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endocrinologia

#Moderate alcohol consumption may boost #male fertility

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The association between alcohol intake and male reproductive function remains controversial. A new study in the journal Andrology, which suggests that moderate alcohol intake appears positively associated with semen quality, will add to that controversy.

The study recruited male partners of subfertile couples undergoing assisted reproductive technology (ART) cycles at an Italian clinic. Among the 323 male participants included in the cross-sectional analysis, 9.6 per cent were non-drinkers, 30.0 per cent drank less than 1-3 units of alcohol per week, 30.3 per cent drank 4-7 units weekly, and 30.0 per cent drank eight or more units weekly.

Compared with men who drank less than 1-3 units per week, median semen volume and total sperm count were higher in men who drank 4-7 units weekly. Association with sperm concentration was also significant, with a U-shaped trend across groups. The associations remained after adjusting for potentially confounding factors.

Based on the “reassuring results”, the authors say men undergoing ART treatment should be advised to limit alcohol consumption but abstaining from alcohol does not appear to be necessary.

However, they acknowledge that, because of the small number of participants in some subgroups, the role of heavy or binge drinking was not analysed.

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#La #cafeína no suprime el #apetito ni ayuda a #perder peso (J Acad Nutr Diet)

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Un nuevo estudio publicado en el Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics muestra que, aunque beber una pequeña cantidad de cafeína en el desayuno ayuda a reducir la ingesta de alimentos en la primera comida del día, su efecto es limitado y transitorio, por lo que los autores no respaldan su uso como supresor del apetito o como ayuda para perder peso.

Los autores encontraron que después de beber una pequeña cantidad de cafeína, los participantes consumieron un 10% menos en un desayuno buffet proporcionado por los investigadores, pero este efecto no persistió durante todo el día y no tuvo impacto en las percepciones de los participantes sobre sus apetitos. Así, consideran que la cafeína no es efectiva como un supresor del apetito ni ayuda para bajar de peso.

“La cafeína se añade con frecuencia a los suplementos dietéticos con afirmaciones de que suprime el apetito y facilita la pérdida de peso. Investigaciones anteriores especularon que la cafeína acelera el metabolismo o afecta las sustancias químicas cerebrales que suprimen el apetito y la evidencia epidemiológica sugiere que los consumidores de cafeína regulares tienen una masa corporal inferior -explica la investigadora principal, Leah M. Panek-Shirley, del Departamento de Ejercicio y Ciencias de la Nutrición de la Universidad de Buffalo, Estados Unidos-. El objetivo de nuestro estudio fue determinar si la cafeína puede estar relacionada con una ingesta reducida de alimentos o un apetito reprimido, y si los resultados varían según el IMC”.

“Este estudio, por su riguroso diseño, refuerza la importancia de los buenos hábitos alimentarios y no depende de ayudas para la pérdida de peso o prácticas no saludables”, explican los autores.

#Visão geral de #atividade física

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Por Brian D. JohnstonDirector of Education, International Association of Resistance Training; Director of Education, Prescribed Exercise Clinics

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A atividade física estimula a troca de tecidos e adaptação (p. ex., aumento da força e massa muscular, resistência cardiovascular), ao passo que repouso e recuperação permitem que tais trocas e adaptação aconteçam. A recuperação do exercício é tão importante quanto seu estímulo. Atividade física regular reduz a probalidade de doenças clínicas, diminui a incidência das principais causas de morte e melhora o estado de saúde geral e a qualidade de vida dos pacientes em relação à maioria das condições médicas. O aumento da força e da massa muscular e, consequentemente, da resistência cardiovascular aumenta o estado funcional para esportes e atividades da vida diária e protege de lesões. Certos exercícios também são frequentemente prescritos para reabilitar pacientes após infarto do miocárdio (IM), grande cirurgia e lesões musculoesqueléticas. Esquemas de exercícios no pré-operatório são prescritos antes de muitos procedimentos eletivos para melhorar a recuperação no pós-operatório. Independentemente da indicação, as recomendações para atividade física devem ser baseadas em dois princípios:

  • Os objetivos das atividades devem ser específicos ao paciente, considerando motivação, necessidades, aptidão física e psicológica, a fim de maximizar a probabilidade da participação do paciente e o resultado esperado

  • A atividade deve ser prescrita na medida certa para atingir o efeito esperado. Um estímulo de exercício deve ser suficiente para que o corpo se adapte a um maior estado de função, mas não tão grande que cause lesão ou não adesão. Mais atividade nem sempre é melhor; a falta e o exagero podem impedir que se alcancem os resultados esperados.

