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#Obesidade infantil: orientações para atividade física na infância e adolescência

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Obesidade infantil: orientações para atividade física na infância e adolescência

 

Nos últimos 20 anos, tem-se observado um aumento da prevalência de obesidade infantil, que está estritamente relacionado com mudanças no estilo de vida, inatividade física e nos hábitos alimentares. Jovens obesos têm maior probabilidade de desenvolver diabetes, hipertensão, entre outras doenças que afetam a qualidade de vida.

Estudos indicam que praticar atividade física durante a infância e a adolescência pode ajudar a prevenir e/ou tratar a obesidade. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um manual com orientações para a promoção da atividade física na infância e adolescência. Veja abaixo os keypoints de como orientar seus pacientes.

Recomendação Geral

Praticar atividade física todos os dias é fundamental para a promoção da saúde integral de crianças e adolescentes. As atividades devem ser prazerosas e adequadas ao estado de crescimento e desenvolvimento do paciente.

– 0 a 2 anos de idade

  • Bebês devem ser incentivados a serem ativos, mesmo que por curtos períodos, várias vezes ao dia.
  • Recomenda-se que o tempo em frente à tela (TV, tablet, celular, jogos eletrônicos) seja zero.
  • Permanecer em comportamentos sedentários (muito pouco movimento físico, como passear de carro ou ficar no carrinho) por longos períodos não é benéfico para a saúde e para o desenvolvimento da criança e deve ser evitado.

VOCÊ SABIA? Cuidado paterno diminui em 33% a obesidade infantil

– 3 a 5 anos de idade

  • Fazer, pelo menos, 180 minutos de atividade física ao longo do dia de qualquer intensidade. Brincadeiras ativas como andar de bicicleta, atividades na água, jogos de perseguir e com bola são as maneiras recomendadas para essa faixa etária. Atividades físicas estruturadas (natação, danças, lutas, etc) também podem ser incluídas.
  • Recomenda-se que o tempo em frente à tela seja limitado em 2 horas por dia.
  • Comportamentos sedentários devem ser fortemente evitados.

– 6 a 19 anos de idade

  • Fazer, pelo menos, 60 minutos de atividades físicas todos os dias de intensidade moderada a vigorosa (pedalar, nadar, correr, saltar, etc).
  • Praticar atividade física por mais que 60 minutos fornece benefícios adicionais para a saúde.
  • Atividades de intensidade vigorosa devem ser realizadas em, pelo menos, três dias por semana. Atividades de flexibilidade devem ser realizadas, pelo menos, três vezes por semana.
  • Recomenda-se que o tempo em frente à tela seja limitado em 2 horas por dia. Este limite não deve levar em consideração o tempo destinado para realização de tarefas escolares.
  • Comportamentos sedentários devem ser fortemente evitados.

 

 

PebMed

Referências:

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#La Psoriasis

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Resultado de imagem para que es la psoriasis

Qué es

La psoriasis es una enfermedad inflamatoria crónica en la que las células de la piel de las zonas afectadas, llamadas queratinocitos, se reproducen mucho más rápido que las de una persona sin psoriasis, y se acumulan formando unas placas enrojecidas, engrosadas y escamosas en la piel.1

100 millones

La psoriasis es una enfermedad que padecen 100 millones de personas en el mundo2

1 millón

Se calcula que en España afecta al 2,3% de la población, esto es aproximadamente un millón de personas.3

 

No es una enfermedad contagiosa, aunque sí tiene cierto componente genético que se hereda de padres a hijos.

La psoriasis puede aparecer a cualquier edad, suele hacerlo con mayor frecuencia en dos momentos de la vida, entre los 20 y los 30 años y entre los 50 y los 60 años.1

Las personas que padecen psoriasis pueden tener mayor riesgo de sufrir otras enfermedades como la diabetes, artritis psoriásica, enfermedades cardiovasculares y depresión, entre otras.

