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#Exercício melhora #lentidão mental experimentada após #cirurgia para câncer de mama

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Kristin Jenkins

Muitas mulheres com câncer de mama apresentam problemas de memória, concentração e processamento de informações que podem persistir por anos após o tratamento, e isso pode potencialmente ter um papel na vida independente.

Agora, um dos primeiros estudos de intervenção randomizados e controlados para avaliação dos efeitos da atividade física de moderada a vigorosa na cognição de uma população com câncer mostra que o aumento da atividade física aeróbica dentro de dois anos da cirurgia triplicou as pontuações de processamento cognitivo em sobreviventes de câncer de mama em testes objetivos e de autopontuação.

A velocidade de processamento, determinada por pontuações na subescala Oral Symbol Digit, mostrou uma melhora diferencial em mulheres no grupo do exercício quando comparadas àquelas no grupo controle (b = 2,01; P < 0,05), disse Sheri J. Hartman, do Moores Cancer Center, da University of California-San Diego, em La Jolla, e colaboradores, em um artigo publicado on-line em 19 de setembro no periódico Cancer. Dentre os nove domínios cognitivos examinados, no entanto, melhorias mais significativas foram observadas apenas na velocidade de processamento no braço do exercício em comparação com o braço controle, apontam os autores do estudo.

“Esse estudo fornece um apoio preliminar para a eficácia do aumento da atividade física para melhora da velocidade de processamento e, potencialmente, da cognição autorrelatada em sobreviventes do câncer de mama”, escrevem.

“Com o crescente interesse em testar o potencial da atividade física na melhora da cognição em sobreviventes do câncer, esse e outros estudos provavelmente contribuem com nossa habilidade de realizar recomendações para o número crescente de sobreviventes do câncer quanto a intervenções efetivas para melhorar a cognição”.

Estudo Memory and Motion

Memory and Motion Study avaliou as pacientes no basal e com 12 semanas. A cognição foi medida objetivamente com a Cognitive Toolbox, dos National Institutes of Health, um conjunto de testes que abrange diversas habilidades cognitivas em subescalas, e subjetivamente através do relato de habilidades e problemas cognitivos pelas pacientes usando as escalas do Patient Reported Outcomes Measurement Information System.

O estudo demonstra uma associação clara entre a quantidade de exercício e o grau de melhora em pontuações cognitivas objetivas e autorrelatadas, destacam os autores. Um aumento de 15 minutos no tempo de exercícios diário resultou em um aumento médio de 3,0 pontos na pontuação de Oral Symbol Digit, assim como uma redução de 10,2 pontos no escore padrão de autoavaliação de problemas cognitivos.

De forma semelhante, um aumento de 30 minutos no tempo de exercícios diário foi associado com um aumento médio de 0,84 pontos na pontuação composta da cognição fluida (capacidade de aprendizado e de processamento em situações novas) e uma média de aumento de 1,3 pontos na avaliação de Picture Sequence. De forma geral, mulheres no programa de intervenção com exercícios, que eram previamente sedentárias, aumentaram o tempo semanal de atividade física em cerca de 100 minutos.

O estudo também demonstrou que a quantidade de tempo decorrido desde a cirurgia tem uma diferença crítica no impacto do exercício na cognição, observam os autores. Mulheres que realizaram a cirurgia menos de dois anos antes da intervenção com exercício apresentaram uma melhora significativamente maior na pontuação de Oral Symbol Digit do que as pacientes controle (exercício vs. controle, b = 4,00; P < 0,01). No entanto, mulheres que foram submetidas a cirurgia há mais de dois anos não apresentaram benefícios cognitivos com o exercício (b = -1,19; P = 0,40).

“Este estudo apoia a ideia de que o exercício pode ser uma forma de ajudar a melhorar a cognição entre as sobreviventes do câncer de mama”, disse Sheri, que é professora-assistente no Departamento de Medicina de Família e Preventiva do Moores Cancer Center, na University of California, San Diego, em uma declaração à imprensa.

