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Insulina , Cortisol e Queima de Gordura

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O cortisol é o que chamamos de hormônio Jekyll & Hyde. Para aqueles que não são 100% familiarizado com a história do Dr. Jekyll e Mr. Hide, aqui vai um resumo:

Dr. Jekyll era um homem de natureza boa e um cidadão íntegro. Mas ele estava incomodado com pensamentos sombrios de uma “natureza luxuriosa e impertinente”. Isso o preocupava tanto que ele desenvolveu um soro para tentar separar-se destes impulsos obscuros. O soro funcionou, mas apenas parcialmente, e trouxe à tona o alter ego do Dr. Jekyll, o perverso Mr. Hyde. A história é sobre a luta entre o lado bom e equilibrado, Dr. Jekyll, e o lado extremamente mau, Mr. Hyde.

Compreender essa história é instrutivo para a compreensão do cortisol. Muitas pessoas vêem o cortisol como um hormônio do “mal” que causa armazenamento de gordura e perda de massa muscular. Na verdade, ele não é, sendo necessário para uma boa saúde, boa condição física e perda de gordura. Ele pode se tornar destrutivo, sob certas circunstâncias, especificamente quando é cronicamente elevado ou continuamente suprimido. Quando é muito alto ou muito baixo, ele se transforma em Mr. Hyde. Quando se é equilibrado, o cortisol é mais como Dr. Jekyll.

Então, vamos passar por alguns fatos sobre o cortisol para ajudá-lo a entender ainda mais.

1) O cortisol promove tanto o armazenamento quanto liberação de gordura.

Causa o armazenamento de gordura, porque como a insulina, ele aumenta a atividade da principal enzima de armazenamento de gordura, a Lipase lipoproteica (LPL, do inglês, Lipoprotein Lipase).

Causa a queima de gordura, porque aumenta a atividade da principal enzima na queima de gordura, a lipase sensível a hormônio (HSL, do inglês, Hormone-sensitive Lipase).

É bom salientar que a principal enzima na queima de gordura em nosso corpo é chamada de lipase sensível a HORMÔNIO e não de lipase sensível à CALORIA. Isto já dá uma dica de que ambos, calorias e hormônios são importantes na perda de gordura e não apenas calorias como sempre escutamos.

HSL é melhor descrita como uma enzima de liberação de gordura do que uma enzima de queima de gordura. Isto porque a gordura liberada ainda precisará ser queimada em outro lugar no corpo, de outro modo corre o risco de ser novamente armazenada. Elevações agudas no cortisol ajudam a queimar gordura.

Excesso de elevações prolongadas no cortisol pode causar alterações nos neurônios simpáticos que levam a um aumento da produção de neuropeptídeo Y (NPY, do inglês, Neuropeptide Y). O NPY liberado de neurônios simpáticos periféricos estimulam o crescimento de células de gordura.

Elevações crônicas no cortisol, especialmente na ausência de construção muscular ou manutenção de hormônios, pode levar à perda de massa muscular.

2) Os hormônios são como pessoas e se comportam de forma diferente dependendo de com quem eles estão associados.

Quando o cortisol é associado com a insulina, é mais provável que se transforme em Mr. Hyde e cause o armazenamento de gordura. Isto é porque a insulina e cortisol são antagonistas do outro. A insulina e cortisol juntos aumentam a LPL muito mais do que qualquer um sozinho, e a insulina ainda suprime a ação do cortisol na HSL.

Isto significa que a insulina acentua o efeito LPL do cortisol e amortece o seu efeito HSL aumentando o armazenamento de gordura, ao mesmo tempo que diminui a sua libertação.

 

A insulina também afeta de forma negativa a queima de gordura diretamente, diminuindo a gordura queimada através da supressão indireta de uma importante enzima na queima de gordura chamada CPT-1.

CPT1A

O cortisol também torna o corpo mais resistente à insulina. Isto significa que o corpo terá de liberar mais insulina para realizar o mesmo trabalho. Isto pode levar a um maior armazenamento de gordura, e a libertação lenta de gordura também reduza.

O Cortisol não causa a gordura da barriga, mas quando é associado com a insulina, desempenha um papel enorme no processo.

3) Quando o cortisol é associado com HGH (Hormônio de Crescimento Humano), catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), e níveis mais baixos de insulina, atua mais como Dr. Jekyll, aumentando a perda de gordura.

