Odontologia

#Frequent #Toothbrushing May Reduce #Diabetes Risk

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Oral hygiene may be a key factor in diabetes risk, new data from a Korean national health database suggest.

“Frequent toothbrushing may be an attenuating factor for the risk of new-onset diabetes, and the presence of periodontal disease and increased number of missing teeth may be augmenting factors,” write Yoonkyung Chang, MD, of the Department of Neurology, Mokdong Hospital, Ewha Womans University College of Medicine, Seoul, South Korea, and colleagues.

“Improving oral hygiene may be associated with a decreased risk of occurrence of new-onset diabetes,” they continue in an article published online March 2 in Diabetologia.

Periodontal disease involves inflammatory reactions affecting the surrounding tissues of the teeth. Inflammation, in turn, is an important cause of diabetes via increasing insulin resistance and endothelial dysfunction, Chang and colleagues explain.

They analyzed data from 188,013 individuals from the Korean National Health Insurance System – Health Screening Cohort who had complete data and did not have diabetes at baseline (2003-2006). Oral hygiene behaviors, including frequency of toothbrushing, and dental visits or cleanings, were collected by self-report.

Over a median follow-up of 10 years, there were 31,545 new cases of diabetes, with an estimated overall 10-year event rate of 16.1%. The rate was 17.2% for those with periodontal disease at baseline versus 15.8% for those without, which was a significant difference even after adjustments for multiple confounders (hazard ratio [HR], 1.09; P < .001).

Compared with no missing teeth, the event rate for new-onset diabetes rose from 15.4% for one missing tooth (HR, 1.08; P < .001) to 21.4% for 15 or more missing teeth (HR, 1.21; P < .001).

Professional dental cleaning did not have a significant effect after multivariate analysis. However, the number of daily tooth-brushings by the individual did. Compared with 0-1 times/day, those who brushed ≥ 3 times/day had a significantly lower risk for new-onset diabetes (HR, 0.92; P < .001).

In subgroup analyses, periodontal disease was more strongly associated with new-onset diabetes among adults aged 51 and younger (HR, 1.14) compared with those aged 52 and older (HR, 1.06).

The study was supported by a grant from the Basic Science Research Program through the National Research Foundation of Korea funded by the Ministry of Education. The authors have reported no relevant financial relationships.

Diabetologia. Published online March 2, 2020. Abstract

 

 

#Má saúde oral associada a risco de cancro do fígado

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Fonte de imagem: DFD Russell Medical Centers

As pessoas com uma má saúde oral podem ter um aumento de 75% do risco de carcinoma hepatocelular (a forma de cancro do fígado mais comum), descobriu um novo estudo.

O estudo, que foi conduzido por investigadores da Universidade Queen, em Belfast, Reino Unido, teve como base a análise de uma coorte com 469.628 indivíduos do Reino Unido.

A equipa investigou a associação entre doenças relacionadas com a saúde oral, como sangramento das gengivas, doença periodontal e mobilidade dentária, e o risco de vários cancros gastrointestinais, como cancro do cólon, fígado, reto e pâncreas.

Como resultado, embora não tenham sido detetadas associações significativas entre a maioria dos cancros gastrointestinais e uma má saúde oral, foi descoberta uma associação significativa com o cancro hepatobiliar.

Efetivamente, ao longo de uma média de seis anos de acompanhamento, 4.069 participantes desenvolveram cancro gastrointestinal.

Em 13% dos casos, os pacientes relataram possuir uma má saúde oral. Estes participantes eram tendencialmente mais jovens, do sexo feminino, de áreas socioeconómicas mais carenciadas e consumiam menos de duas porções diárias de fruta e legumes.

A equipa relatou não perceber bem os mecanismos biológicos subjacentes ao facto de a má saúde oral estar mais fortemente associada ao cancro do fígado, em vez de outros cancros do sistema digestivo.

