medicina deportiva

La utilización de calzado transpirable evita que el calor se estanque en los pies y produzca hongos

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En verano el paciente toma consciencia de los problemas causados en los pies por no haberlos cuidado durante el resto del año.

En verano el paciente toma consciencia de los problemas causados en los pies por no haberlos cuidado durante el resto del año.

La utilización de calzado transpirable evita que el calor se estanque en los pies, ya que esto favorece la sudoración, el reblandecimiento de la piel y propiciar la aparición de hongos, han indicado desde el Ilustre Colegio Oficial de Podólogos de la Comunidad Valenciana (ICOPCV).

La subida de las temperaturas provoca que se abandone el uso de calcetines, lo que hace que el pie esté en contacto directo con el zapato, de forma que se favorezca un exceso de roce. Este, en caso de que el calzado no sea confortable y el pie esté adecuadamente tratado e hidratado, podría causar la aparición de rozaduras, ampollas y otras lesiones dérmicas, ha destacado la vicepresidenta del ICOPCV, Estefania Soriano.

Con la llegada del calor es frecuente que los pies comiencen a hincharse y el exceso de sudoración les afecte, lo que propicia un mayor número de consultas por dolor debido a la existencia de ‘ojos de pollo’ entre los dedos o el dolor en los juanetes.

“En general, es el momento en el que el paciente toma consciencia de los problemas causados en los pies por no haberlos cuidado durante el resto del año”, ha afirmado Soriano.

Como paso principal, el ICOPCV recomienda realizar una visita al podólogo para explorar los pies detenidamente y comprobar que no existe ninguna patología que se podría agravar más en verano.

Además, es fundamental que el especialista elimine posibles durezas, helomas u otras patologías dérmicas que podrían existir, así como dar el tratamiento adecuado para evitar las dolorosas grietas en los talones.

También hay que realizar un buen corte y limado de uñas para realzar su estado natural tras el pulido y poder detectar a tiempo cualquier anomalía como los hongos.

Biomarcadores cardíacos aumentam após maratonas em corredores recreacionais

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Steve Stiles

PARIS, FRANÇA — A maioria dos corredores de maratonas não são profissionais, mas muitos dos que se inscrevem para elas treinam algumas horas por semana para os grandes eventos. Isso é suficiente para proteger o coração?

Muitos desses corredores regulares porém recreacionais, apresentam níveis cronicamente acima do normal de troponina T pelo ensaio de alta sensibilidade (hs-TnT) e picos agudos nesse biomarcador logo após uma maratona, sugere um estudo reconhecidamente pequeno, porém bastante provocativo.[1]

Não é usual uma pesquisa prospectiva de estresse, fibrose e do biomarcador de remodelamento cardíaco ST2 em atletas amadores quando eles correm maratonas, para avaliar sinais de que esse biomarcador pode se tornar cronicamente elevado quando eles treinam repetidamente para um evento em um nível abaixo dos atletas de elite.

No estudo de 79 corredores amadores no dia da Maratona de Barcelona de 2016, cerca de metade tinham níveis de ST2 acima do normal antes da corrida e mostraram aumentos significativos porém transitórios logo após a corrida.

Emma R. Roca

Cerca de um décimo deles também tinha níveis de troponina T acima do normal pelo ensaio hs-TnT antes do evento, e a prevalência aumentou para quase 90% logo após a corrida, reduzindo ao longo das 48 horas seguintes, relatou Emma R. Roca (Polytechnic University of Catalonia, Barcelona, Espanha) no evento European Society of Cardiology (ESC) Heart Failure 2017 .

Corredores que treinaram com menor intensidade, e que tiveram os maiores tempos de corrida na maratona, também tivéramos maiores aumentos na hs-TnT e no ST2, disse Emma ao Medscape. Assim, talvez seja preciso mais treino para proteger o coração durante as maratonas do que é percebido como necessário por muitos corredores amadores.

Colocado de outra forma, aumentos significativos em ambos biomarcadores foram associados com menores níveis de treinamento e pior desempenho. “Os corredores que treinaram mais e que estavam mais preparados tiveram menor aumento no ST2”, disse Emma, bioquímica e ávida maratonista.

O número elevado de corredores que começaram com altos níveis de ST2 sugere que essas elevações podem ser crônicas, “uma adaptação do treinamento” que poderia ser cardioprotetora e pode representam a razão pela qual elevações agudas não foram mais pronunciadas, disse Emma, salientando que o cenário é apenas especulativo.

