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Medicina de Família

#Apneia do sono poderá estar associada a doença de Alzheimer

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Fonte de imagem: Medical News Today

A apneia do sono poderá estar associada a um risco mais elevado de demência, nomeadamente doença de Alzheimer, indicou um novo estudo. 

O estudo, que foi conduzido por Diego Carvalho e equipa da Clínica Mayo em Rochester, EUA, procurou analisar a potencial relação entre a apneia do sono e a presença de proteína tau no cérebro, um dos biomarcadores da Alzheimer.

Diego Carvalho avançou que muitas pessoas que sofrem de apneia do sono desconhecem ter a doença.

Para determinar a presença de apneia do sono, a equipa recrutou 288 pessoas com 65 anos ou mais de idade, sem sinais de incapacidade cognitiva, e pediu aos seus companheiros de sono que estivessem atentos a episódios de falha de respiração durante a noite.

Adicionalmente, os investigadores analisaram a presença da proteína tau no cérebro dos participantes através de tomografia por emissão de positrões (PET), especialmente na região do córtex entorrinal. Esta região é responsável pela memória, perceção temporal e espacial e apresenta maior tendência para acumulação de tau.

O processo de monitorização do sono noturno revelou que 43 participantes tinham experienciado episódios de apneia. Estes participantes possuíam níveis de tau no córtex entorrinal 4,5% mais elevados do que os participantes sem apneia do sono. Este aumento manteve-se após considerados fatores como idade, sexo, outros problema de sono e saúde cardiovascular.

Como resultado, os investigadores concluíram haver indícios de uma ligação entre a apneia do sono e uma maior acumulação de tau no cérebro.

Contudo, disse Diego Carvalho, poderá verificar-se o contrário: “é também possível que os níveis mais elevados de tau noutras regiões possam predispor uma pessoa para a apneia do sono”.

 

BS

#New Guidelines Back off Aspirin for Primary Cardiovascular Prevention

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By Kelly Young

Edited by Susan Sadoughi, MD, and André Sofair, MD, MPH

New guidelines say that daily, low-dose aspirin should be used infrequently to prevent primary cardiovascular disease. The American College of Cardiology and the American Heart Association conclude that aspirin should be reserved for people with the highest cardiovascular risk and the lowest risk for bleeding.

The guideline categorically recommends against aspirin use in those over age 70 and in those at high risk for bleeding, such as patients with chronic renal disease or thrombocytopenia. The guidelines were published in JACC and Circulation and presented at ACC’s annual meeting.

Among the groups’ other recommendations:

  • For patients with type 2 diabetes and other cardiovascular risk factors, metformin is the first-line treatment. GLP-1R agonists and SGLT-2 inhibitors may now be considered to help reduce CVD risk.
  • Adults should aim to get at least 150 minutes of moderate or 75 minutes of vigorous physical activity a week, which is consistent with prior guidance.
  • Statins are recommended with lifestyle changes for patients with elevated LDL levels (at or above 190 mg/dL), type 2 diabetes, or other cardiovascular risk factors.

Guideline in JACC (Free)

NEJM

#Migraine. Qu’est-ce que c’est ?

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La migraine est une maladie caractérisée par la survenue régulière et répétitive de maux de tête violents parfois associées à des vomissements.

La migraine n’est pas un banal mal de tête.

C’est une véritable maladie qui se caractérise par la survenue répétée de crises généralement d’un seul côté de la tête.

La personne sent les battements du cœur et ses pulsations sont douloureuses.

Cette infographie montre le processus d'une crise migraineuse à l’intérieur du cerveau

La fréquence des crises, qui durent entre 4 et 72 heures, varie d’une personne à l’autre : certaines en souffrent plusieurs fois par semaine, d’autres quelques fois par an.

Chez 70% des personnes migraineuses, les crises se répètent de une à quatre fois par mois.

Elles sont aggravées par l’effort physique, le bruit et la lumière, et s’accompagnent de nausées et de vomissements.

La maladie débute dans l’enfance ou l’adolescence ; elle atteint son maximum entre 30 et 40 ans puis s’atténue.

