Mês: março 2017

Pais tóxicos: 15 características mais nocivas aos filhos

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A grande maioria dos pais tenta dar tudo para seus filhos, fazem tudo o que está ao seu alcance para atender as suas necessidades, mas até mesmo os pais com as melhores intenções podem cometer erros ao adotarem certas condutas e posturas tóxicas que acabam fazendo muito mal ao desenvolvimento e bem-estar de seus filhos.

As condutas tóxicas dos Pais:

Infelizmente, alguns pais vão além dos erros simples e adotam certas condutas tóxicas que prejudicam seriamente o desenvolvimento de seu filho, bem como a sua saúde emocional. A figura de um pai ou de uma mãe pode marcar o futuro de uma criança, pois eles são os principais agentes educacionais durante a infância, e por mais que a escola ajude na educação, certos comportamentos e valores sempre serão aprendidos através dos pais ou cuidadores. Mas quais são os comportamentos nocivos que podem prejudicar a criança? Quais são esses comportamentos tóxicos dos pais?

A seguir, você poderá encontrar as 15 características mais comuns de pais tóxicos:

1. Pais exigentes demais

Alguns pais são muito exigentes com seus filhos e não toleram falhas, são muito perfeccionistas e esperam que seus filhos façam tudo corretamente, acreditam que a melhor maneira de educá-los é expondo seus erros e relembrando-os disso toda hora. Este tipo de comportamento pode causar sérios problemas para a criança no futuro, muitas vezes causam danos psicológicos e emocionais que podem acompanhá-la para o resto de sua vida. Um dos efeitos deste tipo de conduta pode ser o desenvolvimento de uma baixa autoestima, um grande sentimento de inferioridade, e até mesmo uma personalidade perfeccionista.

2. Pais manipuladores

Embora a maioria dos pais exiba um comportamento exemplar para seus filhos, existe alguns pais que conscientemente ou inconscientemente têm uma atitude manipuladora para com seus filhos. Esses pais geralmente tendem a ter este tipo de conduta para com as outras pessoas também. Pessoas manipuladoras são peritas em detectar as fraquezas dos outros a fim de usá-las a seu favor. Tendem a seguir em frente até conseguirem o objetivo desejado, são insaciáveis e, na maioria das vezes, têm uma grande necessidade de controle.

3. Pais autoritários, intolerantes e intransigentes

Esse tipo de pais consegue forçar seus filhos a se comportarem de determinada maneira independentemente das suas necessidades e emoções. São intolerantes e inflexíveis, muitas vezes fazem os seus filhos se sentirem mal, chegam ao ponto de mostrar um comportamento agressivo quando seus filhos não agem como eles desejam. Demonstram pouca comunicação com seus filhos e tentam educá-los a fim de que sejam obedientes, mas ao mesmo tempo muito dependentes. Por conta da falta de afeto, os filhos apresentam dificuldade com relação à espontaneidade e muitas vezes se tornam adultos infelizes.

4. Pais que agridem física e verbalmente os filhos

Por mais que a maioria de nós custe acreditar que existam pais que abusem dos seus filhos, eles existem. Alguns deles usam a violência física frequentemente, outros de vez em quando. Muitos se utilizam da violência verbal: insultam e falam de maneira agressiva com os seus filhos. Os pais abusivos podem criar sérios problemas na autoestima das crianças causando danos difíceis de apagar da memória.

5. Pais severamente críticos

Elogiam o filho raramente, geralmente não estão cientes de que as suas críticas e censuras acabam reforçando o mau comportamento que pretendiam corrigir. Ao criticar, fazem com que a criança adote uma postura defensiva, ela sempre responderá com desconfiança e hostilidade em vez de adotar as críticas dos seus pais.

6. Pais pouco afetuosos

As crianças precisam sentir o amor de seus pais, especialmente quando se sentem sozinhas. O carinho familiar pode ajudar a criança quando ela estiver passando por momentos difíceis. A criança aprende muitas coisas através dos modelos familiares, se ela não tiver um modelo de afeto e confiança, isso poderá causar problemas em seus relacionamentos interpessoais no futuro.