A prescrição para o exercício deve especificar intensidade (nível de esforço), volume (quantidade de atividade em uma sessão), frequência (número de sessões de exercício) e carga progressiva (quantidade de aumento em um ou mais desses elementos no decorrer do tempo ou a carga atual). O equilíbrio desses elementos depende de tolerância individual e de princípios fisiológicos (i. e., à medida que a intensidade aumenta, volume e frequência podem precisar diminuir, ao passo que, quando o volume aumenta, a intensidade pode precisar diminuir). Intensidade, volume e frequência podem ser aumentados concorrentemente, mas os aumentos são limitados porque a tolerância humana ao esforço é finita. O objetivo é descobrir a quantidade apropriada de exercício para benefício máximo no contexto dos objetivos do paciente. Recomendações genéricas tradicionais e fixas (p. ex., 3 séries de 10 a 12 repetições, correr 30 min 3 vezes/semana) podem não ser ideais porque não abordam as capacidades ou necessidades específicas do paciente (i. e., pessoas não condicionadas precisam de um programa diferente daquelas capazes de treinar em níveis de intensidade mais altos).

Conquistar adesão a longo prazo é importante e desafiador. As pessoas diferem enormemente quanto à sua motivação e capacidade de sustentar o que consideram uma atividade árdua. Para melhorar a adesão, os programas de treinamento começam em níveis de intensidade baixos e, gradualmente, aumentam até o nível desejado. Algumas pessoas precisam ser supervisionadas individualmente (p. ex., por um personal trainer); outras se beneficiam com atividades em grupo (p. ex., um exercício em sala, uma corrida de bicicleta em grupo); outras preferem se dedicar a exercícios individuais de longa duração. Para pessoas que mantêm a motivação a longo prazo, as prescrições dos exercícios devem levar em consideração suas necessidades e preferências.

Programas de exercício devem abranger múltiplas dimensões de forma física, a saber:

  • Alongamento e flexibilidade

  • Capacidade aeróbica (resistência cardiovascular)

  • Força (incluindo resistência e compleição muscular)

  • Equilíbrio

Alongamento e flexibilidade

A flexibilidade é importante para o desempenho confortável e seguro das atividades físicas. O alongamento pode ser benéfico para treinar força, melhorar a amplitude de movimentos e ajudar a relaxar os músculos. Esses exercícios podem ser desempenhados antes ou depois de outras formas de treinamento ou como uma atividade física em si, como ocorre nas sessões de ioga ou pilates. Embora o alongamento antes do exercício aumente a preparação mental, não há evidência de que ele diminua o risco de lesão. No entanto, não há necessidade de se desencorajar a pré-atividade de alongamento caso o paciente goste disso. O aquecimento geral (p. ex., com estimulação de baixa intensidade do exercício a ser desempenhado, correr no local, exercícios calistênicos ou outras atividades leves que aumentem a temperatura central) parece ser mais eficaz que o alongamento para facilitar a segurança do exercício. Alongamento após exercício pode ser preferido, pois os tecidos alongam com mais eficácia quando aquecidos.

Certos exercícios de flexibilidade envolvem alongamento lento e constante de grupos musculares sem tremer ou falhar. Para melhorar a flexibilidade, o alongamento deve ser realizado por pelo menos 20 segundos e não mais de 60 segundos. Cada alongamento é repetido 2 a 3 vezes, cada vez mantido por mais tempo. Pode-se esperar um leve desconforto, mas dores fortes devem ser evitadas, pois a dor pode ser um sinal de pequenas rupturas teciduais não intencionais. Para muitos músculos, a flexibilidade aumenta suficientemente com um treinamento de força apropriadamente desenvolvido porque os músculos se alongam e atuam com total amplitude de movimentos.

Exercícios aeróbicos

O exercício aeróbico é uma atividade física rítmica e contínua. O esforço ocorre a um nível que pode ser tolerado pelo metabolismo aeróbico (embora breves períodos de esforço mais intenso, que desencadeiam o metabolismo anaeróbico, possam ser intercalados), continuamente, por pelo menos 5 minutos, como ponto de partida, e pode lentamente ser aumentado com o passar do tempo. O condicionamento aeróbico aumenta o consumo máximo de O2 e o débito cardíaco (principalmente um aumento no volume cardíaco), diminui a frequência dos batimentos cardíacos e reduz a mortalidade relacionada a problemas cardíacos e a todas as outras causas; no entanto, muita atividade causa desgaste excessivo do corpo e aumenta a oxidação celular. Exemplos de exercício aeróbico incluem corrida, caminhada rápida, natação, andar de bicicleta, remo, caiaque, andar de skate, esqui e uso de equipamentos de exercício aeróbico (p. ex., esteira, step ou equipamentos elípticos).

