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#New Guidelines Back off Aspirin for Primary Cardiovascular Prevention

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By Kelly Young

Edited by Susan Sadoughi, MD, and André Sofair, MD, MPH

New guidelines say that daily, low-dose aspirin should be used infrequently to prevent primary cardiovascular disease. The American College of Cardiology and the American Heart Association conclude that aspirin should be reserved for people with the highest cardiovascular risk and the lowest risk for bleeding.

The guideline categorically recommends against aspirin use in those over age 70 and in those at high risk for bleeding, such as patients with chronic renal disease or thrombocytopenia. The guidelines were published in JACC and Circulation and presented at ACC’s annual meeting.

Among the groups’ other recommendations:

  • For patients with type 2 diabetes and other cardiovascular risk factors, metformin is the first-line treatment. GLP-1R agonists and SGLT-2 inhibitors may now be considered to help reduce CVD risk.
  • Adults should aim to get at least 150 minutes of moderate or 75 minutes of vigorous physical activity a week, which is consistent with prior guidance.
  • Statins are recommended with lifestyle changes for patients with elevated LDL levels (at or above 190 mg/dL), type 2 diabetes, or other cardiovascular risk factors.

Guideline in JACC (Free)

NEJM

#O que sucede às crianças que recuperam do autismo?

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Fonte de imagem: autism

Um novo estudo indicou que a grande maioria das crianças que conseguem recuperar do transtorno do espetro autista (TEA) apresenta problemas que requerem apoio psicológico e educacional.

O autismo costumava ser considerado uma doença vitalícia. Porém, ao longo dos últimos anos, vários estudos demonstraram que é possível uma criança conseguir recuperar de um diagnóstico de TEA.

Para a sua investigação, uma equipa de investigadores do Colégio de Medicina Albert Einstein e do Sistema de Saúde Montefiore, EUA, analisou os processos clínicos de 569 crianças que tinham sido diagnosticadas com TEA, entre 2003 e 2013.

A mediana de idades das crianças na altura do diagnóstico inicial era de dois anos e meio, tendo sido acompanhadas até uma mediana de idades de seis anos e meio.

A grande maioria das crianças tinha recebido uma combinação de terapia da fala e de terapia ocupacional, educação especial e o método conhecido como Análise Comportamental Aplicada.

No decorrer do acompanhamento, 38 crianças (7% das 569 crianças) deixaram de apresentar os critérios para um diagnóstico de TEA.

Destas 38 crianças, 68% foram diagnosticados com problemas de linguagem e de aprendizagem; 49% foram diagnosticadas com distúrbios de externalização (défice de atenção, hiperatividade, distúrbio de conduta ou perturbação desafiante de oposição); 24% apresentaram distúrbios de internalização (ansiedade, distúrbios de humor, transtorno obsessivo-compulsivo ou mutismo seletivo); 5% foram diagnosticadas com um problema mental significativo.

Apenas três (8%) das 38 crianças recuperaram do TEA sem outros problemas. Testes cognitivos de acompanhamento efetuados a 33 das crianças não demonstraram incapacidade intelectual.

“É certamente encorajador confirmar que um subgrupo de crianças com diagnóstico precoce de TEA, acompanhado por atrasos no desenvolvimento, pode essencialmente recuperar da doença e adquirir as funções sociais e cognitivas típicas”, comentou Lisa Shulman, investigadora principal do estudo.

“A mensagem do nosso estudo é que algumas das nossas crianças têm resultados extraordinários, mas a maioria apresenta dificuldades persistentes que requerem monitorização e apoio terapêutico constante”, concluiu a autora.

BancodaSaúde

#Chocolate quente pode ajudar pessoas com esclerose múltipla?

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esclerose múltipla

Chocolate quente pode ajudar pessoas com esclerose múltipla?

 

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune, que acomete o Sistema Nervoso Central (SNC) de maneira crônica, cuja população tem por volta de 24 a 30 anos ao diagnóstico, e que pode ser incapacitante. Há duas maneiras principais de manifestação da doença, a forma Remitente-Recorrente (EMRR), que acomete a maior parte das pessoas com este diagnóstico, e surgem sintomas neurológicos subagudos, dentre eles os mais comuns são parestesias, neurite óptica, alterações de força, disfunções urinárias, dentre outros, que no início de seu curso tendem a melhorar espontaneamente.

A outra forma, a Primária Progressiva (EMPP), acomete de maneira lenta e gradual o SNC, evoluindo inicialmente com transtorno de marcha e equilíbrio. Há ainda a forma Secundária Progressiva (EMSP), evolução da forma Remitente-Recorrente quando não controlada adequadamente.

