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#Quais são os custos do não #aleitamento materno no Brasil?

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aleitamento materno

 

O aleitamento materno é uma pedra angular na sobrevivência e no desenvolvimento inicial infantil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo (AME) é definido como o consumo de leite materno sem suplementação de qualquer outro alimento ou bebida, nem mesmo água, exceto sais de reidratação oral (SRO), vitaminas, minerais e medicamentos.

O aleitamento materno não exclusivo é o mais importante fator de risco para morbidade e mortalidade de bebês e crianças pequenas. É responsável também por complicações em longo prazo, como baixo rendimento escolar, produtividade reduzida e desenvolvimento intelectual prejudicado.

Os lactentes devem ser amamentados exclusivamente ao seio nos primeiros seis meses de vida para alcançar crescimento, desenvolvimento e saúde ideais. Depois disso, para atender às suas necessidades nutricionais em evolução, os bebês devem receber alimentos complementares nutricionalmente adequados e seguros, e continuar a amamentação por até dois anos de idade ou mais.

Globalmente, a Assembleia Mundial de Saúde (World Health Assembly – WHA) fixou uma meta para aumentar a taxa de AME para 50% até 2025. O Brasil assumiu compromissos e deu passos importantes em direção a esse marco, mas a taxa de AME tem permanecido estagnada. Hoje, 39% das crianças menores de seis meses são exclusivamente amamentadas ao seio. Muito precisa ser feito ainda para alcançar a meta da WHA.

 

Consequências da amamentação inadequada no Brasil

Anualmente, a amamentação inadequada no Brasil resulta em:

  • Mais de 3.000 óbitos que poderiam ser evitados: quando uma criança não é amamentada, tem menos probabilidade de sobreviver. É mais provável que ela contraia doenças potencialmente fatais e seja menos capaz de combatê-las;
  • Cinco milhões de casos de diarreia e pneumonia: as crianças que não são amamentadas têm maior probabilidade de beber água suja (em fórmula) e têm sistemas imunológicos menos desenvolvidos. Isso significa que elas são mais propensas a contrair patógenos causadores de diarreia e pneumonia. Os efeitos podem durar por toda a vida;
  • Mais de um bilhão de dólares em gastos domésticos: quando uma criança não é amamentada, as famílias precisam comprar alimentos substitutos do leite materno, como as fórmulas infantis que são caras, especialmente para famílias de países de baixa e média renda;
  • Mais de 42 milhões de dólares em gastos hospitalares: quando as crianças não são amamentadas, é mais provável que tanto as crianças quanto as mães fiquem doentes. Isso resulta em custos significativos de tratamento para os sistemas de saúde.

O que precisa ser feito?

Para que o país prospere nos níveis familiar, comunitário e nacional, as taxas e práticas de amamentação devem melhorar. Construir e sustentar o impulso em torno do AME requerem uma efetiva política de defesas e de mudança de comportamento social que combine comunicação interpessoal, mídia de massa e programações nas comunidades.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) promove a campanha “Agosto Dourado”, incentivando e valorizando ações de apoio ao alimento de ouro: o leite materno exclusivo.

Autora: 

Roberta Esteves Vieira de Castro
Roberta Esteves Vieira de Castro

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Valença. Residência médica em Pediatria pelo Hospital Federal Cardoso Fontes. Residência médica em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Mestra em Saúde Materno-Infantil pela Universidade Federal Fluminense (Linha de Pesquisa: Saúde da Criança e do Adolescente). Doutora em Medicina da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Médica da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Vitória (Americas Medical City) no Rio de Janeiro. Membro da Rede Brasileira de Pesquisa em Pediatria do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) no Rio de Janeiro. Acompanhou as Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica e Cardiaca do Hospital for Sick Children (Sick Kids) em Toronto, Canadá, supervisionada pelo Dr. Peter Cox. Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Membro da American Delirium Society (ADS).

Referências:

#HPV em Homens

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Grande parte da informação acerca do papilomavírus humano (HPV) diz respeito às mulheres, já que a contaminação pelo vírus aumenta seu risco de desenvolver câncer no colo do útero. Mas, como o HPV também pode causar doenças no homem, é fundamental que os homens saibam como reduzir suas probabilidades de contágio.

O HPV é um vírus comum. A maioria das pessoas sexualmente ativas vai ter contato com o HPV em algum momento de suas vidas. Há mais de 40 subtipos de HPV que podem ser transmitidos pelo contato sexual. Esses subtipos podem infectar os órgãos genitais, o ânus, a boca e a garganta. Em uma pesquisa envolvendo 1161 homens, verificou-se que 72% dos homens brasileiros têm o vírus. Mas quais são os sintomas? Qual o melhor tratamento? A informação a seguir deve ajudá-lo a conversar com um urologista a respeito desta doença.