10 aspectos a tener en cuenta sobre la psoriasis

  1. La psoriasis no es una enfermedad contagiosa ni indica una higiene descuidada.
  2. La psoriasis no sólo la padece el paciente: su entorno personal también se ve afectado por las repercusiones físicas y psicológicas de la enfermedad.
  3. Además del componente físico, la psoriasis tiene un importante impacto sobre la salud mental, incluso mayor que el de otras enfermedades crónicas.
  4. La psoriasis es una patología crónica que puede controlarse siguiendo el tratamiento adecuado, mejorando la autoestima y la calidad de vida de forma importante.
  5. La psoriasis aparece en forma de brotes, con periodos de mejoría entre ellos (lo que se conoce como remisión).
  6. Existen distintos tipos de psoriasis y un mismo paciente puede padecer cuadros diferentes a lo largo de la evolución de su enfermedad.
  7. El dermatólogo es el especialista mejor cualificado para decidir cuál es el tratamiento más adecuado para cada paciente. El manejo de la psoriasis siempre es individualizado, ajustándose a las necesidades en cada momento de la enfermedad.
  8. La psoriasis se debe abordar de forma global, atendiendo no solo a los síntomas de la piel sino también a la afectación en articulaciones, riesgo cardiovascular o repercusión que pueda tener sobre la calidad de vida del paciente.
  9. Es importante que el médico valore la posibilidad de una artritis psoriásica, por lo que el paciente debe informarle de cualquier indicio como puede ser el dolor de espalda crónico, sobre todo durante la noche y que no desaparece con reposo, dolores en las articulaciones, inflamación de los dedos o de los tendones.
  10. En el paciente con psoriasis es importante evitar los golpes en la piel, que pueden desencadenar nuevas lesiones y moderar el consumo de alcohol, que puede empeorar la enfermedad.

 

1. Menter A, et al. Psoriasis and psoriatic arthritis overview. Am J Manag Care. 2016 Jun;22(8 Suppl):s216-24.

2. WHO_ Global report on psoriasis. Disponible en: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/204417/1/9789241565189_eng.pdf

3. Ferrándiz C, et al. Prevalencia de la psoriasis en España en la era de los agentes biológicos. Actas Dermosilogr. 2014. http://dx.doi.org/10.1016/j.ad.2013.12.008

A #Dieta mediterrânica pode desacelerar progressão da psoríase

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Fonte de imagem: Medical News Today

A adoção de uma dieta mediterrânica poderá ajudar a reduzir a severidade da psoríase, e ainda desacelerar a progressão daquela doença inflamatória crónica, atestou um novo estudo.

Estudos anteriores sugeriram que a psoríase poderá tornar o paciente mais propenso à obesidade e à síndrome metabólica, e a inflamação poderá estar por trás desta associação.

A alimentação pode contribuir de forma prejudicial ou benéfica para as doenças inflamatórias. As gorduras saturadas, por exemplo, que são componentes pró-inflamatórios fazem piorar doenças como a artrite reumatoide.

O estudo que foi conduzido por investigadores liderados por Céline Phan do Hospital Mondor em Créteil, França, decidiu investigar se a dieta mediterrânica, que é rica em componentes anti-inflamatórios, poderia aliviar a severidade dos sintomas da psoríase.

A dieta mediterrânica é considerada anti-inflamatória pois é rica em gorduras monoinsaturadas (presentes no azeite, por exemplo), níveis elevados de antioxidantes e de polifenóis (presentes nos produtos hortícolas e fruta) e em fibra (presentes nos produtos hortícolas e cereais integrais). Adicionalmente, esta dieta limita o consumo de carne vermelha, laticínios e álcool.

Os investigadores estudaram as associações entre a aderência à dieta mediterrânica e a severidade dos sintomas de psoríase através de dados recolhidos num estudo francês conhecido como NutriNet-Santé.

O estudo tinha envolvido 35.735 participantes que reponderam a questionários por via da internet. Foi observado que 3.557 dos participantes tinham psoríase, tendo 878 dos pacientes autoavaliado os sintomas da doença como severos.

