TRAUMATOLOGIA Y ORTOPEDIA

#Nueva opción quirúrgica para los desgarros irreparables del manguito de los rotadores

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MARTES, 1 de agosto de 2017 (HealthDay News) — La reconstrucción artroscópica de la cápsula superior puede beneficiar a los pacientes con lesiones de hombro en las que anteriormente se consideraba que la reparación no era posible, según la investigación presentada en la reunión anual de la Sociedad Americana de Ortopedia y Medicina del Deporte (American Orthopaedic Society for Sports Medicine, AOSSM), realizada del 20 al 23 de julio en Toronto.

En el estudio, el Dr. Teruhis Mihata, Ph.D., de la Osaka Medical College en Japón, y colaboradores inscribieron a 100 pacientes (se operaron 102 hombros). La edad promedio de los participantes fue de 66.7 años, y osciló entre los 43 y los 82 años. El seguimiento promedio fue de cuatro años.

De los 100 pacientes que fueron sometidos a cirugía en el estudio, los 26 que habían realizado algún deporte antes de la cirugía pudieron realizar deporte nuevamente después de la misma. Treinta y dos pacientes que hacían trabajos que implicaban levantar cargas pesadas pudieron retornar completamente al trabajo. Otros dos pacientes, un granjero y un trabajador manual, también pudieron retornar al trabajo, pero con carga y horario reducidos.

“La reconstrucción artroscópica de la cápsula superior restauró la función del hombro y produjo altas tasas de retorno a la actividad deportiva recreativa y al trabajo”, escriben los autores. “Estos resultados sugieren que la reconstrucción artroscópica de la cápsula superior es una opción quirúrgica viable para los desgarros irreparables del manguito de los rotadores, especialmente en pacientes que trabajan y disfrutan de realizar deportes”.

NewsMed

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#Visão geral de #maus tratos a idosos

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Por Daniel B. Kaplan, PhD, LICSW, Assistant Professor, Adelphi University School of Social Work
Barbara J. Berkman, DSW, PhD, Helen Rehr/Ruth Fitzdale Professor Emerita, Columbia University School of Social Work

Os maus tratos a idosos se referem a uma pessoa machucar ou ameaçar machucar uma pessoa idosa.

As pessoas idosas podem ser maltratadas através de coisas feitas ou ditas ou por serem privadas das coisas que lhes são necessárias. Os maus tratos normalmente se tornam frequentes e severos com o tempo.

A cada ano nos Estados Unidos, milhares de pessoas idosas são maltratadas ou negligenciadas. O autor dos maus tratos é normalmente um membro da família, mais frequentemente um filho adulto que é o cuidador da pessoa. Às vezes, cuidadores profissionais, como funcionários da área de saúde ou de casas de repouso e outras instituições, maltratam as pessoas idosas.

Os cuidadores ficam frequentemente sobrecarregados pelas demandas de cuidados, têm preparação ou recursos inadequados, ou não sabem o que se espera deles. Eles também podem se tornar ainda mais socialmente isolados, algumas vezes aumentando seu ressentimento e tornando os maus tratos mais prováveis. Muitos cuidadores não pretendem maltratar a pessoa, e alguns podem nem mesmo saber que a estão maltratando.

Tipos comuns de maus tratos a idosos incluem abuso físico, abuso sexual, abuso psicológico, negligência e abuso financeiro.

Abuso físico é o uso da força para machucar ou ameaçar de machucar. Exemplos são golpear, empurrar, sacudir, bater, restringir e forçar a alimentação. Possíveis indicações de abuso físico incluem lesões inexplicáveis ou lesões que não são tratadas de forma adequada, queimaduras de corda e outras marcas de corda, óculos quebrados, e arranhões, cortes e hematomas. A recusa de um cuidador de permitir que o idoso tenha tempo sozinho com um visitante ou profissional da área de saúde pode levantar preocupações sobre o abuso físico.

Abuso sexual é o contato sexual sem consentimento ou à força ou sob a ameaça de força. Exemplos são toques íntimos e estupro. Hematomas em volta dos seios e da área genital ou sangramentos inexplicáveis da vagina ou ânus podem indicar abuso sexual. No entanto, o abuso sexual nem sempre resulta em lesões físicas.

Abuso psicológico é o uso de palavras ou ações para causar estresse emocional ou angústia. Este pode envolver

  • Proferir ameaças, insultos e comandos grosseiros
  • Ignorar a pessoa (por exemplo, não falando com ela por um longo período ou após esta ter falado)

 

  • Tratar o idoso como criança (infantilização), algumas vezes com o objetivo de encorajar a pessoa a se tornar dependente do agressor

As pessoas que são psicologicamente abusadas podem se tornar passivas e isoladas, ansiosas ou deprimidas.

