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#Você sabe qual é a maior causa de mortalidade no Brasil?

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batimentos cardiacos

Você sabe qual é a maior causa de mortalidade no Brasil?

Institute For Health Metrics and Evaluation (IHME) liberou os dados da sua última pesquisa, realizada em 2015, sobre os problemas de saúde mais importantes do mundo e as estratégias usadas para abordá-los.

Entre os tópicos do relatório, está uma lista das principais causas de mortalidade no Brasil. São elas:

1. Cardiopatia isquêmica
2. Doença cerebrovascular
3. Infecção do trato respiratório inferior
4. DPOC
5. Diabetes
6. Violência interpessoal
7. Alzheimer
8. Lesões em acidentes na estrada
9. Doença renal crônica
10. Câncer de pulmão

A pesquisa da IHME foi organizada em torno de três questões críticas essenciais para a compreensão do estado atual da saúde da população e as estratégias necessárias para melhorá-la. São elas:

  • Quais são os principais problemas de saúde do mundo?
  • Quão bem a sociedade está lidando com esses problemas?
  • Como podemos dedicar os recursos para maximizar a melhoria da saúde?

Os resultados são baseados em mais de 80 mil fontes de dados diferentes usadas por pesquisadores para produzir as estimativas mais rigorosas cientificamente possíveis.

 

Referências:

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#Algunos #desinfectantes inhiben la #energía celular y alteran la #reproducción (Environ Health Perspect)

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Los quats causan toxicidad reproductiva.

 Un nuevo estudio in vitro realizado por investigadores de la University of California, Davis, en Estados Unidos, indica que los compuestos de amonio cuaternario o quats, usados como agentes antimicrobianos en productos domésticos comunes, inhiben las mitocondrias, las potencias de la célula y las funciones estrogénicas en las células.
Los quats se usan como antisépticos en pastas dentífricas, enjuagues bucales, pastillas, pulverizadores nasales, gotas para los ojos, champús, lociones, esponjas anticonceptivas y limpiadores domésticos, entre otros, como explican los investigadores en un artículo que se publica en la edición digital de “Environmental Health Perspectives”, una publicación del National Institute of Environmental Health Sciences (NIEHS).
“Se ha demostrado que los desinfectantes que estamos aplicando sobre y en nuestros cuerpos y usando en nuestro medio, inhiben la producción de energía mitocondrial y la respuesta al estrógeno celular –afirma el bioquímico Gino Cortopassi de la UC Davis School of Veterinary Medicine –. Esto plantea preocupación porque la exposición a otras sustancias inhibidoras de la mitocondria, como rotenona y MPTP, se asocia con un mayor riesgo de enfermedad de Parkinson”.
El estudio examinó una colección de 1.600 compuestos y fármacos de uso doméstico y farmacéutico, con múltiples medidas de la función mitocondrial y encontró que los quats inhibían la función mitocondrial y la señalización de estrógenos. Las mitocondrias son estructuras celulares críticas que generan energía
Al igual que un tren que entrega su carga útil entre estaciones, los electrones pasan por cinco estaciones de la mitocondria para producir energía celular máxima. Si el tren se descarrila en cualquiera de esas paradas, no puede entregar su carga útil de energía por la línea para que la use la célula.
El equipo también encontró que los quats, a las mismas concentraciones que inhibían las mitocondrias, inhibían la señalización de estrógenos en las células. El estrógeno es una hormona sexual responsable de las características sexuales secundarias en las mujeres.
“Debido a que la exposición a los quats también está interrumpiendo la respuesta a la hormona sexual estrógeno en las células, también podría causar daño reproductivo en animales o seres humanos y otros han demostrado que los quats causan toxicidad reproductiva en los animales”, señala Cortopassi.
Aunque el trabajo en UC Davis se ha realizado en células, no en mamíferos, un grupo de investigadores en Virginia Tech accidentalmente descubrió hace unos años que la exposición a quats a través de un desinfectante de laboratorio causó toxicidad reproductiva y redujo la fertilidad en ratones. También vieron recientemente un vínculo entre quats y defectos congénitos del tubo neural en ratones y ratas.
“Nuestro estudio en células proporciona un mecanismo para sus observaciones en animales de laboratorio –subraya Sandipan Datta, investigador posdoctoral en el laboratorio de Cortopassi–. Los efectos antiestrogénicos que vemos en las células podrían explicar la toxicidad reproductiva femenina que observaron, como menos ciclos de celo y menores tasas de reproducción”.
Los quats han sido ampliamente utilizados como antisépticos tópicos y desinfectantes desde la década de 1940. Otros compuestos antisépticos, como el triclosán, se han retirado del mercado después de que la investigación en modelos animales demostrara que pueden afectar a la función muscular. Algunas empresas han estado buscando reemplazar triclosán con quats, cuenta Cortopassi, con la idea de que pueden estar creando un producto más seguro. La investigación demuestra que puede no ser la alternativa más segura.
Cortopassi dijo que es importante que su equipo lleve esta investigación al siguiente nivel en modelos animales, puesto que se necesitan más estudios para determinar cómo estos químicos pueden acumularse en los tejidos con su uso regular y para entender si la exposición a los quats afecta a la salud y la enfermedad en los seres humanos.