O metabolismo aeróbico começa 2 minutos após o início da atividade; porém, maior esforço sustentado é necessário para alcançar benefícios saudáveis. A recomendação normal consiste em  30 minutos de exercício ao dia, pelo menos 3 vezes por semana, com um período de 5 min de aquecimento e 5 min para desaquecimento; porém, essa recomendação baseia-se mais em conveniência do que em evidência. Condicionamento aeróbico máximo pode ocorrer com tão pouco tempo quanto 10 a 15 minutos de atividade por sessão, 2 a 3 vezes por semana, com a implementação de um ciclo de intervalo. No ciclo de intervalo, a pessoa alterna períodos curtos de atividade moderada com esforço máximo; Em um programa, cerca de 90 segundos de atividade moderada (60 a 80% de frequência cardíaca máxima [FCmax]) são alternados com cerca de 20 a 30 segundos de atividade intensa (85 a 95% da frequência máxima ou o máximo de esforço que a pessoa consiga fazer nesse período). Esse programa é mais extenuante para articulações e tecidos e deve ser implementado esporadicamente ou de forma alternada com métodos de exercícios mais convencionais de intensidade baixa a moderada.

Máquinas de treinamento de resistência ou pesos livres podem ser usados para exercício aeróbico, contanto que um número suficiente de repetições seja feito, que o repouso entre as repetições seja mínimo (0 a 60s) e a intensidade do esforço seja relativamente alta. Em circuitos de treinamento, os grandes músculos (pernas, quadris, costas e tórax) são trabalhados seguidos dos músculos menores (ombros, braços, abdome e pescoço). O sistema cardiovascular se beneficia mais com circuitos de treinamento de apenas 15 a 20 minutos que com corrida ou uso de equipamentos de exercícios aeróbicos pelo mesmo tempo, pois o trabalho corporal é mais intenso e a frequência cardíaca aumenta mais como resultado. O treinamento combinado de exercícios aeróbicos com atividades de resistência aumenta a resistência muscular de todos os músculos envolvidos (i. e., não só o coração).

O volume do exercício aeróbico é graduado simplesmente pela duração. A intensidade é guiada pela frequência cardíaca. A frequência cardíaca-alvo para intensidade apropriada é de 60 a 85% da FCmáxima da pessoa (frequência cardíaca no pico de consumo de O2 [VO2pico] ou outra taxa acima da qual o metabolismo aeróbico não possa mais ser sustentado, pois há falta de O2 e o metabolismo anaeróbico se inicia). A FCmax pode ser diretamente medida ou calculada como

equation

Alternativamente, a fórmula de Karvonen pode ser usada para calcular a frequência cardíaca-alvo:

equation

Essas fórmulas baseiam-se na população geral e podem não fornecer objetivos precisos para pessoas nos extremos da atividade física (i. e., atletas altamente treinados ou pacientes não condicionados fisicamente). Para essas pessoas, avaliação metabólica ou VO2 pode proporcionar informações mais precisas.

A idade cronológica deve ser distinguida da idade biológica. Pacientes de qualquer idade que estão menos acostumados a exercícios aeróbicos (menos condicionados) atingem frequência cardíaca-alvo mais rápido e com menos esforço, necessitando de períodos de exercícios mais breves, pelo menos inicialmente. Pacientes obesos podem estar descondicionados e precisam mover um grande peso corporal, de modo que a frequência cardíaca aumenta muito mais rápido e a um nível mais elevado com atividade menos vigorosa que pessoas mais magras. Pacientes com distúrbios clínicos ou que estão tomando determinados medicamentos (p. ex., β-bloqueadores) podem apresentar uma relação modificada entre idade e frequência cardíaca. Um bom ponto de partida para esses pacientes pode ser 50 a 60% da frequência cardíaca alvo com base na idade. Esses alvos podem ser aumentados com base na tolerância e no progresso do paciente.

Treinamento de força

O treinamento de força (resistência) envolve contração da força muscular total contra uma carga – normalmente fornecida por pesos e equipamentos livres ou, às vezes, peso corporal (p. ex., exercícios de flexão, exercícios abdominais, exercícios na barra). Esse treinamento aumenta a força, a resistência e a compleição muscular. O treinamento de força também aumenta a capacidade funcional e, dependendo do ritmo do programa, o desempenho aeróbico. A resistência e a flexibilidade cardiovascular aumentam concorrentemente.

volume é normalmente categorizado em termos de quantidade de peso levantado e números de séries e repetições. No entanto, um parâmetro igualmente importante consiste no tempo de tensão, a duração total de elevação e abaixamento do peso em uma série. Para atingir condicionamento moderado (desenvolvimento de massa e força muscular), o tempo de tensão apropriado deve ser de cerca de 60 segundos. Um tempo de tensão de 90 a 120 segundos é apropriado para reabilitação de lesões e aumento da resistência muscular. Quando o objetivo é aumentar a força, o tempo de tensão é mais importante que o número de repetições, pois o número de repetições pode variar com o tempo de tensão em virtude de diferenças de técnicas e da duração da série. Quando o paciente consegue atingir pelo menos o tempo de tensão de 60 segundos com uma boa técnica, a resistência (peso) pode ser aumentada para que o tempo de tensão de pelo menos 60 segundos seja tolerável no próximo nível de peso. O número de séries é determinado pela intensidade do treinamento; treinamento mais intenso requer menos séries.

