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Bem Vindos

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Bem Vindos

Na época tecnológica em que vivemos, a partilha de informação da mais popular até a

científica é um dado adquirido.

Pensamos que a nossa área profissional a da Saúde, seja um dos temas mais debatidos

no planeta, devido às implicações que tem com o nosso dia -a -dia.

Não existia até agora um local onde verdadeiramente pudéssemos trocar opiniões,

expor atualizações e falar da Saúde em geral para todo o mundo, desde técnicos a

leigos, vamos debater e partilhar informação na área da Saúde de uma forma honesta,

séria e global…

Bem Vindos ao Blog : maismais medicina.wordpress.com

Enviar artigos ao e-mail: cjldo2013@gmail.com.

Esperamos a vossa colaboração

Carlos Dinis MD

Juan Ortiz Rubio MD

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#Método BLW: #introdução alimentar sem #papinha

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O chamado Baby-ledWeaning (Desmame Guiado pelo Bebê) consiste em oferecer a comida em pedaços e permite que o bebê se sirva sozinho. Saiba mais sobre essa prática que já tem milhares de mães seguidoras em todo o mundo

Método BLW: Autonomia na hora de comer (Foto: Gabriel Rinaldi/Editora Globo)
Método BLW: Autonomia na hora de comer (Foto: Gabriel Rinaldi/Editora Globo)

A expressão em inglês pode parecer complicada, mas é até provável que você já tenha praticado algo parecido com seu filho ou conheça alguém que o faça, por puro instinto. O método BLW teve o nome criado pela agente de saúde britânica Gill Rapley, autora do livro Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food (em tradução livre, Desmame Guiado pelo Bebê: Ajudando seu Filho a Amar Boa Comida) e tem ganhado cada vez mais adeptos pelo mundo. A ideia principal é não oferecer um prato diferente aos bebês, mas, sim, deixar que eles se sentem à mesa e participem das refeições familiares já a partir dos 6 meses de vida. Os pais colocam os alimentos cortados ao alcance e eles escolhem quando e como levar os pedaços à boca. “O BLW não é novo – pais do mundo inteiro têm praticado há anos. O que acontece é que agora isso tem nome”, esclarece Rapley.

No Brasil, um indício de que a técnica está cada vez mais conhecida é o aumento do interesse por ela nas redes sociais.

Adeus, papinha?

A recomendação oficial da Organização Mundial de Saúde é que os pais comecem a oferecer alimentos para complementar a nutrição com leite materno ou fórmula assim que os filhos completarem 6 meses. Os pediatras orientam que essa introdução seja feita com as tradicionais papinhas. “A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher. Deve-se começar de forma pastosa (papas ou purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família”, prega o Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Para Rapley, no entanto, a indicação de recorrer às papinhas é uma prática herdada do tempo em que se acreditava que os bebês precisavam de outros alimentos, além do leite materno, já aos 3 ou 4 meses de idade.

Aos 6 meses, porém, eles já estariam mais preparados para praticar com alimentos que exigem mastigação. E as provas disso seriam as habilidades normalmente conquistadas nessa fase, como se sentar sem apoio, levar objetos à boca com as mãos e demonstrar interesse no que os adultos comem. A não ser, claro, que a criança tenha necessidades de saúde específicas – se nasceu prematura, por exemplo, ou se tem algum atraso no desenvolvimento.

Para a nutróloga Jomara de Araújo, da Associação Brasileira de Nutrologia, a transição do aleitamento exclusivo para a introdução alimentar guiada pelo próprio bebê é um caminho natural. “A ingestão de sólidos deve acompanhar as necessidades orgânicas e habilidades motoras da criança, que pode e deve ter o controle total desse processo. A amamentação é absolutamente dominada pelo bebê, desde os seus primeiros minutos de vida. Portanto, nada mais fisiológico e racional do que seguirmos o mesmo princípio quando, após o sexto mês, iniciamos a oferta de sólidos”, defende.

Como fazer o BLW?

