Infeciologia

#Understanding Warts On Your Tongue

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Overview

Warts are flesh-colored bumps caused by the human papillomavirus (HPV). They can form on various parts of the body, such as the hands or genital area. They can transmit from person-to-person.

Since warts may spread from one part of the body to another, it’s possible to get one on your tongue. Oral HPV is a common condition, too. About 7 percent of the U.S. population has oral HPV, estimates the Centers for Disease Control and Prevention (CDC).

Here’s what you need to know about tongue warts, including types, treatments, and prevention.

Types of warts on the tongue

Different strains of HPV cause tongue warts. Common types of warts that can be found on the tongue include:

  • Squamous papilloma. These cauliflower-like lesions have a white appearance and result from HPV strains 6 and 11.
  • Verruca vulgaris (the common wart). This wart can develop on different parts of the body, including the tongue. It’s known for appearing on the hands. These bumps are caused by HPV 2 and 4.
  • Focal epithelial hyperplasia. Also known as Heck’s disease, these lesions are linked to HPV 13 and 32.
  • Condyloma acuminata. These lesions are found in the genital area but can spread to the tongue through sexual contact. It’s associated with HPV 2, 6, and 11.

Causes of warts on the tongue

Tongue warts may develop after oral sex if your partner has genital warts. If your partner has oral HPV, it may also be possible to contract the virus if you engage in open-mouth kissing.

If you touch a wart with your hand and then put that part of your hand in your mouth, you could develop a wart on your tongue. For example, if you bite your nails, you could introduce a wart virus from your fingers to your mouth.

Certain factors put you at risk for warts on the tongue. This includes having a weakened immune system, which makes it harder for your body to fight off viruses.

If you have a cut or scrape, the virus can also enter your body through a break in the skin.

How to treat warts on the tongue

Some warts will go away on their own without treatment. However, this can take months and years.

While tongue warts are usually harmless, they can be a nuisance. This depends on the size of the wart and whether it causes pain or makes it difficult to eat or talk.

While you wait for a wart to disappear, try eating on the side of your mouth opposite the wart. This can reduce irritation. You’re less likely to bite down on the wart, too.

You can also speak with your dentist or dermatologist about treatment options for a wart that doesn’t improve or one which you’d like removed.

One option to remove a wart is through cryotherapy. This procedure uses cold liquid nitrogen to freeze off the abnormal tissue. Another option is electrosurgery. This involves the use of a strong electric current to cut through the wart and remove abnormal cells or tissues.

Both treatments work for different types of warts that develop on the tongue.

 

Medcyclopedia

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#1 in 7 babies exposed to #Zika in utero develop #severe abnormalities

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  • Noticias Médicas Univadis

Fifteen per cent of babies exposed to Zika before birth develop severe abnormalities in the first 18 months of life, according to research published in the New England Journal of Medicine.

The prospective cohort study involved symptomatic pregnant women who had Zika infection confirmed by reverse transcriptase polymerase chain reaction assay. A total of 182 Brazilian children who were exposed to Zika in utero were followed longitudinally and underwent a number of specialist tests.

Abnormal findings were identified in 39 of 115 children (34%) who underwent neuroimaging and in 35 of 94 children (37%) who also underwent neuropsychological testing. Among 94 children who underwent both neuroimaging and Bayley-III testing, neuroradiologists found that 10 (11%) had structural abnormalities, 5 (5%) had nonstructural abnormalities, and 20 (21%) had abnormal results that were limited to a nonspecific T2-weighted hypersignal on MRI.

By the age of 12-18 months, significant problems were present in seven of 112 children who were evaluated for eye abnormalities (6.25%), six of 49 children evaluated for hearing problems (12.2%) and 11 of 94 children (11.7%) evaluated for severe delays in language, motor skills and/or cognitive function. In all, 19 of 131 children (14.5%) had at least one of the three abnormalities.

