Medicina do trabalho- laboral

#FDA Expands Indication for Exoskeleton in Paraplegia

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FDA Expands Indication for Exoskeleton in Paraplegia
Megan Brooks September 27, 2017

The US Food and Drug Administration (FDA) has cleared an expanded indication for the Indego exoskeleton (Parker Hannifin), a device that allows individuals with paraplegia to stand and walk, the company has announced.The Indego exoskeleton was previously cleared by the FDA in February 2016 for use by individuals with spinal cord injury levels of T4 and lower in rehabilitation facilities, and with T7 and lower injury levels for use in home and community settings

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Indego exoskeleton

 
The new indication expands the population that can use the device to include patients with spinal cord injury at C7 and lower injury levels in rehabilitation facilities and T3 and lower injury levels for use in home and community settings.”The new clearance by the FDA provides the Indego exoskeleton with the broadest IFU [indication for use] of any commercial exoskeleton available in the United States,” Achilleas Dorotheou, head of the human motion and control business unit for Parker Hannifin, said in a news release.”Indego is now available to a significantly larger segment of the spinal cord injury population and is an option for personal use among more than 40% of spinal cord injured Americans. We credit several VA [Veterans Affairs] medical directors with urging us to pursue this expanded clearance and it is likely that some of the 40,000 spinal cord injured veterans served by the VA system will be among the immediate beneficiaries,” Dorotheou added.The company also said it’s working on new powered and programmable variants of Indego to be submitted for regulatory approval over the next several years that will address other partial or moderate impairments, such as multiple sclerosis, stroke, and musculoskeletal weakness.

Medscape Neurology news.

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Médicos brasileiros usam pele de peixe para tratar vítimas de queimaduras

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Paulo Whitaker e Pablo Garcia

FORTALEZA, Brasil (Reuters) – Pesquisadores brasileiros estão trabalhando em um novo tratamento experimental para queimaduras graves usando a pele de um peixe, a tilápia, em um procedimento pouco ortodoxo quem, segundo eles, pode aliviar a dor dos pacientes e reduzir os custos do tratamento.

Há muito tempo coloca-se pele de porco congelada ou tecido humano sobre as queimaduras para mantê-las úmidas e possibilitar a transferência do colágeno, proteína que promove a cicatrização.

Os hospitais públicos do Brasil, no entanto, não dispõem de bancos de pele humana e suína, nem das alternativas artificiais facilmente acessíveis nos países do primeiro mundo. Em vez disso, a norma é o curativo com gaze, que precisa ser trocado regularmente – algo que costuma ser doloroso.

A tilápia é um peixe abundante nos rios e nas fazendas de piscicultura no Brasil, locais estes que se multiplicam rapidamente à medida que aumenta a demanda por este peixe de água doce de sabor suave.

Cientistas da Universidade Federal do Ceará, no nordeste do Brasil, descobriram que a pele da tilápia tem níveis de umidade, colágeno e resistência às doenças comparáveis ​​aos da pele humana, e pode auxiliar na cicatrização.

Na China, pesquisadores testaram a pele de tilápia em roedores para estudar as propriedades cicatrizantes dela, mas os cientistas brasileiros afirmam que os testes em andamento em Fortaleza são os primeiros feitos com humanos.

“O uso da pele de tilápia em queimaduras não tem precedentes”, disse o Dr. Odorico de Moraes, professor da Universidade do Ceará. “A pele dos peixes geralmente é jogada fora, então estamos usando esse produto e convertendo-o em benefício social”.

O tratamento com a pele de tilápia pode acelerar a cicatrização em vários dias e reduzir a necessidade de analgesia, dizem os pesquisadores brasileiros.

Os técnicos do laboratório da universidade trataram a pele do peixe com vários agentes esterilizantes e a enviaram para São Paulo a fim de submetê-la à irradiação, matando assim qualquer vírus antes de proceder o acondicionamento e a refrigeração do material. Uma vez limpa e tratada, esta pele acondicionada e refrigerada pode durar até dois anos, dizem os pesquisadores. O tratamento remove inteiramente o odor típico de peixe.

Nos ensaios clínicos, este tratamento alternativo foi utilizado em pelo menos 56 pacientes para o tratamento de queimaduras de segundo e terceiro graus. Os pacientes, cujos membros foram recobertos de pele de peixe, pareciam criaturas saídas de um filme de ficção científica.

O mecânico de carros Antonio Janio teve uma queimadura grave no braço por vazamento de um cilindro de gás de solda. Ele diz que o tratamento com a pele de tilápia é mais eficaz do que as compressas com gaze, que precisam ser trocadas a cada dois dias.

