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#Sedentarismo: um problema que mata 5 milhões de pessõas por ano

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Com certeza não é a primeira vez que você se depara com o termo sedentarismo. Considerado um dos maiores males do século XXI, ele aparece com frequência em matérias de saúde e, embora não seja em si uma doença, está associado a diversas patologias graves. Mas, afinal, o que caracteriza o sedentarismo?

“O sedentarismo é definido com a falta ou diminuição da atividade física, provocando uma queda do gasto energético diário do indivíduo”, explica Chiara Brandão, cardiologista especializada em medicina do exercício e do esporte. Em números, ela esclarece que, em maior ou menor grau, pode ser considerada sedentária qualquer pessoa que não realize exercícios físicos aeróbicos vigorosos três vezes por semana, ou exercícios moderados cinco vezes por semana. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 150 minutos de atividades físicas por semana seriam o suficiente para tirar uma pessoa do sedentarismo e da zona de risco das doenças associadas a ele.

Parece muita coisa? Isso ocorre porque, ao longo do processo evolutivo, nosso corpo se desenvolveu para realizar bastante movimento, pois era isso que garantia nossa sobrevivência. Não é mais o caso hoje em dia, com cada vez mais trabalhos que exigem que passemos ao menos oito horas sentados, e facilidades que colocam tudo em nossas mãos. Como resultado, nosso organismo, feito para se movimentar, sofre – e muito! – ao ficar parado na maior parte do tempo.

 

Os perigos do sedentarismo

 

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Quando associamos o sedentarismo ao gasto energético, logo vem à cabeça o excesso de peso. Mas, embora o sedentarismo seja sim um fator que contribui para a obesidade, a ausência ou insuficiência de atividades físicas vai muito além do peso, afetando do sistema neurológico às articulações e, inclusive, pessoas dentro do índice de massa corpóreo recomendado pela OMS. Abaixo, você confere os principais riscos associados à condição:

  • Doenças cardiovasculares: um estudo inglês recente realizado pela Universidade de Cambridge verificou que o sedentarismo mata duas vezes mais que a obesidade no diz respeito às complicações cardiovasculares como infarto, AVC, trombose, entre outras. O sedentarismo também está ligado ao aumento da pressão arterial e do colesterol.
  • Doenças reumáticas metabólicas: ao alterar a capacidade de absorção, de processamento e de eliminação de substâncias do organismo, estudos revelam que o sedentarismo está relacionado ao surgimento de doenças como a gota, em que o ácido úrico se acumula nas articulações, provocando dor.
  • Osteoporose: vida sedentária significa pouca movimentação do corpo, o que, por sua vez, significa não gerar estímulos no esqueleto, o que provoca uma perda acelerada de massa óssea.
  • Diabetes: a falta de exercícios físicos regulares resulta em aumento da gordura corporal e uma maior resistência à insulina. Além disso, um estudo sueco provou que pessoas com diabetes do tipo 2 que praticam pouca ou nenhuma atividade física têm risco maior de desenvolver doenças cardiovasculares.
  • Depressão e ansiedade: de acordo com pesquisadores noruegueses que acompanharam durante 11 anos pessoas inicialmente sem sintomas de ansiedade e depressão, pessoas sedentárias são 44% mais propensas a desenvolver a doença em comparação com pessoas que realizam atividades físicas pelo menos uma hora por semana.
  • Câncer: segundo dados da OMS, 80% dos casos de câncer estão associados ao estilo de vida moderno. Em relação ao sedentarismo, ele está relacionado ao desenvolvimento de tumores que afetam intestino, endométrio, pâncreas e mamas.

A boa notícia é que, da mesma forma que o sedentarismo está ligado ao surgimento dessas doenças, a prática contínua de exercícios pode ajudar a preveni-los e até a tratá-los. Por isso, nunca é tarde para começar a adotar um estilo de vida mais saudável.

Importância da atividade física

 

Só o fato de as atividades físicas ajudarem a prevenir e a tratar uma série de doenças graves já é um benefício e tanto. Afinal, isso significa maior longevidade com qualidade de vida, o que também é importante. Mas, há ainda outros benefícios relacionados à prática regular de exercícios. Conheça alguns abaixo:

Interação social: não é só o fato de a atividade física liberar substâncias que geram sensação de bem-estar. Ao investigar por que a atividade física programada traz mais benefícios para a saúde mental que as atividades físicas cotidianas, cientistas descobriram que a interação social tem um importante papel nesse processo.

Equilíbrio: embora algumas atividades sejam mais recomendadas que outras para trabalhar esse quesito, quase todos os exercícios podem auxiliar a restabelecer ou a retardar a perda da capacidade de equilíbrio conforme envelhecemos, evitando quedas.

Condicionamento físico: parece chover no molhado, mas a prática regular de exercícios melhora, aos poucos, nosso condicionamento, aumentando nossa disposição e tornando mais fácil realizar atividades do dia a dia, como subir lances de escada, etc.

Postura: ao colocar o corpo em movimento, você alonga a coluna e fortalece os músculos ao redor dela, protegendo-a. Além disso, a prática de exercícios também promove a flexibilidade, o que ajuda a manter uma postura adequada.

Concentração e capacidade mental: só de melhorar o sono, a atividade física já favorece uma melhora considerável da concentração. No entanto, estudos conduzidos pela Harvard Medical School também mostram que ela estimula regiões do cérebro ligadas à memória, melhorando a performance mental.

Autoestima: não, não tem nada a ver com emagrecer ou definir os músculos. Mais do que isso, ao praticar uma atividade física regularmente, nós ultrapassamos limites previamente estabelecidos por nós mesmos e reforçamos nossa autonomia, o que tem efeitos positivos na autoestima.

Libido: ao contribuir para a saúde física e mental, a atividade física melhora a vida sexual a medida em que aumenta a libido e está associada à diminuição do risco de disfunção erétil nos homens. Isso sem contar o fato de que a atividade física melhora o condicionamento, o equilíbrio e a flexibilidade, o que pode ajudar a dar um boost na relação.

10 dicas para ter uma vida mais ativa

Como os benefícios reais da atividade física estão associados principalmente à prática contínua, Chiara diz que “nada substitui a prática regular de exercícios físicos planejados”. No entanto, ela cita que pequenas mudanças no dia a dia já são capazes de fazer diferença na saúde das pessoas. Veja só alguns exemplos:

  1. Ande pelo menos 10 mil passos por dia: a ideia que surgiu em 1960, no Japão, para ajudar os japoneses a diminuírem o sedentarismo, ainda é válida e, o que é melhor, ficou mais fácil com a ajuda da tecnologia, com aplicativos como o Stepz, Pacer e Pedômetro dedicados a contar os passos que você deu no dia.
  2. Ande mais e dirija menos: comece a deixar o carro em casa quando precisar ir ao mercado, à padaria e até à estação de metrô mais próxima. Se aliar esta dica a dos 10 mil passos, você vai ver que conseguirá cumprir a meta rapidinho.
  3. Troque o elevador pelas escadas: para quem mora em andares altos, não precisa subir até lá após um longo dia de trabalho, mas coloque como meta subir pelo menos três lances de escada no condomínio, no trabalho ou onde for possível. Já ajuda muito!
  4. Passeie mais com seu cachorro: além de contribuir para o bem-estar dele, você ainda insere mais atividade física no dia a dia. E, o mais bacana, ao lado de um grande amigo.
  5. Estacione seu carro mais longe do que de costume: ao fazer isso, além de conseguir escapar de estacionamentos caros, você ainda acrescenta alguns passos no seu dia. Mas, cuidado, só faça isso em locais movimentados e seguros.
  6. Desça do ônibus um ponto antes: quem anda de transporte público já caminha mais naturalmente, afinal, raramente o ponto ou estação fica na frente do lugar em que queremos ir. Mas vale a dica para potencializar ainda mais a caminhada.
  7. Explore sua cidade ou vizinhança a pé: é impressionante como muitas vezes a gente conhece lugares longe de casa, mas nunca fomos naquela doceria incrível do bairro. E nenhum jeito é melhor para descobrir as coisas do que a pé. Garanto que você vai se surpreender!
  8. Brinque mais com as crianças: tire as crianças do celular e do computador, e saia você mesmo desses dispositivos, chamando-as para brincar de pega-pega ou para jogar bola.
  9. Movimente-se mesmo quando estiver sentada: quando estiver no trabalho, tente contrair o abdômen seis vezes seguidas, várias vezes ao dia. De acordo com os médicos, isso já é o suficiente para fortalecer os músculos da região e melhorar a postura.
  10. Dê preferência às atividades com movimento nos momentos de lazer: a gente já passa a maior parte do tempo sentado devido aos compromissos. Na hora de se divertir, evite só assistir filmes ou séries e invista também em atividades que demandem mais esforço e, de preferência, ao ar-livre, como andar de bicicleta no parque, ou ir à praia e aproveitar para caminhar. Faz bem para a saúde física e mental!