Como os homens se contaminam com o HPV?

O HPV é transmitido pelo contato sexual – principalmente pelo sexo anal e vaginal, mas também pelo sexo oral. Como o HPV frequentemente não causa sintomas, a maioria dos homens e mulheres pode adquirir a infecção – e transmiti-la – sem sequer perceber. As pessoas podem ser portadoras do vírus mesmo se a última relação sexual foi há muitos anos. Até mesmo homens que tenham tido uma única parceira sexual podem se contagiar.

Quais são as doenças causadas pelo HPV nos homens?

A maioria dos homens infectados pelo HPV (de qualquer subtipo) nunca vai apresentar nenhuma doença ou sintoma. Mas alguns subtipos podem levar a formação de condilomas (verrugas) genitais. Outros subtipos estão associados ao desenvolvimento de câncer no pênis, ânus ou orofaringe (a parte de trás da garganta, o que inclui a base da língua e as amígdalas). Os tipos de HPV que causam os condilomas não são os mesmos que causam o câncer.

Importante: O câncer de ânus não é o mesmo que o câncer colorretal (do cólon e do reto). O câncer colorretal é mais comum que o câncer de ânus e não é causado pelo HPV.

 

Qual a frequência nos homens das doenças causadas pelo HPV?

  • Cerca de 1% dos homens sexualmente ativos vão apresentar condilomas (verrugas) genitais ao longo de sua vida.
  • Os cânceres de pênis, ânus e orofaringe são incomuns, e apenas uma parte deles está relacionada ao HPV.
    • Em 2010 houve 363 óbitos no Brasil por câncer de pênis, com cerca de mil novos casos por ano. Sua incidência no estado do Pará é alarmante (5,7 novos casos por 100.000 habitantes).
    • Em 2010 houve 98 óbitos masculinos no Brasil por câncer anal.
    • No Brasil não há dados de incidência de tumores de orofaringe (eles são contabilizados em conjunto com o câncer da boca), apesar de se acreditar que ela seja uma das maiores do mundo. A maioria dos casos é, contudo, relacionada ao uso de fumo e álcool, e não ao HPV.
    • Em comparação, em 2010 houve 4.986 óbitos por câncer do colo de útero, o principal câncer ligado ao HPV no sexo feminino.

Alguns homens têm maior risco de desenvolver as doenças relacionadas ao HPV:

  • Homossexuais e bissexuais (que fazem sexo com outros homens) apresentam risco 17 vezes maior de desenvolver câncer anal que os homens que fazem sexo apenas com mulheres.
  • Homens com o sistema imunológico comprometido, como os portadores do vírus HIV, também apresentam rico elevado de desenvolver câncer anal. Eles também têm risco de desenvolver condilomas (verrugas) extensos de difícil tratamento.

Quais os sinais e sintomas?

A maioria dos homens que são infectados pelo HPV nunca desenvolve nenhuma doença ou apresenta sintomas. Para os poucos que apresentam alguma doença, os sinais e sintomas são:

Condilomas (verrugas) genitais:

  • Um ou mais tumores no pênis, testículos, virilha, coxas, no ânus ou ao seu redor.
  • Os condilomas podem ser únicos, agrupados, elevados, planos ou em forma de couve-flor. Eles geralmente não doem.
  • Os condilomas podem surgir após semanas ou meses após o contato sexual com uma pessoa infectada.

Câncer anal:

  • Às vezes não há nenhum sinal ou sintoma.
  • Pode haver sangramento anal, dor, coceira ou saída de secreção.
  • Linfonodos aumentados na região anal ou na virilha.
  • Mudanças de hábito intestinal ou no formato das fezes.

 

Câncer de pênis:

  • Primeiros sinais: mudança na coloração, espessamento da pele ou acúmulo de tecido no pênis.
  • Sinais tardios: tumoração ou ferida peniana. Costuma ser indolor mas, em alguns casos, pode haver dor e sangramento.

Câncer de orofaringe (garganta):

  • Dor de garanta ou dor de ouvido persistente (que não passa).
  • Tosse constante.
  • Dor ou dificuldade em engolir ou respirar.
  • Perda de peso
  • Rouquidão ou mudanças no tom da voz que duram mais de duas semanas.
  • Protuberância (caroço) no pescoço.

Há algum exame para detectar o HPV em homens?

No momento não há exames para detectar o HPV que sejam recomendados para homens. Os únicos exames existentes têm por finalidade rastrear mulheres para o câncer de colo de útero. Eles não têm utilidade para o rastreamento de condilomas ou cânceres relacionados ao HPV em homens.