“Este é um estudo preliminar, mas parece que a intervenção mais próxima ao diagnóstico pode ser importante para se ter um impacto, e essa é a população que podemos ter como alvo”, acrescentou ela. Ela observou que sobreviventes do câncer de mama geralmente relatam que seus processos de pensamento ficaram mais lentos com o tratamento.

Mesmo para pacientes com câncer de mama que não foram submetidas à quimioterapia, até 75% apresentaram um declínio cognitivo que reduz a velocidade de processamento da informação, assim como memória e concentração. Como existem boas evidências de que o exercício pode melhorar a cognição em adultos mais velhos com câncer, os pesquisadores tinham esperança de que o exercício poderia fazer o mesmo para sobreviventes de câncer de mama, disse Sheri ao Medscape. “Estamos felizes em observar algumas evidências de que fez”, disse ela.

A média de idade das sobreviventes do câncer de mama no estudo foi de 57 anos, e as participantes foram diagnosticadas com câncer de mama em média 2,5 anos antes do recrutamento. As participantes foram predominantemente brancas não-hispânicas e com ensino superior completo; 61% tinham câncer de mama em estágio I, 53% receberam quimioterapia, e 70% estavam recebendo um inibidor de aromatase ou tamoxifeno.

Um total de 43 mulheres foram aleatoriamente alocadas para uma intervenção com um programa de atividade física desenhado de acordo com seus interesses e habilidades específicas; 44 foram alocadas para o grupo controle que recebeu informações por e-mail sobre temas como saúde da mulher, alimentação saudável, redução de estresse e saúde mental geral.

Todas utilizaram um acelerômetro pelos primeiros sete dias do estudo de 12 semanas, e então novamente pelos últimos sete dias. As mulheres no braço do exercício usaram um rastreador de atividade Fitbit One, e foram instruídas a participar de no mínimo 150 minutos de atividade física de moderada a vigorosa por semana. Após analisar os dados sobre o nível de atividade das participantes, os pesquisadores forneceram feedback e apoio às mulheres no grupo do exercício por telefone e por e-mail.

Os médicos podem ter um papel importante ajudando sobreviventes do câncer de mama a melhorar a turvação mental e a cognição ao informá-las sobre os benefícios do exercício, disse Sheri. “Muitas pacientes não sabem que aumentar os níveis de atividade física pode possivelmente ajudar com a lentificação do pensamento que elas experimentam depois do tratamento contra o câncer”, explicou.

Sabendo que ter motivação para fazer exercícios pode ser um problema para todos, tenham câncer ou não, os autores sugerem que, ao oferecer um programa de exercícios com apoio, as sobreviventes de câncer de mama “têm maior probabilidade de fazer as difíceis mudanças comportamentais que levam a um aumento na atividade física”.

O próximo passo em relação à pesquisa será conduzir um estudo mais longo por em um grupo maior e mais diversificado de sobreviventes de câncer de mama, disse Sheri ao Medscape.

“Estamos interessados em avaliar se ser ativo por mais tempo resulta em benefícios para mais áreas da cognição. Também gostaríamos de testar isso com sobreviventes de outros tipos de câncer, para saber se aumentar o exercício poderia ajudar a mais sobreviventes da doença”.

O estudo foi financiado pelo National Cancer Institute dos National Institutes of Health. Os autores declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Cancer. Publicado em 19 de setembro de 2017. Resumo

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#Treino intervalado de alta intensidade é melhor que #exercício contínuo moderado contra #migrânea

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Daniel M. Keller

Vancouver, Canadá – Pessoas com migrânea que praticam exercícios podem reduzir a frequência de suas crises, mas fazer isso requer um treino muito bom, algumas vezes por semana, a fim de obter maior benefício, sugere um novo estudo.

Pesquisadores da Universität Basel, na Suíça, relatam que o exercício contínuo de intensidade moderada e o treino intervalado de alta intensidade resultaram em uma redução significativa dos dias de migrânea entre os pacientes com este quadro, mas que o treino intervalado de alta intensidade foi associado a maior redução e bons efeitos em outros desfechos secundários.

