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#Moderate alcohol consumption may boost #male fertility

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The association between alcohol intake and male reproductive function remains controversial. A new study in the journal Andrology, which suggests that moderate alcohol intake appears positively associated with semen quality, will add to that controversy.

The study recruited male partners of subfertile couples undergoing assisted reproductive technology (ART) cycles at an Italian clinic. Among the 323 male participants included in the cross-sectional analysis, 9.6 per cent were non-drinkers, 30.0 per cent drank less than 1-3 units of alcohol per week, 30.3 per cent drank 4-7 units weekly, and 30.0 per cent drank eight or more units weekly.

Compared with men who drank less than 1-3 units per week, median semen volume and total sperm count were higher in men who drank 4-7 units weekly. Association with sperm concentration was also significant, with a U-shaped trend across groups. The associations remained after adjusting for potentially confounding factors.

Based on the “reassuring results”, the authors say men undergoing ART treatment should be advised to limit alcohol consumption but abstaining from alcohol does not appear to be necessary.

However, they acknowledge that, because of the small number of participants in some subgroups, the role of heavy or binge drinking was not analysed.

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#La #cafeína no suprime el #apetito ni ayuda a #perder peso (J Acad Nutr Diet)

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Un nuevo estudio publicado en el Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics muestra que, aunque beber una pequeña cantidad de cafeína en el desayuno ayuda a reducir la ingesta de alimentos en la primera comida del día, su efecto es limitado y transitorio, por lo que los autores no respaldan su uso como supresor del apetito o como ayuda para perder peso.

Los autores encontraron que después de beber una pequeña cantidad de cafeína, los participantes consumieron un 10% menos en un desayuno buffet proporcionado por los investigadores, pero este efecto no persistió durante todo el día y no tuvo impacto en las percepciones de los participantes sobre sus apetitos. Así, consideran que la cafeína no es efectiva como un supresor del apetito ni ayuda para bajar de peso.

“La cafeína se añade con frecuencia a los suplementos dietéticos con afirmaciones de que suprime el apetito y facilita la pérdida de peso. Investigaciones anteriores especularon que la cafeína acelera el metabolismo o afecta las sustancias químicas cerebrales que suprimen el apetito y la evidencia epidemiológica sugiere que los consumidores de cafeína regulares tienen una masa corporal inferior -explica la investigadora principal, Leah M. Panek-Shirley, del Departamento de Ejercicio y Ciencias de la Nutrición de la Universidad de Buffalo, Estados Unidos-. El objetivo de nuestro estudio fue determinar si la cafeína puede estar relacionada con una ingesta reducida de alimentos o un apetito reprimido, y si los resultados varían según el IMC”.

“Este estudio, por su riguroso diseño, refuerza la importancia de los buenos hábitos alimentarios y no depende de ayudas para la pérdida de peso o prácticas no saludables”, explican los autores.

#Visão geral de #atividade física

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Por Brian D. JohnstonDirector of Education, International Association of Resistance Training; Director of Education, Prescribed Exercise Clinics

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A atividade física estimula a troca de tecidos e adaptação (p. ex., aumento da força e massa muscular, resistência cardiovascular), ao passo que repouso e recuperação permitem que tais trocas e adaptação aconteçam. A recuperação do exercício é tão importante quanto seu estímulo. Atividade física regular reduz a probalidade de doenças clínicas, diminui a incidência das principais causas de morte e melhora o estado de saúde geral e a qualidade de vida dos pacientes em relação à maioria das condições médicas. O aumento da força e da massa muscular e, consequentemente, da resistência cardiovascular aumenta o estado funcional para esportes e atividades da vida diária e protege de lesões. Certos exercícios também são frequentemente prescritos para reabilitar pacientes após infarto do miocárdio (IM), grande cirurgia e lesões musculoesqueléticas. Esquemas de exercícios no pré-operatório são prescritos antes de muitos procedimentos eletivos para melhorar a recuperação no pós-operatório. Independentemente da indicação, as recomendações para atividade física devem ser baseadas em dois princípios:

  • Os objetivos das atividades devem ser específicos ao paciente, considerando motivação, necessidades, aptidão física e psicológica, a fim de maximizar a probabilidade da participação do paciente e o resultado esperado

  • A atividade deve ser prescrita na medida certa para atingir o efeito esperado. Um estímulo de exercício deve ser suficiente para que o corpo se adapte a um maior estado de função, mas não tão grande que cause lesão ou não adesão. Mais atividade nem sempre é melhor; a falta e o exagero podem impedir que se alcancem os resultados esperados.

