Cirurgia

#Mastectomía: la reconstrucción de mama inmediata puede hacerse sin problema antes de la administración de quimioterapia

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Punto clave

  • Las directrices europeas actuales recomiendan un límite máximo de 6 semanas entre la mastectomía o la cirugía con conservación de la mama y el inicio de la quimioterapia.
  • En una cohorte nacional se halla que la reconstrucción inmediata de la mama (RIM) después de la mastectomía reduce ligeramente las posibilidades de recibir quimioterapia complementaria (QTC) en las 6 semanas siguientes, pero no en el plazo de 9 o 12 semanas.

Por qué es importante

  • La conclusión de los autores es que el retraso es clínicamente tan insignificante que la RIM no está contraindicada en las pacientes que necesitan QTC.

Diseño del estudio

  • Se trata de una cohorte prospectiva poblacional nacional neerlandesa de todas las pacientes que se sometieron a mastectomía con o sin RIM antes de la QTC (n = 6300) entre 2012 y 2016 incluidas en la base de datos de auditoría del cáncer de mama NABON.
  • Financiación: no se reveló ninguna.

Resultados clave

  • El 73,0 % de la cohorte se sometió a mastectomía por sí sola y el 27,0 % se sometió a RIM posmastectomía.
  • La mediana del tiempo transcurrido desde la intervención quirúrgica hasta la QTC fue de 36 días (amplitud intercuartílica [AIC]: 29-47 días) en el grupo que recibió RIM frente a 34 días (AIC: 28-44 días) en el grupo que no lo hizo.
  • Utilizando el emparejamiento por el índice de propensión, el grupo de RIM (frente al grupo que no se sometió a ella) presentó una ligera reducción de la recepción de QTC en las 6 semanas siguientes (OR: 0,95; IC del 95 %: 0,90 – 0,99), pero no en las 9 semanas (OR: 0,97; IC del 95 %: 0,95 – 1,00) ni en las 12 semanas (OR: 1,00; IC del 95 %: 0,99 – 1,01) siguientes.

Limitaciones

  • Se trataba de un diseño observacional.
  • La base de datos no incluía todas las medidas de confusión.

#ERAS: Guideline para #cuidados perioperatórios em cesariana (parte 1: pré-op)

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O ERAS (Enhanced Recovery After Surgery) é um protocolo de cuidados perioperatórios em várias especialidades médicas (cirurgia colorretal, urológica, ginecológica e hepatobiliar). A abordagem sistemática se mostrou benéfica para as pacientes, resultando em melhores desfechos. Recentemente, foi publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology (AJOG) um protocolo de cuidados pré, intra e pós-operatórios voltados especificamente para a cesariana. Nesse texto, confira as principais recomendações antenatais e pré-operatórias.

1. Educação da paciente

Embora as evidências não sejam robustas, é considerada boa prática clínica informar a paciente sobre o procedimento antes, durante e após a cesariana, adaptando o discurso de acordo com a situação clínica (cesárea programada ou de urgência). A cesariana sem indicação médica não deve ser recomendada sem uma avaliação prévia de riscos e benefícios para a mãe e bebê.

2. Administração de medicamentos pré-anestésicos

Antiácidos e antagonistas de receptor H2 devem ser administrados como pré-medicação para reduzir risco de pneumonite aspirativa. Essa complicação, embora rara, ainda é uma causa importante de mortalidade materna durante a anestesia na cesariana, mesmo em países bem desenvolvidos. A combinação entre essas duas classes de medicamentos se mostrou superior ao uso de antiácidos isolado e à nenhuma intervenção em mulheres que foram submetidas à anestesia geral. No entanto, mesmo em situações em que seja feito o bloqueio de neuroeixo, essa recomendação tem algum valor, visto que uma parcela dessas pacientes pode requerer conversão para anestesia geral durante a cirurgia.

O uso de gabapentina demonstrou melhora no controle da dor pós-operatória em alguns estudos. No entanto, uma revisão sistemática encontrou benefício discreto no uso da medicação, com aumento significativo de eventos adversos.

