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#Sete em cada dez pacientes recebem #informações falsas de #diagnósticos na internet

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É muito comum o atendimento a pacientes que já trazem de casa uma série de informações (muitas vezes falsas) sobre os sintomas que estão sentindo ou o nome da provável doença que pensa possuir, não é verdade?

Hoje em dia, o chamado “Dr. Google” é um fenômeno mundial, que atrai também os brasileiros. Basta uma dor de cabeça ou um mal-estar para as pessoas acessarem a internet para pesquisar sobre o tema.

Mas, o que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças também é um dos maiores vilões. Uma vez que a pessoa lê as informações, se identifica com os sintomas descritos e, por conta disso, acredita que a condição ou enfermidade abordada ali corresponde ao seu caso, isso se torna um problema. E isso é altamente perigoso porque estimula a prática da automedicação, entre outros riscos.

Pesquisa Doctoralia

A Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, realizou pesquisa com 570 médicos registrados. Ela mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que, ao final, descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% dos médicos notaram um aumento desses casos. Ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são verdadeiras.

Por exemplo, uma simples dor de cabeça pesquisada em sites da internet pode trazer diversos diagnósticos. Por exemplo, febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou passar uma falsa sensação de tranquilidade ao paciente.

E esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem cada vez preocupados com os conhecidos como “cibercondríacos”. Ou seja, os pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Os riscos vão desde a redução da taxa de vacinação, fato que pode ser observado em vários países, até ao aumento das compras de substâncias sem utilidade prática para a melhoria da saúde da família. Além de outros efeitos colaterais que os profissionais de saúde tentam resolver em suas consultas”, destaca Carlos Eduardo Spezin Lopes, CEO da Doctoralia.

Ao tomar as informações obtidas em fontes duvidosas da Internet como verdade, os pacientes podem ter conclusões erradas a respeito do seu quadro de saúde. Além disso, podem atrasar a ida a uma consulta médica, a conclusão de um diagnóstico correto e o início do tratamento adequado.

 

Cinco especialidades mais buscadas em 2018

  1. Ginecologia.
  2. Psicologia.
  3. Dermatologia.
  4. Endocrinologia.
  5. Psiquiatra.

Dez doenças mais buscadas na Doctoralia Brasil em 2018

  1. Câncer de estômago.
  2. Mioma.
  3. Depressão.
  4. Fígado gorduroso.
  5. Pólipos do intestino grosso (cólon e reto).
  6. Dor no nervo ciático.
  7. Anemia.
  8. Galactorreia.
  9.  Nódulo Pulmonar.
  10. Dermatite.

Como escolher a fonte de consulta na internet?

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. E as informações sobre doença disponíveis online, muitas vezes, são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, aponta Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

Ainda de acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais, etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. Os motivos que levam as pessoas a pesquisarem os seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar, ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

 

Entretanto, nove a cada dez médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é realizado em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Frederic Llordachs

A plataforma alerta que o serviço não substitui uma consulta médica, mas conectando pacientes e profissionais de saúde, proporciona o acesso seguro à informação sobre saúde na internet.

Referências:

 

#Una aplicación ayuda a determinar el #riesgo de cáncer de mama

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Se distribuirá de forma gratuita en entornos de investigación biomédica y educativos el software DMScan, programa informático que ayuda a determinar el riesgo de padecer cáncer de mama.

Cáncer de mama

La Fundación para el Fomento de la Investigación Biomédica de la Comunidad Valenciana (Fisabio), la Universidad Politécnica de València y el Instituto de Salud Carlos III (ISCIII) han suscrito un acuerdo de licencia con el Instituto Tecnológico de Informática (ITI) para distribuir de forma gratuita en entornos de investigación biomédica y educativos el software DMScan, programa informático que ayuda a determinar el riesgo de padecer cáncer de mama.

El convenio habilita al ITI a distribuir la herramienta informática de forma gratuita para fines de investigación y educativos. El objetivo es extender su utlización en esos sectores para conocer con precisión qué uso hacen de él los y las profesionales, cuánto se recurre a él y con qué dificultades se topan, para solucionarlas de forma personalizada y, en última instancia, continuar perfeccionando el programa.