Os investigadores apuraram que os pacientes que tinham relatado possuir sintomas severos de psoríase apresentavam níveis baixos de aderência à dieta mediterrânica. Em suma, foi observada uma relação proporcionalmente inversa entre a severidade dos sintomas e a aderência à dieta mediterrânica, sendo que se este achado for confirmado, aquele tipo de dieta poderá passar a integrar as recomendações para gerir a psoríase, concluíram os investigadores.

BS

#Consumir un #huevo al día se asocia a un menor riesgo de #diabetes tipo 2 (Mol Nutr Food Res)

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  • Noticias Médicas

El consumo de un huevo al día se asocia a un perfil de metabolitos sanguíneos que conlleva un menor riesgo de diabetes tipo 2, según ha concluido un nuevo estudio realizado en la Universidad de Finlandia Oriental que ha sido publicado en Molecular Nutrition and Food Research.

Los huevos siguen siendo uno de los alimentos más controvertidos. Su alta ingesta ha sido tradicionalmente desaconsejada, principalmente debido a su gran contenido en colesterol. Sin embargo, los huevos también son una fuente rica de muchos compuestos bioactivos que pueden tener efectos beneficiosos para la salud. Esto significa que los efectos en la salud de consumir huevos son difíciles de determinar basándose únicamente en su contenido de colesterol.

“El propósito de este estudio ha sido explorar los posibles compuestos que podrían explicar la asociación entre comer un huevo y menos riesgo de diabetes, mediante el uso de metabolómica no dirigida, una técnica que permite un amplio perfil de sustancias químicas en una muestra”, explica la autora principal, Stefania Noerman.

El estudio encontró que las muestras de sangre de los hombres que comían más huevos incluían ciertas moléculas de lípidos que se correlacionaban positivamente con el perfil de la sangre de los hombres que permanecían libres de diabetes tipo 2. Además, los investigadores identificaron varios compuestos bioquímicos en la sangre que predijeron un mayor riesgo de desarrollar diabetes tipo 2, incluida la tirosina.

El estudio sugiere algunos mecanismos plausibles que podrían explicar, al menos en parte, la asociación inversa entre la ingesta de huevos y el menor riesgo previamente observado de desarrollar diabetes tipo 2.

“Aunque es demasiado pronto para sacar conclusiones causales, ahora tenemos algunas sugerencias sobre ciertos compuestos relacionados con el huevo que pueden tener un papel en el desarrollo de la diabetes tipo 2. Investigaciones más detalladas con modelos celulares y estudios de intervención en humanos que utilizan técnicas modernas, como la metabolómica, son necesarios para comprender los mecanismos detrás de los efectos fisiológicos de la ingesta de huevos”, concluye Noerman.

#Reducir el #amonio podría tratar #Reducir el amonio podría tratar hígado graso no alcohólico

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La disminución en sangre de amonio puede ser una vía para casos graves de esteatohepatitis no alcohólica (NASH).

Carmina Montoliú (en el centro de la imagen) con parte de su equipo de investigación del Incliva, de Valencia, que ha coordinado este trabajo internacional.

La esteatohepatitis no alcohólica (NASH) se asocia con una reducción en la expresión de genes y proteínas de ornitina transcarbamilasa (OTC) y la carbamoilfosfato sintetasa (CPS1), y en la actividad de las enzimas del ciclo de la urea que originan la hiperamonemia. Los niveles excesivos de amonio en el torrente sanguíneo aumentan el desarrollo de tejido cicatricial y la progresión de la enfermedad, según un estudio publicado en The Journal of Hepatology, realizado en el Incliva, y en el que han participado el Clínico y el Centro de Investigación Príncipe Felipe, todos en Valencia, el Instituto de Salud Hepática y Digestiva de la Universidad de Londres, el Idibaps Biomedical Research Institute & CiberEHD, en Barcelona, y el Hospital Aarhus, de Dinamarca.

Los resultados señalan que la eliminación de amonio restaura la morfología de células estrelladas hepáticas humanas y su función hacia la normalidad, respaldando que este enfoque pueda adoptar viabilidad para un posible tratamiento de uno de los tipos de hígado graso más graves.

Hígado graso

Hígado graso.