7.Pais pouco comunicativos

A comunicação é essencial nas relações interpessoais, pois ela pode evitar muitos conflitos. Mas no caso da relação pai e filho, ela é extremamente necessária, porque ajuda a criança a sentir amada, além disso a comunicação é necessária para uma boa educação. Os pais pouco comunicativos evitam ter conversas com seus filhos e não levam em conta as suas necessidades. É necessário que os pais tenham uma escuta ativa para que fiquem cientes do que está acontecendo com a criança e também para que desenvolvam um relacionamento saudável com o filho.

8. Pais que culpam seus filhos pelos próprios fracassos e frustrações

Alguns pais não estão felizes com suas próprias vidas, sentem-se fracassados em seu trabalho ou insatisfeitos com a vida pessoal e como resultado disso tornam-se mais impacientes ou irritáveis com os filhos. Geralmente esses pais têm uma baixa autoestima e cometem o erro de projetar seus fracassos nas pessoas ao seu redor, especialmente nos próprios filhos. O ruim disso é que a criança pode acabar acreditando que é um fracasso e por consequência terá uma visão de si própria muito distorcida da realidade e uma baixa autoestima.

9. Pais que projetam suas fantasias ou sonhos em seus filhos

Enquanto alguns culpam seus filhos por seus fracassos, outros projetam seus sonhos e expectativas que tinham quando jovens em seus filhos. Em outras palavras,  querem que seus filhos vivam a vida que eles não foram capazes de viver. Por exemplo, forçando a criança a praticar balé quando ela não gosta nada disso ou fazendo com que ela frequente aulas de piano contra a sua vontade.

10. Pais Superprotetores

A grande maioria dos pais quer o bem para os seus filhos e se preocupam com eles. No entanto, alguns pais exageram nessa conduta e transformam essa proteção em algo tóxico para os seus filhos. Por exemplo, não deixam que seus filhos saiam de casa por medo que aconteça alguma coisa com eles na rua, etc. Isso faz com que a criança se torne insegura e não desenvolva autonomia, além de impedir que ela desfrute a vida de forma plena.

11. Pais que não aceitam as suas amizades

Pais tóxicos não aceitam os amigos de seus filhos, querem ditar com quem o filho deve ou não andar. Os pais precisam deixar seus filhos viverem a própria vida e que façam as suas próprias escolhas.

12. Pais que querem planejar a carreira dos filhos

A preocupação dos pais para que seus filhos se deem bem na vida pode fazer com que os filhos acabem escolhendo a futura carreira profissional de acordo com o gosto de seus pais. Por exemplo, uma criança pode se destacar como artista e adquirir paixão por esse campo e acabar estudando medicina, dedicando-se a algo que irá torná-la completamente infeliz, porque os seus pais queriam que ela seguisse essa carreira. Todos devem viver a vida de acordo com os seus próprios sonhos e expectativas, não sob as expectativas dos pais.

13. Pais egoístas

Todos nós já conhecemos uma pessoa muito egoísta em nossas vidas, a situação torna-se pior ainda quando você tem pais egoístas, sim eles existem! São pessoas que só pensam em si mesmas e causam muito sofrimento aos filhos que não se sentem amados pelos próprios pais.

14. Pais que são um modelo ruim

Os pais servem de modelo para os filhos, são os modelos mais importantes de suas vidas, muitas vezes somos os reflexos de nossos pais, herdamos certos hábitos, costumes e até mesmo comportamentos. Quando os pais não são um bom exemplo para os filhos, as crianças correm o risco de aprender comportamentos prejudiciais. Um exemplo disso é o filho que tem um pai alcoólatra e acaba seguindo o mesmo exemplo do pai no futuro.

