ginecologia / obstetricia

#Outubro Rosa: qual o papel da #ultrassonografia?

Postado em

câncer de Mama

 

A ultrassonografia tem se destacado, cada vez mais, como um método de diagnóstico seguro e eficaz de diversas patologias. As razões são desde a facilidade no acesso pelo paciente, bem como a capacidade técnica do equipamento em identificar alterações de órgãos e tecidos. No âmbito da ultrassonografia mamária não é diferente. Além de apontar lesões suspeitas ainda não vistas na mamografia é possível auxiliar na diferenciação de nódulos – císticos ou sólidos – e suas características que indiquem benignidade ou malignidade.

No mês de conscientização sobre o câncer de mama, o médico generalista deve se atentar para a disponibilidade também do ultrassom mamário. Afinal diante da complexidade que o câncer de mama apresenta, o diagnóstico precoce continua sendo a melhor forma de aumentar as chances de cura e sobrevida dessas pacientes. Além disso, esse exame propicia maior conforto pois não envolve compressão da mama, radiação ionizante, apresenta baixo custo e é amplamente disponível.

 

No câncer de mama, a ultrassonografia apresenta como potencialidades:

  • Diferenciar e caracterizar lesões nodulares;
  • Pesquisar abcessos;
  • Avaliar implantes mamários;
  • Caracterizar assimetrias;
  • Suplementar a mamografia no rastreio de mulheres com mamas mais densas;
  • Além disso, ainda é utilizado na biópsia guiada para coleta de material para análise anatomopatológica.

 

Diante de uma ultrassonografia mamária com alterações, o médico generalista, deve atentar-se para as características das lesões. As benignas se apresentam com diâmetro laterolateral maior que o craniocaudal; ecogenicidade homogênea; bordas bem delimitadas; reforço acústico posterior com sombras laterais à lesão. Ao contrário, as características que indicam malignidade são: diâmetro craniocaudal maior que o laterolateral; hipoecogenicidade com conteúdo heterogêneo; margens irregulares e presença de sombra acústica posterior.

Informar, orientar e identificar as pacientes com maiores riscos de desenvolverem câncer de mama são os pilares do Outubro Rosa. Diante disso, o ultrassom se apresenta como uma importante ferramenta propedêutica na busca de lesões mamárias facilitando, assim, tanto o diagnóstico quanto o tratamento precoce.

Autor: 

Dowglas Marques de Santana
Dowglas Marques de Santana

Médico, pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás – 2016 ⦁ Diretor Técnico da DMS Serviços Médicos ⦁ Atuo no Programa Saúde da Família, em Urgência/Emergência hospitalar e Ultrassonografia

Referências bibliográficas:

  • Vieira, W.L.; Amaral W.N.; Ferreira R.G.; Castro E.M.  A importância da ultrassonografia no câncer de mama. RSBUS. Edição 24. Março de 2018.

#Ménopause : durée d’utilisation limitée à 4 semaines pour les #crèmes vaginales à base #d’oestradiol les plus fortement dosées

Postado em Atualizado em

Amsterdam, Pays-Bas — Le comité d’évaluation des risques de pharmacovigilance (PRAC) de l’Agence européenne des médicaments (EMA) recommande de limiter l’utilisation des crèmes puissamment dosées contenant de l’œstradiol à 100 μg/g (0,01%) à une unique période de traitement ne dépassant pas 4 semaines chez les femmes ménopausées.

Cette mesure a pour objectif de réduire le risque d’effets indésirables, tels que la formation de caillots sanguins, la survenue d’accidents vasculaires cérébraux et certains types de cancer, pouvant résulter de l’absorption sanguine d’estradiol de crèmes intravaginales utilisées pour soulager les symptômes de l’atrophie vaginale chez les femmes ménopausées.

La PRAC a revu toutes les données d’efficacité et de sécurité concernant ces crèmes, et il est apparu que, chez les femmes ménopausées qui avaient utilisé ces crèmes, « les taux d’estradiol dans le sang étaient supérieurs aux taux normaux après la ménopause (jusqu’à 5 fois supérieurs aux seuils de référence de 10–20 pg/ml) ».

Les recommandations de prescription vont donc être mises à jour en ce qui concerne ces crèmes à base d’estradiol : elles comprendront notamment un message d’avertissement indiquant qu’elles ne doivent être utilisées que pendant une seule période de traitement ne dépassant pas 4 semaines. Cet avertissement figurera sur les emballages extérieur et intérieur et la taille du tube ne dépassera pas 25 g pour éviter une utilisation plus prolongée que celle recommandée.