  • O rastreamento para o câncer anal geralmente não é recomendado. Isso acontece pois ainda são necessários mais estudos para que se possa estabelecer o que pode prevenir o câncer anal. Há, todavia, alguns especialistas que recomendam exames anuais (Papanicolau anal) para homossexuais, bissexuais e portadores do vírus HIV – já que o câncer anal é mais comum nestes homens.
  • Não há consenso em relação a um exame para detectar condilomas. Entretanto, na maioria das vezes o próprio paciente consegue ver os condilomas. Se você acha que possui condilomas genitais, procure um médico especialista. Para fazer o diagnóstico, o médico vai examinar a genitália. Alguns preferem usar um corante e examinar a pele com uma lente de aumento (esse procedimento é denominado peniscopia).
  • Não há nenhum teste para verificar se há infecção pelo HPV que não produza sintomas em homens. Mas como o HPV costuma ser erradicado pelo sistema imunológico sem causar doenças, uma infecção assintomática diagnosticada hoje muito provavelmente não seria encontrada em um ou dois anos.
  • Não há exames de rastreamento para o câncer de pênis.

Você mesmo pode procurar anormalidades em seu pênis, escroto ou ao redor do ânus. Procure um médico se você encontrar condilomas (verrugas), bolhas, feridas, úlceras, manchas esbranquiçadas ou qualquer outro achado que você ache estranho, mesmo que não haja dor.

Há algum tratamento capaz de curar o HPV?

Não existe qualquer tratamento capaz de curar o HPV. Mas há formas de curar as doenças causadas pelo HPV em homens.

Os condilomas (verrugas) genitais podem ser tratados com remédios, cirurgia ou ainda crioterapia (congelamento). Alguns desses tratamentos são aplicados pelo médico, outros são feitos em casa pelo próprio paciente. Nenhum tratamento é melhor que os demais. Os condilomas frequentemente surgem novamente alguns meses após o tratamento, logo pode ser necessário repetir o tratamento algumas vezes. Ainda não se tem certeza de que o tratamento reduza a probabilidade do homem transmitir a doença a sua parceira. Caso não se trate os condilomas, eles podem desaparecer naturalmente, persistir no estado atual ou aumentar em tamanho ou número. Eles não vão se transformar em câncer.

#Un ‘chequeo’ en casa: cinco #autoexámenes de salud que toda #mujer debería hacerse

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Hacerte estas pruebas periódicamente puede prevenir patologías como el cáncer y el síndrome metabólico, y detectar enfermedades de transmisión sexual

autoexamenes salud
VERÓNICA PALOMO

Por detrás de las suizas y las japonesas, las españolas lideran la esperanza de vida del mundo con 85,7 años, una cifra que vale la pena conservar por todos los medios. Uno de ellos es la prevención de las enfermedades, un concepto con el que ellas parecen estar más concienciadas que ellos a nivel mundial, puesto que, en general, las mujeres se preocupan más por la salud que los hombres. Mantener la atención y hacerse estos cinco autoexámenes regularmente, ayudará a las españolas a mantener esa longevidad tan envidiada por el resto del planeta.

chequeo mujer

Toca y observa tus pechos una vez al mes (como mínimo)

Todas las mujeres saben lo importante que es autoexplorarse las mamas una vez al mes, gracias a las campañas diseñadas específicamente para enseñarles cómo hacerlo. Pero la evidencia científica no aporta a este autoexamen una reducción de la mortalidad que sí cuantifica en el caso de las mamografías: la han reducido hasta un 35% desde su implantación, según datos de la Sociedad Europea de Radiología. En efecto, la autoexploración no es un método de detención precoz infalible, pero en ningún caso es inútil. De hecho, numerosas mujeres han pedido a su médico una mamografía solo después de haberse detectado un bultito ellas mismas.

Por eso, y pese a las limitaciones que sí existen, la Sociedad Española de Oncología Médica no recomienda dejar de llevarla a cabo, “aunque siempre junto con una detenida observación con profundidad del aspecto de nuestro pecho y recordando que, a partir de los 45-50 años, la mamografía cada dos años es el auténtico salvavidas (entre los 50 y 69 años puede llegar a adelantar el diagnóstico en 2 a 4 años, detectando tumores en estadios precoces, menores de 1 centímetro en más de la mitad de los casos y sin que haya afectado a la axila hasta en un 75% de las ocasiones)”. Por otra parte, no encontrarse un bulto no significa que no haya cáncer -un error que también hace pensar que si no tocas algo es que estás sana-. Por eso hay que ver si los senos tienen un aspecto diferente, si presentan hoyuelos, arrugas, enrojecimiento, hinchazón, erupción o dolor.