15. Pais que não ensinam hábitos saudáveis

As crianças são o reflexo dos pais, principalmente quando se trata de hábitos saudáveis. Os pais que não têm um estilo de vida saudável, acabam passando uma mensagem errada de como funciona a vida aos seus filhos, isso pode ter grandes implicações na saúde futura da criança. Quando as crianças são muito jovens, estão a mercê dos cuidados de seus pais. Se eles os alimentam mal, essas crianças podem sofrer consequências negativas deste comportamento no futuro. Por exemplo, sofrer com excesso de peso por causa dos maus hábitos alimentares da família e um estilo de vida sedentário.

Fonte: Psichologia y mente traduzido e adaptado por Psiconlinews

 

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Hormônios tópicos para atrofia vaginal na vigência de inibidores da aromatase: “águas turvas”

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Kate Johnson

 

As mulheres que tomam inibidores da aromatase (IA) após a menopausa para o carcinoma de mama positivo para os receptores hormonais no estágio inicial da doença podem usar com segurança estrogênio ou testosterona vaginal para tratar a atrofia urogenital, segundo os autores de um novo estudo publicado no periódico JAMA Oncology.

Mas os autores deste estudo estão se aventurando em águas “já um tanto turvas”, sugeriu o coautor do editorial que acompanha o estudo.

“Eu não sei se a definição de segurança deles está correta”, comentou o Dr. Hyman B. Muss, médico do University of North Carolina Lineberger Comprehensive Cancer Center em Chapel Hill, em uma entrevista ao Medscape. “Ainda estou preocupado com a segurança dessas duas abordagens”.

“Acho que este é um estudo pequeno, com um período de acompanhamento curto. Suspeito que vá mostrar que é seguro, mas não estou convencido”, continuou Dr. Muss. “É provável que acabem demonstrando um risco mínimo, mas vai ser necessário ter um grande número de pacientes com acompanhamento de longo prazo para saber isso, e duvido que tenhamos algo convincente em muitos anos”.

O estudo randomizado, não comparativo, de fase 2, realizado em uma única instituição, recrutou somente 76 mulheres após a menopausa com câncer de mama positivo para os receptores hormonais e de estágio I a III.

Todas tinham sido tratadas durante pelo menos 30 dias com inibidores da aromatase e haviam referido ressecamento da mucosa vaginal, dispareunia ou diminuição da libido.

Para tratar estes sintomas, as pacientes foram distribuídas aleatoriamente para usar creme de testosterona intravaginal manipulado na concentração de 1% ou um anel vaginal de liberação de estradiol.

O objetivo primário do estudo foi determinar a segurança dos dois tratamentos e eles não eram considerados seguros se mais de 25% das pacientes tivessem aumento persistente dos níveis de estradiol (E2) durante o período de 12 semanas do estudo.

Aumento persistente foi definido como nível de estradiol acima de 10 pg/mL e, pelo menos, 10 pg/mL acima dos níveis ao início do estudo, em duas dosagens consecutivas realizadas com pelo menos duas semanas de intervalo.

Como essa elevação não foi observada em nenhuma das mulheres usando o anel vaginal e em apenas 12% das mulheres usando testosterona intravaginal (variação de 16 a 45 pg/mL), o objetivo de segurança do estudo foi alcançado.

Aumentos transitórios dos níveis de E2 foram observados em 11% das mulheres usando o anel vaginal e em 12% do grupo usando testosterona intravaginal (intervalos de 11 a 29 pg/mL e de 11 a 113 pg/mL, respectivamente).

Os níveis de estrogênio E2 foram dosados ao início do estudo e na 4ª e na 8ª semanas, por meio de radioimunoensaio e ensaios disponíveis comercialmente de tandem de cromatografia líquida e espectrometria de massa realizados em laboratórios para comparação. As pacientes cujos níveis de estrogênio estavam elevados foram informadas deste resultado e foi oferecida a opção de sair do estudo, embora nenhuma tenha decidido fazê-lo.

Como esperado, os autores informaram que tanto o anel vaginal quanto o creme intravaginal melhoraram a atrofia vaginal, o interesse e o desejo sexual, mas acrescentam que “somente o anel vaginal melhorou a satisfação sexual”.

