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#La #música ayuda a mejorar la #autoestima, la #memoria y el #lenguaje en pacientes con #alzhéimer

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Se trata de un recurso adaptable, incluso en casos de discapacidad auditiva.

Se trata de un recurso adaptable, incluso en casos de discapacidad auditiva.

La música, y especialmente la musicoterapia, ayuda a mejorar la autoestima, el estado anímico e, incluso, la memoria y el lenguaje en los pacientes con alzhéimer, según han asegurado expertos de Geriatros-SARquavitae.
Además, poner música a estos enfermos ayuda a que se calmen y tranquilicen al relajarles el tono muscular y ritmo cardiaco; al mismo tiempo que disminuye su estrés y alteraciones conductuales; potencia el ritmo musical que influye en el área psicomotriz; y les ayuda a expresar sus sentimientos y emociones cuando todavía conservan su capacidad de hablar.
Se trata de un recurso adaptable, incluso en casos de discapacidad auditiva, gracias a que las ondas del sonido provocan vibraciones que pueden ser percibidas en estos pacientes. De hecho, esta adaptabilidad de la musicoterapia hace posible tratar estados avanzados de Alzheimer, empleándola como elemento de relajación o como terapia que despierte emociones gracias a la composición de una historia de vida musical de la persona.
“La musicoterapia se adapta a la perfección a cualquier contexto pues, en los casos de mayor demencia, simplemente que sonrían supone tener un objetivo cumplido, ya que no existe otra terapia que les provoque esta estimulación que buscamos. Hay mayores que no recuerdan el nombre de su hijo, pero en cuanto escuchan una canción concreta ves cómo les cambia la cara y, enseguida, se ponen a cantar la letra o a tararear la melodía”, ha asegurado la terapeuta ocupacional de SARquavitae San Lázaro (Santiago de Compostela), Cristina Fernández.
Precisamente, Geriatros-SARquavitae, a través de su fundación, ha impulsado este año ‘Música para Recordar: Canciones que dan vida’, una iniciativa basada en el valor terapéutico de la música y que se ha desarrollado en dos fases. En la primera, se han realizado en todas las residencias y centros de día que la compañía tiene en toda España, terapias de reminiscencia en la que los mayores, junto a sus familias, escogieron aquellas canciones que les traían buenos recuerdos.
Los residentes y familiares tuvieron que escoger una decena de canciones preferidas y las 15 más repetidas y representativas se recogieron en un CD en el que se pueden escuchar clásicos de la música como, por ejemplo, ‘Angelitos negros’, ‘Bésame mucho’ o ‘La chica ye-ye’. Este CD se ha puesto a la venta en todos los centros de la compañía y la recaudación se destinará a la financiación a un proyecto de investigación que ayude a avanzar en la lucha contra la enfermedad.
“Mayores que el 90% del tiempo no se comunican ni mantienen la atención, levantan la cabeza y cantan al escuchar una melodía clave en algún momento de su vida. Los propios familiares se sorprenden, no se creen que sean capaces de cantar y seguir la música. Es un recurso muy directo que toca la fibra de los residentes. Lo percibes por sus gestos de felicidad e, incluso, aunque lloren, pasan momentos maravillosos al poder compartir la experiencia”, ha comentado la técnica de animación sociocultural de SARquavitae Condomina (Alicante), Charo García.
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#Older people with #diabetes at higher #risk for fracture

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A new study suggests deficits in cortical bone density and microarchitecture may be responsible.
While older people with type 2 diabetes (T2D) tend to have normal or higher bone density than their peers, a new study has found that they are more likely to succumb to fractures than seniors without T2D.
In a study, published in the Journal of Bone and Mineral Research , scientists examined data on 1,069 community-based older adults from the Framingham study. Participants underwent high-resolution peripheral quantitative computed tomography (HR-pQCT) to evaluate volumetric bone density, microarchitecture, and geometry, separately for cortical and trabecular compartments.
The authors found seniors with T2D had lower cortical volumetric BMD (vBMD) at the tibia and cortical thickness at the radius, but only in those with prior fracture. Cortical porosity at the radius was higher in T2D than non-T2D, but only in those without prior fracture.
“Fracture in older adults with type 2 diabetes is a highly important public health problem and will only increase with the aging of the population and growing epidemic of diabetes. Our findings identify skeletal deficits that may contribute to excess fracture risk in older adults with diabetes and may ultimately lead to new approaches to improve prevention and treatment,” said Dr Elizabeth Samelson, lead author of the study.