A prescrição para o exercício deve especificar intensidade (nível de esforço), volume (quantidade de atividade em uma sessão), frequência (número de sessões de exercício) e carga progressiva (quantidade de aumento em um ou mais desses elementos no decorrer do tempo ou a carga atual). O equilíbrio desses elementos depende de tolerância individual e de princípios fisiológicos (i. e., à medida que a intensidade aumenta, volume e frequência podem precisar diminuir, ao passo que, quando o volume aumenta, a intensidade pode precisar diminuir). Intensidade, volume e frequência podem ser aumentados concorrentemente, mas os aumentos são limitados porque a tolerância humana ao esforço é finita. O objetivo é descobrir a quantidade apropriada de exercício para benefício máximo no contexto dos objetivos do paciente. Recomendações genéricas tradicionais e fixas (p. ex., 3 séries de 10 a 12 repetições, correr 30 min 3 vezes/semana) podem não ser ideais porque não abordam as capacidades ou necessidades específicas do paciente (i. e., pessoas não condicionadas precisam de um programa diferente daquelas capazes de treinar em níveis de intensidade mais altos).

Conquistar adesão a longo prazo é importante e desafiador. As pessoas diferem enormemente quanto à sua motivação e capacidade de sustentar o que consideram uma atividade árdua. Para melhorar a adesão, os programas de treinamento começam em níveis de intensidade baixos e, gradualmente, aumentam até o nível desejado. Algumas pessoas precisam ser supervisionadas individualmente (p. ex., por um personal trainer); outras se beneficiam com atividades em grupo (p. ex., um exercício em sala, uma corrida de bicicleta em grupo); outras preferem se dedicar a exercícios individuais de longa duração. Para pessoas que mantêm a motivação a longo prazo, as prescrições dos exercícios devem levar em consideração suas necessidades e preferências.

Programas de exercício devem abranger múltiplas dimensões de forma física, a saber:

  • Alongamento e flexibilidade

  • Capacidade aeróbica (resistência cardiovascular)

  • Força (incluindo resistência e compleição muscular)

  • Equilíbrio

Alongamento e flexibilidade

A flexibilidade é importante para o desempenho confortável e seguro das atividades físicas. O alongamento pode ser benéfico para treinar força, melhorar a amplitude de movimentos e ajudar a relaxar os músculos. Esses exercícios podem ser desempenhados antes ou depois de outras formas de treinamento ou como uma atividade física em si, como ocorre nas sessões de ioga ou pilates. Embora o alongamento antes do exercício aumente a preparação mental, não há evidência de que ele diminua o risco de lesão. No entanto, não há necessidade de se desencorajar a pré-atividade de alongamento caso o paciente goste disso. O aquecimento geral (p. ex., com estimulação de baixa intensidade do exercício a ser desempenhado, correr no local, exercícios calistênicos ou outras atividades leves que aumentem a temperatura central) parece ser mais eficaz que o alongamento para facilitar a segurança do exercício. Alongamento após exercício pode ser preferido, pois os tecidos alongam com mais eficácia quando aquecidos.

Certos exercícios de flexibilidade envolvem alongamento lento e constante de grupos musculares sem tremer ou falhar. Para melhorar a flexibilidade, o alongamento deve ser realizado por pelo menos 20 segundos e não mais de 60 segundos. Cada alongamento é repetido 2 a 3 vezes, cada vez mantido por mais tempo. Pode-se esperar um leve desconforto, mas dores fortes devem ser evitadas, pois a dor pode ser um sinal de pequenas rupturas teciduais não intencionais. Para muitos músculos, a flexibilidade aumenta suficientemente com um treinamento de força apropriadamente desenvolvido porque os músculos se alongam e atuam com total amplitude de movimentos.