O uso de sedativos (fentanil, midazolam, meperidina e quetamina) deve ser evitado, considerando os potenciais efeitos adversos para mãe e bebê. O uso desses medicamentos foram associados ao atraso no contato pele a pele, APGAR baixo e distúrbios na termogênese do neonato.

3. Preparo intestinal

O preparo intestinal (mecânico ou medicamentoso) não se mostrou benéfico na redução de infecção pós-operatória nos estudos analisados. O único efeito significativo encontrado foi “uma pior experiência do paciente”. Por esse motivo, não está recomendado antes da cesariana.

4. Tempo de jejum

O jejum era adotado com o uma medida para evitar vômitos após a administração de anestésicos. Classicamente, era recomendado o jejum após a meia-noite para as cirurgias eletivas que seriam realizadas na manhã seguinte.

Uma revisão da Cochrane concluiu que não houve aumento no volume ou diminuição do pH gástrico nem aumento de complicações com intervalos mais curtos de jejum. Dessa forma, as pacientes devem ser encorajadas a ingerir líquidos claros (sucos, café, chá sem leite) até 2 horas antes das cirurgias eletivas. Refeições leves podem ser feitas até 6 horas antes da cirurgia. A suplementação de carboidratos é controversa, mas pode ser oferecida 2 horas antes da cesariana em mulheres não diabéticas.

5. Otimização de comorbidades

Além das medidas já descritas, a avaliação e manejo adequados das comorbidades maternas (hipertensão, diabetes, obesidade, anemia) também foi associado a melhores desfechos. O tabagismo deve ser desencorajado antes ou logo no início da gestação.

Autora: 

Julianna Vasconcelos Gomes
Julianna Vasconcelos Gomes

Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense ⦁ Médica Residente em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira – IFF/Fiocruz

Referências:

  • Macones GA, et al. Guidelines for postoperative care in cesarean delivery: Enhanced Recovery After Surgery (ERAS). American Journal of Obstetrics & Gynecology, 2019.

#Après les complications cardiovasculaires et rénales, la copeptine associée au #risque d’amputation – Association entre taux de #copeptine plasmatique et risque d’amputation des membres inférieurs chez des patients #diabétiques de type 1 et 2

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Louis Potier, Paris

Le diabète est la première cause d’amputation non traumatique dans le monde. Si les plaies du pied en sont à l’origine, il est difficile de prédire le risque d’amputation chez les patients diabétiques tant les facteurs impliqués sont nombreux. Récemment, de nombreuses études ont mis en évidence un rôle de la copeptine dans la survenue des complications cardiovasculaires et rénales du diabète. La copeptine est à la vasopressine (hormone antidiurétique) ce que le peptide-C est à l’insuline, un marqueur de sa sécrétion par la posthypophyse. Sa sécrétion est donc en partie dépendante de la volémie extracellulaire (la copeptine augmente en compensation quand la volémie diminue).

Dans cette étude, les auteurs ont analysé l’association entre le taux de copeptine plasmatique à l’inclusion et le risque de survenue d’une amputation dans plusieurs cohortes de patients diabétiques de type 1 (cohortes GENESIS n = 503, durée de suivi 5 ans et GENEDIAB : n = 207, durée de suivi 10,2 ans) et de type 2 (DIABHYCAR : n = 3 101, micro/macroalbuminurie, durée de suivi 5 ans et SURDIAGENE : n = 1 452, durée de suivi 7 ans). Les cohortes ont été poolées pour chaque type de diabète.

L’âge moyen des patients était de 45 ans et 66 ans, avec une durée moyenne de diabète de 28 et 14 ans pour les DT1 et les DT2 respectivement. L’incidence des amputations étaient de 5,5 % (n = 39) pour les DT1 et 2,5 % (n = 115) pour les DT2. En analyse multivariée, les facteurs associés avec le risque d’amputation étaient pour les DT1 : l’HbA1c, les antécédents d’amputation et le taux de copeptine à l’inclusion. Pour les DT2 : le sexe masculin, la présence d’une microalbuminurie, les antécédents d’amputation et le taux de copeptine à l’inclusion.

