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#Una nueva clase de #antibióticos podría ser eficaz en el tratamiento contra la #gonorrea (Antimicrob Agents Chemother)

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La amenaza inminente de enfermedades infecciosas resistentes a los antibióticos no tratables es un problema mundial.

Investigadores del Imperial College London y de la London School of Hygiene & Tropical Medicine (Reino Unido) han descubierto una nueva clase de antibióticos que, probados en laboratorio, se cree que podrían ser eficaces en el tratamiento contra la gonorrea.

En concreto, los investigadores, cuyo trabajo ha sido publicado en “Antimicrobial Agents and Chemotherapy”, probaron 149 muestras de la bacteria ‘N. gonorrhoeae’ de pacientes hospitalizados con infecciones en la garganta, la uretra, el cuello uterino y el recto. De esta forma, encontraron que, a dosis muy bajas (0,125 mg/l), el antibiótico closthioamide era eficaz en 146 de 149 muestras tomadas de los pacientes.

“La amenaza inminente de enfermedades infecciosas resistentes a los antibióticos no tratables, incluida la gonorrea, es un problema mundial, para el que necesitamos urgentemente nuevos antibióticos”, ha recordado el autor principal del Departamento Imperial de Ciencias de la Vida, John Heap.

Asimismo, la autora principal de la London School of Hygiene & Tropical Medicine, Victoria Miari, ha añadido que, con ninguna vacuna eficaz disponible, los nuevos antibióticos son “urgentemente” necesarios para hacer frente a esta infección que, sin tratamiento, puede tener consecuencias muy graves.

Aunque todavía no se ha probado en animales y seres humanos, los investigadores dicen que el antibiótico podría ser un nuevo paso en la lucha contra la enfermedad. Ahora, van a continuar el estudio en el laboratorio para evaluar aún más la seguridad y la eficacia del antibiótico.

#Psoriasis: New findings support efforts to increase access to #NB-UVB treatment

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A new study has also suggested NB-UVB may be valuable for treating non-psoriasis associated pruritus.

While the effectiveness of narrowband UVB phototherapy (NB-UVB) has been demonstrated in clinical trials, opinions on the value of offering this treatment in routine practice vary due to the need for treatment attendance and required infrastructure.

In order to assist in management decisions, scientists examined large-scale and long-term data on the efficacy of NB-UVB for psoriasis under real-world conditions in a new study published in PLoS One.

They found NB-UVB treatment leads to both a major sustained improvement as well as significant reduction in topical treatments in approximately 75 per cent of patients treated for psoriasis, with almost one-third of patients no longer requiring psoriasis-specific topicals and one-quarter of patients no longer needing steroid creams. Results were highly similar between four geographically separate locations.
A statistically significant reduction in anti-histamine prescriptions was also seen and the authors said the reduction in the use of anti-histamines indicates that NB-UVB ameliorates this symptom. “In a wider sense, these data therefore support the use of NB-UVB in non-psoriasis associated pruritus, which is often employed in clinical contexts not favourable to drug treatment,” the authors said.

#HIV: #profilaxia pré-exposição ao HIV não deve ser ofertada no Brasil por livre demanda, diz pesquisadora

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Teresa Santos (colaborou Dra. Ilana Polistchuck)

A profilaxia pré-exposição (PrEP) como uma medida preventiva para o HIV vem sendo discutida em diferentes países. O tema foi discutido também no Brasil no recente STI & HIV World Congress, em julho no Rio de Janeiro, onde pesquisadores brasileiros e estrangeiros discutiram a oferta de PrEP por livre demanda, apontando eventuais prós e contras de adotar a medida. Para a Dra. Beatriz Grinsztejn, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no contexto brasileiro, a estratégia não é uma opção adequada.

Um dos primeiros registros na literatura sobre PrEP on demand (do inglês, PrEP por livre demanda) foi no estudo francês Intervention Préventive de l’Exposition aux Risques avec et pour les Gays (IPERGAY). No regime sob demanda, em vez de receber uma dose de medicamento diária, os participantes tomavam a medicação antes (de duas a 24 horas) e depois de fazerem sexo (24h após a primeira medicação e outra dose 24h depois)[1]. Essa percepção do sujeito como proativo, ou seja, alguém capaz de buscar a medicação quando julga necessário, foi contrastada, durante o debate, com a ideia do indivíduo passivo, que é designado para receber um esquema terapêutico predeterminado. O regime de tratamento recomendado pelo Ministério da Saúde é o uso diário de um comprimido de tenofovir associado à entricitabina (TDF/FTC 300/200mg)[2].