“Para as pacientes com melhora dos sintomas no braço do anel vaginal de liberação de estradiol ou no braço do creme intravaginal de testosterona, a nossa prática clínica atual é de manter a terapia dosando periodicamente em pequenos intervalos os níveis séricos de E2, dependendo das preferências da paciente, comentam os autores. Mas eles acrescentam que o aumento sustentado dos níveis de E2, e os altos níveis de testosterona em um pequeno número de pacientes no grupo da testosterona intravaginal sugerem que “é melhor usar uma dose mais baixa de testosterona”.

No entanto, no editorial, o Dr. Muss e a coautora Dra. Katherine Reeder-Hayes, também médica da University of North Carolina, escreveram que “devemos nos perguntar: o que consideramos suficientemente seguro”? As evidências sobre os riscos das intervenções hormonais vaginais continuam extremamente limitadas.

A função sexual é um problema “lamentavelmente negligenciado” entre as pacientes com câncer de mama, reconhece o Dr. Muss. “Isto torna a vida de algumas mulheres e de seus parceiros miserável. Não se trata apenas da função sexual; elas têm infecção urinária de repetição, têm sangramento – é um quadro bem importante”.

Inicialmente, deve-se tentar as abordagens não hormonais, aconselham os editorialistas. “Os lubrificantes vaginais solúveis em água, bem como os geis hidratantes não hormonais podem ser úteis para as mulheres com ressecamento de leve a moderado, escrevem os editorialistas. “Informalmente, a vitamina E por via oral ou tópica também pode ajudar”, acrescentam eles, mas pedindo cautela com os fitoterápicos.

No entanto, para as pacientes que não respondem a esta primeira abordagem, em vez de passar direto para os hormônios tópicos vaginais, o Dr. Muss sugeriu que o próximo passo mais prudente poderia ser trocar o inibidor da aromatase por tamoxifeno.

“Se você olhar para as grandes análises de sobrevida em uso de inibidores da aromatase vs. tamoxifeno, os dois são muito semelhantes; portanto, se a vida e a função sexual da mulher estão sendo destruídas pelo tratamento com inibidores da aromatase, a substituição deles por um medicamento como o tamoxifeno significaria que os níveis vaginais de estrogênios ou androgênios provavelmente serão seguros, explicou o médico.

Se isso falhar, se a paciente desejar tentar um hormônio tópico vaginal mantendo o tratamento com o inibidor da aromatase, seria razoável fazê-lo após “uma conversa franca com tomada de decisão compartilhada”, escreveram os editorialistas.

“Mas acho que não dá para olhar a paciente nos olhos e dizer que pensa que este tratamento seja bom –  sempre há algum grau de incerteza”, disse o Dr. Muss ao Medscape. Dr. Muss acrescentou que o acompanhamento regular também seria prudente “para verificar os níveis hormonais – só por segurança –, embora não saibamos inteiramente o que significam.”

Os autores do estudo reconhecem que “valeria a pena definir o efeito da flutuação do E2 nos desfechos” em estudos futuros, e indicam que uma descoberta surpreendente da pesquisa foram os altos níveis iniciais de E2 (acima do intervalo para o período após a menopausa de > 10 pg/mL) em 37% das pacientes.

“Além disso, a conclusão de que estas intervenções são seguras baseadas na ausência de elevação mantida dos níveis de E2 pode ser considerada arbitrária, porque não houve nenhuma intervenção não hormonal para comparação, e o estudo não teve poder estatístico ou acompanhamento prolongado de modo a explorar se houve maior índice de recidivas em nossa população do estudo vs. controles históricos, reconhecem os autores.

O estudo foi financiado pela AstraZeneca. Os autores do estudo e do editorial informaram não possuir conflitos de interesses relevantes ao tema.

JAMA Oncol. 2017;3:313-319, 305-306. Resumo, Editorial

Pílula anticoncepcional protege contra alguns tumores

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Peter Russell

 

Médicos afirmam que a maioria das mulheres que utilizam pílula anticoncepcional deve ficar tranquilas com um novo estudo que mostra que elas não têm um risco maior de câncer.

