Medicinas alternativas

Does animal therapy pose a risk to patients?

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New research suggests many hospitals may not be protecting patients from the risks of such therapy.

In recent years there has been an increase is the popularity of so-called animal-assisted intervention (AAI) programmes, or ‘pet therapy’. Studies have demonstrated that AAI can result in positive health outcomes, including reductions in blood pressure, improved mood, and delayed onset of dementia.

However, the authors of a new study are warning that without appropriate policies in place, such programmes could jeopardise both human and animal safety. They highlight that AAI programmes are a potential risk factor for transmission of zoonotic disease, especially when health, grooming and hand washing protocols are not carefully used. Potential health risks also arise from therapy animals eating raw meat-based diets or treats, which are at high risk of being contaminated with bacteria such as Campylobacter, Salmonella, and Cryptosporidium.

The authors surveyed 45 hospitals, 45 facilities for older people and 27 therapy animal organisations, to assess existing policies related to animal health and behavioural prerequisites for therapy animals and AAI programmes and found many respondents’ policies and practices did not address the well-known risks of such programmes.

The authors said education is key to ensuring that health and safety are top priority for both humans and animals so the benefits of animal-assisted intervention outweigh the risks.

Acupuncture as effective as pharmacotherapy in emergency department patients

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Experts warn, while acupuncture may be an effective alternative to pharmacological options, neither strategy actually provides optimal analgesia.

The world’s largest randomised controlled trial of acupuncture in emergency departments (EDs) has found that the alternative treatment is safe, acceptable and has an analgesic effect comparable with that of pharmacotherapy.

Of 2,000 patients presenting to EDs in Australia between January 2010 and December 2011, 177 were randomised to receive acupuncture alone, 178 to acupuncture plus pharmacotherapy, and 173 to pharmacotherapy alone.

While the authors said acupuncture was equivalent and non-inferior to pharmacotherapy in providing analgesia for patients with back pain and ankle sprain, they cautioned that pain was not actually managed optimally by either acupuncture or pharmacotherapy, nor by their combination.

“Our study has shown acupuncture is a viable alternative, and would be especially beneficial for patients who are unable to take standard pain-relieving drugs because of other medical conditions,” said lead investigator, Professor Marc Cohen. “But it’s clear we need more research overall to develop better medical approaches to pain management, as the study also showed patients initially remained in some pain, no matter what treatment they received.”

The findings are published in the Medical Journal of Australia .

Meditação: nem tudo são flores

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Megan Brooks

Uma recente pesquisa mostrou que pessoas que meditam podem ter experiências inesperadas, complicadas, difíceis, angustiantes, que podem inclusive causar prejuízo funcional.

As dificuldades encontradas na meditação budista são bem descritas na tradição budista, o que não ocorre na mesma proporção na literatura científica ocidental, dizem os pesquisadores.

“Evidentemente, não estamos tentando depreciar os muitos benefícios da meditação, todos devidamente comprovados. Mas não é porque algo é bom que devemos ignorar suas demais possibilidades”, afirmou ao Medscape Jared Lindahl, PhD e professor-assistente visitante do Brown University Cogut Center for the Humanities, em Providence, Rhode Island.

“Escolhemos especificamente pessoas que pudessem falar sobre experiências inesperadas, complicadas, difíceis, angustiantes ou que tenham causado prejuízo funcional. Nós queríamos aprofundar o conhecimento sobre o assunto. Pensamos que isso é de fato importante para a pesquisa sobre meditação, porque este campo está crescendo”, explicou Lindahl.

O estudo foi publicado on-line em 24 de maio no periódico PLOS ONE.

Experiências inesperadas

No intuito de compreender a extensão das experiências vivenciadas pelos budistas ocidentais praticantes de meditação, os pesquisadores entrevistaram quase 100 praticantes e professores de meditação de cada uma das três principais escolas budistas: Theravāda, Zen e Tibetana.