Depois de colocar o bebê sentado, junto à família, na hora das refeições, é importante disponibilizar alimentos apropriados. Pense em porções e formatos que a criança consiga pegar com as mãos e levar sozinha à boca. Cenouras cozidas e cortadas em forma de palitos ou ramos de brócolis, também cozidos, são boas alternativas. O caráter saudável é uma característica que merece destaque no método.

No início, é esperado que seu filho mais brinque com os alimentos do que coma. E tudo bem! Não se preocupe nem insista. Jamais o obrigue a comer, com prêmios, elogios, promessas ou distrações, muito menos com gritos, castigos ou ameaças. “Dizer a uma criança que ela se alimentou pouco e precisa comer mais é tão absurdo quanto falar que respirou pouco e precisa respirar mais”, compara o pediatra espanhol Carlos González, autor do livro Mi Niño no Come (Meu Filho não Come, em tradução livre, ainda sem edição brasileira).

Ele explica que, por mais que os bebês sejam expostos à comida, muitos levam um tempo até começarem, de fato, a se alimentar e é comum ingerirem quantidades pequenas até os 8 ou 9 meses. Às vezes, até mais tarde.

É preciso tempo

O último mandamento do BLW é justamente o de que não se deve apressar o bebê. Deixe que ele leve o tempo necessário para terminar de comer. Para evitar o estresse, escolha uma hora em que não esteja irritado ou com muita fome. Uma das grandes vantagens do BLW é que ele oferece aos bebês a oportunidade de conhecer diferentes texturas e sabores. A cada refeição, eles vivem experiências novas e desenvolvem a capacidade de diferenciar o que gostam do que não gostam, o que é impossível quando se trata das papinhas, em que os ingredientes se apresentam misturados, dificultando a identificação dos sabores.

Além disso, o método estimula a autonomia desde cedo, já que permite escolher o que, quando e quanto se come. Um estudo publicado pelo British Medical Journal concluiu que bebês que se alimentam sozinhos têm menos risco de se tornarem obesos no futuro, em comparação com os que recebemas papinhas. A explicação? Eles desenvolveriam mais cedo a capacidade de regular o próprio apetite e de identificar o momento em que estão satisfeitos. Sem contar que ganham a chance de praticar a coordenação motora e as habilidades sociais, ao participar das refeições em família.

Outro benefício é que a vida também costuma ficar mais fácil para os pais. “Eles podem comer enquanto o prato está quente, sem precisar dar as colheradas ao bebê primeiro, têm o prazer de ver o filho aprender e se divertir. A introdução de alimentos sólidos se torna menos estressante”, opina Rapley.

É seguro?

Em relação à qualidade dos alimentos ingeridos, um dos princípios do BLW é que os pais devem confiar nos filhos. Desde o início, eles saberiam escolher o que precisam. Será? Essa é uma das preocupações de alguns dos críticos do movimento. Na opinião do pediatra Daniel Becker, da Pediatria Integral, do Rio de Janeiro, é responsabilidade dos pais determinar o que a criança vai comer, tanto no conteúdo, como na forma. Se eles disponibilizarem comida caseira e não industrializada, respeitando tanto o apetite quanto a saciedade do filho, e na consistência adequada para a sua maturidade, os riscos de errar serão muito pequenos. “Não sou a favor dos extremos: dar autonomia demais ou de menos pode ser prejudicial ao desenvolvimento. A criança pode e deve comer com as mãos, desenvolvendo uma relação lúdica e prazerosa com a comida, mas o ideal é buscar o bom senso”, diz.

Rapley, no entanto, garante que o apetite dos bebês é confiável e que o corpo deles diz o que precisam. É claro que só conseguirão obter os nutrientes certos se houver uma oferta variada, com itens de cada grupo alimentar – construtores (carnes e outras proteínas), energéticos (arroz, batata e carboidratos em geral) e reguladores (legumes e verduras).

Para a especialista, o excesso de papinhas de frutas, vegetais ou cereais, que são ingeridas com rapidez por conta da consistência, é que resulta em um maior risco de desequilíbrio nutricional. “Isso acontece porque o estômago fica cheio de comida e sobra menos espaço para o leite. É importante permitir que o bebê consuma a quantidade que quiser de leite materno. Nenhum outro alimento é tão completo e tão fácil de digerir”, diz.