Negligenciar é faltar no fornecimento de comida, medicamentos, higiene pessoal ou outras necessidades. Alguns idosos se negligenciam (chamado autonegligência). Outros são negligenciados por seus cuidadores. As necessidades podem ser negadas intencionalmente ou simplesmente esquecidas ou descuidadas por irresponsabilidade ou cuidadores não atentos. Sinais de negligência incluem

  • Perda de peso devido a malnutrição

  • Pele e boca secas devido a desidratação

  • Odor desagradável por ser limpo de modo inadequado

  • Feridas de pressão nas nádegas ou calcanhares por ser deixado sentado ou deitado na mesma posição por muito tempo

  • Podem faltar auxílios necessários, como óculos de grau, aparelhos auditivos ou dentaduras

  • Podem perder as consultas médicas programadas ou não serem levados quando os distúrbios estão obviamente piores

Alguns cuidadores não estão conscientes de que seu tratamento de um idoso deixou de ser menos do que ideal e passou a ser negligência. Esses cuidadores podem não perceber o que constitui um cuidado apropriado e adequado, ou podem ter noções muito diferentes do que faz e do que não é aceitável. Algumas vezes, a negligência resulta de circunstâncias desesperadas, como dificuldades financeiras, apesar das melhores intenções do cuidador. Às vezes, cuidadores são incapazes de fornecer o cuidado adequado por causa de suas próprias limitações físicas ou comprometimento mental. Por exemplo, os cuidadores podem ser incapazes de banhar o idoso ou lembrá-lo do horário de um medicamento.

Abuso financeiro é a exploração dos recursos e posses de uma pessoa. Este inclui

  • Barganhas

  • Pressionar um idoso para distribuir bens

  • Gerenciar o dinheiro de um idoso de maneira irresponsável

Os cuidadores podem gastar a maior parte da renda de um idoso consigo mesmos e dar ao idoso apenas uma quantia mínima.

Limitar a liberdade de um idoso para tomar decisões importantes em sua vida, como com quem socializar-se e como gastar seu dinheiro, é considerado outra forma, mais sútil, de abuso.

Fatores de risco

Qualquer pessoa idosa, apesar da saúde, pode ser maltratada. No entanto, os maus tratos são mais prováveis quando os idosos

  • São fisicamente frágeis, frequentemente devido a distúrbios crônicos debilitantes

  • São socialmente debilitados

  • Têm demência ou confusão

Os maus tratos também são mais prováveis quando os agressores

  • São financeiramente dependentes ou vivem com o idoso

  • Abusam de álcool ou medicamentos

  • Têm um distúrbio psicológico, como esquizofrenia

  • Foram violentos antes

  • Passam por estresse, por problemas financeiros ou morte familiar

  • Não têm habilidades ou recursos, tornando o cuidado frustrante

  • Têm um distúrbio (como demência) que os fazem agitados ou violentos (mesmo se eram anteriormente educados)

Sinais de maus tratos

Médicos, enfermeiros, assistentes sociais, amigos e parentes muitas vezes não reconhecem os sinais de maus tratos. Os sinais de maus tratos podem ser difíceis de distinguir de outros problemas. Por exemplo, se um idoso tem uma fratura de quadril, profissionais da área de saúde podem ser incapazes de diferenciar se a causa é abuso físico ou osteoporose, quedas ou ambos (que são as causas mais frequentes). Também, se os idosos estão confusos, eles podem não ter suas queixas de abuso levadas a sério, assim o abuso passa despercebido.

#La #altitud influye en el #crecimiento óseo (Royal Soc Open Sci)

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  • Noticias Médicas

La altitud es un ambiente particularmente desafiante: el terreno es físicamente difícil y la tierra tiene un rendimiento de cultivo relativamente bajo, por lo que los alimentos pueden ser escasos. Pero, sobre todo, los niveles de oxígeno son más bajos, lo que significa que la conversión de alimentos en energía en el cuerpo de un individuo no es muy eficiente y lleva a una energía relativamente limitada disponible para el crecimiento.

En una nueva investigación publicada en Royal Society Open Science, un equipo internacional examina cómo la altitud elevada y la energía limitada disponible asociada afecta al crecimiento de los huesos largos en las poblaciones del Himalaya. Al medir las extremidades de personas de ascendencia similar de regiones de gran altitud y baja altitud, el equipo descubrió que aquellos que vivían a gran altura tenían segmentos del brazo inferior significativamente más cortos. Sin embargo, en comparación con las personas que viven a baja altitud, la longitud de la parte superior del brazo y la mano fueron relativamente iguales.

