Imunologia

#Lower #type 1 diabetes risk in #children vaccinated against rotavirus

Postado em

  •  Univadis Medical News

Researchers have suggested that rotavirus vaccination may be the first practical measure that could play a role in the prevention of type 1 diabetes (T1D). It follows new findings that rotavirus vaccination is linked with a more than 30 per cent lower risk of developing T1D later on.

In a new study, researchers examined data on 1,474,535 infants in the United States from 2001 to 2017. They found a 33 per cent reduction in the risk of T1D with completion of a rotavirus vaccine series compared to the unvaccinated (95% CI 17%-46%). Completion of a pentavalent vaccine series was associated with 37 per cent lower risk (95% CI 22%-50%). Partial vaccination (series not completed) was not associated with the incidence of T1D.

The study’s authors however cautioned that they cannot show a cause-and-effect relationship between rotavirus vaccination and T1D risk. “This is an uncommon condition, so it takes large amounts of data to see any trends across a population,” said author Mary A.M. Rogers. “It will take more time and analyses to confirm these findings. But we do see a decline in type 1 diabetes in young children after the rotavirus vaccine was introduced.”

The findings are published in Scientific Reports.

#Dieta com muito sal inibe crescimento tumoral em ratinhos

Postado em Atualizado em

Fonte de imagem: The Economist

Um estudo recente demonstrou que o consumo elevado de sal promoveu a inibição do crescimento tumoral em ratinhos. 

Segundo o estudo conduzido por uma equipa internacional de investigadores liderada por Markus Kleinewietfeld, o efeito poderá ser devido a uma alteração na função de certas células imunitárias que desempenham uma função fundamental na imunidade contra o cancro.

A equipa apurou que a elevada quantidade de sal inibiu o crescimento de tumores em dois grupos independentes de ratinhos.

Os investigadores descobriram ainda que aquele efeito estava relacionado com uma alteração nas funções de um tipo de células imunitárias, conhecidas como células supressoras derivadas da linhagem mieloide (MDSC, na sua sigla em inglês).

As MDSC inibem a capacidade de outras células imunitárias atacarem e destruírem as células cancerígenas.

A simulação de um ambiente rico em sal, em células cultivadas em laboratório, provocou uma alteração funcional nas MCSC: as células demonstraram uma menor capacidade de inibirem outras células imunitárias.

Em células isoladas de pacientes humanos com cancro foi observado um efeito semelhante sobre as MDSC quando expostas a um ambiente rico em sal.

Suspeita-se que nas imunoterapias contra o cancro, as MDSC contribuam substancialmente para impedir um ataque imunitário eficiente contra os tumores.

O mecanismo molecular subjacente que bloqueia a função das MDSC poderá, assim, deter um potencial terapêutico. Contudo, pelo facto de se suspeitar que o consumo elevado de sal é um fator de risco para o cancro gástrico nos humanos, os achados do estudo requerem uma cuidadosa análise em investigação futura.

#Reações de #fotossensibilidade

Postado em

Por

Elizabeth H. Page , MD, Harvard Medical School

A fotossensibilidade, por vezes conhecida como uma alergia ao sol, constitui uma reação do sistema imunológico desencadeada pelos efeitos da luz solar.
  • A luz do sol pode provocar reações do sistema imunológico.

  • Podem surgir erupções com coceira, ou áreas de vermelhidão e inflamação nas manchas da pele exposta ao sol.

  • Essas reações são, na maioria das vezes, resolvidas sem nenhum tratamento,

As reações da fotossensibilidade incluem urticária solar, fotossensibilização química e erupção polimorfa à luz, caracterizadas, geralmente, por uma erupção acompanhada de coceira e manchas na pele exposta ao sol. As pessoas podem herdar uma tendência para desenvolver estas reações. Determinadas doenças, como lúpus eritematoso sistêmico e algumas porfirias, também podem provocar reações cutâneas mais sérias à luz solar.

