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Bem Vindos

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Bem Vindos

Na época tecnológica em que vivemos, a partilha de informação da mais popular até a

científica é um dado adquirido.

Pensamos que a nossa área profissional a da Saúde, seja um dos temas mais debatidos

no planeta, devido às implicações que tem com o nosso dia -a -dia.

Não existia até agora um local onde verdadeiramente pudéssemos trocar opiniões,

expor atualizações e falar da Saúde em geral para todo o mundo, desde técnicos a

leigos, vamos debater e partilhar informação na área da Saúde de uma forma honesta,

séria e global…

Bem Vindos ao Blog : maismais medicina.wordpress.com

Enviar artigos ao e-mail: cjldo2013@gmail.com.

Esperamos a vossa colaboração

Carlos Dinis MD

Juan Ortiz Rubio MD

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Porque Pilates ajuda na gestação

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via Porque Pilates ajuda na gestação

#Preenchimento Facial: tipos e características dos materiais disponíveis

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Existe uma grande variedade de produtos destinados ao preenchimento facial, mas não existe um produto ideal que sirva para tratar todos os tipos de rugas em qualquer local da face. Encontramos várias substâncias destinadas ao preenchimento que são divididas nas seguintes categorias: material autólogo, material biológico e material sintético.

Preenchimentos autólogos: são derivados do tecido do próprio paciente. Precisam ser coletados de outro local do corpo, o que pode produzir cicatrizes, e o processo de coleta e depois inserção desses materiais requer um procedimento em duas etapas. Toxicidade, alerginicidade, imunogenicidade, carcinogenicidade e teratogenicidade não são preocupações, mas pode haver problemas com infecção, migração, resposta inflamatória, perda da persistência e reprodutibilidade. Alguns exemplos desses materiais são: derme, fáscia, cartilagem, fibroblastos cultivados, matriz de plasma/fibrina rica em plaquetas (MPRP) e a gordura que é o material autólogo mais utilizado para volumização facial.

Preenchimentos biológicos: são derivados de fontes orgânicas (humana, animal ou bacteriana), oferecem os benefícios de pronta disponibilidade e facilidade de uso, mas introduzem questões de sensibilização a proteínas estranhas humanas ou de animais, transmissão de doenças e imunogenicidade. Os biológicos proporcionam somente um efeito temporário e tipicamente não corrigem as rugosidades ou vincos completamente. Os três principais tipos de preenchimentos biológicos de tecido são produtos de matriz acelular de partes moles, colágeno e ácido hialurônico.

O ácido hialurônico (AH) é um glicosaminoglicano comum para a maioria dos seres vivos e é um componente do tecido conjuntivo da pele, cartilagem, osso e fluido sinovial. Na pele humana, o AH adiciona volume e age como um amortecedor de choque e lubrificante. Ele se liga à água e, após a injeção, mantém um efeito estrutural conforme é degradado, um processo que tem sido chamado de “degradação isovolêmica”. Existem várias marcas de AH no mercado que diferem no tamanho da partícula, viscosidade e concentração. Essas diferenças resultam em produtos com características específicas, destinados ao tratamento de um tipo de ruga e região facial.

 

Preenchimentos sintéticos: materiais sintéticos podem oferecer permanência. Muitos materiais sintéticos injetáveis e implantáveis cirurgicamente têm sido usados ao longo dos anos, e muitos foram condenados por complicações, incluindo granulomas, infecções agudas e tardias, migração ou deslocamento, e deformidades que podem resultar de complicações ou da tentativa de remoção do material. Nos EUA, o FDA controla o acesso desses produtos ao mercado e reforça práticas de rotulagem estritas, o que significa que o fabricante deve especificar a aplicação exata para a qual o material tenha sido aprovado. Os preenchimentos sintéticos aprovados pelo FDA são: AdatoSil 5000 e Silikon 1000, que são géis de silicone para uso no tratamento de descolamento de retina e não têm aprovação para uso cosmético nos EUA.

Artefill (Artecoll) que é o Polimetilmetacrilato (PMMA) foi aprovado pelo FDA em 2006 e trata-se de microesferas polidas de PMMA suspensas em colágeno bovino na razão de 20%-80%. Após a injeção, o colágeno é reabsorvido, e as microesferas arredondadas e lisas são encapsuladas pelo colágeno hospedeiro, onde são estabilizadas e se tornam permanentes. Muitas complicações já foram relatadas com o uso desse material permanente, tais como: processos alérgicos, inflamação aguda e crônica, formação de granulomas, e infecção.