Isso ocorre porque esses hormônios em combinação aumentam a velocidade de liberação da gordura e elevam a sua queima.

“Este estado de cortisol elevado com HGH e catecolaminas, juntamente com baixa insulina, é extremamente benéfico para a perda de gordura.”

Este estado ocorre em jejum de curto prazo e exercício de alta intensidade e curta duração.

É por isso que, jejuns curtos durante a noite ou jejuns de dia (12-24 horas), e exercícios de alta intensidade e curta duração (20 minutos de treinamento de corrida) são muito benéficos para muitos, em seus objetivos de perda de gordura.

Reduzir o cortisol durante o exercício não é sábio, mas suprimi-lo após o exercício pode ajudar no equilíbrio catabólico-anabólico no corpo. Comer logo após o exercício, fazer atividade relaxante após movimento intenso, e o uso de suplementos como BCAA e/ou proteína de soro funcionam melhor juntas para alcançar o efeito desejado.

4) O cortisol contribui e pode diretamente causar desejos.

Os hormônios do estresse estão associados com o que os neurocientistas chamam de “transtornos de desejo” do cérebro. Este é um estado que é frequentemente ativado sob estresse, onde os centros de recompensa de curto prazo, do cérebro, são ativados e os centros de motivação são suprimidos.

O cortisol interage direta ou indiretamente com o neuropeptídeo Y (NPY), estimulando o apetite.

O cortisol está associado ao desejo por alimentos doces, salgados e gordurosos.

5) O cortisol está intimamente relacionado com a função da tireóide.

Cortisol é necessário para sensibilizar os receptores da tiróide ao hormônio tireoidiano. Portanto baixo cortisol atrapalha sinalização normal da tireóide levando a hipotireoidismo.

 

Síntese da T3 Reversa a partir de T4 por deiodinação. Síntese de T3 e T2 também são mostradas

Altos níveis de cortisol diminuem a conversão de tiroxina (T4) a triiodotironina (T3) e aumenta os níveis de hormônio da tireóide reversa (rT3). Juntos, isso significa menor a função da tireóide e hipotireoidismo.

Para a função tireoidiana ideal você não deve ter cortisol muito alto ou muito baixo.

6) Aumentam o cortisol

  • Exercício de alta intensidade e de curta duração.
  • Exercício de moderada intensidade e de longa duração.
  • Pular refeições pode aumentar o cortisol. Na alimentação, o que se acredita é que seja uma resposta imunitária protetora. No caso de falta de refeições, ele é liberado para ajudar liberação de gordura e açúcar. O grau de tais respostas é variável de pessoa para pessoa. No jejum intermitente temos elevação de cortisol com diminuição de insulina e elevação de hormonio do crescimento o que favorece queima de gordura
  • Privação do sono, estresse de curto prazo
  • As respostas imunes de infecção ou inflamação podem causar altos níveis de cortisol.
  • A raiz de alcaçuz ou Licorice aumenta a meia-vida de cortisol no organismo e é frequentemente usada por médicos alternativos em pessoas com baixas reservas de cortisol.
  • Hidrocortisona ou cortisol derivado de planta (Isocort) são ambos frequentemente utilizados para aqueles com baixos níveis de cortisol.
  • O uso de álcool
  • Café
  • Vitamina B5,

7) Reduzem  e modulam o cortisol

  • Caminhada por lazer, não andando por andar. (Especialmente na floresta).
  • O sono, cochilos e massagem.
  • Descanso, relaxamento e riso.
  • Meditação, tai chi, yoga restauradora/alongamento (não a power yoga).
  • Afeição física, o tempo com os entes queridos e animais de estimação.
  • Sauna, banhos quentes, e terapias de spa.
  • Chás GABAérgicos de ervas (erva-cidreira, maracujá, valeriana, camomila, calota craniana, Yogi da Bedtime Tea).
  • Comer. Tudo o que eleva a insulina irá suprimir o cortisol em algum grau. Por isso os alimentos ricos em amido e alimentos ricos em proteínas pode m diminuir o cortisol
  • Proteína Whey e suplementos de BCAA
  • Fosfatidil Serina e Relora (um complexo de extratos específicos de Phellodendron amurense e de Magnolia officinalis, utilizado para regular os níveis de cortisol).
  • Magnésio. Por via oral ou através de banho (ou seja, sais de Epsom)
  • Chá verde (teanina)

8) Equilibram o cortisol e a função do estresse adrenal.

