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#El #ejercicio físico puede provocar cambios en la composición de la #microbiota intestinal (Med Sci Sport Exer)

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Investigadores de la Universidad de Illinois y la Clínica Mayo en Rochester, Estados Unidos, han aportado la primera evidencia científica de que el ejercicio físico puede provocar cambios en la composición de la microbiota intestinal, con independencia de otros factores como la dieta o el consumo de antibióticos.

Así se desprende de los resultados de dos estudios, uno en ratones y otro en humanos, publicados en Medicine & Science in Sports & Exercise, que evalúa el impacto de la actividad física en la flora bacteriana, que juega un papel cada vez más relevante en la aparición o control de numerosas enfermedades.

En el primer estudio, trasplantaron material fecal de ratones sedentarios y otros más activos a otros que se habían criado en entorno estéril y no tenían microbiota propia. En el segundo estudio, rastrearon los cambios en la composición de la microbiota intestinal en un grupo de voluntarios humanos a medida que pasaban de un estilo de vida sedentario a otro más activo, y viceversa.

“Estos son los primeros estudios que demuestran que el ejercicio puede tener un efecto en el intestino, independiente de la dieta u otros factores”, según Jeffrey Woods, uno de los autores de este trabajo.

En el estudio en animales se observaron claras diferencias entre la microbiota de los ratones receptores en función de si recibieron material fecal de ratones activos o sedentarios.

Así, los receptores de la microbiota de un ratón físicamente activo tenían una mayor proporción de microorganismos que producían butirato, un ácido graso de cadena corta que promueve las células intestinales sanas, reduce la inflamación y genera energía para el huésped. Y también parecían ser más resistentes a la colitis ulcerosa experimental, una enfermedad inflamatoria del intestino.

“Descubrimos que los animales que recibieron la microbiota de roedores activos tenían una respuesta atenuada a un químico inductor de colitis”, ha añadido Jacob Allen, que también destacó una reducción en la inflamación y un aumento en las moléculas regenerativas que promueven una recuperación más rápida.

En el estudio en humanos, el equipo reclutó a 18 adultos sedentarios delgados y 14 obesos, de los que tomaron muestras de su microbiota intestinal antes de someterlos a un programa de con diferentes ejercicios cardiovasculares de 30 a 60 minutos, tres veces a la semana durante mes y medio.

Al finalizar su programa de ejercicio analizaron nuevamente su microbiota y pasaron el mismo periodo de tiempo con un comportamiento más sedentario, manteniendo la misma dieta a lo largo de todo el estudio.

Las concentraciones fecales de ácidos grasos de cadena corta, en particular el butirato, aumentaron en el intestino como resultado del ejercicio, pero estos niveles disminuyeron nuevamente después de que los participantes volvieran a un estilo de vida sedentario.

Además, las pruebas genéticas de la microbiota confirmaron que esto se correspondía con los cambios en la proporción de microorganismos que producen butirato y otros ácidos grasos. Y los aumentos más fuertes se observaron en los participantes delgados, que tenían niveles significativamente más bajos de bacterias productoras de ácidos grasos.

Por el contrario, los participantes obesos solo presentaron incrementos modestos en la proporción de estas bacterias. “Lo importante es que hay claras diferencias en cómo el microbioma de una persona obesa responde al ejercicio, en comparación con los delgados”, señala Woods.

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#Suplementos suspeitos: #medicamentos vendidos sem receita podem causar #lesão hepática

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Os riscos dos suplementos de ervas e dietéticos

Diante de novos estudos que relatam toxicidade hepática e lesões hepáticas agudas devido a um espectro em expansão de drogas e produtos à base de ervas, fica cada vez mais claro que os suplementos dietéticos não regulamentados representam um risco para os consumidores.

Ingredientes não rotulados em vários compostos podem causar lesão hepática, especialmente em produtos para musculação ou perda de peso. Esses suplementos não são regulados pelo mesmo processo utilizado para medicamentos, e não são testados quanto à segurança. Além disso, o conteúdo desses produtos não regulamentados é muitas vezes desconhecido para o paciente.

Várias apresentações no Liver Meeting deste ano serviram para destacar a incidência, aumentar o conhecimento, e definir o risco dessas potenciais toxinas hepáticas.