El trabajo partió de otros análisis anteriores sobre la eliminación de amonio en el ciclo de la urea, localizado exclusivamente en el hígado. “Dos de las enzimas que participan en este ciclo están en las mitocondrias. Muchas líneas de investigación indicaban que éstas no funcionan correctamente en los casos de NASH, lo cual podría conducir a una modificación de los genes OTC y CPS1, reduciendo su expresión y función y dando como resultado el aumento del amonio en la sangre de los pacientes”, explica a DM Carmina Montoliú, coordinadora del Grupo de Investigación de Deterioro Neurológico del Instituto de Investigación Sanitaria del Hospital Clínico Universitario de Valencia (Incliva) y coautora del estudio.

Comparativas

En los modelos experimentales con NASH in vivo de la investigación las expresiones de genes y proteínas de OTC y CPS1 se redujeron significativamente, dando como resultado una reducción funcional en la capacidad para la formación de la urea. “Las concentraciones patológicas de amonio producen cambios en el comportamiento de las células estrelladas hepáticas humanas que incluyen alteraciones significativas en la morfología celular, producción de especies reactivas de oxígeno y activación. Estas células están implicadas en el desarrollo de fibrosis en el hígado”. El estudio se ha realizado con un modelo animal de rata, tejido hepático humano y cultivos in vitro de hepatocitos de rata. Los animales recibieron una dieta rica en grasa y en colesterol durante diez meses para inducir NASH.

Los niveles excesivos de amonio en sangre elevan el desarrollo de tejido cicatricial, así como la progresión de la enfermedad hepática

En humanos, se analizaron biopsias hepáticas de 20 pacientes con esteatosis y 15 con NASH. Para el estudio in vitro se aislaron hepatocitos primarios de rata y se cultivaron con ácidos grasos libres. Montoliú explica que “se midió la expresión de genes y proteínas de la OTC y CPS1, así como la actividad OTC y las concentraciones de amonio. Además, evaluamos el estado de metilación del promotor de OTC y CPS1 en ratas, tejido hepático humano y cultivos de hepatocitos de rata”.

En animales NASH, la expresión de genes y proteínas de OTC y CPS1, y la actividad de OTC, se redujeron de forma reversible. También se observó la existencia de hipermetilación de los genes del promotor de OTC. Además, en pacientes con hígado graso, la concentración de la enzima OTC se redujo y las concentraciones de amonio aumentaron, lo que se agudizó aún más en aquellos con NASH. Además, las regiones promotoras OTC y CPS1 estaban hipermetiladas.

Hipermetilación

“En hepatocitos primarios, la inducción de esteatosis se asoció con la hipermetilación del promotor OTC, una reducción en la expresión génica de OTC y CPS1, y un aumento en la concentración de amonio en el sobrenadante. Por lo tanto, la hiperamonemia estaría asociada a cambios funcionales de la síntesis de urea en NASH, posiblemente debido a la hipermetilación de las enzimas del ciclo de la urea, reduciéndose la expresión de estas enzimas”. Se demuestra “que la grasa en el hígado produce una reducción reversible en la función de las enzimas que intervienen en la desintoxicación del amonio. Como la hiperamonemia causaría progresión de la lesión hepática y fibrosis, los hallazgos respaldan que reducir el amonio es una opción viable para el potencial tratamiento del NASH”.

#What Are the Best Foods to Eat After an Intense Workout?

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Eating the right foods after exercise can help you recover, build muscle, and prepare for your next regimen.

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Eggs are a good food to have after exercising. Oatmeal and peanut butter are among the other choices. Getty Images

The new year is finally here and it’s time to start on your new exercise goals.

But before you get too far into January, keep in mind that your workout doesn’t end when you leave the gym or finish that final lap on the track.

Choosing the right foods after your workout can help you recover more quickly, build muscle, and get ready for your next workout.

Here’s a quick guide to making the most of your post-workout nutrition.

When you work out, your muscles use their glycogen energy stores. Some of the muscle proteins also get damaged, especially during strength workouts.

