Otorrinonaringologia

APNEIA DO SONO

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Apneia do sono é uma condição que interrompe sua respiração quando você está dormindo. Isto é geralmente causada por uma obstrução bloqueando a parte posterior da garganta de modo que o ar não pode atingir os seus pulmões.

 

A cessação da respiração automaticamente obriga a acordar, a fim de começar a respirar novamente. Isto pode acontecer muitas vezes durante a noite, tornando difícil para o seu corpo receber oxigênio suficiente, e impedindo-o de obter um sono de qualidade boa o suficiente para o descanso necessário.

 

O que é a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)?

 

Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) é definida como a cessação do fluxo de ar durante o sono impedindo a entrada de ar aos pulmões causada por uma obstrução. Estes períodos de “parada respiratória” só se tornam clinicamente significativos se a cessação dura mais de 10 segundos de cada vez, e ocorrem mais de 10 vezes a cada hora.

 

AOS só acontece durante o sono, pois é uma falta de tônus ​​muscular nas vias aéreas superiores que faz com que elas entrem em colapso. Durante o dia, temos o tônus muscular suficiente para manter as vias aéreas abertas permitindo a respiração normal. Quando se experimenta um episódio de apneia durante o sono o cérebro automaticamente irá acordá-lo, geralmente com um ronco muito alto, a fim de respirar novamente. Pessoas com AOS experimentam esses episódios de despertar várias vezes durante a noite e, consequentemente, se sentem muito sonolentos durante o dia: eles têm uma via aérea que tem maior probabilidade de entrar em colapso do que o normal.

Porque é que a apneia do sono um sério risco para sua saúde?

 

Toda vez que uma apneia ocorre, o organismo aumenta o seu esforço para respirar e seus órgãos vitais lutam por oxigênio. Isto alerta o cérebro para acordar e fazer você respirar de novo. Você pode ter várias centenas de apneias por noite e os efeitos adversos sobre o seu corpo acumular noite após noite, dia após dia. A pesquisa mostra que o ronco e apneia do sono estão associados com muitas doenças graves. Se não for tratada, a sua condição é um fator de risco que contribui para a hipertensão arterial, doença cardíaca, derrame, diabetes e depressão, dentre outros.

 

Apneia do sono é uma condição séria e indivíduos com AOS podem não estar cientes que eles têm um problema. Se alguém próximo a você falou do seu ronco alto e notou que muitas vezes você acorda de repente, ofegante e com falta de ar, você deve consultar o seu cirurgião maxilofacial e oral. Agende hoje mesmo uma consulta com o Dr. Prentice pelo telefone 11 5044-7477 ou através da página Fale Conosco!

 

Os sintomas da apneia do sono

 

Aqueles que têm AOS muitas vezes desconhecem sua condição e acham que dormem bem. Os sintomas que geralmente motivam essas pessoas a procurar ajuda são sonolência diurna ou queixas de ronco e respiração cessações observadas por um companheiro de cama.

 

Outros sintomas podem incluir:

• Ronco com pausas respiratórias (apneia)

• Sonolência diurna excessiva

• Respiração ofegante ou engasgos durante o sono

• Sono agitado

• Problema com atividades mentais

• Falta de Concentração e Foco no Trabalho

• A perda de memória

• Irritabilidade

• A pressão arterial elevada

• Dor noturna no peito

• Depressão

• Problema com excesso de peso

• Pescoço grosso (> 17″ de diâmetro em homens, > 16″ em mulheres)

• Adensamento das vias aéreas

• Dores de cabeça de manhã

• Redução da libido

• Idas frequentes ao banheiro à noite

 

Apneia obstrutiva do sono pode ser tratada eficazmente. Dependendo se ela é leve, moderada ou grave, o médico irá escolher o melhor tratamento para você. (Ver página Tratamento).

