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#Tempos de pandemia de #Covid-19: tempos de #luto

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mulher sendo consolada por seu luto na covid-19

Escrevo esse texto no dia em que o Brasil declara 50.000 mil óbitos no país pela Covid-19. Uma dizimação humanitária nunca antes vista, nunca antes gerida, nunca antes imaginada.

Em pleno século 21, com tecnologias biomédicas, onde robôs entraram nos centros cirúrgicos, com intervenções de saúde inovadoras que prolongam vidas e aumentam a sobrevida de milhares de pessoas que há dez anos não teriam qualquer chance, hoje, seguimos determinações da Organização Mundial da Saúde para nos manter em casa, distanciados fisicamente do mundo social, das relações afetivas de forma contínua e imprevisível, pois fugimos de um vírus que já matou no mundo, 463 mil pessoas até o momento (junho/2020).

O luto

Como psicóloga especializada em luto e perdas há mais de dez anos, com uma clínica que assiste exclusivamente pacientes enlutados, por morte, entendo o quanto a trajetória do cuidado é fundamental para a construção da narrativa da morte e suas repercussões no luto pós óbito. Na grande maioria das vezes, um bom cuidado das equipes de saúde, que consideram não apenas técnicas intervencionistas, mas também escuta empática e ativa, compaixão e sensibilidade na comunicação, auxílio na expressão emocional e boa relação equipe-paciente-família, mesmo diante de prognósticos graves em doenças sem perspectivas curativas, podem transformar o processo de enfrentamento da morte e facilitar as  resposta do luto agudo no momento do pós-óbito imediato.

 

A Covid-19 retirou esses cenários amortecedores do luto: não há trajetória de cuidado compartilhada, não há informação adequada, pois as equipes estão sobrecarregadas. Não há tempo ou disponibilidade para muitas equipes trabalharem a relação com o paciente e família, seja pelo risco de contaminação, pelos cuidados intensivos exigidos em um curto espaço de tempo, seja pela ausência de vínculo. Desta forma, todas as perspectivas apontam para caminhos emocionalmente tortuosos e desafiantes relacionados à saúde mental dos que cuidam e dos que sobrevivem à perda. Aspectos traumáticos das perdas pela Covid-19 deixarão marcas profundas, na sociedade de uma forma geral.

Processos de lutos graves e complicados que acometem a minoria dos enlutados, variam normalmente entre 8 a 12% da população geral, e, segundo algumas discussões recentes em grupos de teóricos e pesquisadores internacionais que se dedicam à temática do Luto Complicado, podemos ter um acréscimo de até 30% de casos graves de pessoas enlutadas. Espera-se que o impacto psíquico nas respostas de luto, com as sobreposições de sofrimento emocional  por comorbidades psiquiátricas, como ansiedade e depressão, seja de, pelo menos, uma década.

Vivemos tempos de luto e tempos de risco emocional severo.

No Brasil, são 50 mil mortos no momento, e se para cada uma morte temos em torno de quatro a onze pessoas apresentando reações agudas de luto, podemos prever que em torno de 200 mil pessoas estarão em intenso sofrimento emocional. Esses números não são apenas assustadores e dramáticos, são também alarmantes. Portanto, as ações precoces voltadas para o luto, nesse momento, são urgentes.

 

A resposta de luto é uma reação normal, esperada e prevista quando perdemos um ente querido, quando um vínculo significativo é rompido. Naturalmente nos enlutamos e, algum tempo neste processo, pranteamos e lamentamos quem perdemos.

Diante da pandemia da Covid-19 com múltiplas mortes que podem acontecer em uma mesma família pela virulência do SARS-CoV-2, o processo de luto pode encontrar variáveis refratárias as intervenções psicológicas. Como sobreviventes de uma pandemia, transtornos ligados ao estresse agudo e traumático podem repercutir na qualidade de vida emocional de muitas pessoas, empobrecendo a funcionalidade vital, chegando a situações de franco adoecimento psíquico levando até ao suicídio.

O processo propriamente de luto, pode perder, portanto, suas características de normalidade.  As circunstâncias, o contexto e as consequências da morte no cenário da Covid-19 transformam as respostas de luto de sobremaneira que ainda teremos que aguardar alguns anos para compreender a dinâmica desse luto, diferente também, de tudo que conhecemos deste processo.

Urge, portanto, a capacitação das equipe de saúde, sobretudo psicólogos e psiquiatras para que tenham conhecimento, instrumentalização e maior arsenal de intervenções apropriadas que pretendam mitigar os possíveis complicadores de um cenário de risco psíquico sem proporções. O adoecimento por luto, talvez, possa se tornar uma questão de saúde púbica.

 

Autora:

Erika Pallottino

Psicóloga ⦁ Especialista em Lutos e Perda ⦁ Sócia Fundadora e Coordenadora do Instituto Entrelaços

Referências bibliográficas:

  • The pandemic’s 4th wave; 2020. Em: https://hcldr.wordpress.com/2020/04/07/the-pandemics-4th-wave
  • STROEBE, M.; SHUT, H; VAN DEN BOUT, J. Complicated Grief – scientific foundations for heathcare professionals. Nova York: Routledge. 2013
  • EISMA, M.; BOELEN,P.; LENFERINK,L.I.M. Prolonged grief disorder following the Coronavirus (COVID-19) pandemic. Psychiatry Research; 288; 2020 https://www.elsevier.com/locate/psychres
  • ADEC –Grief, Bereavement and Death at a Distance: perspectives on the impact to the community. Conferência oral; abril; 2020. https://www.adec.org/
  • SHEAR, K. Grief in the coronavirus pandemic; Center for Complicated Grief, Columbia University; Conferência oral; abril; 2020.

#Los males del #teletrabajo: medicarse no es una opción

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Tomar analgésicos para los dolores musculares por malas posturas o fármacos para la ansiedad no soluciona los problemas derivados de trabajar en casa.

Mujer sentada en el suelo trabajando con un portátil
Las malas posturas y una luz inadecuada puede provocar dolores musculares, de cabeza y visión borrosa.

El teletrabajo es una opción para muchas personas que han podido acogerse a él tras la declaración del estado de alarma por la crisis del coronavirus.

Tras más de dos meses de confinamiento y de teletrabajar en circunstancias poco idóneas, “pueden aparecer dolores musculares y articulares en cuello, cervicales, espalda, muñecas y piernas, fruto de una postura inadecuada”, explica Julio Maset, médico de Cinfa, quien también menciona la fatiga visual por la fijación prolongada de la vista en la pantalla.

No es extraño que aparezcan, igualmente, “alteraciones psicológicas relacionadas con compaginar vida personal y laboral” y lo que el experto denomina tecnoestrés. Y es que “el desconocimiento de la tecnología o las dificultades técnicas para llevar a cabo nuestras tareas pueden desencadenar ansiedad. “Encontrarse en casa sin apoyo inmediato y estar unido a la vida laboral por la vía tecnológica puede ser una importante fuente de ansiedad. A esto se une la exigencia actual del uso continuado del móvil, ordenador, tableta o correo electrónico, que, ahora más que nunca, se extiende fuera del horario de trabajo”, añade.

El portavoz de Cinfa defiende que el mejor consejo que puede dar el farmacéutico es transmitir medidas higiénicosanitarias para prevenir el impacto negativo del teletrabajo en la salud y no recurrir a la automedicación si no hay una recomendación de un médico o un farmacéutico.

En el caso de los dolores musculares o articulares, argumenta que “el uso indebido de fármacos puede perpetuar hábitos posturales no adecuados, ya que en lugar de corregirlos se oculta la sintomatología producida por una mala postura con el uso de un analgésico”.

Por tanto, a pie de mostrador se debería transmitir que hay que cuidar la iluminación y prestar atención al mobiliario. “La mesa debe estar a una altura que permita que el uso del teclado y el monitor no fuerce nuestra postura, es decir, que esté en torno a 65-70 cm, aunque dependerá de la estatura”.

En cuanto a la silla, lo ideal es tenga cinco patas  y altura y respaldo regulables. “Si no la tenemos  podemos emplear una cómoda y, sobre todo, que nos permita apoyar la espalda recta. Además, debe permitir, en su altura, que la postura frente al ordenador sea con los codos en una posición de ángulo recto y que la pantalla quede ligeramente más baja que el ángulo de visión directo”

Nada de ansiolíticos

Respecto al tecnoestrés, hace hincapié en que “deberá combatirse con apoyo personal y profesional, con hábitos de vida saludables, pero nunca con ansiolíticos, salvo por prescripción médica y tras haber intentado otras estrategias saludables”.

