PEDIATRIA

#Método BLW: #introdução alimentar sem #papinha

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O chamado Baby-ledWeaning (Desmame Guiado pelo Bebê) consiste em oferecer a comida em pedaços e permite que o bebê se sirva sozinho. Saiba mais sobre essa prática que já tem milhares de mães seguidoras em todo o mundo

Método BLW: Autonomia na hora de comer (Foto: Gabriel Rinaldi/Editora Globo)
Método BLW: Autonomia na hora de comer (Foto: Gabriel Rinaldi/Editora Globo)

A expressão em inglês pode parecer complicada, mas é até provável que você já tenha praticado algo parecido com seu filho ou conheça alguém que o faça, por puro instinto. O método BLW teve o nome criado pela agente de saúde britânica Gill Rapley, autora do livro Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food (em tradução livre, Desmame Guiado pelo Bebê: Ajudando seu Filho a Amar Boa Comida) e tem ganhado cada vez mais adeptos pelo mundo. A ideia principal é não oferecer um prato diferente aos bebês, mas, sim, deixar que eles se sentem à mesa e participem das refeições familiares já a partir dos 6 meses de vida. Os pais colocam os alimentos cortados ao alcance e eles escolhem quando e como levar os pedaços à boca. “O BLW não é novo – pais do mundo inteiro têm praticado há anos. O que acontece é que agora isso tem nome”, esclarece Rapley.

No Brasil, um indício de que a técnica está cada vez mais conhecida é o aumento do interesse por ela nas redes sociais.

Adeus, papinha?

A recomendação oficial da Organização Mundial de Saúde é que os pais comecem a oferecer alimentos para complementar a nutrição com leite materno ou fórmula assim que os filhos completarem 6 meses. Os pediatras orientam que essa introdução seja feita com as tradicionais papinhas. “A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher. Deve-se começar de forma pastosa (papas ou purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família”, prega o Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Para Rapley, no entanto, a indicação de recorrer às papinhas é uma prática herdada do tempo em que se acreditava que os bebês precisavam de outros alimentos, além do leite materno, já aos 3 ou 4 meses de idade.

Aos 6 meses, porém, eles já estariam mais preparados para praticar com alimentos que exigem mastigação. E as provas disso seriam as habilidades normalmente conquistadas nessa fase, como se sentar sem apoio, levar objetos à boca com as mãos e demonstrar interesse no que os adultos comem. A não ser, claro, que a criança tenha necessidades de saúde específicas – se nasceu prematura, por exemplo, ou se tem algum atraso no desenvolvimento.

Para a nutróloga Jomara de Araújo, da Associação Brasileira de Nutrologia, a transição do aleitamento exclusivo para a introdução alimentar guiada pelo próprio bebê é um caminho natural. “A ingestão de sólidos deve acompanhar as necessidades orgânicas e habilidades motoras da criança, que pode e deve ter o controle total desse processo. A amamentação é absolutamente dominada pelo bebê, desde os seus primeiros minutos de vida. Portanto, nada mais fisiológico e racional do que seguirmos o mesmo princípio quando, após o sexto mês, iniciamos a oferta de sólidos”, defende.

Como fazer o BLW?

Depois de colocar o bebê sentado, junto à família, na hora das refeições, é importante disponibilizar alimentos apropriados. Pense em porções e formatos que a criança consiga pegar com as mãos e levar sozinha à boca. Cenouras cozidas e cortadas em forma de palitos ou ramos de brócolis, também cozidos, são boas alternativas. O caráter saudável é uma característica que merece destaque no método.

No início, é esperado que seu filho mais brinque com os alimentos do que coma. E tudo bem! Não se preocupe nem insista. Jamais o obrigue a comer, com prêmios, elogios, promessas ou distrações, muito menos com gritos, castigos ou ameaças. “Dizer a uma criança que ela se alimentou pouco e precisa comer mais é tão absurdo quanto falar que respirou pouco e precisa respirar mais”, compara o pediatra espanhol Carlos González, autor do livro Mi Niño no Come (Meu Filho não Come, em tradução livre, ainda sem edição brasileira).

Ele explica que, por mais que os bebês sejam expostos à comida, muitos levam um tempo até começarem, de fato, a se alimentar e é comum ingerirem quantidades pequenas até os 8 ou 9 meses. Às vezes, até mais tarde.

