Mês: março 2016

MASSAGEM INFANTIL (DE 0 A 5 ANOS ou mais)

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Gaia Luz

massagem bbs

MASSAGEM INFANTIL (DE 0 a 5 ANOS ou mais)
Qualidade de vida para as mamães e filhos

A massagem infantil (Shantala e/ou Toque da Borboleta), trabalha especialmente a relação de vínculo mamãe/bebê ou criança, relaxando, eliminando tensões, bloqueios, aliviando cólicas, insônia, enfim, equilibrando todo o sistema nervoso, energético, emocional, trazendo segurança, autoestima para a criança e aumentando o potencial do sistema imunológico do corpo. Estas técnicas de massagem infantil podem ser aplicadas em bebês a partir de 1 mês de vida e também em crianças maiores (5 anos ou mais).

Na natureza sabemos que os mamíferos lambem com vigor os filhotes desde o seu nascimento, esta é uma forma amorosa de massagear e dar boas-vindas ao bebê. Basta observarmos as mamães dos gatinhos, dos cachorrinhos…
Somos mamíferos, bora lá massagear (lamber nossas crias).

Luciana Neri – Terapeuta Integrativa e Idealizadora do Projeto TOCANDO A VIDA
(Projeto que leva o toque…

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Gripe H1N1: entenda a doença e sinais de gravidade – parte 1

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pediatria descomplicada

gripe

Foi notificado no estado de São Paulo um novo surto de gripe provocada pelo vírus H1N1. Já foram relatados 38 casos de morte por complicações da doença, e isso tem sido motivo de muitas preocupações. Pensando nisso, escrevi esse post sobre  o que é a doença, como identificá-la, quais são os sinais de alarme e tratamento.

A influenza é mais frequente nos meses mais frios do ano, no outono e inverno, principalmente no Sul e Sudeste do País. As pessoas com maior risco de complicações são crianças, idosos e gestantes, além de pessoas com doenças que comprometam a imunidade, que é o sistema de defesa do nosso corpo.

Ano passado foram registrados 141 casos de gripe provocados pelo H1N1, com 36 mortes. Esse ano, somente nesses três meses, e só no estado de São Paulo, há o relato de 260 pessoas infectadas pelo vírus e 38 já morreram.

Para prevenir a…

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FISIOPATOLOGIA – MELANOMA

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Beleza no Ar

MELANOMA MALIGNO

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O melanoma maligno origina-se dos melanócitos, sendo frequentemente um tumor agressivo acompanhado por significativa morbidade e mortalidade. Embora ocorra mais comumente na pele, pode surgir em qualquer parte do corpo que tenha melanócitos, como os olhos e o intestino. É uma neoplasia relativamente comum.

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As frutas e as crianças.

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As frutas são boas aliadas da alimentação infantil saudável. Além delas serem saborosas e ter um gostinho doce, o que pode substituir em muitas vezes o próprio doce. Claro que tem crianças que tem uma certa resistência, mas  é tudo uma questão de adquirir o hábito de consumi-las.

receita-picolé-de-frutas-caseiro

As frutas tem água, fibras, vitaminas, sais minerais, frutose, carboidratos, gorduras e proteínas. E não é só. Toda essa variedade nutricional vem com poucas calorias, é facilmente digerida e dá boa saciedade.

Especialista sugerem que as crianças maiores de 1 ano consumam de 3 a 4 porções de fruta por dia pelo menos. O importante é consumir na forma “in natura” onde os valores nutricionais são maiores.

Aqui vou colocar para vocês uma tabelinha dos principais benefícios das frutas mais consumidas pelos pequenos:

– Laranja 
Rica em fibras, contém vitamina C, que fortalece a defesa do organismo, combatendo a tosse e o…

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Oxytocin level in pregnant women may predict postpartum depression

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In women with a prior history of depression, higher levels are an indicator of more depressive symptoms after delivery.

Oxytocin levels in pregnant women may, in some cases, indicate later symptoms of postpartum depression. According to a US study published in the “Archives of Women’s Mental Health”, these levels should therefore be closely monitored in women who have previously suffered from depression.

Scientists from Northwestern University in Chicago (Illinois) included 66 healthy pregnant women in their study. Of these, 13 had a prior history of depression. Researchers measured the oxytocin levels in the third trimester and whether the women had any symptoms of postpartum depression symptoms six weeks after delivery.