Nos últimos 20 anos, diversas terapias modificadoras da doença surgiram, principalmente para a forma Surto-Remissão, mas inclusive já há uma alternativa terapêutica para a forma Primária Progressiva. Contudo, ainda não há terapias realmente eficazes para uma complicação muito importante da doença, comum a qualquer uma de suas formas: a fadiga.

A fadiga da EM tem uma prevalência de até 80% em alguns estudos, e pode estar presente até mesmo naquelas pessoas que atingem bom controle de surtos clínicos e imagens de ressonância magnética. É um cansaço central, incapacitante, que atrapalha as atividades de vida diária, que muitas vezes faz a pessoa interromper ou parar de realizá-las. A fadiga, portanto, é um fator importante no impacto sobre as atividades socioeconômicas da pessoa com EM, e merece a nossa atenção.

O uso do chocolate amargo com alta concentração de cacau como antioxidante já é largamente difundido, mas para avaliar se este benefício poderia ser relacionado à concentração de flavonoides, um grupo de pesquisadores do Reino Unido, liderado pela nutricionista Shelly Coe, sua assistente Jo Cossignton, do Centro de Medicina do Esporte e Saúde em Nutrição da Universidade Brookes Oxford, publicaram em março no Neurology and Neurosurgey Journal, do British Medical Journal, um trabalho para viabilidade de conceito, duplo-cego, com duração de seis semanas, que incluiu 40 pacientes, divididos em dois grupos, que pela manhã tomavam em jejum uma bebida da seguinte maneira:

  • 19 pacientes bebiam chocolate quente com um cacau rico em flavonoides, feito com leite de arroz e um pacote de cacau em pó,
  • 21 tomaram o mesmo preparado, porém com baixo teor de flavonoides.

Todos eram orientados a aguardar 30 minutos para tomar medicações ou alimentar-se com outras coisas.
Os pacientes foram avaliados não só para fadiga, mas também para dor, cognição, atividade física, qualidade de vida.
Em seis semanas houve uma melhora significativa, porém pequena, em 11 dos 19 que tomaram a bebida rica em flavonoides, no tocante à melhora do tempo de caminhada, chegando a ter uma diferença média de 34 metros a mais no tempo de caminhada. Também houve melhora nas escalas de dor de autorreporte.

Não houve diferença na escala de avaliação para cognição, apenas uma pessoa mostrou melhora. Ainda são necessários estudos de fase III para comprovar estes resultados iniciais, mas sem dúvida eles já são um bom sinal para poder estimular o uso de chocolate com alta concentração de cacau e flavonoides. Estes resultados chamam atenção para as intervenções dietéticas e seus benefícios nos sintomas associados à esclerose múltipla, e que vêm acumulando evidências de qualidade para recomendar-se cada vez mais mudanças dietéticas com importantes impactos na qualidade de vida e na produtividade dos pacientes de EM.

 

 

PebMed

Autor:

Referências:

  • Referencia: Coe et al, 2019 J Neurology and Neurosurgery, BMJ: A randomised double-blind placebo-controlled feasibility trial of flavonoid rich cocoa for fatigue in people with relapsing and remitting multiple sclerosis doi 10.1136/jnnp-2018-419496

#La #ingesta calórica excesiva podría elevar el #riesgo de cáncer de mama

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Un estudio del grupo Geicam, co-liderado por investigadores del Ciberesp, y publicado en ‘Scientific Reports’, revela que una ingesta calórica excesiva podría aumentar el riesgo de cáncer de mama, mientras que la restricción calórica podría ejercer un efecto preventivo.

Lesiones de cáncer de mama.

Las mujeres españolas con una ingesta calórica por encima de sus requerimientos energéticos individuales presentan un mayor riesgo de padecer un cáncer de mama, mientras que una restricción calórica parece prevenir el riesgo de desarrollar este tumor. Así lo ha puesto de manifiesto un estudio epidemiológico llevado a cabo por investigadores del Instituto de Salud Carlos III pertenecientes al Ciberesp y el grupo Geicam de Investigación en Cáncer de Mama, y financiado por la Asociación Española Contra el Cáncer (AECC). Estos resultados se publican en la revista Scientific Reports del grupo Nature.

El cáncer de mama, con 32.825 casos nuevos en 2018, es el tumor más frecuente en mujeres españolas. Constituye el 29% de los casos de cáncer en mujeres. Existe clara evidencia de que la obesidad y la ganancia de peso son importantes factores de riesgo de cáncer de mama en mujeres postmenopáusicas.

