Pneumologia

#Una combinación de #fármacos puede ser útil en #apnea

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Una combinación de fármacos muestra la capacidad de reducir la gravedad del síndrome de la apnea, según revela un reciente estudio estadounidense.

La apnea, en cifras

El síndrome de la apnea obstructiva del sueño (SAOS) es una enfermedad muy frecuente con una incidencia del 10% en hombres y del 5% en mujeres. Hoy en día, el tratamiento de elección es la CPAP, un aparato que produce presión positiva continua y mantiene esa vía aérea abierta. Sin embargo, es una técnica que tiene limitaciones, ya que no es bien tolerada por el 20% de los pacientes, por lo que se buscan opciones. Un estudio publicado por Luigi Taranto Montemurro en The American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine muestra por fin un camino hacia un tratamiento farmacológico eficaz, según subrayó online desde Harvard (Estados Unidos) a los especialistas reunidos en Santiago durante el último congreso de la Separ. “Por primera vez se consigue que una combinación de fármacos tenga la capacidad de reducir la gravedad del síndrome de la apnea. Para nosotros es un paso muy relevante”, indica Olga Mediano, neumóloga y coordinadora del Área del Sueño de la Separ.

 

Hasta ahora los fármacos investigados conseguían mejorar el tono del músculo de la vía aérea, pero no la gravedad de la apnea que se mide por el número de pausas respiratorias por hora. La fórmula utilizada por Taranto consiste en administrar 80 mg de atomoxetina y 5 mg de oxibutinina para incrementar el tono muscular del geniogloso. El resultado obtenido es alentador: el número de pausas por hora disminuyó un 63% durante una noche.

Queda todavía mucho camino -demostrar el efecto a largo plazo y las dosis ideales para rebajar los efectos secundarios-, pero se vislumbra una alternativa al tratamiento con CPAP o como coadyuvante. Para Olga Mediano, de la Separ, “es una posibilidad que en el futuro puede ser factible sobre todo para pacientes jóvenes, que son los que más rechazan la CPAP, no obesos (debido al grosor de su cuello) o como soporte de la CPAP para bajar la presión y que sea así mejor tolerada porque hay que tener en cuenta que la efectividad de la CPAP asciende al 95%”.

#ERS position statement opposes #e-cigarettes and NRT

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    •  Univadis Medical News

The European Respiratory Society (ERS) has issued a new position paper which warns that tobacco harm reduction strategies that support the use of alternative nicotine delivery products for smoking cessation are not effective and are based on incorrect assumptions and undocumented claims.

The ERS Position Paper on Tobacco Harm Reduction says such strategies should not be used as a population-based approach to tobacco control.

The statement says harm reduction strategies are “based on incorrect claims that smokers cannot or will not quit smoking” and are “reliant upon undocumented assumptions that alternative nicotine delivery products are highly effective as a smoking cessation aid”.

The statement warns that e-cigarettes and heated tobacco products, which are largely produced and marketed by the tobacco industry, are “just another example of the tobacco industry’s long-established tactic to sell so-called safer products in a bid to deter smokers from quitting and to make smoking more socially acceptable”.

The ERS says several studies already confirm that e-cigarettes and heated tobacco products have short-term toxic effects on health. If we wait any longer to see the long-term effects, we risk facing consequences similar to those caused by ignoring the early warnings about how harmful conventional cigarettes are to health, it warns.

#Dia Mundial Sem Tabaco: fumar duplica risco de morte súbita em bebês

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Dia Mundial Sem Tabaco

Dia Mundial Sem Tabaco: fumar duplica risco de morte súbita em bebês

Hoje é comemorado o Dia Mundial Sem Tabaco. É importante lembrar nesta data que é papel dos profissionais de saúde alertar todas as gestantes sobre os graves riscos que o tabagismo traz para a saúde da mãe e do bebê.

Um estudo publicado recentemente surge como um alerta importante para as gestantes fumantes. Recém-nascidos de mulheres que fumaram um ou mais cigarros por dia durante a gestação tiveram mais que o dobro do risco de morte súbita, em comparação com aqueles cujas mães não fumaram. E esse risco aumentou a cada cigarro, como mostra o estudo coordenado pela médica Tatiana M. Anderson do Center for Integrative Brain Research, do Seattle Children’s Research Institute, em Washington, nos Estados Unidos. O estudo foi publicado online em abril deste ano, no periódico Pediatrics.