intensidade é geralmente uma medida subjetiva de esforço percebido e o quão perto uma pessoa chega da fadiga muscular em determinada série (ou exaustão no trabalho corporal). Pode ser caracterizada objetivamente pela quantidade de peso elevada, expressada como a porcentagem máxima da pessoa para uma repetição (1 RM) de exercício dado; por exemplo, para uma pessoa que consegue levantar 100 kg de uma vez, 75 kg é 75% RM. Uma diretriz geral é exercitar-se com uma carga de 70 a 85% RM. Cargas mais pesadas aumentam o risco de lesão e só são apropriadas para atletas de competições. Geralmente, levantar de 30 a 40% RM fornece um ganho mínimo de força, embora o condicionamento aeróbico e a resistência muscular possam ocorrer com tempo de tensão e esforço suficientes. Durante o treinamento de força, o estímulo para mudança do tecido depende, principalmente, da qualidade e do esforço do treinamento. Por exemplo, uma pessoa que levanta 85% RM de uma só vez (em que 6 repetições poderiam ser feitas com esforço máximo) teria menos estímulo para mudança do tecido que se levantasse 75 a 80% RM várias vezes (com fadiga muscular ou quase).

A intensidade é limitada pela motivação e tolerância. Para muitos pacientes em fase de reabilitação, o desconforto, a dor e a inexperiência com o exercício resultam em menos esforço que o possível ou tolerado. Consequentemente, mais séries são necessárias para atingir os benefícios desejados. As pessoas devem variar a intensidade do trabalho corporal regularmente para promover um intervalo físico e mental. Os exercícios devem ser feitos no nível de intensidade mais alto durante não mais de metade das séries. As pessoas devem incorporar intervalos de treinamentos de alta intensidade (p. ex., 1 semana a cada 3 meses, talvez coincidentes com feriados ou férias) para permitir recuperação suficiente. Treinamento de alta intensidade contínuo é contraproducente, até mesmo para atletas treinados. Sintomas como fadiga ou peso muscular quando não estiver fazendo exercício, falta de motivação para o exercício, execução de exercícios reduzida, dores nos tendões e articulações e aumento de frequência cardíaca em descanso sugerem que o exercício foi muito intenso; ele deve ser evitado por 10 a 15 dias.

Técnica corporal apropriada é importante para segurança pessoal e treinamento de força eficaz. As pessoas devem esforçar-se por técnicas suaves e evitar puxões e levantamento de pesos, que podem causar pequenas rupturas nos tecidos motivadas pela força súbita. É igualmente importante incentivar a respiração controlada, que evita tonturas (e, em casos extremos, desmaios) que podem ocorrer com a manobra de Valsalva. Os pacientes devem expirar enquanto levantam o peso e inspirar quando o abaixam. Se o movimento for lento, como para abaixar um peso por  5 segundos, os pacientes podem precisar inspirar e expirar mais de uma vez, porém a respiração deve ser coordenada de forma que a respiração final seja feita exatamente antes da fase de elevação e liberada durante o abaixamento. A pressão arterial (PA) aumenta durante o treinamento de resistência e tende a ser mais alta quando a pressão é excessiva (comum com o exercício leg press enquanto trabalha os grandes músculos inferiores e segura nos apoios de mão com muita força). No entanto, a PA retorna ao normal rapidamente após exercício; o aumento é mínimo quando a técnica de respiração está correta, não importando a dificuldade com que a pessoa se exercita.

Treinamento de equilíbrio

O treinamento de equilíbrio envolve desafiar o centro de gravidade do indivíduo pela prática de exercícios em ambientes instáveis, como ficar em pé em uma perna só ou usar tábuas de equilíbrio ou oscilantes. O treinamento de força básico melhora o equilíbrio porque aumenta a compleição e a força muscular ao redor das articulações, melhorando o equilíbrio (estabilidade) indiretamente. Embora o treinamento de equilíbrio especializado possa ajudar algumas pessoas com deficiências de propriocepção, ele é frequentemente utilizado para prevenir quedas em pessoas idosas ( Exercícios para idosos).

Hidratação

A hidratação correta é importante, especialmente quando o exercício é prolongado ou praticado em ambiente quente. As pessoas devem estar bem hidratadas antes da atividade, beber líquidos regularmente durante exercício prolongado e repor qualquer déficit que permaneça após a atividade. Durante o exercício, beber cerca de 120 a 240 ml (0,5 a 1 copo) a cada 15 a 20min é razoável, dependendo do calor e do nível de exercício. No entanto, hidratação em excesso pode causar hiponatremia e consequentes convulsões, devendo ser evitada.

Pérolas E Armadilhas

  • Evitar hidratação excessiva durante a atividade física porque pode causar hiponatremia intensa o suficiente para provocar convulsões.