Saiba como é o manejo do paciente com #HIV pelo médico generalista

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virus hiv

Saiba como é o manejo do paciente com HIV pelo médico generalista

Nos últimos anos, o portador de HIV se mostrou um paciente com doença crônica que pode alcançar excelente prognóstico e não necessariamente levar à imunossupressão. Devido à prevalência cada vez maior em todo o mundo, os sistemas de saúde veem como um passo necessário orientar os médicos generalistas ao manejo do paciente soropositivo. Sendo assim, inclusive o Ministério da Saúde possui um manual para guiar o médico generalista no acompanhamento dessas pessoas.

A sorologia deve ser realizada em toda a população adulta assintomática a fim de detectar a doença precocemente. Antes do teste, é importante orientar ao paciente sobre formas de contágio, possibilidades de tratamento e quebras de estigmas. Após o resultado, o paciente deve receber orientações sobre o impacto de ser portador e como pode conciliar sua vida com isso, ou então orientações sobre como evitar o contágio. O diagnóstico pode ser feito por testes rápidos ou sorologias laboratoriais, embora os testes rápidos tenham se tornado cada vez mais recomendados, devido ao excelente custo-benefício.

Leia mais: Como orientar o rastreio e prevenção do HIV a partir de evidências?

São algumas situações em que o profissional deve solicitar o exame: febre de origem obscura, mais de duas pneumoniaspor ano, herpes simples com duração maior que um mês, varicela-zoster, diarreia por mais de três semanas, tuberculose, candidíase de repetição e alterações no Papanicolau.

Caso o paciente seja diagnosticado como portador de HIV, deve ser submetido a exame físico completo, a fim de busca de sinais de comorbidades, que podem ir de alterações cardíacas e pulmonares a um déficit neurológico ou até mesmo alteração cutânea. É prudente que também sejam solicitadas sorologias para sífilis e hepatite B. Deve também ser solicitada a carga viral, CD4, exames de função renal e hepática, além de hemograma, lipidograma, glicemia de jejum, sorologia para toxoplasmose, radiografia de tórax e prova tuberculínica.

Após os resultados dos exames, se o paciente não possuir nenhuma alteração, o tratamento pode ser iniciado com o esquema padrão 2+1 (lamivudina, tenofovir e dolutegravir), e os exames devem ser repetidos após algumas semanas a fim de verificar como o corpo tem lidado com os antirretrovirais.

Caso o paciente possua o diagnóstico CD4<350, deve ser imediatamente referenciado ao infectologista, se ocorrer CD4> 350 o paciente pode seguir sendo manejando na atenção básica, com solicitação de carga viral anual, e sem necessidade de medidas seriadas de CD4 quando a carga viral tornar-se indetectável.

 

PebMed

#Gastroenterite em crianças

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Por William J. Cochran, MD, Associate, Department of Pediatrics, GI, and Nutrition, Geisinger Clinic; Clinical Professor, Department of Pediatrics, Temple University School of Medicine

A gastroenterite é uma inflamação do trato digestivo que resulta em vômitos e/ou diarreia e, às vezes, é acompanhada por febre ou cólicas abdominais.

  • A gastroenterite é geralmente causada por uma infecção viral, bacteriana ou parasítica.

  • A infecção causa uma combinação de vômitos, diarreia, cólicas abdominais, febre e falta de apetite que pode levar à desidratação.

  • Os sintomas e o histórico de exposição da criança ajudam o médico a confirmar o diagnóstico.

  • A melhor forma de evitar a gastroenterite é incentivar as crianças e as pessoas que cuidam delas a lavarem as mãos e ensiná-las a evitar alimentos armazenados inadequadamente e água contaminada.

  • Líquidos e soluções de reidratação são administrados, mas às vezes as crianças precisam ser levadas a um médico ou até mesmo hospitalizadas.

A gastroenterite, às vezes incorretamente chamada “gripe estomacal”, é o distúrbio digestivo mais comum entre as crianças. A gastroenterite grave causa desidratação e um desequilíbrio de substâncias químicas (eletrólitos) do sangue devido à perda de líquidos corporais no vômito e nas fezes.

