Odontologia

#Scientists Have Discovered A Drug That Fixes Cavities And Regrows Teeth

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​ Dental fillings may soon be left in the ash heap of history, thanks to a recent discovery about a drug called Tideglusib. Developed for and trialled to treat Alzheimer’s disease, the drug also happens to promote the natural tooth regrowth mechanism, allowing the tooth to repair cavities. Tideglusib works by stimulating stem cells in the pulp of teeth, the source of new dentine. Dentine is the mineralized substance beneath tooth enamel that gets eaten away by tooth decay. Teeth can naturally regenerate dentine without assistance, but only under certain circumstances. The pulp must be exposed through infection (such as decay) or trauma to prompt the manufacture of dentine. But even then, the tooth can only regrow a very thin layer naturally—not enough to repair cavities caused by decay, which are generally deep. Tideglusib changes this outcome because it turns off the GSK-3 enzyme, which stops dentine from forming.

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In the research, the team inserted small, biodegradable sponges made of collagen soaked in Tideglusib into cavities. The sponges triggered dentine growth and within six weeks, the damage was repaired. The collagen structure of the sponges melted away, leaving only the intact tooth. Thus far, the procedure has only been used in mouse teeth. Yet as King’s College London Dental Institute Professor and lead author Paul Sharpe told The Telegraph, “Using a drug that has already been tested in clinical trials for Alzheimer’s disease provides a real opportunity to get this dental treatment quickly into clinics.” He added, “The simplicity of our approach makes it ideal as a clinical dental product for the natural treatment of large cavities, by providing both pulp protection and restoring dentine.”

 

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#Cigarros eletrónicos prejudicam #saúde oral, revelam estudos internacionais

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cigarros eletrónicos são prejudiciais para a saúde

No mundo ocidental, os cigarros eletrónicos continuam a ganhar popularidade junto dos jovens adultos, fumadores e ex-fumadores por serem considerados uma alternativa mais saudável aos cigarros convencionais. No entanto, dois estudos recentes conduzidos por cientistas nos EUA e no Canadá concluíram que a exposição regular aos vapores dos cigarros eletrónicos provoca lesões nos tecidos gengivais, que podem originar infeções, inflamação e doença periodontal.

Ambos os estudos analisaram o efeito dos cigarros eletrónicos na saúde oral a nível celular e molecular através de testes in vitro. A equipa do Prof. Mahmoud Rouabhia, da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Laval (Quebec), expôs células epiteliais do tecido gengival ao vapor do cigarro eletrónico, concluindo que um elevado número destas células morria em alguns dias. “O epitélio bucal constitui a primeira linha de defesa do organismo contra a infeção microbiana”, explicou Rouabhia. “Este epitélio protege-nos dos vários microrganismos que existem na nossa boca.”

Para simular o que acontece na boca de uma pessoa quando inala, os investigadores canadianos colocaram células epiteliais humanas numa pequena câmara fechada com um líquido similar à saliva. Introduziu-se vapor de cigarro eletrónico a um ritmo de duas inalações de cinco segundos por minuto durante 15 minutos por dia. A observação microscópica revelou que a percentagem de células mortas ou a morrer, que ronda os dois por cento em culturas celulares não expostas, subiu para 18, 40 e 53 por cento após um, dois e três dias de exposição ao vapor do cigarro eletrónico, respetivamente.

“Contrariamente ao que se possa pensar, o vapor do cigarro eletrónico não é composto apenas por água” afirmou Rouabhia stated. “Embora não contenha alcatrão, como o fumo do cigarro convencional, expõe os tecidos bucais e as vias respiratórias a substâncias produzidas pelo aquecimento da glicerina vegetal, do propilenoglicol e dos aromas de nicotina presentes no líquido do cigarro eletrónico.”

Segundo Rouabhia, o efeito cumulativo destes danos celulares não foi ainda documentado, mas é preocupante. “Danificar a barreira protetora da boca pode aumentar o risco de infeção, inflamação e doenças gengivais. A longo prazo pode também aumentar o risco de cancro. Isto é o que iremos investigar no futuro,” concluiu. Investigadores do Centro de Medicina na Universidade de Rochester, nos EUA, obtiveram resultados semelhantes. Dr Irfan Rahman, Professor e Medicina Ambiental na Faculdade de Medicina e Medicina Dentária, e os seus colegas submeteram culturas de células epiteliais do tecido gengival humano e fibroblastos do ligamento periodontal ao vapor de cigarros eletrónicos.