  • Os ginsengs: Ginseng Asiático (Panax), ginseng siberiano (Eleutherococcus)
  • Rhodiola Rosea
  • Shizandra (ginseng chinês)
  • Ashwagandha (ginseng indiano)
  • Maca (ginseng peruano)
  • Tulsi (Manjericão)
  • Sódio, vitamina C, zinco, magnésio

9) Dosagem do cortisol.

  • Melhor avaliado através da saliva, de modo a captar o hormônio livre e capturar o seu ritmo circadiano natural mas pode ser mensurado no sangue ate´1 hora depois de acordar em jejum de 8 horas
  • Pode se fazer a curva de cortisol na saliva com 3 a 4 dosagens ao longo do dia. A resposta natural é elevado pela manha e diminuído a noite
  • Inversão nesta curva pode indicar fadiga adrenal crônica principalmente se tivermos sintomas como fadiga matinal persistente pela manha com melhora da energia a noite

10) Outros fatos interessantes.

– A doença que cursa com baixíssimo nível de cortisol é chamada “Doença de Addison”. É um doença auto imune onde as glândulas supra renais passam a produzir quantidades muito diminuídas de cortisol. Cortisol no sangue dosado pela manha abaixo de 3 associado a fadiga extrema merece melhor investigação por endocrinologista. Uso prévio de corticóides sintéticos como dexametasona, prednisona, prednisolona e betametasona por exemplo podem deixar o cortisol baixo ao fim do uso e falsear o resultado

– A doença que cursa com elevado nível de cortisol é chamada “Doença de Cushing”. Os indivíduos tendem a ter um rosto redondo, o acúmulo de gordura na parte superior das costas, e uma grande barriga redonda. Eles também tendem a desenvolver “estrias roxas” ou estrias. Esta doença é causada por um tumor produtor de cortisol.

– 11-Beta hidroxiesteróide desidrogenase tipo 1 (11-beta-HSD1) é uma enzima presente na gordura e outras células que convertem cortisona inativa em cortisol ativo. Isto é importante, porque significa que o tecido adiposo pode produzir o seu próprio cortisol.

– Por causa da ação da 11-beta HSD-1 , os indivíduos podem estar sofrendo os efeitos de níveis elevados de cortisol em áreas locais, tendo perfis hormonais normais de cortisol.

– A curcumina é um potente inibidor de HSD-1 em modelos animais, e é usada na clínica de efeito metabólico, em obesidade e gordura da barriga clinicamente resistente.

FONTES:

http://www.metaboliceffect.com/hormones-stress-cortisol/

-http://www.aboutcushings.com/pt/understanding-cushings-disease/causes-and-differences.jsp

http://www.news-medical.net/health/Addisons-Disease-Symptoms-(Portuguese).aspx

http://shop.metaboliceffect.com/products/20-train-your-mind-change-your-body.aspx

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19804814

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0049976

Acréscimo de ovos à dieta pode impulsionar o crescimento dos bebês em situação de risco

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Marilynn Larking

NOVA YORK (Reuters Health) – A introdução de ovos na alimentação melhorou substancialmente o crescimento dos bebês entre seis e nove meses de idade no Equador, e pode fazer o mesmo em outras regiões com escassez de recursos, afirmam pesquisadores.

“Globalmente, existem 162 milhões de crianças com atraso no desenvolvimento, o que as coloca em risco de ter um desenvolvimento cerebral insuficiente, de contrair doenças infecciosas e de morte”, disse à Reuters Health a Dra. Lora Iannotti, da Washington University, em St. Louis, Missouri.

“Em nossa opinião”, disse ela por e-mail, “a principal descoberta neste estudo foi o aumento importante do crescimento linear de 0,63 da pontuação Z do comprimento comparado à idade (curva de crescimento da OMS) e uma redução de 47% na prevalência de atraso ou parada do crescimento – mais de um terço acima do que tem sido observado em todo o mundo com as estratégias de alimentação complementar”.

“As intervenções nutricionais convencionais, como o consumo de suplementos ou alimentos enriquecidos, não surtiram um efeito dessa magnitude”, acrescentou a Dra. Lora. “Os ovos fornecem muitos nutrientes, como a colina e outros fatores de crescimento, em matrizes de alta biodisponibilidade”.