Salvo um requerimento para fiscalização e aprovação pela US Food and Drug Administration (FDA) os suplementos dietéticos e à base de ervas podem ser rotulados incorretamente ou conter ingredientes não rotulados, como contaminantes químicos e microbianos, adulterantes farmacêuticos ou outros compostos com potencial de toxicidade hepática conhecido.

Navarro e colegas[1] analisaram os conteúdos e determinaram a frequência de rotulagem incorreta em mais de 340 amostras de suplementos coletadas em um estudo prospectivo conduzido pela Drug-Induced Liver Injury Network (DILIN) ao longo dos 12 anos de existência do grupo. A rede documentou a lesão hepática induzida por drogas (LHID) em aproximadamente 1800 pacientes, dos quais 375 relataram ingerir suplementos dietéticos fornecendo amostras para análise. Os ingredientes de cada produto, conforme determinado por análise química (cromatografia líquida e espectrometria de massa), foram comparados com os ingredientes listados na embalagem do produto.

A rotulagem incorreta foi detectada com frequência; na verdade, apenas 44% dos suplementos tinham rótulos que refletiam com precisão os conteúdos detectados. Além disso, foi observado que os produtos continham toxinas hepáticas, tais como esteroides anabolizantes ou farmacêuticos.

Os autores relataram que as taxas de rotulagem incorreta foram de 80% para produtos esteroides, 54% para suplementos vitamínicos e 48% para ingredientes botânicos. Com base no uso proposto, as taxas de rotulagem errada foram mais comuns para os produtos utilizados para musculação (79%), perda de peso (72%), “aumento de energia” (60%) e saúde geral e bem-estar (51%). Os pesquisadores da DILIN encontraram taxas semelhantes de rotulagem incorreta para os produtos considerados responsáveis pela lesão hepática por meio de um processo estruturado de avaliação de causalidade (o método de avaliação da causalidade Roussel Uclaf, RUCAM).

Lesão hepática por suplementos ayurvédicos e à base de ervas

Em um estudo realizado em Kochi, na Índia, 1440 pacientes durante um período de um ano foram considerados pelo RUCAM como tendo lesão hepática persistente devido à ingestão de suplementos ayurvédicos e de ervas.[2] O uso mais comum desses suplementos foi para tratamento de dispepsia/sensação distensão abdominal (30%) e para aumento do apetite (22%). Destaca-se que 33% das pessoas afetadas consumiram esses produtos conforme prescrito por curandeiros tradicionais não regulamentados.

Fadiga, anorexia e icterícia foram observadas no início da doença em 96% dos pacientes, prurido em 44%, e febre em 30%. Encefalopatia hepática foi detectada na admissão em 30%, ascite em 37% e auto-anticorpos positivos em 37%. Seis pacientes morreram (22%), incluindo um pós-transplante.

Na biópsia ou autópsia, os autores observaram padrões hepatocelulares, colestáticos e mistos em 60%, 7% e 33% dos pacientes, respectivamente; os pesquisadores observaram especificamente inflamação lobular/portal em 74%, hepatite de interface em 60%, necrose em 52%, fibrose em 67% (cirrose em 22%) e colestase em 63%. Idade avançada, razão internacional normalizada (RNI) mais elevada e níveis mais baixos de albumina sérica de base, bem como a presença de necrose e esteatose na biópsia, predisseram mortalidade na ausência de cirrose.

Philips e colaboradores[3] realizaram uma análise química e toxicológica de amostras de drogas ayurvédicas e à base de ervas obtidas de um subconjunto desses pacientes. Eles analisaram especificamente o conteúdo de metais pesados e procuraram compostos orgânicos hepatotóxicos voláteis. A análise química completa revelou arsênio em 58% das amostras sólidas, cádmio em 36%, mercúrio em 64%, chumbo em 73% e antimônio em 9%. O conteúdo de arsênio foi significativamente associado à mortalidade. Também foram detectados pentano (71%), ciclopentano (59%), ciclobutano (35%) e dimetilamina (24%).

Essas observações indicam que os suplementos ayurvédicos e de ervas aprovados e tradicionais podem causar diferentes graus de lesão hepática. Esses compostos podem conter um alto teor de vários metais pesados e compostos orgânicos voláteis. O consumo desses produtos, que muitas vezes foram obtidos de curandeiros tradicionais não regulamentados e não registrados, pode levar a toxicidade hepática e mortalidade graves.