#Risco de #demência não aumenta entre as #mulheres portadoras da APOE ε4 em comparação aos homens

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Megan Brooks

Mulheres portadoras do alelo ε4 da apolipoproteína E (APOE) não apresentam maior risco de demência do que seus homólogos masculinos, mas têm maior risco de declínio cognitivo precoce, revela uma nova pesquisa.

Pesquisadores da Keck School of Medicine da University of Southern California, em Los Angeles, descobriram que os homens e as mulheres com a APOE ε4 apresentam o mesmo risco de comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer entre os 55 e os 85 anos de idade, mas têm maior risco de comprometimento cognitivo leve entre os 55 e os 70 anos, e maior risco de doença de Alzheimer entre 65 e 75 anos.

Há um entendimento de longa data de que as mulheres com o alelo APOE ε4, o principal fator de risco genético de doença de Alzheimer, correm maior risco de ter a doença do que os homens com as mesmas características.

A descoberta “surpreendente” nesta análise é que entre os 55 e os 85 anos de idade, homens e mulheres com a APOE ε4 compartilham o mesmo risco de comprometimento cognitivo leve e de doença de Alzheimer, disse o pesquisador responsável, Arthur Toga, PhD, em uma entrevista ao periódico JAMA Neurology.

A descoberta adicional de que as mulheres com a APOE ε4 apresentam maior risco em relação aos homens em idades mais jovens sugere que “o tratamento das mulheres pode precisar ser iniciado mais cedo”, observam os pesquisadores.

O estudo foi publicado on-line em 28 de agosto no periódico JAMA Neurology.

Idade e sexo fazem diferença

Para determinar como o sexo e o genótipo APOE modificam os riscos de comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer os pesquisadores reuniram dados de 27 estudos com 31.340 participantes, em sua maioria brancos.

Entre os 55 e os 85 anos de idade, não foi demonstrada diferença no risco de Alzheimer entre os homens (odds ratio, OR = 3,09; intervalo de confiança, IC, de 95%, de 2,79 a 3,42) e as mulheres (OR = 3,31; IC de 95%, de 3,03 a 3,61) com a APOE ε3/ε4.

No entanto, as mulheres tiveram maior risco em comparação aos homens entre os 65 e os 75 anos de idade (mulheres: OR = 4,37; IC de 95%, de 3,82 a 5,00; homens: OR = 3,14; IC de 95%; de 2,68 a 3,67; P = 0,002).

O risco de comprometimento cognitivo leve não diferiu entre os homens e as mulheres com APOE ε3/ε4 (homens: OR = 1,55; IC de 95%, de 1,36 a 1,76; mulheres: OR = 1,60; IC de 95%, de 1,43 a 1,81) entre os 55 e os 85 anos de idade. No entanto, as mulheres com a APOE ε4 tiveram maior risco de comprometimento cognitivo leve entre as idades de 55 e 70 anos (mulheres: OR = 1,43; IC de 95%, de 1,19-1,73; homens: OR = 1,07; IC de 95%, de 0,87 a 1,30; P = 0,05).

Claramente, disse Toga, existe uma dinâmica que está relacionada com a idade, bem como com o gênero.

