medicina natural

#Las #bayas de saúco no son transparentes

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Nuevo caso de falta de rigor científico en investigaciones con remedios naturales.

Bayas de saúco, usadas para aliviar varias dolencias leves.

Una obligación, comercial, legal y ética, de las empresas dedicadas a la salud es investigar a fondo la eficacia y seguridad de sus productos. Y luego informar verazmente de los resultados. Como es sabido, esto no siempre se cumple: la eficacia a veces se exagera, los resultados negativos se esconden y en ocasiones los positivos se inventan. Un ejemplo reciente ha tenido como escenario la Universidad australiana de Sidney: tras las denuncias de los periódicos The Age y The Sydney Morning Herald, ha tenido que retractarse de un estudio aparecido en su web y difundido ampliamente que aseguraba que las bayas de saúco ayudan a combatir la gripe. En primer lugar ocultó en la nota de prensa que el estudio estaba financiado en parte por Pharmacare, que vende remedios para la gripe a base de saúco (Sambucol). Después tuvo que reconocer que no había pruebas sólidas que respaldaran a esas bayas como antigripales: el análisis se había efectuado en células humanas regadas con zumo de saúco; ni siquiera se había ensayado en ratones. No es ningún desdoro que las universidades acepten fondos privados para investigar sus productos, pero no parece muy honrado que los disfracen hasta la falsedad ni que se avergüencen de citar a los patrocinadores. Un caso más que debe animar a la transparencia y a la ética investigadora.

#Médecines alternatives

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Qu’on les appelle médecines douces, médecines alternatives, ou encore approches complémentaires, elles ont le vent en poupe. Leur but : nous soigner sans molécules chimiques et renforcer naturellement notre bien-être. Certaines ont recours aux plantes ou à l’eau de mer, d’autres aux massages ou à la relaxation… De l’homéopathie à la méditation, de l’ayurvéda à la kinésiologie, de la sophrologie à l’ostéopathie, nos experts vous expliquent dans cette rubrique comment les utiliser à bon escient et sans risque.

Approches naturelles

Relaxation

Thérapies manuelles

Pratiques orientales

Autres pratiques de médecines parallèles

Santé Magazine

#Um terço dos pacientes com cancro nos EUA usa medicina alternativa e complementar..

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Fonte de imagem: Skeptical Raptor

Um estudo recente apurou que um terço dos pacientes com cancro nos EUA usa medicina alternativa e complementar, como meditação, ioga, acupuntura, suplementos e medicamentos naturais.

Os investigadores do estudo, do Centro Médico Southwestern da Universidade do Texas, EUA, analisaram informação recolhida de uma sondagem sobre saúde nos EUA. Os dados revelaram que o tipo de medicina alternativa mais comum eram os suplementos de origem natural, seguidos de manipulação osteopática ou quiroprática.

Segundo os resultados do estudo, 29% dos pacientes que usavam aquele tipo de tratamentos não o tinham comunicado ao seu médico oncologista, tendo muitos argumentado que o médico não tinha perguntado ou que achavam que o médico não precisava de saber.

“Os pacientes mais jovens têm maior tendência a usar medicinas complementares e alternativas e mais as mulheres, mas eu achava que mais pessoas diriam aos seus médicos”, indicou Nina Sanford, investigadora neste estudo.

A investigadora e médica oncologista, assim como outros especialistas em cancro, consideram os achados preocupantes, especialmente no que respeita aos suplementos de ervas medicinais.

“Não se sabe o que contêm”, disse. “Alguns destes suplementos são uma espécie de mistura de coisas diferentes. Se não se sabe o que contêm, eu recomendaria aos pacientes que evitem usá-los durante a radiação porque provavelmente não existe informação sobre certos suplementos que poderiam interferir com o tratamento. Com a radiação, especificamente, há a preocupação de níveis muito elevados de antioxidantes tornarem a radiação menos eficaz”.

Sobre o uso de suplementos naturais pelos doentes com cancro, David Gerber do Centro Médico de Southwestern, afirmou que “podem interagir com os medicamentos que lhes damos e através dessa interação poderia mudar o nível de medicamentos no paciente”.

“Se os níveis ficarem demasiado elevados, as toxicidades aumentam, e se os níveis ficarem demasiado baixos, a eficácia diminui”, acrescentou.

Relativamente à recusa de tratamentos convencionais para o cancro e o uso de medicina alternativa apenas, Tina Sanford lembrou o caso de Steve Jobs, que após ter sido diagnosticado com um cancro do pâncreas em estado inicial, usou apenas dietas especiais, acupuntura e outros métodos alternativos, recusando a medicina convencional, acabando por morrer.

#A preferência por #tratamentos naturais para #Déficit de Atenção

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Déficit de Atenção Tratamento sem medicação é mesmo possível? Há imensa preocupação em usar ou não medicação, quando se fala em TDAH. Afinal, trata-se de um tipo de droga psiquiátrica altamente controlada, com risco de provocar dependência. Além do efeito da medicação durar por pouco tempo, o que implica em tratar “para sempre”. Justamente por isto, busca por tratamento natural para Déficit de Atenção é cada vez mais atual.

Veja neste artigo os fatos e a experiência de 15 anos do Instituto Paulista de Déficit de Atenção com tratamentos sem medicação, integrativos e naturais para TDAH – Déficit de Atenção, tanto com ou sem Hiperatividade.

Déficit de Atenção TDA sem Hiperatividade

A preferência por tratamentos naturais para Déficit de Atenção

Quem quer tratar Déficit de Atenção sem medicação?

Neste mundo de redes sociais, cheios de likes, lovers, followers – e haters, como não mencionar? – se escuta de tudo. De fato, há muitos que balançam bandeiras e soltam fogos a favor da medicação, ironizando, desprezando, fazendo bullying com quem recusa usar.

