PEDIATRIA

Acréscimo de ovos à dieta pode impulsionar o crescimento dos bebês em situação de risco

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Marilynn Larking

NOVA YORK (Reuters Health) – A introdução de ovos na alimentação melhorou substancialmente o crescimento dos bebês entre seis e nove meses de idade no Equador, e pode fazer o mesmo em outras regiões com escassez de recursos, afirmam pesquisadores.

“Globalmente, existem 162 milhões de crianças com atraso no desenvolvimento, o que as coloca em risco de ter um desenvolvimento cerebral insuficiente, de contrair doenças infecciosas e de morte”, disse à Reuters Health a Dra. Lora Iannotti, da Washington University, em St. Louis, Missouri.

“Em nossa opinião”, disse ela por e-mail, “a principal descoberta neste estudo foi o aumento importante do crescimento linear de 0,63 da pontuação Z do comprimento comparado à idade (curva de crescimento da OMS) e uma redução de 47% na prevalência de atraso ou parada do crescimento – mais de um terço acima do que tem sido observado em todo o mundo com as estratégias de alimentação complementar”.

“As intervenções nutricionais convencionais, como o consumo de suplementos ou alimentos enriquecidos, não surtiram um efeito dessa magnitude”, acrescentou a Dra. Lora. “Os ovos fornecem muitos nutrientes, como a colina e outros fatores de crescimento, em matrizes de alta biodisponibilidade”.

A Dra. Lora e colaboradores randomizaram bebês de seis a nove meses para comerem um ovo por dia durante seis meses (83 bebês) ou não receberem nenhuma intervenção (controle, 80 bebês). Ambos grupos receberam mensagens de marketing social incentivando sua participação. Todas as famílias foram visitadas semanalmente para a distribuição dos ovos, e para o monitoramento do consumo de ovos (apenas para o grupo recebendo os ovos) e dos sinais e sintomas de morbidade.

Conforme informado on-line em 7 de junho no periódico Pediatrics, a intervenção com os ovos aumentou o valor da pontuação Z do comprimento comparado à idade em 0,63 e a pontuação Z do peso para idade em 0,61. A prevalência de atraso ou parada do crescimento foi reduzida em 47% dos casos, e a de baixo peso em 74% dos casos.

As crianças no grupo da intervenção comeram mais ovos do que os controles. Ao longo do tempo, os dois grupos aumentaram o consumo de alimentos ou bebidas açucaradas e refrigerantes. No entanto, no grupo recebendo os ovos, a prevalência do consumo referido de alimentos como chocolate, doces, bolos e biscoitos, foi 29% menor do que no grupo controle (P = 0,032) ao final do estudo.

O consumo de refrigerantes não foi significativamente menor no grupo recebendo ovos (10% contra 14%, P = 0,137).

Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos em termos de consumo de outros alimentos, e não houve registro de alergia a ovo.

A campanha de marketing social foi uma das chaves para o sucesso da intervenção, disse a Dra. Lora. “Mensagens e símbolos culturalmente apropriados foram cuidadosamente elaborados e direcionados para a comunidade indígena mista. Apesar de ter havido uma erupção vulcânica no meio do ensaio clínico, tivemos apenas 7% de perda de acompanhamento”.

“Outro fator fundamental de sucesso foi a introdução precoce de ovos no período da alimentação complementar, dos seis aos nove meses”, acrescentou. “O Ministério da Saúde Pública do Equador recomendara anteriormente a introdução alimentar de ovos após um ano de idade”.

“Com os resultados do nosso estudo, e as evidências crescentes na literatura mitigando as questões relacionadas com as alergias e com o colesterol”, observou a Dra. Lora, “a orientação foi modificada para incentivar a introdução dos ovos aos sete meses de idade”.

“Nesta população andina, e em outras ao redor do mundo, os ovos são apreciados e reconhecidos como um alimento de baixo custo e de alta qualidade. As descobertas sugerem que os ovos podem contribuir consideravelmente para os objetivos da ONU de reduzir o atraso ou a parada do crescimento e de enfrentar a fome oculta”, concluiu a médica.

A Dra. Lona Sandon, professora-assistente de nutrição clínica no UT Southwestern Medical Center, em Dallas, observou que o estudo “foi feito em uma população com baixa segurança alimentar, com dificuldade para obter comida suficiente (calorias e proteínas) para uma saúde e crescimento ideais”.