Os autores utilizaram métodos de pesquisa qualitativa para analisar as entrevistas e métodos padronizados de avaliação de causalidade, a fim de assegurar a probabilidade de a meditação ter desempenhado um papel causal nas experiências documentadas.

Com base nessas entrevistas, os pesquisadores desenvolveram uma taxonomia de 59 experiências organizadas em sete domínios: cognitivo, perceptivo, afetivo (emoções e humores), somático (relativos ao corpo), conativo (motivação ou vontade), senso de identidade e social.

Todos os praticantes de meditação descreveram diversas experiências inesperadas nos sete domínios. Por exemplo, uma experiência difícil muito relatada no domínio perceptivo foi a hipersensibilidade à luz ou ao som. Alterações somáticas também foram mencionadas, tais como, insônia ou movimentos involuntários do corpo.

Experiências emocionais difíceis foram o medo, a ansiedade, o pânico ou a perda de todas as emoções, afirmaram os pesquisadores.

A duração dos efeitos descritos pelos entrevistados variou bastante, indo de alguns dias a meses, ou até mais de uma década, de acordo com os pesquisadores.

Algumas experiências eram francamente desejáveis, como o sentimento de unidade ou união com os outros, mas alguns praticantes disseram que esses sentimentos foram longe demais ou duraram tempo demais, ou que se sentiram violados, expostos ou desorientados.

Algumas pessoas que tiveram experiências de meditação positivas durante retiros, contaram que a persistência dessas experiências interferiu na capacidade de funcionamento ou de trabalho, quando deixaram o retiro e retornaram à vida normal.

Os pesquisadores também identificaram categorias de “fatores de influência” ou circunstâncias que podem afetar a intensidade, a duração ou o sofrimento (ou comprometimento) associado. “Há uma série de fatores passíveis de exercer alguma influência, que fazem parte da história e constituem a razão pela qual certos fenômenos podem ser angustiantes ou negativos para uma pessoa, mas não para outra”, disse Lindahl.

Muitos instrutores de meditação citaram a intensidade da prática, a história psiquiátrica ou o histórico de trauma do praticante, e observaram que a qualidade da supervisão é importante. No entanto, esses fatores pareceram só fazer diferença para alguns praticantes.

“Os resultados também desafiam outras atribuições causais comuns, como o pressuposto de que as dificuldades relacionadas com a meditação só acontecem com pessoas com doenças predisponentes (história psiquiátrica ou história de traumas), que participam de retiros longos ou intensivos, que são mal supervisionadas, que praticam incorretamente ou cuja preparação é inadequada “, observaram os autores no artigo.

Tipos de meditação

A coautora do estudo, Willoughby Britton, PhD e professora assistente do Departamento de Psiquiatria e Comportamento Humano da Brown University, descreveu os fatores de influência identificados como “hipóteses testáveis” do que poderia afetar a trajetória de um praticante de meditação.

Por exemplo, novas pesquisas poderiam investigar se determinados tipos de prática estão associados a diferentes tipos de experiências difíceis, ou se o grau de suporte social percebido influencia a duração do sofrimento e do comprometimento.

“As pessoas meditam por motivos muito diferentes, têm constituições diferentes e podem precisar de diferentes tipos de abordagem”, disse Willoughby ao Medscape.

“A boa notícia é que existem vários programas e diferentes práticas disponíveis por aí. Basta procurar um pouco e se informar antes de escolher para que as pessoas encontrem boas alternativas ao que procuram”, afirmou.

“Mas eu acho que muitas vezes as pessoas topam fazer o que for mais conveniente ou o que tiver uma propaganda mais apelativa, e esta nem sempre é uma opção condizente com a constituição ou os objetivos delas”.

“Nossa esperança em longo prazo é que esta pesquisa, bem como as próximas pesquisas, possam ser usadas pela comunidade de praticantes de meditação para criar sistemas de suporte para toda a gama de experiências relacionadas com a meditação”, afirmou Willoughby em um comunicado à imprensa.

“De fato, o primeiro passo é reconhecer a diversidade de experiências que as pessoas podem vir a ter”.