Caso opte por incluir atividades físicas programadas, como ir à academia, Chiara diz que “um programa de exercícios que inclua treinamentos aeróbicos, de flexibilidade e neuromotor é indispensável para manter o condicionamento físico e a saúde”. Com isso em mente, vale procurar uma atividade que se encaixe no seu perfil e que seja prazerosa o suficiente para que você continue se exercitando a longo prazo.

Escrito por Ananda Almeida (REBLOGADO DE DicasdeMulher.com)

#EL #ENVEJECIMIENTO, EL #ESTRÉS OXIDATIVO Y ALGUNOS #ALIMENTOS ANTIOXIDANTES

Postado em

 

 

 

 

Por el

Excmo. Sr. Dr. D. Francisco TortueroCosialls

Académico de Número de la RACVE

Lunes, 21 de mayo de 2018

 

 

 

 

 

El estrés oxidativo

 

Entre el comienzo y el fin de la vida del hombre se distinguen dos periodos: el primero en el que existe una vitalidad ascendente, hasta alcanzar un máximo que expresa la optimización biológica. Es el periodo básico para la conservación de la especie. El segundo periodo se inicia con la finalización del crecimiento, durante el cual la optimización mencionada tiene dos posibilidades de desarrollo. Uno, continuar así hasta la muerte; otro iniciarse un declive paulatino que es lo que sucede  en el hombre.

El envejecimiento es un proceso complejo determinado por factores externos e internos con cambios en la composición bioquímica de los tejidos, en las funciones fisiológicas y en una mayor predisposición y eclosión de enfermedades diversas.

Distintas teorías han surgido a lo largo del tiempo con la finalidad de explicar la etiología del envejecimiento y, sin embargo, ninguna de esas hipótesis explica, o ha sido aceptada para explicar la causa del envejecimiento.

Considerando que se trata de un proceso regresivo un hecho es cierto como hemos indicado: no se inicia antes de finalizar el crecimiento. En otras palabras, comienza una vez alcanzada la optimización biológica del individuo.

Hubo una época en que predominaba sobre todo la búsqueda de los medios para alcanzar la eterna juventud. En la actualidad, sin embargo, tratamos de entender los mecanismos responsables del envejecimiento y las alteraciones que este proceso natural causa en distintos órganos y sistemas de nuestro organismo con la idea de mejorar la calidad de vida.

Sin embargo, todos sabemos que el aumento en la esperanza de vida implica la compañía de distintas afecciones crónicas y patológicas degenerativas que muchas veces conllevan  la  muerte del individuo. Y si bien desconocemos cuanto tiempo vamos a vivir, el Dr. David Sinclair, del Harvard Medical Scholl, afirma que solo con medir el nivel de azúcar en sangre puede saberse cuando llegará esa hora impredecible. De modo que se puedan tomar medidas energéticas para prolongar la vida.

Por otra parte, es evidente que aunque el tiempo transcurre igual para todo el organismo no todos los órganos sufren de la misma forma e intensidad. Incluso ciertas características funcionales, como la frecuencia del pulso en reposo o los rasgos de nuestra personalidad suelen cambiar poco con la edad. Otros, por el contrario, son más evidentes y acompañan indefectiblemente al paso del tiempo. Son cambios que tienen carácter universal, progresivo e irreversible y que afectan principalmente al:

  • Sistema nervioso en el que los reflejos y el impulso nervioso disminuyen y aumenta la dificultad para aprender y retener en la memoria, al tiempo que se produce un mayor riesgo de desarrollar hipotermia, hipertensión y trastornos electrolíticos.
  • El sistema musculo-esquelético se debilita, la masa muscular disminuye y los ligamentos y cartílagos se van degenerando y con ello se pierde flexibilidad y elasticidad muscular.
  • El sistema óseo poco a poco va perdiendo el contenido mineral consecuencia de una menor ingestión de calcio y de su absorción a lo que colabora un déficit de vitamina D. De ahí el mayor riesgo de osteoporosis y fracturas óseas.
  • En el aparato digestivo,disminuyen paulatinamente sus funciones vitales a consecuencia del deterioro del epitelio intestinal.
  • En el aparato urinario la excreción renal se deteriora siendo el aclaramiento de la creatinina el signo más evidente para su detección.
  • Todos estos cambios, independientemente de su origen, afectan de una u otra manera a un deficiente estado  de nutrición y obligan a una alimentación más adecuada para evitar, en lo posible, un envejecimiento más rápido y agresivo.

Junto a estos cambios de carácter general se producen otros más o menos acusados, pero no menos importantes. Así son frecuentes los que se refieren a la atrofia de las papilas gustativas, o los que influyen sobre el apetito o la motilidad intestinal. Y sobre todo aquellos que afectan a procesos metabólicos como la intolerancia a la glucosa en personas que no han sido diabéticas. En este caso se ha comprobado un aumento de 2mg/dl en los niveles de glucemia en ayunas cada 10 años a partir de los 40 y de 8-15mg/dl en la glucemia postprandial, consecuencia según  muchos autores a una menor producción de insulina pancreática.

Como decíamos al principio, las teorías que han surgido para explicar el envejecimiento no son convincentes y ni siquiera la de Denham Harman sobre el estrés oxidativo y los radicales libres explica totalmente el proceso del envejecimiento.

Parece indudable que el estrés oxidativo es premisa importante para el desarrollo del cáncer y los procesos cardiovasculares, supuesto que la oxidación de las LDL en el endotelio vascular es un  precursor de la formación de placas ateromatosas, así como la hipoxia subsiguiente en los procesos isquémicos. De igual manera, aunque no esté demostrado totalmente hemos de referirnos a su posible importancia en las enfermedades neurodegenerativas.

Independientemente de cuánto hemos hecho mención al envejecimiento y al proceso oxidativo, quiero hacer referencia a los estudios o investigaciones llevadas a cabo en personas mayores de 95 años, por un lado, y entre 75-80 años, por otro, en las que se ha puesto de manifiesto que entre los 75 y 80 años los niveles de malondialdehido (MDA) y proteínas oxidadas (PO) son menores en centenarios que en ancianos más jóvenes y se observa que a menor grado de estrés oxidativo mayor es la probabilidad de ser centenario.

Lo que es indudable es que existe una  relación directa entre los radicales libres, el proceso de envejecimiento y el estrés oxidativo. Esta es la razón de que haya dedicado una parte de la conferencia a los radicales libres.

