certos alimentos. Ele é produzido devido ao aumento de proteção contra o envenenamento, um processo biológico natural nas pessoas. Ou seja, produz-se uma desordem no sistema natural do organismo. Portanto, essas crianças apresentam um transtorno que faz com que elas se preocupem excessivamente com os alimentos que consideram arriscados.

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