Exercícios aeróbicos

O exercício aeróbico é uma atividade física rítmica e contínua. O esforço ocorre a um nível que pode ser tolerado pelo metabolismo aeróbico (embora breves períodos de esforço mais intenso, que desencadeiam o metabolismo anaeróbico, possam ser intercalados), continuamente, por pelo menos 5 minutos, como ponto de partida, e pode lentamente ser aumentado com o passar do tempo. O condicionamento aeróbico aumenta o consumo máximo de O2 e o débito cardíaco (principalmente um aumento no volume cardíaco), diminui a frequência dos batimentos cardíacos e reduz a mortalidade relacionada a problemas cardíacos e a todas as outras causas; no entanto, muita atividade causa desgaste excessivo do corpo e aumenta a oxidação celular. Exemplos de exercício aeróbico incluem corrida, caminhada rápida, natação, andar de bicicleta, remo, caiaque, andar de skate, esqui e uso de equipamentos de exercício aeróbico (p. ex., esteira, step ou equipamentos elípticos).

O metabolismo aeróbico começa 2 minutos após o início da atividade; porém, maior esforço sustentado é necessário para alcançar benefícios saudáveis. A recomendação normal consiste em  30 minutos de exercício ao dia, pelo menos 3 vezes por semana, com um período de 5 min de aquecimento e 5 min para desaquecimento; porém, essa recomendação baseia-se mais em conveniência do que em evidência. Condicionamento aeróbico máximo pode ocorrer com tão pouco tempo quanto 10 a 15 minutos de atividade por sessão, 2 a 3 vezes por semana, com a implementação de um ciclo de intervalo. No ciclo de intervalo, a pessoa alterna períodos curtos de atividade moderada com esforço máximo; Em um programa, cerca de 90 segundos de atividade moderada (60 a 80% de frequência cardíaca máxima [FCmax]) são alternados com cerca de 20 a 30 segundos de atividade intensa (85 a 95% da frequência máxima ou o máximo de esforço que a pessoa consiga fazer nesse período). Esse programa é mais extenuante para articulações e tecidos e deve ser implementado esporadicamente ou de forma alternada com métodos de exercícios mais convencionais de intensidade baixa a moderada.

Máquinas de treinamento de resistência ou pesos livres podem ser usados para exercício aeróbico, contanto que um número suficiente de repetições seja feito, que o repouso entre as repetições seja mínimo (0 a 60s) e a intensidade do esforço seja relativamente alta. Em circuitos de treinamento, os grandes músculos (pernas, quadris, costas e tórax) são trabalhados seguidos dos músculos menores (ombros, braços, abdome e pescoço). O sistema cardiovascular se beneficia mais com circuitos de treinamento de apenas 15 a 20 minutos que com corrida ou uso de equipamentos de exercícios aeróbicos pelo mesmo tempo, pois o trabalho corporal é mais intenso e a frequência cardíaca aumenta mais como resultado. O treinamento combinado de exercícios aeróbicos com atividades de resistência aumenta a resistência muscular de todos os músculos envolvidos (i. e., não só o coração).

O volume do exercício aeróbico é graduado simplesmente pela duração. A intensidade é guiada pela frequência cardíaca. A frequência cardíaca-alvo para intensidade apropriada é de 60 a 85% da FCmáxima da pessoa (frequência cardíaca no pico de consumo de O2 [VO2pico] ou outra taxa acima da qual o metabolismo aeróbico não possa mais ser sustentado, pois há falta de O2 e o metabolismo anaeróbico se inicia). A FCmax pode ser diretamente medida ou calculada como

equation

Alternativamente, a fórmula de Karvonen pode ser usada para calcular a frequência cardíaca-alvo:

equation

Essas fórmulas baseiam-se na população geral e podem não fornecer objetivos precisos para pessoas nos extremos da atividade física (i. e., atletas altamente treinados ou pacientes não condicionados fisicamente). Para essas pessoas, avaliação metabólica ou VO2 pode proporcionar informações mais precisas.

A idade cronológica deve ser distinguida da idade biológica. Pacientes de qualquer idade que estão menos acostumados a exercícios aeróbicos (menos condicionados) atingem frequência cardíaca-alvo mais rápido e com menos esforço, necessitando de períodos de exercícios mais breves, pelo menos inicialmente. Pacientes obesos podem estar descondicionados e precisam mover um grande peso corporal, de modo que a frequência cardíaca aumenta muito mais rápido e a um nível mais elevado com atividade menos vigorosa que pessoas mais magras. Pacientes com distúrbios clínicos ou que estão tomando determinados medicamentos (p. ex., β-bloqueadores) podem apresentar uma relação modificada entre idade e frequência cardíaca. Um bom ponto de partida para esses pacientes pode ser 50 a 60% da frequência cardíaca alvo com base na idade. Esses alvos podem ser aumentados com base na tolerância e no progresso do paciente.