De forma general, se considera que el cerebro humano disminuye después de los 50 años, 2% de peso cada década y después de los 60 años se produce un déficit progresivo de neurotransmisores cerebrales; las neuronas dopaminérgicas son las más sensibles a los cambios producidos por el paso del tiempo. Por otra parte, se estima que las personas que sobrepasan los 65 años padecen 2 veces más de discapacidades, 4 veces más de limitaciones, van al médico 42% más seguido y sus estancias hospitalarias son 50% más prolongadas.

En otro sentido, es evidente que aunque el tiempo transcurre igual para todo el organismo no todos los órganos sufren de la misma forma e intensidad. Incluso ciertas características funcionales, como la frecuencia del pulso en reposo o los rasgos de nuestra personalidad suelen cambiar poco con la edad. Otros, por el contrario, son más evidentes y acompañan indefectiblemente al paso del tiempo. Son cambios que tienen carácter universal, progresivo e irreversible y que afectan principalmente al:

  • Sistema nervioso en el que los reflejos y el impulso nervioso disminuyen y aumenta la dificultad para aprender y retener en la memoria, al tiempo que se produce un mayor riesgo de desarrollar hipotermia, hipertensión y trastornos electrolíticos.
  • El sistema musculo-esquelético se debilita, la masa muscular disminuye y los ligamentos y cartílagos se van degenerando y con ello se pierde flexibilidad y elasticidad muscular.
  • El sistema óseo poco a poco va perdiendo el contenido mineral consecuencia de una menor ingestión de calcio y de su absorción a lo que colabora un déficit de vitamina D. De ahí el mayor riesgo de osteoporosis y fracturas óseas.
  • En el aparato digestivo,disminuyen paulatinamente sus funciones vitales a consecuencia del deterioro del epitelio intestinal.
  • En el aparato urinario la excreción renal se deteriora siendo el aclaramiento de la creatinina el signo más evidente para su detección.
  • Todos estos cambios, independientemente de su origen, afectan de una u otra manera a un deficiente estado  de nutrición y obligan a una alimentación más adecuada para evitar, en lo posible, un envejecimiento más rápido y agresivo.

Junto a estos cambios de carácter general se producen otros más o menos acusados, pero no menos importantes. Así son frecuentes los que se refieren a la atrofia de las papilas gustativas, o los que influyen sobre el apetito o la motilidad intestinal. Y sobre todo aquellos que afectan a procesos metabólicos como la intolerancia a la glucosa en personas que no han sido diabéticas. En este caso se ha comprobado un aumento de 2mg/dl en los niveles de glucemia en ayunas cada 10 años a partir de los 40 y de 8-15mg/dl en la glucemia postprandial, consecuencia según  muchos autores a una menor producción de insulina pancreática.

Como decíamos al principio, las teorías que han surgido para explicar el envejecimiento no son convincentes. Existe un modelo denominado modelo de daños acumulados que trata de explicar el envejecimiento. Este modelo sugiere que las células acumulan daños poco a poco y no se pueden reparar después de muchos años. Esto, unido a que el sistema inmunológico de las personas mayores disminuye y el sistema de reparación de ADN decrece con los años, es decir que las células mutantes se acumulan en el ADN mitocondrial y nuclear, y pueden llevar a la síntesis de proteínas anormales, son las evidencias que sustentan este modelo.

Pero ni siquiera la teoría de Denham Harman sobre el estrés oxidativo y los radicales libres explica totalmente el proceso del envejecimiento.

Parece indudable que el estrés oxidativo es premisa importante para el desarrollo del cáncer y los procesos cardiovasculares, supuesto que la oxidación de las LDL en el endotelio vascular es un  precursor de la formación de placas ateromatosas, así como la hipoxia subsiguiente en los procesos isquémicos. De igual manera, aunque no esté demostrado totalmente hemos de referirnos a su posible importancia en las enfermedades neurodegenerativas.

Independientemente de cuánto hemos hecho mención al envejecimiento y al proceso oxidativo, quiero hacer referencia a los estudios o investigaciones llevadas a cabo en personas mayores de 95 años, por un lado, y entre 75-80 años, por otro, en las que se ha puesto de manifiesto que entre los 75 y 80 años los niveles de malondialdehido (MDA) y proteínas oxidadas (PO) son menores en centenarios que en ancianos más jóvenes y se observa que a menor grado de estrés oxidativo mayor es la probabilidad de ser centenario.

Lo que es indudable es que existe una  relación directa entre los radicales libres, el proceso de envejecimiento y el estrés oxidativo. Esta es la razón de que haya dedicado una parte de la conferencia a los radicales libres.

 

Sobre los radicales libres

 

En las últimas décadas han surgido diversas teorías, como ya hemos señalado, para explicar el proceso de envejecimiento. De todas ellas la que se considera como más aproximada a la realidad es la de los radicales libres, según la cual una vez que los mecanismos antioxidantes del individuo no alcanzan el nivel necesario de actividad la producción de radicales libres se acumula y tienen campo libre para actuar en cualquier órgano o sistema orgánico con cierto grado de especificidad. De esta manera se produce el estrés oxidativo.

Refiriéndonos a los radicales libres. Estos radicales son resultado de los procesos fisiológicos de nuestro organismo, como son el metabolismo de los nutrientes, la respiración y el ejercicio, o bien son generados por factores extra orgánicos de carácter ambiental (contaminación, tabaco, radiación, etc.) Los radicales libres son átomos o moléculas extremadamente reactivas. Esta inestabilidad los hace ser ávidos por la captura de un elemento cualquiera de su entorno y que la nueva molécula quede inestable. De esta forma pueden establecer reacciones en cadena por medio de transportadores que se oxidan y reducen secuencialmente.

Si nos limitamos a nuestro cuerpo, y a cuanto sucede en sus células, éstas se encuentran en una constante producción de energía necesaria para todas y cada una de las funciones de los distintos órganos.

Para obtener esta energía se hace necesario, aparte de la contenida en los alimentos, la presencia de oxigeno. El proceso en sí es lo que conocemos como respiración celular.

En principio, aspirado el oxigeno del aire por nuestro organismo, puede transformarse en agua mediante un proceso de reducción de electrones, durante el cual se liberan, como productos intermedios, un radical superoxido (O2—), un radical hidroxilo (.OH) y un hidroperóxido (H2O2). Para evitar la acción nociva de alguno de estos radicales las células necesitan antioxidantes que eviten su formación. Un radical libre,  como hemos señalado anteriormente, es capaz de existir independiente (por eso se denomina “libre”) con uno o más electrones desapareados.

Los radicales libres se generan en las estructuras celulares y principalmente en las mitocondrias, verdaderas microcentrales energéticas que producen el ATP, componente esencial para el normal funcionamiento de la piel,  la membrana nuclear, la citoplásmica y el retículo endoplásmico. Una vez formados aquellos tienen una vida media de microsegundos, y en tan corto espacio de tiempo son capaces de interactuar con las biomoléculas vecinas sobre todo con los lípidos que representan el grupo más susceptible debido a la presencia de dobles enlaces en los ácidos grasos insaturados de las membranas fosfolipídicas.

Los radicales libres más activos y abundantes en el organismo humano son los del oxígeno y los del grupo OH. Los primeros se utilizan por algunas células como los neutrófilos, los macrófagos, etc. para eliminar organismos perniciosos como bacterias o virus. En el caso del radical OH si no se aleja de la célulapuede iniciar un ataque sobre los carbohidratos, los lípidos olas proteínas  del DNA y a la degradación celular. Este radical OH siempre, o casi siempre, es peligroso. Otros como el NO., no sólo no son peligrosos sino de gran utilidad. Así, el NO es eficaz vasodilatador y probablemente un importante neurotrasmisor que tanta alabanza ha recibido últimamente.

Así pues, en función con el balance entre radicales libres y antioxidantes se determina el grado de daño ocasionado o el posible efecto benéfico de los propios radicales libres.