On estime entre 5 et 10 % le pourcentage d’enfants migraineux, leurs crises étant généralement plus courtes que chez l’adulte.
Par ailleurs, le sommeil permet de soulager l’enfant en période de crise migraineuse.

Après la puberté, la migraine est plus fréquente chez la fille que chez le garçon.

De fait, chez les femmes, la migraine peut être rythmée par la vie hormonale : elle peut survenir uniquement au moment des règles et elle disparaît généralement au cours de la grossesse et après la ménopause.

#Manejo da crise convulsiva: será que você está conduzindo corretamente?

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crise convulsiva

 

Crise convulsiva é uma alteração anormal da atividade elétrica cortical causada pela hipersincronização neuronal, podendo ocorrer localmente ou difusamente. Ao menos 8 a 10% da população apresentará um evento convulsivo durante a vida. Corresponde a 1 a 2% dos atendimentos nas emergências, sendo 25% dessas, a primeira crise. Independente da faixa etária ocorrida, há um grande impacto na qualidade de vida no portador, além do surgimento do sentimento de insegurança no próprio paciente e nos familiares ao redor com o receio de recorrências.

E agora? Será que foi mesmo crise convulsiva? Como investigar? Devo iniciar droga anti-convulsivante?

O primeiro passo é coletar uma boa anamnese com o paciente e, se possível, alguma testemunha que presenciou o fato (geralmente familiares ou pessoas próximas). Saber como quadro iniciou, sintomas premonitórios, presença de automatismos, postura adotada (crise focal e/ou crise tônico clônica bilateral), alteração de consciência (crise disperceptiva ou generalização), confusão mental e/ou sonolência no estado pós ictal.

Buscar algum fator precipitante (TCE, hipoglicemia, hiperglicemia, estado febril, infecção, hipotensão, AVE, abuso ou abstinência de medicações ou drogas) é de suma importância. Relato de episódios anteriores de “deja-vu”, sentimentos abruptos de medo ou pânico, alucinações olfativas ou gustativas, além de momentânea ruptura de contato visual podem ser indicativos de outros eventos convulsivos previamente ao “primeiro evento”.

Histórico patológico pregresso (Câncer primário de SNC, Metástase cerebral, AVE com acometimento cortical) e medicações de uso habitual devem ser questionados com detalhes, além do histórico familiar a fim de investigar possíveis síndromes epilépticas, principalmente em crianças e adolescentes. Um exame neurológico detalhado havendo alterações pode levantar possíveis etiologias pelo diagnóstico sindrômico e topográfico.

Vale ressaltar que os principais diagnósticos diferenciais para investigar são: síncope (o principal), AIT (frequente em idosos), ataque de pânico e crise de ansiedade generalizada, evento não epiléptico psicogênico (ENEP), amnésia global transitória (mais comum em maiores de 50 anos), narcolepsia com cataplexia, dentre outros.

Sugere evento convulsivo. Como seguir?

O próximo passo é descobrir qual foi o mecanismo da crise. Podem ser classificados em subgrupos: Crise aguda sintomática / Crise provocada ou Crise não provocada. Dependendo onde é realizado o atendimento, como setor de emergência ou consultório é possível determinar quais exames solicitar em cada situação para investigação e avaliar o risco de recorrência e, por consequência, decidir o início de droga anti-convulsivante.

Crise aguda sintomática são aquelas geradas por insulto cerebral agudos acarretando alteração na atividade cortical. Estão presentes nesse grupo injúria vascular cerebral, hematoma subdural, TCE, abscesso, meningite, encefalites. Causas sistêmicas como os distúrbios metabólicos, hipoglicemia, hiperglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos, toxicidade por medicamentos ou drogas e abstinência são caracterizados como causas provocadas. Alguns autores consideram essas duas subdivisões um único grupo. Nesses casos, após correção do fator causal, há baixo risco de recorrência.

crise convulsiva

Crise não provocadas, também conhecido como crise sintomática remota, ocorrem devido a etiologia desconhecida, porém relacionada com lesão cerebral preexistente ou disfunção cerebral progressiva. Possui alto risco de recorrência.