O déficit de líquidos após esforço é calculado comparando-se o peso corporal antes e depois do exercício. O déficit de líquidos é reposto na proporção de 1:1 (i. e., 1 l para cada 1 kg perdido). Na maioria dos casos, água pura é aceitável. Isotônicos contendo eletrólitos podem ser preferidos. No entanto, fluidos contendo > 8% de carboidratos (8 g/100 ml ou 20 g em 250 mL) causam diminuição do esvaziamento gástrico, acompanhada por taxa de absorção mais lenta de fluido. Normalmente, é melhor misturar água pura com isotônicos na proporção de 50:50, a fim de permitir absorção mais rápida de glicose e eletrólitos. Pacientes com achados sugerindo doença cardíaca ( Doenças por calor) ou desidratação necessitam de reposição imediata de eletrólitos VO ou IV.

#Cenar pronto reduce el riesgo de #cáncer de mama y próstata

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Cenar a una hora temprana o esperar al menos dos horas para ir a la cama se asocia con un menor riesgo de cáncer de mama y de próstata, según un estudio del ISGlobal, que se publica en ‘International Journal of Cancer’.

Los resultado del estudio subrayan la importancia de tener en cuenta el ritmo circadiano en los estudios sobre dieta y cáncer.

Las personas que cenan antes de las 9 de la noche o esperan al menos dos horas antes de acostarse tienen cerca de un 20 por ciento menos de riesgo de estos tipos de cáncer que las que hacen la comida nocturna después de las 10 p.m. o las que se acuestan inmediatamente después de cenar, respectivamente.

Estas son las principales conclusiones de una investigación del Instituto de Salud Global de Barcelona (ISGlobal), centro impulsado por la Fundación Bancaria La Caixa, que ha analizado la relación de los horarios de las comidas y del sueño con el riesgo de cáncer.

La hora de la comida importa

Hasta ahora, los estudios sobre alimentación y cáncer se habían concentrado en los patrones de la dieta, analizando el tipo de alimentos consumidos o la cantidad de alimentos y obesidad. Sin embargo no se había prestado atención a factores como las horas de ingesta y las actividades que se llevan a cabo antes y después. La evidencia reciente en estudios experimentales indica que el momento de comer es importante y muestra que hacerlo en horas tardías afecta a la salud.

Si los resultados se confirman los consejos sobre hábitos de vida saludable contra el cáncer  podrían incluir los horarios de las comidas

El objetivo del estudio, publicado en la revista International Journal of Cancer, fue evaluar si los horarios de comidas y de sueño pueden estar relacionados con el riesgo de padecer cánceres de mama y de próstata -dos de los tumores más comunes a nivel mundial y que más se relacionan con el trabajo nocturno y la disrupción circadiana-. Para ello, se tuvieron en cuenta los hábitos de vida y el cronotipo de cada persona, un atributo individual relacionado con la preferencia por las actividades diurnas o nocturnas.

En el marco del proyecto MCC-Spain, cofinanciado por el Consorcio de Investigación Biomédica en Red de Epidemiología y Salud Pública (Ciberesp), se evaluaron datos de 621 casos de cáncer de próstata y 1.205 de mama y de 872 hombres y 1.321 mujeres seleccionados al azar en centros de salud de atención primaria de toda España. El análisis se realizó a partir de los datos recogidos en entrevistas sobre los horarios de comida, sueño y cronotipo y un cuestionario sobre hábitos de alimentación y cumplimiento de las recomendaciones de prevención del cáncer.

Prestar atención al ritmo circadiano

“Nuestro estudio concluye que seguir patrones diurnos de alimentación se asocia con menos riesgo de cáncer”, ha explicado Manolis Kogevinas, investigador de ISGlobal y primer autor de la publicación. Para Kogevinas, estos resultados “subrayan la importancia de tener en cuenta el ritmo circadiano en los estudios sobre dieta y cáncer”.

Los estudios apuntan a que el horario de las ingestas tiene implicaciones en el metabolismo de los alimentos y en la salud

Dora Romaguera, investigadora de ISGlobal y última autora del trabajo, considera que “es necesario realizar más estudios para conocer el porqué de estos resultados, pero todo apunta que la hora de ir a dormir afecta a nuestra capacidad de metabolizar la comida”.

La evidencia científica actual en animales muestra que el horario de las ingestas de alimentos tiene “implicaciones profundas en el metabolismo de los alimentos y en la salud”, ha dicho Romaguera.

#Los complementos de testosterona para los hombres podrían estar perdiendo su atractivo

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Resultado de imagem para complementos testosterona

11/07/2018 Por Dennis Thompson
Reportero de HealthDay

MARTES, 10 de julio de 2018 (HealthDay News) — La moda de la “testosterona baja” parece estarse desvaneciendo, y menos hombres de Estados Unidos recurren a la terapia con testosterona como forma de retrasar el envejecimiento y el declive sexual.