Seguidamente, haremos mención a algunos de los antioxidantes y de los alimentos que los contienen.

 

 

 

 

Algunos alimentos como antioxidante

Breve preámbulo sobre los antioxidantes

Como decíamos antes todos los seres vivos que utilizan el oxigeno para obtener energía, liberan radicales en mayor o menor cantidad. De modo que, a una concentración dada, serían incompatibles con la vida si no fuera por la existencia de mecanismos celulares de defensa que los neutralice. Estas defensas son los antioxidantes, cuyo mecanismo de acción consiste en dar electrones a los radicales libres sin convertirse ellos mismos en sustancias perjudiciales para la salud.

Un antioxidante es una molécula capaz de retrasar o detener la oxidación de otras moléculas. La oxidación, por otra parte,  es una reacción química de transferencia de electrones de una sustancia a un agente oxidante. En estas reacciones, como ya se ha dicho, pueden producirse radicales libres en cadena que dañan a las células. Los antioxidantes lo que hacen es terminar estas reacciones quitando intermediarios y oxidándose ellos mismos. De cualquier forma, la longevidad parece aumentar en la medida que aumenta el nivel de antioxidantes en la dieta y cuando se efectúa una restricción calórica, quizá por causa de una menor velocidad de la degradación mitocondrial y una disminución del metabolismo celular y del consumo de oxígeno.

Los antioxidantes se clasifican en dos grandes grupos, dependiendo de su solubilidad en agua (hidrofílicos) o en lípidos (hidrofóbicos). En general, los antioxidantes solubles en agua reaccionan con los oxidantes en el citoplasama celular y el plasma sanguíneo, mientras que los liposolubles protegen las membranas contra la peroxidación lipídica.

En otros términos, los antioxidantes pueden clasificarse en endógenos y exógenos. Dentro de los primeros se encuentran tres enzimas que son fundamentales en esta actividad: la catalasa, la superóxidodismutasa y la glutatión peroxidasa. Dentro de los antioxidantes exógenos se encuentran las vitaminas E y C, los betacarotenos, los flavonoides y los licopenos que se hacen llegar al organismo con la dieta.

Refiriéndonos de modo especial a la vitamina E recordemos que está constituída por varios tipos de compuestos naturales, de los que el alfa-tocoferol tienen la mayor actividad biológica (antioxidante y estabilidad de las membranas). Se calcula que cada molécula de vitamina E es capaz de proteger 500 moléculas de fosfolípidos. Representa la principal defensa contra el daño oxidativo de la membrana en los tejidos humanos. Posee un papel protector frente a los daños asociados a los radicales libres de oxígeno involucrados en procesos como el cáncer, el envejecimiento, las alteraciones cardiovasculares, la artritis y el ejercicio intenso. Está presente en el medio extracelular y por su carácter liposoluble se localiza en la membrana celular reaccionando con mayor efectividad sobre el radical superóxido, el hidroxilo y los radicales peroxil lipídicos para formar especies menos reactivas. Finalmente, su acción plasmática se ve incrementada por el ascorbato (vitamina C) y los uratos séricos. Seguidamente hablemos de los carotenoides.

 

Carotenoides

Desde el punto de vista químico, los carotenoides son tetraterpenos constituidos por unidades múltiples de isopreno. Existen dos gupos de carotenoides: los carotenos, cuyorepresentante más significado es el β-caroteno, y las xantofilas con especial mención a la luteína, zeaxantina y licopeno.

El mecanismo de acción de los carotenoides en la salud humana no se ha definido claramente. Una posible hipótesis es que los carotenoides, incluyendo pero no limitándose al β-caroteno, sirven como supresores superóxido O2 (forma altamente reactiva) y como antioxidantes en la prevención del daño de los ERON (especies reactivas de O ó de N).

 

 

 

 

Los cítricos, la vitamina C y el β-caroteno

Históricamente se ha considerado a los cítricos como la fuente por excelencia de vitamina C, y ésta a su vez, el antioxidante de elección. Pero otros alimentos, hoy de actualidad, tienen un contenido igual o superior en dicha vitamina, que junto a su acción antioxidante tiene otras funciones bioquímicas no menos importantes como es,por ejemplo, la reacción de nitratos con aminas o amidas para formar nitrosaminas cancerígenas en el intestino.

Otros componentes de los cítricos, no menos importantes para la salud, son los carotenoides y de modo especial el β-caroteno, que no se limita a satisfacer las necesidades en vitamina A, sino también, junto a otros carotenoides, es eficaz en la protección de los lípidos de las membranas celulares frente a los radicales perniciosos, cuando la presión del oxígeno celular es baja. De este modo viene a ser un complemento de la vitamina C.

Ahora bien, aún cuando el β-caroteno de los alimentos es eficaz en términos de salud, no lo es tanto en lo que se refiere al consumo en forma de cápsulas o comprimidos. Asi la Asociación Americana del Corazón, o el Instituto Mundial de Investigación del Cáncer no recomiendan los suplementos por el posible aumento del cáncer de próstata, entre otros, y sabido es, por otra parte, de acuerdo con las investigaciones que se llevaron a cabo en Finlandia con 29.132 fumadores, que tomar un suplemento de beta-caroteno de 20mg/día aumentaba en un 18% la incidencia estadística del cáncer de pulmón. Esta es la razón por la cual no se recomienda tomar suplementos de β-caroteno si fuma o ha sido fumador.

Sin embargo, es posible que comporte cierta eficacia cuando se consume en preparado junto a las vitaminas C y E y el Zn en el tratamiento de la degeneración macular asociada a la edad (DMAE).

 

 

 

Luteina y zeaxantina de la yema del huevo

La luteína y zeaxantina son xantofilas que se encuentran en las verduras de hojas verdes, en el maíz amarillo y en la yema del huevo, cuyo contenido, a pesar de ser inferior al de aquellas, tiene una mayor biodisponibilidad. Ambos carotenoides poseen un importante efecto antioxidante, antimutagénico y anticarcinogénico. Por ello los huevos se consideran alimento funcional.

En el organismo humano, los dos pigmentos están ampliamente distribuídos a nivel tisular y son los carotenoides principales del cristalino y de la región macular de la retina.

Los estudios epidemiológicos que han demostrado una relación inversamente proporcional entre la ingesta de estos pigmentos y la aparición de cataratas o de la degeneración macular asociada a la edad, indican que estas xantofilas pueden desempeñar una función protectora. Así parecen aceptarlo los oftalmólogos españoles al recomendar preparados de luteína junto a otras vitaminas y minerales al iniciarse la DMAE.

Por otra parte, los estudios que se están realizando en la actualidad sugieren que ambos carotenoides podrían contribuir a prevenir cardiopatías o accidentes cerebrovasculares.

Y un hecho importante: en pruebas en las que se suplementaba la luteína aisladamente los efectos no eran tan marcados como al consumir la yema del huevo (conteniendo 120µg/yema). Esto parece indicar que para combatir los fenómenos de estrés oxidativo además de la luteína se necesitan otros microelementos como algunas vitaminas y minerales, presentes en la yema del huevo.

 

 

 

 

El licopeno y el cáncer de próstata

El licopeno es un carotenoide liposoluble, presente de modo especial en el tomate y sus conservas, con gran potencial antioxidante y de ahí que se haya ensayado en muchas pruebas de diferente tipo. Entre estas pruebas la más esperanzadora es la del cáncer de próstata.

El cáncer de próstata es el cáncer más frecuente en el hombre americano. Y no se conocen medidas preventivas eficaces que eviten la mortalidad, que en España fue de 5752 muertes en 2016.