Par ailleurs, ces crèmes fortement dosées ne doivent pas être prescrites en sus d’un traitement hormonal de la ménopause.

La révision, démarrée en avril 2019, a été entreprise à la demande de la Commission européenne, suite d’un arrêt de la Cour de justice de l’Union européenne qui « annulait en partie les conclusions d’un précédent réexamen de ces médicaments effectué par le PRAC en 2014 pour des raisons de procédure ».

Si la Cour de justice n’a pas remis en cause les conclusions scientifiques [du PRAC]; l’annulation partielle a toutefois invalidé certaines des mesures mises en œuvre pour réduire le risque.

Ces topiques étant déjà autorisés au niveau national, ces recommandations vont être envoyées au Groupe de Coordination de Reconnaissance Mutuelle et des Procédures Décentralisées pour l’Humain (CMDh) qui prendra la décision de leur implémentation dans chacun des pays membres. Cet organisme est responsable de l’harmonisation des standards de sécurité pour les médicaments autorisés au travers de procédures nationales dans l’Union Européenne, en Islande, au Lichtenstein et en Norvège.

 

#Genes que causam #câncer de mama podem originar o #câncer de próstata

Postado em

médico atendendo mulher com câncer de mama

 

A medicina ainda não sabe a causa do câncer de próstata, mas analisar alguns fatores de risco podem nos ensinar como esses fatores podem fazer com que as células da próstata se transformem em células cancerígenas.

Como sabemos, o câncer de próstata é causado por alterações no DNA de uma célula prostática normal. E essas alterações no DNA podem ser herdadas dos pais ou adquiridas durante a vida de uma pessoa.

“Mulheres portadoras dos genes BRCA 1 e 2 podem transmiti-los às suas filhas e também aos filhos. A presença deste gene é fator de risco para o câncer de mama e para o de próstata”, ressalta o urologista Sandro Faria, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e especialista em Cirurgia Robótica.

Outra estatística importante é que mulheres que apresentam mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 apresentam 85% de chances de desenvolver câncer de mama. Já homens que têm a mesma mutação, têm 10% a mais de probabilidade de ter câncer de próstata.

Descobertas recentes da medicina sobre o câncer

Nos últimos anos, os cientistas descobriram várias mutações que podem contribuir para o risco de uma pessoa desenvolver certos tipos de câncer, incluindo câncer de mama, ovário, colo retal e próstata, além de outros tipos menos comuns de câncer.

O médico conta que as pesquisas realizadas no Memorial Sloan Kettering, instituição de pesquisa e tratamento de câncer de Nova York, nos Estados Unidos, mostram que até 15% dos pacientes com câncer de próstata diagnosticado possuem fator genético envolvido.

 

Sandro Faria observa que, no caso do câncer de próstata, existem mais de 40 genes conhecidos envolvidos com a doença. “Por isso, não há ainda um padrão definido para indicar cirurgia preventiva da próstata, como fez a atriz Angelina Jolie em relação ao gene que provoca o câncer de mama. Os genes BRCA são apenas dois destes 40, apesar de serem os mais frequentes encontrados”.

Testes genéticos já estão disponíveis para alguns tipos de câncer hereditário em países mais desenvolvidos. E com essa realidade, o conhecimento atual sobre o perfil genético das doenças oncológicas permitem não apenas ter novas informações, mas prometem ser a plataforma futura de novos tratamentos.

“Não está tão longe assim o cenário em que as cirurgias serão substituídas por tratamentos geneticamente direcionados e o desenvolvimento de medicamentos para o controle de doenças crônicas por terapias genéticas”, prevê Sandro Faria.

Mais sobre câncer de próstata

Além do histórico familiar, os outros fatores que causam o câncer de próstata são obesidade, sedentarismo, alimentos embutidos, enlatados e excesso de gordura saturada na dieta.

No estágio inicial, o câncer de próstata costuma avançar de forma lenta e quase sempre assintomática. Os sinais clínicos, em geral, surgem em uma fase mais avançada da doença, onde o crescimento do tumor pode provocar complicações locais e também fora da próstata.