La aplicación informática es fruto del trabajo coordinado de investigadores de Fisabio, la Universidad Politécnica de València y el Instituto de Salud Carlos III (ISCIII). En su versión 4.0, DM-Scan ofrece nuevas prestaciones, como el procesado de mamografías de alta resolución. Utiliza también metodologías de Visión Artificial, Reconocimiento de Formas y Aprendizaje Automático.

Optimizar los programas de cribado en los hospitales

La herramienta cuantifica la proporción de tejido fibroglandular en relación con el tamaño de la mama, diferenciando el tejido denso del graso (la mama está compuesta básicamente de tejido adiposo y tejido fibroglandular). Ofrece así una medida continua y más objetiva que la que los facultativos pueden tener a partir de la inspección visual. De ahí que DM-Scan sea una herramienta óptima para la estimación del riesgo de padecer cáncer de mama.

“La cuantificación de la densidad de la mama de cada mujer, se ha ido incorporando en los últimos años, como práctica habitual en los programas de cribado de cáncer de mama, ya que existe evidencia que está relacionada con el cáncer de mama”, explica la doctora Dolores Salas, coordinadora del Grupo de investigación Equidad en Cáncer y Salud Pública de Fisabio-Salud Pública.

Salas añade “disponer de una herramienta automática para clasificar la densidad de la mama, puede facilitar el trabajo del personal facultativo y homogeneizar la clasificación de la densidad mamaria, lo que repercutirá sin ninguna duda en mejorar la calidad de los programas de cribado de cáncer de mama”.

La densidad mamográfica

Por su parte, la Marina Pollán, directora del Centro Nacional de Epidemiología en el ISCIII y coordinadora del estudio DM-Spain, recuerda: “Este software es el resultado de una colaboración iniciada hace años con el estudio
DM-Spain, una investigación sobre factores que modifican la densidad mamográfica considerando la importancia de este fenotipo como marcador de riesgo de cáncer de mama en la que participaron 3500 mujeres de 7 programas de detección precoz de cáncer de mama (Aragón, Baleares, Castilla-León, Cataluña, Galicia, Navarra y Valencia)”.
“Nos dimos cuenta -continúa la directora del Centro Nacional de Epidemiología en el ISCIII y coordinadora del estudio DM-Spain- de la necesidad de disponer de una herramienta como ésta, ya que las utilizadas en otros estudios similares en diferentes países presentaban importantes limitaciones”.

Ahí nació la colaboración de la Fundación FISABIO y el ISCIII con la UPV “y, gracias a la información recogida en DM-Spain y a la profesionalidad y buen hacer de los investigadores de la Politècnica, se ha podido desarrollar y validar esta herramienta: DM-Scan” añade la directora del Centro Nacional de Epidemiología en el ISCIII y coordinadora del estudio DM-Spain.

El de mama es el tumor más frecuente en las mujeres (representa el 30% de todos los cánceres que afectan a las mujeres). La mayor incidencia de casos se produce en el grupo de edad de 45-69 años. Además, el cáncer de mama ocupa el primer lugar en mortalidad por tumores en mujeres, suponiendo un 15% de las muertes por cáncer. Pese a ello, es el tumor con la supervivencia más alta en las mujeres: Se estima que, a los 5 años, la supervivencia de las mujeres diagnosticadas de cáncer de mama es del 86%.

#Las #redes sociales deprimen por su hipocresía

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Reflejan un mundo idílico con el que los usuarios más vulnerables comparan su normalidad vital

La autoestima sufre por los contrastes entre la vida real y la vida digital.

Al igual que ese mundo esbelto, sonriente, de playas limpias y ofertas tentadoras que presenta la publicidad, las redes sociales también escamotean alegremente los lados oscuros de la vida. Aunque acogen todo el espectro vital, abundan las vacaciones fantásticas, las fiestas maravillosas, los niños adorables y las comidas sabrosísimas. La mayoría de usuarios muestran sus éxitos y sus diversiones, y maquillan sus lunares, derrotas y defectos. Lejos de animarles, estos reflejos positivos pueden generar síntomas depresivos en adolescentes que comparan sus vidas con lo que ven compulsivamente en Instagram, en Facebook o en la televisión.