A saber, certamente há neste “time” defensores respeitáveis, com currículos extensos, curiosamente tratando o uso de medicação tarja-preta como algo trivial. Uma “coisinha simples”, comparando o TDAH a outras doenças, como diabetes. Dando a entender que “ainda bem que você tem um remédio”, será apenas mais uma pílula dentre todas que você já toma ou irá tomar na sua vida.

Por outro, profissionais de saúde, também médicos com currículos igualmente extensos e representantes de entidades que questionam fortemente a “medicalização” da infância, da educação e da vida em geral.

Epidemia de Déficit de Atenção?

Somos consumidores mais conscientes, em todas as áreas. Ninguém hoje aceita com naturalidade uma “sentença” que uma dificuldade qualquer somente poderá ser resolvida com uso perpétuo de remédios. Ainda mais medicação psiquiátrica. Bastante comum é a busca por tratamentos sem medicação. Um tratamento natural é o ideal.

Pense num grande problema de saúde pública. Por exemplo, a obesidade. Talvez você mesmo esteja um pouco (ou muito) acima do peso ideal. Se não você, certamente várias pessoas de seu relacionamento. A obesidade é um problema orgânico, certo? Pode ser causada por vários motivos, como desequilíbrio hormonal ou tendência genética.

Mas basta olhar fotos antigas da família para ver como, no geral, as pessoas eram muito mais magras. O que teria acontecido? Uma mutação genética, que em poucos anos fez as pessoas engordarem? Uma doença desconhecida? Nada disso. Uma mudança em estilo de vida, que teve um impacto devastador sobre o funcionamento do corpo. Uma consequência simples e direta de novos hábitos alimentares. Comer mal, comer fast food, comer porcaria.

Da mesma forma, estamos vivendo circunstâncias que tem impacto igualmente devastador sobre o funcionamento da mente. Vivemos constantemente bombardeados por informação, grande parte nada mais que lixo. Não é de surpreender que, cada vez mais, deixamos de prestar atenção.

É POSSÍVEL SUPERAR

Distração, esquecimentos, agitação, desorganização, baixo desempenho…
não precisam ser para sempre. Encontre a ajuda que você necessita.

 

A nova cultura da sustentabilidade

Faz parte da nossa cultura. Do momento atual na história da humanidade. Como resultado de um estilo de vida focado no curto prazo, na solução imediata das necessidades, temos um planeta inteiro totalmente desequilibrado. Seja sob a perspectiva climática, seja alimentar ou de interações humanas. As novas gerações estão dando um basta a tudo isto.
Eu mesma tenho uma posição muito bem estabelecida. Não passa pela minha cabeça levantar bandeira contra o uso de remédios, ou crucificar a indústria farmacêutica. Pelo contrário, a ciência que dá sustentação a estes avanços foi e permanece indispensável. Entretanto, apenas ressalto estarmos num momento histórico onde não se aceitam mais soluções apenas de curto prazo, sem sustentabilidade.

Não se trata de preconceito contra os “tarja preta”. Pois pré-conceito é exatamente isto. Uma idéia prévia, sem fundamento. Bem diferente deste caso. Quem escolhe tratar sem medicação sabe exatamente o que está fazendo. Pesquisou muito, refletiu; ponderou prós e contras. Claramente, uma escolha pós-conceito.

Em resumo, é neste contexto global que se deve entender a busca por tratamentos sem medicação para Déficit de Atenção, o famoso TDAH.

Tratamento do TDAH com medicação resolve tudo?

Primeiramente, uma resposta simples e direta. Não, usar apenas medicação não é suficiente para resolver as queixas, os problemas da pessoa. Tratar sem remédios não é apenas uma escolha, é também uma necessidade. Passo a passo, descubra porque.

TDAH é um transtorno neuro-comportamental. Em primeiro lugar, cabe esclarecer o que isto significa. Déficit de atenção não é simplesmente uma doença orgânica, como uma gripe. Atenção, cuidado com o que escuta, com o que lê pela Internet… Muitos tentarão te convencer do contrário.

É um transtorno que tem suas origens na estrutura cerebral, decerto. Porém, o cérebro não é algo “fixo”. Pelo contrário, ele se forma e transforma continuamente, a depender das experiências, da aprendizagem e até mesmo da nutrição.

Metáforas de Miopia e Diabetes não representam bem o Déficit de Atenção

Por esta razão, outra das metáforas usadas para explicar o Déficit de Atenção é falha. Vários médicos tentam explicar o TDAH a seus pacientes como se fosse miopia. Você deve saber o que é miopia – um problema de visão, de origem genética, que resulta numa estrutura do globo ocular diferente da ideal. Parecido com o que acontece com o Déficit de Atenção, de fato.

Mas a semelhança termina por aí. Pouco se pode fazer com a miopia, exceto uma prótese (usar óculos) ou, mais recentemente, fazer uma cirurgia.

Com TDAH é diferente, não porque ainda não temos tecnologia para um transplante de cérebro (!). Ou por ainda não podermos plugar um HD externo. O motivo é outro.

A saber, o Déficit de Atenção não é um problema neurológico apenas. Sem dúvida, a dimensão orgânica é um aspecto relevante, mas não o único. Sequer o mais importante. O conhecimento clínico do transtorno, somado ao acompanhamento de longo prazo dos pacientes permite ver isto claramente.

Se o TDAH fosse, de fato, um transtorno exclusivamente orgânico, ele responderia de maneira muito melhor e mais consistente ao tratamento medicamentoso. O que observamos, ao contrário, é que a medicação tem sim potencial para trazer ganhos à capacidade de concentração, de maior sustentação do esforço cognitivo.

Ganhos que apenas tratamentos não medicamentos podem trazer

Ao mesmo tempo – e para a maior parte dos casos, uso de medicação não se reverte imediata ou simplesmente em melhora do quadro geral, no aumento das notas ou melhor desempenho no trabalho. A criança continua dando trabalho para fazer as tarefas, o adulto ainda deixa as coisas bagunçadas, pela metade ou adiando cronicamente.