Vanessa Voltolina, a registered dietitian in the greater New York City area, says “eating the right combination of carbohydrates, protein, vitamins, and minerals helps speed the process of rebuilding the used glycogen stores, as well as repairing muscle proteins.”

People also shouldn’t shy away from including some healthy fats in their diet.

“I think most people are in need of more healthy fats to help take in the fat-soluble vitamins,” said Adam Kelinson, a New York City-based private chef and nutritional consultant for athletes, celebrities, and executives.

What you eat after a workout depends on the duration and intensity of exercise. The type of exercise is also important.

“Higher carbohydrate meals are most beneficial after endurance activities — such as running or cycling — lasting more than an hour,” Voltolina told Healthline. “Following strength training, it’s important to consume protein in combination with moderate carbohydrate.”

Timing also matters, but you have more wiggle room than you might think.

“The ideal timing for consuming a post-workout snack is within 45 minutes,” said Voltolina, “but benefits can be seen up to 2 hours after training.”

Keeping it in perspective

Karina Inkster, a vegan fitness and nutrition coach based in Vancouver, British Columbia, said unless you’re an athlete or work out a lot, post-workout nutrition is not as important as other factors — such as your overall macronutrients (protein, carbs, fats), eating mainly whole foods, and your overall calorie intake.

So, when deciding what to eat after your workout, you have to keep in mind how the whole day fits your exercise goals.

“You want your 24-hour period to look great,” said Inkster. “If that means amping up your protein content, then by default, your post-workout nutrition meal or snack is probably going to be a little higher in protein.”

Vegans and vegetarians, though, need to eat protein from a variety of sources throughout the day to make sure they’re getting enough of the essential amino acids.

Kelinson said you should also be honest about how much of your workout is actually moderate or high intensity.

“Ultimately, you may spend just 30 or 40 minutes out of an hour working out,” Kelinson explained to Healthline. “You move from one thing to the next, you talk a little bit, you get some water, you take your breaks. We’re not talking high-exertion efforts here.”

So be careful about overdoing the packaged post-workout snacks, many of which have added sugars.

“Just because you move your body a little bit, it is not a license to overconsume,” said Kelinson.

You can also probably get away with following your workout with one of your regular meals or snacks, rather than adding another meal to your day.

“People who train really early in the morning will often have something really small before their workout, just for a bit of energy,” said Inkster. “And then their breakfast, which they would normally have anyway, becomes their so-called post-workout nutrition.”

Don’t forget to hydrate

Drinking enough water before, during, and after your workout can help with recovery and your next day’s performance.

Professional athletes sometimes measure their body weight before and after a workout to know how much water they need to replace.

But you can probably get away with keeping an eye on the color of your urine — pale yellow is where you want it.

Depending on the intensity of your workout and the temperature of the environment, you may also need an electrolyte drink to replenish sodium and potassium lost in your sweat.

Post-workout foods

When choosing foods to eat after your workout, look for foods that are easily digested to speed up nutrient absorption.

You should also lean toward whole foods that are packed with other micronutrients.

Here are a few options.

Carbohydrates

  • chia seed pudding
  • crackers
  • fruit (berries, apple, bananas, etc.)
  • oatmeal
  • quinoa
  • rice cakes
  • sweet potatoes
  • whole grain bread
  • whole grain cereal

Protein

  • chocolate milk
  • cottage cheese
  • eggs
  • Greek yogurt
  • turkey or chicken
  • salmon or tuna
  • peanut butter
  • protein shake (plant- or animal-based)
  • tofu scramble

Healthy fats

  • avocado
  • coconut oil
  • flax seeds
  • nut butters
  • nuts

 

HealthLine

#Allergies and Depression: The Surprising Connection

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Are allergies and depression or anxiety related?

Allergy symptoms include sneezing, a runny nose, coughing, a sore throat, and a headache. These symptoms range from mild to severe. While some people with allergies can go about their normal daily routine in only slight discomfort, others might feel physically ill.

CONNECTIONSIf you have depression and anxiety along with allergies, you might think the former conditions have nothing to do with the latter. But as it turns out, there appears to be a connection between allergies and depression or anxiety.