 

O Brasil vai somar cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama até o final de 2019, número que corresponde a 28% de todos os diagnósticos da condição registrada no país, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, seguido apenas pelo câncer de pulmão. A cada 41 homens, pelo menos 1 morrerá de câncer de próstata.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

 

Referências bibliográficas:

#Outubro rosa: tudo sobre a #cirurgia oncoplástica da mama

Postado em

médica com símbolo do outubro rosa

 

Este mês, definido como mês da conscientização contra o câncer de mamaOutubro Rosa, também envolve saber quais cirurgias podem ser utilizadas para “reconstruir as mamas” após a retirada de um câncer, sendo um direito da mulher através da Lei nº 13.770/2018, (que garante cirurgia plástica reconstrutiva da mama em casos de mutilação decorrente de tratamento de câncer).

As diferentes abordagens cirúrgicas que unem a cirurgia de remoção oncológica com técnicas da cirurgia plástica e reconstrutiva são conhecidas atualmente como cirurgia oncoplástica da mama ou simplesmente, oncoplastia (OP).

Este enfoque da cirurgia da mama compreende uma série de procedimentos que vão desde a remodelação mais simples, com mobilização de tecido mamário, a estratégias cirúrgicas que permitam a ressecção de até quase 50% do volume mamário.

A OP é um dos maiores avanços na cirurgia do câncer de mama e vem ampliar o uso da tumorectomia no que diz respeito ao volume ressecado, permitindo extirpação de tumores maiores, de tumores multifocais, carcinoma ductal in situ extenso e a possibilidade de melhorar os resultados estéticos nos tumores centrais ou dos quadrantes inferiores.

A fusão com as técnicas de cirurgia plástica veio ainda permitir a diminuição dos efeitos secundários da radioterapia na mama ptótica ou hipertrofiada, conjugando o tratamento oncológico à redução do volume mamário. A cirurgia oncoplástica da mama é baseada em três pontos fundamentais: cirurgia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodelamento contralateral imediato.

 

No geral, são mamoplastias redutoras, aplicando-se diversos pedículos. Entretanto, deve-se ter domínio de três principais: pedículo superior, pedículo inferior e round-block, possibilitando o remodelamento de cerca de 90% dos casos de cirurgias conservadoras.

O planejamento operatório deve ser adequado, enfatizando o tamanho e localização do defeito, a proximidade com a pele e com o complexo aréolo-mamilar, tempo cirúrgico, experiência do cirurgião, expectativas e condições clínicas da doente, a avaliação do volume, ptose mamária, grau de lipossubstituição e relação volumétrica tumor-mama.

Oncoplastia da mama

Indicações da oncoplastia mamária:

  • Gigantomastias;
  • Mamas com ptose acentuada;
  • Necessidade de ressecções amplas de pele;
  • Mamas pequenas mas com possibilidade de correção de defeito com técnicas de mamoplastia;
  • Tumores localizados em regiões inseridas em áreas clássicas de redução mamária.

Existem contraindicações relativas, como:

  • Mamas pequenas e tumores extensos de região medial;
  • Mamas não ptóticas e de pequeno volume
  • Radioterapia prévia;
  • Ressecção extensa de pele fora da área de mamoplastia;
  • Tabagismo;
  • Diabetes descompensado;
  • Expectativas desproporcionais.

A cirurgia

Localização Ptose Técnica
Tumores de QSM, QQSS, QSL com ptose Pedículo inferior
sem ptose Round-Block
Tumores de quadrante central sim e com ptose Grisotti
sim, mas sem ptose Bolsa de tabaco
Tumores de QIL, QIM, QQII sim, com ptose e pele redundante Pitanguy
com ptose, mas sem pele redundante Lejour
sem ptose Round-Block

Existem ainda muitas outras técnicas que podem ser realizadas, inclusive utilizando-se próteses mamárias, onde serão tratadas em uma segunda oportunidade.

Os cuidados pós-operatórios são:

  • Não retirar pontos antes de 15-21 dias;
  • Usar sutiã cirúrgico por 30 dias;
  • Evitar elevar os membros superiores a cima do nível do ombro por 21-30 dias;
  • Não dormir em decúbito ventral ou lateral.

 

Autor:

Adriana Marinho Dapont
Adriana Marinho Dapont

Presidente da Regional Acre da Sociedade Brasileira de Mastologia/Acre Membro da Comissão de Oncoplastia e Reconstrução Mamária • Comissão de Residência Médica da Fundação Hospital Estadual do Acre (FUNDHACRE) • Preceptora de Programa de Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia • Bacharelado em Medicina com aulas teóricas e práticas na Disciplina de Saúde da Mulher • Professor Medicina na Uninorte e Faculdade de Medicina Barão do Rio Branco (FAB) • Programa pró-internato do Ministério da Saúde Preceptora do Internato do Curso Medicina UFAC.