Resultados de estudios epidemiológicos recientes parecen evidenciar un posible beneficio frente al riesgo del cáncer de próstata. Ya hace 30 años me visitaba un famoso investigador israelí que estaba trabajando sobre este tipo de cáncer y el licopeno, advirtiéndome que el tomate únicamente era eficaz si se tomaba acompañado de aceite. En cinco nuevos estudios los resultados parecen favorables con un 35% de disminución en el riesgo de cáncer intraprostático y de un 50% de reducción en el cáncer avanzado (extra prostático).

Otras investigaciones, sin embargo, no apoyan estos resultados y hacen que los datos anteriores sean inconsistentes.

No obstante en este último comentario, en 3 de las 7 pruebas experimentales los niveles de licopeno en suero eran demasiado bajos como para conseguir algún efecto positivo.

En conclusión, como los resultados no son definitivos, el consumo de tomate o de sus productos debe hacerse con no mucha esperanza de éxito.

 

 

 

 

 

Polifenoles

Los polifenoles se consideran como sustancias o compuestos fitoquímicos de bajo peso molecular y que son esenciales para el hombre, conociéndose en la actualidad más de 800 estructuras químicas que van desde moléculas simples (ej. el ácido fenólico o los flavonoides) hasta compuestos altamente polimerizados (como los taninos o la lignina).

Los polifenoles poseen una estructura química ideal que los hace ser activos consumidores de radicales libres y donantes de electrones e hidrógenos. Como, por otra parte, poseen una porción hidrofílica y otra hidrofóbica pueden actuar en contra de los radicales oxidados que se producen tanto en medios hidrofóbicos como acuosos.

En comparación con los antioxidantes fisiológicamente activos,Soobrate et al. (2005) encontraron que varios polifenolesposeían una eficacia mayor que otros.

De este modo los polifenolesse han dividido en cuatro categorías, con subgrupos adicionales según el número de anillos fenólicos que posean. Así, tenemos:

  1. Flavonoides, incluyen:
  • Flavonas
  • Flavonoles
  • Flavononas
  • Isoflavonas
  • Chalcones
  • Catequinas
  1. Estilbenos, siendo el resveratrol el más conocido
  2. Lignanos, presentes en las semillas de leguminosas, frutas, etc.
  3. fenólicos:
  • Acidohidroxibenzoico, en el te
  • Acidoshidroxicinámicos, café, moras, kiwis, etc.

De todos los polifenoles el más interesante, desde todos los puntos de vista, es el resveratrol. Creo, por ello, conveniente dedicarle un apartado especial.

¿Resveratrol el antioxidante soñado?

 

El resveratrol, polifenol del grupo de los estilbenos, fue aislado por primera vez a mediados del siglo XX y es uno de los polifenoles que más ha llamado la atención de los investigadores en las dos últimas décadas por dos motivos: Uno, participar junto a otros polifenoles del vino en los problemas cardiacos; otro, por su posible efecto sobre el envejecimiento y la prolongación de la vida.

Los alimentos más importantes por su contenido en resveratrol son: las uvas, arándanos, frambuesas y moras. El vino tinto contiene entre 0,2 y 4,8 mg/L en función de diversas variables.

Pero una de las fuentes de resveratrol más prometedora son los cacahuetes, especialmente germinados, con niveles entre 11,7 y 25,7 mg/g, junto al  chocolate negro y el cacao, pero con un contenido muy inferior (0,35-1,85 mg/Kg).

La biodisponibilidad del resveratroles muy baja, aproximadamente del 0,5%, y aún cuando administrado por vía oral se absorbe un 70%, al llegar al hígado experimenta un proceso de glucoronidación y  sulfatación hepáticas, quedando de este modo escasamente utilizable.

En un principio, el resveratrol se consideró que dentro de los polifenoles del vino era el principal responsable de los efectos favorables sobre el corazón. Más tarde, en 2003, el Dr. David Sinclair del Harvard Medical School publicó en la revista Nature que el resveratrol activaba el gen Sir2 de las sirtuinas presentes en las células de levaduras. La sirtuina es una proteína que al activarla produce efectos maravillosos prolongando la vida de las levaduras y gusanos y, posiblemente, según se ha sugerido, por algunos, la del hombre. Esta es la razón por la que se iniciara la búsqueda de compuestos capaces de aumentar la activación del resveratrol.

Pronto aparecieron en la prensa toda clase de noticias ilusionantes. El campo de investigación antienvejecimiento experimentó una actividad inusitada centrándose en las sirtuinas y el resveratrol, y de sus efectos como prolongadores de la vida del gen Sir 2 (de la familia de las sirtuinas) en levaduras. Más tarde, estas investigaciones se ampliaron a otros organismos modelo como la mosca (Drosophila melanogaster) y a un tipo de gusanos.

De este modo, durante un tiempo, los productores de resveratrol y demás derivados obtuvieron pingües beneficios  mediante su comercialización.

Pero la prensa, que alentó aquellos efectos ilusionantes, tiempo después difundía noticias desalentadoras, afirmando que: ”se duda del gen de la longevidad” o “la promesa de la eterna juventud se desvanece” o bien “dudas sobre la proteína antienvejecimiento”.

Y es que frente a la solidez de algunos trabajos en los que se basaba la “ilusión” resveatrol/sirtulina, no todos, aún los de carácter científico, ofrecían resultados unánimes. Piénsese que hasta el momento no se ha demostrado en mamíferos actividad alguna y varios estudios han puesto de manifiesto últimamente que el resveratrol no está asociado a beneficio alguno sobre la salud. Ejemplo de ello son los trabajos de los investigadores de la Escuela de Medicina de la Universidad Johns Hopkins han llegado a la conclusión de que los consumidores de una dieta rica en resveratrol no viven más, ni son menos propensos a desarrollar enfermedades cardiovasculares o cáncer, en comparación con quienes toman pequeñas cantidades de la famosa sustancia.

Como dice el Dr. Richard Samba, de la citada Universidad el caso del resveratrol es el típico en el que hay muchísimo despliegue publicitario, pero al final sus beneficios no superan la prueba del tiempo.

A pesar de todo, alguna esperanza parece vislumbrarse, de acuerdo con un estudio del Centro Médico de la Universidad de Georgetown. Según  este trabajo, “el resveratrol administrado a los pacientes de Alzheimer ralentizó el deterioro cognitivo en comparación con otro grupo tratado con placebo. Ello se debe, según los autores, a que “parece restaurar la integridad de la barrera hematoencefálica”. De ser esto es así, algún beneficio habría de tener el resveratrol.

 

Los polifenoles del vino tinto y la salud

Las enfermedades cardiovasculares, desde los años 50 del siglo pasado, se han relacionado estrechamente a la ingestión excesiva de grasa saturada y colesterol. Sin embargo, desde hace ya algún tiempo se comprobó que en Francia e Italia (los mayores productores de vino de Europa) se consumía gran cantidad de alimentos grasos y, sin embargo, el riesgo cardiovascular era menor.

Entre los años 1980 y 1994se llevó a cabo el llamado estudio MONICA, que se  realizaba  en más de 15 millones de personas de veinte países. Las primeras conclusiones fueron que entre los países del Norte de Europa y los del Sur había notables diferencias en la mortalidad por infarto de miocardio. Diferencias que persisten en la actualidad y de modo especial con Francia.

Entre las conclusiones de dicho estudio surgió, lógicamente, la pregunta: ¿Por qué los franceses, a pesar de comer más carne roja, foie gras, queso y mantequilla tienen una mortalidad por infarto tan baja? Un hecho era evidente: Si no existían diferencias sustanciales en cuanto a sus niveles de colesterol, tensión arterial o tabaco consumido, ¿a qué se debía el menor riesgo de infarto de miocardio?