Sin embargo, la evidencia respecto a la restricción calórica es menos concluyente. Estudios experimentales han mostrado que la limitación de la ganancia de peso por restricción calórica ejerce un efecto preventivo sobre el cáncer de la glándula mamaria.

Asociación entre cáncer de mama e ingesta de calorías

El objetivo de esta investigación, que ha contado con la participación de investigadores de 23 hospitales de 9 Comunidades Autónomas, fue evaluar la asociación entre el riesgo de cáncer de mama y el consumo deficitario o excesivo de calorías en función del índice de masa corporal, la actividad física y la tasa metabólica basal de cada mujer participante. Para ello, se reclutaron 973 mujeres recién diagnosticadas de cáncer de mama (casos) y 973 mujeres sanas (controles) de entre 18 y 70 años.

 

Cada caso se emparejó con un control de edad similar, de la misma ciudad y sin ningún vínculo familiar. Las participantes respondieron un cuestionario de frecuencia alimentaria, a partir del cual se estimó la ingesta media diaria de energía (Kcals/día) durante los 5 años previos a la entrevista, y un cuestionario epidemiológico con información sobre estilos de vida y otra información relevante para el estudio.

Los resultados mostraron que las mujeres con un consumo calórico por debajo de lo esperado, de acuerdo a sus necesidades energéticas individuales, presentaron un menor riesgo de desarrollar un cáncer de mama, siendo este efecto mayor en mujeres premenopáusicas. Por el contrario, las mujeres cuyo consumo calórico excedía el 40% de los valores esperados presentaron casi el doble de riesgo que aquellas participantes con una ingesta energética dentro de los niveles adecuados. Este último efecto fue especialmente pronunciado en mujeres postmenopáusicas y en mujeres con una baja adherencia al patrón de dieta mediterránea.

Riesgo de cáncer de mama en cada subtipo

Además, el estudio ofrece datos sobre el riesgo de cáncer de mama vinculado a la dieta en cada subtipo de tumor.“Los resultados revelan que, por cada 20% de aumento de la ingesta calórica relativa (ingesta observada versus ingesta esperada), el riesgo de desarrollar un tumor de mama con receptores hormonales positivos o un tumor HER2+ se incrementa en un 13%, siendo esta cifra de un 7% en tumores triple negativos”, señala el doctor Miguel Martín, presidente del Grupo Geicam.

Hasta la fecha, este es el primer estudio epidemiológico que explora la asociación entre el riesgo de cáncer de mama y el efecto del consumo excesivo o deficitario de calorías de acuerdo con los requerimientos energéticos individuales de cada mujer. Los autores del estudio, liderado por las doctoras Marina Pollán y Virginia Lope, concluyen que una restricción calórica moderada, en combinación con la realización de ejercicio físico de forma regular, podría ser una buena estrategia para la prevención del cáncer de mama.

·#La #obesidad condiciona la respuesta al #tratamiento oncológico

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Instaurar medidas para disminuir el peso junto a la terapia contra el cáncer favorece la supervivencia

Obesidad y cancer

Hace sólo quince años que la comunidad científica es consciente de la asociación que existe entre obesidad y cáncer. Es preciso acumular más datos pero en estos momentos la Agencia Internacional de Investigación sobre el Cáncer ha establecido esta relación con trece tumores: colon, mama, esófago, células renales, endometrio, páncreas, hígado, cáncer gástrico, vesícula biliar, ovarios, tiroides, mieloma múltiple y meningioma. Globalmente, la obesidad afecta en un 20% al desarrollo del cáncer, a tenor de las cifras que se han manejado en el Congreso celebrado durante los últimos días por la Sociedad Española de la Obesidad (Seedo) en Vigo.

Sin embargo, la investigación ha dado un paso más y hay estudios que demuestran que, una vez instaurado el cáncer, la obesidad condiciona también la respuesta al tratamiento oncológico. Es preciso realizar un esfuerzo en esta línea de investigación porque los datos por ahora no son concluyentes, aunque sí orientativos. En consecuencia, los expertos recomiendan sumar a la terapia contra el cáncer medidas concretas dirigidas a la reducción del peso corporal. “La obesidad puede influir en la resistencia al tratamiento oncológico: hay que tratar la obesidad, además del cáncer”, ha afirmado Ana Belén Crujeiras Martínez, del Instituto de Investigación Sanitaria de Santiago (IDIS-CHUS).