A Dra. Lora e colaboradores randomizaram bebês de seis a nove meses para comerem um ovo por dia durante seis meses (83 bebês) ou não receberem nenhuma intervenção (controle, 80 bebês). Ambos grupos receberam mensagens de marketing social incentivando sua participação. Todas as famílias foram visitadas semanalmente para a distribuição dos ovos, e para o monitoramento do consumo de ovos (apenas para o grupo recebendo os ovos) e dos sinais e sintomas de morbidade.

Conforme informado on-line em 7 de junho no periódico Pediatrics, a intervenção com os ovos aumentou o valor da pontuação Z do comprimento comparado à idade em 0,63 e a pontuação Z do peso para idade em 0,61. A prevalência de atraso ou parada do crescimento foi reduzida em 47% dos casos, e a de baixo peso em 74% dos casos.

As crianças no grupo da intervenção comeram mais ovos do que os controles. Ao longo do tempo, os dois grupos aumentaram o consumo de alimentos ou bebidas açucaradas e refrigerantes. No entanto, no grupo recebendo os ovos, a prevalência do consumo referido de alimentos como chocolate, doces, bolos e biscoitos, foi 29% menor do que no grupo controle (P = 0,032) ao final do estudo.

O consumo de refrigerantes não foi significativamente menor no grupo recebendo ovos (10% contra 14%, P = 0,137).

Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos em termos de consumo de outros alimentos, e não houve registro de alergia a ovo.

A campanha de marketing social foi uma das chaves para o sucesso da intervenção, disse a Dra. Lora. “Mensagens e símbolos culturalmente apropriados foram cuidadosamente elaborados e direcionados para a comunidade indígena mista. Apesar de ter havido uma erupção vulcânica no meio do ensaio clínico, tivemos apenas 7% de perda de acompanhamento”.

“Outro fator fundamental de sucesso foi a introdução precoce de ovos no período da alimentação complementar, dos seis aos nove meses”, acrescentou. “O Ministério da Saúde Pública do Equador recomendara anteriormente a introdução alimentar de ovos após um ano de idade”.

“Com os resultados do nosso estudo, e as evidências crescentes na literatura mitigando as questões relacionadas com as alergias e com o colesterol”, observou a Dra. Lora, “a orientação foi modificada para incentivar a introdução dos ovos aos sete meses de idade”.

“Nesta população andina, e em outras ao redor do mundo, os ovos são apreciados e reconhecidos como um alimento de baixo custo e de alta qualidade. As descobertas sugerem que os ovos podem contribuir consideravelmente para os objetivos da ONU de reduzir o atraso ou a parada do crescimento e de enfrentar a fome oculta”, concluiu a médica.

A Dra. Lona Sandon, professora-assistente de nutrição clínica no UT Southwestern Medical Center, em Dallas, observou que o estudo “foi feito em uma população com baixa segurança alimentar, com dificuldade para obter comida suficiente (calorias e proteínas) para uma saúde e crescimento ideais”.

“É notável que algo tão simples como o acréscimo de um ovo por dia à dieta possa levar ao aumento do crescimento”, disse a Dra. Lona à Reuters Health.

“Os ovos são uma ótima fonte de proteínas e uma das fontes proteicas de menor custo, o que os torna um alimento de acesso fácil para as pessoas que vivem em situação de baixa segurança alimentar”, disse ela por e-mail. “Os ovos são um alimento básico incluído nos pacotes dos programas alimentares para mulheres, bebês e crianças nos EUA”.

“A preocupação com a alergia ao ovo pode não se justificar nesta população”, disse a Dra. Lona. “A prevalência de alergias alimentares parece ser menor nas populações de baixa renda por razões não completamente entendidas. Além disso, as pesquisas atuais com outros alimentos que causam alergias sugerem que a introdução alimentar precoce pode ajudar a sensibilizar as crianças, prevenindo futuras reações alérgicas “.

“A conclusão”, disse a Dra. Lona, “é que os ovos podem ser introduzidos precocemente de forma segura, e são uma maneira barata de fornecer nutrientes de qualidade que podem ajudar a reduzir o atraso ou a parada do crescimento, melhorando assim o crescimento e o desenvolvimento da criança”.