Referências bibliográficas:

  • Berry MG, Fitoussi AD, Curnier A, Couturaud B, et al. Oncoplastic breast surgery: a review and systematic approach. J Plast Reconstr Aesthet Surg, 2010;
  • Brasil. Diário Oficial Da União. Publicado em: 04/10/2019 | Edição: 193 | Seção: 1 | Página: 1 Disponível em <http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/56129614/do1-2018-12-20-lei-n-13-770-de-19-de-dezembro-de-2018-56129336. > Acesso dia 09 de outubro de 2019;
  • Clough KB, Kaufman GJ, Nos C, Buccimazza I, Sarfati Im. Improving breast cancer surgery: a classification and quadrant per quadrant atlas for oncoplastic surgery. Ann Surg Oncol, 2010; 17:1375-1391;
  • Franceschini G , Terrível D , Magno S , Fabbri C , Accetta C , Di Leone A, Moschella F , Barbarino R , Scaldaferri A , Darchi S , Carvelli ME , Bove S , Masetti R. Update on oncoplastic breast surgery. Revista Europeia de Ciências Médicas e Farmacológicas [01 Out 2012, 16 (11): 1530-1540];
  • Franceschini G, Magno S, Fabbri C, Chiesa F, Moschella F, Scafetta I, Scaldaferri A, Fragomeni S. Conservative and radical oncoplastic approches in the surgical treatment of breast cancer. Eur Rev Med Pharmacol Sci, 2008;
  • Frasson A, Millen E, Novitta G e outros. Doenças da mama: guia de bolso baseado em evidências. São Paulo; Editora Atheneu, 2013;
  • Lejour M. Vertical mammaplasty: early complications after 250 personal consecutive cases. Plast Reconstr Surg. 1999;104(3):764-70;
  • Rainsburry RM. Surgery Insight: oncoplastic breast-conserving reconstruction – indications, benefits, choices and outcomes. Nat Clin Pract Oncol. 2007 Nov; 4(11):657-64;
  • Schwartz GF, Veronesi U, Clough KB, et al. Proceedings of the consensos conference on breast conservation, Milan, Italy. Cancer, 2006;
  • Skillman J, Humzah D. The future of breast surgery: a new subspecialty of oncoplastic breast surgeons? Breast 1Jun 2003; 12 (3): 161-2, 2003;

#La #vacuna frente a #bronquiolitis por VRS en el embarazo reduciría el riesgo para bebés en un 60%

Postado em Atualizado em

Una nueva vacuna en investigación para prevenir la bronquiolitis por virus respiratorio sincitial (VRS) reduce en un 60% el riesgo de casos graves durante los 3 primeros meses de vida cuando se administra durante la gestación.

David Moreno, del servicio de Pediatría del Hospital Materno Infantil de Málaga y director del Programa Estratégico de Vacunaciones de Andalucía.
Covadonga Díaz

Una nueva vacuna en fase de investigación para prevenir la bronquiolitis por virus respiratorio sincitial (VRS) administrada en embarazadas consigue reducir en un 60% el riesgo de casos graves durante los 3 primeros meses de vida, según los datos de un ensayo que ha despertado nuevas expectativas en el abordaje de esta frecuente patología.

La bronquiolitis por virus respiratorio sincitial es la principal causa de ingreso con diferencia en los meses de invierno de niños de corta edad, condicionando incluso la gestión de quirófanos, unidades de cuidados intensivos y servicios de urgencias, además de los centros de atención primaria, según David Moreno, del servicio de Pediatría del Hospital Materno Infantil de Málaga y director del Programa Estratégico de Vacunaciones de Andalucía.

Moreno, que ha ofrecido una conferencia en Oviedo en el marco del X Congreso nacional de la Asociación Española de Vacunología sobre las novedades que se pueden presentar en los próximos años en materia de vacunas en la infancia, ha señalado que actualmente están en marcha varios ensayos sobre la vacuna frente al virus respiratorio sincitial tanto en recién nacidos, como en niños de más edad y en embarazadas.