Es una de las conclusiones de un estudio realizado por un equipo del CHU Sainte-Justine y de la Universidad de Montréal, dirigido por la psiquiatra Patricia Conrod y que se acaba de publicar en JAMA Pediatrics. Analizaron a casi 4.000 adolescentes canadienses de 12 a 16 años que formaban parte del ensayo Co-Venture. Tenían que informar del tiempo que pasaban frente a las diversas pantallas -redes sociales, televisión, videojuegos y ordenador- y responder a cuestionarios sobre posibles síntomas depresivos. Durante cuatro años se evaluaron estos datos con otras observaciones conductuales. “Nuestra investigación revela que el aumento del tiempo empleado en algunas formas de medios digitales predice los síntomas depresivos”, afirma Conrod. “La identificación temprana de la vulnerabilidad a la depresión da a los médicos y padres margen para intervenir, regular los abusos digitales y establecer medidas correctoras“. La relación era más evidente con las redes sociales y la televisión, y menos acusada con los videojuegos y los ordenadores. Según los autores, al reducir su participación en relaciones directas o actividades físicas, las comparaciones sociales indirectas a través de las redes se asocian con menor autoestima y más síntomas depresivos, originando una espiral de refuerzo en personas más vulnerables y que más tiempo dedican a estas redes.

Los resultados son consistentes con hipótesis previas sobre cómo se desarrolla la depresión. “Las redes sociales y la televisión exponen con frecuencia a los adolescentes a imágenes de otros que operan en situaciones más prósperas, tienen cuerpos más perfectos y un estilo de vida más emocionante o rico. A partir de la teoría de las espirales reforzadas, las personas buscan y seleccionan información congruente con su estado de ánimo. Y las redes crean y mantienen bucles de retroalimentación al sugerir contenidos similares a los usuarios en función de sus comportamientos de búsqueda”.

La falacia digital

Este análisis coincide con otro publicado en julio en Behavior & Information Technology por el equipo de Phillip Ozimek, de la Universidad Ruhr de Bochum, en Alemania: los que visitan las redes con frecuencia pueden ver afectada su autoestima y desarrollar síntomas depresivos al pensar que todos son mejores que ellos. Mediante un estudio experimental y dos cuestionarios, dos grupos de voluntarios escribieron sus impresiones sobre las primeras cinco personas que vieron en su muro de Facebook o en el sitio web del personal de la Facultad de Teología de la universidad. Un tercer grupo quedó al margen. Luego, los tres grupos –alrededor de 800 personas- completaron un cuestionario con información sobre su autoestima. “Enfrentarse a la información social en internet, selectiva y favorable, ya sea en Facebook o en los sitios web de los empleados, conduce a una menor autoestima“, informa Ozimek. Y como la baja autoestima está estrechamente relacionada con los síntomas depresivos, incluso este efecto a corto plazo puede ser una fuente potencial de peligro.

Es decir, existe una correlación positiva entre el uso pasivo de Facebook, en particular, y los síntomas depresivos cuando se comparan las habilidades, las vacaciones, los negocios o las compras, “mientras que todo lo que veo fuera de la ventana de mi oficina es gris y está nublado”, resume Ozimek. “Y si experimento esto día tras día, una y otra vez, se promueven las tendencias depresivas a largo plazo”. De todos modos, matiza que “no es el uso de las redes sociales lo que lleva o está relacionado con la depresión, sino que ciertas condiciones previas y un tipo particular de uso aumentan el riesgo de tendencias depresivas. Es importante por eso aclarar que la impresión de que todos los demás están mejor que uno mismo es una falacia absoluta. De hecho, muy pocas personas publican en las redes sociales experiencias negativas. Sin embargo, el hecho de que estemos inundados de estas experiencias positivas en internet nos crea una impresión distorsionada”.

#La #estimulación de corriente directa transcraneal puede ser útil para el tratamiento de la obesidad (Appetite)

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Un estudio desarrollado por la Universidad de Sao Paulo (USP), en Brasil, ha demostrado que las técnicas de neuromodulación no invasivas, como la estimulación de corriente directa transcraneal (tDCS), pueden reducir o aumentar el apetito, dependiendo del perfil genético del paciente, lo que supone un avance en las terapias de tratamiento de la obesidad.

La investigación, publicada en ‘Appetite’, se ha desarrollado en colaboración con la Fundación Estatal de Apoyo a la Investigación de Sao Paulo. Para su desarrollo se han realizado ensayos clínicos con la técnica doble ciego. De este modo, los voluntarios se han dividido de forma aleatoria en dos grupos y ni ellos ni los investigadores saben quién recibe el tratamiento o el placebo.