A pesquisa, da University of Aberdeen,sugere que o anticoncepcional pode, na verdade, proteger mulheres contra alguns tipos de câncer.

Investigação de longo prazo

Os achados são os últimos a emergir do Oral Contraception Study que foi estabelecido em 1968 pelo Royal College of General Practitioners (RCGP) para pesquisar os efeitos de longo prazo da pílula contraceptiva oral.

No começo do estudo, a pílula era um tipo de contracepção relativamente novo, tendo sido introduzido pela primeira vez nos EUA em 1960.

Ainda naquela época surgiu a preocupação sobre se a pílula poderia causar câncer. Esses temores, juntamente com alertas da mídia, levaram gerações de mulheres a se questionarem sobre os possíveis riscos para a saúde ao escolherem esse método de controle de natalidade.

Preocupações sobre câncer

Diversos estudos avaliaram a ligação potencial entre a pílula e diferentes tipos de câncer. Os resultados sugerem coletivamente que mulheres que usam ou usaram recentemente a pílula apresentam um risco aumentado de câncer de mama e cervical. Por outro lado, usuárias de contraceptivo oral parecem ter risco reduzido de câncer de endométrio e de ovário.

Esses estudos sugeriram que os efeitos perduraram por muitos anos depois que as mulheres pararam de utilizar a pílula. Também, que usuárias atuais ganharam proteção para câncer de intestino, embora permaneça inconclusivo se essa proteção persistiu depois do término do uso da pílula.

Para o estudo do Reino Unido, 46.022 mulheres foram recrutadas e tiveram a saúde acompanhada por 44 anos. Isso o torna o estudo mais longo do mundo sobre os efeitos da pílula.

Uma análise dos dados, publicados no American Journal of Obstetrics and Gynaecology, mostrou que o uso da pílula levou a:

  • Um risco 19% menor de câncer de intestino
  • Um risco 34% menor de câncer de endométrio
  • Um risco 33% menor de câncer de ovário

Além disso, esses efeitos protetores perduraram por no mínimo 30 anos depois que o uso da pílula foi interrompido.

Dados tranquilizadores

Os pesquisadores também examinaram o risco de todos os tipos de câncer em mulheres que utilizaram a pílula. Isso mostrou que o uso da pílula durante a vida reprodutiva não produz novos riscos de câncer para as mulheres mais tarde na vida, quando as neoplasias se tornam mais comuns na população como um todo.

Comentando os resultados em uma declaração à imprensa a Profa. Dra. Helen Stokes-Lampard, presidente do RCGP, disse: “Milhões de mulheres em todo o mundo que utilizam contraceptivos orais combinados deveriam ser tranquilizadas por essa pesquisa abrangente de que não têm um risco aumentado de câncer – e que tomar a pílula pode, na verdade, diminuir o risco delas para certos tipos de câncer”.

No entanto, ela acrescenta: “Isso não significa defender que as mulheres devam receber a pílula como uma medida protetora contra o câncer, pois sabemos que uma minoria de mulheres apresenta efeitos adversos na saúde como resultado do uso da pílula. A decisão final de se prescrever a pílula precisa ser feita de forma individualizada, mas essa pesquisa será útil para informar o diálogo que temos com nossas pacientes ao discutir as várias opções de contraceptivos disponíveis”.

Lifetime cancer risk and combined oral contraceptives: the Royal College of General Practitioners’ Oral Contraception Study, Iversen L et al, no American Journal of Obstetrics and Gynaecology

University of Aberdeen

Royal College of General Practitioners (RCGP)

Cardiac arrest: go the extra mile for a specialist centre

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Survival rates are better when out-of-hospital cardiac arrest patients are admitted directly to a specialist cardiac centre, regardless of distance.

Patients who suffer an out-of- hospital cardiac arrest (OHCA) are significantly more likely to survive if they are immediately transferred to a specialist cardiac centre than the nearest general hospital, according to research published this week in the European Heart Journal . Distance to the nearest specialist centre did not affect the odds of survival.