#Vírus da zika relacionado a onda crescente de #complicações neurológicas graves em adultos

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Nancy A. Melville

No Brasil, uma onda crescente de complicações neurológicas graves entre adultos é relacionada à propagação do vírus da zika, de acordo com nova pesquisa.

“Nosso estudo é o primeiro estudo prospectivo que avalia a ocorrência de complicações neurológicas em adultos como consequência da infecção pelo vírus Zika, sendo que todos os dados anteriores estavam baseados exclusivamente em séries de casos e relatos de casos”, disse o autor, Dr. Osvaldo José Moreira do Nascimento, PhD, do Departamento de Neurologia da Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro,ao Medscape.

“Observamos um aumento nas internações de pacientes com complicações inflamatórias, como a síndrome de Guillain-Barré (SGB), mielite e encefalite.”

O estudo foi publicado on-line em 14 de agosto, na JAMA Neurology.

Internações na UTI, invalidez, mortalidade

O vírus da zika ganhou notoriedade por causar microcefalia congênita em lactentes de mães infectadas. A síndrome de Guillain-Barré foi a primeira síndrome neurológica grave relacionada à infecção por zika que não foi associada à gravidez. Em regiões da Polinésia Francesa e das Américas foi relatado um aumento de até 40 vezes nos casos de SGB, associado à propagação do Zika, em comparação com os períodos anteriores ao vírus.

O presente estudo prospectivo incluiu 40 pacientes em um centro de referência terciário de doença neurológica no Rio de Janeiro, que permaneceram internados no hospital desde dezembro de 2015 até maio de 2016, com doença parainfecciosa ou neuroinflamatória aguda em estágio inicial.

Dos 40 pacientes, 15 eram mulheres e 25 eram homens. A idade média era

44 anos. Vinte e nove pacientes (73%) tinham síndrome de Guillain-Barré , sete (18%) tinham encefalite, três (8%) tinham mielite transversa e um (3%) tinha polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica de diagnóstico recente.

Destes indivíduos, 35 (88%) mostraram evidência sorológica e/ou molecular de infecção recente pelo Zika no soro ou no líquido cefalorraquidiano. Isso incluiu 27 dos 29 com SGB, cinco dos sete com encefalite, dois dos três com mielite transversa, e o paciente com polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica.

Nove pacientes precisaram de internação na UTI e cinco necessitaram de ventilação mecânica. Os resultados em três meses mostraram que dois pacientes (6%) que eram positivos para o vírus da zika morreram: um com síndrome de Guillain-Barré e um com encefalite. Além disso, 18 pacientes tiveram dores crônicas. No geral, os sobreviventes tiveram uma pontuação mediana de 2 (faixa: 0 a 5) na escala de Rankin modificada.