Na época do estudo, dois coautores trabalhavam para o financiador do estudo, The Mathile Institute.

Fonte: http://bit.ly/2qXAL3v

Pediatrics 2017.

La participación del padre en el cuidado de los niños puede ayudar a prevenir la obesidad infantil (Obesity)

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Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños.

Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños.

Los padres están cada vez más involucrados con la crianza de los niños, pero poca investigación ha examinado su asociación con la obesidad infantil. En un estudio reciente, la mayor participación de los padres en el cuidado de los niños se relacionó con una menor probabilidad de que sus hijos se convirtieran en obesos entre los 2 y los 4 años de edad.

En el análisis, que utilizó datos de una encuesta realizada en una muestra nacionalmente representativa de niños en Estados Unidos, el aumento de la participación de los padres en el cuidado físico de los niños (como bañarse y vestir a los niños) y la frecuencia con la que llevan a los niños a dar un paseo y juegan con ellos se vincularon con una menor probabilidad de obesidad en sus hijos pequeños.

Los hallazgos -publicados en la revista “Obesity”– sugieren que alentar a los padres a aumentar su participación en la crianza de los hijos e incluir a los padres en los esfuerzos de prevención de la obesidad infantil puede ayudar a reducir el riesgo de obesidad entre los niños pequeños.

“Cada vez hay más pruebas de la importancia de la participación de los padres en la crianza de los niños en otras áreas del desarrollo de los niños y nuestro estudio sugiere que también puede haber beneficios para la salud infantil -afirma la líder del estudio, la Dra. Michelle Wong, de la Johns Hopkins School of Public Health, en Estados Unidos–. Como debido a las limitaciones de los datos sólo podíamos considerar la participación de los padres, también es importante entender la participación relativa en los cuidados de las madres y los padres”.

Dieta mediterránea y arteterapia, nuevas herramientas para ayudar a niños con déficit de atención e hiperactividad

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En la actualidad, entre el 5 y el 7% de los menores sufren TDAH y, en muchas ocasiones, esta patología se mantiene hasta la edad adulta.

Más de 100 expertos en Psiquiatría y Psicología del niño y adolescente se reunirán el 23 de junio, en Pamplona para exponer las principales novedades y puntos clave en el tratamiento e intervención del trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH), en el marco de la XI Jornada de Actualización en Psiquiatría Infantil y Adolescente.

El evento está organizado por la Unidad de Psiquiatría Infantil y Adolescente de la Clínica Universidad de Navarra, la Sociedad Vasco-Navarra de Psiquiatría (SVNP), el Servicio Navarro de Salud, el Centro de Salud Mental Infanto-Juvenil Natividad Zubieta y el Instituto Cultura y Sociedad de la Universidad de Navarra.

Este ciclo de conferencias se dirige a profesionales especializados en Psiquiatría, Psicología y Pediatría, así como a profesores de primaria y secundaria, orientadores, trabajadores sociales y padres de niños que sufren esta enfermedad.

El objetivo de la jornada es poner en común conocimientos para ofrecer una visión integral y avanzar hacia una actuación más coordinada. “En definitiva, este curso pretende aportar una visión unificadora del diagnóstico y tratamiento del TDAH, un trastorno que sufren entre el 5 y el 7% de los niños”, ha explicado el Dr. César Soutullo, director de la Unidad de Psiquiatría Infantil y Adolescente de la Clínica Universidad de Navarra.

Según ha indicado, en la edición de este año se centrarán en la parte biológica (imagen cerebral), pero además realizarán una valoración de los tratamientos que muestran mejores resultados para hacer frente a esta patología.

En este sentido, el especialista se ha referido a los beneficios que aporta para la salud mental el seguimiento de la dieta mediterránea, el tratamiento basado en arteterapia, así como el uso de psicoterapias para el entrenamiento de las habilidades sociales. “Son niños que descuidan su dieta y se han acostumbrado a fracasar, por eso es importante encontrar experiencias de éxito con ellos”, ha destacado.

Además, los ponentes tratarán también las novedades y evidencias en el tratamiento farmacológico y la importancia de la detección precoz para hacer frente a la enfermedad. El TDAH se caracteriza por la hiperactividad, problemas de atención e impulsividad; estos síntomas conllevan una actividad física excesiva, bajo rendimiento escolar, dificultad para inhibir impulsos, trastornos de la conducta y del lenguaje, y un grado de atención muy bajo, que interfieren negativamente en el rendimiento y la progresión académica, la interacción social con otros niños, con adultos y con el ambiente familiar.