Fue Serge Renaud, investigador francés, al que se considera padre de la paradoja francesa,  quien pensó que, si no toda, gran parte de la paradoja debía atribuirse a que la mayoría de los franceses son consumidores habituales de vino tinto y que éste, a dosis moderadas, tenía efectos benéficos para la salud cardiovascular. En otras palabras, el vino eliminaba el peligro de comer quesos, foie gras o sus “cruasanes” con mantequilla como siempre se ha venido haciendo.

Los críticos de la paradoja francesa piensan que en realidad ésta no existe. Pero real o no lo que se consiguió fue que proliferaran enormemente los estudios sobre el vino y sus componentes principales: el alcohol y los polifenoles y sus efectos sobre la salud.

Es posible que la causa de tales efectos no sea única, sino multifactorial, y que su determinación definitiva sea difícil. La prueba es que en la actualidad hay publicaciones que hablan de que el factor determinante de la paradoja es el queso, cuyo consumo en Francia se aproxima a los 26 kg/año.

Pero concretándonos al vino, por cuanto que considero al queso como una posibilidad muy remota, es indudable que el efecto del vino tinto es el resultado de la combinación de alcohol y polifenoles. Porque, por un lado está demostrado que el alcohol, a pequeñas dosis, aumenta las HDL, inhibiendo la agregación plaquetaria, y, por otro,los polifenoles, aisladamente, tienen propiedades antiinflamatorias y disminuyen el colesterol LDL oxidado, que es el peor.

Los polifenoles del vino se clasifican en flavonoides y no flavonoides. Unos y otros contribuyen a crear y mantener la calidad de los vinos,  influenciada principalmente por su estructura fenólica que, a su vez, está compuesta, entre otros, por antocianos y taninos. De ellos depende en gran parte las características sensoriales del vino como el color, el cuerpo, la astringencia y el amargor.

Cada compuesto polifenólico contribuye de modo distinto a la capacidad antioxidante del vino, de modo que este potencial resulta no solo de la suma de cada componente sino también de la interacción resultante de unos y otros.

Refiriéndonos de nuevo al vino y la salud, dentro de los numerosos  trabajos publicados los de mayor proyección son los que se refieren a la prevención de los procesos cardiovasculares, el cáncer y la enfermedad de Alzheimer. En estos estudios  los polifenoles más utilizados han sido la quercitina, la catequina y el resveratrol queencabeza la lista de las publicaciones.

Entre los restantes polifenoles, recientemente, y debido a su mayor biodisponibilidad al salvar la barrera entérica, se han realizado algunas investigaciones con antocianinas con el fin de comprobar sus efectos sobre la menor incidencia de enfermedad coronaria, ciertos procesos inflamatorios tumorales, el comportamiento cognitivo y el sistema inmunitario por mayor proliferación de linfocitos.

Por otra parte, refiriéndonos en concreto a  los efectos del vino y la enfermedad de Alzheimer se han publicadoúltimamente algunos trabajos que relacionan un consumo moderado de vino y una menor incidencia de Alzheimer y de acuerdo con el estudio del Centro Médico de la Universidad de Georgetown “el resveratrol del vino, en estos pacientes que bebían vino con moderación ralentiza el deterioro cognitivo”. Según estos investigadores,  ello se debe, a que parece restaurarse la integridad de la barrera hematoencefálica.

Sin extendernos más en las reseñas bibliográficas, y partiendo del hecho de que todos los resultados proceden de ensayos “in vitro” o en animales y por tanto de escasa o nula aplicación, voy a referirme a uno de los trabajos publicado hace muy pocos meses en la revista TheLancet y que, en resumen, dice así: “beber más de 5 copas de vino o de cerveza a la semana acorta la vida y, por tanto, el consumo de alcohol no debe superar los 100 gramos semanales, equivalentes a menos de un chato de vino o una caña de cerveza al día. Tomar 18 o más unidades de vino o cerveza a la semana puede acortar la vida en 5 años”. Sin embargo,  estudios previos han demostrado que si se compara la salud cardiovascular de los abstemios con los bebedores moderados, incluso grandes bebedores, dicha salud en estos últimos es incluso mejor. Personalmente opino que mientras los cardiólogos aconsejen un consumo moderado de alcohol para proteger el corazón y los oncólogos sean partidarios de la prohibición etílica, sabido es que el alcohol aumenta el riesgo de oclusión tumoral, lo mejor será esperar los resultados del estudio patrocinado por el gobierno de los Estados Unidos en el que se comparan los efectos en abstemios y bebedores de una copa de vino o cerveza frente a productos de destilación.

 

Aceite de oliva y sus polifenoles

Antes de introducirnos en este tema creo conveniente decir que en el mercado de la alimentación existen cuatro tipos de aceite de oliva cuya calidad viene dada principalmente por su contenido en polifenoles. Estos aceites son: Aceite de oliva virgen, aceite de oliva virgen extra, ambos con una concentración de polifenoles entre 0,2 y 0,5 mg/Kg, el aceite de oliva normal o fino con 0,1 mg/Kg y el aceite de orujo de oliva con 0 mg/Kg. De modo que el aceite de oliva virgen y el virgen extra son iguales excepto que este último ha de tener una acidez inferior al 1%.

En el caso del aceite de orujo de oliva, que se obtiene a partir de los restos sólidos de la elaboración del aceite de oliva normal, carece de polifenoles, como hemos indicado, y por ello no se considera aceite de oliva.

Dejando a un lado el ácido oleico, que supone más del 70% de los componentes que lo constituyen, hablaremos únicamente de la fracción antioxidante, sin olvidar la riqueza del aceite de oliva en vitamina E, cuyo contenido es de ± 12 mg/100g de aceite.

Bajo el punto de vista del consumo,  aún cuando los datos disponibles son escasos, es aconsejable que la compra se realice con menos de un año desde su elaboración. A partir del año de almacenamiento el contenido en polifenoles disminuye según las distintas variedades de aceituna, siendo las Picual, Cornicabra y Picudo las que, recolectadas en envero, con extracción en frío y conservación en depósitos privados de aire, las que menos pérdidas de polifenoles tienen (< 20%). Otras variedades, como la Arbequina y las Manzanillas, llegan a perder hasta el 50%.

El tema de los antioxidantes, al tratar del aceite de oliva, es muy complejo y depende de numerosos factores, tales como la variedad de la aceituna, su estado vegetativo (los aceites procedentes de aceitunas entre verdes y envero son los que tienen mayor contenido en antioxidantes), el método de extracción (el sistema con extracción de frío es el ideal), etc. etc.

Entre los polifenoles más abundantes se encuentran los fenoles tanto los lipofílicos e hidrofilicos y dentro de estos últimos se incluyen los tres grupos de compuestos con mayor interés para la salud, y que han sido motivo de numerosos estudios en la última década. Son: el Tirosol,  elHidroxitirosol yla Oleuropeina, y, por último, el Oleocantal y los Lignanos.

De todos ellos, la mayor concentración (90%) corresponde al  hidroxitirosol (Ramirez, C. 2015), siendo el polifenol que confiere el característico sabor amargo del aceite, y uno de los bioactivos con mayor poder antioxidante (Waterman, Lockwood, 2007).

El picor de garganta, al tomar aceite de oliva virgen, se debe al oleocantal, cuya acción antiinflamatoria es tan potente,  que viene a ser una versión natural del ibuprofeno.

Por lo que se refiere a los polifenoles del aceite de oliva y la salud diversos estudios han comprobado sus efectos sobre distintos aspectos comunes a los polifenoles en general. Así, recientemente se ha demostrado por investigadores de la Universidad de Córdoba, que incorporando aceite de oliva virgen en el desayuno de una serie de personas las células del endotelio arterial estaban más protegidas ante la inflamación que con el aceite de oliva refinado o el placebo.

De igual manera, en investigaciones con ratas diabéticas se ha comprobado que la oleuropeina y el hidroxitirosol tienen propiedades hipoglucemiantes similares a la insulina, inhibiendo la alfa-glucosidasa.