 

Acupuncture improves quality of life in patients with allergic asthma

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Acupuncture was associated with increased disease-specific and health-related quality of life compared to routine care alone.

While available evidence is considered insufficient, acupuncture is often used in patients with chronic asthma.

Now a new trial which set out to investigate the effectiveness of acupuncture in addition to routine care in patients with allergic asthma has concluded that such treatments are associated with increased disease-specific and health-related quality of life compared to routine care alone.
A total of 1,445 participants were randomised to receive up to 15 acupuncture sessions over three months or to a control group receiving routine care alone. Patients who did not consent to randomisation received acupuncture treatment for the first three months and were followed as a cohort.
In the randomised group, acupuncture was associated with an improvement in the asthma-related quality of life questionnaire [AQLQ]  score compared to the control group, as well as in the physical and mental component scale of the short form-36 [SF-36].

Writing in the Journal of Alternative and Complementary Medicine (JACM), authors said, considering the results, “acupuncture might be considered as a viable option in the treatment of patients with allergic bronchial asthma”.

They said further studies are urgently needed to investigate the specific effects of acupuncture in allergic asthma.

É sério: homens com câncer de próstata fazem ioga!

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Nick Mulcahy

Inicialmente, um estudo inovador sobre ioga como intervenção para alívio de efeitos colaterais do tratamento do câncer de próstata enfrentou ceticismo, contou a autora sênior Dra. Neha Vapiwala, radioterapeuta na University of Pennsylvania,na Filadélfia.

A viabilidade era desconhecida e fez os pesquisadores se perguntarem: “Os homens irão se inscrever?”, disse ela ao Medscape.

A ioga vem sendo estudada como uma ferramenta para redução dos efeitos colaterais do tratamento em pacientes com câncer de mama, mas nunca para câncer de próstata. Segundo a Dra. Neha, ainda permanecem “mitos” de que os homens não praticam ioga, e de que “homens com câncer de próstata não estão interessados nesse tipo de coisa”.

Ela também ouviu outras críticas já que, em geral, homens com câncer de próstata são tipicamente mais velhos: “Todos diziam que não fariam isso”.

Pior ainda, mesmo ela e seus colaboradores estavam de certa forma céticos, com medo da rejeição: de que procurariam homens para recrutar que receberiam risadas como resposta.

Em vez disso, ela teve uma resposta “impressionante”, embora muitos dos homens que se interessaram não puderam participar por conta de conflitos de agenda, disse ela ao Medscape. “Eles não eram homens que você imaginaria que teriam interesse. Não eram fisicamente ativos. Nós recrutamos todos”.

A intuição masculina pode ter entrado em ação.

O resultado foi que, no novo ensaio clínico randomizado, a ioga aliviou os efeitos colaterais da radioterapia e da terapia hormonal. Assim, homens que praticaram essa antiga modalidade relataram menos fadiga e uma melhor função sexual e urinária em comparação com os homens que não fizeram ioga.

Os resultados foram publicados em 6 de abril no International Journal of Radiation Oncology • Biology • Physics.

No estudo de fase 2, os pacientes no grupo da ioga (n = 22) frequentaram duas aulas de 75 minutos por semana por seis a nove semanas (dependendo da duração da radioterapia) no Penn’s Abramson Cancer Center, antes ou depois da sessão de tratamento, entre outubro de 2014 e janeiro de 2016. O grupo controle (n = 28) manteve as atividades físicas basais. (O estudo iniciou com 68 homens, mas 18 abandonaram – novamente, principalmente por questões de agenda).

A mediana de idade dos homens no estudo era de 67,3 anos. A maioria era de brancos, casados, com renda anual superior a 80.000 dólares, e que viviam a uma hora de distância do hospital. Um dado importante: nenhum dos participantes do estudo havia praticado ioga antes.