É preciso tempo

O último mandamento do BLW é justamente o de que não se deve apressar o bebê. Deixe que ele leve o tempo necessário para terminar de comer. Para evitar o estresse, escolha uma hora em que não esteja irritado ou com muita fome. Uma das grandes vantagens do BLW é que ele oferece aos bebês a oportunidade de conhecer diferentes texturas e sabores. A cada refeição, eles vivem experiências novas e desenvolvem a capacidade de diferenciar o que gostam do que não gostam, o que é impossível quando se trata das papinhas, em que os ingredientes se apresentam misturados, dificultando a identificação dos sabores.

Além disso, o método estimula a autonomia desde cedo, já que permite escolher o que, quando e quanto se come. Um estudo publicado pelo British Medical Journal concluiu que bebês que se alimentam sozinhos têm menos risco de se tornarem obesos no futuro, em comparação com os que recebemas papinhas. A explicação? Eles desenvolveriam mais cedo a capacidade de regular o próprio apetite e de identificar o momento em que estão satisfeitos. Sem contar que ganham a chance de praticar a coordenação motora e as habilidades sociais, ao participar das refeições em família.

Outro benefício é que a vida também costuma ficar mais fácil para os pais. “Eles podem comer enquanto o prato está quente, sem precisar dar as colheradas ao bebê primeiro, têm o prazer de ver o filho aprender e se divertir. A introdução de alimentos sólidos se torna menos estressante”, opina Rapley.

É seguro?

Em relação à qualidade dos alimentos ingeridos, um dos princípios do BLW é que os pais devem confiar nos filhos. Desde o início, eles saberiam escolher o que precisam. Será? Essa é uma das preocupações de alguns dos críticos do movimento. Na opinião do pediatra Daniel Becker, da Pediatria Integral, do Rio de Janeiro, é responsabilidade dos pais determinar o que a criança vai comer, tanto no conteúdo, como na forma. Se eles disponibilizarem comida caseira e não industrializada, respeitando tanto o apetite quanto a saciedade do filho, e na consistência adequada para a sua maturidade, os riscos de errar serão muito pequenos. “Não sou a favor dos extremos: dar autonomia demais ou de menos pode ser prejudicial ao desenvolvimento. A criança pode e deve comer com as mãos, desenvolvendo uma relação lúdica e prazerosa com a comida, mas o ideal é buscar o bom senso”, diz.

Rapley, no entanto, garante que o apetite dos bebês é confiável e que o corpo deles diz o que precisam. É claro que só conseguirão obter os nutrientes certos se houver uma oferta variada, com itens de cada grupo alimentar – construtores (carnes e outras proteínas), energéticos (arroz, batata e carboidratos em geral) e reguladores (legumes e verduras).

Para a especialista, o excesso de papinhas de frutas, vegetais ou cereais, que são ingeridas com rapidez por conta da consistência, é que resulta em um maior risco de desequilíbrio nutricional. “Isso acontece porque o estômago fica cheio de comida e sobra menos espaço para o leite. É importante permitir que o bebê consuma a quantidade que quiser de leite materno. Nenhum outro alimento é tão completo e tão fácil de digerir”, diz.

Não é perigoso engasgar?

Essa é uma das perguntas mais ouvidas por quem opta pelo BLW. O mais frequente é o chamado gag reflex, um reflexo frequente quando as crianças ainda estão se habituando com os alimentos sólidos. A diferença é que, nesse caso, o bebê não fica com a passagem de ar obstruída. Ele apenas se atrapalha – às vezes, os olhos enchem de lágrimas por alguns instantes –, mas ele mesmo consegue manejar o alimento e desengasgar rapidamente.

Rapley garante que, contanto que o bebê esteja sentado, ereto, e mantenha controle sobre o que entra na sua boca, não existe risco aumentado de engasgar como BLW.

Mas, para evitar situações de aperto, é importante que os pais não tentem ajudar a criança a comer, segurando o alimento em sua boca. Se ela não consegue fazer isso sozinha, provavelmente, não está pronta para lidar com aquele determinado item de forma segura. Também é normal que a comida caia no chão, de início, porque a habilidade de levar o alimento ao fundo da boca para engolir se desenvolve depois da capacidade de morder e mastigar.