Más rapidez en gestantes

Entre estas investigaciones destacó un ensayo clínico realizado con más de 4.500 embarazadas, con el que se ha conseguido reducir a más de la mitad los casos graves de bronquiolitis por VRS en los primeros 3 meses de vida de los bebés, justo el momento de la vida de mayor vulnerabilidad antes esta infección. “Aunque pueda parecer un resultado parcial se trata de un virus muy complejo y una patología muy prevalente, con lo que esa disminución de ingresos sería muy importante. Debemos tener en cuenta que en un hospital pediátrico de referencia, más de la mitad de los ingresos que podemos tener en determinadas épocas del año son por bronquiolitis”.

La dificultad para conseguir una inmunización rápida y eficaz en recién nacidos, teniendo en cuenta que las vacunas necesitan tiempo para conseguir el desarrollo de anticuerpos, hace que se hayan depositado esperanzas en esta nueva vacuna para embarazadas, “aunque se están probando pautas también en recién nacidos y en niños de corta edad. Se verá como se consiguen los mejores resultados y lo más probable es que se utilice una estrategia combinada“, ha indicado Moreno.

También en investigación está la vacuna frente al meningococo pentavalente, que supondrá una suma de la inmunización de las dos vacunas actualmente disponibles, la tetravalente ACWY y la B, “en un solo pinchazo”. La previsión es que pueda ser una realidad en un plazo menor a cinco años.

Pautas más sencillas y precoces

En lo que a las novedades que se pueden producir en los próximos años, pero en este caso en vacunas que ya forman parte del calendario, Moreno indicó que probablemente se pase a pautas más sencillas y precoces en algunas inmunizaciones. “El calendario vacunal es muy dinámico y a medida que una vacuna se implementa la tendencia es a que con el paso del tiempo veamos que es igualmente eficaz con menos dosis, también porque la carga de la enfermedad disminuye y con menos dosis conseguimos que el mismo porcentaje de población esté protegido”.

Así, una de las novedades puede estar relacionada con el neumococo “en el que seguramente pasaremos de la actual pauta de 2 más 1 a una pauta de 1 más 1, al igual que con la vacuna hexavalente para la que podríamos prever la misma evolución.

En el caso de la triple vírica, y teniendo en cuenta el aumento de los casos de sarampión en países de nuestro entorno cercano, la previsión es que quizá se plantee adelantar la segunda dosis. “Sabemos que según va pasando la edad de los niños, el porcentaje de vacunados disminuye, quizá hay una relajación a medida que el niño va cumpliendo años, de ahí que nos planteemos que quizá sea más efectivo plantear esa segunda inmunización a los 18 o a los 24 meses en lugar de la pauta actual a los tres o cuatro años”.

Otra de las novedades puede venir de la mano de la inmunización frente al virus del papiloma humano, con pautas más precoces (a los 9-10 años) y para comenzar a dispensar la vacuna también a los niños.

#Candidíase de repetição: uso de #probióticos como terapia complementar

Postado em

 

candidíase é uma infecção fúngica altamente prevalente, causada por espécies do gênero Candida. Esse fungo faz parte da microbiota da pele e das mucosas, incluindo o trato gastrointestinal e a vagina. Entretanto, quando há disbiose, pode se tornar patogênico. O tratamento mais utilizado atualmente são os derivados azólicos, todavia, o índice de reincidência da infecção tem sido elevado. Dessa forma, o uso de probióticos associados ou não à terapia convencional pode ser uma opção para o tratamento da candidíase, considerando a importância da manutenção da microbiota intestinal no combate a infecções oportunistas.

A candidíase é a segunda vaginite mais frequente, acometendo 75% das mulheres em idade reprodutiva. Estima-se que cerca de 150 milhões de mulheres em todo o mundo são afetadas pela candidíase vulvovaginal de repetição, caracterizada por quatro ou mais episódios sintomáticos em um ano. A Candida albicans é responsável por 90% dos casos e a Candida glabrata está mais associada a episódios de recorrência. Os sintomas típicos da infecção são: corrimento vaginal brancacento, prurido intenso, dispareunia e disúria.

 

O uso dos derivados azólicos no tratamento da candidíase tem sido questionado devido à sua toxicidade, à baixa efetividade no combate ao patógeno e ao risco do surgimento de cepas resistentes. Os efeitos colaterais, tais como náuseas, vômitos e diarreia, contribuem para a baixa adesão ao tratamento. Além disso, o surgimento de cepas resistentes está associado à incapacidade de penetração do medicamento nos biofilmes da Candida, o que reduz a efetividade do tratamento.