Segundo os resultados, o índice de risco de morte súbita nos bebês caiu quando as mulheres reduziram a quantidade de cigarros ou pararam de fumar. Em comparação com as gestantes que não reduziram a quantidade de cigarros durante a gestação (mais da metade), os bebês das mães que o fizeram por volta do terceiro trimestre tiveram uma pequena queda (17%) do risco de morte súbita. E os bebês das gestantes que pararam de fumar no terceiro trimestre apresentaram uma redução ainda maior (23%) do risco.

Os pesquisadores analisaram dados estatísticos de 20.685.463 nascimentos e 19.127 casos de morte súbita, ajustando os critérios para raça e/ou etnia/origem de mãe e pai, idade da mãe e do pai, estado civil da mãe, escolaridade da mãe, ordem de nascidos vivos, número de consultas pré-natais, idade gestacional em semanas, tipo de parto, sexo do recém-nascido e peso ao nascer.

Vale destacar que a morte súbita inclui a síndrome da morte súbita do lactente, sufocação e estrangulamento acidentais no leito e causas mal definidas.

Comparado com recém-nascidos de mães não fumantes, o índice de risco de morte súbita e inesperada foi mais que o dobro para recém-nascidos de mães que relataram ter fumado durante a gestação.
O risco foi quase duas vezes maior com um cigarro fumado por dia, e aumentou linearmente até o patamar de 3,17 para as que fumaram um maço inteiro (20 cigarros) por dia.

“Essa correlação foi similar para cada trimestre quando modelada independentemente, mas o número médio de cigarros nos três trimestres juntos teve o maior poder preditivo”, explicaram os pesquisadores. Os resultados do estudo indicam que “os esforços de cessação do tabagismo podem ter um impacto maior na diminuição das taxas de morte súbita e inesperada quando direcionadas a pessoas que fumam menos de um maço por dia, em vez das que fumam mais de 20 cigarros por dia, que são os alvos mais tradicionais das campanhas”.

Mais da metade (55%) das mães que fumaram durante a gestação continuaram a fumar a mesma quantidade de cigarros que fumavam antes da gestação. Em média, aquelas que pararam de fumar no começo do terceiro trimestre (20%) reduziram o número de cigarros fumados durante toda a gestação em 58%, e as que reduziram o fumo no terceiro trimestre reduziram o número de cigarros em 33%. Esta foi uma “redução mensurável”, segundo os pesquisadores.

Em comparação com as gestantes que continuaram a fumar, o risco de morte súbita e inesperada foi ligeiramente menor no grupo que reduziu a quantidade de cigarros, mas a maior redução no risco foi observada no grupo que parou de fumar.

Dia Mundial Sem Tabaco

Na comparação com mulheres que não fumaram durante a gestação ou nos três meses anteriores, o risco de morte súbita e inesperada aumentou progressivamente nas mães que fumaram e pararam antes da gestação, naquelas que não fumavam antes, mas fumaram durante a gestação e nas que fumavam antes e durante a gestação.
Para aquelas que somente fumaram antes da gestação, a quantidade de cigarros não pareceu ter efeito sobre o risco de morte súbita e inesperada.

Os pesquisadores acreditam que as estimativas de tabagismo provavelmente são conservadoras porque não avaliaram a exposição ambiental ao fumo durante o pré-natal e o pós-parto, ou o tabagismo paterno, que é um fator conhecido para o risco de morte súbita e inesperada. Além disso, as estimativas de tabagismo dependem dos relatos das mulheres, que podem ter preferido não revelar o seu status de fumante.

“Estimamos que as taxas de morte súbita e inesperada nos Estados Unidos poderiam ser reduzidas em 22% se nenhuma mulher fumasse durante a gestação”, concluem os pesquisadores.

PEBMED

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Referências:

#Las #mujeres con apnea obstructiva del sueño se enfrentan a un mayor #riesgo de cáncer que los hombres (Eur Respir J)

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  • Noticias Médicas

Las mujeres con apnea obstructiva del sueño son más propensas a ser diagnosticadas de cáncer que los hombres con esta enfermedad, incluso después de tener en cuenta factores como la edad, el índice de masa corporal (IMC), el tabaquismo y el alcohol, según un estudio en más de 19.000 personas publicado en el European Respiratory Journal.