Interestingly, allergic rhinitis has been linked with higher rates of depression and suicidal behavior.

Now, this doesn’t mean that everyone who has allergies will also have depression or anxiety, and vice versa. But you may be at risk for depression if you have a history of allergies.

What’s the connection?

Anyone who lives with chronic, persistent allergies may attest to feeling bad most days of the week or month. Feeling under the weather for one or two days might not dampen your overall mood. On the other hand, experiencing more bad days than good could eventually affect your outlook — and not for the better.

Life doesn’t stop when you’re dealing with allergies, which means you have to maintain your daily routine even when you don’t feel well. Allergies can affect your performance at work and school, and depending on the severity of symptoms, any type of activity can be physically draining.

Even though some people don’t connect their allergies with depression, there’s a long-standing relationship between physical health and mood.

In fact, included among the causes of clinical depression are stressful events and illness. For example, being diagnosed with coronary heart disease or cancer can make a person more susceptible to depression.

Of course, allergies aren’t as serious as some health problems. Nonetheless, feeling sick day after day can have an emotional toll on you, regardless of the severity of the illness.

ALLERGENSIt’s important to note that allergens that may trigger depression and anxiety don’t only include dust mites, pet dander, grass, ragweed, or pollen. Depression might also occur if you can’t tame food allergies (shellfish, nuts, gluten).

The old adage holds true that “you are what you eat.” In a 2017 study of children with and without food allergies (between the ages of 4 and 12), researchers concluded that food allergies played a role in higher levels of social anxiety and general anxiety in minority children of lower socioeconomic status.

The study didn’t find a link between depression and food allergies.

Of course, mood disorders can occur separate of allergies.

Mild depression and anxiety can resolve on its own. If not, speak with your doctor about treatment. Options can include psychotherapy, an anti-anxiety or antidepressant medication, or a support group.

Home remedies might also prove effective, such as:

TREATING ALLERGIES CAN HELPTreating allergies may also improve depression and anxiety. Allergic rhinitis releases cytokines, a type of inflammatory protein. It’s believed that this protein can have a negative effect on brain function, triggering sadness and depression.

Along with taking allergy medication, you can fight inflammation with food. Eat more leafy greens, berries, and nuts. Also, ginger and green tea can help reduce inflammation, as can getting plenty of sleep, massage therapy, and regular exercise.

Can treating your allergies help your depression or anxiety?

If you have bouts of depression or anxiety when your allergies flare, getting control of your allergy symptoms can help you feel better physically, and possibly lift a sad mood.

Avoid your allergy triggers and take over-the-counter or prescription allergy medication to keep symptoms at bay.

Lifestyle changes can help

  • Wash bedding frequently.
  • Vacuum your house once or twice a week.
  • Keep doors and windows closed to reduce exposure to outdoor allergens.
  • Avoid scented products (candles, lotions, perfumes, and so on).
  • Wear a mask when cleaning the house or working in the yard.
  • Rinse out your nasal passages.
  • Sip water or hot liquids to thin mucus in your throat.
  • Avoid cigarette smoke.

If you suspect a food allergy, ask your doctor about a skin test or a blood test to help pinpoint the foods that trigger your symptoms.

Can treating allergies make you feel worse?

Make sure you’re aware of possible side effects of over-the-counter and prescription allergy medications. These medications are effective, but they can also cause drowsiness, an upset stomach, or constipation.

Sides effects are usually temporary. They can, however, make you feel worse and heighten depression or anxiety.

SIDE EFFECTSStop taking a medication if you experience unpleasant side effects. Ask your doctor about an alternative drug. Sometimes, a lower dose can stop side effects, while continuing to provide allergy relief.

The bottom line

Many people live with seasonal and year-long allergies. When you’re unable to control their symptoms, allergies can lead to anxiety or depression. Talk to your doctor about options for allergy relief, as well as your options to treat a mood disorder.

With the right medication and lifestyle changes, you can put allergy symptoms behind you and get rid of the black cloud hanging over your head.

Healthline

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