Urticária solar

A urticária (protuberâncias ou vergões grandes, vermelhos, acompanhados de coceira) que surge apenas alguns minutos depois da exposição ao sol é chamada de urticária solar. A urticária normalmente dura por minutos ou horas. Esse distúrbio pode ser difícil de tratar, mas os médicos podem prescrever bloqueadores de histamina (H1), corticosteroides, protetores solares ou terapia de luz ultravioleta (UV). Uma pessoa pode estar propensa ao desenvolvimento de urticária solar por um longo período, às vezes indefinido. As pessoas com grandes áreas afetadas às vezes manifestam dores de cabeça e respiração sibilante e sentem tontura, fraqueza e náuseas.

Fotossensibilidade química

São conhecidas mais de 100 substâncias, que se engolidas ou aplicadas na pele, provocam reações na pele induzidas pelo sol. Um número limitado provoca a maioria das reações ( Algumas substâncias que tornam a pele sensível à luz do sol). Para tratar as reações químicas da fotossensibilidade, são aplicados na pele corticosteroides, e a substância que está causando tal reação é evitada. Há dois tipos de fotossensibilidade química: a fototoxicidade e a fotoalergia.

Na fototoxicidade, as pessoas sentem dor e desenvolvem vermelhidão, inflamação e, às vezes, descoloração castanha ou cinza-azulada nas áreas da pele que estiveram expostas à luz solar durante um curto período de tempo. Esses sintomas assemelham-se àqueles da queimadura solar, porém a reação é diferente de queimadura solar na medida em que ocorre apenas após a pessoa ter ingerido alguns medicamentos (tais como tetraciclinas ou diuréticos) ou compostos químicos, ou os tenha aplicado na pele (como perfumes e alcatrão de carvão). Algumas plantas (que incluem limas, aipo e salsinha) contêm compostos chamados furanocumarinas, que deixa a pele de algumas pessoas mais sensível aos efeitos da luz UV. Essa reação é chamada de fitofotodermatite. Todas as reações fototóxicas aparecem apenas nas áreas da pele que foram expostas ao sol. Elas geralmente aparecem dentro de horas, após a exposição ao sol.

Na fotoalergia, uma reação alérgica causa vermelhidão na pele, escamação, coceira e, às vezes, bolhas e pontos que se assemelham a urticária. Esse tipo de reação pode ser causado por loções pós-barba, protetores solares e sulfonamidas. As substâncias que causam a fotoalergia são capazes de fazê-lo somente após a pessoa ter se exposto tanto à substância, quanto à luz solar, pois é a luz solar que torna a substância capaz de provocar a fotoalergia. As reações fotoalérgicas podem também afetar as áreas da pele que não foram expostas ao sol. Elas geralmente aparecem dentro de 24 a 72 horas após a exposição ao sol.

Algumas substâncias que tornam a pele sensível à luz do sol

 

Medicamentos ansiolíticos

 

Alprazolam

 

Clordiazepóxido

 

Antibióticos

 

Quinolona

 

Sulfonamidas

 

Tetraciclinas

 

Trimetoprima

 

Antidepressivos

 

Antidepressivos tricíclicos

 

Medicamentos antimicóticos (tomados por via oral)

 

Griseofulvina

 

Anti-hiperglicêmicos

 

Sulfonilureia

 

Medicamentos antimaláricos

 

Cloroquina

 

Quinino

 

Antipsicóticos

 

Fenotiazinas

 

Medicamentos quimioterápicos

 

Dacarbazina

 

Fluoruracila

 

Metotrexato

 

Vimblastina

 

Diuréticos

 

Furosemida

 

Tiazidas

 

Medicamentos usados para tratar a acne (tomados por via oral)

 

Isotretinoína

 

Medicamentos cardíacos

 

Amiodarona

 

Quinidina

Medicamentos para alívio da dor (analgésicos)

 

AINEs (principalmente piroxicam e cetoprofeno)

 