El nuevo estudio sugiere que las personas que experimentan más cierres de las vías respiratorias durante el sueño y cuyos niveles de saturación de oxígeno en sangre caen por debajo del 90% con más frecuencia tienen más probabilidades de ser diagnosticadas de cáncer.

“Estudios recientes han demostrado que los bajos niveles de oxígeno en sangre durante la noche y la interrupción del sueño, que son comunes en la apnea, pueden desempeñar un papel importante en la biología de los diferentes tipos de cáncer. Pero esta área de investigación es muy nueva, y los efectos del género en la relación entre la apnea y el cáncer no han sido estudiados en detalle antes”, explica la líder del estudio, Athanasia Pataka, de la Universidad de Aristóteles (Grecia).

Para evaluar la gravedad de la apnea y su relación con el cáncer en desarrollo, los investigadores observaron cuántas veces los participantes experimentaron cierre parcial o completo de las vías respiratorias por hora de sueño, y cuántas veces durante la noche sus niveles de oxígeno en sangre cayeron por debajo del 90%.

Cuando analizaron los datos de acuerdo con el sexo de los participantes, los investigadores encontraron que las probabilidades de diagnóstico de cáncer eran más altas en las mujeres con apnea severa, y que habían reducido más severamente los niveles de oxígeno en sangre durante el sueño en comparación con las mujeres sin esta enfermedad.

Pero esta tendencia no fue la misma cuando se compararon los hombres con apnea con los hombres sin esta patología, incluso después de que el equipo de investigación tomó en cuenta las otras variables que podrían afectar el riesgo de desarrollar cáncer, como el IMC, la edad, el tabaquismo y el consumo de alcohol, lo que sugiere que las mujeres con apnea son más propensas a desarrollar cáncer que los hombres afectados de la misma manera.

#El método más eficaz para #dejar de fumar combina el #tratamiento psicológico con el#farmacológico

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Neumólogos reunidos en la 24ª edición del Congreso de Neumomadrid han asegurado que el método más eficaz para dejar de fumar combina el tratamiento psicológico con el farmacológico, una estrategia terapéutica con la que se quintuplican las posibilidades de éxito.

Y es que, aunque muchos fumadores dicen que dejarán el hábito cuando se lo propongan y por su cuenta, está demostrado que de esta forma sólo se consiguen tasas de abstinencia al año menores del dos%. Otro de los mitos más populares es pasar a fumar aquello que ellos consideran menos nocivo para su salud, como tabaco de liar o el cigarrillo electrónico, convirtiéndose, muchos de ellos, en fumadores duales”.

“El método más eficaz para dejar de fumar es la combinación de tratamiento psicológico/conductual con tratamiento farmacológico. En el caso de los farmacológicos, disponemos de una mayor evidencia científica en el caso de vareniclina y la combinación de terapia sustitutiva de nicotina, como parches, caramelos o spray bucal. En ambos casos, las posibilidades de que una persona abandone el hábito de fumar se triplican”, aseguró el neumólogo del Hospital Universitario 12 de Octubre de Madrid, José Ignacio de Granda.

#Aumentam casos de doença pulmonar obstrutiva crónica em não-fumadores

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Fonte de imagem: Genematics

Uma equipa de investigadores observou que a prevalência de não-fumadores com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) tem vindo a aumentar.

Num estudo conduzido por uma equipa liderada por Sameer Arbat dos Hospitais KRIMS em Nagpur, Índia, procurou-se descrever as características de pacientes não-fumadores com DPOC e determinar comorbidades e exposições associadas à doença.

Para o estudo, foram examinados 180 pacientes com DPOC, entre os anos de 2016 e 2018. Os pacientes foram divididos em quatro categorias, segundo o grau de gravidade da doença: ligeira, moderada, grave e muito grave.

O grau de gravidade da DPOC foi avaliado com base nas respostas dos participantes ao questionário GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease), usado na avaliação da doença.

A comorbidade mais comum nos não-fumadores com DPOC foi a hipertensão, que afetava 34,4%, seguida da diabetes, presente em 17,8% dos pacientes.