“O treino intervalado de alta intensidade é uma modalidade de treinamento segura para os pacientes com quadro de migrânea, demonstrando efeitos mais pronunciados na diminuição das crises, nos índices de saúde cerebrovascular e na captação máxima de oxigênio em comparação com o exercício contínuo de intensidade moderada”, concluíram os pesquisadores junto com a primeira autora do estudo, Alice Minghetti, MSc, do departamento de esporte, exercício e saúde da Universität Basel (Suíça).

“Deste modo, o exercício aeróbico supervisionado deve ser considerado uma estratégia complementar de prevenção e tratamento da migrânea”.

Alice Minghetti apresentou os resultados durante uma sessão de pôsteres no 18th Congress of the International Headache Society (IHC) 2017.

Para testar a eficácia do exercício na redução da frequência da migrânea os pesquisadores designaram aleatoriamente pacientes com quadro de migrânea para um esquema de 12 semanas de treino intervalado de alta intensidade (N = 8), exercício contínuo de intensidade moderada (N = 8), ou para um grupo de controle sem praticar exercícios (N = 8).

Os grupos do treino intervalado de alta intensidade e de exercício contínuo de intensidade moderada praticaram os exercícios duas vezes por semana durante 12 semanas. O treino intervalado de alta intensidade foi constituído por quatro conjuntos consecutivos de corrida durante quatro minutos a 95% da frequência cardíaca máxima, seguidos de três minutos a 75% da frequência cardíaca máxima, para um tempo total de exercício de 28 minutos por sessão.

O exercício contínuo de intensidade moderada consistiu em correr durante 45 minutos a 70% a 75% da frequência cardíaca máxima. Os esquemas foram projetados para serem equicalóricos, o que significa que os participantes gastaram a mesma quantidade de energia em cada modalidade.

Os participantes do estudo foram 20 mulheres e quatro homens (média de idade ± desvio padrão, DP = 36,4 ± 11,0 anos). O índice de massa corporal médio foi de 22,9 ± 4,0 kg/m2. Os participantes mantiveram um diário de cefaleia durante um período introdutório de quatro semanas antes da intervenção de treinamento. O desfecho primário foi o número de dias de migrânea durante as quatro últimas semanas da intervenção em comparação com o período do início do estudo.

Na reunião, Alice Minghetti apresentou dados que mostram os benefícios do esquema treino intervalado de alta intensidade na redução da frequência de crise de migrânea.

Tabela. Frequência das crises de  migrânea (dias por mês)

Grupo de exercício Início do estudo (média ± DP) Após a intervenção (média ± DP) Tamanho do efeito (diferença média padronizada) Valor de P
Treino intervalado de alta intensidade 5,3 ± 3,0 1,1 ± 0,6 1,94 0,004
Exercício contínuo de intensidade moderada 4,6 ± 2,3 3,6 ± 2,7 0,40 0,004
Controle 3,6 ± 2,7 2,5 ± 2,2 0,45 0,004

Usando fotografias da retina, Alice também mediu os diâmetros dos vasos para calcular a razão dos diâmetros arteriolovenulares (RAV), que são indicadores da saúde microvascular cerebral.

“A razão dos diâmetros arteriolovenulares é um marcador biológico de risco cardiovascular”, explicou. Uma RAV inferior a 0,82 indica maior risco de diabetes, síndrome metabólica, inflamação sistêmica e doença cardiovascular.

“Como sabemos, os pacientes com quadro de migrânea apresentam risco cardiovascular”, disse a pesquisadora.

Em um intercâmbio ao vivo com Alice Minghetti, o moderador da sessão de pôster Dr. Stephen Silberstein, médico da Thomas Jefferson University,na Filadélfia, Pensilvânia, exclamou: “Em outras palavras, você quer dilatar as suas artérias”.