En tDCS se colocan dos electrodos en el cuero cabelludo del participante y se conectan a un dispositivo portátil, generando una corriente galvánica que altera la actividad eléctrica del cerebro en el área de interés. En el caso de la obesidad, el objetivo es “modular la excitabilidad de las neuronas en la corteza prefrontal dorsolateral izquierda”, ha explicado Priscila Giacomo Fassini, de la USP y autora del estudio.

Utilizaron una muestra de 38 mujeres de entre 20 y 40 años con un índice de masa corporal (IMC) entre 30 y 35, correspondiente a la obesidad leve o de clase 1, quienes recibieron 17 sesiones de tDCS de treinta minutos durante un mes. En la primera etapa del estudio los voluntarios recibieron una sola sesión de tDCS y después realizaron una prueba de medición de memoria de trabajo, con el objetivo de confirmar que se estaba estimulando la región cerebral correcta.

En este sentido, el equipo pudo observar que la dopamina “juega un papel crucial en la regulación de la recompensa de los alimentos, la alimentación y el peso corporal”, ya que los alimentos agradables activan el sistema de recompensa del cerebro, liberando dopamina, y la neuromodulación puede imitar este efecto. Durante las fases posteriores los participantes fueron ingresados en el hospital durante dos semanas y se les aplicó dietas supervisadas e individualizadas bajas en calorías. Después se monitorizó durante 6 meses el apetito.

Por otra parte, el equipo decidió investigar las variaciones en el gen COMT, que codifica ‘catecol-O-metiltransferasa’, una enzima que desempeña un papel crítico en la liberación de dopamina en la corteza prefrontal. Así, se ha puesto de relieve la “importancia” de las variaciones del gen COMT, un factor “clave” para determinar el resultado de esta técnica.

De este modo, los ensayos han apuntado a una reducción del apetito a largo plazo sólo en los individuos con modificaciones en el gen COMT que recibieron la terapia, ya que presentaban una mayor disponibilidad de dopamina. Sin embargo, en aquellas mujeres que no presentaban modificaciones el tDCS tuvo el efecto contrario, aumentando el hambre y el deseo de comer.

Por último, la experta ha destacado que este método es seguro y no tiene efectos secundarios y ha concluido que estos resultados “nos ayudan a entender por qué solo algunas personas responden al tratamiento con tDCS”, aunque puede haber otros factores diferentes a las modificaciones del genotipo.

#Cientistas podem ter descoberto “código da morte” que destrói o câncer

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“Precisamos, definitivamente, transformar isto numa nova forma de terapia”.
Quando células normais se transformam em células cancerígenas, a inserção de um “código da morte” pode causar a autodestruição delas.
Imagem: Medical News Today
https://socientifica.com.br/wp-content/uploads/2019/07/células-suicidas-poderiam-curar-o-câncer.jpg

 

 

Em estudo liderado pelo cientista Marcus E. Peter, da Northwestern University Feinberg School of Medicine, nos Estados Unidos, mostrou não apenas que certas moléculas de RNA podem matar células cancerosas, mas que elas também podem impedir a si mesmas de se tornarem resistentes ao tratamento.

“É como cometer suicídio esfaqueando a si mesmo, atirando em si mesmo e pulando de um prédio ao mesmo tempo. Você não pode sobreviver,” ilustrou Marcus.

No entanto, o mecanismo exato que fez com que as células cancerosas “cometessem suicídio” permanecia desconhecido – até agora. Dois novos estudos, conduzidos pelo mesmo pesquisador, descobriram um código que está incorporado no RNA e nos microRNAs de cada célula individual. O mecanismo pode ser responsável pela capacidade de autodestruição das células cancerosas.

A quimioterapia também pode desencadear as moléculas tóxicas de RNA e microRNA, mas os cientistas estão esperando usar o mecanismo de forma a evitar os efeitos colaterais da quimioterapia.

Marcus e sua equipe encontraram uma sequência de seis nucleotídeos contidos em RNAs pequenos que tornaram essas moléculas tóxicas para as células cancerosas. Um nucleotídeo é “a unidade estrutural básica e o bloco de construção do DNA” e RNA.

Antes dos pesquisadores chegarem a tal conclusão, foi necessário dois estudos, que posteriormente se aperfeiçoaram.