Existem, no entanto, diferentes argumentos que apoiam o uso de PrEP por livre demanda. Para o Dr. Matthew Golden, da University of Washington (EUA), defender essa estratégia não significa apoiar uma abordagem não orientada. Ao contrário, é defender que “a maioria daqueles que desejam fazer uso de PrEP tenham uma boa indicação para, de fato, recebê-la”. A decisão quanto à forma de ofertá-la, segundo o pesquisador, deve levar em consideração os diferentes contextos, atentando, por exemplo, se o país é de alta, baixa ou média renda, e se há epidemias concentradas ou generalizadas de HIV.

As diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) destacam que a PrEP oral contendo tenofovir disproxil fumarato (TDF) deve ser ofertada como uma opção de prevenção adicional para pessoas em risco substancial de infecção por HIV como parte de abordagens de prevenção de HIV combinadas[3].

Segundo as diretrizes dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dados de 2015 dos Estados Unidos apontam que, entre homens que fazem sexo com outros homens (HSH), cerca de 25% têm indicação para PrEP. Essa taxa cai para aproximadamente 18% quando se trata de indivíduos que usam drogas injetáveis e para 0,4% no caso de adultos heterossexuais[4].

Estudos feitos nos Estados Unidos com dados de farmácias revelam que 97% dos usuários de PrEP são homens[5], porém não foi possível determinar a preferência sexual dos mesmos. Para o Dr. Golden, entretanto, os dados são consistentes com a ideia de que essa profilaxia tem sido amplamente utilizada principalmente por HSH.

Segundo o palestrante, a estratégia de PrEP por livre demanda poderia ser parte de um sistema com foco em pessoas risco elevado.

“Exigir que os médicos determinem o risco pode ser uma barreira para a PrEP e pode exacerbar as disparidades”, destacou, lembrando que dados de um estudo (Khosropour C) ainda não publicado, feito pela internet em 2014 em quatro estados americanos, mostrou que apenas 50% dos HSH têm um médico da atenção primária que sabe que eles fazem sexo com outros homens, sendo que a média de entrevistados por estado foi de 1549 homens. Esses dados suportam a ideia de que muitas vezes é difícil identificar os sujeitos que estão em alto risco para o HIV.

Atualmente, diz o Dr. Golden, “não há evidências de que pessoas em baixo risco para o HIV querem usar PrEP, mas há boa evidência de que aqueles que vão em busca de PrEP estão em risco”. De fato, um estudo feito no Brasil com 1187 homens que fazem sexo com outros homens, e mulheres travestis/transexuais que foram pré-rastreados para o estudo PrEP Brasil mostrou que 82,1% dos participantes estavam dispostos a usar PrEP[6].

O palestrante destacou ainda que a livre demanda é uma estratégia justificável, visto que “autonomia é o princípio mais elevado da ética médica”. Mas, segundo ele, embora a estratégia possa fazer sentido nos Estados Unidos, não é possível saber como ela funcionaria em outros países como, por exemplo, nações da África subsaariana.

Para a Dra. Beatriz, no contexto da saúde pública, implantar uma intervenção significa ser inclusivo. “Precisamos de estratégias práticas para alcançar aqueles que precisam de PrEP, incluindo mas não limitando isto à autorreferência”, disse.

Em locais onde há epidemia concentrada, segundo a especialista, a PrEP não deve ser ofertada por livre demanda, mas sim direcionada àqueles em risco elevado. Estudos de modelagem sugerem que o impacto e a custo-eficácia de PrEP serão maiores quando a terapia for usada por populações em maior risco de infecção, o que significa aqueles que têm incidência de HIV de três por 100 pessoas-ano ou maior[7].

A pesquisadora apresentou dados de um estudo feito no Brasil de custo-eficácia de uso de PrEP entre HSH e mulheres transgêneros em alto risco para infecção por HIV. A pesquisa da Fiocruz, realizada em parceria com instituições internacionais, cujos dados ainda não foram publicados, revelou que a expectativa de vida por pessoa sem PrEP foi de 20,7 anos contra 23 anos com PrEP. Essa estratégia mostrou-se custo-efetiva para HSH e mulheres transgêneros de alto risco em uma incidência de HIV de 4/100 pessoas-ano. Mas, se o PrEP for usado em uma população com incidência de HIV menor do que 1/100 pessoas-ano, ele não será custo-efetivo.

Em países de baixa e média renda, com epidemia generalizada de HIV, a pesquisadora defende estratégias práticas para alcançar os que precisam de PrEP. Ela afirmou ainda que o uso dessa terapia não é para toda a vida, pois o risco não permanece uniforme ao longo dos anos.

“É importante passar essa mensagem tanto para o profissional de saúde quanto para o usuário, ou a implementação de oferta por livre demanda pode perder essas nuances e levar à utilização inadequada do recurso”, disse.

Além disso, a pesquisadora lembrou que não há evidências de que a livre demanda aumentará a aceitação entre os indivíduos que estão em risco. Também é possível que essa estratégia seja percebida na comunidade como uma recomendação estigmatizante. Ao contrário, “se usada de forma apropriada, a PrEP pode fazer a diferença dobrando o freio da epidemia de HIV”, disse ela.