El coordinador del área de Oncoplástica de la Unidad de mama del Hospital Universitario de Torrejón de Ardoz, Lorenzo Rabadán, recomienda pasar el examen una vez al mes, justo la semana posterior a la menstruación porque es el momento en el que menor tensión mamaria hay debido al menor estímulo hormonal. “El autoexamen consta de dos partes. La primera es observacional, mirándose al espejo y prestando atención a los posibles cambios que puedan existir en la piel, la forma o el volumen de la mama. Hay que estar atentas a posibles hundimientos, retracciones o alteraciones de la piel. Posteriormente se hace una palpación con la yema de los dedos de la mano contralateral, dividiendo la mama en cuatro cuadrantes (superoexterno, inferoexterno, inferointerno y superointerno) y complejo areola-pezón. Igualmente se debe prestar atención a posibles secreciones a través del pezón”, detalla el especialista. Suena complicado, pero no lo es tanto.

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88 centímetros, el límite saludable del perímetro abdominal

La grasa acumulada en el abdomen puede ser más peligrosa que los kilos de más. “Cuando existe demasiada se tiene más riesgo de desarrollar síndrome metabólico, que afecta a alrededor del 25% de la población adulta y que aumenta el riesgo de padecer distintas enfermedades cardiovasculares,como insuficiencia cardiaca, diabetes, infarto agudo de miocardio o ictus. Además, distintos estudios han demostrado que la obesidad abdominal puede inducir una situación de resistencia a la insulina, la que hace subir los niveles de glucosa y, a la larga, se asocia a otras alteraciones como la tensión elevada, niveles altos de lípidos e hígado graso”, explica la integrante del Consejo de Expertos de la Fundación Española del Corazón Petra Sanz.

En esta parte del chequeo, hay que saber que se considera obesidad abdominal cuando se superan los 102 centímetros en los hombres y 88 centímetros en las mujeres, un perímetro de cintura que “se debería medir cada año con una cinta métrica en casa, en el punto medio entre el último reborde de las costillas y el borde superior del hueso de la cadera”, apunta Sanz. Se trata de una de las técnicas más sencillas y efectivas que hay para saber si estamos en nuestro peso ideal, pero no es la única.

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A partir de los 40, tómate la tensión en serio

La estadística sobre los accidentes cerebrovasculares y el género femenino es para tomársela en serio. Las mujeres, además de los riesgos compartidos con los hombres, tienen factores de riesgo de sufrir ictus añadidos como, por ejemplo, el embarazo, el parto, la salud reproductiva en general y toda la revolución hormonal que ello ocasiona. Por eso son más proclives que los hombres a sufrir un ictus, la segunda causa de muerte en nuestro país y la primera en mujeres.

“Está bien comenzar a controlar la tensión arterial con regularidad a partir de los 40 años, aunque en caso de tener familiares directos, de ser hija o hermana de pacientes con hipertensión arterial, deberían iniciar la vigilancia de la tensión desde la juventud”, explica Sanz. “A partir de esa edad, si la tensión es normal, hay que controlarla una vez al año, pero si la tensión está elevada, hay que acudir al médico y seguir sus recomendaciones” para salvaguardar una buena salud, añade. Pero la hipertensión no es el único problema cuya presencia hay que vigilar.

Recurrir a los análisis para controlar el colesterol también es una opción,y depende fundamentalmente de los antecedentes familiares, de la edad y de la existencia de riesgo cardiovascular. “Si es el caso, hay que saber que el médico de atención primaria debe llevar un control de los niveles de colesterol de estos pacientes porque necesitarán un seguimiento más estricto y, probablemente, pedirá una analítica anual. En pacientes que ya han tenido una enfermedad cardiovascular, el objetivo es tener muy bajos los niveles del colesterol LDL (el “malo”). En estos casos, generalmente se manda un tratamiento con fármacos para bajar el colesterol, aunque en estos pacientes hay que hacer analítica más frecuentemente hasta confirmar que el nivel baja hasta el recomendado”, explica la doctora.

chequeo mujer

Fotografía tus lunares y busca el “patito feo”

Es importante explorar nuestra piel y guardar en la mente un mapa detallado del cuero, ya que conocer bien nuestros lunares hace posible acudir al médico ante el mínimo cambio, y eso permite detectar precozmente el cáncer de piel. “No se necesita ningún aparato, se puede hacer en casa, mirándote un par de veces al año en un espejo desnuda y haciendo un barrido por tus manchas y lunares, pidiendo a tu pareja u otro familiar que te observe la espalda para ver si hay algo nuevo o si han cambiado los que ya tenías”, explica la coordinadora de la campaña Euromelanoma de la Fundación Piel Sana, Miren Marquina. La dermatóloga recomienda que nos hagamos fotos de los lunares y que las imprimamos, porque así resultará más fácil hacer la comparación cuando pasen seis meses (hay ciertas aplicaciones de móvil que ayudan en la tarea, como ederma.es).

