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Polypharmacy affects walking speed in older patients

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Researchers say more studies are needed to examine the effect of specific medications on overall well being.

Physicians should consider measuring walking speed during normal walking (NW) and walking while talking (WWT) in individuals taking multiple medications, to assess and identify potentially modifiable mobility risk.

That is the conclusion of the authors of a new study which suggestS an association between polypharmacy and locomotion that can only be partly explained by medical comorbidities.

For the study, researchers examined how polypharmacy affected walking by interviewing 482 people age 65 and older who were enrolled in the Central Control of Mobility in Aging study. Among the participants, 34 per cent used five or more medications during the study and 10 per cent used more than eight medications.

After accounting for chronic health problems, a history of falls and other issues, the authors found those in the polypharmacy group had a slower walking gait than those in the non-polypharmacy group. Those who took eight or more medications had slower walking speed when walking while talking.

Writing in the Journal of the American Geriatrics Society , the authors said, given the link between WWT speed and falls in high-functioning older adults, polypharmacy is a useful marker for those who may be at risk.

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Imobilidade involuntária durante o estupro é comum e está associada a desfechos negativos

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Tara Haelle

A paralisia temporária, ou “congelamento”, durante uma agressão sexual é muito comum, e aumenta os riscos de síndrome de estresse pós-traumático e depressão grave, relatou um estudo publicado on-line em 7 de junho na Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica.

Os resultados potencialmente complicam uma norma judicial em processos: “O sistema legal busca sinais visíveis de resistência porque, quando isso está ausente, é mais difícil provar uma agressão sexual”, escrevem a Dra. Anna Möller, do Karolinksa Institutet e do Stockholm South General Hospital,na Suécia, e colaboradores.

Embora as respostas às ameaças sejam frequentemente divididas em categorias de “luta ou fuga”, a experiência da imobilidade tônica (IT), já bem estabelecida como possível resposta à ameaça extrema entre animais não humanos, ocorreu entre a maioria das vítimas de estupro na nova pesquisa.

“Nos seres humanos, a imobilidade tônica foi descrita como um estado de inibição motora involuntária e temporária em resposta a situações que envolvem medo intenso”, descrevem os autores.

“Ela foi descrita ainda como um estado semelhante ao estado catatônico com hiper ou hipotonicidade muscular, tremor, falta de vocalização, analgesia e falta de resposta relativa aos estímulos externos”.

O estudo envolveu 298 mulheres que foram a uma clínica de emergência para mulheres estupradas em Estocolmo entre fevereiro de 2009 e dezembro de 2011, no prazo de um mês após a agressão sexual. Os pesquisadores usaram a Escala de Imobilidade Tônica de 12 itens para avaliar a presença do fenômeno no momento da agressão a cada mulher. A média de dias entre o ataque e a avaliação foi de 19,1.

Um total de 69,8% das mulheres relatou ter apresentado imobilidade tônica significativa durante o ataque, e quase metade (47,7%) relatou imobilidade tônica extrema. Oito (81,1%) em 10 mulheres relataram ter sentido medo significativo durante a agressão.

“Legalmente, os tribunais podem estar inclinados a descartar a noção de estupro, já que a vítima parece não ter resistido”, escrevem os autores. “Na verdade, o que pode ser interpretado como um consentimento passivo provavelmente representa reações biológicas normais e esperadas a uma ameaça extrema”.

Os pesquisadores também avaliaram a prevalência de síndrome de estresse pós-traumático e depressão em 189 das mulheres após seis meses. As mulheres tinham probabilidades 2,75 maiores de desenvolver transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) e chances 3,42 maiores de desenvolver depressão grave se tiveram imobilidade tônica (odds ratio), OR, de 2,75, P = 0,001 e OR, 3,42, P = 0,003, respectivamente). Um pouco mais da metade (51%) das mulheres que tiveram imobilidade tônica desenvolveu TEPT em comparação com 28% das mulheres que não tiveram, mesmo depois de ajustar para um diagnóstico prévio de TEPT e para fatores de risco relacionados.