Embora a identificação clínica de pacientes em risco possa agilizar o tratamento definitivo e, possivelmente, o transplante hepático em tempo hábil, a prevenção pela conscientização, e políticas reguladoras mais rígidas, poderiam reduzir a lesão hepática e evitar o transplante hepático.

LHID em crianças

As causas e desfechos da LHID em crianças não são bem estabelecidos ou previsíveis.

DiPaola e colaboradores[4] analisaram as características de apresentação, etiologias e desfechos de crianças com lesões suspeitas que foram inscritas em estudos da DILIN. Eles analisaram todos os casos (n = 69) que envolveram crianças menores de 18 anos com suspeita de LHID que foram inscritas ao longo de um período de 12 anos. Dos 57 casos considerados como LHID por meio de opinião consenso de especialistas (RUCAM), 14 foram considerados LHID definitiva, 30 como LHID altamente provável e 13 como LHID provável. Esses casos constituíram o grupo de estudo.

A duração mediana da terapia medicamentosa foi de 140 dias (intervalo, 5-569 dias). No início, o nível sérico médio de alanina aminotransferase foi de 411 U/L, com fosfatase alcalina de 203 U/L e bilirrubina total de 3,3 mg/dl. Os pesquisadores registraram características imunoalérgicas como febre (37%), lesões cutâneas (25%), e eosinofilia periférica (15%). Os antimicrobianos foram os agentes mais frequentemente implicados (51%), seguidos de antiepilépticos (21%). Os principais agentes implicados foram minociclina, valproato, azitromicina e isoniazida.

No geral, 63% das crianças foram hospitalizadas e três submetidas a transplante devido a insuficiência hepática aguda dentro de três semanas após o início da LHID. Entre as 49 crianças acompanhadas por pelo menos seis meses, 16% tiveram exames hepáticos persistentemente anormais. Assim, embora a maioria dos casos de LHID em crianças tenha sido autolimitada e benigna, 5% dos casos de insuficiência hepática aguda necessitaram de transplante e a doença hepática crônica ocorreu em outros 16% dos casos.

É possível prever a LHID?

Índices padrão usados para prever os desfechos de pacientes com LHID não são ideais porque não são específicos para o fígado, ou informativos do ponto de vista do mecanismo. Assim, não são suficientemente preditivos do desfecho. Isso destaca a necessidade de opções mais precisas.

Uma apresentação descreveu novos biomarcadores que poderiam coletivamente fornecer informações prognósticas e mecanicistas em pacientes com suspeita de LHID. Vários biomarcadores candidatos foram quantificados por Church e colaboradores[5] em amostras séricas coletadas pela DILIN dentro de duas semanas após o início da doença de 145 pacientes com suspeita de LHID. O desfecho foi considerado “adverso” se os pacientes necessitassem de um transplante hepático ou morressem dentro de seis meses como consequência do episódio de LHID.

A regressão logística demonstrou que níveis elevados de queratina 18 (K18) total, queratina 18 clivada por caspase, alfa-fetoproteína, osteopontina, proteína de ligação a ácidos graxos 1, e receptor de fator estimulante de colônia de macrófagos foram significantemente preditivos de um desfecho adverso. O “índice apoptótico” sérico, e a razão entre queratina 18 clivada por caspase e queratina 18 total, também foram inversamente correlacionados com um desfecho adverso. A RNI, conforme esperado, foi o melhor preditor isoladamente, seguido por osteopontina.

A análise de regressão múltipla resultou em um modelo preditivo que incluiu RNI, bilirrubina total, aspartato aminotransferase, osteopontina e K18. Este modelo apresentou maior especificidade (0,98) do que a “Lei de Hy” ou uma pontuação no modelo para doença hepática terminal maior que 20 (cujas especificidades foram de 0,64 e 0,73, respectivamente).

Certos biomarcadores também foram correlacionados com achados histopatológicos hepáticos. O grau de inflamação foi significativamente relacionado com o receptor do fator estimulante de colônia de macrófagos, enquanto a extensão da necrose coagulativa/confluente foi significativamente correlacionada com alfafetoproteína e osteopontina. O escore semiquantitativo de necrose foi inversamente relacionado com o índice apoptótico.

Os pesquisadores propõem que a incorporação dos novos biomarcadores candidatos em medidas tradicionais de lesão hepática poderia potencialmente permitir uma melhor predição de resultados em pacientes com LHID. Além disso, os novos biomarcadores podem fornecer uma “biópsia líquida” para avaliar o grau de inflamação e a forma de morte dos hepatócitos.