“Demonstrámos que quando o vapor de um cigarro eletrónico é queimado, leva as células da libertar proteínas inflamatórias que, por sua vez, agravam o stress entre células e provocam danos que podem originar várias patologias orais,” explicou. A maioria dos cigarros eletrónicos contém uma bateria, um dispositivo que aquece e um cartucho com líquido que, por norma, contém nicotina, aromas e outros químicos.

Os investigadores dos EUA descobriram que os aromas químicos também prejudicam as células gengivais. “Verificámos que os aromas —alguns mais do que outros—agravavam os danos celulares,” afirmou o autor do estudo Fawad Javed, pós-doutorado residente no Eastman Institute for Oral Health, que integra o Centro Médico da Universidade.

#Diabetes não-diagnosticada associada a ataque cardíaco e periodontite

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Fonte de imagem: Clínica Blasi

As pessoas com diabetes não-diagnosticada correm um maior risco de ataque do miocárdio e de periodontite, atestou um estudo.

Segundo a equipa que conduziu o estudo, do Instituto Karolinska, na Suécia, os resultados demonstram a necessidade de maior colaboração entre os dentistas e os médicos, como a introdução de rastreios da diabetes em clínicas dentárias.

Sabia-se já que a periodontite severa está associada a um risco mais elevado de enfarte do miocárdio e de menor tolerância à glicose. Foi também observado que a diabetes é mais prevalente em pacientes que tenham sofrido um enfarte do miocárdio.

Para o estudo, os investigadores contaram com dados de outro estudo anterior, conhecido como PAROKRANK. O estudo incluía 805 pacientes de enfarte de miocárdio e 805 controlos equiparados em termos de idade, sexo e área de residência.

O estatuto de periodontite dos participantes foi avaliado através de raio-X e o de disglicemia (menor capacidade de metabolizar o açúcar) através de testes de tolerância à glicose.

Foram excluídos os participantes com diagnóstico de diabetes, o que deixou 712 pacientes e 731 controlos, com dados sobre o estatuto de periodontite e de glicose, sendo o último dividido em três categorias: normal, pouca tolerância à glicose e diabetes recém-detetada.

Como resultado, foi verificado que as doenças relacionadas com a glicose não detetadas anteriormente, incluindo diabetes e baixa tolerância à glicose, foram associadas a enfarte do miocárdio. Os pacientes de enfarte do miocárdio apresentavam mais ou menos o dobro de incidência de disglicemia não-detetada do que os controlos saudáveis.

Por outro lado, a diabetes não-detetada foi associada à periodontite severa. Ao analisar os pacientes e os controlos separadamente, a equipa observou que a associação era mais evidente nos pacientes do que nos controlos, talvez pelo facto de muitos dos controlos serem muito saudáveis, com poucos a apresentarem periodontite severa e diabetes não-diagnosticada.

“Os nossos achados indicam que a disglicemia constitui um fator de risco chave para a periodontite severa e o enfarte do miocárdio e que a combinação de periodontite severa e diabetes não detetada aumenta o risco de enfarte do miocárdio”, concluiu Anna Norhammar, investigadora que liderou o estudo.

#Amygdalectomie totale ou #intracapsulaire

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Briac THIERRY, ORL, Chirurgie cervico-faciale pédiatrique, Hôpital Necker-Enfants malades, Paris

Avec 30 000 interventions par an, en France, l’amygdalectomie de l’enfant est le geste chirurgical pédiatrique le plus fréquent. De nombreuses études ont montré la diminution de la douleur postopératoire et la réduction du risque de saignement après la réalisation d’une amygdalectomie intracapsulaire, pour une efficacité similaire à celle de l’amygdalectomie totale. Cet article fait le point sur ces deux indications.

Les deux indications les plus fréquentes sont l’hypertrophie amygdalienne symptomatique avec syndrome d’apnées-hypopnées obstructives du sommeil (SAHOS) qui représente 80 % des indications d’amygdalectomie de l’enfant et l’angine à répétition, définie par la répétition de plus de 5 épisodes d’angines par an, pendant plus de 2 ans d’affilée.
D’autres pathologies moins fréquentes peuvent également être concernées : amygdalite chronique, phlegmon péri-amygdalien récidivant, le syndrome de Marshall ou PFAPA (Periodic fever aphtous stomatitis pharyngitis adenitis) qui est un diagnostic d’élimination. Enfin, une suspicion de tumeur maligne, évoquée devant une hypertrophie amygdalienne asymétrique associée à des adénopathies, de la fièvre, et l’altération de l’état général nécessite une ablation à visée anatomopathologique.
Les techniques opératoires sont actuellement en pleine évolution en Europe. Deux techniques d’amygdalectomie sont proposées : totale ou intracapsulaire. L’amygdalectomie chez l’enfant est de plus en plus proposée en unité de chirurgie ambulatoire.