Também especulativa, disse ela, é a preocupação de que o ST2 persistentemente elevado reflita um efeito de estresse adverso crônico no miocárdio por conta do subtreinamento crônico para eventos de resistência prolongada como maratonas, com aceleração da fibrose ou outras alterações que poderiam se tornar clínicas posteriormente.

Existe uma tendência de não se medir de forma seriada esses biomarcadores em pessoas saudáveis que se exercitam, observou ela, então não se sabe muito sobre a dinâmica deles com o exercício intenso prolongado e seus possíveis efeitos cardíacos. E a maioria das pessoas que correm em maratonas provavelmente não treina o suficiente para ganhar benefícios cardíacos e vasculares observados com o treinamento de atletas de elite.

Outros estudos sugeriram que mesmo atletas amadores podem treinar para maratonas de maneira a melhorar a estrutura e a função cardíaca para responder bem ao exercício de resistência intensa, mas esse treinamento tendeu a ser estruturado, intenso e prolongado.

No estudo atual, foram medidas as concentrações de peptídeo natriurético tipo pró-B N-terminal (NT-proBNP), hs-TnT e ST2 em 79 pessoas antes, logo depois e 48 horas após elas terem corrido a maratona. Deste total, 72% eram homens e 71% tinham pelo menos 35 anos de idade (média de 39 anos).

Alterações de biomarcadores em relação ao basal em 79 corredores de maratona

LSN=limite superior da normalidade em pessoas sem doença cardíaca

Biomarcador Basal Imediatamente após a maratona (P versus basal) 48 horas após maratona (P versus basal)
NT-proBNP (ng/L) 70 92 (<0,001) 70 (0,29)
ST2 (ng/mL) 34,2 54,2 (<0,001) 33,7 (0,53)
hs-TnT (ng/L) 2,9 46,9 (<0,001) 4,7 (<0,001)
% >LSN
NT-proBNP (% >125 ng/L) 0 30,7 (<0,001) 1,4 (1,00)
ST2 (% >35 ng/mL) 48,7 86,7 (<0,001) 48,6 (1,00)
hs-TnT (% >14 ng/L) 10,4 88,3 (<0,001) 17,9 (0,03)

Eles eram corredores de maratonas por uma média de sete anos, treinavam em média seis horas por semana, e tinham um índice de massa corporal médio de 22,8. O tempo médio para término da maratona foi de 3:32:44 h/min/s: um resultado bom, mas não de elite, observou Emma.

No basal, níveis de hs-TnT se correlacionaram diretamente com as horas treinadas por semana (P=0,01) e inversamente com o tempo que os indivíduos levaram para completar a corrida (P=0,009). Nenhum biomarcador se correlacionou com os anos passados de treinamento, de acordo com Emma.

Por outro lado, quanto mais treinamento, menor resposta do ST2. As horas de treinamento semanal foram inversamente proporcionais a elevações nesse biomarcador (P=0,007).

E o tempo para término da corrida, que foi mais longo naqueles menos bem treinados, foi diretamente proporcional aos níveis de hs-TnT (P<0,001) e de ST2 (P<0,05).

O fato de que os níveis de troponina se elevaram bastante durante a corrida e permaneceram algo elevados nas horas após poderia sugerir uma lesão miocárdica induzida pelo exercício nesse grupo, disse Emma, então faria sentido na prática triar os corredores amadores para mudanças nesses biomarcadores. Ou salvo a triagem real, disse ela, poderia ser prudente obter no mínimo os níveis basais para o caso de surgirem manifestações clínicas posteriormente.

Oferecendo uma mensagem mais geral de saúde pública, Emma disse que corredores recreacionais que gostam de correr maratonas e que percebem os próprios níveis de treinamento como apropriados, provavelmente precisarão aumentar o treino se quiserem melhorar as respostas dos níveis de biomarcadores cardíacos, embora não se saiba realmente se isso melhorará a saúde deles no futuro.

Emma Roca declarou não possuir conflitos de interesses relevantes.

La podología podría ayudar a reducir lesiones frecuentes en jugadores de fútbol profesionales

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Un calzado adaptado a las condiciones biomecánicas y antropométricas reduce notablemente el riesgo de lesiones.