Outro produto liberado em 2006 pelo FDA foi o Radiesse, que consiste em uma mistura de hidroxiapatita de cálcio (30%) e gel polissacarídeo (70%). O gel polissacarídeo é muito branco, o que torna essa produto inadequado para o uso na derme. Foi aprovado para correção de sulco nasolabial e labiomentual, mas atualmente tem sido visto como um bioestimulador, pois a aplicação dessa substância se mostrou mais efetiva no estímulo de colágeno local do que na volumização propriamente dita. Estudos têm sido realizados para a elucidação dos mecanismos de ação desse material. Potenciais preocupações sobre seu uso como preenchimento de partes moles incluem nódulos e granulomas.

O ácido poli-L-lático (PLLA) é mais uma opção de uso. Por não ser obtido de fonte humana ou animal, não requer um teste cutâneo. O PLLA é um material biocompatível e biodegradável que tem sido usado em produtos cirúrgicos por mais de 20 anos como componente de sutura absorvível. Vendido como Sculptra fora dos EUA, desde 1999 tem sido usado para tratamento de deformidades de volume e contorno facial. Foi aprovado pelo FDA em agosto de 2004 como o único produto para correção da lipoatrofia facial associada ao HIV e agora está aprovado para uso cosmético nos EUA. É injetado periosteal ou subcutaneamente nas regiões de perda de gordura/volume para fornecer um aumento gradual de colágeno, melhorando a textura da pele e o volume local. Tem duração reportada de até dois anos após três sessões consecutivas de tratamento, com aproximadamente um mês de intervalo. É, atualmente, considerado um bioestimulador devido à sua capacidade de estímulo de colágeno no local de sua aplicação.

Um grande número de outros preenchimentos sintéticos está disponível em várias partes do mundo. É difícil comentar a eficácia e segurança desses produtos, já que resultados de testes clínicos não têm sido reportados na literatura.

 

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#Quando a #ansiedade é o inimigo

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Todos nós já passamos pela experiência de nos sentirmos ansiosos, afinal essa é uma condição inerente a todo ser humano. Quem nunca ficou ansioso ao começar um novo emprego, ao ter que falar em público ou ao viajar para um lugar desconhecido, por exemplo? São muitas as experiências que podem provocar ansiedade, ninguém está livre dela.

Na medida certa a ansiedade é importante em nossas vidas, pois ela nos alerta de perigos, e também ajuda a nos prepararmos melhor para situações em que precisamos ter um bom desempenho. Imagine viver sem a ansiedade, como seria? Ficaríamos expostos a todo tipo de ameaça, correríamos todo tipo de risco, e isso porque não teríamos aquele “alarme” piscando toda vez que estivéssemos frente a um perigo.

O problema é que atualmente a ansiedade tem se tornado um inimigo a ser combatido, é cada vez maior o número de pessoas acometidas por transtornos ansiosos, o que faz destes os tipos de transtornos mais comuns dentre os transtornos mentais. Sem falar na crescente venda de medicamentos ansiolíticos e na grande procura por aulas de meditação, técnicas de relaxamento, terapia, entre outros meios que ajudem no controle da ansiedade.

É claro que a ansiedade sempre existiu. Na época de nossos antepassados primitivos ela era essencial para a sobrevivência, nesses tempos os mecanismos mentais e físicos da ansiedade preparavam os homens da forma ideal para que conseguissem escapar de grandes perigos. Contudo, essa resposta “exagerada” ao medo permanece em nós até os dias de hoje, fazendo com que, muitas vezes, respondamos de forma inadequada àquilo que interpretamos como ameaçador. Inadequada porque em nossa civilização atual não enfrentamos os mesmos perigos que nossos antepassados enfrentavam, ou seja, não temos que lutar ou nos preparar para fugir de animais selvagens como antigamente.

Atualmente os problemas com a ansiedade refletem a correria dos nossos dias, vivemos com pressa e atolados de compromissos, o tempo está cada vez mais curto para darmos conta de tantas tarefas, parece que não temos mais controle sobre as coisas. Em consequência de tamanho esforço para lidar com tantos desafios cotidianos o equilíbrio emocional acaba sendo afetado, gerando angústia e tristeza.

O importante é perceber quando a ansiedade estiver em um nível que comece a prejudicar a vida, se chegar a um ponto em que já esteja afetando negativamente áreas importantes busque ajuda, tentar esconder o problema só o torna maior. Busque se informar pois quanto mais conhecimento sobre o assunto mais você saberá lidar com ele. Outro ponto importante é se engajar no tratamento, você tem que querer melhorar, caso contrário nada mudará. Por fim, busque o apoio das pessoas com quem você pode contar ninguém consegue nada sozinho.