“E temos exatamente este efeito de dilatação das artérias e constrição das vênulas no grupo do treino intervalado de alta intensidade”, respondeu a autora. “Isso também aconteceu no grupo do treinamento contínuo, mas não de modo tão intenso, o que significa que o estímulo que o treino de alta intensidade dá à sua circulação, seu sistema, é diferente estímulo dado durante o treinamento contínuo”.

“Embora os dois esquemas de exercícios tenham sido elaborados para ter o mesmo gasto energético, Alice Minghetti atribuiu o maior benefício do esquema do treino intervalado de alta intensidade em comparação com o exercício contínuo de intensidade moderada a um efeito de “período de assimilação do exercício”.

“Depois de fazer um treino intervalado de alta intensidade, o corpo passa por certas adaptações em seu sistema durante um longo período de tempo, de modo que precisa de mais oxigênio após o treino do que quando faz apenas um exercício contínuo de intensidade moderada”, disse ela.

“Então, especialmente para as pessoas muito ocupadas, ou que realmente gostam de alta intensidade (…) é um dos melhores esquemas de exercícios”.

O Dr. Silberstein disse que as pessoas precisam passar “mais tempo pensando sobre a fisiologia do exercício. Esta é uma informação nova muito importante, porque as pessoas têm recomendado exercícios de intensidade moderada várias vezes por semana e acredito que os estudos recentes mostram claramente que, quando você se prepara para isso, o exercício de forte intensidade em um período mais curto é melhor para você no longo prazo”.

Alice Minghetti informa não possuir conflitos de interesses relacionados com o tema. Este estudo não teve patrocínio comercial. O Dr. Silberstein presta consultoria para as empresas Alder, Allergan, Autonomic Technologies, Avanir, Curelater Inc, Depomed, Dr. Reddy’s Laboratories, Ensured Inc, ElectroCore Medical LLC, eNeura Therapeutics, INSYS Therapeutics, Lilly USA LLC, Supernus Pharmaceuticals, Teva Pharmaceuticals, Theranica e Trigemina Inc.

18th Congress of the International Headache Society (IHC) 2017. Resumo # PO-01-063. Apresentado em 8 de setembro de 2017.

#Alcanzar la #frecuencia cardiaca máxima al hacer #deporte puede ser peligroso

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La fórmula más conocida para calcular este indicador límite es restar a 220 la edad de cada individuo.
La Fundación Española del Corazón (FEC) alerta de los riesgos que conlleva llegar e incluso sobrepasar el número máximo de latidos que puede alcanzar el corazón por minuto, lo que se conoce como frecuencia cardiaca máxima, cuando se realiza una práctica deportiva, ya que puede hacer que el corazón se haga “relativamente insuficiente”.
Así lo ha asegurado Emilio Luengo, miembro del Consejo de Expertos de esta fundación de la Sociedad Española de Cardiología (SEC) , que recuerda que la fórmula más conocida para calcular este indicador límite es restar a 220 la edad de cada individuo.
Aparte de la posibilidad de desestabilizar una enfermedad oculta, el simple hecho de llegar, mantener o sobrepasar la frecuencia cardiaca máxima hace que el flujo de bombeo del corazón no aumente pese a que la frecuencia cardiaca sí lo hace.
Por ello, cuando se hace deporte es importante vigilar la intensidad a la que se practica y, para ello, actualmente existen dispositivos que permiten medir este indicador para controlar el entrenamiento y sus avances. “Sólo hay que aprender a usarlos razonablemente y hacerles caso”, ha añadido.
Además, antes de someter al cuerpo a un ejercicio físico intenso Luengo destaca la necesidad de descartar la presencia de enfermedades cardiovasculares previas, mediante reconocimientos médicos periódicos, cada 5 años en jóvenes y 2 en mayores siempre que los valores sean normales.
 “Si somos menores de 35 años debemos haber descartado la presencia de enfermedades con un componente genético o congénito. Pero si nos acercamos o sobrepasamos la cuarentena, la enfermedad cardiovascular que más puede darnos la lata es la enfermedad coronaria. Por eso, debemos descartar que la tengamos”, ha apuntado.