Globalmente, la obesidad afecta en un 20% al desarrollo del cáncer y se asocia a doce tipos de tumores sólidos y a un cáncer hematológico

El cáncer de mama y el cáncer colorrectal son las dos enfermedades oncológicas que más evidencia han acumulado sobre su asociación con la obesidad. Igualmente, ambos son los tumores en los que más se han analizado los beneficios que en la respuesta a la terapia oncológica tiene el tratamiento de la obesidad, que se traducen en más supervivencia y menos recidiva.

“Cada vez hay más evidencia de que si se controla el peso en las mujeres que han sufrido cáncer de mama y las personas que tuvieron cáncer colorrectal, tienen más años de supervivencia y menos riesgo de muerte”, ha destacado Carlos González Svatetz, investigador emérito de la Unidad de Nutrición y Cáncer del Instituto Catalán de Oncología y ex coordinador del proyecto EPIC en España. Abundando en este argumento, González Svatetz ha recordado un metanálisis del año 2014 con más de 50.000 casos, en el que se observó que la cirugía bariátrica disminuye el riesgo de cáncer de mama un 45%.

“El médico debe saber que la obesidad es uno de los factores de riesgo evitables importantes, igual que el tabaco”, ha defendido Crujeiras. La tendencia actual a la baja del consumo de tabaco y al alza de la obesidad puede desembocar, en su opinión, en que “la obesidad se convierta en el primer factor de riesgo prevenible”. Por tanto, ha de contemplarse en las consultas: “Hay que calcular el índice de masa corporal (IMC), hacer recomendaciones, igual que se pregunta si el paciente fuma o no y se aconseja que deje de fumar”.

El médico debe saber que la obesidad es uno de los factores de riesgo evitables importantes, al igual que el tabaco, recuerdan los expertos

Todavía no se conocen con exactitud los mecanismos moleculares de la asociación entre obesidad y cáncer, aunque se estudian varias hipótesis. El equipo de investigación que dirige Ana Belén Crujeiras en el IDIS-CHUS trabaja en los efectos de las proteínas que secreta el tejido adiposo en la obesidad y que se relacionan con la inflamación y el estrés oxidativo, lo que favorece el desarrollo tumoral en el cáncer de mama.

Otra hipótesis investigada tiene que ver con los niveles altos de insulina y los factores relacionados con la cascada de señalización. También se está investigando la influencia de los niveles altos de estrógenos en los tumores de la mujer.

Terapia de grupo y nuevas variantes en las escalas de estadiaje

El estudio ENPE (Estudio Nutricional de la Población Española) indica que más de la mitad de la población adulta de nuestro país tiene sobrepeso y más del 25% obesidad. En el estudio anterior, Enrica, estas cifras fueron del 39,3% y 21,6%. Los datos del ENPE en cuanto a la población infanto-juvenil tampoco son halagüeños: un 25% de sobrepeso y un 11% de obesidad. Además, el tratamiento sigue siendo complejo. Hay pacientes que no responden y otros en los que el impacto de la terapia no se mantiene a largo plazo.

Los expertos reunidos en el congreso de la Sociedad Española de Obesidad (Seedo) en Vigo han abogado por un abordaje multifactorial: “Hay que combinar cambios en los hábitos alimentarios, actividad física, acciones encauzadas a controlar la ansiedad y tratamiento farmacológico”, ha señalado el vicepresidente de la Seedo, Diego Bellido. Pero en el congreso se han dado varias claves que pueden mejorar los resultados, como la terapia de grupo y añadir algunas variantes a las escalas de estadiaje.

En el Complejo Hospitalario Universitario de Ferrol, el servicio que dirige Bellido ha apostado por la terapia grupaly ha logrado en el grupo de intervención una pérdida media de siete kilos más que en el grupo que ha seguido una dinámica convencional, según los datos aportados por la especialista en Endocrinología y Nutrición Cristina Tejera Pérez. El contenido es eminentemente práctico y la interacción que se produce entre los pacientes aumenta la concienciación. Se enseñan pautas alimentarias y a distinguir los productos con más contenido calórico, cómo cocinar los alimentos, aplicaciones móviles para monitorización, trucos para la actividad física y, muy importante, la manera de paliar la ansiedad: “Mantener las manos ocupadas, comer fruta o palitos de zanahoria o vaciar la nevera de tentaciones”.

Cristina Tejera está desarrollando una investigación con 450 pacientes que será la base de su tesis doctoral y que concluirá con la propuesta de nuevas variantes a las escalas de estadiaje que habitualmente se usan para obesidad -EOSS y AACE- y que se centran en las comorbilidades y el grado funcional. Tejera plantea sumar parámetros de la composición corporal (porcentaje de grasa, masa muscular, etc.) y el consumo de fármacos: “Con este estadiaje los pacientes no sólo bajan peso sino que mejoran su espectro de complicaciones asociadas a la obesidad”.