Para classificação de Epilepsia, deve-se preencher os seguintes critérios: pelo menos duas crises não provocadas com tempo maior de 24 horas entre elas; uma convulsão não provocada e uma probabilidade de convulsões adicionais semelhante ao risco geral de recorrência após duas convulsões não provocadas (≥60%) que ocorrem nos próximos 10 anos (pode ocorrer devido à lesão estrutural prévia como AVE com acometimento cortical ou sequela de infecção no SNC ou certos tipos de TCE, por exemplo) ou Síndrome epiléptica diagnosticada (como a Síndrome de Dravet ou West, Esclerose Mesial Temporal e a Epilepsia Mioclônica Juvenil).

Como faço a investigação?

Os exames para investigação incluem exames laboratoriais, neuroimagem (Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada), eletroencefalograma, análise liquórica e eletrocardiograma, este com intuito de avaliar síncope na presença de síndrome de QT longo e arritmias importantes. A solicitação dos exames deve ser baseada na disponibilidade local do atendimento e será guiada de acordo com as informações relevantes na anamnese e nos achados do exame físico.

É importante destacar que exames laboratoriais para avaliação de função renal, função hepática, eletrólitos, glicose, hemograma, screening toxicológico podem fornecer informações importantes para o diagnóstico. Se o atendimento ocorrer no setor de emergência, exame de imagem deverá ser solicitados para todos os pacientes com intuito de encontrar lesões agudas. Vale ressaltar que a sensibilidade da Ressonância Magnética é maior que a tomografia, embora esta seja amplamente difundida nos hospitais e tem alta sensibilidade para exclusão de sangramentos, tumores ou abscesso.

Em caso de suspeita de infecção de SNC ou acometimento meníngeo, a punção lombar para análise de líquor deverá ser considerada (caso não haja contraindicação) e o tratamento específico não pode ser retardado. Se o paciente apresentar pós-ictal prolongado, um EEG de urgência é indicado devido ao forte indício de status não convulsivo.

Caso o atendimento seja ambulatorial, exame laboratorial, Ressonância Magnética e EEG são considerados exames iniciais. Um EEG interictal é importante na busca de atividades epileptiformes anormais, o qual ajuda a localizar o foco inicial. Para aumentar a sensibilidade do exame, técnicas como fotoestimulação intermitente e hiperventilação durante o exame, além de privação de sono são utilizadas. Um exame normal não exclui alguma anormalidade cortical epileptiforme.

Devo iniciar medicação?

A decisão de iniciar medicação anticonvulsivante é muito complexa. Ela é individualizada e se baseia no risco de recorrência, expondo os riscos e o benefícios para o paciente, considerando sempre, o desejo do próprio nesta decisão. Pacientes com baixo risco de recorrência, relacionada com causas provocadas ou crise sintomática aguda, após seu diagnóstico e tratamento subsequente, podem ficar sem medicações ou aguardar para iniciar após uma segunda crise, pelo maior risco de efeitos adversos gerados pelos anti-convulsivantes.

No entanto, paciente diagnosticados com crises não provocadas como lesões importantes de SNC (neoplasia primária ou metastática), sequela de injúria vascular devem iniciar o tratamento devido ao risco de novas crises. O mesmo vale para pacientes com diagnóstico de epilepsia, conforme explicação acima. A escolha da medicaçãos e a duração do tratamento deverão ser conduzidos de acordo com o tipo de crise apresentado (início focal ou com generalização), alterações do EEG, presença e local da lesão, efeitos adversos da medicação e faixa etária do paciente.

É de suma importância pesar na decisão a facilidade de acompanhamento (retorno para avaliação médica), conscientização do quadro e entendimento das limitações iniciais por parte do paciente e adesão ao tratamento médico proposto.

Preciso dar algum tipo de orientação?