Para la fatiga visual, Maset dice que es muy importante que la iluminación sea la adecuada. “Cuando se trabaja con ordenadores, la luz de la habitación deba ser algo más baja de lo habitual para que la pantalla tenga el contraste; se debe usar luz indirecta; evitar los reflejos en la pantalla, y estar atentos a posibles deslumbramientos”.

El farmacéutico también debería informar a sus usuarios de que es preferible “recurrir a la luz natural filtrada (corriendo cortinas o estores o bajando algo la persiana hasta encontrar una iluminación cómoda) y, si se va a emplear luz artificial, mejor las bombillas de luz cálida o halógenos, antes que los fluorescentes (por ejemplo, en la cocina)”, recomienda Maset.

En el caso de que reciban una consulta por molestias relacionadas con la sequedad ocular por trabajar muchas horas frente al ordenador, además de las medidas anteriores, Maset afirma que se pueden recomendar lágrimas artificiales, “que deben usarse, preferiblemente, en monodosis y nunca guardarlas a medias, sino desecharlas”.

Tome nota

  • Rutinas. Organizar bien la rutina laboral y establecer unos horarios regulares al empezar y al terminar.
  • Aislarse. Habilitar un espacio amplio y lo más aislado posible del resto de la casa para trabajar.
  • Ergonomía. La mesa tiene que ser ancha y estar elevada y la silla tener cinco puntos de apoyo y ser regulable.
  • Posturas. Mantener la espalda en ángulo recto con las piernas y los brazos. Usar reposapiés.
  • Salud visual. No trabajar frente a una ventana; optar por luz natural, y tener la pantalla a 40-55 cm de la vista.
  • Saber pausar. Hacer descansos para aliviar la tensión muscular y los ojos. Hay que parpadear con frecuencia.

#COVID-19: ¿la #ansiedad, la #depresión, el #enojo y las #adicciones pueden “boicotear” el #distanciamiento social?

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BUENOS AIRES, ARG. Niveles más altos de estrés, ansiedad, depresión, ira o adicciones no solo son consecuencia esperable de la pandemia de COVID-19, de los confinamientos prolongados y de la preocupación económica, sino que también podrían ser un factor que conspira contra el sostenimiento del distanciamiento social y otras medidas de salud pública necesarias para evitar un desborde de los casos, temen algunos expertos.

Si esto se comprobara, las intervenciones oportunas de profesionales de salud mental y las estrategias para preservar el estado psíquico y anímico deberían considerarse un pilar central para apuntalar y sostener las estrategias de contención de la pandemia, en un contexto en el cual no se descartan segundas olas o brotes recurrentes durante los próximos años.

Dr. Benjamin Oosterhoff

“Basado en lo que sabemos sobre el desarrollo humano y la salud mental, podría ocurrir que la salud mental deficiente tenga efectos (negativos) en el distanciamiento social”, comentó a Medscape en español Benjamin Oosterhoff, Ph. D., profesor asociado del Departamento de Psicología de la Montana State University en Bozeman, Estados Unidos.

“Reconocemos que en tiempos de cuarentena, donde hay que pasar un tiempo dentro de casa, donde quizá los niños no puedan salir a jugar, estas situaciones sean el vehículo para desatar ansiedad, depresiones y enojos”, manifestó a Medscape en español el Dr. Marcos Espinal, director del Departamento de Enfermedades Transmisibles y Determinantes Ambientales de la Salud de la Organización Panamericana de la Salud.

Analía Pesl

La psicóloga Analía Pesl, integrante de la Asociación Argentina de Psicología y Psicoterapia de Grupo, no tiene dudas: “Respetar las medidas de salud pública que nos impusieron, que no están naturalizadas, exige una conciencia plena y disponible. Quienes atraviesan un estado de angustia, estrés o preocupación excesiva por otros motivos, podrían poner en segundo plano estas medidas de cuidado que ahora nos resultan novedosas”, señaló Pesl a Medscape en español.

El abuso de alcohol y de sustancias ilícitas también puede alterar el estado de conciencia y la percepción de riesgo.

Los consumidores “pueden tener una mala apreciación de los riesgos y actuar imprudentemente. Por ejemplo, si necesitan evitar el síndrome de abstinencia y tienen la urgencia de conseguir la sustancia psicoactiva, pueden incumplir la cuarentena o adoptar otras medidas imprudentes para sí mismos y para terceros”, explicó a Medscape en español Ernesto González, Ph. D., director de la Diplomatura en Prevención Laboral de Adicciones de la Facultad de Medicina de la Fundación Barceló en Buenos Aires, Argentina.

Las distintas caras del miedo

Diversos estudios y especialistas ya documentaron o advirtieron sobre el aumento de padecimientos psíquicos derivados del estrés de la pandemia: el miedo al contagio, la incertidumbre, y los temores por la caída de la actividad económica. En abril psiquiatras definieron a COVID-19 como un evento traumático, y anticiparon una pandemia inevitable de enfermedades mentales y trastornos del comportamiento.

En Argentina, por ejemplo, un estudio reciente del Observatorio de Psicología Social Aplicada de la Facultad de Psicología de la Universidad de Buenos Aires constató que durante dos meses y medio de cuarentena crecieron sobre todo el miedo y la depresión, con 30% de participantes que ve con desesperanza su futuro.[1]

Sin embargo, hay menos evidencia en cuanto a la manera en que esos malestares psicológicos y emociones impactan sobre la motivación de la población a respetar el distanciamiento social y otras medidas de salud pública, como el uso de mascarillas o el lavado de manos.

En estudios de laboratorio, Oosterhoff está evaluando distintas variables de la relación entre parámetros psicológicos y distanciamiento social. “Estamos encontrando más evidencia de que las medidas de distanciamiento social preceden a los trastornos de la salud mental, pero eso no significa que la relación no pueda operar también en sentido inverso. La mayoría de las veces la conexiones entre experiencias sociales y la salud mental son dinámicas y se retroalimentan. Yo esperaría que este fuera el caso”, dijo.

Para el Dr. Marcelo Cetkovich, director del Departamento de Psiquiatría de INECO, en Buenos Aires, y vicepresidente de la Asociación Argentina de Psiquiatras, se podría pensar que después de tantos meses de cuarentena la gente está llegando a una fase de “extenuación” y eso podría favorecer una falla del control inhibitorio y la tendencia a cuidarse menos.

Sin embargo, por otro lado, señaló que el repunte de casos y conocer personas del propio círculo social que empiezan a contagiarse opera también como un llamado de atención y vuelve a activar las barreras de la precaución. “Funciona como una alerta. El miedo es una respuesta fisiológica de defensa que puede servir para guardarnos más. No hay que hacer un anatema del miedo”, señaló el Dr. Cetkovich a Medscape en español.

De hecho, autores han considerado funcional al miedo para persuadir a las personas a quedarse en casa o restringir sus movimientos.[2] Sin embargo, también podría jugar en contra.

“Una de las cosas más difíciles es predecir es cómo actúan las personas en un contexto de fuerte emoción. Las emociones fuertes pueden llevar a cuidarnos, o por el contrario, disparar conductas disfuncionales (desaprensión, negación) que aumentan el riesgo de contagio y transmisión”, señaló Fernando Torrente, Ph. D., director del Departamento de Psicoterapia Cognitiva de INECO, durante una exposición en el Forbes Healthcare Week.[3]

“Hay que tener plena conciencia de lo que está sucediendo y de lo que hay que hacer”

Ante este escenario, los especialistas consideran urgente prestar atención tanto a la dimensión psíquica y emocional de la población como a la circulación del virus.

“La salud psíquica es una herramienta fundamental para que las propuestas de confinamiento y distanciamiento social funcionen. Hay que tener plena conciencia de lo que está sucediendo y de lo que hay que hacer, así como la voluntad y la empatía para pensar en uno y en cómo pueden afectar las propias acciones a otras personas”, destacó la psicóloga Pesl.