Techniques opératoires et dénomination

L’intervention est réalisée au bloc opératoire sous anesthésie générale. Lors d’une amygdalectomie totale ou extracapsulaire, on réalise l’ablation de la totalité des amygdales palatines avec leur capsule. Lors d’une amygdalectomie intracapsulaire, aussi appelée partielle ou subtotale, on réalise l’ablation du tissu amygdalien dépassant des piliers. L’incision est donc intraamygdalienne (figure 1). En fin d’intervention, il reste une lame de tissu amygdalien dans le fond des loges (figure 2). Ces interventions ont des durées similaires.


Figure 1. Visualisation per-opératoire. L’incision par radiofréquence est réalisée dans le tissu amygdalien (flèche blanche). On note que l’amygdalectomie intracapsulaire droite a déjà été réalisée.

Figure 2. Visualisation en fin d’intervention. Le tissu amygdalien obstructif a été retiré et ne dépasse pas des piliers amygdaliens. Il n’y a pas de saignement.

L’appellation du geste chirurgical

Cette appellation a un véritable impact sur l’acceptation de l’intervention par les parents. Nous avons proposé d’utiliser la terminologie « amygdalectomie intracapsulaire » au sein de notre équipe plutôt qu’« amygdalectomie partielle ». En effet, le terme « partiel » a pu, de nombreuses fois, être interprété à tort comme péjoratif et témoignant de l’aspect non abouti de la chirurgie. Nous rencontrons moins de réticences avec l’usage du terme « intracapsulaire ».

Indications cliniques chez l’enfant sans comorbidités

Dans le cas le plus fréquent d’obstruction chez l’enfant sans comorbidité, l’indication opératoire est clinique, sans nécessiter d’examen complémentaire. Elle est posée devant la concordance des symptômes de l’obstruction et de l’obstruction à l’examen clinique.
L’interrogatoire est important. L’obstruction est très bien rapportée par les parents. 
Les parents décrivent les périodes d’apnées pendant le sommeil, et savent mimer la reprise inspiratoire bruyante. Souvent, ils ont filmé les épisodes. Ces films courts sont très informatifs, il faut prendre le temps de les regarder lors de la consultation : le diagnostic positif des apnées en est très simplifié. Par ailleurs, on recherchera systématiquement les signes obstructifs et les signes d’hypercapnie associés (tableau) et les signes de gravité de l’obstruction : la stagnation pondérale.

La confirmation de l’obstruction est clinique

L’examen de l’oropharynx à l’abaisse-langue a deux objectifs : confirmer l’hypertrophie amygdalienne et éliminer une bifidité de la luette. Une fibroscopie réalisée en consultation permet de confirmer ou non l’hypertrophie adénoïdienne associée. L’indication opératoire d’amygdalectomie associée ou non à une adénoïdectomie est posée à la fin de la consultation. On précise qu’en cas de luette bifide, l’adénoïdectomie est contre-indiquée du fait du risque d’insuffisance vélaire secondaire.

Examen du sommeil

En cas de SAHOS clinique et en l’absence de comorbidités, les explorations du sommeil ne sont pas obligatoires. En revanche, elles sont nécessaires en cas de trisomie 21, de mucopolysaccharidose, d’obésité, etc. Elles le sont également en cas de discordance entre l’interrogatoire et l’examen physique, notamment en cas d’apnées rapportées mais en présence d’amygdales de petite taille. Enfin, en cas de désaccord entre les parents ou entre les parents et le médecin sur la prise en charge à décider, elles seront systématiquement demandées.
Le syndrome d’apnées du sommeil est diagnostiqué si l’examen du sommeil met en évidence un score d’apnée supérieure à une apnée par heure. En d’autres termes, chez l’enfant, il n’est pas physiologique d’avoir des apnées du sommeil.