Justamente por isto, usar medicação pode fazer parte do tratamento. Mas não é a parte mais importante, nem obrigatória. Medicação ajuda, faz sua parte. Ponto. Agora é cuidar do resto, do que a medicação não faz. Dá para tratar Déficit de Atenção sem medicação. Claro que você não deveria tomar esta decisão sozinh@, em relação a seu caso específico. Sempre consulte um especialista, a respeito de TDAH ou qualquer outro problema de saúde.

Tratamentos naturais, tratamentos sem medicação para Déficit de Atenção

A base de todos os tratamentos naturais, sem medicação é a busca pela saúde. Ao contrário da filosofia por trás do uso de remédios, que é focada na doença. TDAH é uma síndrome, resultado de um jeito especial do cérebro funcionar. Não é como uma infecção, uma virose, que em sete dias passa.

O objetivo mais amplo do tratamento deve ser: Qualidade de vida, satisfação consigo, realização pessoal, no trabalho, estudo e nos relacionamentos. Buscar saúde do corpo e cérebro, saúde da mente. Finalmente, como não poderia ficar de fora, buscar um estilo de vida saudável, que englobe tudo isto.

Tratamentos Terapêuticos e Coaching

A Psicoterapia Comportamental-Cognitiva é a única linha de tratamento psicológico que comprovadamente traz resultados para o TDAH. É também muito eficaz para as comorbidades que usualmente acompanham o TDAH, especialmente ansiedade, depressão e stress crônico.

Diferente do que se pensa, o problema comportamental mais crítico do TDAH não é a desorganização, bagunça e promessas não cumpridas. Pois estas são apenas a ponta do iceberg, coisas que podem incomodar mais apenas por terem maior visibilidade.

O que tenho encontrado clinicamente como os problemas mais críticos são o adiamento crônico, a quase incapacidade em suportar fazer coisas que sejam chatas. Da mesma forma, a tendência a responder automaticamente “não sei, não quero, não consigo” diante de situações desafiadoras. Ou então, simplesmente, diante de uma coisa chata ou rotineira que precise ser feita.

Terapias Comportamentais e Coaching podem fazer a diferença

Por serem hábitos muito arraigados, demandam uma intervenção psicoterapêutica muito forte e direcionada. Pois são fundamentados em padrões crônicos de comportamento, muito consolidados. Sobretudo, são altamente resistentes ao tratamento e à mudança. Por isto é tão comum encontrar, especialmente em adultos, casos de resposta ao tratamento medicamentoso que, nas primeiras semanas ou meses tem bons resultados, apenas para “deixar de ter efeito” dentro de pouco tempo.

A terapia é também indispensável para lidar com a ansiedade, depressão, stress crônico (também conhecido como Síndrome de Burnout) e baixa autoestima que frequentemente acompanham o TDAH.

Lembrando que pode haver tanto a sobreposição de sintomas quanto a comorbidade (para saber mais, leia o artigo sobre diagnóstico diferencial). Acima de tudo, deve-se buscar um efeito de sinergia. Pois os ganhos se potencializam, criando resultados mais amplos e sustentáveis no longo prazo.

O Coaching é uma modalidade de tratamento mais indicada para adultos. Trata-se de uma estratégia colaborativa de resolução de problemas. No caso do TDAH, é indicada quando as maiores necessidades terapêuticas e déficits comportamentais já foram superadas. Justamente por ser baseada na capacidade do cliente em assumir uma postura pró-ativa, de testar, reavaliar e aprimorar novas maneiras de enfrentamento.

Tratamentos naturais – Tratamentos sem medicação para o Cérebro funcionar melhor

A explicação mais comum para o uso de medicamentos é estimular o funcionamento de certas áreas cerebrais. A própria categoria de drogas diz isto, em seu nome – são psicoestimulantes. Assim, qualquer alternativa que leve o cérebro a trabalhar melhor, a alcançar os padrões de funcionamento considerados “normais”, terá efeito similar aos medicamentos.

O grande desenvolvimento da tecnologia abriu três novos caminhos para melhora das funções cerebrais. São os softwares para Brain Fitness (Ginástica Cerebral) e estimulação para Brain Entrainment, Biofeedback, bem como o Neurofeedback. Apesar de diferentes, todos são potenciais aliados, eficazes em casos de TDAH, para aprimoramento cognitivo e alta performance em diversas áreas, da escola ao trabalho.

Brain Fitness – Ginástica Cerebral

Um dos caminhos para condicionamento cerebral são os jogos de estratégia, de memória e de linguagem. Aqueles apenas um pouco mais velhos lembram do que as crianças costumavam brincar nos dias de chuva. Montar quebra-cabeças, trava-línguas, WAR, Banco Imobiliário – para não dizer Damas e Xadrez.

Que criança brinca assim hoje em dia? Que criança treina memória, quando tem diante de si estimulações tão sedutoras e engajadoras, provindas das mais variadas “telinhas”? Fica esta dica para os pais – escolham as brincadeiras de suas crianças.

É um dos melhores remédios naturais, para fortalecer a atenção, memória, velocidade mental. Além do que se aprende também se seguimento de regras e capacidade de resolução de problemas. Acima de tudo, ajudam o amadurecimento em geral, a aceitar erros, perdas e resiliência diante de frustrações.

Ginástica Cerebral – Brain Fitness tem enorme potencial em treinar as funções cerebrais mais afetadas pelo TDAH. Desssa forma, a concentração, memória de curto prazo e velocidade de processamento se fortalecem. Como existem sistemas computadorizados, inclusive online, permitem um sistema de treinamento muito estimulante, engajador e competitivo.

O ideal é realizar o Brain Fitness com acompanhamento. Apenas assim terá segurança quais são os melhores exercícios para seu caso, quando é o momento correto de aumentar o grau de dificuldade e também para evitar as desistências. Afinal, estamos todos (especialmente nossas crianças), num mundo em que todas as novidades são intrinsecamente estimulantes. Como resultado, coisas importantes podem ser rapidamente deixadas de lado, diante do deslumbramento da última novidade.