Treinamento de força

O treinamento de força (resistência) envolve contração da força muscular total contra uma carga – normalmente fornecida por pesos e equipamentos livres ou, às vezes, peso corporal (p. ex., exercícios de flexão, exercícios abdominais, exercícios na barra). Esse treinamento aumenta a força, a resistência e a compleição muscular. O treinamento de força também aumenta a capacidade funcional e, dependendo do ritmo do programa, o desempenho aeróbico. A resistência e a flexibilidade cardiovascular aumentam concorrentemente.

volume é normalmente categorizado em termos de quantidade de peso levantado e números de séries e repetições. No entanto, um parâmetro igualmente importante consiste no tempo de tensão, a duração total de elevação e abaixamento do peso em uma série. Para atingir condicionamento moderado (desenvolvimento de massa e força muscular), o tempo de tensão apropriado deve ser de cerca de 60 segundos. Um tempo de tensão de 90 a 120 segundos é apropriado para reabilitação de lesões e aumento da resistência muscular. Quando o objetivo é aumentar a força, o tempo de tensão é mais importante que o número de repetições, pois o número de repetições pode variar com o tempo de tensão em virtude de diferenças de técnicas e da duração da série. Quando o paciente consegue atingir pelo menos o tempo de tensão de 60 segundos com uma boa técnica, a resistência (peso) pode ser aumentada para que o tempo de tensão de pelo menos 60 segundos seja tolerável no próximo nível de peso. O número de séries é determinado pela intensidade do treinamento; treinamento mais intenso requer menos séries.

intensidade é geralmente uma medida subjetiva de esforço percebido e o quão perto uma pessoa chega da fadiga muscular em determinada série (ou exaustão no trabalho corporal). Pode ser caracterizada objetivamente pela quantidade de peso elevada, expressada como a porcentagem máxima da pessoa para uma repetição (1 RM) de exercício dado; por exemplo, para uma pessoa que consegue levantar 100 kg de uma vez, 75 kg é 75% RM. Uma diretriz geral é exercitar-se com uma carga de 70 a 85% RM. Cargas mais pesadas aumentam o risco de lesão e só são apropriadas para atletas de competições. Geralmente, levantar de 30 a 40% RM fornece um ganho mínimo de força, embora o condicionamento aeróbico e a resistência muscular possam ocorrer com tempo de tensão e esforço suficientes. Durante o treinamento de força, o estímulo para mudança do tecido depende, principalmente, da qualidade e do esforço do treinamento. Por exemplo, uma pessoa que levanta 85% RM de uma só vez (em que 6 repetições poderiam ser feitas com esforço máximo) teria menos estímulo para mudança do tecido que se levantasse 75 a 80% RM várias vezes (com fadiga muscular ou quase).

A intensidade é limitada pela motivação e tolerância. Para muitos pacientes em fase de reabilitação, o desconforto, a dor e a inexperiência com o exercício resultam em menos esforço que o possível ou tolerado. Consequentemente, mais séries são necessárias para atingir os benefícios desejados. As pessoas devem variar a intensidade do trabalho corporal regularmente para promover um intervalo físico e mental. Os exercícios devem ser feitos no nível de intensidade mais alto durante não mais de metade das séries. As pessoas devem incorporar intervalos de treinamentos de alta intensidade (p. ex., 1 semana a cada 3 meses, talvez coincidentes com feriados ou férias) para permitir recuperação suficiente. Treinamento de alta intensidade contínuo é contraproducente, até mesmo para atletas treinados. Sintomas como fadiga ou peso muscular quando não estiver fazendo exercício, falta de motivação para o exercício, execução de exercícios reduzida, dores nos tendões e articulações e aumento de frequência cardíaca em descanso sugerem que o exercício foi muito intenso; ele deve ser evitado por 10 a 15 dias.