Les complications majeures de l’intervention

Le saignement postopératoire

Le saignement est la complication la plus redoutée. Après une amygdalectomie totale, Bennett(1)avait estimé l’incidence du saignement précoce, au cours des 8 premières heures après l’intervention, à 1 % ; et le saignement tardif, jusqu’au 15e jour, entre 1 et 3 %. Le saignement peut entraîner le décès par choc hémorragique, dont l’incidence est estimée à 1/50 000 interventions.

“ L’utilisation de la codéine ou du tramadol n’est plus recommandée”

La douleur postopératoire

Deux articles récents(2,3) ont décrit des effets secondaires graves de l’utilisation d’antalgiques de niveau 2 en postopératoire d’amygdalectomie : 2 décès et 2 comas sont rapportés chez des métaboliseurs ultra-rapides (polymorphisme du cytochrome P450 2D6). L’utilisation de la codéine ou du tramadol n’est donc plus recommandée. Par ailleurs, le paracétamol seul n’est pas suffisant pour traiter les douleurs de l’amygdalectomie totale.

Actualités et modifications des pratiques

Plusieurs études de cohorte(4-6) et revues de la littérature(7-9) de niveau de preuve 1 comparant les techniques d’amygdalectomie ont mis en évidence une nette diminution de la douleur postopératoire après amygdalectomie intracapsulaire, moins d’utilisation d’antalgiques, un retour plus rapide à une alimentation normale, moins de réhospitalisation pour difficulté alimentaire.
L’incidence du saignement postopératoire précoce et tardif est diminuée, de 5 à 10 fois selon les études, dans la technique d’amygdalectomie intracapsulaire, en comparaison avec l’amygdalectomie totale. Cette diminution a été constatée aussi bien dans les revues de la littérature(7) (Zhang IJPO 2017), que dans des études rétrospectives de cohorte pédiatrique(4,6) de Hultcrantz (10 826 enfants) et de Odhagen (35 060 patients), ou dans des études monocentriques, notamment de Sakki(10) (4 951 patients). Les niveaux de preuves des études réalisées sur le sujet, grâce aux qualités méthodologiques, mais aussi au nombre de patients étudiés, ont permis d’établir un changement clair de pratique chirurgicale. L’amygdalectomie intracapsulaire chez l’enfant est aujourd’hui favorisée car :
– son efficacité dans le SAHOS est prouvée à court et long terme ;
– la réduction de l’incidence des saignements post-opératoires immédiats et tardifs est confirmée ;
– la réduction des douleurs postopératoire a été démontrée, ainsi que son corollaire, l’absence d’utilisation d’antalgiques de niveau 2.
En revanche, le principe de la technique chirurgicale étant de laisser un moignon amygdalien, il faut modérer l’efficacité de l’amygdalectomie partielle dans deux situations. L’efficacité pour les angines à répétition reste encore à démontrer : le moignon pourrait se réinfecter. D’autre part, le risque de repousse amygdalienne est, nécessairement, plus important que lors d’une amygdalectomie totale. Le moignon amygdalien peut croître et être de nouveau symptomatique entraînant une obstruction. La chirurgie de reprise, bien que rare, serait de l’ordre de 16 pour 1 000 dans l’étude d’Odhagen(4). Ce risque serait inversement proportionnel à l’âge. Compte tenu des bénéfices attendus sur la douleur et le saignement, de nombreux auteurs considèrent ce risque comme négligeable lors du choix de la technique.

Conclusion

Actuellement, l’amygdalectomie intracapsulaire est la technique proposée de première intention chez l’enfant. Elle est aussi efficace que l’amygdalectomie totale sur les symptômes obstructifs, en entraînant moins de douleur et moins de saignement postopératoire. Son efficacité serait également identique sur les symptômes de l’angine à répétition, ce qui reste à démontrer. Enfin, le risque de repousse amygdalienne symptomatique nécessitant une deuxième intervention, même s’il est faible, doit être pris en compte.