Por su parte, el vicepresidente de la Seedo ha reiterado la dificultad que supone que los fármacos disponibles contra la obesidad no estén financiados, lo que disuade a los pacientes: “La Administración debe considerar la obesidad como una enfermedad, como la diabetes o la HTA”.

#HIV Patient in Dusseldorf Could be Third Person ‘Cured’ of Virus After Bone Marrow Transplant.

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Man has been in remission for three months, doctors say A third person appears to have been cured from the HIV virus following a bone marrow transplant.

The patient shows no signs of the virus after three months without antiviral drugs, doctors have said. The case of the so-called “Dusseldorf patient” was reported at a scientific conference this week, but doctors said their remission is still at an early stage. It came hours after researchers reported a “London patient” was the second ever man to see the disease “cured” by a bone marrow transplant – which effectively replaces and reboots the cells of the immune system where HIV persists. The London patient, who has decided to remain anonymous, has been off virus-suppressing drugs for 18 months and has no detectable traces of HIV, researchers reported in the journal Nature earlier this week. This third case has only been off the medication for three months, but biopsies of tissue taken from lymph nodes and the gut show no sign of infection, doctors told the Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections in Seattle. Bone marrow transplants have been known as a possible “cure” for HIV since the 2007 case of American Timothy Ray Brown, known as “the Berlin patient”. He was diagnosed with leukaemia, a cancer of the white blood cells which make up the immune system, and was given a transplant to replace his cancerous cells with a donors after chemotherapy and radiotherapy. The crucial factor for the patients cured of HIV is that their donor carried a mutation in a gene called CCR5 which is only found in around 1 per cent of people in Western Europe – and is even more rare elsewhere. People with a CCR5 mutation on both their chromosomes are naturally resistant to HIV and when used in a bone marrow transplant it effectively means the virus cannot return. The procedure is unlikely to be a viable solution for the millions with HIV. In part because of the scarcity of CCR5 donors, but chiefly because of the risks of the procedure which can see the donated cells rejected and has only been attempted in patients with life-threatening blood cancers – such as non-Hodgkins lymphoma in the case of the London patient. Doctors say they are tracking a handful of other people who had HIV and have then had a CCR5 bone marrow transplant thanks to a register of CCR5 donors compiled by the IciStem collaboration. This includes two patients who are still taking anti-retroviral medicines, as stopping taking the drugs risks harming their immune system and becoming infectious again. Now multiple cases have shown that the CCR5 mutation can be protective against HIV researchers have said inserting the gene with technologies like Crispr could be a more viable way of treating it in future.

Read more at: https://forum.facmedicine.com/threads/hiv-patient-in-dusseldorf-could-be-third-person-cured-of-virus-after-bone-marrow-transplant.

#Criado novo método para definir agressividade de cancros

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Fonte de imagem: Cancer News Today

Investigadores portugueses descobriram uma forma de avaliar a agressividade de certos tipos de cancro, identificando genes presentes em problemas no mecanismo de divisão celular responsável pela formação de tumores.

A investigação liderada por Nuno Barbosa Morais, do Instituto de Medicina Molecular, numa equipa que integra também investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde do Porto e do Instituto Gulbenkian de Ciência, dedicou-se a identificar certos genes associados a tumores em que há anomalias no mecanismo de divisão das células.

“Conseguimos definir melhor qual é o tipo de cancro, o prognóstico e terapias” mais eficazes, disse Barbosa Morais à agência Lusa.

Quando uma célula se divide pela primeira vez, formam-se dois centrossomas, que são subunidades das células que as ajudam a dividir-se.

“Nos casos de cancro, esse mecanismo está avariado, em vez de dois centrossomas, formam-se três ou quatro e o ADN fica mal distribuído nas células-filhas”, indicou, referindo que quanto mais centrossomas, mais maligna é a forma de cancro.

Porém, detetar esses centrossomas anormais “é muito difícil experimentalmente”, pelo que a equipa liderada pelo investigador foi à procura de genes, escolhendo uma galeria de vinte associados a anormalidades no centrossoma, a partir da análise de milhares de tumores diferentes.

“Assim, temos um sucedâneo destas anormalidades, que acontece em níveis diferentes em diferentes tipos de cancro. Esta assinatura dá-nos mais fraquezas do cancro do ponto de vista terapêutico, para que se possa atacar os tumores a partir dos genes”, afirmou o investigador.

O estudo do IMM é publicado na revista científica “PLoS Computational Biology” e nele identifica-se a presença dominante desta assinatura genética em formas de cancro da mama agressivas.