Técnica corporal apropriada é importante para segurança pessoal e treinamento de força eficaz. As pessoas devem esforçar-se por técnicas suaves e evitar puxões e levantamento de pesos, que podem causar pequenas rupturas nos tecidos motivadas pela força súbita. É igualmente importante incentivar a respiração controlada, que evita tonturas (e, em casos extremos, desmaios) que podem ocorrer com a manobra de Valsalva. Os pacientes devem expirar enquanto levantam o peso e inspirar quando o abaixam. Se o movimento for lento, como para abaixar um peso por  5 segundos, os pacientes podem precisar inspirar e expirar mais de uma vez, porém a respiração deve ser coordenada de forma que a respiração final seja feita exatamente antes da fase de elevação e liberada durante o abaixamento. A pressão arterial (PA) aumenta durante o treinamento de resistência e tende a ser mais alta quando a pressão é excessiva (comum com o exercício leg press enquanto trabalha os grandes músculos inferiores e segura nos apoios de mão com muita força). No entanto, a PA retorna ao normal rapidamente após exercício; o aumento é mínimo quando a técnica de respiração está correta, não importando a dificuldade com que a pessoa se exercita.

Treinamento de equilíbrio

O treinamento de equilíbrio envolve desafiar o centro de gravidade do indivíduo pela prática de exercícios em ambientes instáveis, como ficar em pé em uma perna só ou usar tábuas de equilíbrio ou oscilantes. O treinamento de força básico melhora o equilíbrio porque aumenta a compleição e a força muscular ao redor das articulações, melhorando o equilíbrio (estabilidade) indiretamente. Embora o treinamento de equilíbrio especializado possa ajudar algumas pessoas com deficiências de propriocepção, ele é frequentemente utilizado para prevenir quedas em pessoas idosas ( Exercícios para idosos).

Hidratação

A hidratação correta é importante, especialmente quando o exercício é prolongado ou praticado em ambiente quente. As pessoas devem estar bem hidratadas antes da atividade, beber líquidos regularmente durante exercício prolongado e repor qualquer déficit que permaneça após a atividade. Durante o exercício, beber cerca de 120 a 240 ml (0,5 a 1 copo) a cada 15 a 20min é razoável, dependendo do calor e do nível de exercício. No entanto, hidratação em excesso pode causar hiponatremia e consequentes convulsões, devendo ser evitada.

Pérolas E Armadilhas

  • Evitar hidratação excessiva durante a atividade física porque pode causar hiponatremia intensa o suficiente para provocar convulsões.

O déficit de líquidos após esforço é calculado comparando-se o peso corporal antes e depois do exercício. O déficit de líquidos é reposto na proporção de 1:1 (i. e., 1 l para cada 1 kg perdido). Na maioria dos casos, água pura é aceitável. Isotônicos contendo eletrólitos podem ser preferidos. No entanto, fluidos contendo > 8% de carboidratos (8 g/100 ml ou 20 g em 250 mL) causam diminuição do esvaziamento gástrico, acompanhada por taxa de absorção mais lenta de fluido. Normalmente, é melhor misturar água pura com isotônicos na proporção de 50:50, a fim de permitir absorção mais rápida de glicose e eletrólitos. Pacientes com achados sugerindo doença cardíaca ( Doenças por calor) ou desidratação necessitam de reposição imediata de eletrólitos VO ou IV.

#Measles outbreaks continuing to occur in a number of European countries

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  •  Noticias Médicas Univadis

Measles outbreaks are continuing to occur in a number of European countries, and there is a risk of spread and sustained transmission in areas with susceptible populations, according to the European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC).

The latest ECDC Communicable Diseases Threats Report states that Romania (4,317), France (2,588), Greece (2,238) and Italy (1,716) have reported the most cases so far in 2018. Over 1,100 cases have been reported in Russia, which just hosted the 2018 FIFA Football World Cup.

To date in 2018, 31 measles-related deaths have been reported across the EU/EEA region.

According to the ECDC’s latest monthly surveillance report, measles is continuing to spread because of suboptimal vaccination coverage in many countries. Of 11,592 measles cases (90% of cases reported between 1 June 2017 and 31 May 2018) with known age and vaccination status, 83 per cent were unvaccinated, 10 per cent had received one dose of measles vaccine, 5 per cent had received two or more doses, and 2 per cent had received an unknown number of doses.

Only four EU/EEA countries have reached the 95 per cent vaccination target for both doses, showing that further sustained action is needed, said the ECDC.