“ L’amygdalectomie intracapsulaire est la technique de première intention”

Références

Cliquez sur les références et accédez aux Abstracts sur

1. Bennett AMD et al. Meta-analysis of the timing of haemorrhage after tonsillectomy: an important factor in determining the safety of performing tonsillectomy as a day case procedure. Clin Otolaryngol 2005 ; 30(5) : 418-23.
2. Kelly LE et al. More Codeine Fatalities After Tonsillectomy in North American Children. Pediatrics 2012 ; 129(5) : e1343-7.
3. Orliaguet G et al. A Case of Respiratory Depression in a Child With Ultrarapid CYP2D6 Metabolism After Tramadol. Pediatrics 2015 ; 135(3) : e753-5.
4. Odhagen E, Stalfors J, Sunnergren O. Morbidity after pediatric tonsillotomy versus tonsillectomy: A population-based cohort study: Tonsillotomy Versus Tonsillectomy Morbidity. The Laryngoscope 2018 ; doi.wiley. com/ 10.1002/lary.27665.
5. Alm F et al. Patient reported pain-related outcome measures after tonsil surgery: an analysis of 32,225 children from the National Tonsil Surgery Register in Sweden 2009– 2016. Eur Arch Otorhinolaryngol 2017 ; 274(10) : 3711-22.
6. Hultcrantz E et al. Paradigm shift in Sweden from tonsillectomy to tonsillotomy for children with upper airway obstructive symptoms due to tonsillar hypertrophy. Eur Arch Otorhinolaryngol 2013 ; 270(9) : 2531-6.
7. Zhang L-Y et al. Tonsillectomy or tonsillotomy? A systematic review for paediatric sleep-disordered breathing. Int J Pediatr Otorhinolaryngol 2017 ; 103 : 41-50.
8. Walton J et al. Systematic review of randomized controlled trials comparing intracapsular tonsillectomy with total tonsillectomy in a pediatric population. Arch Otolaryngol Head Neck Surg 2012 ; 138(3) : 243-9.
9. Windfuhr JP et al. Tonsillotomy: facts and fiction. Eur Arch Otorhinolaryngol 2015 ; 272(4) : 949-69.
10. Sakki A et al. Changing trends in pediatric tonsil surgery. Int J Pediatr Otorhinolaryngol 2019 ; 118 : 84-9.

Parodontite (Pyorrhée)

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Par James T. Ubertalli, DMD, Private Practice, Hingham, MA

 

La parodontite est une forme sévère de gingivite dans laquelle l’inflammation des gencives se propage à toutes les structures d’appui de la dent.

  • La plaque et le tartre se développent entre les dents et les gencives puis diffusent sur l’os sous les dents.

  • Les gencives se tuméfient et saignent, la personne a mauvaise haleine et les dents se déchaussent.

  • Le médecin prend des radiographies et mesure la profondeur des poches parodontales dans la gencive pour déterminer la gravité de la parodontite.

  • Des nettoyages répétés chez un spécialiste et parfois une chirurgie dentaire et un traitement par des antibiotiques sont nécessaires.

La parodontite touche les personnes qui sont susceptibles de présenter une infection plus sévère du tissu parodontal (le tissu qui entoure les dents) que celle qui survient dans la gingivite. De nombreuses maladies et de nombreuses affections, en particulier le diabète (plus spécialement le type 1), le syndrome de Down, la maladie de Crohn, la leucopénie et le SIDA, prédisposent à la parodontite. Chez les personnes infectées par le virus du SIDA, la parodontite progresse rapidement. Le tabagisme, la carence en vitamine C (scorbut), la détresse émotionnelle et, potentiellement, l’obésité, sont également des facteurs de risque de parodontite.

La parodontite peut toucher des personnes de tout âge, y compris les jeunes enfants. Certaines personnes ont une gingivite sévère pendant de nombreuses années sans développer de parodontite. D’autres peuvent développer une parodontite, particulièrement lorsqu’elles sont jeunes (entre 20 et 30 ans), sans avoir jamais présenté de gingivite.

La parodontite est l’une des principales causes des pertes dentaires chez l’adulte et la principale cause chez les personnes âgées. Les infections vont éroder (user) l’os qui maintient les dents en place. L’érosion affaiblit les ligaments et les dents se déchaussent. Une dent lésée peut finir par tomber spontanément ou nécessiter une extraction.

Causes de la parodontite

La majeure partie des parodontites découle d’une inflammation des gencives (gingivite) et d’une accumulation à long terme de plaque dentaire (une pellicule principalement composée de bactéries) et de tartre (plaque dentaire durcie) sur les dents et les gencives. Des poches se forment entre les dents et les gencives et descendent entre les racines des dents et l’os sous-jacent. Ces poches accumulent la plaque dans un environnement dépourvu d’oxygène, ce qui favorise la croissance de formes agressives de bactéries chez les personnes dont le système immunitaire présente certaines sensibilités. La plaque et les bactéries provoquent une inflammation chronique qui endommage le tissu et l’os qui maintiennent les dents en place. Si le processus pathologique se poursuit, une grande quantité d’os est détruite entraînant une mobilité douloureuse de la dent, et les gencives se rétractent. La perte de dents débute typiquement vers les 40 ans.

