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Nefrologia

#Beber refrigerantes após exercício físico pode danificar os rins

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Fonte de imagem: ABC News

O consumo de refrigerantes com cafeína, durante e após a prática de exercício físico, pode causar desidratação e interferir com a função renal, foi o resultado de um estudo.

Conduzido por investigadores da Universidade de Buffalo em Nova Iorque, EUA, o estudo oferece mais uma razão para que se evite o consumo deste tipo de bebidas. Atribui-se a estas bebidas, como bem se sabe, um papel na incidência da diabetes e obesidade.

Os investigadores pretendiam descobrir se o consumo de refrigerantes durante ou após atividade física intensa, como o trabalho manual, efetuada num ambiente quente, poderia contribuir para o aumento dos biomarcadores de insuficiência renal aguda (IRA), em comparação com beber água.

Para o efeito, foram recrutados 12 indivíduos saudáveis, em boa forma física e com uma média de idades de 24 anos.

Os participantes foram instruídos para completarem 30 minutos de exercício numa passadeira, seguidos de 15 minutos a fazerem três tarefas que simulavam trabalho físico em contexto agrícola.

Seguidamente, os participantes tiveram 15 minutos de descanso, após os quais receberam cerca de 475 mililitros de água ou de refrigerante com cafeína e alto teor de frutose. Este ciclo de uma hora foi repetido quatro vezes. Uma semana depois, os participantes repetiram o ensaio, mas desta vez os que tinham recebido o refrigerante receberam água e vice-versa.

Antes, imediatamente após e 24 horas depois do ensaio, os investigadores mediram vários parâmetros nos participantes como o ritmo cardíaco, peso corporal, tensão arterial e ainda creatinina e taxa de filtração glomerular, estes últimos biomarcadores de IRA.

Como esperado, os marcadores de IRA encontravam-se nos participantes que tinham consumido os refrigerantes recentemente.

“O consumo de refrigerantes durante e a seguir a exercício com [tempo de] calor não reidrata. Assim, consumir refrigerantes como uma bebida de reidratação durante o exercício com [tempo de] calor poderá não ser ideal”, concluíram os autores, acrescentando que o estudo foi efetuado com um pequeno grupo de participantes e são necessários mais estudos sobre o tema.

BancodaSaúde

#Dialyse

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Resultado de imagem para dyalise

 

La dialyse n’est qu’un traitement. Cela veut dire qu’elle ne guérit pas la maladie et ne redonne pas aux reins la capacité de re-fonctionner normalement. D’autre part, la dialyse ne peut remplacer complètement la fonction rénale. À moins d’être greffé, vous suivrez ce traitement de suppléance pendant toute votre vie. Deux types de dialyse sont utilisés pour traiter une maladie rénale chronique à ses derniers stades :

Des reins sains ne font pas que débarrasser le sang des déchets. Ils régulent, entre autres, le taux de certains sels minéraux comme le calcium et le phosphore. Ils produisent aussi des hormones qui régulent d’autres fonctions de l’organisme. Le traitement par la dialyse permet d’éliminer les déchets et l’excès d’eau, mais il n’est pas suffisant. Vous aurez besoin de médicaments pour équilibrer le taux de ces sels minéraux et pour remplacer ces hormones.

 

#Consumo de cogumelo previne problemas de memória

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Fonte de imagem: MykoWeb

Uma dieta que inclua o cogumelo “Coriolus versicolor” estimula os neurónios e poderá contribuir para prevenir problemas de memória relacionados com o envelhecimento, segundo as conclusões de um estudo divulgado pela Universidade de Coimbra.

Segundo noticiou a agência Lusa, uma equipa de investigação do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) e do Instituto de Investigação Clínica e Biomédica de Coimbra (iCBR) da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) descobriu que o “Coriolus versicolor” aumenta a complexidade dos novos neurónios formados no hipocampo adulto, uma área do cérebro ligada à memória.

“A nossa descoberta sugere que este cogumelo poderá contribuir para o fortalecimento da reserva neurogénica e possivelmente da ‘reserva cognitiva'” aponta Ana Cristina Rego, investigadora do CNC, docente da FMUC e corresponsável pela coordenação da investigação.

Frederico Costa Pereira, investigador do iCBR, docente da FMUC e corresponsável por este estudo, acrescenta que “uma dieta que inclua este suplemento pode fazer parte de uma estratégia que favoreça o envelhecimento saudável, incluindo a prevenção de défices cognitivos associados ao processo de neurodegenerescência”.

Este investigador avisa, contudo, “que mais estudos pré-clínicos terão de ser realizados”.