El Dr. Espinal, de la Organización Panamericana de la Salud, enfatizó la necesidad de reforzar y facilitar el acceso a servicios de conserjería, psicología, psiquiatría y trabajo social, para aconsejar a las personas y abordar de manera precoz cualquier cuadro que amerite intervenciones.

También recomendó a la población que adopte conductas para preservar la salud mental durante los confinamientos: “Por ejemplo, reducir la exposición a noticias, leer un libro, hablar con familiares (vía internet), distraerse, o hacer pausas en el trabajo”, detalló.

En tanto, otros expertos proponen abordajes multidisciplinarios que no se enfoquen solo en la enfermedad y en el trastorno, y que fortalezcan la respuesta social ante futuros rebrotes o nuevas pandemias.

“En mi opinión, COVID-19 ha resaltado la necesidad de construir comunidades más resilientes. Los jóvenes que valoran la responsabilidad social, que confían en otros o priorizan al prójimo por sobre uno mismo van a ser más propensos a guardar el distanciamiento social, desinfectarse mejor o evitar el acaparamiento de productos”, concluyó Oosterhoff.

Pesl, Oosterhoff, González y Cetkovich han declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.

#Quand #confinement rime avec beaucoup plus de temps passé devant les #écrans (surtout chez les jeunes adultes)

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France — Après les addictions, la prise de poids et la gestion de l’anxiété, le nouveau volet de l’enquête CoviPrev menée par Santé publique France sur les comportements et le vécu des Français de plus de 18 ans pendant le confinement s’est intéressée à l’activité physique [1]. Comme attendu, les réponses montrent une baisse de l’activité physique et une augmentation du temps passé devant les écrans, et donc, de la sédentarité. Avec un impact plus important du confinement sur temps passé assis et temps d’écran chez les jeunes adultes.

Moins de 30 min/jour d’activité physique chez 6 personnes sur 10

Sans grande surprise, il ressort de ce volet de l’enquête CoviPrev que les limitations de déplacement et l’isolement imposés par le confinement ont réduit fortement la pratique des activités physiques dans la population, sachant que l’intitulé « activités physiques » comprenait les activités faites au travail, au domicile, pour les déplacements ou lors des activités sportives ou de loisirs.

Concrètement :

  • Près de la moitié des personnes interrogées ont déclaré une diminution de leur activité physique ;
  • Et près de 6 personnes sur 10 ont fait moins de 30 min/jour d’activité physique pendant le confinement.

Cependant, à les croire, les Français ont pour une grande partie maintenu leur niveau d’activité sportive pendant le confinement, voire l’ont augmenté :

  • 45% d’entre eux n’ont pas changé leur habitude ;
  • 37% des personnes interrogées ont déclaré une diminution de leur activité sportive ;
  • 18% ont néanmoins augmenté leur pratique sportive.

Les nouvelles technologies ont joué un rôle dans cette pratique en milieu confiné puisqu’un tiers des personnes ayant fait de l’activité sportive au moins une fois dans la semaine précédant l’enquête (33%) ont déclaré avoir utilisé davantage des applications, des vidéos ou la télévision pour pratiquer cette activité sportive (yoga, renforcement musculaire, etc.). La progression de l’utilisation de ces outils a été plus forte chez les femmes, note Santé publique France.

6 personnes sur 10 ont augmenté leur temps d’écran

Les nouvelles technologies ont été mises à profit pour faire du sport, mais pas que…Smartphone, tablette et ordinateurs ont énormément servi à rester en contact avec son entourage, s’informer ou encore s’occuper (films, séries, réseaux sociaux…).

Ainsi, parmi les personnes interrogées 59% ont déclaré une augmentation du temps passé devant un écran pendant leur temps libre, avec un moyen passé de 5h par jour, pendant le confinement (hors activités professionnelles). Mais parmi l’ensemble des personnes interrogées, près d’un quart a déclaré y consacrer 7h ou plus par jour.

Près de 6h30 passées assis par jour en moyenne pendant le confinement

S’intéressant à la sédentarité pendant ce temps particulier du confinement, Santé publique France a également posé la question du temps passé en position assise, et les résultats sont assez parlants : 61% des personnes interrogées ont déclaré une augmentation du temps passé assis avec un temps moyen de 6h19 heures par jour. Un tiers des personnes interrogées a déclaré passer plus de 7 heures assis par jour.

Concernant les indicateurs de sédentarité, temps passé assis, rupture insuffisamment fréquente du temps passé assis et temps d’écran on constate que les jeunes adultes, les personnes ayant travaillé à domicile pendant le confinement et les personnes vivant en milieu urbain sont les catégories les plus concernées.

Attention au risque de sédentarité chez ceux qui continuent à télétravailler

Qu’il s’agisse de l’augmentation du temps d’écran ou du temps passé en position assise, ce sont surtout les jeunes, les personnes ayant travaillé à domicile pendant le confinement et les personnes vivant en zone urbaine qui ont été les plus concernées.

Conclusion de Santé publique France : « la fin du confinement est propice à la reprise des activités physiques quotidiennes. Une attention toute particulière doit toutefois être accordée à la sédentarité et la rupture de sédentarité pour les personnes qui poursuivent le télétravail ».

 

 

#Duelos no resueltos, #síndrome de la cabaña y #alteraciones del sueño, principales #retos posCOVID-19 en salud mental

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MADRID, ESP. Con la llegada de la nueva normalidad, lo que durante las semanas de confinamiento era una percepción, se está convirtiendo día a día en una realidad tanto en las consultas de atención primaria como en las de los especialistas en salud mental: la COVID-19 ha dejado otra secuela en forma de agudización de síntomas como la depresión o la ansiedad, y de alteraciones en cierta medida novedosas, como la gestión atípica de los duelos a la que ha tenido que hacer frente buena parte de la población española.

A falta de datos procedentes de investigaciones científicas que arrojen evidencias cuantificables en este sentido, las impresiones, opiniones y experiencias compartidas con Medscape en español por profesionales de distintos ámbitos asistenciales especializados en este tema, permiten dibujar los principales retos de salud mental a los que tendrán que hacer frente a corto y mediano plazos.

Dr. Fernando Gonçalves

“En la actualidad estamos asistiendo a un repunte de los casos de ansiedad, tanto puntuales como de cuadros que pueden ser diagnosticados como ansiedad generalizada, muchos de ellos acompañados de sintomatología depresiva. Y esto es aún más frecuente en personas con patología similar previa”, comentó el Dr. Fernando Gonçalves, responsable del Grupo de Trabajo de Salud Mental de la Sociedad Española de Médicos Generales y de Familia .

En este contexto, el Dr. Gonçalves enfatizó que estos casos de depresión se están detectando de forma especialmente significativa en los familiares cercanos a los fallecidos a causa de la pandemia, “no tanto por el deceso en sí, que tiene su lógica afectación, sino por las dramáticas circunstancias vividas en el curso de la enfermedad de ese ser querido y todo lo sucedido con su posterior fallecimiento”.

“Los sentimientos de frustración, incomprensión, soledad y abandono han sido una constante terrible. Hay que tener en cuenta el impacto producido por las circunstancias agravantes de la situación, como el no poder compartir los últimos momentos ni acompañar al familiar en su periodo de hospitalización, sin hablar de la imposibilidad de proceder a su entierro o cremación, sin tan siquiera haber podido ver físicamente a su ser querido fallecido”, destacó.

Luto, depresión y estrés postraumático

De hecho, la gestión de estos duelos no resueltos está siendo ya una constante y a la vez un reto en las consultas de atención primaria, y todo apunta que lo seguirán siendo durante los próximos meses: “Es obvio que las circunstancias tan especiales en torno a los fallecimientos dejarán una huella indeleble y duradera en los familiares. Además, a ello se están uniendo sentimientos de soledad, indefensión, incomprensión y profunda tristeza. Y sin duda aparecerán cuadros de estrés postraumático que se manifestarán en su plenitud pasados unos tres meses del deceso, aproximadamente”, señaló el Dr. Gonçalves.

En relación con esto, el experto insistió en la importancia capital de la detección precoz de estos trastornos por parte de los equipos de atención primaria y de su pronta derivación al especialista que mejor proceda en cada caso concreto. “También será necesario tener presente que no siempre los casos de mayor gravedad serán los primeros en solicitar ayuda, por lo que se debe efectuar una búsqueda sistemática proactiva, para detectarlos incluso en aquellos pacientes que no formulen quejas en este sentido”.