The result surprised the researchers, because it became clear that precisely the opposite of what they had expected was the case. In participants with a prior history of depression, higher oxytocin levels during pregnancy correlated with more depressive symptoms after delivery. Symptoms included waking early and not being able to get back to sleep, more anxiety and worrying, pain, headaches, changes in digestion, heavy limbs, feeling tired, feeling sad and experiencing changes in appetite.

There are indications that depression can make oxytocin receptors less effective, explained study author Suena Massy. “Perhaps, when women are starting to experience early signs of depression, their bodies release more oxytocin to combat it.”

In any case, the study presents a step towards finding biomarkers for postpartum depression. In view of the consequences for mother and child, screening for pregnancy-related depression should become just as routine as screening for physical complications such as gestational diabetes, urged Massey.

Fish oil supplements have no effect on muscle growth

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Study in trained young men showed that these supplements have no beneficial effect.

Fish oil supplements are not as beneficial to muscle growth as previously assumed. According to a British study published in “Physiological Reports”, the supplements had no effect on – albeit fit – participants.

The study, which was conducted by the University of Stirling, included 20 young men who worked out regularly. They were asked to consume five grams of either fish oil or coconut oil every day for eight weeks. The participants performed a series of muscle-building exercises following the supplementation, and then consumed 30 grams of protein powder. At the beginning and the end of the trial, muscle biopsies were taken to analyse the composition of the tissue.

Researchers found that fish oil capsules did not make a significant difference to the rate at which muscles add new protein after exercise. Taking fish oil had no effect on building muscle mass or in repairing damaged proteins.

For the time being, researchers therefore conclude that fish oil supplements provide no advantage for muscle training – at least not for healthy individuals who were already physically active, says study author Kevin Tipton. The next stage is therefore to find out whether inactive individuals of varying ages respond differently to the supplements.

Cada consumo de cocaína puede multiplicar por 6 el riesgo de ictus en adultos jóvenes (Stroke)

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Incluso en adultos de 30 a 40 años.

Incluso en adultos de 30 a 40 años.

Investigadores de la University of Maryland School of Medicine (Estados Unidos) han observado que cada vez que se consume cocaína se multiplica por seis el riesgo de sufrir un accidente cerebrovascular o ictus, incluso en adultos de 30 a 40 años, según los resultados de un estudio que publica la revista “Stroke”.

En un análisis comparativo de los pacientes que habían sufrido un ictus a una edad más joven vieron que el consumo de cocaína 24 horas antes del infarto cerebral aumentaba sustancialmente el riesgo, hasta ocho veces si se consumía fumándose.

“Entre otros factores, se sabe que la cocaína provoca un rápido aumento de la presión arterial y también puede causar problemas cardíacos que pueden derivar en un accidente cerebrovascular”, ha reconocido Steven J. Kittner, autor principal del estudio.

Los investigadores analizaron los datos de un estudio que se llevó a cabo entre 1992 y 2008 con más de mil pacientes que habían sufrido un ictus isquémico entre los 15 y 49 años en el área de Baltimore y Washington DC. Este tipo de accidente cerebrovascular es el más común y se caracteriza por la obstrucción de un vaso sanguíneo que va al cerebro, en la mayoría de ocasiones como consecuencia de un coágulo de sangre.

Los investigadores compararon estos datos con los de otros 1.152 personas de la misma franja de edad que no habían sufrido un ictus. En ambos casos se les preguntó por el consumo de drogas o medicamentos sin una indicación médica.

De este modo, vieron que las personas que habían sufrido un ictus eran más propensos a fumar tabaco y tener otras enfermedades asociadas como la diabetes o la hipertensión arterial, en comparación con el grupo control.

En cambio, el consumo de cocaína fue similar en ambos grupos, con un 28% en los pacientes con ictus y un 26% en el grupo control que la habían probado en alguna ocasión, por lo que el consumo puntual no podía asociarse a un mayor riesgo de ictus.

Sin embargo, en el grupo de ictus vieron que el haber consumido cocaína el día anterior les hacía seis veces más propensos a sufrir un ictus, frente a quienes no la habían probado. Un resultado que se mantuvo al analizar otras variables como el consumo de alcohol o tabaco.

Sólo 26 personas dijeron haber consumido cocaína menos de 24 horas antes de haber sufrido el ictus, de las que 14 lo hicieron apenas seis horas antes.

El autor del estudio reconoce que un estudio observacional como este no puede “probar” la relación de causalidad entre el consumo de cocaína y el ictus, pero si marca una “fuerte relación” entre ambos factores y, por ello, confía en que al menos consiga disuadir a algunos consumidores.