Uma possível explicação é o potencial papel do microbioma oral e gastrointestinal no desenvolvimento das doenças. “O fígado contribui para a eliminação de bactérias do organismo humano”, explicou Haydée W. T. Jordão, investigadora que liderou o estudo.

“Quando o fígado é afetado por doenças como a hepatite, cirrose ou cancro, a sua função irá deteriorar-se e as bactérias irão sobreviver mais tempo e assim terão o potencial de causarem mais problemas”, elucidou a investigadora.

Outra teoria sugere que os participantes com um número elevado de falhas de dentes poderão alterar a sua alimentação e consumir alimentos mais moles e potencialmente menos nutritivos, o que por sua vez pode influenciar o risco de cancro do fígado.

#Médicos, farmacéuticos y dentistas se unen para alertar de#influencers y #webs que diagnostican y prescriben

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Los Consejos de Colegios de Médicos, Farmacéuticos y de Dentistas alertan sobre la proliferación en redes sociales de personas que recomiendan tratamientos o sugieren diagnósticos y páginas web no autorizadas que venden fármacos

Ante la aparición de algunas páginas web de venta de medicamentos y productos sanitarios que ofrecen a los ciudadanos asesoramiento online sobre tratamientos, así como la proliferación en Redes Sociales de influencers que recomiendan tratamientos que precisan de un diagnóstico y de una prescripción, el Consejo General de Colegios Oficiales de Médico, el Consejo General de Colegios Oficiales de Farmacéuticos y el Consejo General de Colegios de Dentistas se unen para recordar que estas acciones pueden suponer un riesgo para la salud de los pacientes.

En este sentido, los Consejos Generales Sanitarios insisten y recuerdan la normativa vigente, en la que se recoge que los únicos profesionales facultados para recetar medicamentos y productos sanitarios sujetos a prescripción son los médicos, los odontólogos y los podólogos; y siendo los farmacéuticos los únicos competentes para su dispensación informada, previa presentación por el paciente de la correspondiente receta, velando por el cumplimiento de las pautas establecidas por el facultativo responsable del paciente en la prescripción y cooperando en el seguimiento del tratamiento a través de los procedimientos de atención farmacéutica.

 

Jesús Aguilar Santamaría, presidente del Consejo General de Colegios Farmacéuticos, subraya la importancia de cumplir y de hacer cumplir la legislación vigente en esta materia. “Contamos con una normativa clara que garantiza y protege los derechos y la salud de los ciudadanos. Una seguridad de los pacientes que puede verse comprometida por seguir indicaciones o recomendaciones de personal no cualificado, ni capacitado para ello. Una realidad que desde la propia profesión farmacéutica se está denunciando activamente ante las autoridades competentes, nacionales y autonómicas”, señala Jesús Aguilar.

Serafín Romero Agüit, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Médicos, declara que “las autoridades sanitarias (estatales, autonómicas y locales) deben reconocer las consecuencias derivadas de una indicación medicamentosa sin un previo diagnóstico y prescripción facultativa, así como el auge de  consultas online realizadas por profesionales sin la necesaria titulación y sin las competencias reconocidas, como problema de salud pública a escala nacional, incluyéndola explícitamente entre las prioridades reales de las políticas de salud y sanitarias, y cumplir los objetivos marcados en materia de seguridad del paciente y de la iatrogenia. Es obligación del Consejo General de Colegios de Médicos el velar por la seguridad de los ciudadanos y pacientes”.

Requisitos legales

Asimismo, los Consejos Generales Sanitarios recuerdan también que, debido a la proliferación de plataformas online de venta de medicamentos, la Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios (Aemps) emitió un comunicado en agosto explicando los requisitos para la venta legal de medicamentos. En él explica que, según el Real Decreto 870/2013, de 8 de noviembre, por el que se regula la venta a distancia al público, a través de sitios web, de medicamentos de uso humano no sujetos a prescripción médica:

Sólo está permitida la venta de medicamentos no sujetos a prescripción médica, quedando prohibida la venta por procedimientos telemáticos de medicamentos sujetos a prescripción médica.