Não é perigoso engasgar?

Essa é uma das perguntas mais ouvidas por quem opta pelo BLW. O mais frequente é o chamado gag reflex, um reflexo frequente quando as crianças ainda estão se habituando com os alimentos sólidos. A diferença é que, nesse caso, o bebê não fica com a passagem de ar obstruída. Ele apenas se atrapalha – às vezes, os olhos enchem de lágrimas por alguns instantes –, mas ele mesmo consegue manejar o alimento e desengasgar rapidamente.

Rapley garante que, contanto que o bebê esteja sentado, ereto, e mantenha controle sobre o que entra na sua boca, não existe risco aumentado de engasgar como BLW.

Mas, para evitar situações de aperto, é importante que os pais não tentem ajudar a criança a comer, segurando o alimento em sua boca. Se ela não consegue fazer isso sozinha, provavelmente, não está pronta para lidar com aquele determinado item de forma segura. Também é normal que a comida caia no chão, de início, porque a habilidade de levar o alimento ao fundo da boca para engolir se desenvolve depois da capacidade de morder e mastigar.

Mais facilidade e mais sujeira?

Se, por um lado, os pais dispostos a aderir ao BLW terão uma parte da rotina aliviada, já que não precisarão preparar pratos separados para o bebê, nem dar a comida na boca, por outro, terão mais trabalho para limpar o cadeirão e o ambiente onde eles fizerem a refeição. É que a curiosidade dos pequenos pelo alimento não se limita ao toque e à descoberta do sabor. Assim como eles fazem com os brinquedos e outros objetos, também vão atirá-lo ao chão, por exemplo.

Para facilitar, as mães recomendam dois truques. O primeiro é esquecer o prato, pelo menos no começo, quando o objeto desperta na criança tanto interesse quanto os alimentos em si – um dos primeiros impulsos do bebê é virá-lo para olhar o fundo. E lá se vai toda a comida. Limpe bem o cadeirão antes e depois das refeições e disponha o alimento direto na mesinha. A segunda dica é forrar o chão, onde você colocará a cadeira, com um plástico. Assim, fica mais fácil recolher a sujeira. Mas não se preocupe. Seu filho adora imitar vocês e é um observador atento. Antes do que imagina, ele vai aprender direitinho!

Fonte : Sociedade Brasileira de Pediatria

#Exposure to #RA in utero increases risk for #thyroid disease and #epilepsy

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Children born to women with rheumtoid arthritis (RA) face an increased susceptibility for certain chronic diseases, suggests new findings published in Arthritis Care & Research.

The study included 2,106 children born to women with RA and 1,378,539 children born to women without RA, who were born in Denmark during a 25-year period. 

The researchers found that the risk of being diagnosed with several diseases in childhood and adolescence increased when the mother was diagnosed with RA before pregnancy. Specifically, the presence of RA during pregnancy was linked with a 2.2-times increased risk of thyroid disease, a 1.6-times increased risk of epilepsy, and a 2.9-times increased risk of rheumatoid arthritis in offspring.

The authors said the findings should be used to increase awareness among pediatricians and general practitioners of certain chronic diseases in children being exposed to RA in utero. 

“We have addressed a concern in pregnant women with rheumatoid arthritis in terms of a potential increased risk of a negative impact of their chronic disease on the future health of their offspring,” said author Line Jølving . “Our results call for special attention on child development of rheumatoid arthritis, thyroid disease, and epilepsy if exposed to rheumatoid arthritis in utero.”

Jølving L, Nielsen J, Kesmodel U et al.  Children born by women with rheumatoid arthritis have increased susceptibility for selected chronic diseases – a nationwide cohort study. Arthritis Care & Research. Published online 11 December 2017. DOI: 10.1002/acr.23461.