É preciso aprender a conviver de forma equilibrada com a ansiedade, ela é importante em nossas vidas. Se quisermos viver uma vida mais tranquila, temos que encarar nossos medos, conhece-los, bem como conhecer nossa capacidade de enfrenta-los. Há potencial em nós que pode nos fazer superar os momentos mais difíceis que tivermos que enfrentar. Esse é um caminho de autoconhecimento, de modificação de crenças e de mudanças de comportamentos pelo qual todos deveriam passar, porque afinal o medo começa dentro de nós.

Por Juliana Lima Faustino

Los principales bulos sobre salud en internet afectan a oncología, nutrición, pediatría, dermatología estética y vacunas

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  • Noticias Médicas

La oncología, nutrición, pediatría, dermatología estética y las vacunas son las principales áreas médicas afectadas por los bulos sobre salud que circulan por internet, los cuales representan un tercio de todos los que se originan en la red, tal y como ha informado este lunes el dermatólogo y presidente de la Asociación de Investigadores en eSalud (AIES), Sergio Vaño.

Es rara la semana o mes en la que no circulan informaciones sobre que determinados tratamientos alternativos que curan el cáncer, que comer un determinado producto puede solucionar un problema médico o que ingerir una comida o recibir un tratamiento puede provocar la aparición de algunas enfermedades.

“La semana pasada apareció la noticia de que unas patatas de una conocida hamburguesería podrían curar la calvicie. Yo aconsejo a los pacientes que cuando vean una noticia de este tipo, aquellas que parecen que van a poner solución de una manera sencilla y con algo que utilizamos a diario a un problema de salud muy importante que lleva años y siglos intentando solucionarse, que sospechen que pueda tratarse de una noticia falsa”, ha dicho Vaño.

De hecho, hay pacientes que acuden a las consultas médicas convencidos de la veracidad de una información que han leído a través de Internet y dudando de lo que le dice el propio profesional sanitario. Una actitud que puede ser “muy grave”, especialmente en temas como el cáncer, y que, tal y como ha comentado la representante de la Plataforma de Organizaciones de Pacientes, Carina Escobar, suele venir motivada por el sector de las pseudociencias.

Es un colectivo que suele utilizar un lenguaje tan “fácil” que, en ocasiones, y especialmente a las personas más vulnerables o a aquellas que acaban de recibir un diagnóstico de cáncer, parece que es “veraz” lo que cuentan.

“Cuando vas al médico y te dice que a lo mejor no te puedes curar y has visto que tomando un determinado producto sí lo puedes hacer, lo normal es que quieras creerte al que te dice que te vas a curar, por lo que los colectivos que propagan los bulos lo que hacen es jugar con el desconocimiento de los pacientes, sobretodo aquellos recién diagnosticados”, ha reconocido la vicepresidenta de la Asociación Española de Cáncer de Tiroides, Arancha Sáez.

Otros ejemplos aportados por los expertos sobre los bulos relacionados con las vacunas, a pesar de ser uno de los “mayores avances científicos del último siglo” y de que algunos niños han muerto por no haberse inmunizado.

Los principales motivos que han comentado los expertos sobre la aparición de estas informaciones falsas son los intereses económicos o la notoriedad. De hecho, han criticado que haya algunos famosos que se hagan eco de informaciones falsas para salir en los medios de comunicación o para que darse notoriedad.

Por ello, y con el objetivo de contribuir a que exista información veraz y contrastada sobre salud en Internet, AIES ha creado, con la colaboración de profesionales sanitarios, organizaciones de pacientes y comunicadores, la plataforma #SaludSinBulos.

Para ello, según ha explicado al vicepresidente de AIES y coordinador de la iniciativa, Carlos Mateos, la plataforma cuenta con diferentes secciones como, por ejemplo “Detrás del titular”, en la que, al igual que ya ha hecho el Gobierno británico, profesionales sanitarios analizarán informaciones que exageren resultados o no estén contrastadas y se replicará con argumentos científicos su origen y la implicación que puede tener para los pacientes.

Asimismo, cuenta con el apartado “Consultas de la población” para que los usuarios envíen posibles dudas de bulos de salud que hayan encontrado en la web y pidan que un profesional sanitario se lo aclare. Del mismo modo, AIES ha firmado un convenio con VOST España, la red de voluntarios digitales de emergencias en Internet, para poder identificar y desmentir bulos de emergencias relacionadas con temas sanitarios.

Estas iniciativas han sido bien acogidas por parte de los pacientes, profesionales sanitarios y comunicadores de la salud, quienes han destacado la importancia de que todos luchen para acabar con estos bulos, o evitar que se propaguen rápidamente, en beneficio de los enfermos y de la sociedad en general.