“É notável que algo tão simples como o acréscimo de um ovo por dia à dieta possa levar ao aumento do crescimento”, disse a Dra. Lona à Reuters Health.

“Os ovos são uma ótima fonte de proteínas e uma das fontes proteicas de menor custo, o que os torna um alimento de acesso fácil para as pessoas que vivem em situação de baixa segurança alimentar”, disse ela por e-mail. “Os ovos são um alimento básico incluído nos pacotes dos programas alimentares para mulheres, bebês e crianças nos EUA”.

“A preocupação com a alergia ao ovo pode não se justificar nesta população”, disse a Dra. Lona. “A prevalência de alergias alimentares parece ser menor nas populações de baixa renda por razões não completamente entendidas. Além disso, as pesquisas atuais com outros alimentos que causam alergias sugerem que a introdução alimentar precoce pode ajudar a sensibilizar as crianças, prevenindo futuras reações alérgicas “.

“A conclusão”, disse a Dra. Lona, “é que os ovos podem ser introduzidos precocemente de forma segura, e são uma maneira barata de fornecer nutrientes de qualidade que podem ajudar a reduzir o atraso ou a parada do crescimento, melhorando assim o crescimento e o desenvolvimento da criança”.

Na época do estudo, dois coautores trabalhavam para o financiador do estudo, The Mathile Institute.

Fonte: http://bit.ly/2qXAL3v

Pediatrics 2017.

Single-gene mutations that lead to atopic dermatitis identified

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The findings suggest some the genetic defects underpinning atopic dermatitis could be corrected by glutamine supplementation.

Scientists have identified mutations in the CARD11 gene that lead to atopic dermatitis and say their research suggest a potential therapeutic target.

Through next-generation sequencing on a cohort of patients with severe atopic dermatitis, scientists from the National Institute of Allergy and Infectious Diseases in the US identified eight individuals, from four unrelated families, with novel heterozygous mutations in CARD11. Each of the four families had a distinct mutation that affected a different region of the CARD11 protein, but all the mutations had similar effects on T-cell signalling.

The scientists determined that the mutations led to defective activation of two cell-signalling pathways, one of which is typically activated in part by glutamine. They found growing cultured T-cells from patients with CARD11 mutations with excess glutamine boosted rapamycin complex 1 (mTORC1) activation, suggesting the potential to partially correct the cell-signalling defects that may contribute to atopic dermatitis.

A new study is now planned to assess the effect of supplemental glutamine and leucine, which also activates mTORC1, in people with atopic dermatitis with and without the single gene mutations.

The findings are published in Nature Genetics .

La participación del padre en el cuidado de los niños puede ayudar a prevenir la obesidad infantil (Obesity)

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Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños.

Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños.

Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños, pero poca investigación ha examinado su asociación con la obesidad infantil. En un estudio reciente, la mayor participación de los padres en el cuidado de los niños se relacionó con una menor probabilidad de que sus hijos se convirtieran en obesos entre los 2 y los 4 años de edad.

En el análisis, que utilizó datos de una encuesta realizada en una muestra nacionalmente representativa de niños en Estados Unidos, el aumento de la participación de los padres en el cuidado físico de los niños (como bañarse y vestir a los niños) y la frecuencia con la que llevan a los niños a dar un paseo y juegan con ellos se vincularon con una menor probabilidad de obesidad en sus hijos pequeños.

Los hallazgos -publicados en la revista “Obesity”– sugieren que alentar a los padres a aumentar su participación en la crianza de los hijos e incluir a los padres en los esfuerzos de prevención de la obesidad infantil puede ayudar a reducir el riesgo de obesidad entre los niños pequeños.

“Cada vez hay más pruebas de la importancia de la participación de los padres en la crianza de los niños en otras áreas del desarrollo de los niños y nuestro estudio sugiere que también puede haber beneficios para la salud infantil -afirma la líder del estudio, la Dra. Michelle Wong, de la Johns Hopkins School of Public Health, en Estados Unidos–. Como debido a las limitaciones de los datos sólo podíamos considerar la participación de los padres, también es importante entender la participación relativa en los cuidados de las madres y los padres”.