Estas complicaciones causan un rendimiento general por debajo de su capacidad intelectual y de su potencial e, incluso, en algunos casos generan depresión y ansiedad.

“Aunque entre un 40 y un 60% de los niños con TDAH seguirá teniendo alguno de los síntomas en la edad adulta, con un diagnóstico precoz sus complicaciones pueden prevenirse o, cuando menos, controlarse”, ha asegurado el Dr. César Soutullo.

Peanuts May Protect Against Death from All Causes

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Resultado de imagem para peanuts

 
A recent study published in JAMA Internal Medicine showed that peanuts may protect against death, especially death from cardiovascular disease. Of the 200,000 people studied from around the world, those who frequently ate peanuts and nuts were considerably less likely to have died from any cause, especially heart disease, compared to people who didn’t include peanuts and nuts in their diets. Another recent study points to how and why peanuts may be offering such substantial cardioprotective benefit.

Peanuts Promote Vascular Function

When included as part of a high-fat meal, peanuts improved post-meal triglyceride levels and maintained endothelial function. Researchers randomly separated 15 overweight men into two groups: a control group that drank a high-fat shake with no peanuts included, and a variable group that drank a high-fat shake with 3 ounces of ground peanuts. Both shakes were matched for calories and macronutrients.

Researchers measured lipid, glucose, and insulin levels 5 times following each meal and also assessed flow-mediated dilation (FMD) to determine vascular function. They did this by cuffing the forearm to restrict blood flow, and then releasing and measuring dilation of the brachial artery.

The control group drinking the peanut-free shake experienced an average 1.2% decrease in FMD. The peanut drinkers, however, exhibited no decrease in vascular function, suggesting that when peanuts are part of a high-fat meal they help protect vascular function.

Vascular function is inextricably linked to cardiovascular health. Vascular dysfunction promotes atherosclerosis (hardening of the arteries) and the development of coronary plaques that pave the way for coronary artery disease. It’s been shown that when you eat a high-fat meal, vascular function is impaired until the fat from your meal clears your bloodstream. Suppressing this effect, as peanuts seem to do according to this most recent study, may help reduce your risk of cardiovascular disease.

Lead researcher Xiaoran Liu, a graduate student in the Department of Nutritional Sciences at Pennsylvania State University, explains: “Previous studies have shown that individuals who consume peanuts more than 2 times a week have a lower risk of coronary heart disease. This study indicates that the protective effect of peanut consumption could be due, in part, to its beneficial effect on artery health.”

Peanut Profile

Peanuts are actually a legume, and quite nutrient-dense. They are a wonderful source of vitamin E (8 grams for every 100 grams of peanuts) and provide 85% of the daily recommend value of niacin. They also boast a nutritional profile rich in protein, fiber, folate, and the minerals manganese, iron, zinc, calcium, selenium, magnesium, and potatssium.

Peanuts owe their heart healthy properties to their high monounsaturated fat content, particularly oleic acid, the celebrated fat found in olive oil. Monounsaturated fats have been proven to help raise HDL “good” cholesterol levels and lower LDL “bad” cholesterol levels. A randomized, double-blind study made up of 22 people showed that a diet high in monounsaturated fats (particularly from peanuts and peanut butter) lowered heart disease risk by 21% compared to the average Western diet.

Peanuts also contain polyphenolic antioxidants like resveratrol, which offers protective benefits against cancers, heart disease, stroke, degenerative nerve disease, Alzheimer’s disease, and viral/fungal infections. Peanuts are also high in p-coumaric acid, which has been linked to a decreased risk for stomach cancer because it helps to suppress the formation of cancer-causing nitrosamines in the stomach.

Sinais e sintomas da menopausa podem ser piores para mulheres obesas

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Lisa Rapaport

(Reuters Health) – Mulheres obesas podem ter sinais e sintomas de menopausa mais graves, como ondas de calor e suores noturnos, do que as mulheres mais magras, sugere um estudo brasileiro.