El consumo de #drogas marginales deteriora la calidad de vida de los #infectados por el VIH

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Un estudio multicéntrico realizado por SEISIDA y ViiV Healthcare, con datos de 33 centros de toda España sobre una población de 1.401 personas infectadas por el  VIH, indica que las personas heterosexuales con el VIH que consumen drogas, especialmente aquellas que usan drogas marginales son las que presentan peor calidad de vida.

En concreto, según los resultados presentados durante el IX Congreso Nacional del Grupo de Estudio del Sida que se celebra en Vigo, los hombres que practican sexo con hombres (HSH) policonsumidores de drogas, aunque son los que más infecciones de transmisión sexual padecen, no parecen presentar deterioro de la calidad de vida en el presente.

A la hora de realizar este estudio se encontraron dos grandes perfiles epidemiológicos de participantes: el compuesto principalmente por heterosexuales que adquirieron el VIH por vía intravenosa, y el formado principalmente por hombres que practican sexo con hombres (HSH), infectados por vía sexual.

Del total de la muestra, el 49,5% consumió drogas y el 80,8% las utilizó antes del diagnóstico de VIH. Alrededor del 70% eran HS y las drogas más utilizadas fueron el cannabis (73,8%), la cocaína (53,9%) y los poppers (45.4%).

Además, se identificaron interacciones moderadas que requerirían alguna intervención entre el tratamiento antirretroviral y las drogas en el 55, por ciento de los casos.

En el caso del colectivo HSH, se constató una media de interacciones moderada más alta que los heterosexuales, que en cambio cuando usaban drogas tenían más edad y un nivel socioeconómico y educativo más bajo.

Los autores plantean intervenciones para mejorar la calidad de vida y la adherencia en HSH y MSM, así como la adecuada información sobre interacciones y su manejo con el TAR, de cara a ofrecer un abordaje integral de quienes viven con VIH.

#El #oído derecho ayuda a procesar y recordar lo que se escucha en entornos con mucho ruido

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Escuchar es una tarea complicada que requiere una audición sensible y la capacidad de procesar información con un significado cohesivo. Si hay ruido de fondo cotidiano e interrupciones constantes de otras personas, la capacidad de comprender lo que se escucha se vuelve mucho más difícil. Ahora, investigadores de la Universidad de Auburn, Estados Unidos, han descubierto que en entornos tan exigentes tanto los niños como los adultos dependen más de su oído derecho para procesar y conservar lo que escuchan.

“Cuanto más sepamos acerca de escuchar en entornos exigentes y el esfuerzo por escuchar en general, contaremos con mejores herramientas de diagnóstico, gestión auditiva (incluyendo audífonos) y capacitación auditiva”, subraya Danielle Sacchinelli, encargada de presentar esta investigación en la 174ª Reunión de la Sociedad Acústica de América, celebrada en Nueva Orleans.

El trabajo del equipo de investigación se basa en pruebas dicóticas de escucha, que se utilizan para diagnosticar, entre otras afecciones, trastornos del procesamiento auditivo en las que el cerebro tiene dificultades para procesar lo que se escucha. En una prueba dicótica estándar, los oyentes reciben diferentes entradas auditivas suministradas a cada oído simultáneamente.

Generalmente, los elementos que se emiten son oraciones (por ejemplo, “Ella llevaba el vestido rojo”), palabras o dígitos. Los oyentes prestan atención a los elementos de un oído mientras descartan las palabras en el otro (es decir, separación), o se les pide que repitan todas las palabras escuchadas (integración).

Según los investigadores, los niños entienden y recuerdan mucho mejor lo que se les dice cuando lo escuchan con el oído derecho. Los sonidos que entran al oído derecho son procesados por el hemisferio izquierdo del cerebro, que controla el habla, el desarrollo del lenguaje y partes de la memoria. Cada oído escucha partes separadas de información, que luego se combinan durante el procesamiento en todo el sistema auditivo.

No obstante, los sistemas auditivos de los niños pequeños no pueden clasificar y separar la información simultánea de ambos oídos. Como resultado, dependen en gran medida de su oído derecho para capturar sonidos y el lenguaje porque el camino es más eficiente.