O estudo também mostrou que homens e mulheres com a APOE ε3/ε4 apresentaram maior risco de doença de Alzheimer em comparação aos homens e mulheres com a ε3/ε3, respectivamente. O genótipo APOE ε2/ε3 conferiu mais um efeito protetor às mulheres, diminuindo o risco de doença de Alzheimer mais do que o dos homens. Não foram encontradas diferenças significativas relacionadas com o gênero para a transição do comprometimento cognitivo leve à doença de Alzheimer.

Uma das limitações da meta-análise é não ser possível entender “o porquê”, disse Toga, “então, acho que o que os projetos como esse fazem é esclarecer algumas coisas, porém indicar oportunidades de estudos futuros em outras áreas”.

Os mecanismos subjacentes a essas diferenças de gênero podem estar relacionados com as alterações fisiológicas associadas à menopausa e à perda de estrogênio que começa, em média, aos 51 anos de idade, observam os pesquisadores no artigo.

Estudo “muito poderoso”

Esta “meta-análise poderosíssima” fornece novas informações sobre a doença de Alzheimer, o genótipo APOE e o gênero, e mostra que “as mulheres estão em maior risco, mas em uma faixa etária específica”, disse a Dra. Dena Dubal, PhD, médica da University of California,em San Francisco, e editora de seção JAMA Neurology, em um podcast. “A variável tempo é algo que aprendemos a entender como realmente importante na patogênese de doenças como o Alzheimer”.

Uma questão fundamental, disse a Dra. Dena, é o que APOE ε4 está fazendo para “modificar a vulnerabilidade à doença de Alzheimer antes dos 65 anos, quando vemos esse aumento do risco. O que a APOE ε4 está fazendo, talvez predominantemente nas mulheres, para aumentar o risco de Alzheimer”?

“Entender o que torna um dos gêneros mais vulnerável (ou mais resiliente) descortina emocionantes novas vias que podemos estabelecer como alvo de novos tratamentos para um ou ambos sexos”, escreveram a Dra. Dena e a coautora Camille Rogine, estudante de medicina, também da University of California em San Francisco, no editorial de acompanhamento.

O estudo foi financiado pela Global Alzheimer’s Association Interactive Network Initiative da Alzheimer’s Association e pelos National Institutes of Health. Os autores informaram não possuir nenhum conflito de interesses relativo ao tema.

#Estudo prospectivo mostra o quanto a #TV pode fazer mal

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Norra MacReady

Aqueles tentados a assistir compulsivamente os episódios mais recentes de Game of Thrones podem querer reconsiderar esse plano: um novo estudo sugere que o tempo gasto assistindo à televisão está significativamente relacionado ao risco subsequente de mobilidade limitada entre adultos mais velhos.

Em um estudo prospectivo longitudinal com mais de 130.000 pessoas, não houve associação significativa entre o comportamento sedentário e o risco de deficiência no caminhar entre os participantes que se exercitavam no mínimo sete horas por semana, informou a autora principal Loretta DiPietro, PhD, e colegas, em um artigo publicado on-line em 30 de agosto no Journal of Gerontology: Series A. No entanto, o tempo gasto assistindo televisão foi associado a um aumento do risco, proporcionalmente à dose, independente do nível da atividade física geral.

“Assistir à TV é um fator de risco muito forte para deficiência na idade avançada”, disse sobre o estudo o Dr. DiPietro, diretor do Departamento de Ciências da Nutrição e Exercícios no Milken Institute School of Public Health, George Washington University, Washington, DC, em uma coletiva de imprensa.

“Sentar e ver TV por longos períodos (especialmente à noite) provavelmente é uma das coisas mais perigosas que os idosos podem fazer, pois eles estão muito mais suscetíveis aos danos da inatividade física”.

O estudo é um dos primeiros a abordar as associações conjuntas entre o tempo que se passa sentado e a atividade física com problemas de mobilidade: deficiência ou dificuldade na caminhada.