Mais facilidade e mais sujeira?

Se, por um lado, os pais dispostos a aderir ao BLW terão uma parte da rotina aliviada, já que não precisarão preparar pratos separados para o bebê, nem dar a comida na boca, por outro, terão mais trabalho para limpar o cadeirão e o ambiente onde eles fizerem a refeição. É que a curiosidade dos pequenos pelo alimento não se limita ao toque e à descoberta do sabor. Assim como eles fazem com os brinquedos e outros objetos, também vão atirá-lo ao chão, por exemplo.

Para facilitar, as mães recomendam dois truques. O primeiro é esquecer o prato, pelo menos no começo, quando o objeto desperta na criança tanto interesse quanto os alimentos em si – um dos primeiros impulsos do bebê é virá-lo para olhar o fundo. E lá se vai toda a comida. Limpe bem o cadeirão antes e depois das refeições e disponha o alimento direto na mesinha. A segunda dica é forrar o chão, onde você colocará a cadeira, com um plástico. Assim, fica mais fácil recolher a sujeira. Mas não se preocupe. Seu filho adora imitar vocês e é um observador atento. Antes do que imagina, ele vai aprender direitinho!

Fonte : Sociedade Brasileira de Pediatria

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#Exposure to #RA in utero increases risk for #thyroid disease and #epilepsy

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Children born to women with rheumtoid arthritis (RA) face an increased susceptibility for certain chronic diseases, suggests new findings published in Arthritis Care & Research.

The study included 2,106 children born to women with RA and 1,378,539 children born to women without RA, who were born in Denmark during a 25-year period. 

The researchers found that the risk of being diagnosed with several diseases in childhood and adolescence increased when the mother was diagnosed with RA before pregnancy. Specifically, the presence of RA during pregnancy was linked with a 2.2-times increased risk of thyroid disease, a 1.6-times increased risk of epilepsy, and a 2.9-times increased risk of rheumatoid arthritis in offspring.

The authors said the findings should be used to increase awareness among pediatricians and general practitioners of certain chronic diseases in children being exposed to RA in utero. 

“We have addressed a concern in pregnant women with rheumatoid arthritis in terms of a potential increased risk of a negative impact of their chronic disease on the future health of their offspring,” said author Line Jølving . “Our results call for special attention on child development of rheumatoid arthritis, thyroid disease, and epilepsy if exposed to rheumatoid arthritis in utero.”

Jølving L, Nielsen J, Kesmodel U et al.  Children born by women with rheumatoid arthritis have increased susceptibility for selected chronic diseases – a nationwide cohort study. Arthritis Care & Research. Published online 11 December 2017. DOI: 10.1002/acr.23461.

#El #oído derecho ayuda a procesar y recordar lo que se escucha en entornos con mucho ruido

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Escuchar es una tarea complicada que requiere una audición sensible y la capacidad de procesar información con un significado cohesivo. Si hay ruido de fondo cotidiano e interrupciones constantes de otras personas, la capacidad de comprender lo que se escucha se vuelve mucho más difícil. Ahora, investigadores de la Universidad de Auburn, Estados Unidos, han descubierto que en entornos tan exigentes tanto los niños como los adultos dependen más de su oído derecho para procesar y conservar lo que escuchan.

“Cuanto más sepamos acerca de escuchar en entornos exigentes y el esfuerzo por escuchar en general, contaremos con mejores herramientas de diagnóstico, gestión auditiva (incluyendo audífonos) y capacitación auditiva”, subraya Danielle Sacchinelli, encargada de presentar esta investigación en la 174ª Reunión de la Sociedad Acústica de América, celebrada en Nueva Orleans.

El trabajo del equipo de investigación se basa en pruebas dicóticas de escucha, que se utilizan para diagnosticar, entre otras afecciones, trastornos del procesamiento auditivo en las que el cerebro tiene dificultades para procesar lo que se escucha. En una prueba dicótica estándar, los oyentes reciben diferentes entradas auditivas suministradas a cada oído simultáneamente.

Generalmente, los elementos que se emiten son oraciones (por ejemplo, “Ella llevaba el vestido rojo”), palabras o dígitos. Los oyentes prestan atención a los elementos de un oído mientras descartan las palabras en el otro (es decir, separación), o se les pide que repitan todas las palabras escuchadas (integración).