No entanto, “A imobilidade tônica foi associada a trauma anterior e TEPT pré-existente, o que nos ajuda a entender melhor como o trauma cumulativo pode funcionar”, escrevem os autores. As chances de uma mulher ter imobilidade tônica durante a agressão mais que dobravam se elas tivessem uma história de trauma (OR de 2,36; P < 0,001). As mulheres também tiveram o dobro de chances de apresentar imobilidade tônica se tivessem um histórico de tratamento psiquiátrico (OR, 2,00; P = 0,003).

“Isso faz com que seja importante na psicoterapia das vítimas de estupro questionar sobre e explicar tais reações, porque de outra forma elas podem causar culpa ou vergonha, o que pode agravar o trauma”, observam os autores. “O aumento do risco de TEPT e depressão grave mostra que essas mulheres precisam de acompanhamento psiquiátrico”.

Os autores reconhecem várias limitações relacionadas ao potencial de viés, incluindo fatores que podem ter contribuído para a perda substancial de acompanhamento após seis meses. Pesquisas anteriores relataram uma menor incidência de imobilidade tônica, mas esses estudos tiveram amostras de pequenos tamanhos e maior risco de viés de memória.

A pesquisa foi financiada pelo Conselho de Pesquisa Sueco e pelo Conselho do Condado de Estocolmo. Os autores declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Acta Obstet Gynecol Scand. Publicado on-line em 7 de junho de 2017. Resumo

La exposición al plomo o zinc durante el embarazo o a los pocos meses de vida puede aumentar el riesgo de autismo (Nat Commun)

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Los dientes son como discos duros biológicos ya que están constantemente capturando información a medida que crecen, incluso desde el desarrollo prenatal.

La exposición al plomo o zinc durante el embarazo o a los pocos meses de vida puede aumentar el riesgo de desarrollar trastorno del espectro autista (TEA) en los niños, según ha mostrado una investigación liderada por la especialista de la Icahn School of Medicine at Mount Sinai de Nueva York (Estados Unidos), Manish Arora, y publicada en la revista “Nature Communications”.

En el trabajo, los investigadores analizaron los dientes de leche de 16 gemelos y mellizos de Suecia que tenían, al menos, un hermano con TEA. A todos ellos, les compararon con otros 22 gemelos que no contaban con hermanos diagnosticados de esta enfermedad.

“Los dientes son como discos duros biológicos ya que están constantemente capturando información a medida que crecen los dientes, incluso desde el desarrollo prenatal. Por tanto, estudiándolos podemos descubrir lo que experimenta un individuo en el útero y en la infancia”, ha recalcado la investigadora.

En este sentido, los científicos observaron diferencias en la absorción de metales entre gemelos con TEA y sus hermanos sanos en ciertos momentos de desarrollo. Por ejemplo, al final del embarazo y durante los primeros meses de vida, los dientes de los niños con autismo tenían más plomo y menos magnesio o zinc.

Además, la cantidad de metales tóxicos en los dientes a los tres meses era también un indicador del riesgo y de la gravedad del TEA a los 8 o 19 años. No obstante, los investigadores han avisado de que sus resultados no son concluyentes y se necesitan más estudios para comprender los motivos por los que los nutrientes, toxinas ambientales y genes interaccionan y conducen al desarrollo del autismo.

La obesidad y la menopausia modifican el perfil epigenómico del cáncer de mama (Endocr Relat Cancer)

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Establece distintos tipos de tumores dependiendo de la adiposidad y el estado menopáusico.

Un estudio del Centro de Investigación Biomédica en Red-Fisiopatología de la Obesidad y la Nutrición (CIBEROBN), perteneciente al Instituto de Salud Carlos III, ha demostrado que la obesidad y la menopausia modifican el perfil epigenómico del cáncer de mama, estableciendo distintos tipos de tumores dependiendo de la adiposidad y el estado menopáusico.

Además, ha permitido identificar también marcas epigenéticas como posibles biomarcadores de diagnóstico y dianas terapéuticas que permitan la aplicación de una terapia personalizada del cáncer asociado a la obesidad.