“Sobre todo hay que fijarse bien de qué color y tamaño son los lunares y, a partir de ahí, establecer la regla que los especialistas llamamos del ABCD.Es decir, observar la asimetría -si ya no son redondos y han comenzado a distribuirse asimétricamente-, si presentan bordes irregulares -si el color ha cambiado y no es homogéneo (por ejemplo, que un lunar planito, de color marrón, presente de repente un punto negro en el borde), si son más grandes de 6 milímetros y, sobre todo, si ese crecimiento ha sido repentino”, explica la experta. Otra señal de alarma es el signo del patito feo. Aunque no pique ni sangre (que es signo de lesiones evolucionadas), si tienes todos los lunares más o menos homogéneos de un mismo color y súbitamente, como el protagonista del cuento infantil, resalta uno entre todos los demás, también hay que ponerse en guardia.

Eso sí, detectar cualquiera de estos cambios no significa que hayamos encontrado algo malo. “En la piel, con la edad, van saliendo manchas, verrugas y lunares, y no tienen porqué indicar que es cáncer de piel, pero siempre es mejor acudir al especialista para descartar”, recomienda la especialista. En todo caso, el primer paso para la prevención sigue siendo fortalecer la cultura relacionada con el cuidado de la piel.

chequeo mujer

Los cambios en la regla merecen atención

“A los tres años de comenzar a tener relaciones sexuales, y desde los 25 a los 65, independientemente de si hay o no actividad sexual, hay que hacerse una citología cada tres años, una prueba que detecta lesiones producidas por un virus de transmisión sexual muy prevalente entre la población, el virus del papiloma”, explica la jefa del servicio de Obstetricia y Ginecología del Hospital Universitario de Torrejón, Belén Santacruz. Esta es una cita que hay que anotar en la agenda porque es la paciente quien se encarga de pedir hora en su centro de salud cuando se acerca la fecha.

En casa hay que ir observando nuestro ciclo menstrual, por si se van produciendo cambios significativos. “Hay alteraciones macroscópicas en el aparato genital interno (útero, trompas y ovarios) que la citología no va a detectar, por lo que si la paciente observa sangrados mensuales muy abundantes durante la menstruación y durante las relaciones sexuales, un dolor exagerado si la menstruación nunca ha sido dolorosa o la sensación de masa abdominal hay que acudir al especialista, quien, a través de una ecografía transvaginal, podrá detectar esas alteraciones”, explica la ginecóloga. También hay que observar cualquier cambio en el flujo vaginal, si hay un olor desagradable, si duele o arde al orinar, han aparecido protuberancias o llagas en la zona de la vagina, ya que pueden ser síntomas de una enfermedad de transmisión sexual.

MAMOGRAFÍA, UNA PRUEBA DETERMINANTE SIN SUSTITUTO EN CASA

Los ‘chequeos’ que una mujer puede hacerse en casa son muy útiles, pero acudir al hospital es fundamental, como apuntan los programas de detección precoz del cáncer de mama que se han implementado en toda España. En ellos se aconseja hacer mamografías de cribado cada dos años a todas las mujeres a partir de entre los 45 y los 50 años, hasta los 70. No se hacen antes de llegar a los 40 porque los senos más jóvenes tienen más densidad de tejido mamario y dan más falsos positivos, pero esta rentabilidad diagnóstica no significa que si una mujer joven encuentra algo sospechoso en su pecho no deba acudir inmediatamente a hacerse la prueba. La excepción de los dos años también es para pacientes que tienen antecedentes familiares de cáncer de mama, quienes son evaluadas y asignadas a programas de seguimiento personalizado si su genética aumenta su riesgo de padecer cáncer de mama a lo largo de la vida. Las pacientes que han sido tratadas por cáncer de mama también son atendidas anualmente con protocolos de revisión individualizados.

#Passo a passo da punção venosa periférica

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Enfermagem: passo a passo da punção venosa periférica

punção venosa periférica

 

Consiste na introdução de um cateter venoso na luz de uma veia superficial, de preferência de grande calibre.

Envolve a seleção de um dispositivo para venopunção e um local de inserção dependendo do tipo de solução a ser utilizada; da frequência e duração da infusão, da localização de veias acessíveis; da idade e do estado do cliente; e, sempre que possível, serão levadas em consideração as preferências do cliente.

Objetivo: Instalar cateter em trajeto venoso periférico para manutenção de uma via de acesso para infusão de soluções ou administração de medicamentos (contínua ou intermitente).

Aplicação: Aos pacientes internados com prescrição médica de soluções ou medicamentos intravenosos.

Responsabilidades: Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem.

Contraindicação: Absoluta: fístula arteriovenosa, esvaziamento ganglionar (mastectomia), veia esclerosada relativa: braço ou mão edemaciados ou que apresentem algum tipo de comprometimento, presença de queimadura, plegias no membro a ser puncionado e área de fossa cubital.