Según los investigadores, los niños entienden y recuerdan mucho mejor lo que se les dice cuando lo escuchan con el oído derecho. Los sonidos que entran al oído derecho son procesados por el hemisferio izquierdo del cerebro, que controla el habla, el desarrollo del lenguaje y partes de la memoria. Cada oído escucha partes separadas de información, que luego se combinan durante el procesamiento en todo el sistema auditivo.

No obstante, los sistemas auditivos de los niños pequeños no pueden clasificar y separar la información simultánea de ambos oídos. Como resultado, dependen en gran medida de su oído derecho para capturar sonidos y el lenguaje porque el camino es más eficiente.

Lo que se entiende menos es si este dominio del oído derecho se mantiene hasta la edad adulta. Para descubrirlo, el equipo de investigación de Sacchinelli pidió a 41 participantes de entre 19 y 28 años que completaran las tareas de separación dicótica y de integración.

Con cada prueba posterior, los científicos aumentaron en uno la cantidad de elementos. No encontraron diferencias significativas entre el rendimiento del oído izquierdo y derecho en o debajo de la capacidad de recuerdo simple de un individuo. Sin embargo, cuando las listas de artículos sobrepasaban la envergadura de la memoria de un individuo, el rendimiento de los participantes mejoró un promedio de 8% (algunas personas hasta 40%) cuando se centraron en su oído derecho.

“La investigación convencional muestra que la ventaja del oído derecho disminuye alrededor de los 13 años, pero nuestros resultados indican que esto está relacionado con la demanda de la tarea. Las pruebas tradicionales incluyen de cuatro a seis datos”, señala Aurora Weaver, de la Universidad de Auburn y miembro del equipo de investigación. “A medida que envejecemos, tenemos un mejor control de nuestra atención para procesar la información como resultado de la maduración y nuestra experiencia”.

En esencia, las diferencias en las capacidades de procesamiento de los oídos se pierden en las pruebas con cuatro elementos porque nuestro sistema auditivo puede manejar más información. “Las habilidades cognitivas, por supuesto, están sujetas al declive con el envejecimiento avanzado, la enfermedad o el trauma -señala Weaver-. Por lo tanto, necesitamos comprender mejor el impacto de las demandas cognitivas en la escucha”.

#Polyunsaturated fatty acids linked to reduced #allergy risk

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High levels of polyunsaturated fatty acids (PUFAs) in children’s blood are associated with a reduced risk of asthma or rhinitis at the age of 16 years, suggests new research from Sweden’s Karolinska Institutet published in the Journal of Allergy and Clinical Immunology.

The findings are based on analyses of long-chain omega-3 and omega-6 fatty acids from blood samples from 940 children at age eight from the prospective Swedish birth cohort BAMSE (Children, Allergy, Milieu, Stockholm, Epidemiology). 

The study found that children who had higher blood levels of long-chain omega-3 fatty acids at the age of eight years were less likely to have developed asthma or rhinitis by the age of 16 years. High levels of the omega-6 fatty acid, arachidonic acid were associated with a reduced risk of asthma and rhinitis at 16. Among children with asthma or rhinitis at the age of eight years, higher blood levels of arachidonic acid were associated with a higher probability of being symptom-free at age 16 years.

The authors said the findings add to the evidence that PUFAs can influence subsequent allergic disease in childhood.

Karolinska Institutet. Press Release: Polyunsaturated fatty acids linked to reduced allergy risk. 05 December 2017. Available from: http://ki.se/en/news/polyunsaturated-fatty-acids-linked-to-reduced-allergy-risk

Magnusson J, Ekström S,Kull I et al. Polyunsaturated fatty acids in plasma at 8 years and subsequent allergic disease. Published online 05 December 2017. Journal of Allergy and Clinical Immunology. DOI: 10.1016/j.jaci.2017.09.023

 

#Kids Aren’t Protecting Themselves Against STDs During #Oral Sex

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(Reuters Health) – Adolescents and young adults regularly engage in oral sex but seldom use condoms to prevent the spread of sexually transmitted diseases, new research shows.

That didn’t surprise the researcher who headed the study. “Many studies show that adolescents and young adults are unaware of the health risks associated with oral sex,” said Giuseppina Valle Holway, a sociology professor at The University of Tampa in Florida, in an email.