Preparações para a pele

 

Antibacterianos (como clorexidina e hexaclorofeno)

 

Alcatrão de carvão

 

Fragrâncias

 

Furocoumarina contida nas plantas, como limas, aipo e salsinha

 

Protetores solares

Erupção polimorfa à luz

Esta erupção é uma reação à luz do sol (principalmente à luz UVA) que não é completamente entendida. É um dos problemas mais comuns relacionados com a pele e ocorre com mais frequência entre as mulheres e as pessoas que vivem nos climas do norte, que não se expõem ao sol regularmente. A erupção aparece na forma de múltiplos nódulos vermelhos em áreas vermelhas e inchadas (chamadas de placas) e, raramente como bolhas na pele exposta ao sol. Essas placas, que vêm acompanhadas de coceira, normalmente aparecem de 30 minutos a várias horas após a exposição ao sol. Entretanto, novas placas podem se desenvolver muitas horas, ou vários dias depois. A erupção, geralmente desaparece num período de alguns dias ou semanas. É característico dessa doença que as pessoas que a apresentam e continuam a se expor ao sol se tornem, aos poucos, menos sensíveis aos efeitos da luz solar, um processo conhecido como endurecimento.

Diagnóstico

 

Avaliação de um médico

 

Às vezes fototestes (adesivo cutâneo e teste de reprodução da reação)

Não existem exames específicos para detectar reações de fotossensibilidade. O médico suspeita dessas doenças quando surge uma erupção cutânea apenas nas zonas expostas ao sol. Uma meticulosa análise do histórico médico da pessoa, dos sintomas cutâneos, de qualquer doença, dos medicamentos tomados por via oral ou de substâncias aplicadas sobre a pele (como medicamentos ou cosméticos) pode ajudar o médico a estabelecer a causa da reação de fotossensibilidade. Os médicos podem realizar exames para excluir doenças conhecidas por tornar determinadas pessoas propensas a essas reações (como o lúpus eritematoso sistêmico).

Quando ocorre uma erupção cutânea numa área da pele que foi exposta ao sol e o diagnóstico não estiver definido, os médicos podem realizar testes com adesivos colocados na pele e testes de reprodução da reação que envolvem a exposição à luz UV (fototeste), quando a pessoa não estiver fazendo uso de nenhum medicamento que provoque reações de fotossensibilidade. Esses testes podem ajudar a esclarecer que tipo de reação de fotossensibilidade pode ser a causa.

Prevenção e tratamento

 

Evitar exposição excessiva ao sol, usar roupas protetoras e protetor solar (prevenção)

 

Interromper medicamentos ou produtos químicos que causem fotossensibilidade

 

Para erupção polimorfa à luz, outros tratamentos específicos

Todas as pessoas devem evitar a exposição excessiva ao sol, mas pessoas sensíveis à luz solar, por qualquer razão, devem ser especialmente cuidadosas e usar roupas protetoras, evitar a luz do sol o máximo possível e usar protetor solar regularmente. Se possível, quaisquer medicamentos ou produtos químicos que possam causar fotossensibilidade devem ser descontinuados após consultar um médico.

Pessoas com erupção polimorfa à luz ou fotossensibilidade causada por lúpus eritematoso sistêmico devem ser examinadas por um médico e, às vezes, elas se beneficiam do tratamento com corticosteroides aplicados na pele, ou com hidroxicloroquina ou corticosteroides tomados por via oral. Ocasionalmente, as pessoas podem ser dessensibilizadas dos efeitos da luz do sol aumentando aos poucos sua exposição à luz UV.

Última revisão/alteração completa maio 2018 por Elizabeth H. Page, MD

#Blood biomarker for #coeliac disease

Postado em

    •  Univadis Medical News

New research has revealed a potential biomarker of coeliac disease (CD). In the first Mendelian randomisation (MR) analysis of CD, researchers in Spain used public databases of expression quantitative trait loci (eQTL) and methylation QTL (mQTL) as exposures, and the largest CD genome-wide association study (GWAS) conducted to date as the outcome, in order to identify potential causal genes.