A microbiota intestinal impacta diretamente na saúde urogenital feminina e no sistema imunológico. Isso porque, a principal forma de transmissão da candidíase é endógena; o fungo é translocado do intestino para a vagina através da região perianal e permanece como colonizador até que se estabeleçam as condições favoráveis ao desenvolvimento da doença, como a diminuição do pH vaginal, a baixa imunidade ou o uso de antibióticos de largo espectro.

 

Além disso, a microbiota intestinal fornece uma linha de defesa contra patógenos oportunistas, contribuindo para a modulação da imunidade (Figura 1).

Figura 1 – Mecanismos diretos e indiretos pelos quais a microbiota intestinal previne o estabelecimento de infecções oportunistas. A) Competição por nutrientes e sítios de adesão no epitélio intestinal, impedindo a adesão de patógenos. B) Produção de biosurfactantes, moléculas que diminuem a tensão superficial, impedindo a adesão microbiana às superfícies celulares e provocando o descolamento das células já aderidas. C) Produção de exometabólitos, como o ácido lático, peróxido e hidrogênio e bacteriocinas, que causam morte celular ou neutralização de toxinas microbianas. D) Modulação do sistema imune, a partir do aumento de citocinas anti-inflamatórias. E) Regulação funcional das junções de oclusão, o que limita o acesso de patógenos à circulação sistêmica. Fonte: produção do autor.

Dessa forma, uma disbiose intestinal aumenta a susceptibilidade a candidíase de repetição

Figura 2 — Influência da disbiose na candidíase vulvovaginal de repetição. Fonte: produção do autor.

Estudos mostram que o uso de probióticos tem sido eficaz no tratamento da candidíase de repetição, visto que os Lactobacillus, principais bactérias probióticas, corrigem a disbiose, impedem a formação de biofilmes da Candida e estimulam a resposta de macrófagos, de forma a minimizar processos inflamatórios.

A inflamação é essencial para a Candida evoluir de levedura para hifa, forma responsável pela patogenicidade. Sendo assim, a redução da resposta inflamatória impossibilita essa mudança morfológica, quebrando o ciclo vicioso entre inflamação, transição levedura-hifa e estabelecimento da candidíase (Figura 3).

Figura 3 – Mecanismos de ação dos Lactobacillus sp. especificamente contra a Candida albicans. Fonte: produção do autor.

Os estudos científicos comprovam que há espaço para o uso de probióticos no tratamento da candidíase vulvovaginal de repetição, principalmente se associados a terapia convencional, considerando a importância do equilíbrio da microbiota e da ação dos Lactobacillus sp. contra a Candida. Entretanto, essa opção terapêutica ainda é pouco utilizada, logo, difundi-la no meio acadêmico é de suma importância para a maior eficácia no tratamento das pacientes.

 

Autor:

Vera Lucia Angelo Andrade
Vera Lucia Angelo Andrade

Graduação em Medicina pela UFMG em 1989 • Residência em Clínica Médica/Patologia Clínica pelo Hospital Sarah Kubistchek • Gastroenterologista pela Federação Brasileira de Gastroenterologia • Especialista em Doenças Funcionais e Manometria pelo Hospital Israelita Albert Einstein • Mestre e Doutora em Patologia pela UFMG • Responsável pelo Setor de Motilidade da Clínica SEDIG BH desde 1995 • http://lattes.cnpq.br/0589625731703512

Artigo produzido em parceria com: Magalhães MV, Oliveira LRS, Tsai AFS, Brito LM, Morais RM, SEDIG BH, FAMINAS BH.

Referências bibliográficas:

  • Mulinari Paludo R, Marin D. Relação entre candidíase de repetição, disbiose intestinal e suplementação com probióticos: uma revisão. Revista Destaques Acadêmicos [Internet]. [Acesso outubro de 2019]; 10(3).
    Disponível em: http://univates.br/revistas/index.php/destaques/article/view/1745
  • Almeida SMA, Bezerra AN, Mendonça PS. Efeito da suplementação de Lactobacillus spp. no tratamento e prevenção de candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana. Rev Saúde Públ. 2017;v.10:44-60.
  • Davar R, Nokhostin F, Eftekhar M, Sekhavat L, Bashiri Zadeh M, Shamsi F. Comparing the Recurrence of Vulvovaginal Candidiasis in Patients Undergoing Prophylactic Treatment with Probiotic and Placebo During the 6 Months. Probiotics and Antimicrobial Proteins. 2016;8(3):130–3.
  • Matsubara VH. Efeito de bactérias probióticas sobre Candida albicans: ensaios em cultura de macrófagos e de biofilme. (Tese de Doutorado). São Paulo: Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo; 2016.
  • Russo R, Superti F, Karadja E, De Seta F. Randomised clinical trial in women with Recurrent Vulvovaginal Candidiasis: Efficacy of probiotics and lactoferrin as maintenance treatment. Mycoses. abril de 2019;62(4):328–35.