As reported online November 20 in the Journal of Adolescent Health, Holway and her coauthor Stephanie Hernandez examined reports of heterosexual oral sex and condom use in a nationally representative sample of more than 7,000 U.S. youth between ages 15 and 24. More than half reported engaging in fellatio within the past year, but only 8% of females and 9% of males said they used a condom.

“Many young adults do not perceive they are at risk of contracting a sexually transmitted infection,” said Erin Moore, a professor of human sexuality at Stetson University in DeLand, Florida, who was not involved with the study.

Oral sex is less likely to spread sexually transmitted infections than vaginal or anal intercourse, she said, but the risk remains.

“If people are not going to use condoms consistently, then the most important thing they should do is get tested for sexually transmitted infections and make sure their partners get tested before engaging in oral, vaginal or anal sex,” Moore said in an email.

Holway and Hernandez suggest that doctors discuss the potential for sexually transmitted infections with young patients. Interactive workshops about safe-sex practices on college campuses are also valuable education tools, the authors write.

Many American schools provide no sex education or just abstinence-only sex education, discouraging all sexual contact until marriage without teaching prevention of sexually transmitted diseases, Moore said.

“Keep in mind that, less than 20 years ago, some states still had ‘sodomy laws’ that made engaging in oral sex illegal,” Moore said. The U.S. Supreme Court ruled sodomy laws unconstitutional in a Texas case in 2003.

Though the main findings of the study were expected, results about race and maternal education sparked interest in additional research.

Black youth were less likely to engage in oral sex, the study found, but they were significantly more likely to use a condom. Previous studies have shown that black youth also are more likely to use condoms during intercourse, according to the report.

Females whose mothers had higher levels of education were more likely to have performed or received oral sex – and were more likely to have had two or more oral sex partners in the past year. The finding led researchers to speculate that “higher goals may lead young women to engage in oral sex in place of vaginal sex, particularly if they view intercourse as a riskier sexual activity with more severe consequences (e.g., pregnancy) that could derail future plans.”

Moore was intrigued by the researchers’ hypothesis that maternal education could be related to young women having a goal-oriented mindset that may lead to oral sex instead of vaginal sex.

“Previous research highlights that college students tend to be more concerned about experiencing pregnancy than contracting a sexually transmitted infection,” she said. “A child is viewed as a much more life-changing event.”

The study focused exclusively on condoms and fellatio and did not examine the recommended use of dental dams during cunnilingus. But prior research shows that people rarely, if ever, use dental dams.

Increasing the use of barrier methods during cunnilingus could help to decrease the rate of oral human papillomavirus (HPV) infection and possibly the incidence of HPV-related cancers. Roughly one in nine U.S. men have oral infections of cancer-causing HPV.

HPV is among the most common sexually transmitted diseases. Most infections don’t cause symptoms and go away on their own. But the virus can cause cancers of the throat, anus, penis, cervix, vagina and vulva, as well as genital warts and lesions in the upper respiratory tract.

Other STDs that can be passed on from oral sex include gonorrhea, syphilis, herpes, and HIV, the virus that causes AIDS.

SOURCE: http://bit.ly/2zI9Ot8

J Adolesc Health 2017.

#Childhood Maltreatment Drives #Self-injury

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Individuals who were physically, sexually, or emotionally maltreated as children are more likely to engage in nonsuicidal self-injury (NSSI), new research shows.

Researchers analyzed 71 studies of the possible association between NSSI and childhood maltreatment, including physical, sexual, and emotional abuse, as well as physical and emotional neglect.

Overall, childhood maltreatment was found to be associated with NSSI, as were the other subtypes of childhood abuse. The association was not found in the case of childhood emotional neglect, in which studies were more likely to be subject to publication bias.

The connection was more strongly evident in community than clinical samples.

“One of the important take-home messages of the study is not to neglect emotional abuse, which is often given less weight than physical abuse,” said corresponding author Richard L. Liu, PhD, assistant professor of psychiatry and human behavior, Alpert Medical School of Brown University, Providence, Rhode Island.

“If you have a patient engaging in self-injury, it is important to inquire into childhood maltreatment, current or past, and if you have a patient who was maltreated as a child, you should find out whether the patient might be self-injuring,” he told Medscape Medical News.