Publicado na revista “Oncotarget”, o estudo foi realizado em murganhos (ratinhos) submetidos a uma dieta com a biomassa do cogumelo, tendo-se verificado um aumento significativo do tamanho e arborização das dendrites (prolongamentos dos neurónios que permitem que estes comuniquem entre si) de novos neurónios formados no hipocampo adulto.

 

BancodaSaúde

#High protein diet does not affect #kidney function

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  • Noticias Médicas Univadis

Despite suggestions that high-protein diets could have a negative impact on kidney function, and in particular on glomerular filtration rate (GFR), a new study suggests this may not be the case.

Researchers analysed data from 28 randomised controlled trials dating from 1975 to 2016, examining the effects of higher protein (HP) diets (≥1.5 g/kg body weight or ≥20% energy intake or ≥100 g protein/d) verses normal or lower protein (NLP; ≥5% less energy intake from protein/d compared with HP group) intake on GFR in healthy individuals.

Analyses were conducted using post-intervention GFR and the change in GFR from pre-intervention to post-intervention.

The authors said there was a “trivial effect” for GFR to be greater in the HP group compared with the NLP group when GFR was examined using only post-intervention data. However, when the change in GFR from baseline was compared, there was no difference between the HP and NLP group.

“Given the proposed advantages of consuming HP diets to promote muscle hypertrophy during resistance training, high-quality weight loss during energy restriction, and maintenance of muscle mass with aging, the finding that an HP diet does not negatively affect kidney function is of relevance,” the authors said.

The research is published in the Journal of Nutrition

#Pré-eclâmpsia e #eclâmpsia

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Por Antonette T. Dulay, MD, Attending Physician, Maternal-Fetal Medicine Section, Department of Obstetrics and Gynecology, Main Line Health System; Senior Physician, Axia Women’s Health

Pré-eclâmpsia é a hipertensão arterial, que é acompanhada de proteína na urina, e que se desenvolve após a vigésima semana de gestação. Eclâmpsia são convulsões que ocorrem em mulheres com pré-eclâmpsia e que não apresentam outra causa.

  • A pré-eclâmpsia pode desprender a placenta e o bebê pode nascer precocemente, aumentando o risco de ter problemas logo após o nascimento.

  • Mãos e pés da mulher podem inchar, e se a pré-eclâmpsia é grave e não for tratada, ela pode ter convulsões (eclâmpsia) ou danos em órgãos.

  • Dependendo da gravidade da pré-eclâmpsia, o tratamento pode envolver repouso, hospitalização, medicamentos para baixar a pressão arterial ou o nascimento do bebê o mais cedo possível.

  • O sulfato de magnésio é dado pela veia para prevenir ou impedir as convulsões.

Aproximadamente 3 a 7% das mulheres grávidas desenvolvem pré-eclâmpsia (toxemia gravídica). Na pré-eclâmpsia, um aumento da pressão arterial é acompanhado de proteína na urina (proteinúria). Sem tratamento, a pré-eclâmpsia pode causar repentinamente convulsões (eclâmpsia). A eclâmpsia ocorre em uma em cada 200 mulheres que têm pré-eclâmpsia. Se não for tratada rapidamente, a eclâmpsia geralmente é fatal.

A pré-eclâmpsia (com ou sem eclâmpsia) desenvolve-se após a vigésima semana de gravidez e, geralmente, antes do final da primeira semana após o parto. Um quarto dos casos ocorrem após o parto, geralmente dentro dos primeiros quatro dias, mas por vezes até seis semanas após o parto.

Você sabia que…

  • Pré-eclâmpsia e eclâmpsia podem desenvolver-se após o parto.

Síndrome de HELLP

Esta síndrome desenvolve-se em uma ou duas em cada dez mulheres com pré-eclâmpsia grave ou eclâmpsia. A síndrome de HELLP consiste em:

  • Hemolysis [hemólise] (a destruição das células vermelhas do sangue)

  • Elevated levels of [níveis elevados] lliver enzymes [de enzimas hepáticas], indicando danos ao fígado

  • Low count of [baixa contagem de] platelets [plaquetas], tornando o sangue menos capaz de coagular e aumentando o risco de sangramento durante e após o parto

A maioria das gestantes com essa síndrome têm hipertensão arterial e proteína na urina, mas algumas não têm nenhuma.