Un calzado adaptado a las condiciones biomecánicas y antropométricas reduce notablemente el riesgo de lesiones.

El Grado en Podología de la Universidad Católica San Antonio de Murcia (UCAM) ha celebrado la Jornada de Actualización en Podología Deportiva y Biomecánica en la que se ha destacado la figura del podólogo a la hora de prevenir lesiones y su rol dentro del protocolo de recuperación en los deportistas.

El Dr. Juan José Rodríguez Juan, profesor de Fisioterapia Deportiva en la Universidad Católica, ha señalado que “incorporar la figura del podólogo en el cuerpo médico permite conocer de manera pormenorizada parámetros como la biomecánica del pie, el calzado deportivo y su interacción con las superficies de juego”.

Y es que, entre otras cuestiones, los ponentes han destacado que con un buen asesoramiento de este tipo se podrían mejorar los métodos de recuperación y control de lesiones más frecuentes en el pie del deportista como los esguinces de tobillo, fascitis plantar y la tendinopatía aquílea.

En el caso de un jugador de fútbol, tener un calzado adaptado a sus condiciones biomecánicas y antropométricas reduciría notablemente el riesgo de otras lesiones como la fractura del quinto metatarsiano, relacionada con la pisada del deportista.

NSAIDs increase risk of MI within one week of treatment initiation

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The increased risk was seen with celecoxib, ibuprofen, diclofenac, naproxen, and rofecoxib.

Common NSAIDs, including ibuprofen and naproxen, can increase risk of myocardial infarction (MI) within just one week of use, according to a new study published in the BMJ.

Previous studies have suggested that both traditional and selective COX-2 NSAIDs increase the risk of acute MI but the timing of the risk, the effect of dose and treatment duration, and the comparative risks between NSAIDs is still poorly understood.

This systematic review and meta-analysis of available evidence found that taking any dose of NSAIDs for one week, one month, or more than a month was associated with increased risk of MI. Likelihood of MI within one week of treatment initiation was increased by 24 per cent with celecoxib, 48 per cent with ibuprofen, 50 per cent with diclofenac, 53 per cent with naproxen, and 58 per cent with rofecoxib. Greater risk was seen with higher doses of NSAIDs.

“Given that the onset of risk of acute myocardial infarction occurred in the first week and appeared greatest in the first month of treatment with higher doses, prescribers should consider weighing the risks and benefits of NSAIDs before instituting treatment, particularly for higher doses,” the authors concluded.

BMJ RapidRecs guideline warns against arthroscopy for most patients with degenerative knee damage

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The new clinical practice guideline was developed under the BMJ Rapid Recommendation project.

An international panel of experts has strongly recommended against the use of arthroscopy in nearly all patients with degenerative knee disease.

Most guidelines continue to support the use of arthroscopy in key subgroups. However, a randomised controlled trial published in the BMJ  in June 2016 found that, among patients with degenerative medial meniscus tear, outcomes with knee arthroscopy were no better than those seen with exercise therapy.

The findings prompting a panel to be convened to review all current relevant research on the issue. The resulting Rapid Recommendation  has concluded that arthroscopy does not, on average, result in lasting improvement in pain or function.

Given that there is evidence of harm and no evidence of important lasting benefit in any subgroup, “the panel believes that the burden of proof rests with those who suggest benefit for any other particular subgroup before arthroscopic surgery is routinely performed in any sub-group of patients”.

The new clinical practice guideline was developed under the BMJ Rapid Recommendation project, which aims to have synopses and decision-support tools available to clinicians within 90 days of identification of potentially practice-changing evidence.

El codo de tenista puede tratarse mediante una técnica ecodirigida para encontrar el lugar donde la inflamación es mayor

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La tendinitis puede producirse por un mal uso, pero también por sobrecarga.

La epicondilitis o ‘codo de tenista’ es una de las lesiones más frecuentes tras esta práctica deportiva, sin embargo, ahora existe una técnica basada en infiltraciones ecodirigidas con la que el especialista puede encontrar el lugar donde se produce la mayor inflamación y así depositar de manera más precisa el tratamiento más adecuado.

“La infiltración ecodirigida, es decir, guiada mediante ecógrafo, permite encontrar el sitio preciso de inserción del tendón, donde la inflamación es mayor, para depositar ahí la sustancia empleada en la infiltración, que puede ser un tratamiento antiinflamatorio de depósito o un tratamiento biológico, con plasma rico en factores de crecimiento”, ha explicado el traumatólogo del Hospital Vithas Nuestra Señora de América, Agustín Garabito.