Cerca de cinco bilhões de episódios ocorrem em todo mundo a cada ano, a maioria deles nos países em desenvolvimento entre crianças com menos de cinco anos de idade. Nos países em desenvolvimento, onde as crianças são mais vulneráveis e os serviços médicos menos acessíveis, cerca de dois milhões de crianças morrem todos os anos de diarreia causada por gastroenterite. Nos países desenvolvidos, onde as crianças são bem alimentadas e têm acesso a excelentes serviços médicos (e, mais importante, à hidratação intravenosa [pela veia] quando necessário), as consequências não são tão graves. Contudo, a gastroenterite aguda ainda é um problema frequente nos Estados Unidos. Todos os anos, a gastroenterite causa entre três e cinco milhões de consultas médicas, 200.000 hospitalizações e centenas de mortes.

Causas

A maioria dos casos de gastroenterite é causada por

  • Vírus (a causa mais comum)

  • Bactérias

  • Parasitas

Causas mais raras de gastroenterite incluem

  • Toxinas químicas

  • Medicamentos

A gastroenterite raramente resulta de um quadro alérgico (gastroenterite eosinofílica) ou de alergia alimentar.

Vírus

Os vírus são a causa mais comum de gastroenterite nos Estados Unidos. Os vírus que causam com mais frequência a gastroenterite são

  • Norovírus (mais comum nos Estados Unidos)

  • Rotavírus (mais comum ao redor do mundo)

  • Astrovírus

  • Adenovírus

Geralmente, as crianças contraem a gastroenterite viral de outras crianças que tiveram a doença ou foram expostas a ela, em creches, escolas e outros locais com muitas pessoas. A gastroenterite viral é muito contagiosa e se dissemina facilmente, especialmente de uma criança para outra.

A transmissão fecal-oral é a maneira pela qual a gastroenterite viral costuma se disseminar. A transmissão fecal-oral significa que o vírus na diarreia (fezes) de uma pessoa infectada é levado à boca de outra pessoa. É claro que as pessoas não ingerem as fezes diretamente. Ao contrário, a criança com diarreia e/ou a pessoa que cuida dela pode ter um pouco de fezes infectadas nas mãos (sobretudo quando não lavam as mãos com cuidado). Depois disso, qualquer objeto que for tocado por elas (por exemplo, uma fralda, um brinquedo ou alimentos) também fica contaminado com as fezes infectadas. Outras crianças então tocam esse objeto e, depois, colocam as mãos e os dedos na boca ou perto da boca e, com isso, são infectadas pelo vírus. A gastroenterite viral também pode ser disseminada quando a pessoa espirra e cospe.

O norovírus se tornou a causa mais comum de gastroenterite em crianças pequenas nos Estados Unidos depois que a vacina contra o rotavírus começou a ser utilizada. As infecções ocorrem o ano todo, mas 80% delas concentram-se entre novembro a abril. A maioria das pessoas são infectadas após a ingestão de alimentos ou água contaminados. Como o norovírus é altamente contagioso, a infecção pode facilmente ser transmitida por contato direto.

O rotavírus é a causa mais comum de diarreia grave com desidratação em bebês e crianças pequenas em todo o mundo. A frequência diminuiu desde que a vacina contra o rotavírus começou a ser utilizada. Ele geralmente afeta bebês e crianças pequenas. O rotavírus é altamente contagioso. A maioria das infecções ocorre por transmissão fecal-oral. Os bebês infectados podem disseminar a infecção para adultos. Em climas temperados, as infecções por rotavírus ocorrem com mais frequência no outono e no inverno e são menos frequentes no verão. Em climas tropicais, elas podem ocorrer o ano todo.

O astrovírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas geralmente afeta bebês e crianças pequenas. A infecção é mais comum no inverno e é disseminada por transmissão fecal-oral.