  1. Bandeja;
  2. Garrote;
  3. Clorexidina alcoólica 0,5% ou álcool à 70%, quando não houver clorexidina alcoólica;
  4. Bolas de algodão/gazes;
  5. Cateter intravenoso periférico sobre agulha apropriado ao calibre da veia e rede venosa do paciente (ex: Jelco® nº 24 – 22 em neonatologia/pediatria; Jelco® nº 20 à 14 em adultos);
  6. Filme transparente estéril para fixação;
  7. Luvas de procedimento;
  8. Dispositivo a ser conectado ao cateter venoso de acordo com o objetivo da punção (torneirinha, tubo extensor, tubo em “Y”);
  9. Material para permeabilização do cateter.
  1. Lavar as mãos;
  2. Verificar na prescrição médica: nome do cliente, número do leito, solução a ser infundida, volume, data e horário;
  3. Datar o equipo com o prazo de validade, conforme recomendação da CCIH do hospital;
  4. Identificar o cliente pelo nome completo;
  5. Explicar o procedimento ao cliente e acompanhante;
  6. Calçar as luvas de procedimento;
  7. Posicionar o cliente de maneira confortável e adequada à realização do procedimento;
  8. Expor a região a ser puncionada;
  9. Palpar a rede venosa para escolher o local a ser puncionado, de preferência vasos periféricos superficiais de grosso calibre e distante das articulações. Indicadas: cefálica, basílica, mediana, as do antebraço e as do plexo venoso do dorso da mão; sentido distal para proximal;
  10. Escolher o cateter adequado ao calibre do vaso periférico;
  11. Prender o garrote acima do local escolhido (não colocá-lo sobre as articulações);
  12. Pedir ao cliente para abrir e fechar a mão e, em seguida, mantê-la fechada;
  13. Fazer a antissepsia da área usando algodão/gaze embebido em clorexidina alcoólica 0,5%, com movimentos no sentido do retorno venoso ou circular do centro para fora;
  14. Tracionar a pele do cliente (no sentido da porção distal do membro) com a mão não dominante, posicionando o dedo polegar cerca de 2,5 cm abaixo do local selecionado para a punção;
  15. Informar ao cliente o momento da punção, solicitando que faça uma inspiração profunda;
  16. Inserir a agulha com o bisel voltado para cima, até observar o refluxo do sangue;
  17. Retirar o mandril quando puncionar com cateter sobre agulha, fazendo pressão acima da ponta do cateter com o indicador da mão não dominante;
  18. Soltar o garrote e solicitar ao cliente para abrir a mão;
  19. Adaptar a conexão de duas vias ao cateter;
  20. Testar a permeabilidade do sistema. Observar se não há formação de soroma local;
  21. Fixar o cateter à pele do cliente, utilizando película transparente estéril de maneira que fique firme, visualmente estético e que não atrapalhe os movimentos;
  22. Identificar no próprio curativo do cateter o dia e hora da punção, o responsável pela mesma e o calibre do cateter utilizado;
  23. Colocar o cliente em posição confortável;
  24. Recolher o material utilizado, desprezar o lixo em local adequado;
  25. Retirar as luvas de procedimento;
  26. Higienizar as mãos;
  27. Realizar as anotações de enfermagem no prontuário do paciente.

 

Referências:

  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017.
  • Harada JCS, Pedreira MLG. Terapia intravenosa e infusões. São Paulo: Yendis Editora, 2011.
  • Ministério da Saúde (BR). Hospital Federal de Bonsucesso. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Manual de Controle de Infecção Hospitalar. 2010.
  • Pedreira MLG, Harada MJCS. Terapia Intravenosa e Infusões. São Paulo, Editora Yendis; 2011

#Tratamento para as úlceras de pressão em desenvolvimento

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Fonte de imagem: Nurse

Quatro docentes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC) integram um consórcio luso-brasileiro que está a desenvolver um tratamento para feridas da pele provocadas pela diminuição de circulação sanguínea, anunciou a agência Lusa.

A equipa de trabalho está reunida em Coimbra para realizar as primeiras análises laboratoriais. O objetivo é desenvolver um tratamento inovador para as feridas da pele provocadas pela diminuição de circulação sanguínea, denominadas úlceras de pressão.

As úlceras de pressão são habitualmente tratadas com hidrocolóides – pensos que fazem a regeneração da pele e que são produzidos com “material de alto custo”, explica Ana Angélica Macêdo, coordenadora do projeto e docente do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), no Brasil.

O objetivo do consórcio passa por encontrar uma solução mais económica através da extração de polissacarídeo da semente Adenanthera pavonina L., acrescenta a investigadora.

“O objetivo principal é o de que, no final, tenhamos um produto inovador e eficaz para úlceras de pressão para patentear e comercializar”, assume.