Dieta mediterránea y arteterapia, nuevas herramientas para ayudar a niños con déficit de atención e hiperactividad

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En la actualidad, entre el 5 y el 7% de los menores sufren TDAH y, en muchas ocasiones, esta patología se mantiene hasta la edad adulta.

Más de 100 expertos en Psiquiatría y Psicología del niño y adolescente se reunirán el 23 de junio, en Pamplona para exponer las principales novedades y puntos clave en el tratamiento e intervención del trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH), en el marco de la XI Jornada de Actualización en Psiquiatría Infantil y Adolescente.

El evento está organizado por la Unidad de Psiquiatría Infantil y Adolescente de la Clínica Universidad de Navarra, la Sociedad Vasco-Navarra de Psiquiatría (SVNP), el Servicio Navarro de Salud, el Centro de Salud Mental Infanto-Juvenil Natividad Zubieta y el Instituto Cultura y Sociedad de la Universidad de Navarra.

Este ciclo de conferencias se dirige a profesionales especializados en Psiquiatría, Psicología y Pediatría, así como a profesores de primaria y secundaria, orientadores, trabajadores sociales y padres de niños que sufren esta enfermedad.

El objetivo de la jornada es poner en común conocimientos para ofrecer una visión integral y avanzar hacia una actuación más coordinada. “En definitiva, este curso pretende aportar una visión unificadora del diagnóstico y tratamiento del TDAH, un trastorno que sufren entre el 5 y el 7% de los niños”, ha explicado el Dr. César Soutullo, director de la Unidad de Psiquiatría Infantil y Adolescente de la Clínica Universidad de Navarra.

Según ha indicado, en la edición de este año se centrarán en la parte biológica (imagen cerebral), pero además realizarán una valoración de los tratamientos que muestran mejores resultados para hacer frente a esta patología.

En este sentido, el especialista se ha referido a los beneficios que aporta para la salud mental el seguimiento de la dieta mediterránea, el tratamiento basado en arteterapia, así como el uso de psicoterapias para el entrenamiento de las habilidades sociales. “Son niños que descuidan su dieta y se han acostumbrado a fracasar, por eso es importante encontrar experiencias de éxito con ellos”, ha destacado.

Además, los ponentes tratarán también las novedades y evidencias en el tratamiento farmacológico y la importancia de la detección precoz para hacer frente a la enfermedad. El TDAH se caracteriza por la hiperactividad, problemas de atención e impulsividad; estos síntomas conllevan una actividad física excesiva, bajo rendimiento escolar, dificultad para inhibir impulsos, trastornos de la conducta y del lenguaje, y un grado de atención muy bajo, que interfieren negativamente en el rendimiento y la progresión académica, la interacción social con otros niños, con adultos y con el ambiente familiar.

Estas complicaciones causan un rendimiento general por debajo de su capacidad intelectual y de su potencial e, incluso, en algunos casos generan depresión y ansiedad.

“Aunque entre un 40 y un 60% de los niños con TDAH seguirá teniendo alguno de los síntomas en la edad adulta, con un diagnóstico precoz sus complicaciones pueden prevenirse o, cuando menos, controlarse”, ha asegurado el Dr. César Soutullo.

Imobilidade involuntária durante o estupro é comum e está associada a desfechos negativos

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Tara Haelle

A paralisia temporária, ou “congelamento”, durante uma agressão sexual é muito comum, e aumenta os riscos de síndrome de estresse pós-traumático e depressão grave, relatou um estudo publicado on-line em 7 de junho na Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica.

Os resultados potencialmente complicam uma norma judicial em processos: “O sistema legal busca sinais visíveis de resistência porque, quando isso está ausente, é mais difícil provar uma agressão sexual”, escrevem a Dra. Anna Möller, do Karolinksa Institutet e do Stockholm South General Hospital,na Suécia, e colaboradores.

Embora as respostas às ameaças sejam frequentemente divididas em categorias de “luta ou fuga”, a experiência da imobilidade tônica (IT), já bem estabelecida como possível resposta à ameaça extrema entre animais não humanos, ocorreu entre a maioria das vítimas de estupro na nova pesquisa.

“Nos seres humanos, a imobilidade tônica foi descrita como um estado de inibição motora involuntária e temporária em resposta a situações que envolvem medo intenso”, descrevem os autores.