Brain Entrainment – Estimulação Cerebral

Os sistemas de Brain Entrainment são fundamentados na capacidade única do cérebro de ajustar seu funcionamento rítimico – os pulsos elétricos dos neurônios – à padrões de estimulação auditiva ou visual.

A isto se chama FFR – Frequency Following Response. O Brain Entrainment é uma alternativa muito barata, rápida e eficaz de se conseguir um estado mental desejado – seja ele focado e alerta ou relaxado e criativo.

A pessoa permanece sob estimulação auditiva, visual ou de ambos por um período curto de tempo, entre 15 minutos e uma hora. De fato, tal estimulação é capaz de levar o cérebro a alterar seu modo de funcionamento. O efeito não é de longo prazo, contudo é bem interessante. Importante também ressaltar ser um procedimento completamente não-invasivo.

Apenas usar os sons que podem ser baixados da internet não costuma fazer diferença; esta é uma das maiores razões para esta técnica permanecer tão sub-utilizada. O ideal é obter programas individuais, baseados nas necessidades únicas, para melhores resultados.

Neurofeedback

O Neurofeedback é baseado numa interface cérebro-máquina, na qual o funcionamento cerebral é monitorado em tempo real. Esta informação proveniente dos padrões de pulsar neuronal é utilizada como base para criar sistemas de treinamento, tornando possível à pessoa aprender a controlar o próprio funcionamento cerebral.

A pessoa é conectada a sensores, que captam a informação cerebral e a utilizam para alimentar um software similar a um videogame. Conforme a pessoa consegue produzir um estado mental desejado – mais focado ou mais relaxado, conforme o objetivo do treino, ela ganha pontos. Os pontos tem a função de dar o feedback – assim, a pessoa sabe se “está fazendo certo”, além de manter-se mais motivada em prosseguir.

O Neurofeeback é um procedimento já bastante reconhecido como eficaz, inclusive para o TDAH. A saber, as objeções ao seu uso são, grande parte, de caráter prático, financeiro e logístico. É um tratamento de alta tecnologia, portanto apenas disponibilizado por profissionais de elevada capacitação. Ademais, os equipamentos são bastante custosos, todos importados. Também, por ser um tratamento de longo prazo – no mínimo, 50 ou 60 sessões para resultados consolidados, tem um custo total bem elevado.

Há algumas pessoas, sem formação específica, que pretendem aplicar neurofeedback em casa, às vezes até mesmo alugar equipamentos para que sejam operados pelos pais ou familiares. Os resultados costumam ser precários, bem abaixo das promessas feitas.

Nutrição saudável para mente e corpo

A primeira coisa a ser levada em conta, quando se quer um cérebro funcionando melhor, é que ele precisa ser bem alimentado e bem condicionado. Nutrição é essencial, provinda tanto da alimentação quando da irrigação sanguínea.

Independente do que se diga, que uma alimentação pobre não causa TDAH, tão pouco uma vida sedentária – o que é rigorosamente verdadeiro, tratar o TDAH começa sim por melhorar os hábitos e o estilo de vida. Fazer exercícios aeróbicos, que aumentam a vascularização cerebral, consumir alimentos que garantem um fluxo regular de energia para o cérebro, evitando montanha-russa metabólica é um pré-requisito básico.

Tratamentos combinados

É uma fantasia imaginar que, para se tratar Déficit de Atenção e Hiperatividade, basta uma pílula pela manhã. Por certo o cérebro precisa ser treinado para funcionar bem. Este é o milagre da neuroplasticidade.

O cérebro se adapta àquilo que se exige dele, se torna mais capaz de realizar, conforme é colocado diante dos desafios. Da mesma forma como um treinador prepara adequadamente um atleta de alta performance, é possível levar o cérebro a padrões de funcionamento muito superiores, caso ele seja estimulado da maneira adequada. E o melhor: tudo sem uso de medicamentos.

Um bom exemplo relacionado ao TDAH: uma criança que seja portadora de TDAH com hiperatividade e que, ao mesmo tempo, está acima do peso desde muito cedo. Também por isto, vem sendo assediada por seus colegas de sala, sendo chamada de “baleia orca” ou ‘Free Willy”. Como resultado, declara detestar a escola.

O TDAH é parte do problema, com certeza. Contudo, é incorreto esperar que o caso será bem atendido apenas baseando o tratamento em medicação psicotrópica para a desatenção ou hipertividade, como a Ritalina ou Concerta. Em resumo, este caso é um exemplo no qual uma combinação de tratamentos – medicamentoso e terapêutico podem ser combinados no tratamento.

Há pois, mais de uma alternativa para tratar o TDAH – não apenas medicamentos estimulantes. O importante entender que os problemas tem causas múltiplas. Em primeiro lugar, começar com um bom diagnóstico diferencial e um plano de tratamento amplo. Apenas assim serão levadas em conta tanto as necessidades de curto e longo prazo. E também, é claro, a possibilidade de terminar um tratamento sem perder os ganhos adquiridos.

É POSSÍVEL SUPERAR

Distração, esquecimentos, agitação, desorganização, baixo desempenho…
não precisam ser para sempre. Encontre a ajuda que você necessita.

 

Cacilda Amorim

 

Cacilda Amorim – Psicoterapeuta & Coach Comportamental
Diretora do IPDA – Instituto Paulista de Déficit de Atenção
Idealizadora dos Programas Minha SuperAÇÃO

Referências e Links importantes

ABDA – Associação Brasileira do Déficit de Atenção

CHADD – Children and Adults with Attention Deficit Disorder

ADDTude – Inside the Attention Déficit Disorder Mind

Center for Disease Control and Prevention for Attention Deficit Disorder – ADHD

#HOMEOPATHIE

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L’homéopathie fait encore l’objet de nombreuses idées reçues ; des stéréotypes souvent véhiculés par méconnaissance de sa réalité et de sa place dans la pratique médicale.