#Nonrecreational Physical Activity Reduces Death, CV Events

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Foto de Medscape.
Sue Hughes  September  27, 2017

VANCOUVER, Canada — Higher rates of physical activity, whether recreational or nonrecreational, are associated with a lower risk for death and cardiovascular (CV) events in individuals from all regions of the world, latest findings from the PURE study show.The study, which involved 130,843 individuals without pre-existing CV disease from 17 countries who were followed for almost 7 years, extends existing knowledge on the benefits of physical activity in high-income countries to low- and middle-income countries, the authors say.”The findings suggest that, if the entire population met physical activity guidelines (which recommend the equivalent of 30 minutes’ moderate exercise 5 days a week), 8% of deaths (equivalent to around 1 in 12 cases) and 4.6% of cardiovascular disease events (almost 1 in 20 cases) could be prevented,” said lead author, Scott Lear, PhD, Simon Fraser University, Vancouver, British Columbia, Canada.These latest findings from the PURE study were published online in The Lancet on September 21.The researchers explain that studies investigating the role of physical activity in preventing death from CV disease have been primarily from high-income countries and focused on recreational or leisure time physical activity. In low-income and middle-income countries, physical activity is predominantly from nonrecreational activities, such as transportation, occupation, and housework, and these have not been well studied before.”Our results show that meeting physical activity guidelines by recreational or nonrecreational activities for as little as 30 minutes most days of the week has a substantial benefit, and higher physical activity is associated with even lower risks,” Dr Lear commented.”The affordability of other cardiovascular disease interventions, such as generic drugs and consuming fruits and vegetables, are often beyond the reach of many people in low-income and middle-income countries. However, physical activity represents a low-cost approach to preventing cardiovascular disease, and our study provides robust evidence to support public health interventions to increase all forms of physical activity in these regions,” he added.For the study, participants completed the International Physical Activity Questionnaire (IPQA) and were followed for a mean of 6.9 years. The effects of physical activity on mortality and CV disease were adjusted for sociodemographic factors and other risk factors taking into account household, community, and country clustering
Results showed that compared with low physical activity (<150 minutes of moderate-intensity exercise per week), moderate (150 to 750 minutes per week) and high (>750 minutes per week) physical activity were associated with graded reduction in mortality (hazard ratios, 0.80 [95% confidence interval (CI), 0.74 – 0.87] and 0.65 [95% CI, 0.60 – 0.71]; P < .0001 for trend), and major CV events (hazard ratio, 0.86; 95% CI, 0.78 – 0.93; P < .001 for trend).Similar effects were seen in high-income, middle-income, and low-income countries, and both recreational and nonrecreational physical activity were associated with benefits.

Risk for death was also higher for people who did not meet the recommended amount of activity: 6.4% compared with 4.2% for people who met guidelines.
The 5-year adjusted population attributable fraction of not meeting the physical activity guidelines was 8.0% for mortality and 4.6% for major CV events.
Our study found that high physical activity was only possible in people who completed physical activity as a form of transport, part of their job or through housework. Dr Scott Lear
Overall, 18% of the study participants did not meet the physical activity guidelines, but 44% were highly active.
“Our study found that high physical activity was only possible in people who completed physical activity as a form of transport, part of their job or through housework — with 37.9% of people who acted in this way attaining high activity levels, compared to 2.9% who were only physically active in their leisure time,” Dr Lear said. “This reflects the challenge of trying to be highly active during limited daily leisure time outside of work and domestic duties.”
“The results of our study provide robust evidence to support public health interventions to increase all forms of physical activity in countries of different socioeconomic circumstances,” the researchers conclude.
A Public Health “Imperative”

In an accompanying comment, Shifalika Goenka, Indian Institute of Public Health, New Delhi, and I-Min Lee, Brigham and Women’s Hospital, Boston, Massachusetts, say these results provide an encouraging message in that the largest risk reductions were seen between participants not meeting current physical activity recommendations and those meeting these recommendations — the equivalent of 150 minutes of moderate activity per week.