Os pesquisadores compararam os sinais e sintomas da menopausa em mulheres com peso saudável aos em mulheres com excesso de peso ou obesidade, e descobriram que três sinais e sintomas pioraram progressivamente à medida que o peso destas mulheres aumentou: ondas de calor e sudorese noturna, dores mioarticulares e problemas vesicais.

“A intensidade das ondas de calor aumentou proporcionalmente ao aumento do índice de massa corporal (IMC), e a obesidade teve grande impacto nas atividades diárias, como a interrupção involuntária das tarefas de trabalho e a diminuição do desempenho geral”, afirmou a autora do estudo Dra. Lucia Costa-Paiva, da Universidade de Campinas, em São Paulo.

“Houve também menor nível de atividades de lazer entre estas mulheres”, disse a Dra. Lucia por e-mail. “Assim, isto acrescenta fortes evidências para incentivar as mulheres a perderem peso”.

As mulheres entram na menopausa quando param de menstruar, o que geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade. À medida que os ovários reduzem a produção dos hormônios estrogênio e progesterona, nos anos que antecedem e sucedem a menopausa, as mulheres podem apresentar sinais e sintomas que variam de ressecamento vaginal a alterações do humor, dor articular e insônia.

Pesquisas recentes descobriram que 57% das mulheres entre 40 e 64 de idade em todo o mundo sentem ondas de calor, 60% se queixam de disfunção sexual, 62% têm dor mioarticular e 50% têm problemas de sono, observam os autores do estudo no periódico Menopause.

Os médicos acreditavam há muito tempo que a obesidade poderia proteger contra as ondas de calor porque o tecido adiposo aumenta a reserva de estrogênio do corpo, hormônio que pode ajudar a contornar a gravidade desses sintomas, disse a Dra. Lucia. Porém, o estudo atual baseia-se em pesquisas mais recentes que apontam na direção oposta, sugerindo que a obesidade pode piorar as ondas de calor porque a gordura funciona como um isolante térmico que retém o calor no corpo, disse a pesquisadora.

Com o objetivo de avaliar a relação entre a obesidade e a gravidade dos sinais e sintomas da menopausa, Dra. Lucia e colaboradores examinaram os dados de questionários de 749 mulheres brasileiras entre 45 e 60 anos de idade. As mulheres graduaram os sinais e sintomas de zero (significando nenhum problema) a quatro pontos (significando problemas muito graves). As participantes tinham cerca de 53 anos de idade, em média, e em geral entraram na menopausa por volta dos 47 anos. Enquanto a maioria das mulheres, 68%, estava no período após a menopausa, cerca de 16% ainda não tinham entrado na menopausa, e outras 16% encontravam-se no meio do processo.

O estudo incluiu 288 mulheres com IMC abaixo de 25, que os pesquisadores classificaram como peso normal ou saudável, 255 mulheres acima do peso (com IMC de pelo menos 25 e menor que 30), e 206 mulheres obesas com IMC igual ou maior que 30. Não foi um estudo controlado projetado para provar se ou como a obesidade altera a frequência ou a gravidade dos sinais e sintomas da menopausa. Outra limitação da pesquisa foi o fato dela ter se baseado na exatidão das lembranças das mulheres e no relato delas sobre experiências pretéritas e sinais e sintomas associados, observam os autores.

“Até o momento, não há evidências de que a perda de peso possa reduzir os sinais e sintomas da menopausa, pois ainda não foi feito nenhum ensaio clínico”, disse a Dra. Susan Davis, pesquisadora de saúde da mulher na Monash University, em Melbourne (Austrália), que não participou do estudo .

“Mas nós incentivamos a perda de peso na meia-idade para as mulheres com sobrepeso no intuito de diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer de mama”, disse a Dra. Susan por e-mail.

As pesquisas que relacionam a obesidade com a piora dos sinais e sintomas da menopausa começaram a surgir há mais de uma década, observou a Dra. Mary Jane Minkin, pesquisadora em saúde reprodutiva da Yale Medical School em New Haven, Connecticut, que também não participou do estudo.

“A teoria é que o calor é gerado por mecanismos centrais, e as mulheres acima do peso têm maior isolamento térmico, de modo que o calor não pode ser dissipado, e elas ficam mais quentes”, disse a Dra. Mary Jane por e-mail.