Según la autora principal Stephanie Payne, del Departamento de Arqueología de la Universidad de Cambridge, en Reino Unido, estos “hallazgos son realmente interesantes, ya que muestran que el cuerpo humano prioriza qué segmentos desarrollar cuando hay energía limitada disponible para el crecimiento, como a gran altura”. “Esto se produce a expensas de otros segmentos, por ejemplo, la parte inferior del brazo. El cuerpo puede priorizar el crecimiento completo de la mano porque es esencial para la destreza manual, mientras que la longitud del brazo es particularmente importante para la fuerza”, explica.

“Medimos y examinamos a más de 250 personas y luego comparamos nuestros hallazgos con grupos tibetanos genéticamente similares que viven en las tierras bajas de Nepal –añade-. Nuestra investigación en realidad refleja la evidencia encontrada previamente en las poblaciones andinas. Nuestro estudio demuestra un patrón similar de priorización del crecimiento en los segmentos de las extremidades”.

Aunque este patrón de crecimiento diferencial del segmento de la extremidad es interesante, los científicos todavía no están seguros del mecanismo biológico que lo sustenta. Se necesita más investigación para determinar si podría estar relacionado con cambios de temperatura en la extremidad durante el crecimiento, flujo de sangre alterado por la extremidad o diferencias en el suministro de nutrientes entre los segmentos de las extremidades u otro mecanismo desconocido.

#Una mayor ingesta de #proteínas beneficia la #salud ósea de los adultos (Osteoporosis Int)

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  • Noticias Médicas

Un grupo de investigadores avalado por la Sociedad Europea de Aspectos Clínicos y Económicos de Osteoporosis, Osteoartritis y Enfermedades Musculoesqueléticas (ESCEO) y la Fundación Internacional de Osteoporosis (IOF) ha revisado los beneficios de la dieta rica en proteínas para la salud ósea, basándose en un análisis de los principales estudios de investigación sobre esta materia.

Esta revisión, publicada en Osteoporosis International, ha comprobado que una dieta rica en proteínas, siempre que haya una ingesta adecuada de calcio, es beneficiosa para la salud ósea de los adultos. Además, los investigadores no han encontrado evidencia de que la carga de ácido debido a una mayor ingesta de proteínas en la dieta, ya sea de origen animal o vegetal, sea perjudicial para los huesos.

Entre los principales hallazgos del estudio, destacan que el riesgo de fractura de cadera disminuye modestamente cuando se aumenta la cantidad de proteínas en la dieta, siempre que la ingesta de calcio sea adecuada. Además, han vinculado ese aumento del número de proteínas con una mejor densidad mineral ósea.

Por otra parte, los autores han encontrado que las proteínas y el calcio de los productos lácteos tienen efectos beneficiosos sobre las hormonas calciotropas, los marcadores de recambio óseo y la densidad mineral ósea. Lo que parece confirmar que el beneficio de las proteínas alimentarias en los resultados óseos requiere una ingesta adecuada de calcio.

En última instancia, han confirmado que en las personas mayores con osteoporosis, la ingesta de proteínas en la dieta por encima de los niveles recomendados actualmente puede ayudar a reducir la pérdida ósea y el riesgo de fractura, especialmente en la cadera, siempre que la ingesta de calcio sea correcta.

#New #EULAR recommendations on #pain management in #arthritis

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  • Noticias Médicas Univadis

The European League Against Rheumatism (EULAR) has published new recommendations designed to help health professionals implement approaches to pain management in inflammatory arthritis (IA) and osteoarthritis (OA) patients.

The recommendations were developed by a multidisciplinary task force which included 18 members from 12 countries, who conducted a systematic literature review to evaluate evidence on the efficacy of multiple treatment modalities. From 2,914 studies initially identified, 186 met inclusion criteria.

EULAR has made eight recommendations based on the literature review including guidance that patients should also receive sleep interventions, orthotics, weight management support, and pharmacological and joint-specific pain treatment, if indicated.

Two additional recommendations based on expert opinion address the aspects to consider when assessing a patient and provision of a personalised management plan for patients.

The guidance also emphasises the importance of adopting a patient-centred framework within a biopsychosocial perspective, to have sufficient knowledge of IA and OA pathogenesis, and to be able to differentiate localised and generalised pain.

The recommendations are published in The Annals of Rheumatic Diseases. 