Para o desfecho primário de fadiga (medida pelo Brief Fatigue Inventory), o grupo da ioga relatou menos fadiga do que os pacientes no grupo controle, sendo que a fadiga global, o impacto da fadiga, e a gravidade das subescalas da fadiga mostraram interações significativas (P < 0,0001).

De forma geral, homens no grupo controle tiveram uma piora nas pontuações de fadiga. “Os controles evoluíram exatamente como esperávamos”, disse a Dra. Neha sobre os resultados.

O oposto foi verdade para os praticantes de ioga. “Os homens no braço da ioga não apenas não pioraram, como melhoraram”, disse a Dra. Neha.

Isso foi inesperado, disse ela. “Tínhamos a hipótese de que a ioga ajudaria os homens a manterem a energia. Não esperávamos que os homens no braço da ioga apresentariam melhora em relação ao basal”.

Em um desfecho secundário, pontuações de saúde sexual (Sexual Health Inventory for Men), que incluem a função erétil, mostraram uma interação significativa (P = 0,0333). “O grupo da ioga não mudou ao longo do tempo”, disse a Dra. Neha.

“Nós não estamos dizendo que transformamos os homens do grupo da ioga em uma nova geração de homens, mas o grupo controle relatou piora da disfunção erétil ao longo do mesmo período de tempo”, observou ela.

   Nós não estamos dizendo que os transformamos em uma nova geração de homensDra. Neha Vapiwala

Os homens no grupo da ioga relataram pontuações de disfunção erétil “moderadamente favoráveis” ao longo do período do estudo, disseram os autores.

No entanto, as diferenças entre os grupos de tratamento foram significativas apenas com quatro semanas (P = 0,047) e não nas avaliações finais, com seis a nove semanas (P = 0,314).

Ainda assim, os resultados da saúde sexual são impressionantes porque um percentual mais elevado de homens no grupo da ioga recebeu tratamento de privação de androgênios do que os controles (60% versus 53%, respectivamente). “A terapia hormonal acaba totalmente com a libido”, disse a Dra. Neha.

Os resultados do estudo também mostraram que homens que praticaram ioga tiveram pontuações superiores para qualidade de vida e sintomas urinários, quando comparados com os controles.

O novo estudo é notável em diferentes formas, disse Alyson Moadel-Robblee, epidemiologista no Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, que não esteve envolvida no estudo.

Primeiro, ele demonstrou “um interesse e participação relativamente altos na ioga entre os homens, o que geralmente não é observado em outros estudos com terapias para o corpo e a mente, e o câncer”, disse ela por e-mail ao Medscape.

Segundo, ele é um exemplo de “oncologia integrativa” na qual uma terapia complementar é associada ao regime de tratamento para o câncer, disse Alyson, que foi a autora principal de um estudo randomizado sobre ioga como intervenção para mulheres com câncer de mama, incluindo aquelas no meio do tratamento.

Em terceiro, o trabalho mostrou que a ioga pode melhorar a fadiga e reduzir a disfunção sexual, dois efeitos colaterais “comuns e incômodos” do tratamento para o câncer de próstata.

No entanto, os resultados do estudo podem ser devidos, ao menos em parte, a outros efeitos além da ioga, como socialização e atenção, comentou Alyson, ecoando algumas das limitações colocadas pelos próprios autores.

Tanto os autores quanto Alyson disseram ser incerto o quão exatamente a intervenção pode ter funcionado. Além disso, ambos esperam que uma extensão do estudo determine se os efeitos são duradouros, e observe se algum subconjunto de pacientes vai continuar com a atividade e receber mais benefícios. A Dra. Neha disse que eles também gostariam de realizar outro estudo randomizado que compare a ioga com exercícios em geral.

Como um grupo de idosos pratica ioga?

O tipo de ioga usado no estudo se chama Eischens, que é um ramo da ioga Iyengar mais conhecida. A Eischens foca mais na energia – e fazê-la se mover pelo corpo – do que na complexidade do posicionamento do corpo. Assim como na ioga Iyengar, esse tipo de ioga usa itens como cadeiras e cintos para realizar as posturas de ioga. Essas modificações permitem que indivíduos mais idosos e menos flexíveis, e pessoas com diferentes tipos de corpo, efetivamente participem da atividade.