A pele de peixe tem níveis elevados de colágeno tipo 1, permanece úmida por mais tempo do que a gaze e não precisa ser trocada com frequência.

A pele de tilápia é aplicada diretamente na área queimada e recoberta com atadura, sem a necessidade usar nenhum tipo de creme. Após cerca de 10 dias, os médicos removem a atadura. A pele da tilápia, que secou e soltou-se da queimadura pode ser removida.

“Use a pele da tilápia. É excelente”, disse Janio. “Acaba com a dor. Você nem precisa tomar remédio. No meu caso, não precisei, graças a Deus”.

Dr. Moraes disse que o tratamento com a pele de tilápia custa 75% menos do que o creme de sulfadiazina tipicamente usado nos pacientes queimados no Brasil, pois é um produto barato, feito com uma parte que sobra do peixe.

Os pesquisadores esperam que o tratamento seja viável comercialmente e incentivam as empresas a processar a pele de tilápia para uso médico.

Para ver as fotografias, clique em: http://reut.rs/2qkgXGF

Stop bringing work home!

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Working from home contributes to burnout among family doctors.

A number of recent studies have highlighted rising levels of burnout among hospital doctors, with one recent Irish study showing one in three doctors have suffered burnout and four out of five experience significant work stress.

Figures suggest the prevalence of burnout may be even higher among primary care doctors, with a survey by the American Medical Association and the Mayo Clinic finding 54.4 per cent of doctors reported at least one sign of burnout, with those working in family medicine among the worst affected (63 per cent reporting burnout).

New research has now shed light on the factors that are most associated with burnout among medical professionals. Almost 2,000 family doctors in the US were surveyed as part of the research, with 25 per cent reporting symptoms of burnout.
Less control over workload, lack of sufficient time for documentation, stress owing to their job and more time spent on electronic medical records (EMRs) at home, were all associated with the presence of burnout. Writing in JAMA , the authors said future interventions to reduce burnout and improve patient care and doctor satisfaction can be targeted toward addressing such workplace factors.

BMJ RapidRecs guideline warns against arthroscopy for most patients with degenerative knee damage

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The new clinical practice guideline was developed under the BMJ Rapid Recommendation project.

An international panel of experts has strongly recommended against the use of arthroscopy in nearly all patients with degenerative knee disease.

Most guidelines continue to support the use of arthroscopy in key subgroups. However, a randomised controlled trial published in the BMJ  in June 2016 found that, among patients with degenerative medial meniscus tear, outcomes with knee arthroscopy were no better than those seen with exercise therapy.

The findings prompting a panel to be convened to review all current relevant research on the issue. The resulting Rapid Recommendation  has concluded that arthroscopy does not, on average, result in lasting improvement in pain or function.

Given that there is evidence of harm and no evidence of important lasting benefit in any subgroup, “the panel believes that the burden of proof rests with those who suggest benefit for any other particular subgroup before arthroscopic surgery is routinely performed in any sub-group of patients”.

The new clinical practice guideline was developed under the BMJ Rapid Recommendation project, which aims to have synopses and decision-support tools available to clinicians within 90 days of identification of potentially practice-changing evidence.

Crear entornos de trabajo saludables ayuda a reducir los riesgos asociados al estrés laboral

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En 2016, la principal causa de muerte en el trabajo fueron los infartos y derrames cerebrales derivados del estrés laboral.

En 2016, la principal causa de muerte en el trabajo fueron los infartos y derrames cerebrales derivados del estrés laboral.

El estrés es el segundo problema de salud laboral más denunciado en Europa y está asociado a un incremento de la probabilidad de sufrir problemas cardiovasculares y, por ello, se hace necesario crear ambientes de trabajo “saludables”, para así centrar los planes estratégicos de la empresa en la persona y concienciar sobre la importancia del bienestar de los empleados, según la Fundación Máshumano.

“La creación de ambientes de trabajo saludables demuestra que las organizaciones que promueven y protegen la salud de los trabajadores son las compañías más exitosas y competitivas en el largo plazo y con mayor tasa de retención de empleados”, ha explicado el fundador de Stimulus y doctor en Psiquiatría en el Hospital de Sainte-Anne en Paris, Patrick Légeron.

Por ello, el equipo de investigación y análisis de la Fundación Máshumano ha elaborado una serie de consejos e indicaciones para así avanzar hacia este tipo de entornos, como por ejemplo, combatir los factores de riesgo desde la empresa, tales como la mala organización en el trabajo, la falta de recursos o la carga laboral.

Promover la adquisición de habilidades de liderazgo saludable, como el desarrollo del reconocimiento, la escucha activa y la inteligencia emocional; y enseñar a las personas a gestionar su estrés proporcionando apoyo diario son otros de los consejos que han apuntado desde la fundación.