Por otra parte, la oleuropeina inhibe los factores de necrosis tumoral y la proliferación celular en el adenocarcinoma de mama (Dell’Agli et al. 2010, y científicos de la Universidad de Jaén).

Otras pruebas experimentales en conejos se han dirigido a comprobar los efectos del aceite de oliva virgen sobre la hipercolesterolemia y la ateroesclerosis (Vals et al., 2015) y se ha comprobado una mejoría en la disfunción del endotelio arterial con efectos favorables sobre la aterosclerosis, el colesterol en sangre y las placas de ateroma.

Por último, quiero referirme a un grupo de personal médico que viene desarrollando entre el Hospital Reina Sofía y el Instituto Maimónides de Investigaciones Médicas de Córdoba un proyecto que tiene como objeto potenciar la salud de los mayores, mejorando su memoria mediante una dieta saludable con aceite de oliva virgen extra y potenciada con un preparado de probióticos. Los resultados se evalúan mediante técnicas de neuroimagen, psiconeurología y genómica. El final de la prueba experimental se prevee para dentro de dos años.

 

 

Ovário Policístico e Gravidez

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A  Síndrome dos Ovários Policístico (SOP), é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos.

O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual. Em portadoras da Síndrome de Ovários Policísticos  esses cistos permanecem e modificam a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes mais largo do que o tamanho normal.

A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor freqüência e tem ciclos, em geral, irregulares. Calcula-se que a SOP afeta 20% das mulheres durante a fase de vida reprodutiva.

Não é difícil concluir que uma das consequências da doença é a infertilidade. Para se ter uma ideia, 30% dos casos de mulheres que não conseguem engravidar estão relacionados à SOP. Muitas delas…

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#Stratégie nationale de santé: le gouvernement dévoile 25 mesures pour développer la #prévention

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PARIS, 26 mars 2018 (APMnews) – Le gouvernement a présenté lundi matin, à l’occasion d’un comité interministériel de la santé, les 25 mesures du volet “prévention” de la stratégie nationale de santé 2018-2022, qui visent 5 priorités: le temps périnatal et la petite enfance, la santé des enfants et des jeunes, la santé de 25 à 65 ans, la santé des personnes en situation de handicap et la santé des plus de 65 ans.
Le comité interministériel s’est tenu au sein de l’agence Santé publique France, à Saint-Maurice (Val-de-Marne).
La stratégie nationale de santé (SNS), présentée en décembre 2017 (cf dépêche du 20/12/2017 à 17:11) et publiée au Journal officiel en janvier 2018 (cf dépêche du 02/01/2018 à 18:02), comprend 4 axes majeurs: la prévention et la promotion de la santé dans tous les milieux et tout au long de la vie, la lutte contre les inégalités sociales et territoriales d’accès à la santé, la nécessité de garantir la qualité, la sécurité et la pertinence des soins, et l’innovation.
Le tout est articulé avec le plan de transformation du système de santé présenté par le gouvernement en février (cf dépêche du 13/02/2018 à 08:49).
“Une vraie politique de prévention permettrait de préserver près de 100.000 vies par an”, commente le premier ministre, Edouard Philippe, dans un dossier remis à la presse en marge du comité interministériel, dans lequel il déplore le retard de la France. “C’est la raison pour laquelle, pour la première fois en France, c’est l’ensemble du gouvernement qui s’engage résolument pour que la prévention ne soit plus seulement un concept mais une réalité”, poursuit-il.
“La mortalité prématurée demeure encore trop élevée, tout comme les inégalités de mortalité et de morbidité -entre hommes et femmes, entre territoires et entre groupes sociaux […] Ces inégalités sont inacceptables”, indique la ministre des solidarités et de la santé, Agnès Buzyn, également citée dans le dossier de presse. “Pour les combattre, nous devons intervenir le plus tôt possible et tout au long de la vie des Français, sur les facteurs de risque, ainsi que sur les déterminants socio-environnementaux”, ajoute-t-elle.
Pour renforcer la prévention et mettre en oeuvre le premier axe de la SNS, le gouvernement a prévu 25 mesures regroupées en 5 priorités.
  • le temps périnatal et la petite enfance (3 mesures):

  • supplémenter en vitamine B9 les femmes enceintes et en désir de maternité
  • mieux prévenir les consommations à risque et mieux repérer les addictions pendant la grossesse
  • créer un site internet de référence et mener une campagne de communication afin d’informer la population sur les risques des produits chimiques de consommation courante
  • la santé des enfants et des jeunes (10 mesures):
  • mettre en place un parcours santé des 0-6 ans
  • prévenir l’obésité chez les enfants par un promotion renforcée de l’activité physique
  • renforcer l’offre médicale dans les territoires ultra-marins en créant une centaine de postes d’assistants spécialistes “outre-mer” et en améliorant l’attractivité de ce statut
  • promouvoir la santé à l’école
  • prévenir les risques auditifs chez les jeunes
  • expérimenter le “Pass préservatif” pour les moins de 25 ans
  • renforcer les interventions des consultations jeunes consommateurs (CJC) (drogues, alcool, tabac, écrans, jeux…)
  • proposer systématiquement un accompagnement spécialisé des jeunes admis aux urgences ou hospitalisés après un épisode d’alcoolisation massive
  • former 80% de la population aux gestes de premiers secours
  • former les étudiants aux premiers secours en santé mentale
  • la santé de 26 à 65 ans (8 mesures):
  • passer du forfait au remboursement classique concernant les traitements d’aide à l’arrêt du tabac
  • intensifier les actions de prévention et de dépistage à destination des publics les plus exposés pour contribuer à l’élimination du virus de l’hépatite C en France à l’horizon 2025
  • introduire un dépistage organisé du cancer du col de l’utérus
  • simplifier le parcours vaccinal et s’engager vers la généralisation de la vaccination antigrippale par les pharmaciens
  • étendre le logo de qualité nutritionnelle Nutri-Score à la restauration collective et commerciale et aux produits alimentaires manufacturés non pré-emballés
  • réduire la consommation de sel de 20% dans la population française
  • mobiliser les industriels pour réduire l’exposition des consommateurs aux perturbateurs endocriniens
  • mobiliser les fédérations sportives au service de la santé lors des événements sportifs
  • la santé des personnes en situation de handicap (1 mesure):
  • mieux prendre en compte les besoins de santé des personnes en situation de handicap
  • la santé des plus de 65 ans (3 mesures):
  • mettre en place au moins une action de médiation auprès des personnes âgées isolées ou précaires par département
  • prévenir la perte d’autonomie en agissant dans les milieux de la vie
  • organiser les soins bucco-dentaires en établissements d’hébergement pour personnes âgées dépendantes (Ehpad).
Agnès Buzyn a estimé dimanche au micro de France Inter que ce “grand plan de prévention” comportaient des mesures “extrêmement concrètes”, “qui vont permettre aux Français de moins tomber malades et de préserver des vies”. “Nous sommes très mauvais en prévention en France, nous avons un système de santé qui ne finance que les soins une fois qu’on est malade et qui finance très mal les actions de prévention”, a-t-elle considéré.
“L’objectif de ces mesures est également de développer une culture commune de la prévention en santé, au sein du gouvernement et plus largement une culture partagée par tous les Français […] Ces actions sont évolutives et seront adaptées tout au long du quinquennat”, indique le gouvernement dans le dossier de presse, qui chiffre le montant de l’investissement dans la prévention à 400 millions € pour 5 ans.
A ces 25 mesures s’ajoute le service sanitaire des étudiants en santé, qui entrera en vitesse de croisière à la rentrée 2018 (cf dépêche du 26/02/2018 à 14:00, dépêche du 26/02/2018 à 19:15 et dépêche du 27/02/2018 à 09:11).
Afin de “faciliter la mise en oeuvre des actions de promotion de la santé dans tous les milieux de la vie”, le gouvernement déploie également à l’échelle nationale le site internet et l’application mobile sante.fr, “espace de confiance favorisant l’accès des citoyens vers une information de référence, accessible, pertinente et actionnable”. Une expérimentation est en cours depuis début 2017 à l’échelle francilienne et doit couvrir l’ensemble du territoire au premier semestre 2019.
bd/gb/APMnews

#Nipah virus: south Indian state monitoring spread of virus

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  • Noticias Médicas Univadis

Officials in the south Indian state of Kerala are closely monitoring the spread of Nipah virus in the region.