 

#Un gramo de #aceite de pescado podría reducir los síntomas de #artrosis (Rheumatol)

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Investigadores de la Universidad de Surrey, Reino Unido, han descubierto que un gramo de aceite de pescado al día podría ayudar a reducir el dolor de pacientes con artrosis, una enfermedad que padece 18% de las mujeres y el 9,6% de los hombres de 60 años o más de todo el mundo.

En concreto, los investigadores han analizado 68 estudios previos en el campo, llegando a encontrar que un suplemento de dosis baja de aceite de pescado, es decir, cápsulas estándar de una y media, podría ayudar en la reducción del dolor para los pacientes con artrosis así como a mejorar su salud cardiovascular. Su trabajo se publica en Rheumatology.

En este sentido, los ácidos grasos esenciales en el aceite de pescado reducen la inflamación en las articulaciones, lo que ayuda a aliviar el dolor, han explicado.

A su vez, también encontraron que una reducción de peso para pacientes con sobrepeso y obesos y la introducción de ejercicio adaptado a la movilidad también podrían ayudar a aliviar los síntomas de la artrosis.

Todo ello debido a que la obesidad no solo aumenta la tensión en las articulaciones, sino que también puede causar una inflamación sistémica de bajo grado en el cuerpo que agrava aún más la afección, según los investigadores.

Una dieta restringida en calorías, combinada con el fortalecimiento, la flexibilidad y los ejercicios aeróbicos, se ha identificado como un enfoque eficaz para reducir el dolor en pacientes con sobrepeso, según han apuntado.

“La importancia de una buena dieta y ejercicio regular nunca debe subestimarse. No solo nos mantiene en forma y saludable, sino que como hemos aprendido de este estudio, también puede disminuir los síntomas dolorosos de la artrosis”, ha señalado Margaret Rayman, profesora de medicina nutricional en la Universidad de Surrey.

También se encontró que un aumento en los alimentos ricos en vitamina K, como la col rizada, la espinaca y el perejil, ayuda a los pacientes con artrosis a mejorar su calidad de vida.

La vitamina K es necesaria para las proteínas dependientes de la misma, que se encuentran en el hueso y el cartílago. Una ingesta inadecuada de la vitamina afecta negativamente el funcionamiento de la proteína, afectando el crecimiento y la reparación ósea y aumentando el riesgo de artrosis.

“Somos lo que comemos y es importante que tengamos la cantidad correcta de nutrientes de nuestros alimentos para garantizar que los sistemas de nuestro cuerpo funcionen como deberían”, ha manifestado Rayman.

Por su parte, Ali Mobasheri, profesor de Fisiología Musculoesquelética en la Universidad de Surrey, ha explicado que una “combinación de una buena dieta y ejercicio regular es necesaria para mantener las articulaciones sanas, no se pueden tener articulaciones sanas con una sola, se necesitan ambas”.

“El estilo de vida también debe considerarse al intentar reducir el dolor de la artrosis. Los pacientes no pueden esperar milagros con intervenciones dietéticas si tienen sobrepeso y beben o fuman mucho. La evidencia muestra que fumar y beber en exceso afecta negativamente el metabolismo energético del cuerpo y los marcadores inflamatorios en el hígado que puede promover la inflamación y la enfermedad en el cuerpo”, ha concluido Mobasheri.

Présentation des lésions thoraciques

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Les lésions thoraciques affectent le plus souvent les côtes, la partie supérieure de l’abdomen, les poumons, les vaisseaux sanguins, le cœur, les muscles, les tissus mous et le sternum. Parfois, l’œsophage, les clavicules ou les omoplates sont également lésés.

Aux États-Unis, les lésions thoraciques causent environ 25 % des décès dus à de sévères lésions. De nombreuses lésions pouvant entraîner le décès pendant les premières minutes ou heures suivant leur survenue peuvent être traitées ou stabilisées dans le service des urgences sans avoir à réaliser d’intervention chirurgicale importante.

Causes

La lésion thoracique peut être causée par une force contondante (comme c’est le cas dans les accidents de la route, les chutes ou les lésions sportives) ou par un objet pénétrant dans le thorax (comme une balle d’arme à feu ou un couteau).