Hay que tener en cuenta que, en 2016, la principal causa de muerte en el trabajo fueron los infartos y derrames cerebrales derivados del estrés laboral, un 14,3% más que en 2015, según los datos de mortalidad laboral del Ministerio de Empleo y Seguridad Social.

A nivel europeo, y tal y como refleja el sondeo de opinión paneuropeo realizado recientemente por la Encuesta Europea en Empresas sobre Riesgos Nuevos y Emergentes (ESENER), el 72% de los empleados considera que la reorganización del trabajo o la inseguridad laboral son las principales causas de estrés ocupacional; el 66% lo atribuye a las horas trabajadas o a la carga del trabajo; un 51% considera que es habitual en su puesto; mientras que un 59% asocia el estrés a sufrir conductas como intimidación o acoso.

Constatan un aumento de dolor de cuello y espalda por mirar hacia abajo a los ‘smartphones’ (Spine J)

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La cabeza pesa más cuanto más se inclina.

La cabeza pesa más cuanto más se inclina.

Investigadores del Cedars-Sinai Medical Center en Los Ángeles (Estados Unidos) han constatado un aumento de casos de dolor de cuello y parte superior de la espalda que podría estar relacionado con malas posturas al usar los teléfonos móviles y mirar hacia abajo a los ‘smartphones’ de forma prolongada.

En algunos pacientes, especialmente jóvenes que por su edad aún no deberían sufrir problemas de este tipo, se están reportando incluso hernias discales y problemas de alineación de su columna, según los resultados publicados en “The Spine Journal”.

“En una radiografía el cuello suele curvarse hacia atrás pero lo que estamos viendo es que la curva se está invirtiendo porque las personas miran sus teléfonos durante horas a diario”, según Todd Lanman, uno de los neurocirujanos que ha dirigido la investigación.

De hecho, este experto reconoce que cuando los pacientes llegan a su consulta “suelen presentar mucho dolor y sufren problemas en los discos”, preocupado por el alcance que podría tener este impacto en los niños que ya usan los teléfonos tanto tiempo y desde tan pequeños.

Los autores del trabajo describen cómo los usuarios de ‘smartphones’ suelen mirar hacia abajo mientras leen los mensajes recibidos, navegan o ven videos. De hecho, estiman que la inclinación del cuello es de unos 45 grados pero puede ser incluso más en función de si están sentados o de pié.

El impacto para la columna vertebral es mayor cuanto más flexionado está el cuello. Si la cabeza suele pesar entre 10 y 12 libras (entre 4,5 y 5,4 kilos) cuando el cuello permanece erguido, si se flexiona unos 15 grados equivaldría a un peso de 27 libras (unos 12 kilos). En lo que respecta a la espina dorsal, la tensión que acumula aumenta por cada grado de flexión por lo que 60 grados equivaldrían a 60 libras (unos 27,2 kilos).

En virtud de esta proporción, un niño de 8 años necesitaría ser operado al cumplir los 28, según se pregunta Lanman, que teme que este deterioro pueda afectar también a su desarrollo.

Para combatir este problema, los expertos sugieren cambios sencillos como subir los teléfonos móviles para no tener que agachar la vista mientras uno lee mensajes, o usar las dos manos y los dos pulgares para escribir y conseguir una postura más simétrica y cómoda para la columna.

Y más allá de los móviles, también proponen utilizar soportes a la hora de usar portátiles o tabletas para que quede a la altura de los ojos y conseguir una buena posición ergonómica.

“Es difícil recomendar una postura adecuada para los usuarios de teléfonos inteligentes. Pero si subimos el teléfono a nivel de los ojos para evitar mirar hacia abajo podríamos encontrarnos con un problema adicional en los brazos, que también sufrirían malas posturas”, según añaden los expertos. Por ello, apuestan por realizar descansos de forma regular y realizar ciertos estiramientos o ejercicios básicos para fortalecer los músculos de cuello y hombros.

Los trabajadores españoles obesos se cogen más bajas laborales por enfermedad que los de peso saludable

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La pérdida de productividad se suma a las consecuencias generales de la obesidad.

Los trabajadores españoles obesos se cogen más bajas por enfermedad que sus colegas de peso saludable, según revela una investigación realizada en más de 174.000 empleados presentada este sábado en EuroPrevent 2017, la reunión anual de la European Society of Cardiology celebrada en Málaga. El estudio ICARIA (‘Ibermutuamur CArdiovascular RIsk Assessment’) fue diseñado para analizar los factores de riesgo cardiovascular y su impacto en la ausencia por enfermedad en la población trabajadora española.