Le saviez-vous ?

  • La parodontite est la principale cause des pertes dentaires chez les personnes âgées.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Des gencives et une structure osseuse saines maintiennent les dents solidement en place.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

La plaque qui s’accumule irrite les gencives qui deviennent enflammées (gingivite). Avec le temps, la gencive s’écarte de la dent, créant une poche qui se remplit de plus de plaque.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Les poches deviennent plus profondes et la plaque durcit pour se transformer en tartre. Plus de plaque s’accumule sur le dessus.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

L’infection bactérienne se propage à la racine de la dent et détruit ensuite l’os qui soutient la dent. Sans ce soutien, la dent se déchausse et finit par tomber.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

La vitesse à laquelle se développe la parodontite varie considérablement, même chez les personnes qui ont des quantités similaires de tartre. Ces différences existent parce que la plaque dentaire de chaque personne contient des bactéries de type et en nombre différents, et parce que la parodontite est due à la réponse immunitaire différente de la personne face aux bactéries dans la plaque. La parodontite peut entraîner des poussées d’activité de destruction pouvant durer des mois, suivies de périodes où la maladie ne semble apparemment pas provoquer d’autres dommages.

Symptômes de la parodontite

Les symptômes initiaux de la parodontite sont une sensibilité, une tuméfaction, une hémorragie et une couleur rouge vif des gencives ainsi qu’une mauvaise haleine (halitose). À mesure que davantage de matière osseuse est résorbée, les dents deviennent mobiles et changent de position, et la mastication devient plus difficile. Les dents antérieures s’inclinent fréquemment vers l’extérieur. La parodontite ne provoque généralement pas de douleur tant qu’il ne se forme pas d’infection, telle qu’une accumulation de pus (abcès) dans une poche, que les dents sont suffisamment stables pour ne pas bouger au cours de la mastication ou tant que la personne n’a pas de parodontite due au VIH.

Parodontite

Parodontite

Parodontite

CNRI/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Diagnostic de parodontite

  • Examen dentaire par un dentiste

  • Parfois, radiographies

Pour diagnostiquer une parodontite, le dentiste inspecte les dents et mesure la profondeur des poches gingivales à l’aide d’une sonde fine. Des radiographies sont réalisées pour déterminer l’étendue de la perte osseuse.

Traitement de la parodontite

  • Traitement des facteurs de risque

  • Nettoyages professionnels

  • Parfois, chirurgie et extraction d’une dent

  • Parfois, antibiotiques

Les personnes présentant des facteurs de risque, tels que mauvaise hygiène bucco-dentaire, diabète et tabagisme, doivent recevoir des traitements pour ces facteurs de risque. Le traitement des facteurs de risque augmente le succès des traitements de la parodontite administrés par le dentiste.

À la différence de la gingivite, qui disparaît en général avec une bonne hygiène bucco-dentaire (brossage des dents et fil dentaire tous les jours), la parodontite nécessite des soins répétés prodigués par un spécialiste. Les personnes qui ont une bonne hygiène bucco-dentaire ne peuvent nettoyer que jusqu’à 2 ou 3 millimètres au-dessous du bord gingival. Le dentiste, quant à lui, peut nettoyer des poches gingivales de 6 à 7 millimètres de profondeur avec des techniques de détartrage et de polissage radiculaire, en éliminant complètement la plaque dentaire et le tartre tout en améliorant l’état des surfaces radiculaires.

En cas de poches gingivales de profondeur supérieure à 7 millimètres, un traitement chirurgical est souvent nécessaire. Le dentiste ou le parodontologue peut accéder chirurgicalement à la dent sous le bord gingival en soulevant chirurgicalement un lambeau de tissu gingival (chirurgie parodontale). Il nettoie les dents soigneusement et corrige les résorptions osseuses (parfois par une greffe osseuse) sous le lambeau puis il recoud celui-ci. Le dentiste ou le parodontologue peut aussi enlever la portion de gencive mobile et infectée (gingivectomie), ce qui permet au reste de la gencive d’adhérer de nouveau étroitement aux dents, redonnant ainsi à la personne la possibilité d’éliminer la plaque dentaire chez elle. Parfois les dents sont extraites. En cas de douleur après un traitement chirurgical, des bains de bouche à base de chlorhexidine pratiqués pendant une minute deux fois par jour peuvent temporairement se substituer à l’emploi de la brosse à dents et du fil dentaire.