No entanto, a verdade é que homens idosos raramente são alunos de ioga. Como colocaram os autores em outro artigo, homens com mais de 44 anos correspondem a menos de 7% da população praticante de ioga nos Estados Unidos.

Mas os participantes do estudo são a exceção. Eles precisavam participar de no mínimo 80% das aulas para contarem como participantes do estudo. Nas aulas, eles realizavam uma variedade de posições, incluindo sentadas (em uma cadeira dobrável), de pé e reclinadas.

Outros homens no centro que gostariam de se juntar ao estudo, mas não puderam, passavam nas aulas a caminho do tratamento e perguntavam para a Dra. Neha: “Como está indo o estudo?” Eles “lamentavam” não estar participando, contou ela.

“Ninguém deveria dizer aos pacientes com câncer de próstata o que eles podem ou não fazer”, disse a Dra. Neha.

“Nós não deveríamos criar estereótipos sobre homens, especialmente homens mais velhos, e ioga”, enfatizou.

Esse estudo foi parcialmente financiado pelo American Cancer Society Institutional Grant e pelo Prostate Cancer Foundation Young Investigator Award. A Dra. Neha e Alyson declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Int J Radiat Oncol Biol Physics. Publicado on-line em 6 de abril de 2017. Resumo

El tai chi contribuye a mejorar la artrosis, el párkinson o prevenir caídas

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Un envejecimiento activo permite a las personas mayores potenciar su bienestar físico, cognitivo y social.

Un envejecimiento activo permite a las personas mayores potenciar su bienestar físico, cognitivo y social.

Un envejecimiento activo permite a las personas mayores potenciar su bienestar físico, cognitivo y social y, en esta línea, se ha demostrado que el tai chi es una práctica que ayuda a mejorar la artrosis, el párkinson, prevenir caídas y mejorar la capacidad cognitiva, el equilibrio y recuperar la capacidad aeróbica en personas que han perdido funcionalidad, según el jefe de Gestión Asistencial de Sanitas Mayores, David Curto.

Y no solo el tai chi, ya las nuevas tendencias en actividades deportivas que se han dirigido hacia la adaptación a diferentes medios, como por ejemplo el ‘aquagym’ o el ‘aquaspinning’, también resultan beneficiosas para los mayores.

“De manera progresiva, adaptamos las nuevas tendencias a las posibilidades de los mayores e intentamos incorporar todas las novedades en actividades deportivas y tecnológicas que demuestran ser beneficiosas a nivel físico, cognitivo y social”, ha explicado el Dr. Curto.

Hay que destacar también los beneficios que tienen las nuevas tecnologías en los mayores, herramientas que además son cada vez más usadas por estos, tal y como reflejan los datos del XVII informe la Sociedad de la Información en España, pues el uso de Internet subió un 11% en personas mayores de 65 años en 2016 y un 219% el uso de ‘tablets’.

Estas, además de utilizarse para el desarrollo de actividades terapéuticas, “acercan en muchas ocasiones a las diferentes generaciones y fomentan la relación entre miembros de la misma familia, lo que contribuye a reducir la brecha digital”, ha subrayado el experto.

El humor puede mejorar la realización de las técnicas necesarias para lograr un buen control metabólico en diabetes

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La risa es universal, tiene gran poder de contagio, evoca y descarga emociones, mantiene y fortalece la relación terapeuta-paciente.

La risa es universal, tiene gran poder de contagio, evoca y descarga emociones, mantiene y fortalece la relación terapeuta-paciente.

El humor podría permitir una mejor realización de todas y cada una de las técnicas necesarias para lograr un buen control metabólico en las personas con diabetes con lo que se lograría una mejor calidad de vida para estos pacientes, ha afirmado la psicóloga del Grupo de Trabajo de Educación de la Sociedad Española de Diabetes (SED), María Luisa López Fernández.