“En general, se supone que la población trabajadora es joven y sana, pero hemos encontrado una alta prevalencia de factores de riesgo cardiovascular, como el consumo de tabaco, la hipertensión o la dislipidemia”, explica uno de los investigadores del estudio, el Dr. Miguel Angel Sánchez Chaparro, del Hospital Universitario Virgen de la Victoria (IBIMA, Universidad de Málaga) y la Dra. Eva Calvo-Bonacho, directora de proyectos de salud en ICARIA, Ibermutuamur.

“Alrededor del 6% de los trabajadores españoles tienen alto riesgo cardiovascular, es decir, su probabilidad de sufrir un evento cardiovascular mortal durante los próximos diez años es del 5% o más y se toman excesivas bajas por enfermedad”, añade esta investigadora, cuyo estudio analizó el impacto de la obesidad en el permiso por enfermedad y si variaba de acuerdo con ser metabólicamente saludable o metabólicamente no saludable.

El estudio incluyó a 174.329 trabajadores sanos que fueron clasificados por índice de masa corporal (IMC en kg/m2) y metabólicamente sanos/insanos. Los trabajadores se clasificaron como metabólicamente insanos si presentaban tres o más de las siguientes características: circunferencia de cintura alta; aumento de los triglicéridos o tratamiento para la hiperlipidemia; colesterol HDL (lipoproteína de alta densidad) bajo; presión arterial alta o diagnóstico previo de hipertensión o tratamiento para la hipertensión; o glucosa en ayunas alta o tratamiento para la diabetes.

Los datos sobre la ausencia de enfermedad durante un periodo de seguimiento de un año se obtuvieron de los registros de la mutua de accidentes de trabajo y enfermedades profesionales Ibermutuamur. Los episodios de baja por enfermedad se dividieron en enfermedades no relacionadas con el trabajo y accidentes y enfermedades y accidentes relacionados con el trabajo.

Los investigadores analizaron la asociación del rango de IMC (<18,5, 18,5 a 24,9, 25 a 29,9, 30 a 34,9, 35 a 39,9,> 40 kg/m2) y el fenotipo metabólico con ausencia de enfermedad. La edad promedio de los empleados fue de 41 años, el 67% eran hombres y el 49% realizó trabajos manuales. Las proporciones con sobrepeso, obesidad y fenotipo metabólicamente insano fueron 38, 16 y 10%, respectivamente.

Los investigadores encontraron una asociación consistente de sobrepeso y obesidad con la ausencia de enfermedad debido a patologías no relacionadas con el trabajo en los trabajadores metabólicamente sanos y no saludables. Después de ajustar el sexo, la edad y la ocupación, las personas con sobrepeso/obesidad metabólicamente sanas tuvieron un 37% más de probabilidades de cogerse la baja por enfermedad y las personas con sobrepeso/obesidad metabólicamente insanas registran un 71% más de probabilidades de cogerse una baja por enfermedad que las personas que no tenían sobrepeso u obesidad.

“Nuestros resultados muestran que los trabajadores con sobrepeso y obesidad son más propensos a la baja por enfermedad no relacionada con el trabajo, independientemente de si son metabólicamente sanos o insanos”, señalan los Dres. Sánchez-Chaparro y Calvo-Bonacho. “El aumento de la ausencia de enfermedad y las pérdidas de productividad asociadas se suman a las consecuencias generalizadas de la obesidad, que ya es un importante problema de salud pública”, advierten.

En el caso de la ausencia por enfermedad relacionada con el trabajo, el riesgo de sufrir lesiones ocupacionales fue mayor en trabajadores con IMC de 35 a 39,9 kg/m2 y metabólicamente sanos. El riesgo fue menor entre aquellos con IMC de 40 kg/m2 y metabólicamente sanos y en todas las personas metabólicamente insanas, independientemente del IMC.

“En el caso de ausencia por enfermedad laboral, nuestros resultados sugieren que la obesidad y el fenotipo metabólicamente insano podrían vincularse con una especie de exclusión de las profesiones y los sectores de actividad que involucran a trabajadores más activos físicamente activos e implican más riesgo desde el punto de vista de las lesiones profesionales”, indican los autores del trabajo.

“Nuestros resultados ponen de relieve la necesidad de desarrollar intervenciones eficaces dirigidas a disminuir el impacto negativo de la epidemia de obesidad entre la población activa. “Los trabajadores metabólicamente sanos que tienen sobrepeso o en están el rango más leve de progresión de la obesidad pueden ser un grupo objetivo apropiado en quien implementar iniciativas de modificación del estilo de vida para reducir la probabilidad de transición a un fenotipo metabólico dañado”, concluyen.