Entre 2013 y 2016 hubo un declive marcado en las recetas de testosterona, que coincidió con las advertencias públicas de que la terapia con testosterona podría aumentar el riesgo de los hombres de problemas de la salud cardiaca y de cáncer de próstata.

“Encontramos que hubo una reducción muy dramática en un periodo corto”, dijo el investigador principal, Jacques Baillargeon, profesor de medicina preventiva y salud comunitaria en la Rama Médica de la Universidad de Texas, en Galveston.

La cantidad de hombres que recibieron terapia con testosterona se redujo en un 48 por ciento entre 2013 y 2016, después de que las recetas se multiplicaran por seis en la década anterior, encontraron los investigadores.

También hubo una reducción del 62 por ciento en los nuevos usuarios de testosterona, mostraron los hallazgos.

La reducción “sin duda es algo bueno”, aseguró el Dr. Shalender Bhasin, endocrinólogo en el Hospital Brigham and Women’s, en Boston.

“Es una señal esperanzadora de que los esfuerzos de educación de la ciencia sí importan, y que las personas prestan atención tanto a la ciencia como a la información de los estudios clínicos que los científicos producen”, señaló Bhasin, presidente del comité de directrices sobre la testosterona de la Sociedad Endocrina (Endocrine Society).

Al revisar los expedientes del seguro de salud de casi 10 millones de hombres de a partir de 30 años de edad, los investigadores encontraron que el uso total de testosterona aumentó de un 0.52 por ciento de los hombres en 2002 a un 3.2 por ciento en 2013.

Esto se hace eco de otros datos que muestran que las ventas de testosterona recetada aumentaron de 70 millones de dólares en 2000 a casi 2.8 mil millones de dólares en 2013, dijo Bhasin. Por lo general, la terapia con testosterona cuesta entre unos pocos cientos y unos cuantos miles de dólares al año.

Bhasin considera que el aumento fue fomentado por los anuncios que se dirigían a los miembros de la generación de la postguerra que envejecían, que presentaban a la terapia con testosterona como un medio de retener la vitalidad y la potencia sexual.

“De ser un fármaco en el que ninguna compañía grande estaba interesada a convertirse en un producto que generaba miles de millones de dólares en un periodo tan corto fue un testimonio bastante sorprendente tanto de las tendencias demográficas como del poder de la publicidad directa al consumidor”, aseguró Bhasin.

Pero la ola de la “testosterona baja” llegó a su máximo en 2013. A partir de entonces, la popularidad de la terapia con testosterona se redujo marcadamente, cayendo a menos de un 2 por ciento de los hombres en 2016.

El declive en el uso total de la testosterona parece vincularse con un aviso publicado por la Administración de Alimentos y Medicamentos (FDA) en 2013, apuntaron los investigadores.

El aviso de la FDA advertía que los hombres que usaban testosterona para evitar el envejecimiento podrían estarse poniendo en un mayor riesgo de ataque cardiaco o accidente cerebrovascular.

Pero las nuevas recetas de testosterona comenzaron a declinar incluso antes. La cantidad de hombres que iniciaron la terapia comenzó a nivelarse en 2012.

Esto coincidió con la publicación de ensayos clínicos que asociaron la terapia con testosterona a un mayor riesgo de problemas de salud, indicó Baillargeon. Esos ensayos salieron un año antes que el anuncio de la FDA.

La terapia con testosterona solo se recomienda para los hombres con una afección médica que provoca una deficiencia confirmada de la hormona, dijo Bhasin. No es para los hombres que pasan por el declive usual en los niveles de testosterona que ocurre con la edad.

“Sospechamos que hay un porcentaje sustancial de hombres en la última década que recibían la terapia con testosterona sin tener una indicación clara para la misma”, dijo Baillargeon. Citó un estudio anterior que encontró que una cuarta parte de los nuevos usuarios no habían realizado pruebas de sus niveles hormonales antes de recibir una receta.

Baillargeon dijo que ahora le preocupa que los hombres con una verdadera deficiencia de testosterona quizá se hayan asustado y eviten la terapia hormonal que necesitan.

Sin complementos de testosterona, esos hombres tienen un riesgo de osteoporosis (una enfermedad que debilita los huesos), pérdida de la masa muscular magra, exceso de peso, diabetes, depresión y fatiga, apuntó Baillargeon.

“¿Cuáles son los riesgos a corto y a largo plazo de la descontinuación de la terapia con testosterona para esos hombres que quizá se asustaron con parte de esa publicidad?”, preguntó.

Ahora, su equipo observará si los hombres correctos, los que usaban la testosterona como “fuente de la juventud”, dejaron la terapia hormonal en los últimos años.

El nuevo estudio aparece en la edición del 10 de julio de la revista Journal of the American Medical Association.

Más información

La Administración de Alimentos y Medicamentos de EE. UU. ofrece más información sobre la terapia con testosterona.