#Adding Keytruda to Chemotherapy Before Surgery for Early-Stage, Triple-Negative Breast Cancer Improves Response to Treatment

Postado em Atualizado em

Resultado de imagem para breast cancer

The combination of the immunotherapy Keytruda (chemical name: pembrolizumab) and chemotherapy before surgery to remove early-stage, triple-negative breast cancer led to a better pathologic complete response than chemotherapy alone, according to results from the KEYNOTE-522 study.

Treatment given to weaken and destroy breast cancer before surgery is called neoadjuvant treatment. One way for doctors to judge the effectiveness of neoadjuvant treatment is to look at the tissue removed during surgery to see if any active cancer cells are present. If no active cancer cells are present, doctors call it a “pathologic complete response.”

The research was presented at the European Society for Medical Oncology (ESMO) 2019 Congress in Barcelona, Spain, on Sept. 29, 2019. Read the media release about and abstract of “KEYNOTE-522: Phase 3 study of pembrolizumab (pembro) + chemotherapy (chemo) vs placebo (pbo) + chemo as neoadjuvant treatment, followed by pembro vs pbo as adjuvant treatment for early triple-negative breast cancer (TNBC).”

Listen to a Breastcancer.org podcast episode about the KEYNOTE-522 study with lead author Peter Schmid, M.D., Ph.D., of the Barts Cancer institute at Queen Mary University of London.

About triple-negative breast cancer

Triple-negative breast cancer is breast cancer that is:

  • estrogen-receptor-negative
  • progesterone-receptor-negative
  • HER2-negative

Triple-negative breast cancers are usually more aggressive, harder to treat, and more likely to come back (recur) than cancers that are hormone-receptor-positive or HER2-positive. Triple-negative breast cancers don’t usually respond to hormonal therapy medicines or the medicines that target the HER2 protein, such as Herceptin (chemical name: trastuzumab), Kadcyla (chemical name: T-DM1 or ado-trastuzumab emtansine), Nerlynx (chemical name: neratinib), Tykerb (chemical name: lapatinib), or Perjeta (chemical name: pertuzumab).

About Keytruda

Keytruda (chemical name: pembrolizumab) is a type of immunotherapy known as an immune checkpoint inhibitor. To start an immune system response to a foreign invader, the immune system has to be able to tell the difference between cells or substances that are “self” (part of you) vs. “non-self” (not part of you and possibly harmful). Your body’s cells have proteins on their surfaces or inside them that help the immune system recognize them as “self.”

Some of these proteins that help your immune system recognize “self” cells are called immune checkpoints. Cancer cells sometimes find ways to use these immune checkpoint proteins as a shield to avoid being identified and attacked by the immune system.

Immune system cells called T cells roam throughout the body looking for signs of disease or infection. When T cells meet another cell, they analyze certain proteins on the cell’s surface, which helps the T cell identify the cell. If the surface proteins signal that the cell is normal and healthy, the T cell leaves it alone. If the surface proteins suggest the cell is cancerous or unhealthy in another way, the T cell starts an attack against it. Once T cells start an attack, the immune system begins to make more specialized proteins that prevent this attack from damaging normal cells and tissues in the body. These specialized proteins that keep healthy cells and tissues safe are called immune checkpoints.

Immune checkpoint inhibitors target these immune checkpoint proteins and help the immune system recognize and attack cancer cells. Immune checkpoint inhibitors essentially take the brakes off the immune system by blocking checkpoint inhibitor proteins on cancer cells or on the T cells that respond to them.

For example, PD-1 is a checkpoint protein on T cells. PD-L1 is another checkpoint protein found on many healthy cells in the body. When PD-1 binds to PD-L1, it stops T cells from killing a cell. Some cancer cells have a lot of PD-L1 on their surface, which stops T cells from killing these cells. Keytruda stops PD-1 from binding to PD-L1 and allows T cells to attack the cancer cells.

