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Mês: dezembro 2018

#Alerta hipertensão. Coma esta fruta e liberte-se da pressão alta

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Fonte de imagem: Wikipedia

Os casos de pressão alta estão a aumentar exponencialmente em todo o mundo. De forma a prevenir o aparecimento de sintomas e a reduzir o risco de hipertensão naturalmente, coma diariamente esta fruta tropical.

 

A hipertensão provoca inúmeros sintomas, incluindo visão turva e dores de cabeça, afetando um em cada quatro portugueses.

O fenómeno é extremamente preocupante, sobretudo porque aumenta a probabilidade dos pacientes experienciarem ataques cardíacos ou enfartes.

De modo a diminuir o risco, é aconselhável que siga um regime alimentar saudável e equilibrado.

O que deve comer para reduzir a pressão alta?

O Sistema Nacional de Saúde britânico (NHS) recomenda o consumo de uma dieta saudável.

Referindo: “Reduza substancialmente a quantidade de sal que coloca nos cozinhados e coma muita fruta e vegetais”.

Apesar de seguir essas recomendações ser por vezes suficiente para diminuir a tensão arterial naturalmente, existem certos alimentos que são considerados mais benéficos do que outros.

Em declarações ao The Guardian, o médico David Williams revelou recentemente que recomenda aos seus pacientes o consumo específico de uma fruta.

O clínico acredita que comer goiaba diariamente pode reduzir a pressão alta até cerca de 8mmHg.

“Se sofre de hipertensão, a dieta é um das principais maneiras de reduzir esses índices sem o recurso à toma de medicação”.

“Em combinação com certas alterações no estilo de vida e na nutrição, alterar a dieta pode não só reduzir os níveis da tensão, mas contribuir ainda para melhorar a saúde cardiovascular no geral”.

Goiaba

A dita fruta apresenta um baixo teor de sódio e alto teor de potássio, ajudando a controlar a pressão arterial.

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#Qu’est-ce que le cancer du foie?

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Resultado de imagem para le cancer de la foie

 

Le cancer du foie est une tumeur maligne, ou cancéreuse, qui prend naissance dans les cellules du foie. Le mot « maligne » signifie que la tumeur peut se propager (métastases) à d’autres parties du corps. Quand le cancer apparaît d’abord dans les cellules du foie, il est appelé cancer primitif du foie.

Le foie, qui fait partie de l’appareil digestif, est l’un des organes les plus volumineux du corps. Il est situé dans la partie supérieure droite de l’abdomen. Le foie produit des enzymes et la bile, qui facilitent la digestion des aliments. Il synthétise aussi des protéines qui contribuent à la coagulation du sang. De plus, le foie nettoie le sang en éliminant des substances nocives.

Les cellules du foie subissent parfois des changements qui rendent leur mode de croissance ou leur comportement anormaux. Ces changements peuvent engendrer la formation de tumeurs bénignes, comme l’hémangiome. Les tumeurs bénignes ne sont pas cancéreuses, mais, dans certains cas, les changements dans les cellules hépatiques peuvent causer un cancer.

Le cancer du foie prend le plus souvent naissance dans les cellules qui forment la majeure partie du foie (appelées hépatocytes). Ce type de cancer porte le nom de carcinome hépatocellulaire. Le cancer du foie peut également apparaître dans les cellules qui tapissent les canaux biliaires à l’intérieur du foie. Ce type de cancer est appelé cancer des canaux biliaires intrahépatiques. On emploie aussi le terme cholangiocarcinome pour désigner le cancer des canaux biliaires intrahépatiques.

D’autres types de cancer peuvent aussi survenir dans le foie, mais ils sont rares. Ceux-ci comprennent le sarcome des tissus mous, les tumeurs neuroendocrines et le lymphome non hodgkinien.

D’autres types de cancers peuvent se propager au foie, mais il s’agit alors d’une maladie différente du cancer primitif du foie. Lorsqu’un cancer qui prend naissance dans une autre partie du corps se propage au foie, on parle de métastase hépatique. Les métastases hépatiques sont traitées différemment du cancer primitif du foie. Apprenez-en davantage sur les métastases hépatiques.