Parmi ceux-ci : l’homéopathie serait la médecine par les plantes ; l’homéopathie serait seulement utile pour les enfants ; l’homéopathie, ça mettrait du temps pour agir ; l’homéopathie ne serait utilisée que par des médecins spécialistes en homéopathie. Pour démêler le vrai du faux :

Il parait que « l’homéopathie, c’est la médecine par les plantes »

FAUXetVRAI

L’homéopathie est souvent confondue avec la phytothérapie qui s’appuie sur les vertus thérapeutiques des plantes.

Au-delà des plantes, l’homéopathie utilise également des substances d’origine animale (venin de serpents, abeilles, encre de seiche, calcaire d’huitres, etc.) et d’origine minérale ou chimique (graphite, soufre, mercure).

Autre différence importante en homéopathie, la substance de base (végétale, animale ou minérale) est diluée pour être utilisée à très petites doses. D’où l’expression populaire « à dose homéopathique »…

Il parait que « seul un médecin homéopathe peut prescrire de l’homéopathie »

FAUX

Les homéopathes sont des médecins qui, après leurs études de médecine, ont choisi de suivre un cursus spécialisé en homéopathie.

Aujourd’hui, au-delà de ces spécialistes de l’homéopathie, de nombreux médecins intègrent les médicaments homéopathiques à leur pratique pour traiter leurs patients : généralistes, pédiatres, gynécologues, chirurgiens, dentistes, etc.

Les pharmaciens ont aussi un rôle important pour conseiller l’homéopathie aux patients. Et, depuis 2011 en France, les sages-femmes ont le droit de prescrire l’homéopathie à leurs patientes.

Il parait que « l’homéopathie fait l’objet de recherches médicales »

VRAI

L’homéopathie est née de la recherche : pour mettre au point et comprendre l’action des remèdes, le Docteur Samuel Hahnemann menait les expérimentations sur lui-même, son entourage et ses patients.

Par ailleurs, des études cliniques ont prouvé l’effet des médicaments homéopathiques dans diverses pathologies. C’est le cas, par exemple, de l’équipe du Professeur Berrebi, à Toulouse, qui a mis en évidence l’effet antidouleur de médicaments homéopathiques sur la montée laiteuse après l’accouchement.

Plus de 5000 études publiées sur l’homéopathie sont consultables par les professionnels de santé sur le site web de Pubmed, principal moteur de recherche scientifique au monde.

Il parait que « l’homéopathie, il faut du temps pour que ça agisse »

FAUXetVRAI

Une des richesses de l’homéopathie est de pouvoir être prescrite dans les maladies aigües (celles qui surviennent brutalement et occasionnellement) et les maladies chroniques (qui reviennent régulièrement).

En aigu, le médecin prescrit un traitement homéopathique sur une période courte (quelques heures ou quelques jours) pour faire disparaitre rapidement les symptômes.

En chronique, le médecin prescrit un traitement homéopathique sur une période plus longue (plusieurs semaines) pour réduire l’intensité et la fréquence des crises du patient ; c’est le cas, par exemple, pour le rhume des foins, la sinusite chronique, l’eczéma, l’herpès, etc.

Il parait que « l’homéopathie, ce sont des médicaments »

VRAI

La pratique homéopathique consiste justement à choisir un médicament homéopathique pour prendre en charge une pathologie ou un symptôme.

Par ailleurs, les médicaments Boiron font l’objet d’une autorisation délivrée par les autorités de santé. Ce statut de médicament est une garantie de qualité qui assure, aux professionnels comme aux patients, de disposer de produits fiables (normes, contrôles pharmaceutiques, certification, etc.).

Comme pour n’importe quel médicament, le professionnel de santé a un rôle important pour le bon usage du médicament homéopathique. Demandez-lui conseil.

Il parait qu’ « en homéopathie, la dose de médicament est la même pour un adulte ou un enfant »

VRAI

En homéopathie, le médicament prescrit peut varier en fonction du patient, de son profil, de son historique médical, des symptômes qu’il manifeste : pour une même maladie, deux patients peuvent donc avoir un traitement différent.

En revanche, la quantité à prendre, pour les granules et les globules, est la même quels que soient le poids et l’âge, qu’il s’agisse d’un adulte, d’un enfant ou d’un animal (généralement 5 granules ou une dose-globules par prise).

Il parait qu’ « on ne doit pas toucher les granules homéopathiques avec les doigts »

FAUX

Toucher les granules homéopathiques avec les doigts ne modifie en rien leur qualité et les effets attendus.

Toutefois, par mesure d’hygiène, (beaucoup de maladies se transmettent par les mains), il est préférable d’utiliser le compte-granule qui facilite la prise de granules, sans avoir à les toucher.

Il parait que « la menthe et le café sont incompatibles avec l’homéopathie »

FAUX

Il est recommandé de prendre les médicaments homéopathiques dans une bouche vide et propre, si possible à distance des repas.

La menthe et le café, consommés à distance des prises de médicaments homéopathiques, sont sans incidence sur l’efficacité de la prescription.

 

 

#La fasciite plantaire et l’épine calcanéenne

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La fasciite plantaire est une blessure au pied causée par un étirement ou une rupture du fascia plantaire, une membrane fibreuse qui va de l’os du talon jusqu’à la base des orteils. Cette membrane constitue, en quelque sorte, le « plancher » du pied. Environ 1 % de la population en est atteinte.

Cette affection se manifeste essentiellement par une douleur au talon. Ce sont les sportifs qui en sont le plus souvent touchés, car ils sollicitent plus fréquemment et intensément toutes les structures de leurs pieds.