Essas descobertas são consistentes com os relatos anteriores de síndromes neurológicas associadas ao vírus da zika em outras populações, observam os autores.

“As taxas de internações em unidade de terapia intensiva, de invalidez em três meses, e de mortalidade, não foram substancialmente diferentes em nossa coorte, em comparação com outras coortes publicadas de síndrome de Guillain-Barré associada ao Zika da Colômbia e da Polinésia Francesa.

“Além disso, nossos resultados foram parecidos com os observados em uma grande coorte de pacientes da Europa com síndrome de Guillain-Barré resultante de outras causas. No entanto, nossa coorte teve taxas menores de ventilação mecânica”, segundo eles.

Comparadas com um período sazonal similar antes do primeiro caso documentado de zika, as internações hospitalares por SGB no período do presente estudo, de 2015 a 2016, mostraram aumentos de uma média de 1,0 por mês para 5,6 por mês. As internações por encefalite aumentaram de 0,4 por mês para 1,4 por mês, e as internações por mielite transversa permaneceram constantes em 0,6 por mês.

O Dr. Nascimento observou que o estudo não identificou fatores associados ao desenvolvimento de complicações neurológicas com a infecção pelo vírus da zika.

“Nosso estudo não foi destinado ou criado para comparar pacientes com o vírus que desenvolveram complicações neurológicas versus os que não as desenvolveram”, explicou.

“O que podemos afirmar é que as complicações neurológicas foram observadas em uma população com contextos sociais e étnicos variados, com prevalência claramente similar de doenças crônicas, conforme esperado em uma coorte brasileira envolvendo pacientes adultos jovens e idosos”, adicionou o Dr. Nascimento.

Digno de nota, no estudo foram usados testes concomitantes do vírus Zika em amostras do soro e do líquido cefalorraquidiano (LCR) dos pacientes, e ele foi o primeiro a testar simultaneamente anticorpos IgM contra o vírus da zika e da dengue no LCR, a fim de eliminar a confusão de reatividade cruzada de flavivírus, que é altamente comum nas américas Central e do Sul.

“Acreditamos que nosso método de igualar as descobertas sorológicas do sangue e de LCR oferece um auxílio substancial para minimizar a reatividade cruzada em países com alta prevalência de outros flavivírus concomitantes”, observam os autores.

Apesar de haverem algumas diferenças na manifestação da síndrome de Guillain-Barré em pacientes infectados com o vírus da zika em comparação com a SGB derivada de causas mais tradicionais, os resultados foram praticamente os mesmos. Todos os pacientes com SGB receberam o tratamento padrão com imunoglobulina intravenosa, disse o Dr. Nascimento.

“A única situação em que observamos uma recuperação mais demorada envolveu pacientes com SGB e encefalite associada”, explicou.

Atualmente, nenhuma ação preventiva conhecida pode ser tomada para evitar lesões neurológicas. Os investigadores esperam que as descobertas aumentem o conhecimento das complicações, observou o Dr. Nascimento.

“Acreditamos que nosso estudo pode ajudar a instruir os profissionais da saúde para suspeitarem dessas complicações desde cedo e ajudá-los a fazer um diagnóstico preciso.”

Contribuição importante

O Dr. Kenneth L. Tyler, coautor de um editorial anexo, disse que o estudo se soma ao crescente conhecimento sobre a síndrome de Guillain-Barré em adultos infectados com o vírus da zika, e também aos relatos de casos isolados de outros efeitos, como a encefalite e a mielite.

“Esse estudo amplia isso mostrando que durante as epidemias, o Zika pode ser responsável não apenas por muitas das causas da síndrome de Guillain-Barré, mas também, sobretudo, por casos de mielite e encefalite, confirmando e aumentando os relatos de casos”, disse ele ao Medscape.