They identified UBE2L3, a ubiquitin ligase located in a CD-associated region. The expression of UBE2L3 was investigated in an independent dataset of peripheral blood mononuclear cells (PBMCs). Its expression was altered in CD patients on a gluten-free diet (GFD) compared to non-CD controls. The relative expression of UBE2L3 isoforms was found to predict CD with 100 per cent specificity and sensitivity.

Presenting the findings in the journal Human Molecular Genetics, the authors said the discovery could be important for the diagnosis of CD, particularly in individuals on self-imposed gluten-free diets.

“Our approach is less time consuming and more easily adaptable to a clinical setting since it could be implemented through a simple expression analysis. However, in case UBE2L3 is confirmed as a marker of CD in peripheral blood, it should always be used together with other determinations such as human leukocyte antigen (HLA) genotyping,” they said.

#Los #anticuerpos frente a VPH16 aparecen décadas antes del diagnóstico del #tumor orofaríngeo

Postado em

Entre 6 y 40 años pueden transcurrir desde que los anticuerpos frente al VPH son detectables en sangre hasta que se detecta el cáncer de garganta asociado a esa infección.

Papilomavirus. Algunos de sus tipos se relacionan con procesos oncogénicos.

Los anticuerpos contra el virus del papiloma humano del genotipo 16 (VPH16) se desarrollan en el organismo entre 6 y 40 años antes de que se alcance un diagnóstico clínico de cáncer orofaríngeo. La presencia de estos anticuerpos indica un fuerte aumento del riesgo de la enfermedad, según demuestra una investigación realizada por un equipo multicéntrico que se publica en Annals of Oncology.

Este estudio también encontró que tener anticuerpos frente al VPH16 aumenta el riesgo de cáncer de garganta mucho más en personas de raza blanca que en negras: casi 100 veces más en personas de raza blanca y 17 veces en personas negras.

Las principales causas del carcinoma orofaríngeo de células escamosas de orofaringe y cavidad bucal son el tabaquismo, el consumo de alcohol y la infección por el virus del papiloma humano, en concreto por el VPH16.

Mattias Johansson, epidemiólogo de la Agencia Internacional para la Investigación del Cáncer, en Lyon, y director de esta investigación apunta que “es importante destacar que la proporción de tumores de garganta causados ​​por el VPH16 ha aumentado en las últimas décadas, especialmente en los hombres, y en algunos países ahora la gran mayoría de estos tumores está causada por el virus”.

Para el especialista, investigar en el periodo de tiempo previo al diagnóstico del cáncer durante el cual se desarrollan anticuerpos frente al virus brinda información importante sobre la historia natural de la enfermedad. “En este estudio, encontramos que los anticuerpos pueden, en algunos casos, desarrollarse varias décadas antes del diagnóstico de cáncerSi las tasas de cáncer orofaríngeo continúan aumentando en el futuro, este biomarcador podría servir para identificar a las personas con un riesgo muy alto de enfermedad que podrían beneficiarse de medidas preventivas específicas”.

Entre los centros europeos, americanos y australianos del consorcio de cohortes del cáncer por VPH que han participado en este estudio, figura el Instituto de Investigación Sanitaria de Navarra (IdiSNA) y el Ciber de Epidemiología y Salud Pública (CiberESP). En total, incluyeron a 743 pacientes con cáncer de orofaringe y los compararon con 5.814 personas sin cáncer (grupo control). En los años previos a cualquier diagnóstico de tumor, todos los pacientes proporcionaron al menos una muestra de sangre, que se analizó para detectar anticuerpos frente a la proteína E6 del VPH16; 111 pacientes proporcionaron muestras múltiples durante un período de hasta 40 años. El promedio entre la primera recogida de muestras de sangre y el diagnóstico de un carcinoma orofaríngeo fue de poco más de 11 años.