Ansiolíticos y trastornos del sueño: pesadillas pospandemia

Por otro lado, según explicó el Dr. Gonçalves, muchas personas han reportado alteraciones en los patrones del sueño durante el confinamiento, fundamentalmente en forma de pesadillas e insomnio, “y todo apunta a que a mediano y largo plazos previsiblemente perdurarán en el tiempo, sobre todo en forma de sueño entrecortado y superficial, u otros trastornos relacionados con este hábito. En este sentido tendremos que estar muy atentos a la autoprescripción por parte de los pacientes, así como a la costumbre de optar por solucionar estos problemas con fármacos alternativos no idóneos”.

En aquellos casos, también frecuentes en la situación actual, en donde las alteraciones del sueño son síntomas acompañantes, en los cuadros de ansiedad y depresión, es de suponer que cederán con el tratamiento de la patología de base, destacó el Dr. Gonçalves.

Asimismo, el especialista comentó que se ha producido un aumento de la demanda de fármacos ansiolíticos por parte de los pacientes, e incluso muchos médicos han incrementado su prescripción con carácter preventivo. Sin embargo, para el Dr. Gonçalves, pensar en el tratamiento sistemático con psicofármacos en toda esta patología emocional pospandemia sería un profundo error que debe evitarse: “En este sentido, me gustaría destacar que ahora más que nunca la falta de suficientes profesionales psicólogos clínicos va a ser aún más evidente. En toda esta mal llamada “nueva normalidad” deberían ser accesibles los servicios de psicoterapia prestados por la seguridad social, hasta ahora prácticamente inexistentes, y que serán imprescindibles”.

El Dr. Gonçalves hizo énfasis en que todo lo referente a estas situaciones que se están produciendo a nivel de la salud mental de la población es perfectamente aplicable también a los profesionales sanitarios implicados en la atención directa a los pacientes, “una cuestión a la que no se le está dando, a nuestro entender, la importancia debida, con los riesgos que ello implica”.

Miedos, ansiedades y “síndrome de la cabaña”

Otra situación que se está observando es lo que se ha denominado síndrome de la cabaña, esto es, la reticencia a volver a salir a la calle y a socializar con el entorno, derivada de las semanas de cuarentena.

El Dr. José Luis Carrasco

El Dr. José Luis Carrasco, jefe de la Unidad de Trastornos de la Personalidad del Hospital Clínico San Carlos, de Madrid, señaló que “el número de personas afectadas por este trastorno es mucho mayor del que nos esperábamos. Lo que ocurre es que no son visibles por el mismo hecho de que permanecen ocultas, pero nos vamos enterando de que están sufriendo estos síntomas a través de familiares o porque empiezan a faltar a reuniones a las que habitualmente acudían”.

“Además, de momento no es posible cuantificar muchos de estos casos ya que aún hay gran cantidad de población trabajando desde casa, pero sin duda la magnitud del problema irá mostrándose cuando se llegue a la total normalidad”.

Respecto a cuál de las dos situaciones “atípicas” de las vividas durante las últimas semanas —el miedo y la incertidumbre producidos por la pandemia y el confinamiento y la restricción de la movilidad— ha influido más a nivel de la salud mental y en relación con este síndrome, el Dr. Carrasco explicó que ambas tienen el mismo peso, “y de hecho, es la combinación de estas circunstancias la que resulta patógena. El miedo al peligro empuja al escondite, y estar escondido aumenta la magnitud del peligro y convierte el miedo en pánico. El confinamiento por miedo convierte al mundo exterior es un universo amenazante y, por tanto, en un terreno propicio para la agorafobia”.

En opinión del Dr. Francesc Colom, psicólogo clínico del Servicio de Psiquiatría del Hospital del Mar, en Barcelona, habría que ver cuántos de estos casos son patológicos y cuántos son meramente funcionales, derivados de la adaptación a unas exigencias sociales cambiantes. “Aún así, generalmente no es habitual que las personas que tienden a la sociabilidad cambien de repente de hábitos por el confinamiento o por el bombardeo de información sobre la pandemia”.

Adicciones a sustancias y trastornos preexistentes: impacto irregular

Los expertos coincidieron en alertar sobre el impacto que la pandemia y la pospandemia han podido tener en las conductas adictivas. En concreto, el Dr. Gonçalves advirtió: “Habrá que estar atentos a la aparición de adicciones a sustancias de abuso, una cuestión nada desdeñable en estas situaciones, y que empeoraría cualquiera de los cuadros emocionales relacionados con esta situación, transformándolos en patología dual, de peor pronóstico”.

El Dr. Gonçalves recomendó prestar especial atención al alcohol, utilizado como ansiolítico de rápido efecto y corta duración durante el confinamiento, y cuyo consumo mantenido puede devenir en patología alcohólica a la larga.

El Dr. Colom señaló que es muy pronto para determinar si ha habido aumento de nuevos casos o recaídas en adicciones: “En los próximos meses iremos viendo hasta qué punto personas con un diagnóstico de dependencia de sustancias han recaído debido al hecho de recibir menos apoyos, a la exposición constante a mensajes negativos y a pasar mucho tiempo en soledad, y también determinaremos cuántos nuevos casos se pueden contabilizar ya que, como se sabe, el retraso diagnóstico es uno de los problemas más comunes en las adicciones. Probablemente a finales de año podamos extraer algunas conclusiones sobre los cambios en la prevalencia de estas enfermedades”.

En cuanto a la afectación de estas circunstancias en personas con patología psiquiátrica preexistente, el Dr. Colom opinó que no es esperable un repunte en el trastorno mental grave: “Quizá sí podría haber un aumento de los casos de trastorno obsesivo, con pensamientos relacionados con la contaminación y compulsiones de limpieza, y trastornos ansiosos de tipo fóbico centrados en la hipocondría, así como el refuerzo de pensamientos de tipo agorafóbico”.

“En el caso de las personas con patología psiquiátrica que están a medio camino entre la institucionalización a largo plazo y el reintegro en la sociedad, esta afectación sí ha podido ser mayor ya que necesitan un apoyo constante de profesionales que hagan un seguimiento desde lo psicológico y lo social y requieren de una regularidad en los hábitos de ayuda que, en muchas ocasiones, ha quedado muy condicionada por el confinamiento”, continuó.

En el caso concreto del trastorno límite de la personalidad, el Dr. Carrasco destacó que estos pacientes han llevado bien la primera parte del confinamiento, presentando en su mayoría una situación de estabilización, “pero al final del mismo, estamos constatando que, al igual que las personas depresivas, se sienten más inseguros, indefensos y temerosos. De hecho, ya estamos asistiendo a un importante incremento de los síntomas de ansiedad y de depresión”.

Objetivo: testar los efectos, prever las consecuencias

En el ámbito de la psicología se han puesto en marcha varios estudios centrados en testar, valorar y cuantificar el impacto de la situación vivida en la salud mental de la población. Sin embargo, llama la atención que apenas se tenga noticia de iniciativas similares en el campo de la psiquiatría (al menos no han trascendido de forma similar).

Cuestionado al respecto, el Dr. Colom confirmó que se están realizando muchos estudios de tamaño medio-pequeño, “pero en mi opinión, es una noticia que calificaría de nefasta, ya que como científicos, y más en una circunstancia como la actual, deberíamos tender a colaborar en la elaboración de tamaños muestrales importantes que nos permitan llegar a conclusiones sólidas desde un punto de vista metodológico. Es desesperante ver cómo cada centro quiere tener su estudio, sin entender que la ciencia es colaboración y generosidad”.

Entre los estudios que se han hecho públicos destaca el realizado por expertos de la Facultad de Psicología de la Universidad Complutense de Madrid, en colaboración con la University of East Anglia en Inglaterra.[1] Se trata de la primera investigación desarrollada en el contexto de la pandemia con el objetivo de evaluar el estado de salud mental de la población española durante el confinamiento por COVID-19.

Los resultados preliminares de este trabajo (realizado sobre una muestra de más de 2.000 personas de las 17 comunidades autónomas españolas durante la primera semana de confinamiento, ente el 15 y el 2 de marzo de 2020) mostraron que un elevado número de personas experimentaban síntomas intrusivos (alerta y angustia fisiológica) y reacciones de ansiedad, sintomatología que, según los autores, puede corresponder con un cuadro de estrés agudo y que probablemente desaparecería al concluir esta situación.