Schéma de l'emplacement du foie

Read more: http://www.cancer.ca/fr-ca/cancer-information/cancer-type/liver/liver-cancer/?region=qc#ixzz5avUkUBuX

#Pancreatic Cancer

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Pancreatic cancer is a disease in which malignant (cancerous) cells form in the tissues of the pancreas. The pancreas is a gland located behind the stomach and in front of the spine. The pancreas produces digestive juices and hormones that regulate blood sugar. Cells called exocrine pancreas cells produce the digestive juices, while cells called endocrine pancreas cells produce the hormones. The majority of pancreatic cancers start in the exocrine cells.

Pancreatic Cancer Symptoms

Symptoms of pancreatic cancer include:

Pancreatic Cancer Risk Factors

The factors which could put you at risk for developing pancreatic cancer include:

How Is Pancreatic Cancer Diagnosed?

After taking down your health history and performing a physical exam, the doctor may order several tests to determine the cause of your problem or extent of the condition, including:

Pancreatic Cancer Treatment

There are various treatments for pancreatic cancer, including surgery, chemotherapy, and radiation therapyChemotherapy uses drugs to treat cancer, while radiation therapy uses X-rays or other kinds of radiation to kill cancer cells. Surgery can be used to remove a tumor or to treat symptoms of pancreatic cancer.

What Is the Outlook for Pancreatic Cancer?

The American Cancer Society reports that only about 23% of patients with cancer of the exocrine pancreas are still living one year after diagnosis. About 8.2% are still alive five years after being diagnosed.

#Diabetes: será possível prevenir episódios perigosos de hipoglicemia?

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Fonte de imagem: Medical News Today

Um estudo recente revelou a descoberta de um novo biomarcador que deteta e previne episódios de hipoglicemia, ou seja, baixos níveis açúcar no sangue, em pacientes com diabetes.

A descoberta foi da autoria de uma equipa de investigadores do Centro de Investigação Biomédica Pennington da Universidade do Estado de Louisiana, EUA, e poderá preencher a lacuna relativa à enorme necessidade de uma ferramenta para diagnosticar episódios de hipoglicemia.

A hipoglicemia é uma complicação grave em quem tem diabetes de tipo 1 ou 2. Quando ocorre um episódio de hipoglicemia, o paciente poderá sentir tonturas, náuseas e dores de cabeça, sintomas que o farão procurar assistência médica imediata.

Contudo, quando ocorrem demasiados episódios de hipoglicemia, o paciente pode deixar de experienciar aqueles sintomas, não se apercebendo que estão a ter um ou mais episódios [de hipoglicemia], até ser tarde de mais. Esta doença é conhecida como insuficiência autonómica associada à hipoglicemia (IAAH).

Atualmente não existe uma ferramenta para esta doença, que é potencialmente fatal se não for tratada.

Os investigadores neste estudo focaram-se na adaptação do cérebro, na sequência de um episódio de hipoglicemia. A glicose é essencial para a função cerebral e, na presença de uma baixa de glicose, o cérebro vai buscar fontes de energia alternativa, como o acetato.

“Os resultados do nosso estudo sugerem que esta adaptação poderá continuar a estar presente após a exposição a momentos de baixo açúcar no sangue, e pode assim ser usada para medir a frequência com que uma pessoa experiencia o baixo açúcar no sangue”, explicou David McDougal, investigador neste estudo.

O investigador considera que a medição da forma como o cérebro do paciente usa o acetato poderá ser usada para determinar se o mesmo sofre de IAAH ou se poderá desenvolver a doença futuramente.

#Higher risk of death for patients discharged during the #Christmas holiday

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  • Noticias Médicas Univadis
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Patients discharged from hospital during the Christmas period have a higher risk of death and readmission within 30 days, finds a study published in the Christmas issue of the BMJ.

Researchers in Canada analysed 217,305 cases of adults and children discharged from hospitals during the two-week December holiday period, between 2002 and 2016. This was compared with 453,641 cases of patients discharged during control periods in late November and January.

The study found that patients discharged during the Christmas period had a higher risk of death and readmission within the next seven, 14 and 30 days, with the greatest risk being within the first week (16%). Per 100,000 patients, 26 more deaths, 188 excess re-hospitalisations, 483 extra emergency department visits and 2,999 fewer follow-ups were associated with being discharged during the holiday.