#Cenar pronto reduce el riesgo de #cáncer de mama y próstata

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Cenar a una hora temprana o esperar al menos dos horas para ir a la cama se asocia con un menor riesgo de cáncer de mama y de próstata, según un estudio del ISGlobal, que se publica en ‘International Journal of Cancer’.

Los resultado del estudio subrayan la importancia de tener en cuenta el ritmo circadiano en los estudios sobre dieta y cáncer.

Las personas que cenan antes de las 9 de la noche o esperan al menos dos horas antes de acostarse tienen cerca de un 20 por ciento menos de riesgo de estos tipos de cáncer que las que hacen la comida nocturna después de las 10 p.m. o las que se acuestan inmediatamente después de cenar, respectivamente.

Estas son las principales conclusiones de una investigación del Instituto de Salud Global de Barcelona (ISGlobal), centro impulsado por la Fundación Bancaria La Caixa, que ha analizado la relación de los horarios de las comidas y del sueño con el riesgo de cáncer.

La hora de la comida importa

Hasta ahora, los estudios sobre alimentación y cáncer se habían concentrado en los patrones de la dieta, analizando el tipo de alimentos consumidos o la cantidad de alimentos y obesidad. Sin embargo no se había prestado atención a factores como las horas de ingesta y las actividades que se llevan a cabo antes y después. La evidencia reciente en estudios experimentales indica que el momento de comer es importante y muestra que hacerlo en horas tardías afecta a la salud.

Si los resultados se confirman los consejos sobre hábitos de vida saludable contra el cáncer  podrían incluir los horarios de las comidas

El objetivo del estudio, publicado en la revista International Journal of Cancer, fue evaluar si los horarios de comidas y de sueño pueden estar relacionados con el riesgo de padecer cánceres de mama y de próstata -dos de los tumores más comunes a nivel mundial y que más se relacionan con el trabajo nocturno y la disrupción circadiana-. Para ello, se tuvieron en cuenta los hábitos de vida y el cronotipo de cada persona, un atributo individual relacionado con la preferencia por las actividades diurnas o nocturnas.

En el marco del proyecto MCC-Spain, cofinanciado por el Consorcio de Investigación Biomédica en Red de Epidemiología y Salud Pública (Ciberesp), se evaluaron datos de 621 casos de cáncer de próstata y 1.205 de mama y de 872 hombres y 1.321 mujeres seleccionados al azar en centros de salud de atención primaria de toda España. El análisis se realizó a partir de los datos recogidos en entrevistas sobre los horarios de comida, sueño y cronotipo y un cuestionario sobre hábitos de alimentación y cumplimiento de las recomendaciones de prevención del cáncer.

Prestar atención al ritmo circadiano

“Nuestro estudio concluye que seguir patrones diurnos de alimentación se asocia con menos riesgo de cáncer”, ha explicado Manolis Kogevinas, investigador de ISGlobal y primer autor de la publicación. Para Kogevinas, estos resultados “subrayan la importancia de tener en cuenta el ritmo circadiano en los estudios sobre dieta y cáncer”.

Los estudios apuntan a que el horario de las ingestas tiene implicaciones en el metabolismo de los alimentos y en la salud

Dora Romaguera, investigadora de ISGlobal y última autora del trabajo, considera que “es necesario realizar más estudios para conocer el porqué de estos resultados, pero todo apunta que la hora de ir a dormir afecta a nuestra capacidad de metabolizar la comida”.

La evidencia científica actual en animales muestra que el horario de las ingestas de alimentos tiene “implicaciones profundas en el metabolismo de los alimentos y en la salud”, ha dicho Romaguera.

#Cognitive Outcomes of Children Born Extremely or Very Preterm Since the 1990s ..

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Cognitive Outcomes of Children Born Extremely or Very Preterm Since the 1990s and Associated Risk FactorsA Meta-analysis and Meta-regression

JAMA Pediatr. 2018;172(4):361-367. doi:10.1001/jamapediatrics.2017.5323

Key Points

Question  What are the cognitive outcomes of children born extremely or very preterm since 1990, and what perinatal and demographic factors predict outcome?

Findings  This meta-analysis of 71 studies (7752 extremely or very preterm and 5155 full-term children) showed a large (0.86 standard deviation) difference in intelligence between extremely or very preterm children and controls, which was stable in children born between 1990 and 2008. Bronchopulmonary dysplasia explained 65% of the variance in intelligence across studies.