O adenovírus afeta mais comumente crianças com menos de dois anos de idade. As infecções ocorrem o ano todo e aumentam levemente no verão. A infecção ocorre por transmissão fecal-oral.

Bactérias

As bactérias que causam gastroenterite com mais frequência incluem

  • Escherichia coli [E. coli]

  • Salmonella

  • Campylobacter

  • Shigella

  • Yersinia

  • Clostridium difficile

A crianças pode contrair gastroenterite bacteriana ao

  • Tocar ou comer alimentos contaminados, sobretudo carnes ou ovos crus ou que não foram cozidos adequadamente

  • Comer frutos do mar contaminados

  • Beber leite ou suco não pasteurizado

  • Tocar animais portadores de determinadas bactérias

  • Engolir água contaminada, como água de poço, de riacho e da piscina

As bactérias podem crescer em muitos tipos de alimentos expostos e sem refrigeração (situações potencialmente problemáticas como bufês e piqueniques). As bactérias do tipo Staphylococcus em alimentos contaminados podem secretar uma toxina que causa vômito e diarreia súbitos. A gastroenterite contraída da comida contendo microrganismos ou toxinas bacterianas é, às vezes, chamada de intoxicação alimentar.

As crianças podem contrair Salmonella ao entrar em contato com répteis (tartarugas ou lagartos), pássaros ou anfíbios (sapos ou salamandras) e podem, em casos raros, contrair E. coli ao entrar em contato com animais em zoológicos. Ocasionalmente, algumas bactérias são transmitidas por cães ou gatos com diarreia.

A criança pode contrair gastroenterite quando engole ou nada em água contaminada, como água de poço, riachos, parques aquáticos e piscinas (um quadro clínico denominado doença transmitida por água de recreação).

Uma infecção pela bactéria Clostridium difficile pode ocorrer em crianças que tomaram antibióticos ou que concluíram um ciclo de antibióticos nas últimas seis a dez semanas ( Colite induzida por Clostridium difficile). Algumas crianças podem desenvolver infecção por Clostridium difficile após terem sido internadas no hospital.

Parasitas

A gastroenterite causada por parasitas (por exemplo, Giardia intestinalis e Cryptosporidium parvum) geralmente é adquirida ao beber água contaminada ou por meio de transmissão fecal-oral (que sabiamente ocorre em creches). O parasita Entamoeba histolytica é uma causa comum de diarreia sanguinolenta em países em desenvolvimento, mas é rara nos Estados Unidos.

Toxinas químicas

A gastroenterite pode ser causada pela ingestão de toxinas químicas. Essas toxinas podem ser encontradas em plantas, como cogumelos venenosos ou em alguns tipos de frutos do mar exóticos. As crianças que ingerem essas substâncias podem desenvolver gastroenterite. A criança também pode desenvolver gastroenterite após beber água ou consumir alimentos que estão contaminados por substâncias químicas, como arsênico, chumbo, mercúrio ou cádmio.

Medicamentos

Muitos medicamentos causam diarreia. A criança que toma (ou ingere acidentalmente) alguns tipos de medicamentos (por exemplo, antibióticos ou antiácidos) pode desenvolver gastroenterite.

Sintomas

Os sintomas de uma gastroenterite geralmente são uma combinação de

  • Vômitos

  • Diarreia

  • Cólicas abdominais

  • Febre

  • Falta de apetite

Os sintomas mais comuns da gastroenterite, independentemente da causa, são vômitos e diarreia. A gastroenterite causada por uma infecção pode também causar febre. Dor abdominal também é comum.

Gastroenterite causada por vírus

Os vírus causam diarreia líquida. As fezes raramente contêm muco ou sangue.

O rotavírus pode durar cinco a sete dias em bebês e crianças pequenas. A maioria das crianças tem vômitos e algumas têm febre.

O norovírus causa mais vômito que diarreia e dura apenas um a três dias.

O adenovírus causa vômitos leves por um a dois dias após o início da diarreia. A diarreia pode durar uma a duas semanas.