#La #inteligencia artificial mejora la #colonoscopia  

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ORLANDO, USA. El uso de la inteligencia artificial durante la colonoscopia puede aumentar la precisión y la sensibilidad de la detección de adenomas, incluso en lesiones tan pequeñas como las de 5 mm, según varios estudios recientes.[1]

El objetivo de la integración de esta tecnología en la colonoscopia de manera sistemática es acercar la tasa de detección de los adenomas al 50% registrado en los estudios de cribado de poblaciones por edad, afirmó el Dr. William Karnes, de la University of CaliforniaIrvine, en Irvine, Estados Unidos.

“Las tasas de detección de los adenomas entre los diferentes colonoscopistas varían de 7% a 53%. La tasa de detección de los adenomas debe ser igual a la tasa de prevalencia”, dijo el Dr. Karnes a Medscape Medical News.

La tecnología de red neuronal convolucional consiguió distinguir entre imágenes con y sin pólipos con una precisión de 96% en un estudio de 9.000 imágenes de colonoscopia de cribado, explicó el Dr. Karnes en el World Congress of Gastroenterology (WCOG) 2017.

El sistema de aprendizaje automático puede leer hasta 170 imágenes por segundo, lo que hace que “pueda aplicarse con facilidad al video en directo”, afirmó el Dr. Karnes cuando presentó el estudio, que ganó el premio 2017 Presidential Poster Award for Colorrectal Cancer Prevention.

“La inteligencia artificial para la detección de los pólipos puede ayudar a los colonoscopistas a conseguir unas tasas de detección muy cercanas a la prevalencia real, y a disminuir todavía más el riesgo de presentar cáncer colorrectal de intervalo”, añadió.

La tasa de detección de los adenomas debe ser igual a la tasa de prevalenciaDr. William Karnes

Otro sistema asistido por computadora, denominado inteligencia artificial EndoBRAIN, es fácil de usar y proporciona un diagnóstico inmediato con solo pulsar un botón, señaló el Dr. Yuichi Mori, de la Showa University, en Shinagawa-ku, Japón.[2]

“Reconocer una lesión como neoplásica es una información muy útil durante una colonoscopia”, enfatizó el Dr. Mori en la reciente United European Gastroenterology (UEG) Week 2017. Con el sistema EndoBRAIN, las lesiones identificadas como neoplásicas pueden considerarse como tal “con un grado de confianza muy alto”.

En su evaluación prospectiva, el Dr. Mori y sus colaboradores hallaron que la sensibilidad de la endocitoscopia asistida por computadora EndoBRAIN para la detección de pólipos neoplásicos fue superior a 90%. Y en un subanálisis de los pólipos en el colon rectosigmoide menores de 5 mm, el valor predictivo negativo fue de 99%, lo que cumple los criterios para las biopsias ópticas de los pólipos diminutos.

En el análisis por intención de tratar de 726 pacientes a los que se realizó una colonoscopia asistida por computadora, se detectaron 306 pólipos pequeños que fueron evaluados mediante EndoBRAIN. El criterio de valoración primario fue la precisión del sistema EndoBRAIN al realzar las lesiones mediante tinción con azul de metileno. Uno de los criterios de valoración secundarios fue la precisión del sistema EndoBRAIN al realzar las lesiones con imagen de banda estrecha.

Tabla. Criterios de valoración principal y secundario con el sistema EndoBRAIN

Precisión Tinción con azul de metileno, % Imagen de banda estrecha, %
Sensibilidad 94 90
Especificidad 79 85

Se obtuvieron imágenes con más rapidez con el modo de imagen de banda estrecha que sin él (24 frente a 88 segundos), por lo que “puede ser el método óptimo para evaluar los pólipos diminutos”, planteó el Dr. Mori.

Las posibles limitaciones de este estudio son cierto grado de sesgo en la selección de las lesiones diana y el hecho de que se haya realizado en un solo hospital. “Actualmente en Japón estamos llevando a cabo un estudio clínico multicéntrico en colaboración con el National Cancer Center Japan“, informó.

El Dr. Mori recibió un premio de 10.000 euros por su estudio, concedido por la directiva de la United European Gastroenterology, que le obliga a ampliar la investigación en gastroenterología.

Si el sistema EndoBRAIN sigue mejorando la capacidad de los gastroenterólogos para distinguir las lesiones neoplásicas de las lesiones no neoplásicas durante la colonoscopia, se podría ahorrar dinero al disminuir la necesidad de realizar análisis histológicos, explicó el Dr. Mori.