Lo que se entiende menos es si este dominio del oído derecho se mantiene hasta la edad adulta. Para descubrirlo, el equipo de investigación de Sacchinelli pidió a 41 participantes de entre 19 y 28 años que completaran las tareas de separación dicótica y de integración.

Con cada prueba posterior, los científicos aumentaron en uno la cantidad de elementos. No encontraron diferencias significativas entre el rendimiento del oído izquierdo y derecho en o debajo de la capacidad de recuerdo simple de un individuo. Sin embargo, cuando las listas de artículos sobrepasaban la envergadura de la memoria de un individuo, el rendimiento de los participantes mejoró un promedio de 8% (algunas personas hasta 40%) cuando se centraron en su oído derecho.

“La investigación convencional muestra que la ventaja del oído derecho disminuye alrededor de los 13 años, pero nuestros resultados indican que esto está relacionado con la demanda de la tarea. Las pruebas tradicionales incluyen de cuatro a seis datos”, señala Aurora Weaver, de la Universidad de Auburn y miembro del equipo de investigación. “A medida que envejecemos, tenemos un mejor control de nuestra atención para procesar la información como resultado de la maduración y nuestra experiencia”.

En esencia, las diferencias en las capacidades de procesamiento de los oídos se pierden en las pruebas con cuatro elementos porque nuestro sistema auditivo puede manejar más información. “Las habilidades cognitivas, por supuesto, están sujetas al declive con el envejecimiento avanzado, la enfermedad o el trauma -señala Weaver-. Por lo tanto, necesitamos comprender mejor el impacto de las demandas cognitivas en la escucha”.

#HIV Drug #Raltegravir Approved for #Neonates

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The US Food and Drug Administration has expanded the indication of the HIV drug raltegravir (Isentress, Merck) beyond adults and children aged 2 to 18 years to newborns weighing at least 2 kg, the company has announced.

Raltegravir, for use in combination with other antiretroviral agents, is the only integrase inhibitor approved in the United States for treatment of HIV-1 in newborns from birth to 4 weeks of age weighing 2 kg or more.

The expanded indication follows an open-label, multicenter clinical study evaluating raltegravir for oral suspension in 42 full-term, HIV-1-exposed newborns at high risk of acquiring HIV-1 infection from their mothers.

The study had two cohorts. In cohort 1, 16 newborns (10 with and six without exposure to raltegravir in utero) received two single doses of raltegravir: the first within 48 hours of birth and the second at 7 to 10 days of age. In cohort 2, 26 newborns (all unexposed to raltegravir in utero) received daily dosing of raltegravir for 6 weeks at different weight-based doses.  All infants received a standard-of-care antiretroviral drug regimen for prevention of mother-to-child transmission and were followed up for safety for 24 weeks.

At the end of the study, all infants were HIV-1-negative and the safety profile of raltegravir was comparable to that observed in adults, the company said in a press release.

Use of raltegravir is not recommended in preterm newborns or infants weighing less than 2 kg, as no data are available in these populations. If the mother has taken raltegravir or raltegravir HD within 2 to 24 hours before delivery, the newborn’s first dose should be given between 24 to 48 hours after birth.

Full prescribing information is available online.

#Um novo efeito inesperado da #melatonina

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Dr. Fabiano Serfaty

Nesta seção o Dr. Fabiano Serfaty resume alguns dos principais estudos que se destacaram recentemente na literatura médica na área de Diabetes e Endocrinologia.

1. Um novo efeito inesperado da melatonina

A melatonina é um hormônio produzido na glândula pineal, por meio do aminoácido triptofano. Ela é secretada no sangue e no líquido cefalorraquidiano, participando ativamente da regulação do ciclo circadiano e do sono[1].

A melatonina, um hormônio liberado à noite, é frequentemente utilizada como suplemento para auxiliar o paciente que apresenta insônia. Alguns dados também sugerem que a melatonina afeta a cognição e as interações sociais.

Recentemente, um estudo chinês avaliou os efeitos da melatonina na dose de 5 mg, em um estudo experimental, controlado por placebo, que avaliou as respostas agressivas à um estímulo de provocação[2].