Os sintomas do astrovírus são parecidos com os de uma infecção por rotavírus leve.

Gastroenterite causada por bactérias

A presença de bactérias provavelmente causará febre e pode causar diarreia sanguinolenta.

Gastroenterite causada por parasitas

Os parasitas normalmente causam diarreia que pode durar bastante tempo ou pode causar diarreia que aparece e desaparece. Em geral, a diarreia não é sanguinolenta. A criança pode se sentir muito cansada e perder peso se ela tiver uma diarreia de longo prazo causada por uma infecção parasitária.

Complicações da gastroenterite

A complicação mais comum da gastroenterite grave é a desidratação (insuficiência de líquido no organismo), que ocorre quando há bastante perda de líquido no vômito e nas fezes. As crianças com desidratação leve sentem sede, mas as que se encontram gravemente desidratadas ficam apáticas, irritáveis ou lentas (letárgicas).

Os bebês são muito mais propensos a ficar desidratados e desenvolver efeitos colaterais graves do que crianças mais velhas. Os bebês que estão desidratados precisam receber cuidados médicos imediatamente.

Os sinais de perigo de desidratação em bebês, que exigem atenção médica imediata, incluem:

  • A moleira está afundada.

  • Os olhos estão afundados.

  • Não há lagrimas quando o bebê chora.

  • A boca fica seca.

  • Não produzirem muita urina.

  • Ficarem menos alertas e com menos energia (letargia).

No entanto, pode ser difícil determinar a quantidade de urina que está sendo eliminada na fralda pela criança com episódios frequentes de fezes líquidas. É mais fácil identificar a redução da eliminação de urina e a sede excessiva em crianças mais velhas.

Diagnóstico

  • Sintomas, o histórico da criança e um exame físico

  • Às vezes, exame de fezes

Um médico baseia seu diagnóstico de gastroenterite nos sintomas da criança e nas informações dos pais sobre ao que a criança esteve exposta.

O diagnóstico de gastroenterite geralmente é evidente com base nos sintomas em si, mas a causa, muitas vezes, não é. Às vezes, outros membros da família ficaram doentes recentemente, com sintomas semelhantes. A gastroenterite também pode ser causada pela ingestão de água contaminada ou de alimentos mal cozidos, estragados ou contaminados, como frutos do mar crus ou maionese armazenada sem refrigeração por muito tempo. Viagens recentes, especialmente a determinados países estrangeiros e o uso recente de antibióticos também são indicadores da possível causa.

Em geral, não são necessários exames de diagnóstico, já que a maioria das formas de gastroenterite dura pouco. Contudo, se os sintomas forem intensos ou durarem mais de 48 horas, amostras de fezes podem ser examinadas em um laboratório para pesquisar a presença de glóbulos brancos e de bactérias, vírus ou parasitas. Exames de sangue também podem ser realizados para procurar por sinas de complicações.

Prevenção

Duas vacinas para prevenir a infecção pelo rotavírus fazem parte do cronograma de vacinação infantil recomendado. As vacinas atuais contra o rotavírus não estão associadas à intussuscepção (um problema grave do intestino), como era o caso com a vacina original. A vacina contra o rotavírus diminuiu a incidência de infecções pelo rotavírus de 60% para 90%.

Crianças que já têm idade suficiente devem ser instruídas a lavar as mãos e a evitar a ingestão de alimentos não armazenados corretamente e de água contaminada. Uma boa orientação é manter refrigerados os alimentos frios, e aquecidos os alimentos quentes. Alimentos expostos para consumo devem ser consumidos em até uma hora.