Lorsqu’un tel problème se déclare, il est important de réduire l’activité physique et d’avoir les soins adéquats. Sinon, la fasciite risque fort de s’aggraver. Les personnes qui en ont souffert une fois conservent une fragilité.

Remarque. Cette affection porte aussi le nom d’aponévrosite plantaire. Le terme aponévrose est synonyme de fascia.

Causes

L’une ou l’autre des situations suivantes peut en être la cause.

  • La pratique de sports sans préparation adéquate des muscles et des tendons, ou sans équipement adéquat. La course à pied ou le jogging, le saut, les sports d’équipe (volley-ball, etc.), le ski, le tennis, la danse aérobique et l’entraînement sur un simulateur d’escalier font partie des activités physiques les plus à risque ;
  • L’obésité. Il s’agit d’un facteur de risque important de fasciite plantaire, notamment parce que l’excédent de poids accroît souvent les tensions dans la chaîne musculaire à l’arrière des jambes. Ces tensions se répercutent sur les pieds ;
  • Le port de chaussures qui soutiennent mal la voûte plantaire et le talon, ce qui engendre un déséquilibre biomécanique. C’est particulièrement le cas des chaussures dont les semelles ou les talons sont trop durs, ainsi que de celles dont les contreforts trop mous ne stabilisent pas suffisamment les talons ;
  • Les pieds creux ou les pieds plats ;
  • La marche ou la station debout prolongée sur des surfaces dures.

Par ailleurs, on sait que le vieillissement normal du fascia plantaire le rend plus susceptible de subir des déchirures. En effet, les fascias perdent de leur souplesse avec l’âge.

Du point de vue physiologique, la fasciite plantaire est le reflet d’une inflammation du fascia plantaire (le suffixe ite signifie inflammation). Ce fascia recouvre et protège les tendons ainsi que d’autres structures profondes du pied. Il contribue à maintenir la voûte plantaire. L’inflammation apparaît en conséquence de l’usure du fascia. S’il est trop ou mal sollicité, des microdéchirures ou des lésions plus importantes peuvent apparaître.

L’épine calcanéenne, conséquence de la fasciite plantaire

Puisque le pied est constamment sollicité par la station debout et la marche, la douleur risque de persister si rien n’est fait pour corriger la situation.

Avec le temps, une épine calcanéenne, que l’on appelle aussi épine de Lenoir, peut apparaître (voir le schéma). Environ la moitié des personnes qui souffrent d’une fasciite plantaire ont aussi une épine calcanéenne.

Définition de l’épine calcanéenne

Il s’agit d’une petite excroissance osseuse qui se forme à l’endroit où le fascia plantaire rejoint l’os du talon (le calcanéum). Cette excroissance se forme parce que l’os doit s’organiser pour mieux résister au tendon qui « tire » davantage. L’excroissance lui permet de soutenir cette tension accrue. On l’appelle aussi exostose calcanéenne.

Dans de très rares cas, l’épine calcanéenne forme une excroissance osseuse assez grosse pour que l’on puisse la sentir sous la peau. Elle peut alors créer une pression locale au point qu’il faille en faire l’excision. Reste que le plus souvent, la douleur que l’on associait jadis à cette excroissance s’explique en réalité par l’inflammation du fascia. La plupart du temps, lorsque celle-ci est guérie, l’épine de Lenoir demeure, mais ne provoque aucune douleur.

Symptômes

  • Une douleur au talon, légère ou plus forte, selon le cas;
  • Cette douleur se manifeste surtout le matin, au lever. La douleur peut disparaître pour revenir ensuite après une période d’activité physique.

Personnes à risque

  • Les personnes qui ont les pieds plats ou les pieds creux ;
  • Les personnes de 45 ans et plus (surtout les femmes) ;
  • Les femmes enceintes, en raison de leur poids accru ;
  • Les personnes atteintes de diabète ou d’une maladie inflammatoire, comme la polyarthrite rhumatoïde.

Facteurs de risque

  • La pratique de certains sports, en particulier la course à pied et le jogging ;
  • L’obésité ;
  • Le port de chaussures inadaptées ou usées ;
  • L’absence de période d’échauffement avant l’entraînement ;
  • Un travail exigeant et une station debout prolongée.

 

Mesures préventives de base
Les conseils suivants permettront de prévenir l’apparition de la fasciite plantaire ainsi que sa récidive, de même que l’épine de Lenoir qui peut y être associée.

  • Faire régulièrement des exercices d’assouplissement et d’étirement du fascia plantaire, des muscles du mollet et du pied ainsi que du tendon d’Achille (tendon reliant les muscles du mollet au calcanéum, l’os du talon), peu importe que l’on pratique ou pas un sport exigeant. Voir Exercices plus bas.

Être prudent en matière de pratique sportive. En plus d’avoir des chaussures adéquates, il est important de tenir compte des recommandations suivantes :

  • Respecter son besoin de repos;
  • Éviter de courir longtemps sur des terrains en pente, sur des surfaces dures (asphalte) ou inégales. Préférer les chemins de terre battue;
  • Augmenter graduellement les distances lorsqu’on fait du jogging;
  • Faire des exercices d’échauffement et d’assouplissement avant toute activité physique un tant soit peu exigeante et prolongée;
  • Maintenir un poids santé pour éviter de surmener le fascia plantaire. Faites notre test pour connaître votre indice de masse corporelle ou IMC;
  • Porter des chaussures qui soutiennent bien la voûte plantaire et qui absorbent les chocs en fonction du type de travail ou d’activité physique. Pour plus de confort, on peut insérer dans les chaussures une talonnette ou un coussinet en forme d’anneau pour protéger le talon, ou ajouter une semelle pour bien soutenir la voûte plantaire. On en trouve en pharmacie. On peut aussi se faire confectionner une semelle moulée sur mesure par un spécialiste du pied;
  • Remplacer ses chaussures dès les premiers signes d’usure. Quant aux souliers de course, ils doivent être renouvelés après environ 800 kilomètres d’utilisation, car les coussinets s’usent;
  • Éviter de rester debout trop longtemps, surtout si l’on porte des chaussures à semelles dures.