Sin embargo, alertaron de que un alto porcentaje se encontraba en situación de riesgo de desarrollar “secuelas” en forma de depresión, estrés o ansiedad durante, meses o incluso años después.

Otro estudio destacable es el que actualmente realiza un equipo multidisciplinario de la Universidad de Huelva, la Universidad de Sevilla y la Universidad Loyola Andalucía, en Sevilla, con el apoyo de distintas instituciones sanitarias, entre ellas la Asociación Española de Especialistas en Medicina del Trabajo.[2]

La finalidad es conocer el impacto psicológico de la COVID-19 tanto en la población general como en los profesionales sanitarios, para identificar los factores fundamentales para procurar el mejor bienestar emocional y el ajuste psicológico en una situación de crisis como la vivida, y que ha afectado en gran medida al colectivo de profesionales sanitarios, esencialmente los que trabajan en primera línea. Este estudio se ha extendido actualmente a distintos países de Latinoamérica.

¿Qué pasa con las repercusiones a nivel cerebral y en patologías como el Alzheimer?

Eider Arenaza-Urquijo, Ph. D.

Con el objetivo de analizar los efectos del confinamiento en la salud mental y cerebral, e identificar los factores que mitigan o agravan este impacto, el Barcelona Beta Brain Research Center, el centro de investigación de la Fundación Pasqual Maragall, acaba de poner en marcha una investigación que, como explica Eider Arenaza-Urquijo, Ph. D., experta en neurociencias e investigadora principal del estudio, se realizará sobre personas (en su mayoría familiares de pacientes de Alzheimer, todas ellas cognitivamente sanas) que participan en otro estudio del Barcelona Beta Brain Research Center sobre enfermedad de Alzheimer familiar, impulsado por la Fundación La Caixa.

“El estudio se basa en una serie de hipótesis formuladas según las experiencias extraídas de otras cuarentenas en situaciones similares (por ejemplo, durante la epidemia del síndrome respiratorio agudo severo en 2002), que demuestran un potencial efecto negativo en la salud mental. Las previsiones apuntan a que haya un impacto del confinamiento en los niveles de ansiedad y depresión, y también en los de estrés”, agregó.

“A medio-largo plazo, también vamos a recoger medidas de síntomas relacionados con el estrés postraumático, ya que esperamos que algunas personas, una vez que haya pasado el periodo natural de recuperación, sigan experimentando malestar asociado con el confinamiento y que éste repercuta en su vida diaria, comentó la investigadora.

El estudio está diseñado de forma que se cotejen las respuestas obtenidas en dos periodos diferentes: durante el confinamiento, y 18 – 24 meses después, y se va a centrar en qué factores aumentan o disminuyen el impacto de la cuarentena en la salud mental.

“Para ello, evaluamos las habilidades de los participantes para tolerar el estrés, sus hábitos de vida durante el confinamiento, la frecuencia de las interacciones sociales, las estrategias de búsqueda de información sobre la pandemia, el espacio en el que se ha realizado el confinamiento, si ha habido enfermedad por la COVID-19 (tanto él como en algún familiar) y los cambios en la carga de tareas (de cuidados, del hogar o labores) durante este periodo”, puntualizó Arenaza-Urquijo.

Asimismo, y con la intención de determinar si en línea con investigaciones previas la ansiedad, la depresión o el estrés crónico derivados de esta situación favorecen cambios cerebrales relacionados con la enfermedad de Alzheimer, se ha sometido a participantes a pruebas que miden la proteína beta-amiloide y la proteína, así como a un análisis de estructura cerebral.

Finalmente, la investigadora destacó que una de las líneas del estudio en la que se tiene especial interés es en investigar estas hipótesis en los cuidadores, “ya que durante el confinamiento han vivido experiencias especialmente difíciles, y es de prever que haya un mayor impacto en la salud mental en este colectivo. La mayoría de los cuidadores son mujeres y la prevalencia de los trastornos del estado de ánimo es más prevalente ellas, al igual que ocurre con la enfermedad de Alzheimer; por lo tanto, hay que prestar una atención especial a este colectivo”.

Los doctores Gonçalves, Carrasco, Colom y Arenaza-Urquijo han declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.

#Cáncer: #cuidar la piel mejora la #autoestima y disminuye #miedos e #incertidumbre

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Tener unas rutinas cotidianas para que el cutis luzca sano favorece, según los expertos, el relax y la sensación de control de la imagen del enfermo oncológico.

Los pacientes con cáncer si se cuidan la piel mejoran la autoestima.
Los pacientes con cáncer si se cuidan la piel mejoran la autoestima.

Bloqueo emocional, incertidumbre, miedo, tristeza, baja autoestima, apatía y agotamiento emocional son algunas de las emociones que pueden sentir los pacientes con cáncer, en función del momento y características de la patología y de las características y factores personales. Así lo ha puesto de manifiesto la psicooncóloga Fátima Castaño, que ha participado en un webinar organizado por la Fundación Stanpa, en el que se ha hablado de los talleres que esta organización imparte en los hospitales públicos españoles para instruir a estos pacientes en el cuidado de la piel y en la mejora de la imagen.

La alteración de la imagen es uno de los trastornos que estos enfermos sufren y tiene consecuencias psicológicas importantes en ellos: “Tener imagen de enfermedad, mayor percepción de vulnerabilidadbaja autoestima y estado de ánimo y reducción de la actividad social”.

Para ayudar a los pacientes a superar ese impacto psicológico, en los talleres de la Fundación Stanpa se les instruye en los cuidados básicos de la piel y de la imagen porque “está demostrado que contribuye a afrontar de forma positiva la patología y la sensación de control de su propia imagennormaliza los cambios en el aspecto y favorece la autoaceptación; disminuye los miedos y la incertidumbremejora la autoestima, y favorece el relax diario”.

Además, como ha añadido Pilar Cairó, directora del programa Ponte guapa, te sentirás mejor, que engloba los talleres mencionados, ha defendido que el cuidado personal cotidiano de un paciente con cáncer “indica el esfuerzo por su parte por afrontar sus tratamientos, por verse y sentirse mejor consigo mismo y con los que lo rodean”.

En concreto, ha afirmado que cuidar la piel es importante antes, durante y después del tratamiento oncológico. “Por efectos secundarios de las terapias oncológicas, durante el tratamiento, la piel sufre cambios en todo el cuerpo, que dependerán de la terapia pautada y del paciente. Eso sí, la mayoría son reversibles cuando finaliza el tratamiento y se pueden equilibrar y aliviar con los cuidado dermocosméticos apropiados”. Pero ha hecho una advertencia: “Siempre se precisa la valoración del equipo médico responsable antes de realizar cualquier tratamiento cosmético”.

Efectos secundarios en la piel

En concreto, Cairó enumeró los siguientes efectos en la piel y en la imagen:

  • Alopecia/disminución de la densidad capilar.
  • Cambios en el tono de la piel: hiperpigmentación, hipopigmentación, enrojecimiento o tono cetrino.
  • Sequedad y descamación.
  • Irritación pos radioterapia.
  • Prurito.
  • Aparición de vello.
  • Reacciones alérgicas.
  • Brotes de sensibilidad.
  • Acné.
  • Erupciones.
  • Queratosis cicatricial.
  • Escaras.
  • Uñas quebradizas, cutículas inflamadas y onicomicosis.

Lo que no se debe hacer

Pero no todos los cuidados cosméticos valen. De hecho hay ciertas prácticas que los pacientes con cáncer no deben hacer, a juicio de Cairó:

  • Realizar tratamientos de cabina en centros de estética.
  • Frecuentar balnearios o spa.
  • Hacerse manicuras en centros de manicura.
  • Hacerse micropigmentaciones ni tatuajes.
  • Utilizar cejas y pestañas positivas.
  • Masajes, salvo los que sean por prescripción del médico o enfermero.

Lo básico

Entre los cuidados básicos que sí están indicados en este grupo de población, es la limpieza cutánea (de ojo y rostro); la hidratación (de contorno de ojos, rostro, cuello, escote y cuero cabelludo), y protección solar.