Os 64 participantes masculinos saudáveis, com idade média de 21 anos, apresentaram horários regulares de sono-vigília e nenhum distúrbio psiquiátrico ou uso de outras substâncias.

Os participantes completaram questionários sobre sono, estados emocionais, traços de agressão e impulsividade, e preferências relacionadas ao próprio ciclo circadiano.

Após a ingestão da melatonina e placebo, os pacientes foram submetidos a testes auditivos com os ruídos maiores suportáveis e também os mínimos, e depois foram avaliados.

Este teste consistia em competições em que o vencedor poderia selecionar uma punição alta ou baixa contra o perdedor (ruído mais alto suportável mais perda monetária). Houve quatro sessões, cada uma com 10 rodadas contra um adversário que provocava mais e um que provocava menos. Os resultados foram predeterminados, com uma probabilidade de perda de 50%.

No geral, os participantes eram mais propensos a selecionar punições altas para oponentes do grupo que provocava mais. Os participantes que utilizaram a melatonina escolheram punições elevadas em 57% da vezes contra 42% do grupo placebo.

O estudo concluiu, que em uma coorte de homens novos e saudáveis, a melatonina aumentou a agressão reativa, que ocorre quando são provocadas fortes emoções[2,3].

Ainda não se sabe se este efeito ocorre na prática com os pacientes, mas é importante colocar em questão este possível efeito indesejável da melatonina, que não era conhecido previamente[2,3].

Para lembrar:
A melatonina é um suplemento muito utilizado por paciente que apresentam insônia. Este estudo traz um efeito colateral inesperado, que precisa ser considerado na prática clínica.

A partir de agora, pode-se pensar na possibilidade de realizar um período experimental de suspensão da melatonina em pacientes agressivos que estejam fazendo uso prévio desta para reavaliação do quadro clínico. Assim, a clínica, aquela mesmo, das aulas de semiologia da faculdade medicina, muitas vezes indevidamente esquecida, continua sendo soberana.

Referência:

  1. Wurtman, R. J., Axelrod, J., & Fischer, J. E. (1964). Melatonin synthesis in the pineal gland: effect of light mediated by the sympathetic nervous system. Science, 143(3612), 1328-1329.
  2. Liu, J., Zhong, R., Xiong, W., Liu, H., Eisenegger, C., & Zhou, X. (2017). Melatonin increases reactive aggression in humans. Psychopharmacology, 234(19), 2971-2978.
  3. A surprising effect of melatonin . Jonathan Silver . Nejm Journal watch 2017.

2. Novo tratamento não hormonal para fogachos da menopausa

O antagonista do receptor de nerokinina 3 (NK3R) pode ser um tratamento não hormonal promissor para mulheres na menopausa que apresentam fogachos.

Um estudo randomizado publicado recentemente no The Lancet comparou o uso oral do antagonista de NK3R com o uso placebo em mulheres menopausadas com fogachos ao longo de quatro semanas.

A média semanal de fogachos reduziu de 85 para 20 e 50 no grupo que utilizou a nova droga, e para 50 no grupo que fez uso do placebo. Além disso, os fogachos residuais no grupo que utilizou a droga incomodaram menos as pacientes e também foram menos intensos.

Três pacientes no grupo que realizou o tratamento com a medicação apresentaram aumento das transaminases — um aumento que foi transitório, e retornou para linha de base após o término do estudo.

Embora estes resultados sejam animadores, cabe ressaltar que são necessários maiores e mais longos estudos para determinar a eficácia e a segurança desta nova droga na prática clínica diária[1].

Para lembrar:
Cerca de um terço das mulheres na menopausa que sofrem com fogachos, apresentam mais de 10 ondas de calor por dia, o que reduz substancialmente a qualidade de vida destas pacientes. A terapia hormonal é de fato o tratamento mais eficaz para as pacientes sem contra indicações. Devemos utilizar no tratamento a menor dose efetiva de hormônios que seja eficaz para melhorar os sintomas destas mulheres.