Análise prospectiva longitudinal

Os autores analisaram os dados do American Association of Retired Persons Diet and Health Study, dos National Institutes of Health,iniciado entre 1995 e 1996. O estudo consistiu em 566.398 participantes com idade entre 50 e 71 anos no basal, que responderam a um questionário sobre histórico médico, alimentação, atividade física, horas de atividade, e sedentarismo. O comportamento sedentário foi dividido em tempo total destinado a atividades como sentar, cochilar e trabalhar no computador, assim como assistir à televisão, e no tempo gasto apenas assistindo televisão. O questionário também indagou sobre as horas por semana gastas em atividades de intensidade leve, como realizar tarefas domésticas ou caminhar, e em atividades de intensidade moderada a vigorosa, como caminhada em ritmo rápido, corrida ou jardinagem.

Um questionário de acompanhamento, distribuído de 2004 a 2006, avaliou o status de mobilidade por meio de perguntas sobre o ritmo normal de caminhada, que variou de incapaz de caminhar ou “suave” (menos de 2 milhas por hora) até “muito rápido” (4 milhas por hora ou mais). A deficiência de mobilidade foi definida como incapaz de caminhar em um ritmo normal “suave”.

Somente as pessoas que preencheram os dois questionários não tinham doenças crônicas, como câncer ou doença cardíaca no basal, e os que relataram o próprio status de saúde como regular ou bom na base de referência foram incluídos no estudo de análise atual. Um total de 134.269 participantes se encaixaram neste critério de elegibilidade.

A coorte incluiu 57.977 mulheres (43,18%) e teve uma média de idade no basal de 61,2 ± 5,3 anos. O acompanhamento médio foi de 8,6 ± 0,42 anos. Dos 38.798 (28,9%) participantes que relataram problemas de mobilidade no acompanhamento, 58,00% eram mulheres (P < 0,001). Em comparação com nenhuma deficiência, a deficiência de mobilidade foi associada status educacional mais baixo, saúde mais debilitada no basal e no acompanhamento, mais tabagismo, e maior índice de massa corporal (P < 0,001 para todas as comparações).

Os participantes com algum problema de mobilidade no acompanhamento relataram menos horas por semana de atividade física leve e moderada a vigorosa no início do estudo quando comparados aos outros participantes. Da mesma forma, as horas por dia gastas assistindo à televisão no basal foram significativamente associadas à mobilidade limitada no acompanhamento (P > 0,001 para as duas comparações).

Na análise de regressão logística, que ajustou para nível de atividade e outras variáveis como raça, nível educacional e fumo, o comportamento sedentário teve uma relação “quase insignificante” com a deficiência de mobilidade, escrevem os autores.

Assistir à televisão, no entanto, mostrou um padrão diferente. Em comparação com zero a duas horas por dia de televisão, três a quatro horas por dia foram associadas a um aumento de 25% no risco de deficiência de mobilidade (odds ratio, OR, de 1,25; intervalo de confiança, IC, de 95%, 1,215 – 1,293). Com cinco horas ou mais de televisão, o risco aumentou em 65% (OR de 1,65; IC de 95%, 1,587 – 1,713; P < 0,001 para as duas comparações).

O nível de atividade teve um efeito inverso no risco de deficiência, independente do tempo gasto sentado, do tempo de televisão ou de outras variáveis independentes. Por exemplo, quando analisadas junto com o tempo gasto sentado, quatro a sete horas por semana de atividade leve foram associadas a uma redução de 20% no risco de deficiência (OR de 0,80; IC de 95%, 0,766 – 0,839; P < 0,001). Em um modelo que usou o tempo de televisão como a única forma de comportamento sedentário, este nível de atividade foi novamente associado a uma redução de 20% no risco (OR de 0,80; IC de 95%, 0,759 – 0,831; P < 0,001).

Da mesma forma, mais de sete horas por semana de atividade moderada a vigorosa foram associadas a uma redução de 57% no risco de deficiência (OR de 0,43; IC de 95%, 0,411 – 0,449) no primeiro modelo, e a uma redução de 56% no segundo (OR de 0,44; IC de 95%, 0,418 – 0,456; P < 0,001 para as duas comparações).