A maioria dos pacientes (61%) vivia em zonas rurais e 38% em zonas urbanas. 46% dos pacientes estavam expostos a biomassa e 26% a gases tóxicos.

Segundo a equipa, estes achados indicam que a exposição a combustíveis de biomassa constitui um dos principais fatores que contribuem para DPOC, com maior risco na população rural.

“A exposição ao fumo industrial, poluição ambiental e fumo das casas são os fatores que mais contribuem para a DPOC nos não-fumadores”, explicou Sameer Arbat. “É necessário estudar melhor este subgrupo de não-fumadores com DPOC para determinar a verdadeira causa deste aumento”, concluiu.

 

 

BancodaSaude

#Las #partículas diésel pueden originar #asma en personas sanas

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Las partículas diésel no son sólo capaces de empeorar el asma ya establecido sino que, además, pueden ser la causa de asma en personas sanas.

Xavier Muñoz y María Jesús Cruz, coordinadores del estudio.

¿Pueden las partículas diésel causar asma en personas sanas? Una pregunta que desde hace años se vienen haciendo tanto médicos como investigadores y que ahora, un estudio liderado por el grupo de investigación en Neumología del Valle de Hebrón Instituto de Investigación (VHIR) perteneciente al CIBER de Enfermedades Respiratorias (CiberES), ha dado respuesta: Existen evidencias tanto a nivel epidemiológico como a nivel molecular de que la contaminación no solo agrava el asma sino que la puede causar, según publican los científicos en Science of the Total Environment.

 Se trata de un estudio de revisión en el que se analizaron entre 130 y 150 artículos científicos sobre el papel de las partículas diésel en el desarrollo del asma. A diferencia de otros  artículos de revisión que están más centrados en el agravamiento de la patología, en este caso los investigadores se centraron en la causa.

Influjo de un entorno contaminado

“La literatura es bastante concluyente en los estudios realizados en población infantil, en los que se ha visto que el hecho de vivir durante la infancia en zonas con altos niveles de contaminación por partículas diésel se relaciona con un aumento en la prevalencia de asma en la edad adulta”, explica María Jesús Cruz, co-jefe del grupo de investigación en Neumología del VHIR. Esto puede deberse a que el sistema inmunológico y los pulmones de los niños se va formando en un entorno con contaminación ambiental. En concreto, el periodo entre el nacimiento y los cuatro años es clave. “De hecho, la evidencia más clara es que en los niños el asma es, principalmente, de tipo alérgico”, añade.

En cambio, aunque se sospecha que sí existe, es más difícil de demostrar la relación entre la exposición prenatal a las partículas diésel y el desarrollo del asma. “En adultos, tampoco hay una evidencia clara, probablemente debido a la heterogeneidad de los estudios y a que hay muchos otros factores genéticos y comorbilidades que influyen”, matiza  Xavier Muñoz, investigador principal del grupo de investigación en Neumología del VHIR y del Servicio de Neumología de Valle de Hebrón.

 Aumento del estrés oxidativo 

Una vez comprobado que epidemiológicamente las partículas diésel sí podían causar asma, especialmente en los niños, los investigadores estudiaron si nivel molecular también se podía explicar cómo las partículas diésel pueden desencadenar el asma.

Así, comprobaron que las partículas diésel aumentan el estrés oxidativo dentro del pulmón.  “Si se inhalan pequeñas cantidades los pulmones son capaces de activar mecanismos defensivos para evitar el estrés oxidativo, pero al inhalar grandes cantidades estos mecanismos defensivos son insuficientes y las partículas diésel logran romper el epitelio bronquial provocando procesos inflamatorios, alteraciones en el sistema inmune (activación de los linfocitos TH2 y TH17) y asma”, comenta Cruz.

El diésel también consigue que los alérgenos sean más alergénicos y que se produzcan cambios en el microbioma pulmonar e intestinal 

Las partículas diésel por sí solas tienen un efecto en el organismo, pero también contribuyen a que otros alérgenos sean más alergénicos. Es decir, que las partículas diésel aumenta los procesos alérgicos relacionados con el asma.

“Además, se ha visto que de forma indirecta también se desencadenan cambios en el microbioma, no solo pulmonar, sino también intestinal, que pueden hacer que el asma se agrave”, concluye Muñoz.