A amamentação é outra maneira simples e eficaz de ajudar a evitar a gastroenterite em bebês. Os bebês amamentados apresentam uma incidência significativamente mais baixa de gastroenterite em comparação aos bebês que são alimentados com fórmula infantil. No caso de bebês amamentados com mamadeira, os cuidadores devem lavar muito bem suas mãos com sabão e água antes de preparar as mamadeiras. Os cuidadores também devem lavar as mãos com cuidado depois de trocar a fralda. As áreas de troca de fraldas devem ser desinfetadas com frequência usando uma solução fresca de água sanitária (¼ de xícara de água sanitária diluída em quatro litros de água). Crianças com diarreia não devem retornar à creche a menos que seus sintomas tenham desaparecido. Crianças infectadas com Shigella ou E. coli que causa diarreia sanguinolenta também devem apresentar resultados negativos em dois exames de fezes antes de serem autorizadas a voltar a frequentar a creche.

Os pais podem ajudar a prevenir a desidratação encorajando seu filho a beber líquidos mesmo se em quantidades pequenas, mas frequentes.

Bebês e crianças com um sistema imunológico comprometido não devem tocar répteis, pássaros ou anfíbios, porque esses animais normalmente são portadores da bactéria Salmonella e a infecção é mais grave nessas crianças.

Os pais podem prevenir doenças provocadas por diversões aquáticas não permitindo que seus filhos com diarreia nadem em águas públicas. É preciso verificar as fraldas com frequência e, se houver fezes, elas devem ser trocadas em áreas distantes da água. Os pais devem ensinar seus filhos a evitar engolir água quando nadarem.

Você sabia que…

  • Aproximadamente dois milhões de crianças morrem todos os anos de diarreia causada por gastroenterite.

Tratamento

  • Líquidos e soluções de reidratação

  • Em casos raros, antibióticos para determinadas infecções

  • Em casos raros, medicamentos que limitam os vômitos ou a diarreia

Normalmente, o único tratamento necessário para a gastroenterite é repouso absoluto e ingestão de uma quantidade adequada de líquidos.

Quando uma criança tem gastroenterite, os pais devem monitorar a hidratação da criança. Medicamentos para parar a diarreia ou antibióticos podem ser administrados, mas apenas em algumas situações específicas e sob a orientação de um médico.

Reidratação

As crianças devem ser encorajadas a beber líquidos, mesmo em quantidades pequenas, mas frequentes. Os bebês devem continuar a ser amamentados ou a beber fórmula infantil, além de uma solução eletrolítica oral (solução para reidratação oral, disponível em pó e líquido em farmácias e alguns supermercados). Sucos, refrigerantes, bebidas com gás, chás, bebidas esportivas e bebidas contendo cafeína não devem ser dadas a bebês e crianças pequenas. Essas bebidas contêm excesso de açúcar, o que pode piorar a diarreia, e contêm poucos sais (eletrólitos), que são necessários para substituir aqueles que o organismo perdeu. No caso de adolescentes, bebidas esportivas são preferíveis a sucos e refrigerantes devido ao seu baixo teor de açúcar, mas elas ainda contêm uma quantidade menor de eletrólitos que as soluções eletrolíticas orais. Água pura não é ideal para tratar a desidratação em crianças de qualquer idade porque não há eletrólitos na água pura.

Crianças que estão apresentando vômito devem receber frequentemente pequenas quantidades de líquido para prevenir a desidratação. Os pais devem oferecer à criança alguns goles de um líquido. Se o líquido não for vomitado, os goles são repetidos a cada dez ou 15 minutos e a quantidade é aumentada para 30 ou 60 mililitros após cerca de uma hora e aumentada conforme tolerado. Essas quantidades maiores podem ser dadas com menor frequência, mais ou menos a cada hora. Líquidos são absorvidos muito rapidamente. Assim, se a criança vomitar em mais de dez minutos após beber, a maior parte do líquido terá sido absorvida e a hidratação deverá ser continuada. A quantidade de líquido que deve ser administrada à criança em um período de 24 horas depende da idade e do peso, mas deve ser, em geral, aproximadamente 45 a 75 mililitros para cada quilo de peso corporal da criança. Caso a frequência do vômito ou da diarreia da criança diminua, os pais podem tentar alimentá-la com uma dieta mais normal no dia seguinte. O consumo de apenas soluções eletrolíticas não deve ser continuado por mais do que 24 horas devido a possíveis problemas associados à ingestão inadequada de nutrientes.