#Diabéticos vão trocar a seringa por comprimidos

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Farmacêutica que investiga insulina para toma oral garante que não desistirá da ideia de substituir as “estigmatizantes” injeções. E avança com novo antidiabético em comprimidos. A ciência tem dado passos importantes para a cura da diabetes tipo 1.

Texto de Inês Schreck

A diabetes alastra a uma velocidade vertiginosa, é a pandemia do século XXI. Atinge mais de 420 milhões de pessoas em todo o Mundo e dentro de 25 anos serão mais de 700 milhões os afetados. É um fardo pesado para os doentes, um sorvedouro de recursos económicos dos países e um desafio permanente para cientistas e indústria farmacêutica. Nas últimas décadas deram-se passos importantes na investigação e os próximos anos podem ser decisivos para os doentes.

Há cada vez mais esperança na cura da diabetes tipo 1, que surge mais frequentemente nas crianças e nos jovens. Para esta doença autoimune que destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, a investigação com células estaminais parece cada vez mais promissora.

A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, o maior produtor mundial de insulina, está na linha da frente da investigação nesta área. Durante as últimas décadas, os cientistas focaram-se em usar as células estaminais para mimetizar as células beta, produtoras de insulina. E conseguiram, mas o problema era descobrir como transplantá-las para o organismo sem que o sistema imunitário voltasse a atacá-las. Segundo anunciou recentemente a Novo Nordisk, empresa que a “Notícias Magazine” foi convidada a visitar em maio, há progressos significativos no desenvolvimento de uma espécie de cápsula para proteger as células beta das investidas do sistema imunitário. A Novo Nordisk prevê iniciar o primeiro ensaio clínico dentro de poucos anos.

Já o tipo 2 da diabetes é um quebra-cabeças para os investigadores. Surge em idade mais tardia, consequência dos estilos de vida de um mundo desenvolvido onde a obesidade e o sedentarismo ganham terreno. A esmagadora maioria dos diabéticos (90%) tem este tipo da doença e não há perspetivas de cura, pelo menos num futuro próximo. Porém, tem havido evoluções significativas na tecnologia e nos fármacos para controlar a progressão da patologia e melhorar a qualidade de vida dos doentes.

A substituição das injeções de insulina por comprimidos é a ideia mais ambiciosa. A investigação sofreu um revés no último ano, mas ainda não foi abandonada.

Falta uma peça do puzzle até ao “santo graal”
A Novo Nordisk persegue este objetivo há anos. Chegou a fazer ensaios clínicos de insulina em comprimidos, mas em novembro do ano passado anunciou a suspensão dos testes porque os resultados ao nível da absorção da insulina pelo corpo não eram satisfatórios em termos clínicos. Na atual situação, para que um comprimido de insulina fizesse o mesmo efeito de uma injeção, era necessário aumentar a produção daquela hormona para níveis insustentáveis.

Falta uma peça do puzzle: descobrir o mecanismo que permitirá conduzir a molécula até à corrente sanguínea. “Não desistimos. Fizemos avanços muito significativos. Quando começámos a falar na insulina oral, há mais de duas décadas, a concorrência chegou a rir-se de nós. Agora já ninguém se ri”, realçou Mads Thomsen, um dos vice-presidentes da empresa, durante uma conferência para jornalistas de todo o Mundo. Para Thomsen, transformar as injeções diárias em medicamentos orais será o “santo graal” dos doentes. “A picada no dedo até dói mais, mas os diabéticos não gostam de se injetar, ninguém gosta, é estigmatizante”, explicou.

Também já há outras soluções, como a insulina inalada, comercializada nos Estados Unidos, mas a aceitação não tem sido a esperada porque a absorção não é tão eficaz como as injeções, assinala à NM Rui Raposo, diretor clínico da Associação Protetora dos Diabéticos Portugueses (APDP).

Enquanto a insulina oral não avança, a Novo Nordisk continua apostada em transformar outros injetáveis em comprimidos. É o caso do GLP-1 (peptídio semelhante a Glucagon 1) que é administrado a doentes com diabetes tipo 2. Este antidiabético chegou ao mercado nos anos 90, numa fórmula injetável de aplicação diária (liraglutide), e anos depois evoluiu para uma fórmula de administração semanal (semaglutide), bem mais cómoda para os doentes. Dentro de alguns anos será um comprimido. Os resultados da fase III dos ensaios clínicos para a versão oral do semaglutide foram positivos e a empresa acredita conseguir chegar ao mercado em 2023.