Gastroenterólogos en patología

En estudios previos, el Dr. Mori y sus colaboradores mostraron que el ojo humano puede detectar signos de neoplasia en la imagen endocitoscópica, y que el rendimiento es “excelente” en manos expertas, lo que significa que la detección está limitada por la experiencia acumulada. El sistema EndoBRAIN puede ampliar el uso de la endocitoscopia e incluso puede utilizarse para acortar la curva de aprendizaje de los principiantes, puntualizó el Dr. Mori.

El sistema EndoBRAIN cuesta cerca de 50.000 USD, pero es probable que cuando el sistema se comercialice fuera de Japón baje su precio, declaró a Medscape Medical News.

Otro estudio reciente evaluó la clasificación asistida por computadora de los pólipos colorrectales de tamaño ≤5 mm.[3]

Un equipo de investigadores de Taiwán halló que la clasificación de los pólipos como neoplásicos o hiperplásicos logró una precisión de 90,1% empleando un diagnóstico asistido por computadora con una red neuronal profunda.

Dos endoscopistas con una experiencia mínima de 5 años alcanzaron una precisión de 90,5% y de 87%. Cuatro endoscopistas principiantes, con tan solo 1 año de experiencia cada uno, consiguieron una precisión entre 88% y 80,3%.

Las evaluaciones realizadas por dos de estos endoscopistas con menos experiencia fueron significativamente menos precisas que el análisis asistido por computadora.

El estudio del Dr. Mori fue financiado por un estímulo de investigación concedida por la Japan Society for the Promotion of Science. El Dr. Mori y el Dr. Karnes han declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.

#Homemade Yogurt Resolves Irritable Bowel Symptoms

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Resultado de imagem para iogurte caseiro

Damian McNamara

ORLANDO — The daily consumption of homemade yogurt can lead to a complete resolution of symptoms in patients with irritable bowel syndrome, a prospective study shows.

“We were surprised by the response. We had 189 patients in the study, and 169 had remission within 6 months,” said Manju Girish Chandran, MBBS, from the Mary Breckinridge ARH Hospital in Hyden, Kentucky.

And some of the participants had lived with symptoms of irritable bowel syndrome for 9 or 10 years, she reported here at the World Congress of Gastroenterology.

“Our study is based on the fact that there is an internal gut–brain microbiome axis,” Dr Chandran told Medscape Medical News. “If you modulate the intestinal microbiome, you can actually achieve remission in some cases.”

Medication does not adequately treat the symptoms of irritable bowel syndrome for many people, she said. As a result, “they just live with it.”

That is one of the reasons Dr Chandran and her colleagues wanted to assess the potential of homemade yogurt with Lactobacilli to influence the gut microbiome.

Part of a Regular Diet

For their study, the team enrolled 189 consecutive patients diagnosed with irritable bowel syndrome at one of two medical centers in Eastern Kentucky.

Complete remission — defined as the relief of pre-existing irritable bowel syndrome symptoms and one or two normal bowel movements daily — was achieved by 89% of the study participants.

The yogurt is inexpensive and easy to make. First, boil a gallon of milk for 5 minutes and let it cool to lukewarm. Next, mix in 1 cup of Dannon plain yogurt, which is used as a starter and source of Lactobacilli. Place in an oven with the light on overnight (do not turn the oven on), and then refrigerate the next morning. Save 1 cup from each batch to use as a starter for the next batch.

“You can make enough yogurt for 1 week, and it’s pretty cheap,” Dr Chandran pointed out. “And it doesn’t have to be eaten as plain yogurt.” Because it can be mixed with fruit or used in a smoothie, it doesn’t “feel like it’s a medicine; it is part of a regular diet.”

Results Difficult to Interpret

The study design makes the results difficult to interpret, which is disappointing, said William Heizer, MD, a gastroenterologist in private practice in Chapel Hill, North Carolina.

“At the very least, the consenting patients should have been randomly assigned to either a treatment or control group,” Dr Heizer told Medscape Medical News. Also, “review of the self-reported charts should have been done by individuals blinded to which group the patient was in.”

This was a pilot study, Dr Chandran explained. The next step will be to study the effectiveness of the homemade yogurt in patients with different subtypes of irritable bowel syndrome — constipation or diarrhea — and to randomize some participants to a control group.