Crianças com diarreia, mas poucos vômitos devem ingerir mais líquido para compensar o líquido perdido na diarreia. Mas, ao contrário de crianças que estão apresentando vômitos, elas podem receber quantidades maiores de líquido de cada vez e elas recebem uma alimentação normal. Contudo, se a criança tiver diarreia significativa, o consumo de produtos lácteos (que contêm lactose) deverá provavelmente ser reduzido. A gastroenterite grave pode diminuir a capacidade da criança de absorver lactose, resultando em aumento da diarreia.

As crianças que não conseguirem processar nem mesmo goles de líquidos ou apresentarem sinais de desidratação grave (como letargia, boca seca, falta de lágrimas e nenhuma urina após seis horas ou mais) correm perigo e devem ser atendidas por um médico imediatamente. As crianças que não apresentarem esses sinais devem ser atendidas por um médico caso os sintomas durem mais do que um ou dois dias. Se a desidratação for grave, o médico possivelmente administrará hidratação intravenosa (pela veia) à criança.

Medicamentos

Medicamentos antidiarreicos, como a loperamida, não são geralmente recomendados para crianças a menos que eles sejam receitados pelo médico, porque há muito pouca evidência de que eles são de fato benéficos e podem causar complicações.

No caso de crianças com vômitos intensos, o médico pode administrar determinados medicamentos que aliviam os vômitos (por exemplo, ondansetrona) por via oral ou intravenosa.

Antibióticos não são eficazes quando a causa da gastroenterite é uma infecção viral. O médico apenas administra antibióticos quando a gastroenterite foi causada por bactérias específicas (por exemplo, Shigella) que sabidamente respondem aos antibióticos.

Determinados medicamentos (por exemplo, metronidazol e nitazoxanida) podem ser administrados no caso de infecções parasitárias.

Probióticos

Os probióticos são organismos, como as bactérias, que são naturalmente encontradas no organismo e promovem o crescimento de bactérias benignas. Os probióticos também são encontrados em alimentos e podem ser tomados na forma de suplementos. Probióticos, tais como lactobacilos (normalmente presentes no iogurte), podem reduzir um pouco a duração da diarreia (talvez em um dia) caso as pessoas comecem a tomá-los logo após a doença começar. Contudo, probióticos provavelmente não previnem consequências mais sérias da gastroenterite, tais como a necessidade de líquidos intravenosos ou hospitalização.

#Infeções na infância podem aumentar risco de doenças mentais

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Fonte de imagem: parenting.firstcry

As infeções que as crianças contraem durante a infância podem fazer aumentar o risco de doenças mentais durante aquele período e adolescência, demonstrou um novo estudo.

O estudo que foi conduzido por investigadores da Universidade de Aarhus e pelo Hospital Universitário de Aarhus, Dinamarca, seguiu 1.098.930 crianças nascidas na Dinamarca entre 1 de janeiro de 1995 e 30 de junho de 2012.

Os investigadores analisaram os tratamentos recebidos pelas crianças para a febre, dores de garganta e infeções, desde o nascimento das mesmas e o risco subsequente de doenças mentais até à adolescência das mesmas.

Foi apurado que as crianças que tinham sido hospitalizadas devido a infeção corriam um risco 84% mais elevado de terem uma doença mental e 42% maior de receberem uma prescrição para tratamento de doenças mentais.

Adicionalmente, o risco de as crianças desenvolverem determinadas doenças mentais, como autismo, distúrbios da personalidade e doenças psicóticas, era também mais elevado. A equipa descobriu ainda que o risco de doenças mentais era mais elevado logo após a infeção, o que parece sugerir que a mesma poderá contribuir para o desenvolvimento dos problemas mentais.

“Os internamentos hospitalares devido a infeções estão particularmente associados a um aumento de doenças mentais, mas também a infeções menos graves que são tratadas com medicamentos [prescritos] pelo próprio médico de família do paciente”, adiantou Ole Köhler-Forsberg, que colaborou neste estudo.