“Ela foi descrita ainda como um estado semelhante ao estado catatônico com hiper ou hipotonicidade muscular, tremor, falta de vocalização, analgesia e falta de resposta relativa aos estímulos externos”.

O estudo envolveu 298 mulheres que foram a uma clínica de emergência para mulheres estupradas em Estocolmo entre fevereiro de 2009 e dezembro de 2011, no prazo de um mês após a agressão sexual. Os pesquisadores usaram a Escala de Imobilidade Tônica de 12 itens para avaliar a presença do fenômeno no momento da agressão a cada mulher. A média de dias entre o ataque e a avaliação foi de 19,1.

Um total de 69,8% das mulheres relatou ter apresentado imobilidade tônica significativa durante o ataque, e quase metade (47,7%) relatou imobilidade tônica extrema. Oito (81,1%) em 10 mulheres relataram ter sentido medo significativo durante a agressão.

“Legalmente, os tribunais podem estar inclinados a descartar a noção de estupro, já que a vítima parece não ter resistido”, escrevem os autores. “Na verdade, o que pode ser interpretado como um consentimento passivo provavelmente representa reações biológicas normais e esperadas a uma ameaça extrema”.

Os pesquisadores também avaliaram a prevalência de síndrome de estresse pós-traumático e depressão em 189 das mulheres após seis meses. As mulheres tinham probabilidades 2,75 maiores de desenvolver transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) e chances 3,42 maiores de desenvolver depressão grave se tiveram imobilidade tônica (odds ratio), OR, de 2,75, P = 0,001 e OR, 3,42, P = 0,003, respectivamente). Um pouco mais da metade (51%) das mulheres que tiveram imobilidade tônica desenvolveu TEPT em comparação com 28% das mulheres que não tiveram, mesmo depois de ajustar para um diagnóstico prévio de TEPT e para fatores de risco relacionados.

No entanto, “A imobilidade tônica foi associada a trauma anterior e TEPT pré-existente, o que nos ajuda a entender melhor como o trauma cumulativo pode funcionar”, escrevem os autores. As chances de uma mulher ter imobilidade tônica durante a agressão mais que dobravam se elas tivessem uma história de trauma (OR de 2,36; P < 0,001). As mulheres também tiveram o dobro de chances de apresentar imobilidade tônica se tivessem um histórico de tratamento psiquiátrico (OR, 2,00; P = 0,003).

“Isso faz com que seja importante na psicoterapia das vítimas de estupro questionar sobre e explicar tais reações, porque de outra forma elas podem causar culpa ou vergonha, o que pode agravar o trauma”, observam os autores. “O aumento do risco de TEPT e depressão grave mostra que essas mulheres precisam de acompanhamento psiquiátrico”.

Os autores reconhecem várias limitações relacionadas ao potencial de viés, incluindo fatores que podem ter contribuído para a perda substancial de acompanhamento após seis meses. Pesquisas anteriores relataram uma menor incidência de imobilidade tônica, mas esses estudos tiveram amostras de pequenos tamanhos e maior risco de viés de memória.

A pesquisa foi financiada pelo Conselho de Pesquisa Sueco e pelo Conselho do Condado de Estocolmo. Os autores declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Acta Obstet Gynecol Scand. Publicado on-line em 7 de junho de 2017. Resumo

Brinquedo que é Febre no Momento pode ser Muito Interessante para Crianças com Autismo e TDAH

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https://portaldomedico.blob.core.windows.net/noticias/

Quem convive com crianças já deve saber o que é o fidget spinner; um aparelhinho com hélices que ao ser girado, fica se movimentando por um certo tempo, formando desenhos e padrões. Ele é considerado um brinquedo para alívio do estresse.

Embora o fidget spinner tenha o intuito de ajudar a todos, certas pessoas são mais beneficiadas que outras. O formato é sempre muito parecido, com diferentes cores e matérias.

A ideia é que tenha um rolamento central e isso possa girar, rodar. Não é a mesma coisa que um peão, mas tem pontos em comum, como por exemplo, o foco de atenção e concentração.Entenda!