Só no final da investigação será possível quantificar a poupança que este método representa, mas a utilização de “material vegetal biodegradável, abundante e de baixo custo” permite antecipar que os custos de produção serão reduzidos comparativamente aos métodos existentes, garante a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, em nota enviada à agência Lusa.

O projeto reúne uma equipa de especialistas multidisciplinar composta por três docentes brasileiros (do IFMA e da Universidade Federal do Maranhão), cinco estudantes bolseiros provenientes das instituições brasileiras e quatro docentes da ESTeSC: Ana Paula Fonseca e Jorge Balteiro (Departamento de Farmácia), Fernando Mendes (Ciências Biomédicas Laboratoriais) e Filipe Amaral (Ciências Complementares).

“Este consórcio caracteriza bem a investigação científica nos dias de hoje: multidisciplinar e transnacional, com diferentes conhecimentos, competências e aptidões, a trabalharem em conjunto para encontrar soluções para problemas na área da saúde e com forte impacto no indivíduo e na sociedade”, resume o investigador português Fernando Mendes.

BancodaSaúde

#Curativo com antibióticos é benéfico no tratamento de feridas cutâneas?

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feridas cutâneas

Curativo com antibióticos é benéfico no tratamento de feridas cutâneas?

 

Úlceras e feridas cutâneas são um problema comum e desafiador na prática clínica. Muitas vezes dolorosas e de cicatrização difícil, são uma porta de entrada para processos infecciosos e fatores importantes na redução da qualidade de vida dos pacientes.

Diversas abordagens vêm sendo utilizadas ao longo dos anos para promover a cicatrização de feridas, muitas baseadas no uso rotineiro de curativos com substâncias com propriedades antimicrobianas, com o objetivo de erradicar bactérias e fungos presentes na superfície da ferida. Entretanto, alguns estudos sugerem que essa estratégia pode, na verdade, ser prejudicial. É sobre esse tema que versa uma revisão publicada na revista Wounds, a qual aborda também novas tecnologias para tratar esse problema.

Cada vez mais se observa que, em uma pele normal saudável, ocorre um equilíbrio entre a presença de várias espécies de bactérias – o chamado microbioma – e o controle exercido pelo sistema imune. Uma ferida cria uma área rica em umidade, calor e nutrientes em que o equilíbrio do microbioma é alterado de forma súbita, muitas vezes permitindo colonização por outros microrganismos mais virulentos ou expansão de uma única espécie já existente e que passa a ser dominante. Ao mesmo tempo, a produção de toxinas e de enzimas e a produção de biofilme inibem a ação eficaz do sistema imune no local.

Estudos em úlceras crônicas em pacientes diabéticos demonstraram que a presença de um microbioma flutuante estava associada a uma maior probabilidade de cura quando comparado com microbiomas menos variados e menos flutuantes. As feridas em que o microbioma tornou-se estagnado não cicatrizaram. Postula-se que um microbioma flutuante poderia reduzir a probabilidade de um microrganismo específico tornar-se dominante e facilitaria o controle local pelo sistema imune. O mesmo grupo observou que o uso de antimicrobianos desestabilizou o microbioma, mas aparentemente não alterou sua diversidade geral e não levou à cicatrização.

Apesar de muito utilizados, o uso de curativos com substâncias antissépticas e antimicrobianas não demonstra evidências de benefício na cicatrização de feridas nas meta-análises realizadas, o que foi corroborado pela US Food and Drug Administration (FDA) em 2016. Além disso, outra preocupação é a ação citotóxica dos antissépticos,

Destaca-se que o efeito citotóxico desses agentes foi observado em células humanas in vitro, mesmo em concentrações e tempo de exposição menores do que os encontrados na prática clínica. Até coberturas com mel teriam o potencial de causar citotoxicidade, uma vez que o mel leva à produção enzimática de peróxido de hidrogênio e seu uso em curativos exporia às células à oxidação por um período prolongado.

Uma nova estratégia que vem ganhando força é o uso da tecnologia micropore particle technology (MPPT), que não depende do uso de antimicrobianos para exercer sua ação. Coberturas de MPPT consistem em partículas altamente porosas que, por capilaridade, drenam o exsudato da ferida em direção à superfície da cobertura, facilitando a evaporação. Sua ação é puramente física, pois não apresenta efeitos bactericidas ou antifúngicos e nem altera a formação de biofilme local. Da mesma forma, os ensaios em laboratório não demonstraram efeitos citotóxicos.