Keytruda is approved to treat a number of cancers, including advanced-stage skin cancer, certain types of non-small cell lung cancer, and Hodgkin lymphoma.

Keytruda is given as an injection in a doctor’s office. For most of the cancers it is approved to treat, Keytruda is given every 3 weeks.

About the KEYNOTE-522 study

The KEYNOTE-522 study wanted to see if adding Keytruda to chemotherapy before surgery for early-stage, triple-negative breast cancer would improve pathologic complete response, as well as lengthen the amount of time women lived before having a recurrence.

The study included 1,174 women diagnosed with early-stage, triple-negative breast cancer. The women were randomly assigned in a 2:1 ratio to one of two treatments before surgery:

  • one group was treated with chemotherapy and Keytruda (784 women)
  • the other group was treated with chemotherapy and a placebo injection that looked just like Keytruda (390 women)

The chemotherapy regimen for both groups was:

  • four cycles of Taxol (chemical name: paclitaxel) plus carboplatin
  • followed by four cycles of Adriamycin (chemical name: doxorubicin) or Ellence (chemical name epirubicin) plus Cytoxan (chemical name: cyclophosphamide)

The Keytruda dose was 200 milligrams (mg) injected every 3 weeks.

After the women had breast cancer surgery, they were treated with nine cycles of either Keytruda or the placebo. If a woman had a breast cancer recurrence or developed unacceptable side effects, this post-surgery treatment was stopped.

Half the women were followed for longer than 15.5 months and half were followed for a shorter time.

Results from 602 women were included in this analysis.

Overall pathologic complete response was:

  • 64.8% for women treated with Keytruda and chemotherapy
  • 51.2% for women treated with chemotherapy alone

This difference was statistically significant, which means that it was likely due to the addition of Keytruda and not just because of chance.

The researchers also compared pathologic complete response rates between women diagnosed with breast cancer that was PD-L1-positive and breast cancer that was PD-L1-negative.

Pathologic complete response for PD-L1-positive cancers was:

  • 68.9% for women treated with Keytruda and chemotherapy
  • 54.9% for women treated with chemotherapy alone

Pathologic complete response for PD-L1-negative cancers was:

  • 45.3% for women treated with Keytruda and chemotherapy
  • 30.3% for women treated with chemotherapy alone

The researchers said that Keytruda also seemed to reduce the risk of recurrence.

“These are preliminary data, but they provide a strong sign that the addition of immune therapy to neoadjuvant chemotherapy prevents breast cancer recurrence,” said Dr. Schmid. “If we prevent recurrence, we cure more patients, but we need longer-term data for confirmation.”

What about side effects?

About three-quarters of the women in each treatment group experienced moderate to severe side effects:

  • 78.0% of women treated with Keytruda and chemotherapy had grade 3 or higher side effects
  • 73.0% of women treated with chemotherapy alone had grade 3 or higher side effects

In his presentation, Schmid said that many of the side effects were linked to the intensive chemotherapy regimen.

Side effects that could be linked to immunotherapy happened in 42% of the women treated with Keytruda and 21% of the women treated with the placebo.

“[Keytruda] added some side effects to chemotherapy but there were no new safety signals,” Schmid said.

“Triple negative breast cancer accounts for 15% of breast cancers. It represents an unmet medical need, since the only approved medical therapy at early stages of the disease is chemotherapy,” commented Fabrice Andre, M.D., Ph.D., of the Institut Gustave Roussy, Villejuif, France, who was not involved in the study. “This study could have a major impact on treatment for these patients.”

What this means for you

While the results of the KEYNOTE-522 study are very exciting and promising, it’s important to know that the follow-up for the study was only about a year. Longer follow-up time will offer more information on how long the cancers respond to Keytruda and provide more mature data on how long women live without a recurrence. It also will be important to know if Keytruda improves overall survival, which is how long a person lives, whether or not the cancer comes back.

If you’ve been diagnosed with early-stage, triple-negative breast cancer and are deciding on treatments, you may want to talk to your doctor about this study. You also may want to ask if it’s possible to do PD-L1 testing on the cancer to see if you might benefit the most from a medicine like Keytruda. You also may want to ask about other trials looking at Keytruda and whether any of them might be a good fit for your unique situation.

For more information on immunotherapy medicines, how they work, and their possible side effects, visit the Breastcancer.org Immunotherapy pages.

Written by: Jamie DePolo, senior editor