Ele acrescentou que muitas informações desconhecidas sobre a relação com doenças neurológicas ressaltam a necessidade de prevenção contra a zika.

“Em alguns estudos de síndrome de Guillain-Barré, o risco é maior em indivíduos mais velhos”, disse o Dr. Tyler, do Departamento de Neurologia, Faculdade de Medicina da University of Colorado, Aurora. A coautora do editorial, Dr. Karen Roos, é do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Indiana University, em Indianápolis.

“Atualmente, não temos um bom antiviral para o Zika com eficácia clínica comprovada em humanos. Por isso é importante evitar a infecção por meio do controle do mosquito, em grande escala e em escala individual. Várias vacinas estão passando por testes de eficácia e segurança e humanos, e poderão ser importantes no futuro caso sejam consideradas seguras, com imunogenicidade e eficazes”, acrescentou ele.

O estudo foi financiado por uma concessão da Cleveland Clinic Foundation. A coautora Ana Maria Bispo de Fillipis relatou ter recebido doações do Conselho Nacional de Desenvolvimento e Pesquisa e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro. Os outros autores e editorialistas do estudo não divulgaram relações financeiras relevantes.

JAMA Neurol. Publicado on-line em 14 de agosto de 2017. Resumo, Editorial

#Realizar #ejercicio físico y seguir una #dieta reduce los #niveles de glucosa en sangre en #diabetes tipo 2 (JAMA)

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Senior Couple on Bikes

 

Contribuye a disminuir el consumo de medicamentos a los pacientes.

Realizar ejercicio físico intenso de forma habitual y seguir una dieta ayuda a reducir los niveles de glucosa en sangre en pacientes con diabetes tipo 2 y, además, disminuye el consumo de medicamentos en esta población, según los resultados de un trabajo realizado por expertos del Copenhagen University Hospital (Dinamarca) y que ha sido publicado en la revista “JAMA”.

Aunque la medicación es eficaz en la reducción de la hemoglobina A1c (HbA1c) en pacientes con diabetes tipo 2, también se asocia con posibles reacciones adversas como, por ejemplo, molestias, disminución de la calidad de vida y aumento de los costes económicos.

Por ello, los investigadores quisieron analizar nuevas intervenciones para mantener el control glucémico sin necesidad de tomar fármacos. Para ello, asignaron al azar a pacientes con diabetes tipo 2 no insulinodependientes que fueron diagnosticados hace 10 años a un grupo de atención estándar y a otro con un cambio en el estilo de vida, en el que se incluían entre cinco y seis sesiones semanales de ejercicio aeróbico y de resistencia, además de un plan de dieta para reducir su índice de masa corporal a menos de 25.

Desde la entrada en el estudio hasta el seguimiento de 12 meses, el nivel promedio de glucemia en sangre cambió de 6,65% a 6,34% en el grupo de estilo de vida y del 6,74% a 6,66% en el grupo de atención estándar.

Asimismo, el 73,5% de los participantes en el grupo de estilo de vida y el 26,4% de los participantes en el grupo de atención estándar (diferencia, 47,1 puntos porcentuales) redujeron la toma de los medicamentos para disminuir la glucosa.

#Observar el #eclipse de sol sin la protección adecuada puede provocar lesiones irreparables en la visión

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Se tiene la sensación de que el sol no provoca molestias al estar oculto.

Se tiene la sensación de que el sol no provoca molestias al estar oculto.

Observar el eclipse de sol sin la protección adecuada puede provocar lesiones irreparables en la visión, según ha advertido el Colegio de Ópticos Optometristas de la Comunitat Valenciana con motivo de este fenómeno astronómico que será visible el 21 de agosto parcialmente en algunos puntos de España.

Al respecto, el presidente del Colegio de Ópticos Optometristas de la Comunitat Valenciana, Vicente Roda, ha explicado que este fenómeno, que no podremos volver a ver en nuestro país hasta 2026, conlleva “importantes riesgos” para la visión debido a la gran luminosidad del sol y a la radiación ultravioleta (UV) que genera.