Dr Chandran and Dr Heizer have disclosed no relevant financial relationships.

The World Congress of Gastroenterology at the ACG 2017: Abstract P1152. Presented October 16, 2017.

Medscape 

Proteger el #microbioma para limitar el #VIH

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Modificar el microbioma con estrategias concretas puede ayudar a reducir los efectos secundarios del VIH. Las personas afectadas con el virus del sida tienen una variedad de bacterias muy inferior que las sanas.

Yolanda Guillén

Yolanda Guillén, investigadora posdoctoral en el Grupo de Genómica Microbiana, del Instituto IrsiCaixa, en Barcelona. (Jaume Cosialls)

El VIH sigue siendo una enfermedad que centra los esfuerzos de la comunidad científica mundial. Lograr descubrir una cura o una vacuna es el objetivo primordial. Pero existen otras vías de investigación que también resultan importantes para su tratamiento. Es el caso de Yolanda Guillén, investigadora posdoctoral en el Grupo de Genómica Microbiana dirigido por Roger Paredes, del Instituto de Investigación del Sida (IrsiCaixa), centro impulsado por la fundación bancaria “la Caixa”.

La investigadora trabaja para entender cuál es la relación entre el VIH y la microbiota. “Uno de los principales efectos que tiene el virus al entrar en el cuerpo es la destrucción del tejido intestinal, porque es donde se encuentran la mayoría de células diana para el virus, que son las del sistema inmune. Por eso pensamos que las bacterias que viven en el intestino de alguna manera sufrían cambios y que esto podría tener consecuencias para el paciente”, explica Guillén a DM.

Efectos digestivos directos

De esta forma, analizando muestras fecales de individuos sanos y de otros con el desarrollo de la enfermedad en diferentes fases, el equipo en el que trabaja Guillén, pudo corroborar la hipótesis de que los pacientes con VIH tenían un menor número de bacterias diferentes y, por lo tanto, se veían afectadas las funciones que estas llevaban a cabo.

Una vez constatado este efecto del VIH sobre la microbiota, se abren nuevos caminos destinados a combatir, sobre todo, los efectos secundarios de la enfermedad y avanzar en la mejora de la calidad de vida de los pacientes. “Por ejemplo, los antirretrovirales tienen efectos directos sobre el sistema digestivo. Ahora que sabemos esta relación entre las bacterias que hay en nuestro organismo y la enfermedad, podemos iniciar investigaciones para intentar modificar el microbioma y buscar reducir sus efectos secundarios“.

En este sentido, la investigadora apunta hacia varios tipos de estrategias posibles. La primera de ellas sería modificando la dieta, buscando que crezca un determinado tipo de bacterias u otro. También la adición alimentaria de prebióticos (con los que se selecciona qué grupo de bacterias se pretende que crezca) o probióticos (ingiriendo directamente bacterias) puede ayudar a modificar este microbioma.

  • Un microbioma empobrecido se asocia al avance de la enfermedad por VIH, pero hay que evidenciar relación entre ambos fenómenos”

Otros mecanismos más extremos serían la utilización de antibióticos, seleccionando aquellas bacterias que se quiere eliminar porque resultan más perjudiciales, o el trasplante de heces. “Como el propio nombre indica, consiste en extraer muestras fecales de personas sanas y transferirlas, normalmente mediante una sonda nasogástrica, a una persona que tenga problemas. Esto se ha utilizado normalmente en casos de infecciones graves por la bacteria Clostridium difficile. De esta forma lo que hacemos es recolonizar el intestino y desplazar las bacterias daniñas“.

Otra posible vía de investigación sería la de estudiar si existe algún tipo de relación causa-efecto entre la desaparición de las bacterias que se ha constatado y la propagación de la enfermedad. Sin embargo, hasta la fecha no se ha avanzado en este sentido. “Establecer esta causalidad es algo realmente muy difícil. Se necesitarían estudios longitudinales, que con humanos son muy complicados porque hace falta un largo seguimiento. Hoy en día, con todo lo que estamos haciendo aquí, lo que podemos es establecer esta asociación entre un microbioma empobrecido y el avance de la enfermedad, pero falta mucho para saber si hay alguna relación entre estos dos hechos“, puntualizaba Guillén.