The study of more than 41,000 unselected patients who experienced an OHCA between 2001 and 2013, found lower mortality was linked with direct admission to an invasive heart centre, and receipt of coronary angiography (CAG) and percutaneous coronary intervention (PCI).

Of the total cohort, just 9 per cent of patients were still alive after 30 days. Almost 30 per cent of participants were admitted directly to an invasive heart centre, while the majority were admitted to a local hospital. More than 20 per cent of patients who achieved return of spontaneous circulation had undergone CAG and 15 per cent had PCI performed after CAG.

Compared with other cardiac arrest patients, direct admission to an invasive heart centre was associated with an 11 per cent improvement in 30-day survival odds, and undergoing CAG/PCI was linked to a 45 per cent greater chance of survival.

Prostate cancer: new recommendations on the use of brachytherapy

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The American Society of Clinical Oncology and Cancer Care Ontario have issued a joint clinical practice guideline update.

The American Society of Clinical Oncology (ASCO) and Cancer Care Ontario have issued a joint clinical practice guideline update on the use of brachytherapy in patients with prostate cancer. The update provides evidence-based recommendations for different patient risk groups, and specifies the most effective forms of brachytherapy for each.

“This guideline provides very clear direction about what is now the non-surgical standard of care for the majority of patients with prostate cancer – brachytherapy either by itself or as part of a combination approach,” said Andrew Loblaw, co-chair of the expert panel that developed the guideline update. “Brachytherapy is also more convenient than external beam radiation and has a much higher chance of curing the disease. However, not every patient should have brachytherapy and not all treatment centres are experienced in delivering high-quality brachytherapy.”

The recommendations pertain to men newly diagnosed with prostate cancer who require or choose active treatment and are not considering, or are not suitable, for active surveillance. Patients may be ineligible for brachytherapy if they have moderate to severe urinary symptoms, an enlarged prostate, have had prior prostate surgery, and contraindications to radiation treatment, or are in poor physical health.

Una dieta de “alimentos medicinales” contrarresta el inicio de la diabetes tipo 1 (Nat Immunol)

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Una dieta que produzca altas cantidades de acetato y butirato de ácidos grasos de cadena corta proporciona un efecto beneficioso sobre el sistema inmune.

Investigadores del Instituto de Descubrimiento Biomédico de la Monash University, en Clayton, Australia, han dirigido un estudio internacional que encontró que una dieta que produce altas cantidades de acetato y butirato de ácidos grasos de cadena corta proporcionó un efecto beneficioso sobre el sistema inmune y protegió contra la diabetes tipo 1 o juvenil.

La diabetes tipo 1 autoinmune ocurre cuando las células inmunes llamadas células T autorreactivas atacan y destruyen las células que producen insulina, la hormona que regula nuestros niveles de azúcar en la sangre.

La dieta especializada desarrollada por Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) y los científicos de la Universidad de Monash utiliza almidones –que se encuentran en muchos alimentos, incluyendo frutas y verduras– que resisten la digestión y pasan al colon o al intestino grueso donde la microbiota los descomponen. Este proceso de fermentación produce acetato y butirato que, cuando se combinan, proporcionan una protección completa contra la diabetes tipo 1.

“La dieta occidental afecta a nuestra microbiota intestinal y la producción de estos ácidos grasos de cadena corta”, explica la investigadora de este trabajo Eliana Mariño, de Monash. “Nuestra investigación encontró que comer una dieta que estimula las bacterias intestinales que producen altos niveles de acetato o butirato mejora la integridad del revestimiento intestinal, lo que reduce los factores proinflamatorios y promueve la tolerancia inmunológica– añade–. Hemos encontrado que esto tuvo un enorme impacto en el desarrollo de la diabetes tipo 1”.