Ahora bien, los especialistas han subrayado la importancia de que los médicos aumenten sus conocimientos sobre Internet con el fin de poder facilitar en sus consultas páginas web o blog con información veraz, si bien han reconocido que el escaso tiempo del que disponen para atender a un paciente dificulta que puedan desmentir los bulos y aportar información fiable y contrastada.

Por este motivo, han aludido también a la labor que deben realizar los farmacéuticos, enfermeros y resto de profesionales sanitarios para informar adecuadamente a los pacientes y evitar que se crean todo lo que aparece por Internet.

“Es necesario que haya una mayor involucración y participación de los profesionales de la salud, que haya un mayor compromiso de los responsables de Internet (Google, Facebook, Twitter), que las administraciones sanitarias desmientan también los bulos y que haya sellos oficiales de calidad para demostrar que una determinada web es fiable”, ha concluido la representante de Doctoralia, Ana Llovet.

#La #diabetes duplica el #riesgo de cataratas (Eye)

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Científicos de la Universidad Anglia Ruskin, Reino Unido, aseguran que las personas con diabetes tienen el doble de probabilidades de desarrollar cataratas que la población general, con un riesgo relativo que es más alto entre las personas de 45 a 54 años.

Así se desprende de los resultados de un estudio publicado en Eye, en el que se analizaron los datos médicos de un total de 56.510 pacientes con diabetes de más de 40 años, entre los que se diagnosticaron 20,4 casos de cataratas por cada mil personas, cuando entre la población general esta enfermedad ocular tiene una tasa de 10,8 casos por cada mil habitantes.

Además, observaron que los diabéticos de entre 45 y 54 años eran mucho más propensos a desarrollar la enfermedad. En concreto, los diabéticos de 45 a 49 años eran 4,6 veces más propensos mientras que los que tenían 50 a 54 años tenían un riesgo 5,7 veces mayor que la población sana de la misma edad.

En el estudio utilizaron datos del estudio Clinical Practice Research Datalink, que cubre alrededor del 7% de la población de Reino Unido y es representativo en términos de edad, sexo y distribución geográfica.

“El estudio ha demostrado que tener diabetes duplica el riesgo de ser diagnosticados de cataratas, y que este riesgo es seis veces mayor si un diabético tiene una enfermedad retiniana diabética significativa, llamada maculopatía diabética”, ha destacado Rupert Bourne, profesor de oftalmología que ha participado en el estudio.

De hecho, a partir de estos datos se pone de manifiesto la necesidad de poner en marcha un programa de detección precoz en pacientes diabéticos para identificar y tratar ésta u otras patologías oculares.

#Study suggests link between #highly processed food and #cancer

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Findings from a major new study suggest an increase in the proportion of ultra-processed foods in the diet is associated with a significant increase in risks of overall and breast cancer. 

While previous research has linked ultra-processed foods to higher risks of obesity, hypertension and dyslipidaemia, no previous prospective epidemiological study has evaluated the association between food processing and risk of cancer.

For this study, researchers in France and Brazil examined data on 104,980 healthy adults from the NutriNet-Santé study who completed at least two online dietary questionnaires. 

They found a 10 per cent increase in the proportion of ultra-processed foods in the diet was associated with increases of 12 per cent in the risk of overall cancer and 11 per cent in the risk of breast cancer. No significant association was found for prostate and colorectal cancers.

Further testing found no significant association between less processed foods and risk of cancer, while consumption of fresh or minimally processed foods was associated with lower overall risk of cancer. 

Writing in The BMJ , the authors said the results suggest that the rapidly increasing consumption of ultra-processed foods may drive an increasing burden of cancer in the coming decades.

#Warning on possible #neuropsychiatric risk with all #oral retinoids

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The European Medicines Agency (EMA) has concluded its review of retinoid medicines and has recommended updating measures for pregnancy prevention and including a warning on the possible risk of neuropsychiatric disorders.

The EMA’s Pharmacovigilance Risk Assessment Committee (PRAC) examined the available data and confirmed that all oral retinoids can have harmful effects on the unborn child and therefore must not be used during pregnancy. In addition, the oral retinoids acitretin, alitretinoin and isotretinoin must not be taken by women able to have children unless the conditions of a new pregnancy prevention programme (PPP) are met. For the oral retinoids bexarotene and tretinoin, current measures are considered appropriate for pregnancy prevention. Although the risk is low with topical retinoids, the PRAC recommended that topical retinoids must also not be used during pregnancy and in women planning to have a baby.

The companies that market acitretin, alitretinoin and isotretinoin will conduct a study to assess the effectiveness of the updated measures.

While acknowledging that the evidence is limited, the PRAC also recommended that the prescribing information for all oral retinoids should include a warning about the risk of neuropsychiatric disorders, and patients and families should be made aware of the signs and symptoms to watch for.