#Sem evidências de que a suspensão precoce dos #antibióticos aumente a #resistência microbiana

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Theresa Bebbington

A mensagem dada pelos médicos para “completar o tratamento” ao prescrever antibióticos deve ser abandonada, dizem os especialistas.

Eles argumentam que esta conduta não é embasada em evidências e deve ser modificada.

Os antibióticos são importantes no combate às infecções, mas em todo o mundo há uma crescente preocupação com o número de casos em que as bactérias se tornaram resistentes a esses medicamentos.

Para evitar o aumento da resistência aos antibióticos é essencial reduzir o uso desnecessário deles.

A recomendação atual da Organização Mundial da Saúde (OMS) é “sempre completar o tratamento prescrito, mesmo que você se sinta melhor, porque parar o tratamento precocemente promove o aumento de bactérias resistentes aos medicamentos”.

No Reino Unido, na verdade, essa orientação está incluída no currículo do ensino médio.

No entanto, muitos infectologistas instam legisladores, educadores e médicos que reconsiderem a orientação dada aos pacientes na prescrição de antibióticos.

O Dr. Martin J Llewelyn, PhD, médico e professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias na Brighton e Sussex Medical School, e colaboradores, apresentaram sua análise contra a mensagem “complete o tratamento” em um artigo publicado no periódico British Medical Journal.

A equipe afirma que não há comprovação de que a suspensão precoce do uso dos antibióticos incentive a resistência aos antimicrobianos – e que tomá-los por mais tempo do que o necessário aumente o risco de resistência.

Resistência microbiana aos antibióticos

Ns análise, os autores relatam que o temor de que o curso incompleto do tratamento possa levar à resistência microbiana surgiu pela primeira vez na década de 40 do século passado.

O discurso de Alexander Fleming ao aceitar o Prêmio Nobel em 1945, por exemplo, expôs a visão do médico de que, caso não fosse usada penicilina suficiente para tratar a infecção estreptocócica da garganta, uma forma resistente da infecção poderia ser transmitida para outra pessoa. Ao final, descobriu-se que as bactérias do tipo estreptococos, responsáveis pelas infecções da garganta, ainda não desenvolveram resistência à penicilina.

É verdade que para certas infecções como tuberculose, gonorreia e malária, quando os microrganismos que causam a infecção se reproduzem, podem surgir mutações resistentes aos antibióticos se a dose de antibiótico administrada durante o tratamento for inadequada, ou se for utilizado apenas um medicamento. Isso é conhecido como seleção em alvo. No entanto, a maioria das bactérias não desenvolve resistência por seleção em alvo.

Em vez disso, os antibióticos podem modificar uma flora geralmente inofensiva, ou os microrganismos normalmente encontrados na pele e nas mucosas, ou nos intestinos, permitindo que espécies ou cepas resistentes oportunistas as substituam. Isso é conhecido como seleção colateral. Quanto mais essas espécies oportunistas ou cepas forem expostas aos antibióticos, argumentam os autores, maiores as chances de haver resistência a esses medicamentos.

Dr. Llewelyn e colaboradores dizem que, devido a questões históricas sobre tratamento incompleto, e à antiga falta de cuidado com o uso excessivo de antibióticos, a duração dos tratamentos recomendados pode ser muito longa. Para a maioria das indicações, “estudos para identificar o tempo mínimo para um tratamento eficaz simplesmente não foram realizados”.

Os especialistas observam que existem alguns casos, como a otite média (infecção do ouvido), nos quais a menor duração do tratamento pode não ser tão eficaz, mas também salientam que existe um risco menor de infecção adicional ou resistente em alguns pacientes com pneumonia tomando antibióticos por menos tempo. Ensaios clínicos podem ajudar a estabelecer a duração ideal do tratamento com antibióticos.

Menos é mais

Os autores informam que, para os patógenos oportunistas, “não há ensaios clínicos mostrando maior risco de resistência entre pacientes que fizeram tratamentos mais curtos”. Eles também argumentam que um tratamento mais curto pode significar menor risco de desenvolver infecção resistente.

Nos hospitais, pode se fazer exames ​​para determinar quando parar o tratamento, mas isso não é viável fora do ambiente hospitalar.

Dr. Llewelyn e os colaboradores sugerem desconsiderar a orientação da OMS, substituindo-a pela orientação de suspender o tratamento quando o paciente se sentir melhor. A equipe observa que, em um ensaio clínico, a suspensão dos antibióticos no tratamento da pneumonia quando o paciente não tinha mais febre reduziu para a metade a duração média da antibioticoterapia e não comprometeu a recuperação.