La portavoz de la Fundación Stanpa ha mencionado el importante papel que juega el maquillaje para mejorar la imagen del paciente oncológico, puesto que corrige imperfecciones derivadas del tratamiento, entre ellas, sequedad, manchas, eritemas, exantemas. “Nosotros en los talleres -añade- no enseñamos a que se maquillen para ir a una fiesta, sino que nos centramos en el maquillaje básico para que tengan un aspecto lo más natural posible y se vean bien”. Por ello, se centran en la base de maquillaje, corrección de ojeras, polvos matificantes (polvos de sol), corrección de cejas, maquillaje de ojos (sombras, delineado y máscara de pestañas), colorete y delineado de labios.

Cuidado de las uñas

Durante su intervención, Cairó no se ha olvidado de las uñas, que están más frágiles y son más vulnerables a las infecciones. Entre los consejos que los profesionales sanitarios pueden dar para su cuidado destacan: evitar cortar las cutículas (retirarlas con palito de naranja); aplicar crema hidratante específica para prevenir la sequedad, las roturas y los padrastros; no usar limas sobre manchas o estrías, y mejor no aplicar esmalte de color, ya que oculta posibles cambios de aspecto.

#COVID-19: expertos advierten sobre #trauma psicológico por la #disnea grave

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El trauma psicológico que puede resultar de la sensación de disnea grave en pacientes con COVID-19 que reciben ventilación mecánica con ajustes para proteger el pulmón es un problema urgente que requiere tomarse más en cuenta, así como tratamiento apropiado, dicen tres médicos especialistas en cuidados intensivos.[1]

“Con la probabilidad de que cientos de miles de pacientes con disnea en el mundo durante la pandemia necesiten ventilación mecánica con bajo volumen corriente, nos preocupa el potencial de trauma psicológico masivo en los sobrevivientes, inducido por la disnea grave no tratada”, afirmaron los médicos, dirigidos por el primer autor, Dr. Richard Schwartzstein, jefe de la Secciónde Medicina Pulmonar, Cuidados Intensivos y Sueño en el Beth Israel Deaconess Medical Center y la Harvard Medical School.

“Durante esta crisis recomendamos a los médicos que proporcionan cuidados intensivos que presten atención a la posibilidad de disnea extrema en pacientes con COVID-19 que reciben ventilación mecánica y presentan síndrome de insuficiencia respiratoria aguda, y que tengan en cuenta los beneficios farmacológicos documentados de los opiáceos en su tratamiento”, añadieron.

El artículo de perspectiva fue publicado el 5 de junio en la versión electrónica de Annals of the American Thoracic Society.

Disnea grave

Estudios recientes indican que la gran mayoría de los pacientes hospitalizados en la unidad de cuidados intensivos con COVID-19 tiene disnea grave antes de la intubación y la ventilación mecánica. La estrategia recomendada para la ventilación en estos pacientes es limitar el volumen corriente (el volumen de sus respiraciones), pues las respiraciones de gran volumen pueden dañar los pulmones.

Sin embargo, esta también es una receta para la disnea grave,  término que los autores denominan la forma más molesta de disnea, y puede dar lugar a problemas emocionales y psiquiátricos, tales como trastorno por estrés postraumático en sobrevivientes de síndrome de insuficiencia respiratoria aguda, comentó el Dr. Schwartzstein a Medscape Noticias Médicas.

“No podemos demostrar a este momento que las dos cosas estén vinculadas, pero es plausible una asociación entre el trauma de tener disnea muy grave y no poder hacer gran cosa al respecto y desarrollar estos problemas”, destacó.

“Anecdóticamente, al hablar a los pacientes que han estado en insuficiencia respiratoria y con ventilación mecánica, muchos de ellos recuerdan una sensación asfixiante que es atemorizante, y refieren que les invade el miedo”, añadió.

Con el advenimiento del bloqueo neuromuscular para inducir parálisis en pacientes con ventilación mecánica, “nos preocupa incluso más este problema porque no podemos hacer ninguna evaluación para determinar si el paciente tiene o no tiene disnea”, agregó el Dr. Schwartzstein.

También afirmó que persiste una noción errónea de que la relajación muscular reduce la disnea. “Ahora sabemos que el bloqueo neuromuscular no la disminuye. La mayor parte de los sedantes tampoco la alivian”, indicó.

No obstante, el problema de la disnea es controlable. Sin embargo, el primer paso es reconocerla.

“Médicos que tratan el síndrome de insuficiencia respiratoria aguda debido a COVID-19, algunos de los cuales pueden no estar acostumbrados a tratar pacientes con insuficiencia respiratoria, primero deben tomar en cuenta el problema y luego considerar los medios para mitigar la disnea grave”, destacó el Dr. Schwartzstein.

En cuanto al tratamiento, los opiáceos son “los fármacos más fiables para el alivio sintomático de la disnea; parecen actuar deprimiendo el estímulo ventilatorio y aumentando las vías perceptivas, como en el caso del dolor”, señalaron los autores.

Varios estudios han demostrado que la morfina, incluso en dosis bajas, alivia la disnea. “En nuestro hospital, administramos una buena dosis saludable de opiáceos como parte del protocolo de sedación”, añadió el Dr. Schwartzstein.

Mitigando el trauma psicológico en sobrevivientes

Medscape Noticias Médicas se puso en contacto con expertos en psiquiatría y cuidados intensivos para un comentario sobre este tema.

El Dr. O. Joseph Bienvenu, Ph. D., profesor adjunto, de psiquiatría y ciencias de la conducta, de la Johns Hopkins University School of Medicine, en Baltimore, Estados Unidos, dijo que este es un problema que surge para los psiquiatras de enlace con la consulta.

“Las enfermedades graves y los tratamientos necesarios para mantener vivos a los pacientes son enormes factores estresantes y la morbilidad psiquiátrica es común después del tratamiento en la unidad de cuidados intensivos”, manifestó a Medscape Noticias Médicas.

Los estudios de investigación indican que alrededor de 40% de los sobrevivientes tiene síntomas de ansiedad clínicamente importantes; 30% presenta síntomas depresivos clínicamente importantes, y 20% tiene síntomas de trastorno por estrés postraumático clínicamente importantes después de una permanencia en la unidad de cuidados intensivos.

“El recuerdo de sentirse con disnea durante la enfermedad grave se asocia a síntomas de trastorno por estrés postraumático en sobrevivientes. Hay formas de aminorar el riesgo de trauma psicológico después de una estancia en la unidad de cuidados intensivos, pero esto todavía no se ha dilucidado bien y no todos los expertos están de acuerdo”, destacó el Dr. Bienvenu.

El especialista es partidario de los diarios de la unidad de cuidados intensivos escritos a pacientes con enfermedades muy graves por el personal clínico y los familiares, para ayudar a aquellos a comprender cuán grave estaban, qué procedimientos y tratamiento recibieron y por qué algunos de estos recuerdos pueden ser de cosas que no ocurrieron, o al menos no ocurrieron como lo recuerdan.

“Estos diarios abordan un problema importante en pacientes muy graves internados en cuidados intensivos, el delirium,  que puede asociarse a alucinaciones, percepciones erróneas/delirios, y experiencias terribles parecidas a pesadillas que todavía parecen muy reales por mucho tiempo después del alta”, dijo el Dr. Bienvenu.

También respalda los programas de seguimiento después de la permanencia en la unidad de cuidados intensivos, sean en vivo o virtuales, que abordan la recuperación psicológica junto con la recuperación/adaptación física y cognitiva y grupos de apoyo para pacientes y familiares después del alta de la unidad de cuidados intensivos.

Acto de equilibrio

Dos médicos de cuidados intensivos también opinan.

La Dra. Mirna Mohanraj, directora de programa de la Residencia de Medicina Pulmonar y Cuidados Intensivos en Mount Sinai Morningside Hospital en la ciudad de Nueva York, Estados Unidos, dijo que reconoce los “conceptos e inquietudes” planteados en el artículo de perspectiva.

Al igual que el Dr. Schwartzstein, la Dra. Mohanraj señaló que la sedación intensa y el bloqueo neuromuscular para lograr una ventilación segura y eficaz puede dificultar la evaluación de la sensación de disnea intensa de un paciente.