Le risque d’amputation pour chaque augmentation d’une déviation standard de copeptine était de 1,91 (1,47-2,45), p < 0,0001 et 1,79 (1,52-2,09), p < 0,0001 pour les DT1 et DT2 respectivement. Ces associations restaient similaires et significatives après ajustement sur un ensemble de facteurs de risque d’amputation dont le débit de filtration glomérulaire et l’albuminurie. Le risque de revascularisation des membres inférieurs était également associé au taux de copeptine chez les DT2.

Ces résultats complètent ceux de la même équipe qui ont déjà montré une association forte entre copeptine, maladie rénale et risque cardiovasculaire. De plus, ils soulèvent des hypothèses explicatives pour les observations récentes d’un sur risque d’amputation chez les patients traités par inhibiteur du SGLT2. En effet, si la copeptine est un marqueur de la volémie, ces résultats suggèrent qu’une diminution de la volémie augmente le risque d’amputation. On peut imaginer que cela soit par diminution de la perfusion distale qui décompenserait une lésion sur un tissu déjà mal perfusé. Un article récent des mêmes auteurs a mis en évidence une association entre diurétique et amputation (Potier et al. Diabetologia 2019). Au vu de cette hypothèse, l’effet diurétique des inhibiteurs SGLT2 pourrait être une explication au surrisque d’amputation sous ces traitements.


D’après la communication de L. Potier et coll.
“Publié par Diabétologie Pratique

#Desenvolvido exame não invasivo para doenças intestinais

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Fonte de imagem: Valter Longo Foundation

Futuramente, o diagnóstico e monitorização de doenças dos intestinos poderão ser efetuados de forma não invasiva, com apenas uma amostra de sangue e fezes.

Uma equipa de investigadores do Laboratório do Centro para Investigação Pré-clínica, da Universidade de Medicina de Varsóvia, Polónia, está a desenvolver uma nova análise não invasiva que avalia a função dos intestinos.

A nova análise poderá ajudar a fazer o rastreio e a monitorizar o tratamento das doenças dos intestinos apenas com uma pequena amostra de 1ml de sangue e fezes. O funcionamento dos intestinos é avaliado pela barreira intestinal.

A barreira intestinal consiste num sistema complexo de múltiplas camadas, que é comparável a um filtro finamente sintonizado que controla rigorosamente a passagem de nutrientes e bloqueia a passagem de bactérias desde o interior dos intestinos para a corrente sanguínea.

Os pacientes com doença inflamatória do intestino (DII) e outras doenças intestinais têm a barreira intestinal danificada. A parede intestinal passa a atuar de forma semelhante a uma manga rasgada, permitindo a passagem de produtos bacterianos (produzidos pelas bactérias durante o metabolismo) dos intestinos para a corrente sanguínea.

Chama-se a este fenómeno síndrome do intestino permeável.

É precisamente a concentração de produtos bacterianos intestinais que a nova análise mede no sangue e fezes do paciente.

O método de diagnosticar e monitorizar a DII é atualmente baseado na colonoscopia. Além de ser invasiva, a colonoscopia requer frequentemente anestesia e apenas avalia lesões estruturais em vez de problemas no funcionamento dos intestinos.

Outro problema é que as doenças intestinais podem desenvolver-se antes de qualquer alteração estrutural ser visível.

A avaliação do funcionamento intestinal pode permitir aos médicos diagnosticar as doenças numa fase mais precoce, o que permitirá controlar os sintomas antes que se tornem severos, melhorando a qualidade de vida do paciente.

BancodaSaúde

#Signs and symptoms of colon cancer in men

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Resultado de imagem para colon cancer

The digestive system is complex, which makes the symptoms of colon cancer difficult to catch. As a result, it is vital to attend regular colon cancer screenings.