Los resultados, que atrajeron considerable el interés en el Congreso Internacional de Inmunología que se celebró en Melbourne el año pasado, se publican en la revista “Nature Immunology”. El Prof. Charles Mackay, quien inició la investigación, apunta que el estudio destacó cómo enfoques no farmacéuticos, incluyendo dietas especiales y bacterias intestinales, podrían tratar o prevenir patologías autoinmunes como la diabetes tipo 1.

“Los resultados ilustran el inicio de una nueva era en el tratamiento de enfermedades humanas con alimentos medicinales –señala el Prof. Mackay–. Los materiales que utilizamos son algo que se puede digerir que se compone de productos naturales, ya que los almidones resistentes son una parte normal de nuestra dieta. Las dietas que usamos son altamente eficientes en la liberación de metabolitos beneficiosos, yo los describiría como un superalimento extremo”.

El Prof. Mackay señala que la dieta no consistía sólo en comer verduras o alimentos altos en fibra sino que involucraba alimentos especiales y un proceso especial, y que tendría que ser manejada por nutricionistas, dietistas y clínicos. Los investigadores esperan obtener financiación para conseguir resultados sobre la diabetes tipo 1 en la investigación clínica.

El Prof. Mackay, la Dra. Mariño y colaboradores de Australia están ampliando sus investigaciones para investigar el efecto de la dieta sobre la obesidad y otras enfermedades inflamatorias como la patología cardiovascular, la diabetes tipo 2, el asma, las alergias alimentarias y la enfermedad inflamatoria intestinal.

La fisioterapia mejora la función, fuerza y movilidad cervical de mujeres con síndrome del túnel del carpo (J Orthop Sports Phys Ther)

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La terapia manual y la cirugía tuvieron una eficacia similar para mejorar la gravedad de los síntomas.

La terapia manual y la cirugía tuvieron una eficacia similar para mejorar la gravedad de los síntomas.

La fisioterapia mejora la función, fuerza y movilidad cervical de mujeres con síndrome del túnel del carpo, según ha mostrado un estudio liderado por el grupo de fisioterapia de la Universidad Rey Juan Carlos (URJC), publicado en “Journal of Orthopedics and Sports Physical Therapy”.

Se trata de una afección en la que el nervio mediano de la muñeca, que aporta la sensibilidad y el movimiento a ciertas partes de la mano, está presionado de manera excesiva. Este trastorno puede provocar entumecimiento, hormigueo, debilidad, o daño muscular en la mano y dedos.

En muchos casos, la cirugía es la solución para tratar este síndrome. Sin embargo, este trabajo ha permitido comparar la efectividad de un programa de fisioterapia para la rehabilitación de pacientes con síndrome de túnel del carpo.

Para llevarlo a cabo, los expertos controlaron a 100 pacientes del servicio de Neurología del Hospital Universitario Fundación Alcorcón (Madrid), a quienes distribuyeron de forma aleatorizada en dos grupos, uno de fisioterapia y otro que recibió la intervención quirúrgica.

El grupo de fisioterapia recibió tres sesiones (una cada semana), donde se aplicaron técnicas dirigidas a la relajación y tratamiento de las zonas anatómicas relacionadas con el nervio mediano (cuello, escalenos, pectoral menor, bíceps braquial, pronador redondo, flexores de muñeca y fascia palmar).

También se aplicaron técnicas de terapia manual sobre el cuello y se mandaron estiramientos de los músculos afectados. Por su parte, el grupo de cirugía recibió una intervención de descompresión del ligamento transverso en el túnel del carpo según los estándares internacionales.

Los investigadores midieron diferentes variables antes del tratamiento, al mes de su realización, a los 3, 6 y 12 meses tras la finalización del mismo. “Por un lado, hemos evaluado la función y discapacidad a través del Cuestionario de Severidad de los Síntomas y Discapacidad”, ha explicado el investigador principal y director del departamento de Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Rehabilitación y Medicina Física y de la Cátedra, César Fernández de la Peñas.

También, prosigue, se calculó la fuerza manual de la pinza, realizada con el pulgar debajo y el índice o meñique encima, y se midieron los rangos de movimiento del cuello, como la flexión, extensión o las rotaciones izquierda y derecha.