Entre as pessoas que passaram a maior parte do tempo sentadas (≥ 7 horas por dia) e a menor parte do tempo em atividade física (≥ 3 horas por semana), as chances de deficiência de mobilidade foram mais que o dobro (OR de 2,17; IC de 95%, 2,03 – 2,32) em comparação com os participantes menos sedentários e mais ativos. Para as pessoas que apresentaram o mesmo grau de sedentarismo, mas eram ativas de quatro a sete horas por semana, a OR foi de 1,34 (IC de 95%, 1,25 – 1,43) e “os que relataram o nível mais alto de horas sentados, mas que eram mais fisicamente ativos (> 7 h/semana) excederam as expectativas de 11% (OR de 1,11; IC de 95%=1,02, 1,20)”, explicam os autores.

Quando eles repetiram essas análises usando o tempo de televisão, “os resultados foram ainda mais fortes”, acrescentaram. Por exemplo, entre as pessoas que eram ativas de quatro a sete horas por semana, as que assistiam à televisão por cinco ou mais horas por dia tiveram um aumento de 94% no risco de deficiência (OR de 1,94; IC de 95%, 1,82 – 2,08), o que foi próximo do risco apresentado por participantes que assistiam a menos televisão, mas que eram também os menos ativos (OR de 1,83; IC de 95%, 1,73 – 1,94). Em geral, os autores observaram que mais tempo de televisão “estava significativamente relacionado à maior deficiência dentro de todos os níveis de atividade física”.

A natureza estruturada do ato de assistir à televisão proporciona uma estimativa mais precisa do tempo de sedentarismo, o que pode explicar o efeito aparentemente prejudicial, sugerem os autores.

“De forma alternativa, as pessoas podem dispersar o tempo sentadas com mais frequência durante o dia em comparação a quando veem TV à noite”.

Uma terceira possibilidade é que assistir televisão demasiadamente, além dos baixos níveis de atividade física, podem sinalizar uma doença crônica subjacente; “no entanto, controlamos o status de saúde autorrelatado no acompanhamento, e ainda assim observamos a deficiência excessiva de mobilidade”.

As recomendações para o envelhecimento saudável devem incluir a redução do tempo de sedentarismo e o aumento de atividade física, concluem eles.

A vida moderna “geralmente inclui 14 horas de tempo sentado por dia”, disse o Dr. DiPietro na coletiva. “Nossas descobertas sugerem que as pessoas mais velhas que desejam manter a forma devem aumentar a atividade física diária e reduzir o tempo que passam sentadas.”

Os autores não revelaram relações financeiras relevantes.
J Gerontol A Biol Sci Med Sci. Publicado on-line em quarta-feira, 30 de agosto de 2017. Artigo

Investigadores identifican potenciales #biomarcadores para la #degeneración macular asociada a la edad (Ophthalmology)

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La metabolómica puede identificar los perfiles sanguíneos asociados con la DMAE.