Colon cancer, which is also called colorectal cancer, is the third leading cause of cancer-related deaths in both men and women in the United States. For men, the overall risk of developing colon cancer is about one in 22, which equates to 4.49 percent.

Many symptoms can indicate colon cancer, but if someone has these symptoms, it does not necessarily mean that they have this disease. There are many other explanations for the symptoms, such as infections or inflammatory bowel disease (IBD).

However, anyone experiencing new symptoms may wish to visit a doctor for a diagnosis.

The symptoms of colon cancer are the same in men and women and include the following:

1. Changes in bowel habits

Man speaking to doctor in waiting room about symptoms of colon cancer in men.

A person who suspects that they may have colon cancer should speak to a doctor.

An upset stomach or a minor infection can often cause changes in the bowels, such as constipationdiarrhea, or very narrow, thin stools. However, these issues usually resolve within a few days as the illness subsides.

Changes in the bowels that last more than a few days may be a sign of an underlying health issue.

If a person has these symptoms regularly or for longer than a few days, they should see a doctor.

2. Cramps and bloating

Occasional cramps or bloating are common digestive issues that can occur due to an upset stomach, gas, or eating certain foods.

Experiencing frequent, unexplained cramps and bloating can be a sign of colon cancer, though these symptoms are more often the result of other health issues.

3. Feeling as though the bowels are not empty

If a growth turns into a blockage in the colon, it may cause the person to feel as though they can never empty their bowels.

Even if their bowels are empty, they will still feel the need to use the restroom again.

4. Blood in the stool

Seeing blood in the stool can be frightening. The stool may have streaks of fresh red blood, or the whole stool may have a darker, tarry appearance.

There are many other possible causes of bloody stools, such as hemorrhoids. However, anyone experiencing blood in their stool should still see a doctor for a diagnosis.

5. Unexplained weight loss

Suddenly and unexpectedly losing weight is a sign of several types of cancer. Unintentionally losing 10 pounds or more within 6 months may be a sign to report to a doctor.

In people with cancer, the weight loss may be due to cancer cells consuming more of the body’s energy. The immune system is also working hard to fight the cancer cells.

If the tumor is large, it may lead to blockages in the colon, which can cause bowel changes and further weight loss.

6. Fatigue

People with colon cancer may feel constant fatigue or weakness, possibly due to the cancer cells using extra energy and the stress of bowel symptoms. Although feeling tired now and then is normal, chronic fatigue does not go away with rest.

Chronic fatigue is generally a symptom of an underlying condition. Anyone experiencing fatigue should see a doctor to help determine the cause.

7. Shortness of breath

Once cancer begins to drain energy from the body and fatigue sets in, it is common for people to experience related symptoms, such as shortness of breath.

They may find it difficult to catch their breath or might become winded very quickly from something as simple as walking a short distance or laughing.

Risk factors

Senior african american black father with son in army uniform at home.

African-Americans have a higher risk of developing colon cancer than people from other ethnic backgrounds.

Some factors may increase a person’s risk of developing colon cancer, including:

  • a personal history of digestive issues, such as colorectal polyps or IBD
  • a family history of polyps or colorectal cancer
  • some inherited gene mutations, such as hereditary nonpolyposis colorectal cancer (HNPCC)
  • getting older
  • having type 2 diabetes
  • some ethnic backgrounds, including being African American or Ashkenazi Jewish

It is not possible to prevent cancer in all cases, but making lifestyle changes to eliminate some risk factors may help a person reduce their likelihood of developing colon cancer.

Diet

As the American Cancer Society (ACS) note, a diet that is high in red meat or processed meat products increases the risk of colorectal cancer.

These foods include:

  • beef
  • pork
  • lamb
  • venison
  • liver
  • hot dogs
  • deli cuts
  • luncheon meat

Cooking meats at very high temperatures, such as on the grill or in a broiler or deep fryer, releases carcinogenic chemicals. These chemicals may also increase the risk of a person getting colon cancer, though the relationship between meat cooking methods and cancer is still unclear.