Les lésions thoraciques sont souvent graves ou potentiellement mortelles en jeu car elles interfèrent avec la respiration ou la circulation. Certaines lésions touchent les côtes et les muscles thoraciques (appelés paroi thoracique) de manière suffisamment grave pour que les poumons aient de la difficulté à gonfler normalement. Les dommages aux poumons interfèrent avec l’échange gazeux, la fonction principale des poumons consistant à absorber l’oxygène et expulser le dioxyde de carbone ( Échanges d’oxygène et de dioxyde de carbone). Les lésions thoraciques peuvent entraîner des problèmes circulatoires ’si elles engendrent un saignement important. Le saignement a souvent lieu dans le thorax, ce qui interfère également avec la respiration. De même, une lésion au cœur peut affecter la circulation en interférant avec la capacité de propulsion de sang dans l’organisme.

Lésions thoraciques fréquentes ou pouvant être sévères :

Le saviez-vous ?

  • Des traitements simples comme l’insertion d’aiguilles ou sondes pour traiter certaines lésions thoraciques peuvent sauver des vies.

Symptômes

La zone lésée est généralement sensible ou douloureuse. La douleur est accrue à l’inspiration. Le thorax peut présenter un hématome. Parfois, les personnes atteintes sont essoufflées. Si la lésion est sévère, elles peuvent être très essoufflées, somnolentes ou confuses, et leur peau peut être froide, transpirante ou prendre une teinte bleuâtre. Ces symptômes peuvent se développer lorsque le dysfonctionnement des poumons est sévère (insuffisance respiratoire, Insuffisance respiratoire) ou lorsque les personnes atteintes sont en état de choc ( Choc). Généralement, la tension artérielle des personnes en état de choc chute dangereusement et elles ont l’impression que leur cœur s’emballe.

Selon la lésion thoracique spécifique, il peut y avoir d’autres symptômes. Par exemple, l’air s’accumule parfois sous la peau chez les personnes atteintes d’un pneumothorax. La peau affectée semble se craqueler et crisse lorsqu’on la touche. Les veines du cou sont parfois hypertrophiées si du sang ou un liquide s’accumule dans le péricarde et interfère avec la capacité de pompage du cœur (appelé tamponnade cardiaque, Tamponnade cardiaque) ou si un pneumothorax suffocant se développe ( Pneumothorax suffocant).

Diagnostic

  • Examen clinique

  • Imagerie

Généralement, une lésion thoracique est évidente. Cependant, la sévérité des lésions thoraciques ne peut être déterminée sans examen clinique.

Tout d’abord, les médecins utilisent un stéthoscope pour déterminer si toutes les parties des poumons reçoivent de l’air, puis ils examinent minutieusement le cou et le thorax afin de déceler les éventuelles lésions. Lorsque les personnes ont du mal à respirer, les médecins placent un capteur au bout de leur doigt (oxymètre de pouls) afin de mesurer le taux d’oxygène que contient leur sang. Parfois, les médecins mesurent les taux d’oxygène et de dioxyde de carbone dans le sang à l’aide d’une analyse de sang (gazométrie artérielle).

Une radiographie du thorax est presque toujours prise. La radiographie du thorax montre la plupart des cas de pneumothorax, d’hémothorax et de fractures des clavicules, ainsi que certaines fractures de côtes. Cependant, une échographie est généralement nécessaire pour montrer les lésions cardiaques. Une tomodensitométrie (TDM), une échographie et/ou une aortographie (angiographie de l’aorte) peuvent être réalisées si les médecins suspectent une lésion de l’aorte ( Présentation des examens d’imagerie).

Parfois, des analyses de sang et une électrocardiographie (ECG) sont également réalisées.

Traitement

  • Assistance ventilatoire et circulatoire

  • Traitement des lésions spécifiques

Les lésions potentiellement mortelles sont traitées aussi rapidement que possible. Le traitement spécifique dépend de la lésion.

Pour toutes les lésions, les médecins prennent des mesures afin de fournir une assistance ventilatoire et circulatoire si nécessaire. Les personnes peuvent recevoir de l’oxygène (par exemple, par sondes nasales, masque à oxygène ou respirateur) et des liquides par voie intraveineuse ou parfois des transfusions sanguines. Les personnes présentant des lésions thoraciques sévères sont admises à l’hôpital.

Elles peuvent recevoir des antidouleurs (analgésiques) pour soulager la douleur.

Pour certaines lésions, une sonde doit être insérée dans le thorax (thoracotomie ou drain thoracique, Insertion d’un drain thoracique) pour drainer le sang (dans l’hémothorax) ou l’air (dans le pneumothorax) du thorax. Cette intervention aide à regonfler les poumons collabés. L’insertion se fait habituellement avec une anesthésie locale uniquement.

 

MSD

Par Thomas G. Weiser, MD, MPH, Associate Professor, Department of Surgery, Section of Trauma & Critical Care, Stanford University School of Medicine