 

A solução com o Aparelho Anti-Ronco e Apneia

 

O Aparelho Anti-Ronco e Apneia desenvolvido pelo Dr. Prenticesidinei de Oliveira trata tanto o ronco e apneia obstrutiva do sono (AOS), avançando a mandíbula para frente. É um dispositivo feito sob medida que consiste em placas dentárias superiores e inferiores com um único mecanismo de acoplamento. Se necessário, um componente pode ser adicionado para tornar o dispositivo ajustável, fornecendo níveis incrementais e ajustáveis de avanço da mandíbula, que melhora a eficácia e nível de conforto do tratamento, pois a mandíbula é movida apenas na medida em que é necessária para aliviar o ronco e eliminar os riscos da AOS.

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#Portable music players linked with high-frequency hearing loss in #children

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  • Noticias Médicas Univadis

Findings from a new study suggest that portable music players (PMP) could be linked with high-frequency hearing loss in children; however, the authors say more research is needed.

The study included 3,116 girls and boys in the Netherlands with a mean age of 9.7 years. Of these, 39.9 per cent reported no PMP use, 18.5 per cent reported use one or two days per week, 8.2 per cent reported use three or more days per week. PMP use was not reported for 33.4 per cent of participants.

The authors found audiometric notches and high-frequency hearing loss were present in 14.2 per cent. PMP use was associated with high-frequency hearing loss, but listening time and duration were not. There was no association of music exposure with high-frequency notches.

Presenting the findings in JAMA Otolaryngology Head and Neck Surgery, the authors said although not conclusive, the findings suggest a possible association of PMP use with high-frequency hearing impairment. “To our knowledge, this is the first time this association has been reported in such a young age group, suggesting a need for early education on the risks of PMP use in children and young adolescents,” they said.

#SINUSITE NA CRIANÇA

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SINUSITE NA CRIANÇA

Os seios perinasais são espaços arejados existentes nos ossos da face, com ligação às fossas nasais. A inflamação da mucosa de revestimento dos seios perinasais e da cavidade nasal constitui a rinossinusite.

O diagnóstico de rinossinusite é primariamente clínico e a causa habitual é a infeção vírica da via respiratória superior, apresentando a criança cerca de 5-8 episódios por ano predominantemente no inverno. São maioritariamente autolimitadas e tratadas de forma conservadora com controlo dos sintomas. Tipicamente surgem com início súbito de obstrução nasal e escorrência, dor ou pressão na face, tosse diurna e noturna e diminuição do olfato.

O tratamento pode incluir lavagens nasais com soluções salinas, analgésicos e antipiréticos. Os antibióticos não são, por norma, necessários.

A intervenção do otorrinolaringologista está aconselhada quando os sintomas de rinossinusite persistem por mais de 10 dias ou sofrem um agravamento após o 5º dia, nomeadamente com inchaço e rubor à volta dum olho, dor severa na face ou cabeça ou alterações neurológicas.

Nos casos de rinossinusite crónica, quando os sintomas ultrapassam os 3 meses, é também importante a observação pelo especialista. A sua intervenção passa por determinar fatores predisponentes à rinossinusite, nomeadamente anatómicos como desvios do septo nasal, hipertrofia de adenóides, presença de pólipos nasais ou corpos estranhos e, para isso, utiliza-se a endoscopia nasal. O despiste de doenças como a asma, rinite alérgica, refluxo gastro-esofágico, défice imunitário e alterações dos cílios da mucosa respiratória, é obrigatório.

Outros fatores influenciam a sua frequência e gravidade, como a exposição ao fumo do tabaco, poluição, frequência de infantários e tratamentos regulares com antibióticos.

A rinossinusite pediátrica em geral não é uma doença cirúrgica. No entanto, a cirurgia está indicada quando surgem complicações com extensão da infeção ao espaço extra nasosinusal, ou nos casos crónicos, quando os sintomas persistem apesar de um tratamento médico adequado.

Nas opções cirúrgicas o primeiro passo consiste na remoção das adenóides, pois estas podem funcionar como um reservatório de bactérias, independentemente do seu tamanho.