Los pacientes con cualquier etapa de degeneración macular relacionada con la edad (DMAE) llevan signos de la enfermedad en su sangre que se puede encontrar a través de pruebas de laboratorio especiales, según un nuevo estudio dirigido por investigadores especialistas en esta patología con sede en Massachusetts Eye and Ear, en Estados Unidos.
El trabajo, publicado en la edición digital de “Ophthalmology”, describe una nueva técnica conocida como ‘metabolómica’, que puede identificar los perfiles sanguíneos asociados con la DMAE –la principal causa de ceguera en adultos en los países desarrollados– y su nivel de gravedad.
Estos potenciales biomarcadores de lípidos en el plasma sanguíneo humano pueden llevar a un diagnóstico precoz, una mejor información pronóstica y un tratamiento más preciso de los pacientes con DMAE, así como nuevos objetivos potenciales para el tratamiento de la enfermedad.
“Con la metabolómica, podemos identificar los perfiles sanguíneos asociados con la DMAE y su gravedad a través de pruebas de laboratorio”, afirma Joan W. Miller, jefa de Oftalmología en Mass. Eye and Ear y el Massachusetts General Hospital, en Estados Unidos, y catedrática de Oftalmología y profesora de Oftalmología en la Harvard Medical School, también en Estados Unidos.
“Debido a que los signos y síntomas de la fase temprana de la DMAE son muy sutiles, con los síntomas visuales sólo siendo evidentes en etapas más avanzadas de la enfermedad, la identificación de biomarcadores en el plasma sanguíneo humano puede permitirnos comprender mejor las etapas tempranas e intermedias de la DMAE, es posible intervenir antes, y en última instancia, proporcionar una mejor atención”, añade.
La DMAE es la principal causa de ceguera en personas mayores de 50 años en los países desarrollados y su prevalencia se espera que aumente junto con el envejecimiento global de la población. Aunque se han identificado factores de riesgo genéticos y de estilo de vida, como la dieta y el hábito de fumar, el campo carece actualmente de medidas fiables para identificar a los pacientes que pueden estar en riesgo de desarrollar DMAE, incluyendo aquellos que pueden llegar a las formas avanzadas y cegadoras de la enfermedad.
“El estudio utilizó una técnica conocida como metabolómica, o el estudio de las partículas minúsculas llamadas metabolitos, en nuestro cuerpo que reflejan nuestros genes y el medio ambiente –explica el primer autor Ines Lains, investigadora de Mass. Eye and Ear–. Se cree que el metaboloma –el conjunto de metabolitos presentes en un individuo– representa estrechamente el verdadero estado funcional de enfermedades complejas, por lo que se utilizó a la hora de analizar 90 muestras de sangre obtenidas de participantes del estudio con todas las etapas de la DMAE (30 con enfermedad en estadio temprano, 30 con estadio intermedio y 30 con estadio tardío) y 30 muestras de pacientes sin DMAE”.
El análisis de los datos de metabolómica se realizó en colaboración con el Dr. Lasky-Su y sus colegas en la Channing Division of Network Medicine del Brigham and Women’s Hospital, en Estados Unidos. Su enfoque reveló 87 metabolitos, o pequeñas moléculas en la sangre, que fueron significativamente diferentes entre los sujetos con DMAE y los que no.
Además, los investigadores observaron diferentes características entre los perfiles sanguíneos de cada etapa de la enfermedad. Esta información tiene el potencial de mejorar los diagnósticos anteriores para los pacientes con DMAE y, en última instancia, puede conducir a más opciones de tratamiento, así como un tratamiento personalizado para las etapas más tempranas de la enfermedad.
De las 87 moléculas identificadas a través de la metabolómica en el estudio que se asocian con DMAE, la mayoría pertenecía a la vía lipídica. De hecho, seis de los siete metabolitos más significativos identificados fueron lípidos. La investigación anterior ha sugerido que los lípidos pueden estar implicados en el desarrollo de DMAE, aunque el papel exacto de lípidos en el proceso de la enfermedad sigue siendo confuso. Los resultados de este trabajo apoyan esta sugerencia, además de indicar que los perfiles metabolómicos pueden proporcionar nuevos conocimientos sobre la relación entre los lípidos y la DMAE.
“Creemos que este trabajo ayudará a lanzar la era de la medicina personalizada en el tratamiento de la DMAE”, afirma la autora de esta investigación Deeba Husain, especialista en retina en Mass. Eye and Ear y profesora asociada de Oftalmología y codirectora del Centro de Excelencia sobra DMAE en la Harvard Medical School.