Meaning  Despite advancing perinatal care, cognitive outcomes of children born extremely or very preterm did not improve between 1990 and 2008; preventive strategies to reduce the incidence of bronchopulmonary dysplasia may be crucial to improve outcomes after extremely or very preterm birth.

Abstract

Importance  Despite apparent progress in perinatal care, children born extremely or very preterm (EP/VP) remain at high risk for cognitive deficits. Insight into factors contributing to cognitive outcome is key to improve outcomes after EP/VP birth.

Objective  To examine the cognitive abilities of children of EP/VP birth (EP/VP children) and the role of perinatal and demographic risk factors.

Data Sources  PubMed, Web of Science, and PsycINFO were searched without language restriction (last search March 2, 2017). Key search terms included pretermlow birth weight, and intelligence.

Study Selection  Peer-reviewed studies reporting intelligence scores of EP/VP children (<32 weeks of gestation) and full-term controls at age 5 years or older, born in the antenatal corticosteroids and surfactant era, were included. A total of 268 studies met selection criteria, of which 71 covered unique cohorts.

Data Extraction and Synthesis  MOOSE guidelines were followed. Data were independently extracted by 2 researchers. Standardized mean differences in intelligence per study were pooled using random-effects meta-analysis. Heterogeneity in effect size across studies was studied using multivariate, random-effects meta-regression analysis.

Main Outcomes and Measures  Primary outcome was intelligence. Covariates included gestational age, birth weight, birth year, age at assessment, sex, race/ethnicity, socioeconomic status, small for gestational age, intraventricular hemorrhage, periventricular leukomalacia, bronchopulmonary dysplasia (BPD), necrotizing enterocolitis, sepsis, and postnatal corticosteroid use.

Results  The 71 included studies comprised 7752 EP/VP children and 5155 controls. Median gestational age was 28.5 weeks (interquartile range [IQR], 2.4 weeks) and the mean age at assessment ranged from 5.0 to 20.1 years. The median proportion of males was 50.0% (IQR, 8.7%). Preterm children had a 0.86-SD lower IQ compared with controls (95% CI, −0.94 to −0.78, P < .001). Results were heterogeneous across studies (I2 = 74.13; P < .001). This heterogeneity could not be explained by birth year of the cohort. Multivariate meta-regression analysis with backward elimination revealed that BPD explained 65% of the variance in intelligence across studies, with each percent increase in BPD rate across studies associated with a 0.01-SD decrease in IQ (0.15 IQ points) (P < .001).

Conclusions and Relevance  Extremely or very preterm children born in the antenatal corticosteroids and surfactant era show large deficits in intelligence. No improvement in cognitive outcome was observed between 1990 and 2008. These findings emphasize that improving outcomes after EP/VP birth remains a major challenge. Bronchopulmonary dysplasia was found to be a crucial factor for cognitive outcome. Lowering the high incidence of BPD may be key to improving long-term outcomes after EP/VP birth.

#El primer «bebé probeta» cumple cuarenta años

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El primer «bebé probeta» cumple cuarenta años

Louise Joy Brown, la niña milagro que nació gracias al experimento de los pioneros en la fertilidad asistida, Patrick Steptoe y Robert Edwards

Eugenia MirasEugenia Miras

 

 

En julio de 1978 nacía el primer «bebé probeta» en la clínica Bourn Hall de Cambridge (Manchester, Reino Unido). Por fin se había concebido la posibilidad de sembrar vida donde se creía perdida; y esto fue posible gracias a la colaboración entre el fisiólogo Robert G. Edwards, Premio Nobel de medicina, y el ginecólogo Patrick Steptoe; una alianza que permitió un milagro llamado Louise Joy Brown; devolviéndole la esperanza a numerosas familias que no podían tener hijos.

El Bourn Hall de Cambridge se convertía en el escenario de un valiosísimo avance médico; por lo que se acordaría con el Gobierno británico documentar tanto la fecundación, como el nacimiento y el desarrollo de Louise Brown

La edición de ABC de abril de 1978 publicó «Al parecer, nacerá en Julio primer embrión fecundado artificialmente».