The study was published online November 28 in Lancet Psychiatry.

Strong Predictor of Suicide Attempts

There is a “paucity” of empirically supported treatments for NSSI, the authors note.

The implications of this lack of studies are serious, given that NSSI is a “stronger predictor of suicide attempts than is a past history of suicidal behaviour.” There is therefore a “pressing need” to clarify potential underlying factors to “inform the development of future prevention and intervention strategies,” they write.

The current review was designed to systematically analyze childhood maltreatment and its subtypes in association with NSSI, to evaluate and quantify the strength of these associations after accounting for covariates, and to examine the potential mediators and moderators of this association.

“We especially wanted to look at emotional abuse, which has been understudied because it has traditionally been seen as less damaging than physical abuse,” Dr Liu said.

To investigate the association, the researchers selected 71 of a total of 938 studies of childhood abuse and NSSI.

To be included, studies were required to systematically assess any form of childhood maltreatment (defined as maltreatment occurring before age 18 years) distinct from other adverse childhood experiences and to assess NSSI separately from other outcomes, such as suicidality and other risky behaviors.

An assessment of univariate associations (n = 19,537 participants, consisting of adolescents and adults; mean age, 15.17 and 28 years, respectively) found that overall, childhood maltreatment was positively associated with NSSI (odds ratio [OR], 3.42; 95% confidence interval [CI], 2.74 – 4.26; P < .0001).

When multivariate associations were assessed, overall maltreatment was found to be associated with NSSI in analyses that included all available covariates (OR, 2.79; 95% CI, 2.15 – 3.63; P < .0001).

In analyses that adjusted for covariates, all maltreatment subtypes were found to be associated with NSSI with respect to childhood sexual abuse (OR, 1.62; 95% CI, 1.38 – 1.90), physical abuse (OR, 1.73; 95% CI, 1.38 – 2.17), and emotional abuse (OR, 1.86; 95% CI, 1.42 – 2.44) (for all, P < .0001).

For childhood physical and emotional neglect, the associations, although still significant, were somewhat weaker (OR, 1.24; 95% CI, 1.00 – 1.52; P = 0.046, and OR, 1.17; 95% CI, 1.02 – 1.35; P = .027,).

In a further analysis that accounted for the high rates with which different forms of maltreatment co-occur, the researchers repeated and restricted the analyses to those that analyzed covariates for at least one maltreatment subtype.

They found that the results remained largely unchanged, with the exception of emotional neglect, which became nonsignificant.

Different Pathways

Severity of overall maltreatment and three subtypes (sexual and physical abuse, and physical neglect) were associated with the severity of NSSI. This association did not hold for emotional neglect. There was an insufficient number of studies that investigated the association with emotional abuse.

The researchers identified several mediators between childhood maltreatment subtypes and NSSI, including general psychiatric morbidity for overall maltreatment, posttraumatic stress disorder, and dissociation for sexual abuse, personality dysfunction for emotional maltreatment and physical abuse, and dissociation for physical abuse.

Other mediators included academic self-efficacy, self-criticism, pessimism (for emotional abuse), and self-blame for physical abuse.

Associations were stronger in community than in clinical samples in moderator analyses. Although heterogeneity was higher for community than for clinical samples in the case of physical abuse, it was lower in community than clinical samples in the case of emotional abuse and neglect.

Emotional neglect was the only subtype of childhood maltreatment in which there was a potential publication bias in the studies.

“Collectively, these findings provide support for childhood maltreatment, and its specific subtypes, being associated with non-suicidal self-injury, although the available evidence is modest in the case of emotional neglect,” the authors write.

They warn that, although the maltreatment subtypes share commonalities in their relationship with NSSI, “subtypes of childhood maltreatment should not be considered as a unitary construct.”

“The mechanisms of correlation between NSSI and childhood maltreatment are complicated and related through different pathways that depend on the form of abuse,” said Dr Liu.

“I suspect that sexual and physical abuse may largely be driven through the relationship with physical pain associated with self-injury,” he noted.

“We all have a natural barrier to hurting ourselves, but the barrier is reduced when we are physically hurt by someone else. If a person has been physically hurt multiple times, that impediment to inflicting physical pain is reduced, and self-injury is more normalized and less foreign,” he said.