“Este conhecimento aumenta a nossa perceção sobre a existência de uma relação próxima entre o corpo e o cérebro e que o sistema imunitário pode desempenhar um papel no desenvolvimento das doenças mentais. Mais uma vez, a investigação indica que a saúde física e mental estão intimamente ligadas”, concluiu o investigador.

 

BS

 

#Is #MV-CHIK a promising candidate vaccine for the prevention of #chikungunya fever?

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  • The Lancet

Background

Chikungunya fever is an emerging viral disease and substantial threat to public health. We aimed to assess the safety, tolerability, and immunogenicity of a live-attenuated, measles-vectored chikungunya vaccine (MV-CHIK).

Methods

In this double-blind, randomised, placebo-controlled and active-controlled phase 2 trial, we enrolled healthy volunteers aged 18–55 years at four study sites in Austria and Germany. Participants were randomly assigned to receive intramuscular injections with MV-CHIK (5 × 10⁴ or 5 × 10⁵ 50% tissue culture infectious dose), control vaccine, or measles prime and MV-CHIK, in two different administration regimens. Randomisation was done by use of three digit randomisation codes in envelopes provided by a data management service. The participants and investigators were masked to treatment assignment, which was maintained by use of sterile saline as a placebo injection. The primary endpoint was immunogenicity, defined as the presence of neutralising antibodies against chikungunya virus, at day 56, which is 28 days after one or two immunisations. The primary endpoint was assessed in all participants who completed the study without major protocol deviations (per-protocol population) and in all randomised participants who received at least one study treatment (modified intention-to-treat population). The safety analysis included all participants who received at least one study treatment. This trial is registered with ClinicalTrials.gov (NCT02861586) and EudraCT (2015-004037-26) and is completed.

Findings

Between Aug 17, 2016, and May 31, 2017, we randomly assigned 263 participants to receive control vaccine (n=34), MV-CHIK (n=195), or measles prime and MV-CHIK (n=34). 247 participants were included in the per-protocol population. Neutralising antibodies against chikungunya virus were detected in all MV-CHIK treatment groups after one or two immunisations, with geometric mean titres ranging from 12.87 (95% CI 8.75–18.93) to 174.80 (119.10–256.50) and seroconversion rates ranging from 50.0% to 95.9% depending on the dose and administration schedule. Adverse events were similar between groups, with solicited adverse events reported in 168 (73%) of 229 participants assigned to MV-CHIK and 24 (71%) of 34 assigned to control vaccine (p=0.84) and unsolicited adverse events in 116 (51%) participants assigned to MV-CHIK and 17 (50%) assigned to control vaccine (p=1.00). No serious adverse events related to the vaccine were reported.

Interpretation

MV-CHIK showed excellent safety and tolerability and good immunogenicity, independent of pre-existing immunity against the vector. MV-CHIK is a promising candidate vaccine for the prevention of chikungunya fever, an emerging disease of global concern.

Funding

#Dialyse

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La dialyse n’est qu’un traitement. Cela veut dire qu’elle ne guérit pas la maladie et ne redonne pas aux reins la capacité de re-fonctionner normalement. D’autre part, la dialyse ne peut remplacer complètement la fonction rénale. À moins d’être greffé, vous suivrez ce traitement de suppléance pendant toute votre vie. Deux types de dialyse sont utilisés pour traiter une maladie rénale chronique à ses derniers stades :

Des reins sains ne font pas que débarrasser le sang des déchets. Ils régulent, entre autres, le taux de certains sels minéraux comme le calcium et le phosphore. Ils produisent aussi des hormones qui régulent d’autres fonctions de l’organisme. Le traitement par la dialyse permet d’éliminer les déchets et l’excès d’eau, mais il n’est pas suffisant. Vous aurez besoin de médicaments pour équilibrer le taux de ces sels minéraux et pour remplacer ces hormones.