Los anticuerpos contra el VPH estaban presentes en el 0,4% de las personas del grupo de control (22 de 5814), pero se detectaron en el 26,2% de los pacientes con el carcinoma (195 de 743). Además, constataron que la presencia de anticuerpos contra el VPH16 se asoció con un aumento del riesgo del cáncer en 98,2 veces, en personas de raza blanca y un aumento de 17,2 veces, en personas de raza negra.

La primera autora del estudio, Aimée Kreimer, investigadora principal de la División de Epidemiología y Genética del Cáncer del Instituto Nacional del Cáncer estadounidense afirma que “también descubrimos que las personas diagnosticadas en los años recientes tenían más probabilidades de tener anticuerpos frente al VPH, lo que coincide con la tendencia que se obesrva de que aumenta la proporción de cánceres de garganta debidos al VPH16”. De hecho, reconoce que si bien el estudio registró a personas con anticuerpos contra el VPH detectados antes de 1995, fue algo relativamente raro.

Los anticuerpos solían aparecer en personas de entre 40 y 80 años; la edad media a la que se detectaron los anticuerpos era de 52 años, mientras que la del diagnóstico por el cáncer fue de 62. No obstante, como no hay lesiones precursoras o pruebas que puedan realizarse antes de la aparición de síntomas del cáncer, se necesita aún más investigación para poder emplear a los anticuerpos contra el VPH16 como un biomarcador de estadios inciales del tumor.

El peligro de los falsos positivos

Kreimer se muestra, en ese sentido, tajante: “Aunque los anticuerpos contra el VPH16 podrían ser una forma de identificar a las personas con un riesgo muy alto del cáncer, aún tenemos que avanzar en pasos críticos hacia un proceso de cribado. Además, aunque el marcador de anticuerpos resultó muy bueno para discriminar quiénes desarrollarían cáncer y los controles que no lo harían, con un cáncer tan infrecuente, muchas personas tendrían como resultado falsos positivos“.

Y Johansson apostilla que “en otras palabras, hay un largo camino por recorrer antes de que este biomarcador pueda utilizarse en la práctica clínica. Si bien la vacunación contra el VPH es prometedora para prevenir los cánceres relacionados con el virus, no vamos a ver como resultado una reducción en los tumores orofaríngeos durante varias décadas”.

La principal limitación del estudio es la diferencia entre los grupos de pacientes que participaron. Por ejemplo, el grupo con el período de tiempo más largo entre la primera recogida de muestra sanguínea y el diagnóstico del cáncer provino de Noruega, mientras que otros grupos de pacientes aportaron muestras de sangre recogidas en intervalos de tiempo más cortos.

#Is HIV Immunotherapy the New HIV Cure?

Postado em

Using HIV immunotherapy, scientists from the University of Pittsburgh Graduate School of Public Health have made an interesting development in the race for a cure. While “cure” is a strong and coveted word in the field of medicine, what they’ve discovered comes pretty close.

So what is all the hype surrounding this revolutionary immunotherapy and how did scientists discover it?

Let’s take a look.

This powerful all-in-one immunotherapy is designed to kick HIV out of hiding from the body’s DNA within the immune system. Not only does it find it – it kills it. The “kick and kill” strategy has been around for awhile now, and this promising therapy is the highest on the list because it not only brings the HIV cells out of hiding, but it also recruits healthy cells to help kill the virus.

In the laboratory, scientists used existing cells from HIV patients to find the actual cells that are harboring the HIV.

HIV virus

Antiretroviral Therapy (ART)

Antiretroviral therapy (ART) is the first in line for current treatment. It controls HIV so well that it practically keeps the virus completely hidden in the blood. While this is great because it lowers the risk of contagion, the HIV is still very much there. It’s just in a dormant state, hiding within T helper cells of the human body.

Also, there is a long list of side effects from ART.