-La dispensación de medicamentos no sujetos a prescripción médica a través de Internet únicamente la pueden realizar farmacias abiertas al público, legalmente autorizadas y que figuren en el listado publicado por la autoridad competente (https://distafarma.aemps.es).

-La dispensación debe ser directa desde la farmacia, con intervención de un farmacéutico responsable de la dispensación y sin intermediarios.

-Los pedidos se realizarán directamente a la oficina de farmacia, a través del sitio web habilitado al efecto por ésta.

-El transporte de los medicamentos desde la farmacia dispensadora hasta el domicilio indicado por el usuario será responsabilidad de la farmacia.

#Pacientes oncológicos e os cuidados com a #saúde bucal e #dieta nutricional

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médico prescrevendo dieta para paciente oncológico

 

Os pacientes oncológicos submetidos aos tratamentos de radioterapia ou quimioterapia ficam mais suscetíveis a infecções bucais, que podem se espalhar pelo corpo, comprometendo a sua recuperação, alerta a dentista Ana Laura Soares, do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

“Algumas medicações e tratamentos como radioterapia na região da cabeça e do pescoço têm efeitos direto na cavidade oral. Além disso, quando submetidos à quimioterapia, os pacientes podem ter períodos de imunossupressão em que o organismo fica mais susceptível a infecções, sendo a boca considerada o foco/origem de infecções de extrema relevância”, explica Ana Laura Soares.

Portanto, é fundamental que os médicos orientem os seus pacientes sobre a importância da realização do acompanhamento odontológico no início e no decorrer do tratamento oncológico.

Acompanhamento odontológico do paciente com câncer

“Caso a avaliação não ocorra antes do início da terapia oncológica, o paciente deve ser avaliado tão logo tenha condições clínicas para isso. Dessa forma, é possível reduzir esses riscos e, eventualmente, controlar os efeitos colaterais”, salienta a dentista.

A especialista ressalta ainda que cada caso é único e que esse suporte deve ser personalizado, uma vez que nem todos os pacientes têm as mesmas condições e informações, e também não reagem da mesma forma ao tratamento.

“Algumas medicações provocam a mucosite, e esse tipo de inflamação pode se tornar a porta de entrada para infecções secundárias”, explica Ana Laura Soares.

No entanto, outras reações, quando diagnosticadas precocemente, podem ser minimizadas e prevenidas, como a xerostomia e a necrose dos ossos da boca.

Nesse período, a cavidade oral fica mais fragilizada e existe um risco maior de aparecerem feridas na boca. Em razão, disso deve-se reduzir o uso de substâncias com teor alcoólico, com açúcar em sua composição, substâncias abrasivas e com excesso de detergentes. Mas, as recomendações devem ser personalizadas e específicas para cada patologia e tratamento proposto.

Equilíbrio entre a dieta e o tratamento oncológico

Além do acompanhamento da saúde bucal, é essencial que os pacientes encontrem um equilíbrio entre a dieta e o tratamento oncológico, como enfatiza a nutricionista do Centro Especializado em Oncologia, Kátia Braz.

Ela chama atenção para o acompanhamento nutricional em casos de mucosite, xerostomia e outras situações que prejudicam e até desmotivam os pacientes a continuar com o tratamento oncológico.

“É necessário avaliar o quadro clínico de cada paciente para preparar uma dieta especial, de forma que ele evite ingerir alimentos que intensificam a dor e o desconforto causado por essas lesões”, afirma a nutricionista.