Sim. Devido ao risco de recorrência, atividades como dirigir podem ser restritas a determinados grupos ou impedidas, conforme a legislação de trânsito vigentes. Em caso de trabalho com máquinas que oferecem risco de vida para si ou terceiros, o paciente deverá ser realocado para outra função que não ofereça risco.

Atentar sobre atividades recreacionais como banhos de mar e piscinas, devendo estas serem suspensas no primeiro momento, principalmente se pacientes sem medicação, necessitando de acompanhamento médico para liberação (e quando liberado, orientar que nessas atividades deverá estar na presença de alguém que possa ser responsável em prestar atendimento, caso necessário). Banho de banheira deverá ser desaconselhado e orientado banho de chuveiro. Esclarecer ao paciente a evitar os famosos Triggers, responsáveis por serem facilitadores de crises, como privação de sono, emoções fortes, álcool, estimulação por luzes intensas ou ambientes barulhentos.

O atendimento na primeira crise convulsiva requer uma investigação ampla e uma análise complexa da situação a fim de proporcionar o melhor tratamento para o paciente, diminuindo o risco de recorrências, afetando com menor intensidade possível a qualidade de vida de um paciente angustiado e inseguro. É uma decisão individualizada, que irá requerer um acompanhamento médico próximo e duradouro.

Autor:

 

PebMed

Referências:

#The Food and Drug Administration has approved a new nasal spray for the treatment of severe depression.

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FDA approved nasal spray, known as esketamine, to treat major depression is biggest advance in years

U.S. health officials have approved a medication related to the mind-altering drug ketamine as a new option for patients with severe depression.

On Tuesday, the government agency announced Spravato nasal spray, also known as esketamine, can now be used “for the treatment of depression in adults who have tried other antidepressant medicines but have not benefited from them.”

“There has been a long-standing need for additional effective treatments for treatment-resistant depression, a serious and life-threatening condition,” said Dr. Tiffany Farchione, acting director of the Division of Psychiatry Products in the FDA’s Center for Drug Evaluation and Research, in a statement.

The FDA said patients with major depressive disorder who have tried at least two antidepressants are considered to have treatment-resistant depression.

It is estimated that approximately one-third of U.S. adults with a major depressive disorder have treatment-resistant depression, according to Janssen Pharmaceutical Companies of Johnson & Johnson, which developed Spravato.

Spravato should be used in conjunction with an oral antidepressant, according to both the FDA and Janssen.

The FDA said this is the first time esketamine was approved for any use. The agency approved ketamine, a related drug and an anesthetic, in 1970.

Ketamine, also known as “Special K,” a party and date-rape drug, became a controlled substance in 1999.

According to the FDA, Spravato’s label will contain a boxed warning cautioning “patients are at risk for sedation and difficulty with attention, judgment and thinking (dissociation), abuse and misuse, and suicidal thoughts and behaviors after administration of the drug.”

The most common side effects from the clinical trials were disassociation, dizziness, nausea, sedation, vertigo, decreased feeling or sensitivity (hypoesthesia), anxiety, lethargy, increased blood pressure, vomiting and feeling drunk.

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The spray cannot be taken home and only can be administered in a certified doctor’s office or clinic, according to the FDA. Patients have to be monitored for “at least two hours” after receiving a dose and can’t drive for the rest of the day.

“Spravato has the potential to change the treatment paradigm and offer new hope to the estimated one-third of people with major depressive disorder who have not responded to existing therapies,” said Dr. Mathai Mammen, global head, Janssen Research & Development, LLC, in a statement.

In the company statement, Janssen said it would work quickly to educate and certify treatment centers, so health care providers could start offering Spravato.

Later this month, a locator tool will be posted at www.spravato.com, the drug’s future website, where patients will be able to sign up to receive alerts when new treatment centers are available. The website was not live as of Tuesday night.

#Got a nagging cough? Grab some chocolate.