Así, ha advertido de estos riesgos a pesar de no ser “conscientes” ya que en un eclipse se tiene la sensación de que el sol no provoca molestias al estar oculto. Sin embargo, ha explicado que cuando empieza a brillar de nuevo el sol y la pupila está dilatada, la retina “puede sufrir daños de forma temporal o permanente, en función de la intensidad de luz recibida y del tiempo de exposición”.

Por ello, hay que “prestar especial” atención a los niños, ya que sus ojos son más sensibles a las radiaciones ultravioletas, las personas con problemas de visión, y aquellos que hayan consumido alcohol o drogas, debido a que “corren un alto riesgo por la dilatación de las pupilas”.

En este sentido, ha señalado que “si aparecen molestias oculares, una mancha en el centro de la mácula o se nubla la visión, hay que acudir inmediatamente a los servicios de urgencias oftalmológicas”.

Así, como regla general, nunca se debe observar el sol directamente: ni a simple vista, ni con gafas de sol, ni con ningún instrumento, ni con filtros solares que no estén destinados a ese fin. Del mismo modo, nunca hay que usar instrumentos o procedimientos caseros, tales como radiografías, negativos fotográficos, cristales ahumados o los diversos inventos que podemos encontrar en internet.

Por contra, señalan que las gafas de eclipse adquiridas en establecimientos de óptica están especialmente diseñadas para disfrutar de este fenómeno, aunque en ningún caso se recomienda su utilización durante más de 30 segundos seguidos. Estas gafas tienen que estar homologadas para la observación solar (índice de opacidad 5 o mayor), prescritas por un óptico-optometrista y deben siempre ser utilizadas siguiendo al pie de la letra las instrucciones para su uso adecuado.

Para aquellos que ya tienen unas gafas de eclipse, deben de tener en cuenta que no tengan más de tres años, ya que posiblemente no cumplen el actual estándar de seguridad y por lo tanto no hay que usarlas.

El eclipse de sol se puede contemplar de forma más segura observando su imagen proyectada a través de los agujeros realizados en una cartulina creando una cámara oscura. Por ejemplo, la imagen conseguida sobre una pared o un techo, con un espejo plano cubierto enteramente con un papel, al que se ha recortado un agujero de menos de 1 centímetro de diámetro. No obstante, recalcan que no hay que observar nunca la imagen del Sol en el espejo, hay que mirar solamente la imagen proyectada.

#La #dieta mediterránea se impone frente a las #dietas pro-inflamatorias para las #enfermedades reumáticas

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Sin unos correctos hábitos dietéticos, inevitablemente se producen desajustes en el peso corporal, tanto por exceso como por defecto.

Sin unos correctos hábitos dietéticos, inevitablemente se producen desajustes en el peso corporal, tanto por exceso como por defecto.

Las dietas que incluyen carbohidratos refinados, azúcares, grasas saturadas o trans han demostrado ser perjudiciales para las enfermedades reumáticas, tanto que se las conoce como ‘pro-inflamatorias’, y frente a esto, la dieta mediterránea se ha posicionado como “la mejor opción” para este tipo de enfermedades, según el catedrático de medicina preventiva y Salud pública en la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Lluís Serra.

“La dieta mediterránea emerge como la mejor opción en nuestro entorno geográfico sin ninguna duda, incorporando siempre frutas y hortalizas, cereales integrales, legumbres, pescado azul, frutos secos, vino con moderación y aceite de oliva virgen extra, entre otros”, ha concretado el Dr. Serra durante la celebración del XLIII Congreso Nacional de la Sociedad Española de Reumatología (SER), celebrado en Bilbao.