Noting that physical activity also lowers the risk for diabetes and cancers, reduces air pollution, and is good for the environment, they state, “It is rare to find an intervention that has such powerful and far-reaching benefits across so many spheres.”
“Creating a physical, social, and political environment where physical activity in daily living is desirable, accessible, and safe should be a developmental imperative; a planning, economic, social, and equity imperative; and a public health imperative,” they add. This involves taking measures to encourage walking and cycling rather than driving, and ensuring there are more green spaces near homes, workplaces, and educational institutes.
“Promotion of physical activity, active transport, and active living by means of interventions contextualised to culture and context will have powerful and long-lasting effects on population health and developmental sustainability,” they conclude.

The PURE study was funded by Population Health Research Institute, the Canadian Institutes of Health Research, Heart and Stroke Foundation of Ontario, Ontario SPOR Support Unit, Ontario Ministry of Health and Long-Term Care, AstraZeneca, Sanofi-Aventis, Boehringer Ingelheim, Servier, GlaxoSmithKline, Novartis, King Pharma, and national and local organizations in participating countries that are listed at the end of the article. It was conducted by researchers from Simon Fraser University, Providence Health Care, Hamilton Health Sciences and McMaster University, University of Edinburgh, Aga Khan University, St John’s National Academy of Health Sciences, Madras Diabetes Research Foundation, Postgraduate Institute of Medical Education & Research, University of Gothenburg, Fu Wai Hospital, Xishuangbanna Prefecture, Government Medical College, Estudios Clinicos Latinoamerica ECLA, Dubai Health Authority, Eternal Heart Care Centre & Research Institute, Isfahan University of Medical Sciences, Medical School Universidad de Santander, Istanbul Medeniyet University, Medical University of Wroclaw, Universidad de La Frontera, Dante Pazzanese Institute of Cardiology, and Institut universitaire de cardiologie et de pneumologie de Québec.  The authors have disclosed no relevant financial relationships.

Lancet.  Published online September 21, 2017.

#FDA Expands Indication for Exoskeleton in Paraplegia

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FDA Expands Indication for Exoskeleton in Paraplegia
Megan Brooks September 27, 2017

The US Food and Drug Administration (FDA) has cleared an expanded indication for the Indego exoskeleton (Parker Hannifin), a device that allows individuals with paraplegia to stand and walk, the company has announced.The Indego exoskeleton was previously cleared by the FDA in February 2016 for use by individuals with spinal cord injury levels of T4 and lower in rehabilitation facilities, and with T7 and lower injury levels for use in home and community settings

.http://img.medscapestatic.com/thumbnail_library/

Indego exoskeleton

 
The new indication expands the population that can use the device to include patients with spinal cord injury at C7 and lower injury levels in rehabilitation facilities and T3 and lower injury levels for use in home and community settings.”The new clearance by the FDA provides the Indego exoskeleton with the broadest IFU [indication for use] of any commercial exoskeleton available in the United States,” Achilleas Dorotheou, head of the human motion and control business unit for Parker Hannifin, said in a news release.”Indego is now available to a significantly larger segment of the spinal cord injury population and is an option for personal use among more than 40% of spinal cord injured Americans. We credit several VA [Veterans Affairs] medical directors with urging us to pursue this expanded clearance and it is likely that some of the 40,000 spinal cord injured veterans served by the VA system will be among the immediate beneficiaries,” Dorotheou added.The company also said it’s working on new powered and programmable variants of Indego to be submitted for regulatory approval over the next several years that will address other partial or moderate impairments, such as multiple sclerosis, stroke, and musculoskeletal weakness.

Medscape Neurology news.

#Los #ejercicios de suelo ayudan a las #embarazadas a no #ganar peso (Med Sci Sports Exerc)

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Y los de agua a prevenir la diabetes gestacional.