No primeiro estudo, eles descobriram que cerca de três por cento de todos os RNAs grandes podem ser “cortados” em pequenos pedaços que então agem como microRNAs tóxicos que podem matar o câncer.

No segundo estudo, a equipe testou quase 4.100 combinações possíveis diferentes de bases de nucleotide das seis nucleotídeos iniciais em uma tentativa de encontrar a combinação mais letal e mais tóxica.

“Baseado no que nós aprendemos nestes dois estudos, agora nós podemos projetar microRNAs artificiais que são muito mais poderosos em matar células de câncer do que os desenvolvidos pela natureza,” Marcus explicou. “Precisamos, definitivamente, transformar isto numa nova forma de terapia”.

A quimioterapia também pode desencadear os RNAs tóxicos, mas com efeitos colaterais. A intenção de Marcus e sua equipe, contudo, é fazer a própria natureza agir, sem influência direta de agentes artificialmente tóxicos, que poderiam causar outros tipos de cânceres.

“Meu objetivo não era criar uma substância tóxica artificial nova. Eu quero seguir a o caminho natural. Eu quero utilizar um mecanismo que a natureza desenvolveu,” disse.

FONTES / Medical News Today / DOI: 10.7554/eLife.29702

#La #rehabilitación cardiaca con TIC, igual de efectiva que la tradicional

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‘HAZLO’, aplicación móvil enfocada a la rehabilitación cardiaca desarrollada por el Instituto de Salud Carlos III, ha demostrado que su efectividad no es inferior a la de los programas de rehabilitación presenciales.

La Unidad de Investigación en Salud Digital (UITeS) del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII) lleva tres años trabajando en el desarrollo de un programa digital de ayuda a la rehabilitación cardiaca, en colaboración con el Hospital Universitario Ramón y Cajal, de Madrid. El proyecto, de nombre HAZLO, tiene como objetivo implantar y evaluar un servicio de salud digital que permita el despliegue de programas de rehabilitación cardiaca en fase II fuera del hospital.

El desarrollo de HAZLO se centra en la fase II del proceso de rehabilitación cardiaca y en sus inicios se apoyó en la plataforma PITES del ISCIII, que facilita la obtención de evidencia científica sobre nuevos modelos asistenciales, basados en TIC, para cronicidad y dependencia. HAZLO arrancó con una evaluación mediante ensayo clínico aleatorizado controlado sobre una población de 256 pacientes (128 en intervención y 128 controles).

Su objetivo era demostrar la no inferioridad en resultados clínicos del programa en fase II basado en salud digital respecto al programa de rehabilitación cardiaca tradicional presencial. Ya se puede decir que este objetivo principal se ha cumplido: no existe inferioridad en resultados clínicos, satisfacción, calidad de vida, adherencia. Además, ninguno de los participantes en la investigación abandonó el programa.

Adicionalmente, el programa también planteó comparar en ambos grupos el grado de adherencia a los nuevos hábitosde vida durante el primer año de la fase III. Además, se añadió un análisis económico del nuevo servicio. Actualmente, el ensayo clínico está finalizado, y están siendo analizados los resultados de fase II, económicos y la proyección en fase III.

Adolfo Muñoz y Mario Pascual, de la Unidad de Investigación en Telemedicina y Salud Digital del ISCIII, dan más datos sobre el programa: mediante un smartphone y una banda torácica de medición de la frecuencia cardiaca, a través de sendas app, el paciente puede realizar un programa personalizado de sesiones de marcha (rehabilitación física) y de relajación (rehabilitación psicológica).

Asistencia e interacción

En función de las características personales y de la información monitorizada, las app proporcionan al paciente asistencia automática en tiempo real mediante mensajes de voz, guiándole durante el desarrollo de las sesiones que realiza de manera autónoma. De esta manera se permite alcanzar los objetivos terapéuticos y se proporciona mayor seguridad.

Adicionalmente, los pacientes tienen acceso a un plan educativo multimedia personalizado on line sobre temas relacionados con control de factores de riesgo, ejercicios, medicación, hábitos de vida, etc. También se incluyen herramientas de interacción con los profesionales sanitarios basadas en mensajería, videollamada y foros de discusión. Además, los profesionales sanitarios tienen acceso permanente al desarrollo del plan de rehabilitación de los pacientes.