Também na tecnologia a evolução é assinalável. Há quase cem anos, os diabéticos injetavam-se com agulhas grossas, que deixavam marcas a cada picada. As seringas ficaram mais modernas, as agulhas mais finas, até que surgiram as canetas com pontas quase invisíveis. Bombas de insulina associadas a sensores de glicemia, sensores que se colocam no braço e enviam informação e alertas sobre os níveis de açúcar para o telemóvel do doente são novidades mais recentes. “A evolução vai sempre no sentido de termos menos complicações no futuro”, explica Rui Raposo. Porque controlar a doença significa diminuir a probabilidade de problemas cardiovasculares, falência renal, amputações dos membros, cegueira, entre outros riscos a que os diabéticos estão sujeitos.

Notícias magasine

#Síndrome do #cólon irritável

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Algumas pessoas experimentam sensações frequentes de desconforto abdominal, cólicas, diarreia, obstipação (prisão de ventre) e aumento dos movimentos intestinais. Muitas delas são portadoras de um distúrbio de motilidade intestinal que recebe o nome de síndrome do cólon irritável.

Para que esse diagnóstico possa ficar claro, o desarranjo precisa estar associado à sensação de desconforto abdominal e dor que não podem ser explicadas por alterações estruturais ou bioquímicas e que tenham pelo menos duas de três caraterísticas:

1) as dores diminuem com a evacuação;

2) a instalação das crises está associada à modificação da frequência das evacuações; ou

3) associada à mudança no formato das fezes. Além disso, no decorrer do último ano, o desconforto ou dor abdominal deve estar presente pelo menos durante 12 semanas, consecutivas ou não.

 

A prevalência é provavelmente bem alta: nos Estados Unidos atinge 15% dos adultos e, entre nós, é o diagnóstico mais comum dos que procuram os gastroenterologistas. A prevalência é três vezes maior nas mulheres. Não se sabe, no entanto, se é porque elas procuram atendimento médico com maior frequência.

Parecem exercer influência no aparecimento da síndrome os fatores abaixo:

1) Motilidade anormal do intestino delgado durante o jejum, contrações exageradas depois da ingestão de alimentos gordurosos ou em resposta ao estresse;

2) Hipersensibilidade dos receptores nervosos da parede intestinal à falta de oxigênio, distensão, conteúdo fecal, infecção e às alterações psicológicas;

3) Pacientes portadores da doença apresentam níveis elevados de neurotransmissores como a serotonina no sangue e no intestino grosso, que podem modificar a contratilidade e a sensibilidade das vísceras;

4) Infecções e processos inflamatórios podem contribuir para a instalação das crises;

5) Portadores da síndrome apresentam quadros de depressão e ansiedade mais frequentes. Crianças que sofreram abusos sexuais, físicos ou psíquicos têm mais risco de desenvolver os sintomas no futuro.

O diagnóstico é baseado nos sintomas, na ausência de sinais relevantes no exame físico e, principalmente, na visualização direta do intestino através da colonoscopia.

É preciso muito cuidado porque outras doenças podem ser confundidas com a síndrome do cólon irritável: câncer de cólon, diverticulite, obstrução mecânica, infecção, isquemia, síndromes de má absorção, doenças metabólicas e inflamatórias, endometriose e outras mais raras. O diagnóstico de cólon irritável é de exclusão, só pode ser estabelecido quando as outras causas puderem ser afastadas.

A anotação diária dos alimentos associados ao aparecimento das crises é muito útil. Piora dos sintomas pode acontecer depois da ingestão de cafeína, álcool, comidas gordurosas, vegetais que aumentam a produção de gases digestivos ou produtos que contém sorbitol, como o chiclete e as balas sem açúcar.

O tratamento das dores é feito com antiespasmódicos. Análises recentes sugerem que alguns pacientes se beneficiam com um grupo de drogas chamado de antidepressivos tricíclicos, outros com anti-inflamatórios e, nos casos mais rebeldes, até com morfina e derivados.

Para a diarreia existem diversas opções de medicamentos que aumentam a consistência do bolo alimentar e reduzem a frequência dos movimentos intestinais. Nos casos refratários, tratamento com antibióticos por tempo curto pode modificar a flora intestinal e reduzir o número de evacuações.

Quando ocorre prisão de ventre, a inclusão de fibras na dieta pode aliviar os sintomas. Os chamados laxativos osmóticos como o leite de magnésia e a lactulose podem ajudar. Além deles, há várias drogas capazes de acelerar o trânsito intestinal e diminuir a consistência das fezes.

A interação entre fatores psicossociais e a síndrome permanece especulativa. Apesar disso, terapêuticas como relaxamento, psicoterapia e exercícios físicos podem ajudar no controle dos sintomas. A síndrome do cólon irritável é uma doença comum, que precisa ser reconhecida e tratada adequadamente, uma vez que seus sintomas exercem profundos efeitos na qualidade de vida de uma parcela significativa da população.

Sobre o autor: Drauzio Varella

Drauzio Varella é médico cancerologista e escritor. Foi um dos pioneiros no tratamento da aids no Brasil. Entre seus livros de maior sucesso estão Estação Carandiru, Por um Fio e O Médico Doente.
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