Hizo notar que en Mount Sinai Morningside, los pacientes con COVID-19 con síndrome de insuficiencia respiratoria aguda grave a menudo necesitaban mucha más analgesia, sedantes y relajantes musculares que los pacientes con síndrome de insuficiencia respiratoria aguda típico.

“Nos intrigó encontrar pacientes que necesitaban dosis notablemente elevadas de infusiones de opiáceo y benzodiacepina además del bloqueo neuromuscular. Los efectos antidisnea de los opiáceos están bien descritos; con las altas tasas observadas, se supondría que la sensación de disnea intensa se amortiguaría o eliminaría efectivamente”, manifestó la Dra. Mohanraj a Medscape Noticias Médicas.

La Dra. Mohanraj estuvo de acuerdo en que los opiáceos en el síndrome de insuficiencia respiratoria aguda por COVID-19 pueden ser útiles de varias formas, inclusive en el tratamiento de la disnea.

Sin embargo, añadió, “se ha de tener cautela en administrar la cantidad mínima de tratamientos con analgésicos, sedantes, amnésicos y relajantes musculares necesarios para controlar efectivamente los síntomas de dolor y disnea y también lograr la ventilación segura a fin de mejorar la sobrevida”, dijo.

“La utilización excesiva de sedantes y analgésicos también puede contribuir de manera negativa a la neuromiopatía postsíndrome de insuficiencia respiratoria aguda, el delirio de la unidad de cuidados intensivos y la disfunción cognitiva subsiguiente al síndrome de insuficiencia respiratoria aguda”, destacó la Dra. Mohanraj.

Respalda “fuertemente incluir a los sobrevivientes de COVID-19 en estudios formales de síndrome posUCI para comprender mejor si el empleo de opiáceos dará lugar a una frecuencia más baja de trastorno por estrés postraumático”.

Más allá de COVID-19

El Dr. Craig Jabaley, profesor adjunto de anestesiología, de la Emory University School of Medicine, en Atlanta, Estados Unidos, y miembro de la Society of Critical Care Medicine, señaló que la disnea es “un problema importante para todos los pacientes muy graves con insuficiencia respiratoria grave, sea por COVID-19 o cualquier otra causa”.

El estrés psicológico que resulta de la enfermedad grave por cualquier causa se ha asociado a efectos adversos a largo plazo, y las medidas para mitigar esto han sido una investigación y el interés clínico de los especialistas en cuidados intensivos por varias décadas.

“Como señalan los autores, el conocimiento de la atención a los adultos con enfermedades muy graves es muy importante para el reconocimiento y tratamiento de cualesquiera desafíos clínicos asociados con enfermedades graves, incluida la disnea”, agregó el Dr. Jabaley.

“Desde el punto de vista de la Society of Critical Care Medicine, el desarrollo y la defensa de modelos de dotación de personal multidisciplinario de diversos niveles han sido centrales para la preparación y los esfuerzos de respuesta ante la pandemia a fin de garantizar la disponibilidad de profesionales capacitados para satisfacer el aumento de la demanda de cuidados intensivos”, comentó a Medscape Noticias Médicas.

El Dr. Jabaley añadió que mitigar la disnea, en particular, implica el reconocimiento del problema por profesionales capacitados; la optimización de las estrategias de ventilación mecánica por el equipo de cuidados intensivos multidisciplinarios; y las estrategias de sedación apropiada como las descritas en las “Guías de Práctica Clínica 2018 de la SCCM para Prevención y Tratamiento del Dolor, Agitación y Sedación, Delirio, Inmovilidad y Trastorno del Sueño en Pacientes Adultos de la unidad de cuidados intensivos”.[2]

#Irritabilidade é associada a #suicídio na #depressão maior

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A ocorrência de irritabilidade em adultos com transtorno depressivo maior ou com transtorno por uso de estimulantes está fortemente associada a suicídio, e deve ser avaliada por médicos.

Três ensaios clínicos com pacientes adultos com transtorno depressivo maior e um estudo com adultos com transtorno por uso de estimulantes mostraram que a associação entre irritabilidade e suicídio é mais forte do que a associação entre gravidade da depressão e comportamento suicida.

“A irritabilidade é uma característica importante que não é estudada com frequência em adultos com transtorno depressivo maior”, disse ao Medscape o Dr. Manish K. Jha, médico da Icahn School of Medicine em Mount Sinai, Nova York.

“Se você observar a convenção diagnóstica atual, a irritabilidade não é considerada um sintoma de episódios depressivos graves em adultos, mas, abaixo dos 18 anos, é considerado um dos dois principais sintomas”, disse o Dr. Manish.

Os achados foram apresentados na edição on-line da reunião anual de 2020 da American Society of Clinical Psychopharmacology (ASCP).

Clinicamente útil

“A irritabilidade é avaliada por meio de normas de comportamento para a idade”, explicou o Dr. Manish.

“A melhor forma de conceituar a irritabilidade é a propensão a ficar bravo com facilidade ou com mais frequência quando comparado a colegas em resposta à frustração. Eu tenho um filho de dois anos e meio, e se ele fizer uma birra, será perfeitamente apropriado para a sua idade, mas se eu fizesse a mesma coisa, seria um ato de irritabilidade extrema. A literatura pediátrica utiliza o termo ‘rabugice’, mas é um pouco difícil de definir, em parte porque não foi estudado extensivamente”, disse o médico.

Para entender melhor a potencial associação entre irritabilidade e suicídio, os pesquisadores revisaram os resultados de três estudos com adultos com transtorno depressivo maior. Os estudos foram: Combining Medications to Enhance Depression Outcomes (CO-MED)”, que incluiu 665 pacientes; Establishing Moderators and Biosignatures of Antidepressant Response in Clinical Care (EMBARC)”, que incluiu 296 pacientes; e o Suicide Assessment Methodology Study (SAMS)”, que incluiu 266 pacientes.

Os pesquisadores também avaliaram o estudo Stimulant Reduction Intervention Using Dosed Exercise (STRIDE)”, que incluiu 302 adultos com transtorno por uso de estimulantes.

Todos os estudos avaliaram a irritabilidade utilizando a escala Concise Associated Symptom Tracking, uma escala de Likert de cinco pontos. Esses estudos também avaliaram o risco de suicídio com a escala Concise Health Risk Tracking Suicidal Thoughts.

Os pesquisadores descobriram que a irritabilidade e o risco de suicídio estavam correlacionados de forma positiva. A associação entre irritabilidade e suicídio foi de duas a onze vezes mais forte do que a relação com depressão em geral.

A identificação de irritabilidade mais acentuada ao início do estudo foi um preditor de maiores níveis de suicídio na nona semana dos estudos CO-MED (P = 0,011), EMBARC (P < 0,0001) e STRIDE (P = 0,007), mas não do estudo SAMS (P = 0,21).

Uma redução mais acentuada da irritabilidade desde o início do estudo até a quarta semana foi um preditor de menores níveis de risco de suicídio na oitava semana dos estudos CO-MED (P = 0,007), EMBARC (P < 0,0001) e STRIDE (P < 0,0001), mas não no estudo SAMS (P = 0,65).

De forma semelhante, irritabilidade mais discreta ao início do estudo e maiores reduções na irritabilidade foram associadas a menores níveis de suicídio na 28ª semana do estudo CO-MED, na 16ª semana do estudo EMBARC e na 36ª semana do estudo STRIDE.

O Dr. Manish especulou que, ao tratar a irritabilidade seria possível diminuir as taxas de ideação suicida subsequente, e ele acredita que medir a irritabilidade no transtorno depressivo maior “tem utilidade clínica”.

Sintoma comum e incapacitante

Comentando o estudo para o Medscape, o Dr. Sanjay J. Mathew, médico e professor de psiquiatria e ciências comportamentais do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, disse que os achados oferecem mais embasamento de que a irritabilidade é um sintoma associado à depressão maior relativamente comum e incapacitante.

“A presença de irritabilidade importante foi associada a maiores níveis de ideação suicida e, portanto, é algo muito relevante a ser avaliado pelos médicos”, disse o Dr. Sanjay, que não participou do estudo.

“A melhora precoce na irritabilidade está associada a melhores desfechos em longo prazo com tratamentos antidepressivos, e isso destaca a necessidade de avaliação clínica minuciosa e precoce no curso do tratamento antidepressivo, idealmente nas primeiras duas semanas”, ele disse.