Robert G. Edwards
Robert G. Edwards– C.C

Sin embargo, esta primera Fecundación in Vitro -también conocida como FIV– comenzó como un experimento secreto entre los señores Brown y la clínica. Ambos médicos querían estar seguros que después del parto Louise superaría las fases más delicadas de un bebé; y para ello mantendrían a la prensa lejos del caso.

El Bourn Hall de Cambridge se convertía en el escenario de un valiosísimo avance médico; por lo que se acordaría con el Gobierno británico documentar tanto la fecundación, como el nacimiento y el desarrollo de Louise Brown. Se precisaba todo tipo de evidencia para demostrar la paternidad y asimismo respaldar la FIV como un método seguro.

El 25 de julio de 1978 los médicos condujeron a la madre a quirófano para realizarle una cesárea, y aunque casi ninguno de los que los presentes en la sala sabía que ocurría, la operación fue un éxito.

La Fecundación in Vitro supuso una gran controversia, donde los asuntos religiosos y morales cuestionaron esta revolución científica

Hasta hace 40 años tener un hijo era un don recibido, pero después de Louise Joy, la ciencia se pondría al servicio de las necesidades familiares. Tanto el Gobierno como los médicos sabían que la Fecundación in Vitro sería un tema muy delicado por el impacto social; donde los asuntos religiosos y morales pondrían en cuestión al método de fertilidad asistida.

Aunque un nacimiento debe ser el motivo máximo de júbilo, la noticia no fue acogida del todo como una bendición. Incluso, a pesar de haber sido aceptado por el Papa Pablo I como una «necesidad familiar», una gran mayoría lo consideró una profanación a la vida humana.

El método

Antes de efectuarse el experimento del «bebé probeta» Patrick Steptoe había formulado un método que permitía extraer los óvulos de los ovarios; y Robert G. Edwards consiguió fertilizarlos en un laboratorio.

Después de una década de ensayo y error, ambos decidieron sumar esfuerzos y ayudar a la primera familia; Sucediendo así la primera Fecundación in Vitro en el Reino Unido.

Edwards y Steptoe diseñaron una técnica de laboratorio que permitía la fecundación de uno de los óvulos de la señora Brown con un espermatozoide de su marido fuera del útero.

Aunque los médicos les dieron una probabilidad de éxito de uno en un millón depositaron toda su fe en la ciencia; produciéndose un milagro llamado Louise Joy

«El doctor Steptoe, hombre clave en la ideación de este procedimiento, ha señalado desde hace años que persigue con ello ofrecer la posibilidad de ser madres a muchas mujeres que padecen una obstrucción en las trompas de Falopio -«caminos» por donde debe circular el espermatozoide para encontrarse con la célula germinal femenina-, pero sin embargo tienen buena capacidad ovulatoria», recoge ABC en la edición del 22 de abril de 1978

Patrick Steptoe
Patrick Steptoe

Aunque los médicos les dieron una probabilidad de éxito de uno en un millón depositaron toda su fe en la ciencia; produciéndose un milagro llamado Louise Joy.

Posteriormente otros padres serían beneficiada con este método, tal y como recoge ABC en su edición del 12 de noviembre 1978, donde se publicó una noticia «Segundo «niño probeta» en la que se confirmó nuevamente la colaboración de Edwards y Steptoe durante la Fecundación in Vitro de la familia Montgomery. «Es esperado el 14 de febrero, día de San Valentín, Patrono de los enamorados, con una prodigiosa coincidencia de las técnicas de laboratorio y el santoral romántico», según recogió ABC.

Lo que opinaron los expertos

Dos días después del nacimiento de Louise Joy Brown, el 27 de julio de 1978, varios especialistas en el tema dieron su visión sobre los hechos en ABC. Entre ellos destacó la declaración de la época, del Doctor Cruz y Hermida -jefe del Servicio de Obstetricia y Ginecología de la Cruz Roja-: «Existen problemas graves que al parecer, se han podido solventar: el primero es que las divisiones celulares se realicen adecuadamente; el segundo, que la anidación del huevo en el útero no haya tenido problemas, lo que quiere decir que todo se ha hecho sobre un endometrio especialmente preparado para recibir al embrión. El factor más positivo que se desprende del nacimiento de esta niña es la resolución del problema de fertilidad creado por la obstrucción bilateral de las trompas».

ABChistoria