Referência:

  1. Prague JK, Roberts RE, Comninos AN, et al. Neurokinin 3 receptor antagonism as a novel treatment for menopausal hot flushes: a phase 2, randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet 2017; 389:1809.

3. Sotagliflozina como terapia adjuvante para diabetes tipo 1

Um estudo randomizado publicado no NEMJ avaliou a sotagliflozina, um inibidor dual do co-transportador sódio-glicose (SGLT) 1 e 2, como tratamento adjuvante à insulina em 1402 pacientes com diabetes tipo 1 que utilizaram aleatoriamente sotagliflozina ou placebo[1].

Após 24 semanas, a proporção de pacientes que alcançaram uma hemoglobina glicada menor que 7% foi maior no grupo que utilizou a nova droga (28,6 %) comparado ao grupo que utilizou placebo (15,2%).

Entretanto, os casos de cetoacidose diabética foram estatisticamente superiores no grupo da sotagliflozina em relação ao placebo (3% contra 0,6%), assim como o aumento da frequência de desidratação e de infecções genitais neste grupo.

A sotagliflozina ainda não está aprovada oficialmente para qualquer indicação terapêutica. Atualmente, vem sendo investigada nos estudos clínicos como terapia adjuvante no diabetes tipo 1.

Para lembrar:
Ainda não está claro se o aumento do risco de complicações do tratamento do paciente com diabetes tipo 1 em uso de sotagliflozina supera o benefício da modesta redução da hemoglobina glicada que esta nova droga proporciona. Novos estudos ainda são necessários para avaliar com mais segurança essa nova possibilidade terapêutica para o paciente com diabetes tipo 1.

Referência:

  1. Garg SK, Henry RR, Banks P, et al. Effects of Sotagliflozin Added to Insulin in Patients with Type 1 Diabetes. N Engl J Med 2017.

4. Alterações em exames de tireoide com uso de biotina

A biotina é um suplemento vitamínico muito utilizado de forma off label nas doses de 5 mg a 10 mg para impedir a queda de cabelos.

Recentemente, um número crescente de publicações tem relatado que o uso de 5 mg a 10 mg de biotina, pode causar valores falsamente reduzidos de TSH e falsamente altos de T3 e T4 em ensaios que utilizam sistemas de afinidade biotina-estreptavidina[1,2].

Para minimizar estas interferências nos ensaios dos pacientes na prática clínica, os testes para avaliação tireoidiana devem ser realizados pelo menos dois dias após a descontinuação do uso da biotina e/ ou dos suplementos que a contenham.

Para lembrar:
Frequentemente os pacientes utilizam vitaminas e suplementos que são muitas vezes omitidos quando da realização da anamnese. A biotina é um dos suplementos vitamínicos mais utilizados neste contexto, e entender melhor sobre suplementos e vitaminas é fundamental para prática clínica diária.

Referência:

  1. Sharma A, Baumann NA, Shah P. Biotin-Induced Biochemical Graves Disease: A Teachable Moment. JAMA Intern Med 2017; 177:571.
  2. Li D, Radulescu A, Shrestha RT, et al. Association of Biotin Ingestion With Performance of Hormone and Nonhormone Assays in Healthy Adults. JAMA 2017; 318:1150.

 

#Furosemide Indications, side effects

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Resultado de imagem para furosemide
What is furosemide?

Furosemide is a loop diuretic (water pill) that prevents your body from absorbing too much salt. This allows the salt to instead be passed in your urine.

Furosemide is used to treat fluid retention (edema) in people with congestive heart failure, liver disease, or a kidney disorder such as nephrotic syndrome.

Furosemide is also used to treat high blood pressure (hypertension).

Important information

You should not use furosemide if you are unable to urinate.

Do not take more than your recommended dose. High doses of furosemide may cause irreversible hearing loss.

Before using furosemide, tell your doctor if you have kidney disease, enlarged prostate, urination problems, cirrhosis or other liver disease, an electrolyte imbalance, high cholesterol, gout, lupus, diabetes, or an allergy to sulfa drugs

Tell your doctor if you have recently had an MRI (magnetic resonance imaging) or any type of scan using a radioactive dye that is injected into your veins. Do not take more of this medication than is recommended.