#Small increases in #physical activity reduces #disability risk in #older adults

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Just 48 minutes of moderate physical activity per week can lower the chance of major mobility disability.
Several studies have demonstrated beneficial effects of physical activity programmes on functional outcomes in older adults, and now a new study has looked at exactly how much physical activity is needed to achieve these improvements.
For the study, published in  PLOS ONE , scientists analysed data from 1,635 men and women age 70-89 years over an average of 2.6 years. Half of the participants were randomly assigned to a programme of walking and walking-based strength, flexibility and balance training; half participated in health education workshops. All had low levels of physical functioning at the start and reported fewer than 20 minutes per week of regular physical activity prior to starting the study.
The authors identified improvements in all participants who added some physical activity to their routine, with the greatest benefits seen in the participants who engaged in at least 48 minutes of physical activity per week.
The authors said the data show that beneficial effects of physical activity can be realised with substantially less physical activity than is currently recommended for most inactive older adults. “Our goal was to have participants walking up to 150 minutes per week. To see benefits at 48 minutes is encouraging,” said author Roger A. Fielding.

#Siete pasos para mantener el #cerebro sano desde la #infancia hasta la #vejez

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Tensión arterial, colesterol y azúcar elevado, todo influye.

Tensión arterial, colesterol y azúcar elevado, todo influye.