Le dentiste peut prescrire des antibiotiques (comme l’amoxicilline ou le métronidazole), en particulier si une accumulation de pus (abcès) s’est développée. Il peut également insérer un matériau (filaments ou gels) contenant des antibiotiques dans les poches parodontales profondes, permettant à de fortes concentrations d’antibiotiques d’atteindre la zone infectée. Les abcès parodontaux entraînent une poussée de destruction osseuse, mais un traitement chirurgical immédiat associé à une antibiothérapie peut permettre à l’os lésé de se reformer rapidement.

#Identifican #biomarcadores de la saliva eficaces para detectar #cáncer oral

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Investigadores españoles han identificado que los biomarcadores de mARN en saliva son los más eficaces para detectar precozmente cáncer oral, publica ‘Journal of Oral Pathology and Medicine’.

Los biomarcadores en saliva pueden detectar cáncer oral.

Más del 90 por ciento de los tumores malignos en cabeza y cuello tienen su origen en carcinomas de células escamosas que se originan en zonas superficiales de la cavidad oral. Su detección a través de biomarcadores en la saliva puede contribuir a su tratamiento precoz, antes de su transformación en tumores. Investigadores del Grupo de Investigación de Microbiología Oral de la Universidad CEU Cardenal Herrera han realizado una revisión sistemática y un meta-analisis de aquellos marcadores en saliva que presentan mayor eficacia para la detección temprana de cáncer oral en distintos ensayos clínicos. Sus resultados acaban de ser publicados en el Journal of Oral Pathology and Medicine.

Según Verónica Veses, investigadora principal del Grupo y profesora del Departamento de Ciencias Biomédicas de la CEU UCH, “la detección de este tipo de cáncer de células escamosas en las superficies de la boca depende fundamentalmente del examen visual de los profesionales de la salud buco-dental. Por eso es importante encontrar nuevos métodos diagnósticos para ayudar a su detección temprana de forma más certera. Sobre todo, si tenemos en cuenta que el cáncer oral es el origen más frecuente de otros tumores en cabeza y cuello, y que es creciente entre la población joven, debido al consumo de tabaco y alcohol”.

Tres tipos de biomarcadores

El equipo ha realizado una revisión sistemática y un meta-análisis de los ensayos clínicos que hasta ahora han evaluado la eficacia de los tres tipos de biomarcadores de la saliva más prometedores para la detección de este tipo de cáncer oral. Estos marcadores de la saliva son dos tipos de citocinas, proteínas involucradas en la proliferación y diferenciación celular; dos marcadores presentes en el ácido ribonucleico que transfiere el código genético, el ARN mensajero o mARN; y dos más en el microARN (miARN) de la saliva.

Los biomarcadores en saliva del mARN han resultado ser los más eficaces para la detección precoz del carcinoma oral de células escamosas

Los dos biomarcadores del mRNA han resultado los más eficaces para la detección precoz del carcinoma oral de células escamosas y del cáncer de cuello y cabeza, al comparar los resultados obtenidos en los 17 ensayos clínicos revisados en la investigación. Estos ensayos fueron seleccionados como pertinentes para el estudio entre los publicados desde el año 2000 en la base de datos internacional Medline y en el registro internacional de ensayos clínicos: el Central Register of Controlled Trials.

Los resultados actuales forman parte del trabajo fin de rrado de la estudiante de Dentistry en la Universidad CEU Cardenal Herrera Fariah Gaba, bajo la dirección de los profesores Verónica Veses y Chirag Sheth, miembros del Grupo de Microbiologia Oral. Fariah Gaba, que ha obtenido el Premio Extraordinario de Licenciatura por sus estudios de Dentistry en la CEU UCH, ejerce actualmente como odontóloga en Holanda y comenzó su labor investigadora trabajando en uno de los proyectos I+Docencia del citado grupo.