Pode ser indicada a redução do tamanho dos cornetos nasais por radiofrequência, bem como a correção de desvios importantes do septo nasal ou a cirurgia endoscópica funcional dos seios perinasais.

A resolução da rinossinusite é importante para a qualidade de vida da criança e dos pais pois aumenta a qualidade do sono com diminuição da irritabilidade e melhoria da concentração. A criança passa a alimentar-se melhor devido à reabilitação da respiração nasal e do olfato, permitindo uma maior coordenação da mastigação com a respiração e melhor degustação dos alimentos.

 
Por Dr. Fernando Vales , Otorrinolaringologia

#OBSTRUÇÃO NASAL E DESVIO DO SEPTO

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A obstrução nasal crónica é um motivo de consulta muito comum em Otorrinolaringologia, e o desvio do septo nasal é uma das causas mais frequentemente diagnosticadas na idade adulta.

O septo nasal é a parede interna do nariz que o divide em duas passagens (as fossas nasais). É constituído por uma parte cartilagínea (mais anterior) e uma parte óssea (mais posterior). Existe um desvio do septo nasal quando este tem um formato anormal e não se encontra na linha média, bloqueando uma ou até, nalguns casos mais graves, as duas fossas nasais, reduzindo o fluxo aéreo da via nasal, e causando dificuldade respiratória.

Os desvios do septo nasal podem ser causados por traumatismos(na infância e/ou na idade adulta), iatrogenia (processo decorrente da toma inadequada de medicação, ou de procedimentos médicos), malformações congénitas, por complicação de infeção nasal grave; no entanto, muitas vezes não se consegue identificar o evento que originou o desvio do septo, sabendo-se que podem ocorrer microtraumatismos no período intrauterino, no parto e durante a infância, cuja repercussão será um desvio do septo.

Existem diferentes graus de desvio do septo com consequências diferentes: desde assintomáticos, a causarem graves implicações funcionais e até estéticas, com grande compromisso da qualidade de vida. O principal sintoma é a obstrução nasal crónica(dificuldade em respirar pelo nariz), que por sua vez pode diminuir a qualidade do sono, provocar cansaço diurno, facilitar a roncopatia e provocar a secura da boca. Outros sintomas descritos são cefaleias, formação de crostas no nariz e epistaxis (hemorragia pelo nariz) recorrentes. Associadamente podem ocorrer rinite ou rinossinusite crónicas por inflamação da mucosa nasal e por bloqueio das vias de drenagem dos seios perinasais.

O diagnóstico é efetuado através da história clínica e do exame físico na Consulta de Otorrinolaringologia. Conforme o caso poderá ser complementado por meios auxiliares de diagnóstico, tais como a Videoendoscopia Nasal e a Tomografia Computorizada dos Seios Perinasais.

A septoplastia é a cirurgia que permite corrigir definitivamente o desvio do septo nasal. É realizada sob anestesia geral e habitualmente em regime de ambulatório ou com um dia de internamento. Quando o desvio do septo se associa a outras alterações nasais, tais como hipertrofia dos cornetos inferiores, rinossinusite crónica com ou sem pólipos nasais, deformidade da pirâmide nasal, entre outras, poderá haver a necessidade de complementar com tratamentos médicos e/ou de associar outras técnicas cirúrgicas (turbinoplastia, cirurgia endoscópica nasossinusal, rinoplastia, etc).

A decisão cirúrgica deve ser tomada tendo em consideração o grau de desvio do septo, as patologias nasais em simultâneo e sobretudo o impacto da sintomatologia na qualidade de vida.

 

Por Dr.ª Liliana Costa – Otorrinolaringologia 

#RONCOPATIA E APNEIA DO SONO NA CRIANÇA E NO ADULTO

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A roncopatia e a apneia são distúrbios comuns da respiração, que ocorrem durante o sono e que têm vindo a aumentar, quer na infância, quer no adulto. Podem resultar em má qualidade de vida e, no caso da apneia do sono, há um aumento do risco de doenças cardiovasculares, de alterações metabólicas e mesmo de mortalidade.