Causas

A causa da pré-eclâmpsia é desconhecida. Mas isso é mais frequente entre mulheres que

  • Estão grávidas pela primeira vez

  • Estão carregando dois ou mais fetos

  • Tiveram pré-eclâmpsia em uma gestação anterior

  • Têm parentes que tiveram pré-eclâmpsia

  • São obesas

  • Já têm pressão arterial alta ou uma doença vascular

  • Têm uma doença coagulativa

  • Têm menos de 17 ou mais de 35 anos

Sintomas

Algumas mulheres não têm sintomas. Em outras, a pré-eclâmpsia provoca a retenção de líquidos (edema), particularmente nas mãos, no rosto e em torno dos olhos, mas também nos pés. Os anéis já não servem. As mulheres podem ganhar excesso de peso.

Pequenos pontos vermelhos (petéquias) podem aparecer na pele, indicando sangramento na pele. As mulheres podem se sentir nervosas.

Se for grave, a pré-eclâmpsia pode danificar os órgãos, tais como o cérebro, os rins, os pulmões, o coração ou o fígado. Depois, as mulheres podem ter dor de cabeça, visão distorcida, confusão mental, dificuldade respiratória, dor na parte superior direita do abdômen (acima do fígado), vômitos ou outros sintomas. Se a síndrome de HELLP se desenvolver, pode causar sintomas semelhantes. A síndrome de HELLP pode desenvolver-se antes do aparecimento dos sintomas de pré-eclâmpsia. Uma gestante que tem uma nova dor de cabeça que não se resolve com paracetamol ou dentro de 24 horas, deve contatar seu médico.

A pré-eclâmpsia pode causar alguns sintomas perceptíveis por um tempo e de repente se agravar e causar convulsões (eclâmpsia).

Os bebês podem ficar pequenos por causa do mau funcionamento da placenta ou por nascerem prematuramente. Os bebês de mulheres com pré-eclâmpsia são 4 ou 5 vezes mais propensos a terem problemas logo após o nascimento do que os bebês de mulheres que não têm esta complicação.

Raramente, a pré-eclâmpsia pode fazer com que a placenta seja retirada precocemente (a chamada ruptura prematura da placenta – Ruptura de placenta).

Diagnóstico

Os médicos diagnosticam a pré-eclâmpsia quando uma mulher tiver o seguinte:

  • Os sintomas típicos, tais como dor de cabeça, inchaço ao redor dos olhos, e, particularmente, inchaço das mãos

  • Aumento da pressão arterial durante a gestação

  • Proteína na urina

Os médicos fazem exames de sangue e de urina para confirmar o diagnóstico, para determinar quão grave é a pré-eclâmpsia e para verificar o dano no órgão. Os médicos também verificam a frequência cardíaca do feto. A ultrassonografia é feita para verificar outros sinais de bem-estar do feto, tais como movimentos, respiração e tônus ​​muscular .

Tratamento

O parto é o melhor tratamento, mas os médicos devem pesar o risco de um parto prematuro contra a gravidade da pré-eclâmpsia. O parto é realizado tão breve quanto possível nas seguintes situações:

  • Eclâmpsia

  • Pré-eclâmpsia grave se a gestação já dura mais do que 34 semanas ou se os pulmões do feto estiverem desenvolvidos

  • Agravamento dos danos aos órgãos da mulher

  • Problemas no feto

Se o parto puder ser atrasado em gravidezes de 32 a 34 semanas, as mulheres recebem corticosteroides para ajudar os pulmões do feto a se desenvolverem. Se a gestação já dura mais de 36 ou 37 semanas, e a pré-eclâmpsia é leve, o bebê nasce.

Pré-eclâmpsia leve

Se a pré-eclâmpsia leve desenvolver-se no início da gestação, as mulheres são aconselhadas a modificar suas atividades. Por exemplo, elas são aconselhadas a parar de trabalhar, se possível, ficar sentadas a maior parte do dia e evitar o estresse. Além disso, essas mulheres devem consultar seu médico de 2 a 3 vezes por semana. No entanto, a maioria das mulheres com pré-eclâmpsia leve são hospitalizadas, pelo menos no início. Lá, elas ficam acamadas e são monitoradas de perto até o feto estar desenvolvido o suficiente para nascer em segurança. Podem ser necessários medicamentos para baixar a pressão arterial (anti-hipertensivos) . Se a pressão arterial e outros problemas puderem ser controlados, as mulheres podem ser capazes de voltar para casa, mas elas devem consultar os seus médicos a cada dois ou três dias.

Se a pré-eclâmpsia se desenvolve perto da data limite, o parto geralmente é induzido e o bebê nasce. O sulfato de magnésio é dado durante o trabalho de parto para prevenir convulsões.

Pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia

Assim que for diagnosticada pré-eclâmpsia grave ou eclâmpsia, é administrado sulfato de magnésio nas mulheres por via intravenosa para prevenir ou impedir convulsões. Se as mulheres tiverem convulsões após receber o sulfato de magnésio, é administrado um anticonvulsivante (diazepam ou lorazepam) por via intravenosa.

O bebê pode nascer através de cesariana, que é a maneira mais rápida, a menos que o colo do útero já esteja aberto (dilatado) o suficiente para um parto vaginal imediato. Um parto imediato reduz o risco de complicações para a mulher e para o feto. Se a pressão arterial estiver elevada, os medicamentos para baixar a pressão arterial, como a hidralazina ou labetalol, podem ser administrados por via intravenosa antes da tentativa de parto. A síndrome de HELLP geralmente é tratada da mesma maneira.

Após o parto

Após o parto, as mulheres que tiveram pré-eclâmpsia ou eclâmpsia recebem sulfato de magnésio por 24 horas e são monitoradas por dois a quatro dias, porque elas possuem um maior risco de convulsões. Assim que seu quadro clínico melhorar gradualmente, elas são estimuladas a aumentar suas atividades. Eles podem permanecer no hospital durante alguns dias, dependendo da gravidade da pré-eclâmpsia e de suas complicações.

Depois de voltar para casa, essas mulheres podem precisar tomar medicamentos para baixar a pressão arterial. Normalmente, elas fazem um check-up pelo menos a cada uma a duas semanas durante os primeiros meses após o parto. A pressão arterial delas pode permanecer elevada por seis a oito semanas. Se ela permanecer elevada por mais tempo, a causa pode não estar relacionada com a pré-eclâmpsia.

#La #dialyse rénale est-elle toujours nécessaire en cas de #choc septique ?

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 By Alan Mozes
 Lorsqu’une infection grave occasionne un choc septique, la chute brutale de la tension artérielle qui s’ensuit peut sévèrement nuire à la fonction rénale, nécessitant une dialyse immédiate.

Cependant, les cliniciens savent que celle-ci n’est pas nécessaire pour tous les patients, car au cours des deux premiers jours suivant l’apparition du choc septique, un grand nombre de patients traités par antibiotiques et liquides uniquement peuvent se rétablir « spontanément » sans dialyse.

Où est le hic ? Les médecins ne parviennent pas à déterminer quels patients se rétabliront spontanément et quels patients ne le feront pas. Cela a pour conséquence une énorme pression sur les médecins de mettre immédiatement tous les patients atteints d’insuffisance rénale sous dialyse, que les patients en aient réellement besoin ou non.

Une équipe de chercheurs français vient de découvrir que le fait de retarder la dialyse de 48 heures, juste assez longtemps pour voir si une personne atteinte de choc septique se rétablira d’elle-même, n’augmente pas le risque de décès dû à l’insuffisance rénale.

L’auteur principal de l’étude, Dr Saber Barbar, explique que cette observation est très près de « faire autorité » et pourrait mener à un changement fondamental de la façon dont les médecins traitent ces patients.

« Nos observations n’étaient pas entièrement inattendues », indique Dr Barbar, chef de l’unité de soins intensifs de l’Hôpital universitaire de Nîmes. « Une autre étude récente a obtenu des résultats similaires aux nôtres, mais chez des patients atteints d’une insuffisance rénale de quelque cause que ce soit, et non spécifiquement chez des patients atteints de choc septique comme dans notre étude », ajoute-t-il.

Le choc septique est une réaction dangereuse à des infections graves, comme la pneumonie ou la péritonite. Il entraîne une inflammation généralisée de l’organisme qui provoque une chute brutale de la tension artérielle et l’insuffisance d’organes majeurs tels que les reins.

« Les critères utilisés pour diagnostiquer les lésions rénales aiguës ne sont pas très précis », explique Dr Barbar, ce qui rend impossible de prédire avec exactitude quels patients auront besoin d’une dialyse.

Pourquoi alors ne pas faire preuve de prudence et proposer une dialyse à tous les patients ?

La dialyse est une procédure invasive, qui comporte un risque d’infection et de saignement. « Attendre pourrait donc permettre d’éviter ces risques chez certains patients qui se rétabliront spontanément », indique Dr Barbar.

Avec cela en tête, les chercheurs de l’étude se sont concentrés sur près de 500 patients adultes hospitalisés en unité de soins intensifs en France durant les stades précoces du choc septique. Tous les patients présentaient des signes d’insuffisance rénale.