Emotional abuse, on the other hand, might be related to NSSI through emotional dysregulation, he said.

He noted that the studies investigated whether there was a difference between the strength of relationship between childhood maltreatment and NSSI by age.

“The absence of such a relationship suggests that adults with childhood maltreatment were just as likely to engage in self-injury as teens, which speaks to the long-lasting effects of maltreatment in these individuals.”

Tailored Interventions

In an accompanying editorial, Lianne Schmaal, PhD, and Sarah Bendall, PhD, of Orygen, the National Centre of Excellence in Youth Mental Health, and the Center for Youth Mental Health, University of Melbourne, Australia, called the study “novel.”

It “adds to the growing understanding of the extent of the impact of childhood maltreatment on a range of mental and physical health and other behavioral outcomes and the importance of tailoring services to take account of the unique needs of individuals who were maltreated in childhood.”

They emphasize that it is “essential” to understand the individual’s “context” for NSSI, such as association with trauma, because NSSI “might function to distract from severe trauma-related emotional distress or to reduce posttraumatic numbing and dissociation.”

Dr Liu added that screening in school and clinical settings, including screening for emotional abuse, is important.

“If these forms of abuse do indeed have different pathways of association with NSSI, a different treatment focus would be warranted, especially given the gravity of NSSI, which is increasingly being found in research to be the strongest predictor of suicidal risk,” he said.

The study was funded by the National Institute of Mental Health. The authors have disclosed no relevant financial relationships.

Lancet Psychiatry. Published online November 28, 2017. Abstract, Editorial

#El #vino y los #licores elevan el #riesgo de cáncer de pulmón en las #personas que nunca han fumado

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Punto clave

  • Beber vino o licor aumenta de modo significativo el riesgo de cáncer de pulmón entre las personas que nunca han fumado.

Por qué es importante

  • No se comprenden bien las causas del cáncer de pulmón en las personas que nunca han fumado.

Diseño del estudio

  • Análisis agrupado de 5 estudios de casos y controles.
  • Se incluyó a 1301 personas que nunca habían fumado: 438 con cáncer de pulmón y 863 pacientes de control.
  • Financiación: Ministerio de Ciencia e Innovación de España, Consejería de Sanidad gallega y otros.

Resultados clave

  • Las mujeres ascendían al 80,4 % de los casos y al 49,8 % de los pacientes de control.
  • La OR del riesgo de cáncer de pulmón entre los bebedores, en comparación con los no bebedores, era de 0,75 (IC del 95 %: 0,59-0,95).
  • Los participantes que bebían algún tipo de vino presentaban más del doble de riesgo de cáncer de pulmón que los que no bebían vino (OR: 2,20; IC del 95 %: 1,12-4,35).
  • Los participantes que bebían licores tenían casi el doble de probabilidades de aparición de cáncer de pulmón (OR: 1,90; IC del 95 %: 1,13-3,23).
  • No se observó ninguna asociación entre la ingesta de cerveza y el riesgo de cáncer de pulmón.
  • Después del ajuste por la edad, el sexo, la ingesta total de alcohol, el nivel educativo y la convivencia con fumadores, las mujeres que bebían algún tipo de vino presentaban un mayor riesgo de cáncer de pulmón (OR: 1,61; IC del 95 %: 0,70-3,82), pero los hombres que bebían algún tipo de vino no lo presentaban (OR: 0,91; IC del 94 %: 0,32-2,51).

Limitaciones

  • Más casos de mujeres que de hombres.

García Lavandeira JA, Ruano-Ravina A, Kelsey KT, Torres-Durán M, Parente-Lamelas I, Leiro-Fernández V, Zapata M, Abal-Arca J, Vidal-García I, Montero-Martínez C, Amenedo M, Castro-Añón O, Golpe-Gómez A, Guzmán-Taveras R, Martínez C, Provencio M, Mejuto-Martí MJ, García-García S, Fernández-Villar A, Piñeiro M, Barros-Dios JM. Alcohol consumption and lung cancer risk in never smokers: a pooled analysis of case-control studies. Eur J Public Health. 2017 Nov 13 [Epub ahead of print]. doi: 10.1093/eurpub/ckx196. PMID: 29140412