 

Dicas nutricionais e precauções

De acordo com a nutricionista Kátia Braz, existem princípios básicos a serem seguidos no tratamento nutricional. Em casos de mucosite, o ideal é evitar o consumo de alimentos ácidos. Já em pacientes que apresentam dor ou dificuldades para deglutir, o recomendado é alterar a consistência dos alimentos, com a adição de uma dieta pastosa, por exemplo:

Mucosite

  • Evitar o consumo de alimentos ácidos;
  • Reduzir o uso do sal e de temperos industrializados na comida;
  • Consumir bebidas em temperatura fria ou gelada;
  • Evitar ingerir condimentos fortes;
  • Dar preferência aos alimentos macios ou dieta pastosa.

Xerostomia

  • Aumentar a ingestão de líquidos;
  • Evitar o consumo de alimentos duros, crocantes ou secos;
  • Evitar café, chá e refrigerante.

 

Odinofagia e disfagia

  • Alterar a consistência dos alimentos para uma dieta pastosa;
  • Evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;
  • Evitar alimentos ácidos;
  • Reduzir o uso do sal na comida;
  • Não utilizar condimentos artificiais;
  • Fracionar a dieta de seis a oito vezes por dia.

Alteração no paladar

  • Consumir frutas ácidas;
  • Utilizar condimentos e especiarias;
  • Consumir alimentos em temperatura fria ou morna, isso tende a reduzir o sabor e melhorar a tolerância.

“No caso específico de pacientes oncológicos, os cuidados nutricionais são de extrema importância para que o organismo do paciente possa suportar todo o tratamento proposto. Um organismo mal nutrido tem uma capacidade menor de tolerar o tratamento do câncer e manter as funções normais básicas de cada indivíduo”, destaca a nutricionista.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED.

Referência:

#Scientists Have Discovered A Drug That Fixes Cavities And Regrows Teeth

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​ Dental fillings may soon be left in the ash heap of history, thanks to a recent discovery about a drug called Tideglusib. Developed for and trialled to treat Alzheimer’s disease, the drug also happens to promote the natural tooth regrowth mechanism, allowing the tooth to repair cavities. Tideglusib works by stimulating stem cells in the pulp of teeth, the source of new dentine. Dentine is the mineralized substance beneath tooth enamel that gets eaten away by tooth decay. Teeth can naturally regenerate dentine without assistance, but only under certain circumstances. The pulp must be exposed through infection (such as decay) or trauma to prompt the manufacture of dentine. But even then, the tooth can only regrow a very thin layer naturally—not enough to repair cavities caused by decay, which are generally deep. Tideglusib changes this outcome because it turns off the GSK-3 enzyme, which stops dentine from forming.

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In the research, the team inserted small, biodegradable sponges made of collagen soaked in Tideglusib into cavities. The sponges triggered dentine growth and within six weeks, the damage was repaired. The collagen structure of the sponges melted away, leaving only the intact tooth. Thus far, the procedure has only been used in mouse teeth. Yet as King’s College London Dental Institute Professor and lead author Paul Sharpe told The Telegraph, “Using a drug that has already been tested in clinical trials for Alzheimer’s disease provides a real opportunity to get this dental treatment quickly into clinics.” He added, “The simplicity of our approach makes it ideal as a clinical dental product for the natural treatment of large cavities, by providing both pulp protection and restoring dentine.”

 

Read more at: https://forum.facmedicine.com/threads/scientists-have-discovered-a-drug-that-fixes-cavities-and-regrows-teeth.41539/?fbclid=IwAR1gdl35bdZ9naPW4kpcLIl_aU3vIDBJXK2ySvTttZA3xFHvj3hhTv6KRUM

#Cigarros eletrónicos prejudicam #saúde oral, revelam estudos internacionais

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cigarros eletrónicos são prejudiciais para a saúde

No mundo ocidental, os cigarros eletrónicos continuam a ganhar popularidade junto dos jovens adultos, fumadores e ex-fumadores por serem considerados uma alternativa mais saudável aos cigarros convencionais. No entanto, dois estudos recentes conduzidos por cientistas nos EUA e no Canadá concluíram que a exposição regular aos vapores dos cigarros eletrónicos provoca lesões nos tecidos gengivais, que podem originar infeções, inflamação e doença periodontal.