En el trabajo, publicado en la revista “Endocrine-Related Cancer” han participado investigadores del Hospital Virgen de la Victoria de Málaga, el Complejo Hospitalario Universitario de Santiago (CHUS) y el Instituto de Investigación de Bellvitge (Barcelona).

Teniendo en cuenta que el exceso de peso es un factor clave de riesgo de cáncer de mama especialmente en mujeres postmenopáusicas y de que, a pesar de las evidencias epidemiológicas, los mecanismos moleculares no se conocen, se planteó la hipótesis de si este efecto de la obesidad “podría estar mediada por mecanismos epigenéticos”, según Ana Belén Crujeiras, investigadora que ha liderado este trabajo.

“La regulación epigenética es el principal mecanismo por el cual el ambiente puede modificar la expresión génica, el interruptor que va a “encender” o “apagar” los genes, un mecanismo crucial en la carcinogénesis”, explica la investigadora del CIBEROBN, ya que determinados niveles de metilación del ADN se han asociado con un incremento en el riesgo, pobre pronóstico y una disminución en la supervivencia de cáncer.

Y la obesidad podría contribuir al desarrollo de cáncer de mama favoreciendo cambios epigenéticos que inducen mayor susceptibilidad a padecer la enfermedad, de ahí que las marcas epigenéticas asociadas a este fenómeno pueden representar dianas terapéuticas para la prevención y el tratamiento personalizado de las enfermedades asociadas a la obesidad como el cáncer de mama.

En el estudio se incluyeron un primer grupo de 64 mujeres con cáncer de mama (25 normopeso y 39 obesas). Los resultados fueron a continuación validados en un grupo independiente de 81 mujeres con cáncer de mama y 18 mujeres libres de tumor mamario.

Las pacientes fueron clasificadas teniendo en cuenta su índice de masa corporal y su estado menopáusico en dos grupos: grupo de alto riesgo formado por las pacientes obesas postmenopáusicas y normopeso premenopáusicas y el grupo de bajo riesgo formado por las pacientes obesas premenopáusicas y normopeso posmenopáusicas.

Los niveles de metilación del genoma se compararon entre ambos grupos. En este análisis se identificaron 1.287 posiciones en el genoma (sitios CpG) que presentaban una metilación diferente entre ambos grupos con mayor nivel de metilación en el grupo de alto riesgo.

Entre los genes asociados con estas posiciones diferencialmente metiladas, se identificaron 14 genes que podrían ser una posible firma epigenética del cáncer de mama asociado a la obesidad y el estado menopáusico, siendo el gen ZNF577 el más relevante.

Euthanasia implies some lives have no worth, expert says

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Euroanaesthesia 2017 congress hosts physician-assisted suicide debate.

Legalising physician-assisted suicide would mean that society accepts that some individuals have lives that no longer have any inherent worth and meaning.

That’s according to Dr Calum MacKellar, the Director of Research of the Scottish Council on Human Bioethics, who joined Dr Nathalie Dieudonné-Rahm, senior consultant in anaesthesiology and palliative care at the Bellerive Hospital, University Hospitals of Geneva, Switzerland, to debate the subject of physician-assisted suicide (PAS) at Euroanaesthesia 2017 on Sunday.

“If the measure of a life is only related to happiness and pleasure, then everyone would have a life with a different value and worth,” Dr MacKellar said.

Dr Dieudonné-Rahm said, however, that there were a number of strong arguments for PAS included autonomy, justice, compassion, honesty, individual liberty and transparency. “Persons who have died by PAS have argued unremitting suffering, no prospect of recovery, isolation or fearing about being a burden to their family, but had no intention to harm society or relatives,” she added.

She acknowledged however that more regulations are needed in this area. “Frameworks and regulations are needed to help curb pressure on vulnerable people and healthcare professionals and to avoid the risk of a ‘slippery slope’ or other kinds of suicides,” Dr Dieudonné-Rahm said.