A roncopatia e a apneia do sono são apercebidas pelo parceiro/a ou pelos familiares/pais, tendo estes um papel na sua deteção precoce. Após a suspeita, é necessário a avaliação por um especialista do sono que, através da história clínica, do exame objetivo e dos exames complementares necessários, faz o diagnóstico e planeia o tratamento.

A apneia do sono designada por Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono caracteriza-se por episódios repetidos de pausas respiratórias, geralmente é obstrutiva (associada a esforço respiratório) e pode acompanhar-se de roncopatia (ressonar). Quem sofre da doença pode ainda apresentar: agitação, despertares, sonambulismo, terrores, síndrome de pernas inquietas, engasgos, tosse, sudorese (suar mais que o normal) e enurese (involuntária de urina). Ao contrário da criança com apneia do sono, que se pode manifestar por um comportamento mais agressivo e relacionado com perturbação do défice de atenção/hiperatividade, no adulto o que predomina é o cansaço associado a sonolência diurna, podendo mesmo este adormecer na realização de tarefas diárias, com um consequente risco de acidentes de viação e de trabalho.

Geralmente, a apneia do sono na criança deve-se a hipertrofia de adenoides e de amígdalas, e nestes casos, a cirurgia resolve a apneia. No caso dos adultos, as causas podem associar-se a obesidade, bem como outras comorbilidades (doenças em simultâneo) ou fatores de risco. Assim sendo, o tratamento visa mudanças no estilo de vida com redução dos fatores de risco (obesidade, álcool, tabaco e sedativos) e controlo de comorbilidades (hipertensão, diabetes, dislipidemia e hipotiroidismo). O tratamento médico dos casos graves, pode ser realizado através da adaptação de “máscara” (CPAP), um equipamento médico que durante o sono envia uma pressão positiva contínua desde a via aérea superior até aos pulmões, evitando a apneia. As próteses dentárias específicas (de avanço da mandíbula) também têm vindo a ser usadas com bons resultados. Já o tratamento cirúrgico visa a correção das alterações anatómicas da via aérea superior (nariz, palato, faringe e laringe), contribuindo para o tratamento da roncopatia/apneia, sendo que, no caso da cirurgia nasal poderá inclusive resultar em melhor adaptação da “máscara” CPAP. Nos casos cirúrgicos, o especialista de Otorrinolaringologia tem o know-how para a sua abordagem, desde cirurgias minimamente invasivas, com recurso à mais moderna tecnologia, até às técnicas cirúrgicas mais tradicionais, que devem ser ponderadas caso a caso. A técnica cirúrgica mais recente neste campo envolve um sistema de neuroestimulação com implante no nervo hipoglosso em doentes selecionados e sobretudo em que houve falência do tratamento médico.

 

Redigido por Dr.ª Clara Magalhães Otorrinolaringologista 

#SURDEZ EM IDADE PEDIÁTRICA

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A incidência de surdez é 1 a 3 em cada 1000 recém-nascidos, o que a torna numa das mais frequentes malformações ao nascer. A incidência de surdez aumenta durante a infância e pode atingir cerca de 31 em cada 1000 adolescentes.

A surdez pode ser dividida em surdez de condução ou neurossensorial. A surdez de condução resulta da obstrução da transmissão de som para o ouvido interno e pode ser causada por: doenças do ouvido externo (pavilhão e canal auditivo) ou doenças do ouvido médio (tímpano, ossículos ou ocupação do ouvido médio). A surdez neurossensorial resulta de doenças que afetam o ouvido interno ou que afetam as vias de transmissão da informação auditiva para o cérebro.

A otite media aguda com efusão (OME), é a forma mais comum de surdez na infância e resulta da acumulação de muco no ouvido médio, impedindo a vibração do tímpano. A sua causa é complexa e resulta da combinação de vários fatores como: má função da trompa de Eustáquio, otites de repetição, hipertrofia das adenoides, má higiene nasal, predisposição genética, etc. Esta doença atinge cerca de 20-25% das crianças com 2 anos de idade e cerca de 8% das crianças com 7 anos de idade.