A Public Health England já substituiu a antiga mensagem “completar o tratamento” por “exatamente como prescrito”. No entanto, os autores agora pedem para descartar de uma vez por todas a mensagem “completar o tratamento” e querem que os médicos reconheçam ativamente que esta mensagem está incorreta.

Eles também acreditam que o público apoiará a abordagem, dizendo: “Completar o tratamento vai contra uma das crenças mais fundamentais e difundidas que as pessoas têm sobre medicamentos, que é a de que devemos tomar o mínimo necessário de medicamentos”.

#Caution urged on aggressive treatment of #hypertension in elderly

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Intensive lowering of blood pressure in people over 75 is associated with falls, injuries, and blackouts.

Recent advice to pursue aggressive lowering of blood pressure could result in harm, Irish researchers have warned.
Results from the recently published Systolic Blood Pressure Intervention Trial (SPRINT) claimed that lowering systolic blood pressure to levels of 120mmHg or less compared with 140mmHg or less in adults with hypertension aged 75 years or older reduced the numbers of cardiovascular events and death without a significant increase in the number of injurious falls or syncope.
Researchers from the Irish Longitudinal Study on Ageing (TILDA) investigated the impact of this intensive treatment outside of a clinical trial setting. They examined rates of falls, injuries and syncope in a group of adults aged over 75 who met the criteria for the treatment proposed in SPRINT. It was seen that falls and syncope were up to five times higher than reported in the trial.

First author of the study, Donal Sexton said while the benefits of lowering blood pressure seen in SPRINT are not in dispute,”physicians ought not to expect a similarly low rate of adverse events in clinical practice as was observed in the trial when lowering blood pressure in older people.”
The findings were published in JAMA Internal Medicine .

#Un tratamiento antirretroviral inyectable consigue la misma efectividad que las pastillas diarias (Lancet)

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Apoya el cambio de paradigma de tres a dos fármacos en algunos pacientes virológicamente suprimidos.

Una nueva terapia antirretroviral (TAR) inyectable por vía intramuscular para luchar contra el VIH ha conseguido tener los mismos resultados que la toma diaria de pastillas vía oral, según ha informado el Instituto de Investigación Biomédica de Bellvitge (IDIBELL).

Los investigadores han llegado a esta conclusión después de realizar un ensayo clínico en 50 centros internacionales, nueve de los cuales son españoles, con la participación de 286 pacientes y la contribución del Dr. Daniel Podzamczer, investigador principal del IDIBELL y Jefe Clínico de la Unidad de VIH y ETS del Servicio de Enfermedades Infecciosas del Hospital Universitario de Bellvitge. Estos resultados han sido publicados por la revista “The Lancet”

El tratamiento se ha inyectado cada cuatro u ocho semanas y ha combinado un nuevo inhibidor de la integrasa, carbotegravir, y un no nucleósido, rilpivirina, en relación a la terapia de mantenimiento habitual de tres fármacos con pastillas, consiguiendo que el 87% de los pacientes tratados cada cuatro semanas mantengan la supresión de carga viral, porcentaje que se ha elevado hasta el 94% en los que se han tratado cada ocho semanas, cifras que “incluso superan” el porcentaje de éxito de los tratamientos estándar, que es del 84%.

“Se trata de la primera vez que la TAR se da completamente en inyecciones; además, son sólo 2 fármacos, algo que no es nuevo pero que apoya el cambio de paradigma de tres a dos fármacos en algunos pacientes virológicamente suprimidos”, ha asegurado el Dr. Podzamczer, que ha argumentado la importancia del descubrimiento afirmando que “espaciar la administración de fármacos se traducirá potencialmente en mejores tasas de adherencia y una mejora de la calidad de vida de los pacientes”.

#Head injury risk climbs with antidepressant use in Alzheimer’s disease

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Community-dwelling people with Alzheimer's disease are at higher risk of head injury if using antidepressants.

The risk of head injuries and traumatic brain injuries is higher in people with Alzheimer’s disease (AD) who take antidepressants, researchers have determined.

Antidepressant use has previously been linked with an increased risk of falls and hip fractures. The new study from the University of Eastern Finland , the results of which were published in Alzheimer’s Research & Therapy , was the first to look at the risk of head injuries.

By comparing new antidepressant users with matched non-users, the researchers found that the risk of head injuries peaked during the first 30 days of use, but remained at an elevated level for over two years of use. Antidepressant use was also consistently associated with a higher risk of head injuries when the authors looked at case-crossover analyses.

“Our findings give cause for concern because persons with Alzheimer’s disease frequently use antidepressants, which have been considered a safer alternative to, for example, benzodiazepines,” said Heidi Taipale, senior researcher. Taipale added that while the study population consisted of persons diagnosed with AD, it is likely that the risk is similar also in other older persons without AD.

The authors concluded that antidepressant use should be carefully considered in patients with Alzheimer’s and the association confirmed in future studies.