Mejora de las técnicas

Cada vez se sabe más acerca del importante papel que la microbiota tiene en la salud de las personas. Su relación con enfermedades asociadas con procesos inflamatorios es de sobra conocida. Pero no solo aquí juega un papel determinante. La diabetes o el cáncer son otras enfermedades en las cuales entender la relación que tienen con las bacterias que pueblan nuestro organismo.

Guillén no duda en señalar la importancia que el microbioma tiene para nuestra salud. “Un dato muy curioso es que, si pudiéramos coger todos los microbios que tenemos en nuestro cuerpo y los pesáramos, llegaríamos a tener casi dos kilos de peso. Realmente las funciones que desempeñan en nuestro organismo son muy importantes porque sin microbios, por ejemplo, no podríamos digerir determinados alimentos que son esenciales o combatir contra algunos patógenos externos”.

En la mirada que se ha puesto en los últimos años en la microbiota ha resultado fundamental el avance en nuevas técnicas que permiten su estudio. La dificultad para reproducir de forma fácil en un laboratorio las condiciones que se desarrollan dentro del intestino había condicionado hasta la fecha esta investigación. El trabajo de Guillén no es una excepción. “Esto ha sido posible gracias a la tecnología de secuenciación masiva que nos permite extraer todo el ADN contenido en las muestras de heces. De este modo disponemos del material genético de bacterias, virus o cualq uier otro tipo de microbio, y de una muestra representativa de lo que habita en el intestino”.

#Endoscopia é tão eficaz quanto cirurgia na necrose pancreática infectada?

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médico trabalhando na sala de cirurgia

Endoscopia é tão eficaz quanto cirurgia na necrose pancreática infectada?

necrose pancreática infectada é uma doença potencialmente letal e uma indicação para a intervenção invasiva. Em artigo do Lancet, pesquisadores compararam a eficácia da endoscopia em relação à cirurgia.

Para esse estudo multicêntrico, randomizado e de superioridade, os autores recrutaram adultos com necrose pancreática infectada e indicação de intervenção invasiva de 19 hospitais na Holanda, entre 2011 e 2015. Os pacientes foram randomizados para a abordagem endoscópica ou cirúrgica.

A abordagem endoscópica consistiu de drenagem endoscópica seguida, se necessário, por necrosectomia endoscópica. A abordagem cirúrgica consistiu de drenagem percutânea por cateter seguida, se necessário, por desbridamento retroperitonial vídeo-assistido. O desfecho primário foi um composto de grandes complicações ou morte durante o follow-up de seis meses.

Noventa e oito pacientes foram selecionados; 51 randomizados para abordagem endoscópica e 47 para abordagem cirúrgica. O desfecho primário ocorreu em 22 (43%) de 51 pacientes no grupo da endoscopia e em 21 (45%) de 47 pacientes no grupo da cirurgia (razão de risco [RR] = 0,97; IC de 95%: 0,62 a 1,51; p = 0; 88).

A mortalidade e as complicações não diferiram entre os grupos: 9 (18%) pacientes no grupo da endoscopia e 6 (13%) pacientes no grupo cirúrgico (RR = 1,38; IC de 95%: 0,53 a 3,59; p = 0,50). A taxa de fístulas pancreáticas e o tempo de permanência hospitalar foram menores no grupo de endoscopia.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que, em pacientes com necrose pancreática infectada, endoscopia é tão eficaz quanto cirurgia na redução de complicações e mortalidade.

Referências:

#Pioneering project to develop better diagnostics for #liver disease

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Details have just been announced of a €34 million European research project which aims to develop new diagnostic tests to assess patients with non-alcoholic fatty liver disease (NAFLD) and identify those most at risk for developing severe inflammation and liver scarring.

Liver Investigation: Testing Marker Utility in Steatohepatitis (LITMUS) will bring together clinicians and scientists from prominent academic centres across Europe, with companies from the European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA), with the goal of developing and validating better biomarkers for NAFLD.

“Lack of easy and accurate diagnostic tests means that many patients go undiagnosed until late in the disease process. It has also held-back efforts to develop new medical treatments for NAFLD,” said Professor Quentin Anstee from Newcastle University’s Institute of Cellular Medicine and consultant hepatologist at Newcastle Hospitals NHS Foundation Trust, who is co-ordinating the LITMUS consortium.

“Availability of better diagnostic tests will help us to target care at an early stage of disease to the people who are going to be most severely affected,” he said.

The project is funded by the European Innovative Medicines Initiative 2 Joint Undertaking.