#DIFERENT CLASSES OF ANTIBIOTICS

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Resultado de imagem para antibiotics

 

Bacteria themselves can be divided into two broad classes – Gram-positive and Gram-negative. The classes derive these names from the Gram test, which involves the addition of a violet dye to the bacteria. Gram-positive bacteria retain the colour of the dye, whilst Gram-negative bacteria do not, and are instead coloured red or pink. Gram-negative bacteria are more resistant to antibodies and antibiotics than Gram-positive bacteria, because they have a largely impermeable cell wall. The bacteria responsible for MRSA and acne are examples of Gram-positive bacteria, whilst those responsible for Lyme disease and pneumonia are examples of Gram-negative bacteria. Beta-Lactams Beta-lactams are a wide range of antibiotics, the first of which to be discovered was penicillin, which Alexander Fleming identified in 1928. All beta-lactam antibiotics contain a beta-lactam ring; they include penicillins, such as amoxicillin, and cephalosporins. Bacteria can develop resistance to beta-lactams via several routes, including the production of enzymes that break down the beta-lactam ring. In the NHS, penicillins are the most commonly prescribed antibiotics, with amoxicillin being the most common in the class. Sulfonamides Prontosil, a sulfonamide, was the first commercially available antibiotic, developed in 1932. In the present day, sulfonamides are rarely used, partially due to the development of bacterial resistance, but also due to concern about unwanted effects such as damage to the liver of patients. Aminoglycosides Aminoglycosides inhibit the synthesis of proteins in bacteria, eventually leading to cell death. In the treatment of tuberculosis, streptomycin was the first drug found to be effective; however, due to issues with toxicity of aminoglycosides, their present day use is limited. Tetracyclines Tetracyclines are broad-spectrum antibiotics, active against both Gram-positive and Gram-negative bacteria. Their use is decreasing to increasing instances of bacterial resistance; however, they still find use in treatment of acne, urinary tract, and respiratory tract infections, as well as chlamydia infections. Chloramphenicol Another broad-spectrum antibiotic, chloramphenicol also acts by inhibiting protein synthesis, and thus growth and reproduction of bacteria. Due to the possibility of serious toxic effects, in developed countries it is generally only used in cases where infections are deemed to be life-threatening, although it is a much more common antibiotic in developing countries due to its low cost and availability. Macrolides Macrolides’ effectiveness is marginally broader than that of penicillins, and they have been shown to be effective against several species of bacteria that penicillins are not. Whilst some bacterial species have developed resistance to macrolides, they are still the second most commonly prescribed antibiotics in the NHS, with erythromycin being the most commonly prescribed in the class. Glycopeptides Glycopeptides include the drug vancomycin – commonly used as a ‘drug of last resort’, when other antibiotics have failed. There are strict guidelines on the circumstances in which vancomycin can be used to treat infections, in order to delay the development of resistance. The bacteria against which glycopeptides are active are otherwise somewhat limited, and in most they inhibit growth and reproduction rather than killing bacteria directly. Oxazolidinones Oxazolidinones are active against Gram-positive bacteria, and act by inhibiting protein synthesis, and hence growth and reproduction. Linezolid, approved for use in 2000, was the first marketed antibiotic in the class, and resistance seems to be developing relatively slowly since its introduction. Ansamycins This class of antibiotics are effective against Gram-positive bacteria, as well as some Gram-negative bacteria. A subclass of antibiotics, rifamycins, are used to treat tuberculosis and leprosy. Uncommonly, ansamycins can also demonstrate anti-viral activity. Quinolones Quinolones are widely used for urinary tract infections, as well as other hospital-acquired infections where resistance to older classes of antibiotics is suspected. Resistance to quinolones can be particularly rapid in its development; in the US, they were the most commonly prescribed antibiotics in 2002, and their prescription for unrecommended conditions or viral infections is also thought to be a significant contributor to the development of resistance. Streptogramins Streptogramins are unusual in that they are usually administered as a combination of two antibiotic drugs from the different groups within the class; combined they have a synergistic effect and are capable of directly killing bacteria cells. They are often used to treat resistant infections, although resistance to the streptogramins themselves has also developed. Lipopeptides Discovered in 1987, lipopeptides are the most recent class of antibiotics. Daptomycin is the most commonly used member of the class; it has a unique mechanism of action, disrupting several aspects of cell membrane function in bacteria. This unique mechanism of action also seems to be advantageous in that, currently, incidences of resistance to the drug seem to be rare – though they have been reported. Below are some summaries and mind maps that will make learning antibiotics and their uses easier.

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