La moitié d’entre eux ont reçu une dialyse au cours des 12 heures suivant l’apparition de l’insuffisance rénale. À moins d’une aggravation de leur état, l’autre moitié des patients ont reçu une dialyse après 48 heures uniquement, s’ils en avaient besoin.

Trois mois plus tard, 58 % des patients ayant reçu une dialyse immédiate étaient décédés, contre 54 % des patients pour qui la dialyse avait été différée. De plus, 29 % des patients ayant attendu se sont rétablis sans dialyse.

En se basant sur ces résultats, Dr Barbar déclare : « En l’absence de critères d’urgence nécessitant une dialyse immédiate, les cliniciens peuvent, sans danger, attendre 48 heures avant de démarrer la thérapie de remplacement rénal, sans occasionner de risques supplémentaires pour le patient, tant qu’ils continuent de suivre attentivement ce dernier afin de détecter tous signes de complications ».

Dr Steven Simpson, médecin-chef de la Sepsis Alliance située à San Diego, considère que ces observations « sont tout à fait logiques ».

La dialyse est une procédure invasive et ne doit être employée que lorsqu’elle est nécessaire, ajoute Dr Simpson. Elle est également risquée, car le fait de faire passer le sang d’un patient dans une machine pour en retirer toutes les toxines abaisse la tension artérielle, et les patients atteints de choc septique ont déjà une tension artérielle très basse.

« Si de nombreux patients chez qui la dialyse a été différée ont fini par ne pas en avoir besoin du tout, il est logique de penser qu’en s’empressant de traiter les patients, on administre une dialyse à un grand nombre de personnes qui n’en ont pas besoin », indique-t-il. « Par conséquent, si cette étude suggère qu’il n’existe pas de réelle bonne raison de s’empresser de traiter les patients, nous ne devrions pas le faire. »

Dr Barbar et ses collègues ont publié leurs observations dans le numéro du 11 octobre de la revue New England Journal of Medicine.

#Rim biônico

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Nasce o rim biônico para dizer adeus à máquina de hemodiálise

rim biônico está prestes a entrar na fase nos seres humano. Ele combinará elementos eletrônicos e também orgânicos, e seu tamanho será similar aos órgãos cuja função assumirá. Este avanço significa uma grande melhoria na qualidade de vida para aquelas pessoas que dependem do dispositivo de hemodiálise externo para a sobrevivência.

Na hemodiálise, o sangue do paciente flui através de um filtro que remove resíduos prejudiciais, minerais e líquidos desnecessários do organismo do paciente. Deste modo, o sangue retorna ao corpo do paciente ajudando a controlar a pressão arterial e mantendo o equilíbrio adequado das substâncias químicas, como o potássio e o sódio, por exemplo.

O rim artificial está sendo desenvolvido por um grupo de universidades americanas sob o nome de “Projeto do Rim” e será capaz de filtrar o sangue da pessoa com insuficiência renal continuamente, sem a necessidade de visitas periódicas ao hospital para sofridas  sessões de 3 a 5 horas, como ocorre atualmente. O novo rim artificial oferecerá uma nova esperança às pessoas cujos rins já não podem atender às necessidades do corpo e que estão à espera em uma fila transplante. “Estamos criando um dispositivo bio-híbrido que pode copiar o rim e é capaz de eliminar resíduos suficientes sem que o paciente precise fazer a hemodiálise”, disse o Dr. William H. Fissell, nefrologista e professor da Universidade Vanderbilt em Nashville, nos Estados Unidos.

O rim será implantado por meio de cirurgia e possuirá um microchip de silício que funcionará como um filtro, cada dispositivo terá 15 camadas de microchips filtrantes, onde os médicos utilizarão células renais vivas com objetivo de que possam simular as atividades naturais dos rins, bem como células de rim vivas que, de acordo com o Dr. Fissell, “funcionarão sob o impulso do coração do paciente, filtrando a corrente sanguínea que passa por ele”. “A chave para este dispositivo é o microchip, que utiliza os mesmos processos de nanotecnologia de silício, que foram desenvolvidos pela indústria de microeletrônica para computadores e equipamentos de tecnologia da informação”, afirma o nefrologista.

O rim biônico será composto também de componentes biológicos e tecnológicos e seu tamanho será semelhante ao de uma pequena lata de refrigerante. De acordo com seus desenvolvedores, este dispositivo está fora do alcance da resposta imune; ou seja, das defesas do próprio organismo, afirmando que o corpo não o rejeitará. Fissell ressalta que há uma longa lista de pessoas em diálise que estão ansiosas para participar do primeiro teste, que podem começar em breve e ser completado até 2020.

 

 

     
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