Muñoz y Pascual señalan la relevancia de desarrollar este tipo de programas de salud digital “siguiendo los protocolos clínicos y la metodología de evaluación de ensayo clínico, para generar evidencia científica“.

Uso problemático de mídias interativas: você conhece esta entidade?

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A inovação nas áreas tecnológicas e as mudanças na maneira como os seres humanos interagem trouxe uma série de desafios para nossa sociedade, em especial no que diz respeito ao desenvolvimento neuropsicomotor de crianças e adolescentes. Observa-se cada vez mais preocupação com a quantidade de tempo que crianças ficam expostas às telas, assim como com o início precoce dessa exposição.

Alguns trabalhos vêm destacando a importância desse tema com relação a aspectos objetivos da avaliação da saúde. A exposição às telas vem sendo associado a inúmeros problemas de saúde, incluindo obesidade e depressão.

Os adolescentes formam um grupo de indivíduos que apresentam particularidades nesse processo, uma vez que é nessa fase da vida que os processos de desenvolvimento social e mental estão mais intensificados. Sendo assim, podem estar mais sujeitos aos efeitos maléficos do uso das mídias digitais.

Estudos sugerem que cerca de 50% dos adolescentes se sentem conectados em tempo integral, passando cerca de 6 horas e 40 minutos de seu dia, em média, expostos a algum tipo de tela. Sendo assim, esse grupo é considerado de risco para o que vem sendo denominado Uso Problemático das Mídias Interativas (PIMU em inglês).

O PIMU é uma entidade nosológica ainda em investigação, uma vez que esse termo foi cunhado recentemente (2018). Tem relação com os transtornos de jogos, transtornos esses reconhecidos recentemente tanto pelo DSM-5 quanto pelo CID-11. Porém, alguns autores preferem usar o termo PIMU, uma vez que esse termo tem uma abrangência maior e não se restringe apenas a comportamentos relacionados aos hábitos de jogar e apostar em ambientes digitais, mas compreende outras interações nesses ambientes que levam a prejuízos funcionais e alterações de caráter compulsivo.

Cabe destacar que o período de exposição a telas não é o único fator levado em consideração ao se pensar em PIMU; mais importante, os prejuízos causados por esse comportamento devem ser levados em conta.

 

Por ser um termo cunhado recentemente, poucos estudos sobre a epidemiologia do quadro encontram-se disponíveis, com problemas relacionados às escalas de avaliação. As estatísticas disponíveis estimam um total que varia de 7-18% de adolescentes com PIMU.

Ainda não existe consenso sobre se essa entidade deva ser considerada uma doença específica ou se é uma manifestação de outros transtornos cognitivos e/ou comportamentais. De qualquer forma, a literatura já indica uma associação entre o uso problemático de mídias interativas com o Transtorno Hiperativo e de Déficit de Atenção (TDAH), com síndromes depressivas e ansiosas e com o Transtorno do Espectro Autista.

Os profissionais de saúde que atendem adolescentes, principalmente aqueles da atenção primária, devem compreender que todos os adolescentes estão no grupo de risco para o desenvolvimento do PIMU, devendo-se sempre pensar nessa possibilidade diagnóstica. Em pacientes com as comorbidades descritas no parágrafo anterior, e naqueles pacientes que são classificados como “tristes”, o rastreio com ferramentas como o PRIUSS (the Problematic and Risky Internet Use Screening Scale) pode ser interessante.

Autora: 

Dolores Henriques
Dolores Henriques

Médica formada pela UNIRIO ⦁ Residência médica em pediatria pelo HUPE/UERJ ⦁ Médica concursada do Ministério da Educação (Colégio Pedro II e CEFET-RJ) ⦁ Tem experiência nas áreas de Terapia Intensiva Pediátrica, Pediatria Geral e Medicina de Urgência.

Referências: 

  • Nereim, C, Bickham D, Rich M. A primary care pediatrician’s guide to assessing problematic interactive media use. Current opinion in pediatrics, v. 31, n. 4, p. 435-441, 2019.
  • Boers E, et al. Association of screen time and depression in adolescence. JAMA pediatrics, 2019.
  • WORLD HEALTH ORGANIZATION et al. Guidelines on physical activity, sedentary behaviour and sleep for children under 5 years of age. 2019.
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