Interestingly, patients with a higher baseline risk had a lower holiday-related risk of readmission and death than those with a lower baseline risk. The authors suggest this could be due to clinicians prioritising higher risk patients in the setting of reduced resources.

The authors say the findings highlight the need for doctors to pay attention to discharge planning and coordination of care during the festive period.

#La ciencia no encuentra relación entre el #ajo y la reducción del #riesgo de cáncer

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Un estudio exhaustivo realizado por investigadores de Nutrimedia concluye que la evidencia científica no permita ni negar ni afirmar que el ajo reduzca el riesgo de cáncer.

Ya en la Antigüedad, el ajo se consumía por sus supuestas propiedades terapéuticas.

No se puede establecer ninguna relación entre la ingesta de ajo y la disminución del riesgo de cáncer. Así concluye una nueva evaluación de Nutrimedia, un proyecto del Observatorio de la Comunicación Científica de la Universidad Pompeu Fabra (OCC-UPF), realizado en colaboración con el Centro Cochrane Iberoamérica y la Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología (Fecyt).

La abundancia de mensajes que vinculan el consumo de determinados alimentos y sustancias con la reducción del riesgo de cáncer es fuente de confusión para la sociedad, de ahí que la encuesta de Nutrimedia se haya centrado en uno de estos alimentos, el ajo, y su relación con preventiva con el cáncer.

Los investigadores de Nutrimedia han analizado la abundante evidencia científica disponible, llegando a la conclusión de que la respuesta sobre esa asociación es hoy “incierta”: con las pruebas disponibles no se puede ni afirmar ni negar que el ajo pueda tener algún efecto protector.

El mensaje que vincula el consumo de ajo y suplementos derivados con un menor riesgo de cáncer (entre otros, se han estudiado los de colon y recto, próstata, estómago, boca, faringe y laringe) se considera “incierto”, porque la confianza que podemos depositar en los resultados publicados es muy baja. Esto se debe a que se derivan de estudios observacionales, lo que no permite establecer una relación directa entre los beneficios del consumo de ajo y la reducción del riesgo de cáncer. El resultado “incierto” no quiere decir que en un futuro no se pueda concluir que el ajo pueda tener algún efecto protector, lo que indica la evaluación es que faltan estudios rigurosos, que nos ofrezcan una mayor confianza de los hallazgos.

Las supuestas propiedades del ajo

El ajo es un ingrediente fundamental en la dieta mediterránea, cultivado desde hace más de 7.000 años. Su presencia en la cocina puede apreciarse en pintores y escritores de todas las épocas, que muestran que ya en la Antigüedad, el ajo se consumía por sus supuestas propiedades terapéuticas. Heródoto (siglo V a. C.) relata en su obra Historiae que la alimentación de los esclavos que construían las pirámides estaba suplementada con ajos, porque se creía que tenían un efecto fortalecedor y vigorizante; por este mismo motivo, los atletas olímpicos de la Grecia clásica, los legionarios y de los gladiadores romanos no dudaban en llevarse unos ajos consigo, para masticarlo cuando fuera necesario. En el siglo I d.C., Dioscórides se refiere al ajo, en su obra sobre remedios naturales, como facilitador para eliminar flatulencias. Las expediciones españolas del siglo XV llevaron el ajo hasta el continente americano, pero su consumo como suplemento dietético no se popularizó hasta la década de 1990 en Estados Unidos, y posteriormente en otros lugares.

El ajo pertenece al género de plantas Allium (cebolla, ajo, chalotes, puerro, cebolletas, etc.), que se caracterizan por un alto contenido en compuestos organosulfurados y antioxidantes, además de vitaminas, aminoácidos, fructooligosacáridos y otros micronutrientes. Según cómo se procese el alimento, los organosulfurados convierten diferentes derivados a los que se les atribuyen diferentes propiedades saludables. Así, si el ajo crudo se corta o se pica, da lugar a la alicina; con la cocción, en cambio, se destruye la alicina, y liberan adenosina y ajoeno, que actúan como anticoagulantes. Los suplementos de ajo parecen tener un potencial efecto antihipertensivo.