El codo de tenista se produce por una inflamación de la inserción en el epicóndilo de la musculatura extensora y supinadora del antebrazo y, según ha añadido el experto, “no es una lesión exclusiva de los tenistas, pero sí es cierto que los deportes de raqueta pueden producir esta tendinitis por la acción repetida en la musculatura extensora del codo, que se inserta en el epicóndilo y se sobrecarga”.

El dolor de larga duración en la cara lateral del codo es el principal síntoma de esta patología, que se agudiza con determinados movimientos de la mano en los que interviene la musculatura extensora e incluso se puede producir en reposo.

La prevención de este tipo de lesiones “pasa por un buen entrenamiento, con un calentamiento previo, estiramientos posteriores y postura correcta, ya que la tendinitis puede producirse por un mal uso, pero también por sobrecarga”, ha concluido Garabito.

Perder peso puede disminuir la degeneración de la articulación de la rodilla (Radiology)

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Se ralentiza el deterioro del cartílago articular y el menisco.

Se ralentiza el deterioro del cartílago articular y el menisco.

Las personas con sobrepeso y obesas que perdieron una cantidad sustancial de peso durante un periodo de 48 meses mostraron una degeneración significativamente menor de su cartílago de rodilla, según revela un nuevo estudio publicado en la edición digital de la revista “Radiology”. Según los National Institutes of Health de Estados Unidos, la obesidad es un factor de riesgo para la osteoartritis.

Tener sobrepeso u obesidad puede ejercer una presión adicional sobre las articulaciones y el cartílago, haciendo que se desgasten. Además, las personas con más grasa corporal pueden presentar niveles sanguíneos más altos de sustancias que causan inflamación en las articulaciones, aumentando el riesgo de osteoartritis.

“Para esta investigación, analizamos las diferencias entre los grupos con y sin pérdida de peso”, explica la autora principal del estudio, Alexandra Gersing, del Departamento de Radiología e Imagen Biomédica de la University of California San Francisco, Estados Unidos. “Observamos la degeneración de todas las estructuras articulares de la rodilla, como meniscos, cartílago articular y médula ósea”, detalla.

El equipo de investigación estudió la asociación entre la pérdida de peso y la progresión de los cambios de cartílago en la resonancia magnética durante un periodo de 48 meses en 640 pacientes con sobrepeso y obesidad (índice de masa corporal mínimo de 25 kg/m2) que presentaban factores de riesgo de osteoartritis o imágenes de resonancia magnética con evidencia de osteoartritis de leve a moderada.

Se recogieron los datos de la ‘Osteoarthritis Initiative’, un estudio nacional de investigación centrado en la prevención y el tratamiento de la osteoartritis de rodilla. Los pacientes se clasificaron en tres grupos: los que perdieron más del 10% de su peso corporal, los que perdieron entre el 5 y el 10% de su peso corporal y un grupo control cuyo peso se mantuvo estable.

Los resultados mostraron que los pacientes con una pérdida de peso del 5% presentaban tasas más bajas de degeneración del cartílago en comparación con los participantes con peso estable. En aquellos con una pérdida de peso del 10%, la degeneración del cartílago se desaceleró aún más.

Los investigadores no sólo detectaron que la pérdida de peso frenó la degeneración del cartílago articular, también vieron cambios en los meniscos, que son las almohadillas de fibrocartílago en forma de media luna que protegen y amortiguan la articulación.

“El hallazgo más emocionante de nuestra investigación fue que no sólo vimos degeneración más lenta en el cartílago articular, sino que detectamos que los meniscos se degeneraron mucho más lento en personas con sobrepeso y obesas que perdieron más del 5% de su peso corporal y que los efectos fueron más fuertes en personas con sobrepeso y en individuos con pérdida de peso sustancial”, afirma Gersing.

También se recomienda el ejercicio entre ligero y moderado para proteger contra la degeneración del cartílago en la rodilla. “Nuestro estudio hace hincapié en la importancia de las estrategias de terapia individualizada y las intervenciones sobre el estilo de vida con el fin de prevenir la degeneración articular estructural de rodilla tan pronto como sea posible en pacientes obesos y con sobrepeso en riesgo de osteoartritis o con osteoartritis sintomática”, afirma Gersing.