If you are being treated for high blood pressure, keep using this medication even if you feel fine. High blood pressure often has no symptoms.

Before taking this medicine

You should not use furosemide if you are allergic to it, or:

if you are unable to urinate.
To make sure furosemide is safe for you, tell your doctor if you have:

kidney disease;
enlarged prostate, bladder obstruction or other urination problems;
cirrhosiss or other liver disease;
an electrolyte imbalance (such as low levels of potassium or magnesium in your blood);
high cholesterol or triglycerides (a type of fat in the blood);
gout;
lupus;
diabetes; or
sulfa drug allergy.
Tell your doctor if you have an MRI (magnetic resonance imaging) or any type of scan using a radioactive dye that is injected into your veins. Both contrast dyes and furosemide can harm your kidneys.

It is not known whether this medicine will harm an unborn baby. Tell your doctor if you are pregnant or plan to become pregnant while using furosemide.

Furosemide can pass into breast milk and may harm a nursing baby. This medicine may also slow breast milk production. Tell your doctor if you are breast-feeding a baby.

How should I take furosemide?

Take furosemide exactly as prescribed by your doctor. Follow all directions on your prescription label. Your doctor may occasionally change your dose to make sure you get the best results. Do not use this medicine in larger or smaller amounts or for longer than recommended.

Do not take more than your recommended dose. High doses of furosemide may cause irreversible hearing loss.

Measure liquid medicine with the dosing syringe provided, or with a special dose-measuring spoon or medicine cup. If you do not have a dose-measuring device, ask your pharmacist for one.

Furosemide will make you urinate more often and you may get dehydrated easily. Follow your doctor’s instructions about using potassium supplements or getting enough salt and potassium in your diet.

While using this medicine, you may need frequent blood tests.

Keep using this medicine as directed, even if you feel well. High blood pressure often has no symptoms. You may need to use blood pressure medicine for the rest of your life.

If you need surgery, tell the surgeon ahead of time that you are using this medicine.

Store at room temperature away from moisture, heat, and light. Throw away any furosemide oral solution (liquid) 90 days after opening the bottle, even if it still contains unused medicine.

What happens if I overdose?

Seek emergency medical attention. Overdose symptoms may include feeling very thirsty or hot, heavy sweating, hot and dry skin, extreme weakness, or fainting.

What should I avoid while taking furosemide?

If you also take sucralfate, take it at least 2 hours before or after you take furosemide.

Avoid getting up too fast from a sitting or lying position, or you may feel dizzy. Get up slowly and steady yourself to prevent a fall.

Avoid becoming dehydrated. Follow your doctor’s instructions about the type and amount of liquids you should drink while you are taking furosemide.

Drinking alcohol with this medicine can cause side effects.

What are the possible side effects of furosemide

Get emergency medical help if you have signs of an allergic reaction to furosemide: hives; difficulty breathing; swelling of your face, lips, tongue, or throat.

Call your doctor at once if you have:

ringing in your ears, hearing loss;
confusion, drowsiness, problems with memory or speech;
jaundice (dark urine, yellowing of the skin or eyes);
severe pain in your upper stomach spreading to your back;
nausea, vomiting, loss of appetite, sweet or musty breath odor;
pale skin, easy bruising or bleeding;
sudden weakness or ill feeling, fever, chills, sore throat;
signs of an electrolyte imbalance – dry mouth, increased thirst, mood changes, muscle pain or weakness, lack of energy, fast heartbeats, little or no urination;
kidney problems – little or no urination, painful or difficult urination, swelling in your feet or ankles, feeling tired or short of breath; or
severe skin reaction – fever, sore throat, swelling in your face or tongue, burning in your eyes, skin pain followed by a red or purple skin rash that spreads (especially in the face or upper body) and causes blistering and peeling.
Common furosemide side effects may include:

numbness or tingling;
headache, dizziness; or
blurred vision.

This is not a complete list of side effects and others may occur. Call your doctor for medical advice about side effects.

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