Un estilo de vida saludable beneficia al cerebro tanto como al resto del cuerpo y puede disminuir el riesgo de deterioro cognitivo (una pérdida de la capacidad de pensar bien) a medida que se envejece, según nuevas recomendaciones de la American Heart Association (AHA) y la American Stroke Association.
Tanto el corazón como el cerebro necesitan un flujo sanguíneo adecuado, pero en muchas personas, los vasos sanguíneos lentamente se estrechan o se bloquean a lo largo de su vida, un proceso de enfermedad conocido como aterosclerosis, la causa de muchos ataques cardiacos y accidentes cerebrovasculares. Muchos factores de riesgo para la aterosclerosis pueden modificarse siguiendo una dieta saludable, obteniendo suficiente actividad física, evitando el consumo de productos de tabaco y otras estrategias.
“Los mismos factores de riesgo que causan aterosclerosis son también los principales contribuyentes al deterioro cognitivo en la vida tardía y la enfermedad de Alzheimer. Al seguir siete sencillos pasos -‘Life’s Simple 7’–, no sólo podemos prevenir el ataque al corazón y el accidente cerebrovascular, sino que también podemos ser capaces de prevenir el deterioro cognitivo”, afirma el neurólogo vascular Philip Gorelick, presidente del grupo de recomendaciones y director médico ejecutivo de Mercy Health Hauenstein Neurosciences, en Grand Rapids, Michigan, Estados Unidos.
‘Life’s Simple 7’ esboza un conjunto de factores de salud desarrollados por la American Heart Association (AHA) para definir y promover el bienestar cardiovascular. Los estudios demuestran que estos siete factores pueden también ayudar a fomentar la salud ideal del cerebro en adultos.
El programa ‘Life’s Simple 7’ insta a los individuos a controlar la presión arterial, controlar el colesterol, mantener el azúcar en la sangre normal, ser físicamente activo, ingerir una dieta saludable, perder peso extra y no empezar a fumar o dejar de fumar. Tener un cerebro sano se define como alguien que puede prestar atención, recibir y reconocer información de nuestros sentidos; aprender y recordar; comunicar; resolver problemas y tomar decisiones; mantener la movilidad y regular las emociones. El deterioro cognitivo puede afectar a cualquiera o todas esas funciones.
La recomendación, que se publica en la revista de la American Heart Association (AHA) “Stroke”, destaca la importancia de tomar medidas para mantener el cerebro sano tan pronto como sea posible, porque la aterosclerosis – el estrechamiento de las arterias que causa muchos ataques al corazón–, puede comenzar en la infancia. “Hay estudios en curso para aprender cómo las estrategias saludables para el corazón pueden afectar a la salud del cerebro, incluso a una temprana edad”, dice Gorelick, quien tras reconocer que se necesita más investigación, califica la perspectiva de “prometedora”.
El incremento de la presión arterial, el colesterol y azúcar en la sangre pueden causar deterioro de los vasos sanguíneos grandes y pequeños, activando una cascada de complicaciones que reducen el flujo sanguíneo cerebral. Por ejemplo, la presión arterial alta –que afecta a aproximadamente uno de cada tres adultos estadounidenses– es famosa por dañar los vasos sanguíneos que suministran oxígeno y nutrientes al corazón y al cerebro, destaca Gorelick.
El daño puede llevar a una acumulación de depósitos grasos, o aterosclerosis, así como la coagulación asociada. Esto estrecha los vasos, puede reducir el flujo sanguíneo al cerebro, y puede causar accidente cerebrovascular o “mini-accidentes cerebrovasculares”. El declive mental resultante se denomina deterioro cognitivo vascular, o demencia vascular.
Anteriormente, los expertos creían que los problemas con el pensamiento causados por la enfermedad de Alzheimer y otras enfermedades similares eran totalmente independientes del accidente cerebrovascular, pero con el tiempo los investigadores han aprendido que los mismos factores de riesgo para el accidente cerebrovascular que se mencionan en ‘Life’s Simple 7’ son también factores de riesgo para el alzhéimer y, posiblemente, para algunos de los otros trastornos neurodegenerativos, según Gorelick.
La recomendación también reconoce que es importante seguir las directrices publicadas anteriormente por la American Heart Association (AHA), el Instituto de Medicina y la Asociación de Alzheimer, que incluyen el control de los riesgos cardiovasculares y sugieren el compromiso social y otras estrategias relacionadas para mantener la salud del cerebro.
Los puntos de acción de ‘Life’s Simple 7’, que se basan en hallazgos de múltiples estudios científicos, cumplen tres reglas prácticas que el panel desarrolló para identificar maneras de mejorar la salud del cerebro, que podrían ser medidas, modificadas y monitorizadas, señala Gorelick. Estos tres criterios permiten traducir el conocimiento en acción, ya que los proveedores de atención médica pueden evaluar fácilmente los elementos simples de la vida, como la presión arterial; pueden fomentar medidas probadas que promueven la salud y pueden medir los cambios con el tiempo.
El asesoramiento de la AHA proporciona una base sobre la cual construir una definición más amplia de la salud del cerebro que incluye otros factores influyentes, dice Gorelick, como la presencia de fibrilación auricular, un tipo de latido cardiaco irregular que se ha relacionado con problemas cognitivos; educación y alfabetización; estatus social y económico; la región geográfica donde vive una persona; otras enfermedades cerebrales y daños en el corazón.
También es un punto de partida para ampliar la investigación en áreas como si puede haber marcadores detectables, como los hallazgos genéticos o de imágenes cerebrales, que representen una susceptibilidad a enfermedades cardiovasculares o cerebrales, adelanta Gorelick.
“En algún momento de nuestras vidas, un ‘interruptor’ puede estar preparándose para ‘girarse’ o activarse, lo que nos sitúa en una dirección de riesgo de deterioro cognitivo y demencia”, explica.
La demencia es costosa de tratar. Los gastos de atención directa son más altos que para el cáncer y casi lo mismo para las enfermedades del corazón, según estimaciones. Además, el valor de los cuidados no pagados para los pacientes con demencia puede superar los 200.000 millones de dólares al año. A medida que las vidas se alargan más en Estados Unidos y otros lugares, alrededor de 75 millones de personas en todo el mundo podrían tener demencia en 2030.
“Los políticos tendrán que asignar los recursos de salud para esto”, dice Gorelick. La monitorización de las tasas de demencia en lugares donde los esfuerzos de salud pública están mejorando la salud del corazón “podría proporcionar información importante sobre el éxito de este enfoque y la necesidad futura de los recursos sanitarios para los ancianos”, dice.
Los autores de estas recomendaciones revisaron 182 estudios científicos publicados para formular sus conclusiones de que seguir ‘Life’s Simple 7’ tiene el potencial de ayudar a las personas a mantener un cerebro saludable a lo largo de la vida.