Weight

Being overweight or having obesity increases a person’s risk of developing or dying from colon cancer.

According to the ACS, the link between obesity and colorectal cancer also seems to be stronger in men. Losing weight can help reduce the risk.

Inactivity

Being physically inactive increases the risk of developing colon cancer. Staying active by doing even light workouts each day may help reduce this risk.

Alcohol use

People who drink heavily or regularly may also be putting themselves at greater risk of colon cancer. Men should limit their drinking to no more than two drinks per day.

Smoking

People who smoke are more likely to develop or die from colon cancer than those who do not. Smoking cigarettes also increases the risk of many other types of cancer.

Treatment

Surgery is a common treatment for colon cancer.

Surgery is a common treatment for colon cancer.

Colon cancer is highly treatable and often curable if the diagnosis takes place at an early stage when the cancer is only in the bowel and has not spread to other areas of the body.

Surgery is the most common first-line treatment for colon cancer, and it has a cure rate of about50 percent.

A surgeon will remove the cancerous growth and any nearby lymph nodes as well as a section of healthy tissue surrounding the growth. They will then reconnect the healthy parts of the bowel.

Many early forms of colon cancer do not require further treatment.

If the cancer is advanced, surgeons may need to remove more of the colon, and if the disease reaches too low into the rectum, the surgeon may remove this part of the large intestine.

Sometimes, doctors recommend chemotherapy to people who may have a higher risk of recurring tumors.

When to see a doctor

In most cases, digestive symptoms do not indicate cancer. However, if the symptoms are unusual, appear more regularly, or steadily get worse, it is best to see a doctor as there is no other way to diagnose these issues.

Even if the underlying cause is not colon cancer, the doctor may be able to identify and diagnose a separate disorder for which they can recommend treatment.

Many people with colon cancer do not show any early symptoms so experiencing symptoms can be a sign that the cancer is growing or spreading. The ACS recommend that men and women with an average risk of colon, or colorectal, cancer begin screening at the age of 45 years. Doctors can diagnose and treat colon cancer in the early stages if a person regularly attends screenings.

Outlook

Anyone who notices new, unexplained digestive symptoms or is uncertain about their symptoms should see a doctor.

Early screening and diagnosis are crucial in people with colon cancer. When doctors diagnose colon cancer before it spreads, the 5-year relative survival rate is 92 percent. However, survival rates are lower among people who do not get a diagnosis until a later stage.

MedicalNewsToday

#Heavy patients more #sensitive to pain after #lung resection

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  •  Univadis Clinical Summaries

Takeaway

  • Pain perception after lung cancer surgery was significantly greater in obese patients than in their nonobese counterparts.
  • Effect was observed with video-assisted thoracic surgery (VATS) and open thoracotomy.

Why this matters

  • Prior studies suggest that chronic pain occurs 4 times more frequently in morbidly obese people compared with those who are not obese.

Study design

  • 50 obese and 62 nonobese patients underwent lung cancer surgery.
  • Funding: Russian Academic Excellence project.

Key results

  • Patients who reported severe pain (visual analog scale [VAS], >4) had higher BMI (31.8±5.6 vs 28.8±5.2 kg/m2; P<.01) and a longer length of stay (13.0±13.6 vs 9.5±3.6 days; P<.05).
  • Pain intensity immediately after surgery and at discharge was greater in obese patients compared with overweight patients (P<.0001 for both), greater in overweight patients compared with normal weight and underweight patients (P<.05 for both), and greater in obese patients compared with normal weight and underweight patients (P<.0001 for both).
  • Pain intensity was greater in obese patients compared with nonobese patients for both VATS and open thoracotomy.
  • Patients with VAS >4 immediately after surgery continued to report severe pain at discharge.