Las supuestas propiedades anticancerígenas del ajo, como muestra esta evaluación, no están justificadas. El riesgo de padecer cáncer se debe a múltiples factores, tanto genéticos como medioambientales y de estilo de vida. Entre estos últimos, la dieta tiene un importante papel, ya que el mantenimiento de unos hábitos alimentarios saludables podría prevenir alrededor de un tercio de los casos de cáncer.

#Elevated #depressive and #psychotic symptoms with lower quality of life among smokers vs. non-smokers

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  • The Lancet Psychiatry

Background

The self-medication hypothesis postulates that the high prevalence of smoking in patients with psychosis can be explained by the ameliorating effect of smoking on symptoms. However, there are few large prospective studies testing this hypothesis. We aimed to examine the multi-cross-sectional and prospective associations of changes in smoking behaviour with symptoms and quality of life.

Methods

In this prospective cohort study we recruited patients with a non-affective psychosis (n=1094), unaffected siblings (n=1047), and healthy controls (n=579). Patients aged between 16 and 50 years and diagnosed with a non-affective psychosis according to DSM-IV were recruited by clinicians from four university medical centres and 36 associated mental health-care institutions in the Netherlands and Belgium between Jan 13, 2004, and March 6, 2014. Smoking status and number of cigarettes per day were assessed at baseline, and at 3-year and 6-year follow-up using the Composite International Diagnostic Interview (CIDI). Symptom frequency was self-rated with the Community Assessment of Psychotic Experience (CAPE), and quality of life was assessed by the WHO Quality of Life (WHOQOL) schedule. Multiple linear mixed-effects regression analyses were done accounting for multiple confounders.

Findings

At baseline, 729 (67%) of 1094 of patients smoked (mean 17.5 cigarettes per day, SD 8.8) compared with 401 (38%) of 1047 siblings and 145 (25%) of 579 healthy controls. Multi-cross-sectional results of linear mixed-effects analyses showed that smoking in patients and siblings was associated with more frequent positive symptoms (estimate 0.14, SE 0.02, p<0.0001 in patients; 0.03, 0.01, p=0.0019 in siblings), negative symptoms (0.15, 0.03, p<0.0001 in patients; 0.09, 0.02, p<0.0001 in siblings), and depressive symptoms (0.12, 0.03 p<0.0001 in patients; 0.08, 0.02 p<0.0001 in siblings) and lower quality of life (–0.59, 0.11, p<0.0001 in patients; –0.31, 0.09, p=0.0002 in siblings) than non-smokers. In controls, smoking was associated with significantly higher frequency of subclinical positive symptoms (0.03, 0.01, p=0.0016) and depressive symptoms (0.05, 0.03, p=0.0432) than in participants who did not smoke. Patients who started to smoke during follow-up showed a significant increase in self-reported symptoms, particularly positive symptoms (0.161, 0.077, p=0.0381), whereas smoking cessation was not associated with changes in symptoms or quality of life compared with those who showed no change in smoking behaviour. Similar results were obtained for the changes in the number of cigarettes smoked.

Interpretation

Our findings do not empirically support the self-medication hypothesis. The absence of long-term symptomatic relief from smoking should encourage clinicians to help patients with psychosis to quit smoking.

Funding

Dutch Health Research Council, Lundbeck, AstraZeneca, Eli Lilly, Janssen Cilag, Academic Psychiatric Center of the Academic Medical Center, GGZ inGeest, Arkin, Dijk en Duin, GGZ Rivierduinen, Erasmus Medical Center Amsterdam, GGZ Noord Holland Noord, University Medical Center Groningen, Lentis, GGZ Friesland, GGZ Drenthe, Dimence, Mediant, GGNet Warnsveld, Yulius Dordrecht, Parnassia Psycho-medical Center, Maastricht University Medical Center, GGzE, GGZ Breburg, GGZ Oost-Brabant, Vincent van Gogh voor Geestelijke Gezondheid, Mondriaan, Virenze riagg, Zuyderland GGZ, MET GGZ, Universitair Centrum Sint-Jozef Kortenberg, CAPRI University of Antwerp, PC Ziekeren Sint-Truiden, PZ Sancta Maria Sint-Truiden, GGZ Overpelt, OPZ Rekem, University Medical Center Utrecht, Altrecht, GGZ Centraal, and Delta.

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