O Dr. Manish informou relações financeiras com a ACADIA Pharmaceuticals e Janssen Research & Development. O Dr. Sanjay informou relações financeiras com a Allergan, Vistagen, Janssen, Clexio e Biohaven.

Encontro anual de 2020 da American Society of Clinical Psychopharmacology (ASCP): Abstract 3002163. Apresentado em 30 de maio de 2020

#O #temperamento da criança influencia em seus #hábitos alimentares?

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menino comendo chocolate e se sujando de acordo com temperamento e hábitos alimentares

Segundo o estudo Temperament as a predictor of eating behavior in middle childhood – A fixed effects approach, publicado no jornal Appetite, o temperamento está envolvido na etiologia do comportamento alimentar das crianças.

Steinsbekk e colaboradores, pesquisadores responsáveis pelo estudo, basearam-se na hipótese de que diferenças individuais de temperamento influenciam o desenvolvimento do comportamento alimentar das crianças.

Essa teoria já havia sido testada predominantemente em desenhos transversais. No entanto, fatores de confusão importantes, como genética e fatores parentais estáveis, não foram considerados. Dessa forma, os pesquisadores planejaram estabelecer, de uma forma mais clara, se o temperamento está envolvido na etiologia do comportamento alimentar na primeira infância.

 

Temperamento e hábitos alimentares

Os pesquisadores citam o modelo psicobiológico de Rothbart, que engloba três dimensões temperamentais abrangentes: (1) afetividade negativa, caracterizada por instabilidade do humor, irritabilidade e emoções negativas desreguladas; (2) Esforço de controle, definido como a capacidade de inibir uma resposta dominante (por exemplo, comer um pouco de chocolate) para executar uma resposta menos saliente (como evitar comer o chocolate), isto é, um processo de autorregulação ou controle; (3) Extroversão, que diz respeito à abordagem e ao nível de atividade da criança. Cada uma dessas dimensões temperamentais tem sido associada a vários tipos de alimentação na infância.

Um total de 802 crianças habitantes de Trondheim, Noruega, com idades de 4, 6, 8 e 10 anos participaram do estudo. Os pesquisadores perguntaram aos pais sobre os hábitos alimentares e o temperamento dos filhos, avaliando se o temperamento poderia prever como os hábitos alimentares evoluíram. A afetividade temperamental negativa, o esforço de controle e a extroversão foram medidos pelo The Child Behavior Questionnaire (CBQ).

 

Children’s Eating Behavior Questionnaire (CEBQ) capturou quatro comportamentos de ‘abordagem alimentar’ (‘responsividade alimentar’, ‘prazer de comer’, ‘excessos emocionais’, ‘desejo de beber’) e quatro comportamentos ‘evitadores de alimentos’ (‘suborno emocional’ , ‘capacidade de resposta à saciedade’, ‘agitação alimentar’, ‘lentidão na alimentação’).

Resultados

Steinsbekk e equipe descobriram que uma maior afetividade negativa previa níveis mais altos de capacidade de resposta aos alimentos, excessos emocionais, subalimentação emocional, capacidade de resposta à saciedade, agitação alimentar, lentidão na comida e desejo de beber. Um esforço de controle menor previu mais agitação, capacidade de resposta alimentar, excessos emocionais e desejo de beber, enquanto um controle de esforço maior previu mais prazer com a comida e lentidão na alimentação, embora não de forma consistente em todos os momentos.

Níveis mais altos de extroversão foram prospectivamente associados a um maior aproveitamento da comida e capacidade de resposta aos alimentos, bem como menor capacidade de resposta à saciedade, agitação e lentidão na comida, mas, novamente, não de forma consistente em todos os momentos.

Os pesquisadores concluíram que o temperamento está envolvido na etiologia do comportamento alimentar, e dimensões temperamentais específicas provavelmente influenciam comportamentos alimentares específicos. Dessa forma, aumentar a conscientização entre os cuidadores de que alguns comportamentos alimentares estão associados a um risco maior de excesso de peso e problemas nutricionais pode ajudar os cuidadores de crianças altamente negativas afetivamente a estarem cientes de como as práticas de alimentação afetam o comportamento nutritivo das crianças em desenvolvimento e usar esse conhecimento para promover uma dieta saudável para seus filhos.

Autora:

Roberta Esteves Vieira de Castro

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Valença. Residência médica em Pediatria pelo Hospital Federal Cardoso Fontes. Residência médica em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Mestra em Saúde Materno-Infantil pela Universidade Federal Fluminense (Linha de Pesquisa: Saúde da Criança e do Adolescente). Doutora em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-graduanda em neurointensivismo pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR). Médica da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da UERJ. Membro da Rede Brasileira de Pesquisa em Pediatria do IDOR no Rio de Janeiro. Acompanhou as UTI Pediátrica e Cardíaca do Hospital for Sick Children (Sick Kids) em Toronto, Canadá, supervisionada pelo Dr. Peter Cox. Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Membro do comitê de sedação, analgesia e delirium da AMIB. Membro do comitê de filiação da American Delirium Society (ADS). Coordenadora e cofundadora do Latin American Delirium Special Interest Group (LADIG). Membro de apoio da Society for Pediatric Sedation (SPS).

Referências bibliográficas:

  • STEINSBEKK, Silje et al. Temperament as a predictor of eating behavior in middle childhood – A fixed effects approach. Appetite, v.150, 104640, 2020

#Relacionan las #hormonas de estrés con la progresión del #cáncer de mama

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Investigadores del CiberCV en el Centro de Biología Molecular Severo Ochoa descubren que el estrés ambiental dispara el crecimiento de células malignas.

Mecanismo biológico del estrés en cáncer de mama
El estrés facilita la adaptación de las células tumorales a la hipoxia y su proliferación incluso en condiciones adversas.

Un equipo del Ciber de Enfermedades Cardiovasculares (CiberCV) ha identificado cómo el estrés adrenérgico -una influencia ambiental que favorece la progresión de tumores- facilita la respuesta de adaptación de las células que causan el cáncer de mama a la hipoxia (falta de oxígeno) y su proliferación incluso en condiciones adversas. El trabajo, que se publica en Cancers, ha sido dirigido por Petronila Penela y Federico Mayor, en el Centro de Biología Molecular Severo Ochoa, de Madrid, en colaboración con investigadores del Ciber de Enfermedades Hepáticas y Digestivas y el CIC bioGUNE y del CiberNED e Idival.

El estudio muestra la manera en que las células tumorales amplifican la adaptación a la hipoxia que es un factor clave en la evolución del cáncer. Los investigadores, mediante métodos in vitro, de estudio celular y técnicas de bioinformática, han determinado que las células tumorales utilizan a la proteína GRK2 y a un regulador llamado HuR para acumular un factor, el HIF-1, que afecta a la expresión de genes y a una amplia gama de funciones celulares, entre ellas, las que inducen a la supervivencia y la formación de nuevos vasos sanguíneos.

Según explica Clara Reglero, primera autora del trabajo, “aquellas células con capacidad para poner en marcha mecanismos que potencien la respuesta a la hipoxia, y en particular la acumulación de HIF-1, tendrán más ventajas para seguir expandiéndose y, por lo tanto, representan una oportunidad terapéutica para poder frenar los tumores”.

Sin oxígeno

El estrés adrenérgico es una influencia ambiental que favorece la progresión de muchos tumores, incluyendo el cáncer de mama. Las situaciones crónicas de estrés emocional aumentan los niveles de hormonas (catecolaminas) que actúan sobre las células cancerosas. Estas hormonas de estrés aumentan las proteínas GRK2 y HuR activando la producción de HIF-1 y de factores formadores de vasos, aunque haya oxígeno suficiente.

“Por este mecanismo el estrés adrenérgico puede facilitar la supervivencia de las células malignas, incluso antes de que la masa tumoral en expansión se vuelva hipóxica, y así mejorar también la adaptación de las células tumorales a otros posibles entornos adversos de manera anticipada. El aumento coincidente de estas proteínas en tumores de mama puede ayudar a definir casos en riesgo de progresar desfavorablemente en condiciones de estrés emocional, incluso en tumores que a priori tienen mejor pronóstico y tratamiento como los tumores dependientes de estrógenos”, concluye Petronila Penela.