Perder peso pode ajudar a diminuir as ondas de calor e as dores mioarticulares associadas à menopausa, que podem ser exacerbadas pelos quilos extras, acrescentou a Dra. Mary Jane.

FONTE: http://bit.ly/2rV8pua

Menopause 2017.

Cocinar al vapor elimina más cianotoxinas del pescado que el hervido (Food Control)

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No se debería utilizar el agua del cocinado como caldo, ya que al ser toxinas hidrosolubles, se transfieren desde el pescado al agua.

No se debería utilizar el agua del cocinado como caldo, ya que al ser toxinas hidrosolubles, se transfieren desde el pescado al agua.

Un grupo de investigadoras del Área de Toxicología del Departamento de Nutrición y Bromatología, Toxicología y Medicina Legal de la Universidad de Sevilla (US) ha publicado un estudio que demuestra que cocinar al vapor el pescado de agua dulce durante más de dos minutos reduce hasta un 26% la presencia de cilindrospermopsina, una cianotoxina.

Sin embargo, con el hervido la disminución es menor (18%), con el consiguiente aumento de riesgo para el consumidor. Otra conclusión importante que se desprende de esta investigación es que estas biotoxinas, que son nocivas para el organismo, pasan al agua que se ha utilizado para cocinar.

Este estudio, que ha sido publicado en “Food Control”, se centra en una especie de pescado de agua dulce, la tilapia. En concreto, se ha analizado una cianotoxina denominada cilindrospermopsina.

“Las cianotoxinas son producidas por un grupo de bacterias denominadas cianobacterias que se desarrollan principalmente en aguas dulces. Son toxinas emergentes, de las que hoy día son necesarias investigaciones toxicológicas para poder llevar a cabo una evaluación de los riesgos que puede suponer su presencia en aguas y alimentos para el ser humano y el medio ambiente”, explican las investigadoras principales del estudio, las catedráticas de Toxicología de la Universidad de Sevilla Ana María Cameán y Ángeles Jos.

En el estudio publicado se ha observado también que las concentraciones de esta cianotoxina después del cocinado no tendrían consecuencias para la salud pública, teniendo en cuenta la Ingesta Diaria Provisional establecida por la Organización Mundial de la Salud (OMS).

“Nuestros resultados vienen a señalar que no es recomendable consumir pescado de agua dulce crudo, que hay que cocinarlo, mejor al vapor que hervido, durante un tiempo superior a los dos minutos y que no se debería utilizar el agua del cocinado como caldo, ya que al ser toxinas hidrosolubles, se transfieren desde el pescado al agua”, señalan.

Las cianotoxinas pueden estar presentes en alimentos vegetales que hayan sido regados con aguas que las contengan, al igual que en cereales y en pescados y moluscos por contaminación acuática, por transferencia en la cadena alimenticia. Se ha demostrado que esta cianotoxina, cada vez más presente a nivel mundial, puede afectar a órganos como el hígado, riñón, corazón, intestinos, branquias y cerebro, entre otros, de animales. En humanos, los efectos por vía oral incluyen hepatoenteritis, dolor de cabeza, diarrea, deshidratación, daño renal, etcétera.

La European Food Safety Authority (EFSA) ha publicado recientemente un informe en el que se alerta de la falta de estudios científicos sobre la transferencia y bioacumulación de las cianotoxinas en pescados y otros alimentos de consumo, así como de la ausencia de una evaluación exhaustiva de su toxicidad.

“Es fundamental seguir invirtiendo recursos de investigación en esta línea, ya que se desconoce la exposición real de los consumidores y por tanto el riesgo”, añade esta investigadora, que apunta además que están trabajando en la valoración de otras técnicas de cocinado como son el asado en plancha y microondas; en el estudio de cianotoxinas en vegetales, así como en estudios para caracterizar el propio perfil toxicológico de estas toxinas, siguiendo las recomendaciones de la EFSA.

“Queríamos saber qué le ocurría a la toxina tras cocinar la muestra. Para ello utilizamos un espectrómetro de masas híbrido cuadrupolo-orbitrap capaz de adquirir a una resolución superior a 70.000 FWHM a m/z 200 acoplado a un cromatógrafo UHPLC. Esto nos permite determinar la fórmula molecular de los compuestos con una tolerancia menor 5 ppm”, explica la investigadora Rocío Valderrama, del SGI de Espectrometría de Masas de la Universidad de Sevilla.