At least three people are confirmed to have died as a result of the virus, with officials saying the first death was reported on May 19th. It has subsequently been reported that at least ten people have died as a result of the virus.

A series of tweets posted on the twitter page of the Office of the Chief Minister of Kerala, Pinarayi Vijayan, said while the virus has only been reported in Kozhikode, a state-wide alert has been given to remain vigilant and a 24-hour control room had been opened to monitor the situation. “[The] Health department is doing everything possible to save the lives of the infected and prevent the advance of virus,” a tweet from the office said.

First identified in 1998, the Nipah virus is one of the pathogens in the World Health Organization’s research and development (R&D) blueprint list of epidemic threats needing urgent R&D action. According to the WHO, both animal-to-human and human-to-human transmission have been documented and the disease has a high mortality rate.

#Weekend sleep may compensate for #midweek sleep deprivation

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  • Noticias Médicas Univadis

Findings from a new study suggest that while mortality is increased when both weekday and weekend sleep are short, extra sleep at the weekend may compensate for midweek sleep deprivation.

The study, published in the Journal of Sleep Research, included 43,880 participants who were followed for 13 years. Sleep duration was self-reported at baseline.

When different combinations of weekday and weekend sleep durations were analysed, the authors observed a detrimental association with consistently sleeping five hours or less, or eight hours or more, compared with consistently sleeping six-seven hours per day (reference) among participants aged 64 and under. The mortality rate among participants with short sleep during weekdays, but long sleep during weekends, did not differ from the rate of the reference group. There was no association between weekend sleep or weekday/weekend sleep durations and mortality among participants aged 65 and over.

The authors said while more research is needed, the results imply that short weekday sleep is not a risk factor for mortality if it is combined with a medium or long weekend sleep. “This suggests that short weekday sleep may be compensated for during the weekend, and that this has implications for mortality,” they said.

#Un nuevo #índice dietético predice el riesgo de sufrir #obesidad en el futuro

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Investigadores de la Universidad de Navarra han desarrollado un índice que ayuda a predecir el riesgo de obesidad. Empleando los datos de la cohorte SUN han creado una herramienta que podría ser útil en el día a día de la consulta médica.

 

Clara Gómez-Donoso, farmacéutica y estudiante de doctorado en la Universidad de Navarra, en el Departamento de Medicina Preventiva y Salud Pública. (DM)

¿Es lo mismo ingerir 100 calorías de lechuga que 100 de embutidos? ¿Los carbohidratos de una ración de arroz son los mismos que los de un bollo industrial? La complejidad de los mensajes en torno a la obesidad y la dieta hace que la gente en su día a día a veces no tenga muy claro que decisiones tomar. Y muchas veces las recomendaciones que se hacen en España al respecto están basadas en la opinión de expertos, sin tener tras ellas estudios científicos que las avalen.

Para intentar poner un poco de orden en todo este enrevesado asunto, desde la Universidad de Navarra han desarrollado una nueva herramienta que podría venir a aclarar la situación y ayudar en la prevención de la obesidad antes de que esta se produzca. Se trata del Índice Dietético para la Prevención de la Obesidad y para elaborarlo han utilizado los datos de la cohorte SUN, un proyecto que se inició en 1999 y cuyo propósito es el de recoger información de la dieta para ver el desarrollo de enfermedades crónicas a largo plazo.

  • El índice dietético cuenta con 14 grupos de alimentos para determinar el riesgo de desarrollar obesidad

“Con esta información desarrollamos un índice dietético que tiene 14 grupos de alimentos. No nos interesaba centrarnos en carbohidratos o grasa, sino en cosas que la gente reconozca como frutas, verduras, cereales refinados y así” explica Clara Gómez-Donoso, farmacéutica y estudiante de doctorado en la Universidad de Navarra, en el Departamento de Medicina Preventiva y Salud Pública, una de las investigadoras que ha desarrollado este índice.

Se valoró como positivo consumir frutas, verduras, legumbres, frutos secos, yogur, pescado y priorizar la ingesta de proteína vegetal antes que animal. Por el contrario se puntuaba como negativo consumir carne roja, carne procesada, grasas saturadas de origen animal, cereales refinados, productos ultraprocesados, bebidas azucaradas, tanto refrescos como zumos de fruta embotellados, y por último cerveza y destilados. “Aplicando este índice, que tenía una puntuación de 14 a 42 puntos, se reflejaba un poco la adherencia que pretende reflejar el perfil de dieta completo de una persona.”

  • El objetivo es que la herramienta se implante en la consulta diaria y se aplique antes de que aparezca el sobrepeso

Valor predictivo

El resultado fue que en función de la adherencia al índice, se pudo observar una mayor o menor predisposición a desarrollar obesidad en un futuro. Cada 4 puntos de incremento en la escala estaban asociados con un riesgo 13 por ciento inferior de desarrollar obesidad. “Encontramos que el riesgo de desarrollar exceso de peso, para lo que consideramos que el índice de masa corporal fuera mayor o igual a 25, era de casi un 50 por ciento menos de probabilidad en las personas que con 35 o más puntos en el DOPS. Sobre todo lo que pretendemos con esto es que se pueda implantar en la práctica clínica. No hace falta esperar a que la persona presente sobrepeso y complicaciones para preguntar por la dieta, que los médicos empiecen a ser conscientes de que esto se puede prevenir.”

En España, más de la mitad de la población presenta exceso de peso. Esto supone tanto para el sistema sanitario como para la propia población una carga muy grande. “Ahora mismo no se hace nada, no se le da realmente importancia, y parece que al final cuando tienes exceso de peso, te pongo a dieta. Se debería empezar a concienciar antes sobre la susceptibilidad que tienen los hábitos de alimentación de una persona a la larga a desarrollar sobrepeso o la obesidad, cuando todavía el problema no ha aparecido y es más fácil de controlar.”

  • Contar calorías o discriminar alimentos según sean carbohidratos, grasas o proteínas no acaba de funcionar

Dejar de contar calorías

Uno de los problemas más habituales a la hora de establecer dietas es la falta de adherencia por parte de los pacientes. Empezar una dieta es sencillo hasta cierto punto, pero seguirla no tanto. Contar calorías o discriminar alimentos según sean carbohidratos, grasas o proteínas no acaba de funcionar. “Queríamos que fuese un poco practico. Lo de las calorías al final es algo que la gente tampoco le dice nada una caloría que otra. Intentar que eso sea más fácil también para la gente, que tampoco tienen que saber de nutrición y se confunde fácilmente porque hay muchos mensajes contradictorios.”

Ofrecer una herramienta basada en un estudio científico era otro de los objetivos que se buscó. “En España las recomendaciones dietéticas hoy en día provienen de opiniones de expertos únicamente. Sin embargo, en América por ejemplo, hay cohortes muy grandes como la cohorte de las enfermeras de Harvard. Ahí se puede ver más científicamente, basado en estudios epidemiológicos como es la cohorte SUN, e intentar sustentar un poco más las recomendaciones en ciencia y no solo en lo que digan expertos, que en casos tienen conocidos conflictos de intereses con la industria alimentaria.”