Limitations

  • Retrospective, single-center study

#El #cáncer de mama en jóvenes no justifica, ‘per se’, una #terapia intensiva

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El diagnóstico de cáncer de mama a una edad temprana no se correlaciona con menor supervivencia. Lo esencial es aplicar tratamientos consensuados, según los datos de estudios que se presentarán en el Congreso Europeo de Oncología (ESMO), que comienza el jueves en Berlín.

La mamografía es un arma esencial en el diagnóstico del cáncer de mama.

El cáncer de mama en mujeres jóvenes tiene características biológicas más agresivas que el de las pacientes de más edad, pero los resultados en estas pacientes son positivos cuando se administran los tratamientos recomendados por las directrices, según Matteo Lambertini, portavoz de Sociedad Europea de Oncología Médica (ESMO) y especialista del Hospital Policlínico San Martino IRCCS de la Universidad de Génova, Italia, aludiendo a los resultados de dos estudios que se van a presentar en el Congreso ESMO sobre Cáncer de Mama 2019 que comienzó el jueves 2 de mayo en Berlín, Alemania.

Lambertini ha destacado que ser una paciente joven per se no es razón para administrar un tratamiento más intensivo: “A las mujeres de menos de 40 años de edad se les suelen diagnosticar tumores de mama más agresivos: por ejemplo, es más probable que sean triple negativos y HER2 positivos. A pesar de ello, las tasas de supervivencia y de recurrencia local son similares a las otras pacientes con cáncer de mama, siempre que reciban el tratamiento adecuado”.

Supervivencias contrastadas

Los datos de varios estudios que se presentarán en ESMO así lo sostiene. Uno de ellos, realizado en Portugal con 207 pacientes menores de 35 años, demuestra que los tumores en las mujeres jóvenes son agresivos. Los subtipos tumorales de las pacientes del estudio se correspondían en un 20% con triple negativo, el 28% eran HER2 positivo, y un 4% de tipo luminal A frente a un 67% de luminal B, lo que confirma que hay mayores porcentajes de subtipos tumorales más agresivos en las mujeres jóvenes.

Inés Eiriz, del Hospital Profesor Doutor Fernando Fonseca de Amadora (Portugal).

Inés Eiriz, del Hospital Profesor Doutor Fernando Fonseca de Amadora (Portugal).

Ines F. Eiriz, del Hospital Profesor Doutor Fernando Fonseca de Amadora (Portugal), y autora del estudio, considera “la supervivencia libre de enfermedad más larga se observó en las mujeres con tumores positivos para receptores hormonales, seguido de las que tenían tumores HER2 positivos y, por último, las que tenían cáncer de mama triple negativo. La mediana de la supervivencia de las pacientes sin metástasis fue de 130 meses, en comparación con 37 meses en las pacientes con metástasis” .

Recurrencias locales

Otro trabajo realizado en Suiza ha analizado la recurrencia del cáncer de mama en 359 mujeres de 50 años de edad. Para Simona Cima, del Instituto de Oncología del Sur de Suiza (IOSI) de Bellinzona, en Suiza, “la mayoría de las recurrencias en estas pacientes fueron locales en lugar de metastásicas. Nuestro estudio sigue en curso y el siguiente paso va a consistir en identificar los factores pronóstico de recurrencia local. Por ejemplo, examinaremos la probabilidad de recurrencia local en función del estado del HER2 y del estado triple negativo”.

Simona Cima, del Instituto de Oncología del Sur de Suiza (IOSI) de Bellinzona (Suiza).

Simona Cima, del Instituto de Oncología del Sur de Suiza (IOSI) de Bellinzona (Suiza).

Lambertini insiste en  el hecho de que a una mujer se le diagnostique cáncer de mama a una edad temprana no significa que su supervivencia vaya a ser menor. Estos estudios lo vuelven a confirmar y a sugerir que es necesario administrar tratamientos adecuados recomendados por las directrices a todas las pacientes con cáncer de mama, independientemente de su edad. En estas mujeres debería prestarse especial atención a los posibles efectos secundarios de los tratamientos antitumorales, como el riesgo de infertilidad”.