Muitas crianças passam por períodos de OME após constipações e cerca de 50% destas resolve espontaneamente até 3 meses, no entanto, devem ser vigiadas e confirmada a recuperação auditiva. O tratamento médico é importante e tem como foco a desobstrução nasal e os exercícios de auto insuflação. No caso da OME permanecer por mais de 3 meses e causar uma perda auditiva significativa deve ser considerado o seu tratamento cirúrgico. A persistência da perda auditiva por OME provoca perturbações da linguagem e da concentração, alterações comportamentais e atraso na aprendizagem. A longo prazo causa alterações do processamento auditivo central.

A perfuração timpânica é uma causa de surdez de transmissão e pode resultar de otites de repetição, traumatismo ou ocorrer após tubos de ventilação. As perfurações podem fechar espontaneamente até 3 meses. As persistentes devem ser encerradas cirurgicamente a partir da idade escolar (6-7anos).

O tratamento da surdez neurossensorial procura minimizar as consequências da perda auditiva, melhorar a comunicação e aumentar a audição com recurso a aparelhos auditivos ou implantes cocleares. É essencial que o diagnóstico e tratamento desde tipo de surdez ocorra nos 3 primeiros anos de vida. Mesmo nos casos de um só ouvido afetado é importante tratar para permitir à criança uma correta localização do som e a comunicação em ambientes ruidosos.

Se a perda auditiva for severa as crianças devem ser referenciadas para implante coclear (IC). O IC permite um considerável ganho na perceção das palavras, na atenção aos estímulos do meio, no desenvolvimento da linguagem e da comunicação com os pares, redução dos zumbidos e aumento da qualidade de vida e da autoestima da criança.

O tratamento adequado e atempado do défice auditivo na infância é essencial para a criança desenvolver todas as suas capacidades.Existe atualmente reabilitação auditiva para praticamente qualquer tipo de perda auditiva desde que atempadamente diagnosticada.
Para um melhor acompanhamento e tratamento, marque a sua consulta e tire as suas dúvidas com especialistas.

 Dr. Nuno Marçal ,Otorrinolaringologia 

#Sinusite: duração da antibioticoterapia é longa demais?

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medicamento

Sinusite: duração da antibioticoterapia é longa demais?

Sinusite bacteriana é uma das condições mais comumente tratadas com antibióticos. A duração da antibioticoterapia varia entre as diretrizes nacionais e internacionais e, de acordo com um novo estudo publicado no JAMA Internal Medicine, esse tempo é, na maioria dos casos, longo demais.

Em geral, as diretrizes para tratamento da sinusite bacteriana focam na questão de prescrever ou não antibióticos e qual é o fármaco mais eficaz. Em relação ao tempo de tratamento, ainda não há um consenso. A Infectious Diseases Society of America (IDSA) recomenda de 5 a 7 dias, enquanto a Sociedade Brasileira de Rinologia indica de 7 a 14 dias de antimicrobianos.

Para esse estudo de duração de tempo, pesquisadores analisaram quase 4 milhões de consultas em 2016, nas quais antibióticos foram prescritos para sinusite bacteriana. A duração mediana das prescrições foi de 10 dias; 69,6% foram para 10 dias ou mais. Após a exclusão da azitromicina, essa proporção subiu para 91,5%. Como o guideline americano da IDSA recomenda até, no máximo, 7 dias, essa duração foi considerada inadequada.

Para os autores, identificar o tempo ideal para tratamento da sinusite bacteriana é fundamental para o melhor desfecho do paciente e para diminuir o risco de resistência aos antibióticos.

Referências:

  • King LM, Sanchez GV, Bartoces M, Hicks LA, Fleming-Dutra KE. Antibiotic Therapy Duration in US Adults With Sinusitis. JAMA Intern Med. Published online March 26, 2018. doi:10.1001/jamainternmed.2018.0407