Ensaios clínicos mostraram que o MPPT, em comparação ao uso de antibióticos e antissépticos, reduziu o tempo para alcançar uma ferida livre de necrose, pus e infecção em 60% e foi associado a um início 50% mais rápido do processo de granulação e epitelização, independente do tipo de ferida. Além disso, o grupo do MPPT teve uma redução nos dias de hospitalização em 41% para lesões agudas, 31% para úlceras em pé diabético, e 19% para úlceras venosas em comparação com o uso de antibióticos e em 44%, 51% e 36% respectivamente, em comparação aos antissépticos. A experiência clínica tem demonstrado um processo de cicatrização mais rápido e diminuição na dor associada à presença das lesões, o que gera, por consequência, melhora da qualidade de vida, mesmo nos casos refratários às abordagens padrão.

Apesar de não ter propriedades antimicrobianas, outros estudos têm demonstrado que o MPPT removeria a colonização e infecção locais, facilitando o processo de cura. Uma possível explicação para essa característica é que a retirada do exsudato das feridas também removeria as toxinas e enzimas produzidas por microrganismos e secretadas localmente. Ao mesmo tempo, a remoção do exsudato também interromperia a integridade do biofillme, facilitando a ação das células imunes. Ambos os efeitos comprometeriam os dois principais sistemas de defesa de fungos e bactérias e o MPPT agiria, assim, como uma forma de imunoterapia passiva, no auxílio do sistema imune para manter o controle do microbioma local.

Dois pontos importantes devem ser destacados em relação à revisão. O primeiro é que os estudos e casos citados dizem respeito ao uso de coberturas com antibióticos e antissépticos com o objetivo de promover o processo de cicatrização de feridas e não ao tratamento de infecções locais. Lesões cutâneas com sinais de infecção devem ser adequadamente tratadas com antibióticos. O segundo ponto é o conflito de interesses: ambos os autores da revisão trabalham para uma das fabricantes de curativos de MPPT.

Destacadas essas questões, o uso rotineiro de agentes antimicrobianos e antissépticos parece não trazer benefício no tratamento de feridas cutâneas, podendo até mesmo ser prejudicial para o processo de cicatrização. Nesse sentido, o MPPT parece ser uma estratégia promissora, podendo contribuir para redução na hospitalização e melhora da qualidade de vida dos pacientes afetados.

 

PEBMED

Referências:

  • Sams-Dodd, J; Sams-Dodd, F. Time to Abandon Antimicrobial Approaches in Wound Healing: A Paradigm Shift. Wounds2018; 30(11):354-352.

#Las #enfermeras que hacen #turnos rotatorios de noche son más propensas a desarrollar #diabetes (BMJ)

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Las enfermeras que hacen turnos nocturnos rotativos y también tienen hábitos de vida poco saludables pueden ser mucho más propensas a desarrollar diabetes, según ha concluido un gran estudio en Estados Unidos, realizado por investigadores de la Escuela de Salud Pública de Harvard, que ha analizado datos de más de 140.000 profesionales de enfermería.

De acuerdo con sus conclusiones, publicadas en el British Medical Journal, cada cinco años de trabajo, una combinación de turnos nocturnos y diurnos se asoció con un aumento del 31% en el riesgo de desarrollar diabetes.

Cada uno de cuatro hábitos poco saludables (beber, fumar, no hacer ejercicio y comer mal) se asoció con un riesgo de diabetes más del doble. Además, las mujeres con ambos turnos nocturnos rotativos y cualquiera de estos cuatro hábitos poco saludables tenían casi tres veces más riesgo de diabetes que las que solo trabajaban días y seguían un estilo de vida saludable.

“La mayoría de los casos de diabetes tipo 2 se pueden prevenir mediante la adherencia a un estilo de vida saludable, y los beneficios podrían ser mayores en los trabajadores que trabajan en turnos nocturnos”, apunta Zhilei Shan, responsable de la investigación.

Los factores relacionados con el estilo de vida, como la obesidad, el tabaquismo, el consumo de alcohol, la inactividad y una mala alimentación durante mucho tiempo se han relacionado con un mayor riesgo de diabetes. La falta de sueño y los horarios irregulares de sueño también se han relacionado con la diabetes en estudios anteriores.

En el estudio, durante 22 a 24 años de seguimiento, casi 11.000 mujeres fueron diagnosticadas con diabetes tipo 2, la forma más común, que se asocia con el envejecimiento y la obesidad. Debido a que el riesgo de diabetes fue mayor para una combinación de turnos nocturnos y hábitos poco saludables que para los factores de riesgo individuales, los resultados sugieren que existe una interacción entre los horarios de trabajo y los hábitos que se combinan para hacer que la diabetes sea aún más propensa a desarrollarse.

Los autores calcularon que el trabajo de turno nocturno rotativo representaba aproximadamente el 17% del riesgo combinado mayor de diabetes, el estilo de vida poco saludable en torno al 71% y el 11% restante era un riesgo adicional relacionado con la interacción de los dos. “Los trabajadores por turnos, por lo tanto, tienen más que ganar al dejar de fumar, comer mejor, hacer ejercicio y perder peso”, concluye Shan.