Uno de los recursos más extendidos para introducir el humor en la relación terapéutica es la risoterapia, una estrategia o técnica psicoterapéutica que tiende a producir beneficios mentales y emocionales por medio de la risa.

“Se ha demostrado científicamente que el córtex cerebral, mientras que nos reímos, libera impulsos negativos, lo cual nos hace sentirnos mejor”. Partiendo de esta evidencia, se señalan algunas de las principales virtudes terapéuticas de la risa: “es universal, tiene gran poder de contagio, evoca y descarga emociones, mantiene y fortalece la relación terapeuta-paciente”, ha afirmado la Dra. Mª Luisa López.

La experta considera necesaria la realización pautada y frecuente de talleres de risoterapia, para aprender esta técnica y posteriormente llevarla a cabo con los pacientes. A su juicio, “aunque cada vez está tomando más auge, el sentido el humor como parte de la educación terapéutica aún no está plenamente establecido en nuestro país”.

Por su parte, la psicóloga clínica de la Fundació Rossend Carrasco i Formiguera de Barcelona, Gemma Peralta, ha indicado que “la utilización de enfoques más creativos en el abordaje de la diabetes, incluyendo las adecuadas dosis de humor y risa, se asocia con resultados anímicos muy buenos, y se sabe que mejorando el estado de ánimo del paciente se produce una mayor motivación para el autocuidado”.

“En diferentes estudios se ha evidenciado un poder terapéutico en cáncer, en trastornos de la memoria asociados con la tercera edad, en algunos trastornos mentales y en diabetes”; pero reconoce, “hacen falta estudios mejor diseñados, tanto a nivel metodológico como incorporando grupos control”, ha puntualizado Peralta.

“El uso del humor en la consulta tiene características parecidas al empleo de las metáforas, que son utilizadas por muchos profesionales de la salud sin tener mucha conciencia de ello”, ha explicado el endocrinólogo Daniel Figuerola.

Además, como cualquier recurso terapéutico, también requiere sus dosis de formación y aprendizaje. “Aunque existe una base de carisma personal importante en los profesionales que usan el humor, se puede aprender. Hasta ahora nunca ha sido un aprendizaje reglado, pero debería serlo y, de hecho, en general se utiliza poco el sentido del humor en nuestro país en este ámbito y con propósitos educativos”, ha continuado Figuerola.

El también presidente de la Fundació Rossend Carrsaco i Formiguera de Barcelona ha indicado que, “el humor es un ingrediente esencial del cóctel que debe tener una adecuada educación terapéutica, en la que no debe faltar pedagogía, psicología y biomedicina. El humor se podría considerar una terapia alternativa y complementaria (TAC)”.

Aunque la neurofisiología del humor es compleja y son muchas de las hormonas implicadas, se sabe que algunas de éstas son las mismas que intervienen en el enamoramiento y el orgasmo.

“El sentido del humor se correlaciona con la salud física percibida y se asocia, entre otros beneficios, con menos estrés y depresión, así como con una mayor autoestima y mejor calidad de vida. Los médicos que usan regularmente el humor en la relación clínica tienen menos reclamaciones por mala praxis”, ha finalizado Figuerola.

Aunque, como cualquier fármaco que se precie el humor tiene sus indicaciones, contraindicaciones, dosis y efectos secundarios”. Así, por ejemplo, se aconseja evitar el abuso o la utilización forzada de este recurso por parte del profesional sanitario, aportarle la necesidad espontaneidad afectiva y, sobre todo, ‘reír con’ y nunca emplear sarcasmo ni ‘reírse de’.

En definitiva, la introducción el sentido del humor y la risa en educación en salud y en la relación terapéutica que se establece entre el profesional sanitario y el enfermo/familiares puede tener importantes consecuencias positivas para la salud, como han puesto de manifiesto los expertos reunidos en el XXVIII Congreso Nacional de la Sociedad Española de Diabetes (SED).