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At least that’s what a few English researchers are suggesting. A research group at the University of Hull in Yorkshire, England recently conducted a small study to explore the link between the sweet treat and respiratory health. To do so, they examined 163 patients in Europe with a cough, randomly prescribing them either regular codeine or a chocolate-based medicine called ROCOCO. After analyzing the results, they found that patients on the chocolate-based medication reported a “significant improvement” in their symptoms within two days, compared to those on the regular cough syrup. “We have just seen the results of the largest real-world study of an over-the-counter cough remedy ever undertaken in Europe,” lead author Alyn Morice told the Daily Mail. “This proves that a new medicine which contains cocoa is better than a standard linctus.” Morice noted this isn’t the first study of its kind. A team at Imperial College in London discovered that theobromine, an alkaloid in cocoa, is better at suppressing cough than codeine. The ROCOCO analysts had similar findings. They believe the properties of cocoa are demulcent and help relieve irritation and inflammation. “This simply means it is stickier and more viscose than standard cough medicines, so it forms a coating which protects nerve endings in the throat which trigger the urge to cough,” Morice explained. “This demulcent effect explains why honey and lemon and other sugary syrups can help, but I think there is something more going on with chocolate.” The authors recommend sucking on a piece of chocolate to help alleviate cough symptoms. Hot chocolate may not be as effective, because it doesn’t come in contact with the throat long enough. These findings will be published in a journal later this year. In the meantime, learn more details about the assessment here.

Read more at: https://forum.facmedicine.com/threads/chocolate-is-a-better-cough-suppressant-than-your-cough-syrup-study-says.38736/?fbclid=IwAR2WdaLSu5-hAVpPOGIrfWn-pSwGnbi63hWpHfM0KYwy2qI2cj7pZBpZcDo

#Biomarcador pode detetar cancro da mama que não necessite de quimioterapia

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Fonte de imagem: Medscape

Um novo estudo identificou um biomarcador que poderá prognosticar corretamente que pacientes com cancro da mama HER2 positivo (receptor tipo 2 do factor de crescimento epidérmico humano em excesso, que promove o crescimento cancerígeno) poderão receber apenas terapêutica dirigida antiHER2, sem necessitar de adicionar quimioterapia convencional.

Uma equipa de investigadores do Centro do Cancro Johns Hopkins Kimmel, EUA, analisou 83 mulheres com cancro da mama RE (Recetor de Estrogénio) negativo e HER2 positivo, que tinham sido recrutadas em várias instituições clínicas nos EUA.

15 dias antes e após terem recebido o primeiro ciclo de tratamentos, as doentes foram submetidas a Tomografia por Emissão de Positrões (PET) com marcadores radioativos para detetar o consumo de glicose pelas células cancerígenas.

As doentes receberam um total de quatro ciclos de pertuzumab e de trastuzumab, durante 12 semanas, sem quimioterapia. Estes dois anticorpos monoclonais são frequentemente utilizados no tratamento do cancro da mama HER2 positivo, mas em combinação com quimioterapia.

Como se sabe, os fármacos quimioterápicos apresentam efeitos secundários de toxicidade, afetando também as células saudáveis.

A equipa pretendia determinar se as alterações iniciais observadas nos exames PET, efetuados nos primeiros estádios de terapêutica dirigida antiHER2, poderiam ajudar a identificar os tumores que desapareceriam completamente após a terapia antiHER2.

Duas semanas depois do início do tratamento, os investigadores descobriram que conseguiam prognosticar quais os pacientes a receberem terapêutica dirigida antiHER2 não iriam requerer quimioterapia.

Em aproximadamente 56% dos casos (44 doentes), foi identificado um biomarcador preditivo que poderá constituir uma potencial ferramenta de avaliação das respostas iniciais.

Segundo Roisin Connoly, investigadora líder deste estudo, a alteração no consumo de açúcar observada nos exames PET entre o início e duas semanas após começar o tratamento, assim como o valor apurado às duas semanas, ofereciam a melhor capacidade de prognóstico da resposta à terapêutica dirigida antiHER2.

Os níveis de açúcar elevados às duas semanas de tratamento indicarão que o tumor provavelmente não responderá totalmente ao tratamento e necessitará de quimioterapia, explicou a autora.

 

BS

 

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