En este sentido, si el paciente no sigue unos correctos hábitos dietéticos, “inevitablemente” se producirán desajustes en su peso corporal, tanto por exceso como por defecto, una situación que repercutirá de forma directa en sus articulaciones (sobrecarga o falta de estructuras de soporte), “llegando incluso a presentar, en ocasiones, déficit de nutrientes (como la vitamina D) que juegan un papel muy importante, tanto desde el punto de vista inmunológico como en la formación del hueso”, según el enfermero en consulta de reumatología en el Hospital Universitario Ramón y Cajal, Eduardo Fernández Ulloa.

Además, la prevención juega también un papel importante, ya que esta (secundaria o terciaria) continúa después del diagnóstico y de los beneficios de la dieta mediterránea, por lo que, como ha señalado el Dr. Serra, “nunca es tarde para disfrutar de los beneficios que nos puede aportar esta dieta, aunque sus efectos serán más precoces y mayores cuanto antes la adoptemos”.

“Es necesario saber que una mala alimentación incrementa en general el riesgo de este tipo de enfermedades o puede empeorar su pronóstico en el caso de personas ya diagnosticadas”, ha concluido.

#Adoçantes artificiais associados a ganho de peso

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Resultado de imagem para adoçantes artificiais

Peter Russell
31 de julho de 2017

Adoçantes artificiais são frequentemente encontrados em uma ampla variedade de produtos, de refrigerantes a iogurtes, e até mesmo em analgésicos infantis.
Agora, a revisão de algumas evidências sugere que eles podem estar associados a ganho de peso, contrariando uma das muitas razões por trás da introdução deles.
Adoçantes não nutritivos – significando que eles não têm valor nutricional – são compostos que oferecem o sabor doce do açúcar sem as mesmas calorias. Eles podem ser de 30 a 8000 vezes mais doces que o açúcar.
Como têm um grande impacto adoçante, são frequentemente escolhidos como uma alternativa ao açúcar porque acredita-se que engordem menos.
Dessa forma, vem aumentando o consumo de aspartame, sacarina, estévia e ingredientes semelhantes.
Perda de peso ou ganho de peso?

No entanto, alguns estudos prévios sugeriram que adoçantes artificiais podem interferir com a habilidade do organismo de metabolizar açúcar, com a microbiota intestinal, e com o controle do apetite. Alguns estudos em animais relataram que a exposição em longo prazo pode aumentar o consumo de alimentos, o ganho de peso e a gordura corporal.
Para tentar explicar esse paradoxo, uma equipe da University of Manitoba (Canadá), analisou os resultados de sete ensaios de alta qualidade envolvendo 1003 pessoas que foram acompanhadas por uma média de seis meses.

Eles descobriram que as evidências desses estudos controlados randomizados não demonstram claramente que os adoçantes artificiais não nutritivos são benéficos para controle do peso.
Doença cardíaca, diabetes e hipertensão

Estudos observacionais mais longos, porém menos rigorosos, sugeriram uma ligação entre o consumo de rotina de adoçantes não nutritivos e um aumento, em longo prazo, no índice de massa corporal (IMC), e um maior risco de diabetes, doença cardíaca e hipertensão.
No entanto, o estudo publicado no Canadian Medical Association Journal conclui que “essas associações não foram confirmadas em estudos experimentais, e podem ser influenciadas por viés de publicação”.
Os autores solicitam novos estudos para avaliar a composição de diferentes tipos de adoçantes artificiais e para comparar o efeito deles com o do açúcar.
Reação da indústria

Comentando os achados em uma declaração por e-mail, Gavin Partington, diretor-geral da British Soft Drinks Association, disse: “Adoçantes de baixa ou nenhuma caloria têm sido demonstrados como seguros por todas as autoridades de saúde no mundo, incluindo a European Food Safety Authority”.
Ele disse que a última pesquisa contradiz a maioria das outras pesquisas sobre adoçantes alternativos.

FONTES:
Nonnutritive sweeteners and cardiometabolic health: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials and prospective cohort studies, Azad M et al, Canadian Medical Association Journal
Comunicado à imprensa, Canadian Medical Association Journal