Indicações do fidget spinner

Esse brinquedo é indicado para produzir relaxamento e isso de fato pode acontecer para algumas pessoas. Uma das razões é que a criança ao girar o brinquedo se concentra plenamente, põe sua atenção no movimento do fidget spinner e foca a mente no tempo que o brinquedo leva para se manter girando.

Ou seja, a atividade pratica:

-Foco de atenção

-Concentração no tempo

-Observação

-Controle das emoções (é preciso aceitar e esperar o movimento do brinquedo).

São recursos internos necessários para o estudo, trabalho e relacionamento. Saber organizar a mente com esses pontos acima citados é fundamental para uma boa interação social.

É interessante dizer que esse tipo de atividade pode contribuir para melhoria da concentração mental, mas nem mais nem menos que tantos outros simples treinamentos e exercícios de atenção. A própria meditação contribui para isso. Ou mesmo as práticas de mindfulness também são bem vindas e indicadas. E tantos outros exercícios mentais, tais como o Alfabet Game (conhecido como CHART no Brasil) que é uma técnica da Programação Neurolinguística (PNL).

Especialmente para crianças especiais

Crianças com diagnóstico de TDAH, autismo ou ansiedade costumam ter grande dificuldade de lidar com as emoções e concentração da atenção. Algumas pessoas assim, se perdem nos pensamentos e confusões mentais. Com isso, atividades especificas e direcionais, como esse brinquedo, são tidas como necessárias para o bem-estar.

Mais do que calmaria mental que esse brinquedo oferece, o envolvimento com uma atividade pontual pode ser mais motivador para essas crianças do que para outras pessoas.

Nem sempre o fidget spinner funciona

Há quem talvez não se beneficie tanto com esse tipo de brinquedo, pois conseguem gerenciar de outras maneiras as emoções. Esse brinquedo pode ser mais motivador para pessoas sem algum tipo especifico de diagnóstico emocional, pois ali envolve um maior desafio através da coordenação motora, interação, ação e participação efetiva no processo.

Como usar para ter mais benefícios

Agora, o mais importante é saber como utilizar esse brinquedo que pode ser usado como ferramenta de alívio e bem-estar. Não é indicado que as crianças misturem atividades que devem prestar atenção e que é preciso que haja interação com o uso do brinquedo. Ou seja, não funciona em nada, dividir a atenção ou agir sendo “multitarefas”.

O uso do fidget spinner serve justamente para não estimular a divisão de atenção e conseguir concentração plena a cada atividade que se faz.

Por isso, o uso correto do produto pode contribuir para uma melhora e o mau uso atrapalha o rendimento nas atividades necessárias.

Quem tem que estudar, por exemplo, não deve fazê-lo brincando com fidget spinner. Uma coisa ou outra.

Quem tem que assistir a aula, por exemplo, também não deve fazê-lo com outras atividades que lhe distraiam a atenção do conteúdo oferecido pelo professor.

Ainda sim, o tratamento psicológico ou psiquiátrico (quando necessário) é indicado para a cura e bem estar daquilo que se precisa. O brinquedo ou outra ferramenta indicada é fundamental como complemento.

Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/brinquedo-que-e-febre-no-momento-pode-ser-muito-bom/

Does animal therapy pose a risk to patients?

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New research suggests many hospitals may not be protecting patients from the risks of such therapy.

In recent years there has been an increase is the popularity of so-called animal-assisted intervention (AAI) programmes, or ‘pet therapy’. Studies have demonstrated that AAI can result in positive health outcomes, including reductions in blood pressure, improved mood, and delayed onset of dementia.

However, the authors of a new study are warning that without appropriate policies in place, such programmes could jeopardise both human and animal safety. They highlight that AAI programmes are a potential risk factor for transmission of zoonotic disease, especially when health, grooming and hand washing protocols are not carefully used. Potential health risks also arise from therapy animals eating raw meat-based diets or treats, which are at high risk of being contaminated with bacteria such as Campylobacter, Salmonella, and Cryptosporidium.

The authors surveyed 45 hospitals, 45 facilities for older people and 27 therapy animal organisations, to assess existing policies related to animal health and behavioural prerequisites for therapy animals and AAI programmes and found many respondents’ policies and practices did not address the well-known risks of such programmes.

The authors said education is key to ensuring that health and safety are top priority for both humans and animals so the benefits of animal-assisted intervention outweigh the risks.