Y los de agua a prevenir la diabetes gestacional.

Los ejercicios realizados en suelo ayudan a las embarazadas a evitar la excesiva ganancia de peso gestacional, mientras que los que se realizan en piscina, o se hacen en combinación con los de sala, son más adecuados para prevenir la diabetes gestacional, según ha mostrado un estudio realizado por investigadores de la Universidad Politécnica de Madrid (UPM).
Para alcanzar esta conclusión, publicada en la revista “Medicine and Science in Sport and Exercise”, los científicos compararon los resultados de tres ensayos clínicos realizados en hospitales de Madrid y Buenos Aires y en los que participaron 568 mujeres gestantes sanas.
Los tres tuvieron las mismas características en cuanto a intensidad, duración y frecuencia del ejercicio de manera que se evitase cualquier sesgo que no fuese la tipología del mismo: suelo, agua o una combinación de ambos, además de los correspondientes grupos de control.
“El vertiginoso avance de las distintas modalidades de actividad física y deportiva existentes, nos exige investigar acerca de las opciones más seguras y adecuadas a la realidad de una mujer embarazada. Indudablemente la propia naturaleza del proceso de embarazo y parto impone una serie de riesgos, limitaciones y recomendaciones a tener en cuenta que no están presentes en la población no gestante, motivo por el cual se hace interesante conocer el alcance y las fortalezas de los diferentes tipos de ejercicio físico, con el objeto básico de mejorar en el diseño de nuevos programas”, ha explicado el autor principal del trabajo, Rubén Barakat.
En el caso de los ejercicios de agua, los expertos crearon un programa de actividades adaptadas a las necesidades y requerimientos del embarazo, comprobando que el entorno acuático era “muy eficaz” para la prevención de la diabetes gestacional y sus consecuencias.
En concreto, se detectó apenas un 1% de mujeres con diabetes gestacional frente a un 4% del programa de suelo y al 7% del grupo de control. Además, respecto a los ejercicios de suelo, sólo un 20% de las gestantes excedieron su ganancia de peso frente al casi 40% del grupo control.
Y es que, una de las preocupaciones más frecuentes de las mujeres cuando están embarazadas es el control de su peso, no solo por motivos estéticos, sino sobre todo, para prevenir posibles complicaciones materno-fetales durante el proceso de embarazo y parto, y el desarrollo de la diabetes gestacional, una enfermedad que puede dañar al bebé e incrementar las posibilidades de que en un futuro este desarrolle también diabetes.
“Aunque tradicionalmente existían ciertos recelos relacionados con la práctica de ejercicio físico durante el embarazo por parte de la mujer e incluso los profesionales sanitarios, hoy en día no existen dudas sobre los relevantes beneficios que éste aporta tanto a la madre como al feto”, ha zanjado Barakat.

#No Benefit of Routine Oxygen in Acute Stroke

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Sue Hughes  September 28, 2017