These include gastrointestinal and cardiovascular complications, bleeding, and even insulin resistance. The therapy also potentially compromises bone density and health of the liver.

But with the new immunotherapy on the horizon, ART may become obsolete.

So How Does HIV Immunotherapy Work?

The immune system is very busy controlling a virus that is prevalent in over 95% of HIV patients. Scientists call this Cytomegalovirus (CMV). Scientists realized that maybe they could study the cells that fight CMV and see if they could activate CMV- specific T helper cells.

Along with targeting the discovery of these T helper cells, scientist Mailliard from the University of Pittsburgh also wanted to isolate dendritic cells.

Dendritic cells are critical in assigning roles to its other immune counterparts and thus, are essential for HIV immunotherapies.

By using antigen-presenting type 1-polarized, monocyte-derived dendritic cells (MDC1), we are able to find and activate CMV-specific T helper cells.

And once we activated them, the true experiment began.

According to Mailliard, “Without adding any other drug or therapy, MDC1 were then able to recruit killer T cells to eliminate the virally infected cells. With just MDC1, we achieved both kick and kill. To our knowledge, this is the first study to program dendritic cells to incorporate CMV to get the kick, and also to get the kill.”

The University of Pittsburgh is now pursuing funding for real clinical trials to begin testing in humans.

hospital room with beds

What Could This Mean for the Field of HIV Medicine?

It means that these findings may lead to an impactful vaccine; one that would allow people living with HIV to stop taking ART every day.

It also opens the door for a cure, as opposed to just a better quality of life that ART gives. The retrovirus therapy allows HIV patients to live a more peaceful life, without symptoms constantly flaring up – it leaves the virus virtually quiet within the blood.

But the immunotherapy utilizing MDC1 and T helper cells actually kills HIV cells. With more research and human clinical trials, this could certainly lead to actually fighting the powerful disease and destroying HIV altogether.

For more knowledge about living with HIV and the race for a cure, visit https://www.hiv.gov/hiv-basics.

#Un método disminuye la #toxicidad del gluten en #celiacos (Mol Nutr Food Res)

Postado em

  • Noticias Médicas

Un equipo de científicos de la Universidad Politécnica de Madrid (UPM) y la Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal), junto con otros organismos de investigación, ha creado un método que permite disminuir la toxicidad del gluten para las personas que sufren de enfermedad celíaca.

En su trabajo, publicado en Molecular Nutrition & Food Research, han descubierto que la reordenación molecular del gluten con un polisacárido natural disminuye su capacidad de desencadenar una reacción inmunológica en la enfermedad celíaca. Así, muestran que es posible obtener un producto totalmente funcional a base de trigo para pacientes celíacos, abriendo así una nueva perspectiva sobre la búsqueda de alternativas a la exclusión de gluten en la dieta.

Con el fin de encontrar nuevas alternativas a los productos sin gluten, este equipo de investigadores de distintos países ha diseñado este método que comprende la utilización de polisacáridos naturales como el quitosano y consiste en una reorganización molecular del gluten, que provoca una disminución de su digestibilidad y, consecuentemente, de la liberación de proteínas y de péptidos tóxicos para los pacientes celíacos. “No retiramos el gluten, lo modificamos mínimamente de modo que este no sea tan tóxico para estas personas”, explica Marta Rodríguez-Quijano, investigadora de la UPM.

Por otro lado, los investigadores han verificado en otro estudio que este método de desintoxicación del gluten no perjudica a la harina para su transformación en productos alimenticios como el pan, sino que sigue manteniendo todas sus apreciadas características organolépticas y sensoriales, que lo convierten en uno de los alimentos fundamentales de nuestro día a día.

“Creemos que esta investigación podría permitir en el futuro el desarrollo de productos alimenticios basados en el trigo con propiedades sensoriales, nutricionales y tecnológicas similares a los productos tradicionales, pero seguros para el consumo por personas que padecen enfermedad celíaca”, asegura Marta Rodríguez-Quijano.