 

 

Applications de glace

Lorsque les douleurs sont présentes, par exemple après une activité physique, appliquer un sac de glace durant 5 à 15 minutes pour soulager l’inflammation. Éviter d’appliquer le sac directement sur la peau (voir notre vidéo plus haut). S’installer pour que les pieds soient plus élevés que le corps.

Traitements et exercices

Des traitements de réadaptation avec un spécialiste (un physiothérapeute ou un thérapeute du sport) peuvent aider à relâcher des tensions dans les fascias sous le pied. Il est possible que le thérapeute traite aussi les fascias des muscles du bassin et des jambes. Lorsque ceux-ci sont détendus, la tension se relâche aussi dans les fascias du tendon d’Achille et du pied, car les fascias sont reliés. Des exercices d’étirement aident aussi à la guérison, et préviennent les récidives. Le médecin et le podiatre (ou podologue) sont d’autres personnes ressources, au besoin.

Voici 2 exercices que l’on peut faire chez soi1,2 :

En position assise : étirement du fascia plantaire

  • Poser le pied douloureux sur le genou de l’autre jambe;
  • Saisir les orteils à la base, pour les relever vers le haut, pendant 10 secondes. Pour s’assurer que le fascia plantaire est bien tendu, on le touche à l’aide du pouce;
  • On répète l’étirement de 10 à 20 fois, 3 fois par jour (voir notre nouvelle Douleur au pied: un simple exercice d’étirement contre la fasciite plantaire pour plus de détails).
©Centre médical de l’Université de Rochester, Département d’orthopédie

 

En position debout : étirement du tendon d’Achille
S’installer debout devant un mur à une distance d’environ 60 cm. Puis, poser la paume des mains contre le mur. Faire ensuite les 2 exercices suivants l’un après l’autre et à plusieurs reprises :

  • Tout en fléchissant la jambe droite vers l’avant, glisser le pied gauche vers l’arrière en le gardant complètement au sol, sans lever le talon jusqu’à sentir le mollet bien étiré (Figure 1). Maintenir alors la position durant 30 à 60 secondes. Ensuite, alterner avec l’autre pied;
  • Plier le genou de manière à ce qu’il soit aligné avec les orteils afin de tendre le tendon d’Achille (Figure 2). Rester dans cette position durant 30 à 60 secondes.

Autres exercices

  • Déposer un mouchoir en papier sur le plancher, puis le saisir avec les orteils. Faire cela plusieurs fois;
  • Placer une balle de tennis sous la voûte plantaire. Il s’agit de la faire rouler quelques fois vers le talon puis vers la voûte, en ajustant la pression selon la douleur ressentie.

Médicaments

  • Anti-inflammatoires non stéroïdiens. L’aspirine ou l’ibuprofène (Advil®, Motrin®, Apo-Ibuprofen®, etc.) peut aider à soulager temporairement la douleur. Leur effet est toutefois modeste.
    Mise en garde. On évitera de faire de l’exercice après avoir pris un anti-inflammatoire, car on risque de se blesser en forçant trop sous l’effet analgésique de ce type de médicaments;
  • Injections de cortisone. Si les autres traitements ne s’avèrent pas suffisamment efficaces, des injections de cortisone peuvent être utilisées pour atténuer davantage l’inflammation. Il s’agit d’un traitement de soulagement. Les injections peuvent être répétées, en respectant un intervalle d’au moins 3 mois entre chacune. Des complications, comme l’amincissement du coussinet graisseux qui protège le talon ou la rupture du fascia plantaire, sont toutefois possibles. C’est pourquoi on n’utilise les injections qu’après avoir tenté d’autres traitements.

Dispositifs de soutien

  • Orthèse plantaire. Il s’agit d’une semelle orthopédique insérée dans la chaussure. C’est une solution temporaire qui donne de bons points d’appui aux pieds, en attendant que les structures du pied se renforcent. Même si ce type de soutien est couramment utilisé, son efficacité à soulager la douleur n’a pas été clairement démontrée6. Divers types d’orthèses sont disponibles sur le marché : les préfabriquées (en pharmacie, au coût d’environ 20 $, ou de meilleure qualité en boutique spécialisée, pour environ 150 $) et les orthèses moulées, faites sur mesure (plus de 300 $). Habituellement, une orthèse préfabriquée suffit, mais cela dépend des cas;
  • Bandage adhésif pour le sport. On peut soutenir la voûte plantaire avec ce type de bandage, en particulier lorsqu’il s’agit de faire des étirements ou de continuer à faire de l’exercice tout en laissant reposer le fascia plantaire;
  • Attelle. Il existe des attelles spéciales qui se portent durant la nuit et qui servent à soutenir et étirer le fascia plantaire. On peut aussi en porter une le jour; elle remplace alors le plâtre. Leur efficacité est toutefois incertaine;
  • Plâtre. Parfois, on installe un plâtre durant 4 à 6 semaines pour forcer le repos du fascia plantaire.

Chirurgie

Pour la fasciite plantaire comme pour l’épine de Lenoir, la chirurgie n’est utilisée qu’en dernier recours. Elle n’est envisagée qu’après 1 an de traitements sans soulagement satisfaisant.

La chirurgie consiste à sectionner partiellement le fascia plantaire, ce qui en réduit la tension. Cette intervention est une réussite dans 95 % des cas. Cependant, elle peut causer des séquelles, comme un affaissement de la cambrure du pied.

L’ablation de l’épine de Lenoir s’impose parfois lorsque celle-ci forme une excroissance osseuse importante qui crée une pression locale.