Routine use of prophylactic oxygen had no benefit or harm in a new large randomized trial in acute stroke patients.”This is the largest study of oxygen in acute stroke — the best data we have on this issue, and our results do not support the routine use of low-dose oxygen in nonhypoxic acute stroke patients,” lead investigator, Christine Roffe, MD, Institute for Science and Technology in Medicine, Keele University, United Kingdom, told Medscape Medical News.The Stroke Oxygen Study (SO2S) is published in the September 26 issue of JAMA.The trial randomly assigned 8003 patients with acute stroke (median National Institutes of Health Stroke Scale score of 5) within 24 hours of admission to 3 days of continuous oxygen, nocturnal oxygen, or control.After 3 months, death and disability did not significantly differ between the combined oxygen groups and  the control group (odds ratio, 0.97) or between the continuous oxygen group and the nocturnal oxygen group (odds ratio, 1.03). No subgroup could be identified that benefited from oxygen, and no significant harms were identified.The researchers report that this was a large pragmatic trial and included unselected patients with a clinical diagnosis of acute stroke without radiologic confirmation. The sample therefore included ischemic and hemorrhagic strokes and participants who were later found to have mimics or transient ischemic attacks.More than half of all acute stroke services in the United Kingdom participated, and wide inclusion criteria allowed enrollment of a representative sample of patients with ischemic and hemorrhagic stroke across the whole range of severity.Dr Roffe explained that the role of oxygen in acute stroke has been controversial for many years. “When we started this trial in 2006, all patients were given high-dose oxygen in the ambulance, and when they got to hospital it may or may not have been continued. The logic was that the brain has been starved of oxygen, so giving oxygen might help and probably wouldn’t do any harm. But there was only very limited scientific data, and there had been some studies in MI [myocardial infarction] patients suggesting oxygen may be harmful, so we wanted to look at this in a large randomized trial.”
The SO2S trial evaluated the use of low-dose oxygen (2 to 3 L/min) with the aim of keeping oxygen levels in the normal range. This was given for 3 days once the patient was in hospital (medium time of starting treatment was 20 hours from stroke onset). “We had a reasonable number of patients who started treatment very early (less than 6 hours from stroke onset), and we didn’t see any benefit in those patients either,” Dr Roffe commented.”Our recommendation is therefore not to give oxygen to stroke patients as it doesn’t appear to cause any benefit,” she added. “While it also doesn’t cause any harm, it just appears to be an unnecessary complication. But we still need to monitor oxygen levels [because] if patients become hypoxic then they will need oxygen.”

These results are consistent with the latest findings in patients with MI.  A recent large study published in the New England Journal of Medicine also showed no benefit or harm of oxygen in MI.  “The fact that similar results are being seen in both MI and stroke strengthens the likelihood that these findings are correct,” Dr Roffe said.
Dr Roffe noted that practice had changed as the study was ongoing. “People have started questioning whether they should be giving oxygen, and the UK emergency guidelines now recommend that oxygen is not given routinely to acute stroke patients.  However, this was not based on strong scientific evidence. Now we have evidence to support that advice.”
She added that the practice of giving oxygen in the ambulance has also fallen out of favor in recent years. “In our study, only about 20% of patients had received oxygen in the ambulance. While we can’t say for sure that our results apply to the prehospital use, I think people will extrapolate to this situation and I think it is very unlikely to be beneficial.”
Speculating on why oxygen has no benefit, she suggested:  “Low oxygen levels are usually a sign that something else is wrong, such as pneumonia or heart failure, and if we give oxygen we are masking this sign, which means the underlying problem may be missed or treated later than it would have been otherwise.”

The researchers also suggest that low-dose oxygen supplementation may not be sufficient to prevent severe desaturations, noting that there was no significant difference in severe desaturations between the treatment and control groups.
They add that a small nonrandomized study comparing high-flow vs low-flow oxygen showed a trend toward lower mortality with high flow that was not statistically significant, but randomized trials of high-flow oxygen treatment in acute stroke have not shown that higher doses of oxygen are associated with better outcomes.
PROOF Trial

Another trial just starting (PROOF) is evaluating high-dose oxygen in patients with very early acute stroke receiving thrombolysis or thrombectomy.  Dr Roffe explained the theory behind this study: There is a short time during which the ischemic damage is reversible, and oxygen may help the area in the brain surrounding the stroke.
“This is very different from what we did — we tested physiological doses of oxygen with the aim of keeping levels normal.  The PROOF trial is looking at using very high concentrations of oxygen, which is more like a drug treatment just in one specific group of patients.”
The SO 2 S  trial was funded by the National Institute for Health Research  Health Technology Assessment Programme and the Research for Patient Benefit Programme. Dr Roffe reports receipt of a grant from the Research for Patient Benefit Programme and the Health Technology Assessment Programme of the National Institute for Health Research, receipt of lecture and travel fees from Air Liqude, and independent membership on the data safety and monitoring committee of the PROOF trial. The other authors have disclosed no relevant financial relationships.

JAMA. Published online September 26, 2017. Abstract