Conseils et soins à domicile

  • Masser régulièrement le fascia plantaire pour l’assouplir, mais en évitant de le faire trop vigoureusement. Il faudra notamment pratiquer ce type de massage avant et après une activité physique exigeante;
  • Quand la douleur apparaît, réduire l’intensité des activités physiques. Choisir des activités qui sollicitent peu la voûte plantaire, comme la natation;
  • En soirée, prendre un bain de pieds à l’eau tiède;
  • Éviter de marcher pieds nus tant que la douleur ne s’est pas complètement dissipée. Porter des pantoufles, par exemple, protège le talon.

En traitement

Efficacité incertaine Ostéopathie Voir la légende des symboles
Approches à  considérer Acupuncture

 

Efficacité incertaine Ostéopathie. L’ostéopathie est surtout reconnue pour sa capacité à soigner les douleurs liées au système musculosquelettique. Cette forme de thérapie manuelle examine les dysfonctions par la palpation et des tests de mouvement afin de redonner une bonne motilité aux articulations, aux tissus et aux organes. D’après un essai clinique préliminaire ayant porté sur 20 personnes souffrant d’une fasciite plantaire, l’ostéopathie pourrait contribuer à réduire la douleur3. Cependant, l’effet analgésique ne persistait pas, et s’observait seulement tout juste après le traitement. Ce même type de manipulation s’était révélé utile pour soulager la tendinite d’Achille dans le cadre d’une autre étude4.

Approches à  considérer Acupuncture. L’acupuncture pourrait aider à soulager la douleur causée par l’épine de Lenoir, d’après le Dr Andrew Weil5.

 

Guide Santé du gouvernement du Québec
Pour en savoir plus sur les médicaments : comment les prendre, quelles sont les contre-indications et les interactions possibles, etc.
http://www.guidesante.gouv.qc.ca

*PasseportSanté

#MÉSOTHÉRAPIE

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La mésothérapie : qu’est-ce que c’est ?

La mésothérapie : qu'est-ce que c'est ?

Définition

La mésothérapie est une technique médicale inventée en France au début des années 1950 par le médecin généraliste Michel Pistor. Elle consiste à injecter sous le derme (la couche la plus interne de la peau), de faibles doses de médicaments. Le principe est d’utiliser de plus petites quantités de médicaments en ciblant directement la zone à traiter ou le plus proche possible.

Initialement destinée à traiter les douleurs localisées et l’insuffisance veineuse, cette technique est maintenant utilisée pour traiter de nombreuses pathologies différentes. Citons par exemple :

  • les rhumatismes ;
  • l’arthrose ;
  • les douleurs lombaires ou cervicales ;
  • les tendinites ;
  • les entorses ;
  • les acouphènes ;
  • le zona ;
  • les infections ORL ;
  • la chute des cheveux (alopécie) ;
  • ect.

En France, la mésothérapie est enseignée en faculté de médecine à des médecins diplômés ou des étudiants, dès le 3éme cycle des études médicales. Il existe un diplôme interuniversitaire de mésothérapie et seuls les titulaires peuvent faire mention de cette technique sur leur plaque.

L’assurance maladie reconnait la mésothérapie comme une pratique thérapeutique dite « complémentaire » et dans certains cas les actes réalisés par un médecin généraliste peuvent être partiellement remboursés. En revanche, aucune prise en charge n’est prévue pour les actes de mésothérapie dans le cadre de la médecine esthétique.

Les bienfaits de la mésothérapie

Il est difficile de conclure quant aux réels bienfaits de cette technique car les études scientifiques qui prouvent son efficacité sont peu nombreuses. Elle est cependant encore utilisée régulièrement pour la gestion de la douleur, notamment en rhumatologie, en médecine du sport et également en médecine esthétique.

La mésothérapie et la cellulite

La mésothérapie suscite un intérêt croisant en médecine esthétique où elle est présentée comme une alternative à la chirurgie. Elle est principalement utilisée dans les traitements contre la cellulite ou pour faire fondre les graisses dans les cuisses, les fesses, les hanches, les jambes, les bras et même le visage, au niveau du contour des yeux.

La cellulite est une accumulation de graisse sous la peau, lui donnant une apparence dite de « peau d’orange ». La technique adoptée par les mésothérapeutes est donc d’injecter des substances pour faire fondre la graisse dans les zones concernées. De nombreuses substances peuvent être injectées, citons par exemple : des enzymes collagénases, de la caféine ou même des extraits d’artichauts.

Comment se déroule une séance de mésothérapie ?

Lors d’une séance de mésothérapie le médecin réalise plusieurs injections superficielles de médicaments directement sur ou autour des sites à traiter. Les injections se font à l’aide d’une fine aiguille de 4 à 13 mm de long. Elles peuvent se faire manuellement ou avec un pistolet injecteur électronique. Suivant la maladie à traiter et la stratégie adoptée par le médecin, le nombre d’injections requises peut varier et peut parfois aller jusqu’à plusieurs centaines. Le nombre de séances peut également varier en fonction de l’affection. Dans des cas aigus, tels que des blessures sportives, 1 à 3 séances peuvent être suffisantes. Au contraire, pour des maladies chroniques telles que les rhumatismes ou l’arthrose, 10 à 15 séances s’étalant sur 6 mois ou une année complète sont parfois nécessaire.

Les dangers et contre-indications de la mésothérapie

Les adeptes de la mésothérapie revendiquent que les effets secondaires sont extrêmement rares ou limités si les injections sont pratiquées par un professionnel. Cependant, les publications scientifiques qui évaluent l’efficacité ou les risques de la mésothérapie sont rares. Les infections cutanées sont le risque le plus répertoriés, mais l’apparition d’hématomes, des réactions allergiques localisées au site d’injection, ainsi que la toxicité des produits ne sont pas à négliger. Les solutions injectées contiennent souvent des produits utilisés en médecine conventionnelle mais en dehors de l’autorisation de mise sur le marché. C’est le médecin praticien qui choisit et mélange lui-même les substances avant les injections.

Rédaction : Marion Spée, journaliste scientifique.
Juillet 2017
Références