Ambos os estudos analisaram o efeito dos cigarros eletrónicos na saúde oral a nível celular e molecular através de testes in vitro. A equipa do Prof. Mahmoud Rouabhia, da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Laval (Quebec), expôs células epiteliais do tecido gengival ao vapor do cigarro eletrónico, concluindo que um elevado número destas células morria em alguns dias. “O epitélio bucal constitui a primeira linha de defesa do organismo contra a infeção microbiana”, explicou Rouabhia. “Este epitélio protege-nos dos vários microrganismos que existem na nossa boca.”

Para simular o que acontece na boca de uma pessoa quando inala, os investigadores canadianos colocaram células epiteliais humanas numa pequena câmara fechada com um líquido similar à saliva. Introduziu-se vapor de cigarro eletrónico a um ritmo de duas inalações de cinco segundos por minuto durante 15 minutos por dia. A observação microscópica revelou que a percentagem de células mortas ou a morrer, que ronda os dois por cento em culturas celulares não expostas, subiu para 18, 40 e 53 por cento após um, dois e três dias de exposição ao vapor do cigarro eletrónico, respetivamente.

“Contrariamente ao que se possa pensar, o vapor do cigarro eletrónico não é composto apenas por água” afirmou Rouabhia stated. “Embora não contenha alcatrão, como o fumo do cigarro convencional, expõe os tecidos bucais e as vias respiratórias a substâncias produzidas pelo aquecimento da glicerina vegetal, do propilenoglicol e dos aromas de nicotina presentes no líquido do cigarro eletrónico.”

Segundo Rouabhia, o efeito cumulativo destes danos celulares não foi ainda documentado, mas é preocupante. “Danificar a barreira protetora da boca pode aumentar o risco de infeção, inflamação e doenças gengivais. A longo prazo pode também aumentar o risco de cancro. Isto é o que iremos investigar no futuro,” concluiu. Investigadores do Centro de Medicina na Universidade de Rochester, nos EUA, obtiveram resultados semelhantes. Dr Irfan Rahman, Professor e Medicina Ambiental na Faculdade de Medicina e Medicina Dentária, e os seus colegas submeteram culturas de células epiteliais do tecido gengival humano e fibroblastos do ligamento periodontal ao vapor de cigarros eletrónicos.

“Demonstrámos que quando o vapor de um cigarro eletrónico é queimado, leva as células da libertar proteínas inflamatórias que, por sua vez, agravam o stress entre células e provocam danos que podem originar várias patologias orais,” explicou. A maioria dos cigarros eletrónicos contém uma bateria, um dispositivo que aquece e um cartucho com líquido que, por norma, contém nicotina, aromas e outros químicos.

Os investigadores dos EUA descobriram que os aromas químicos também prejudicam as células gengivais. “Verificámos que os aromas —alguns mais do que outros—agravavam os danos celulares,” afirmou o autor do estudo Fawad Javed, pós-doutorado residente no Eastman Institute for Oral Health, que integra o Centro Médico da Universidade.

#Diabetes não-diagnosticada associada a ataque cardíaco e periodontite

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Fonte de imagem: Clínica Blasi

As pessoas com diabetes não-diagnosticada correm um maior risco de ataque do miocárdio e de periodontite, atestou um estudo.

Segundo a equipa que conduziu o estudo, do Instituto Karolinska, na Suécia, os resultados demonstram a necessidade de maior colaboração entre os dentistas e os médicos, como a introdução de rastreios da diabetes em clínicas dentárias.

Sabia-se já que a periodontite severa está associada a um risco mais elevado de enfarte do miocárdio e de menor tolerância à glicose. Foi também observado que a diabetes é mais prevalente em pacientes que tenham sofrido um enfarte do miocárdio.

Para o estudo, os investigadores contaram com dados de outro estudo anterior, conhecido como PAROKRANK. O estudo incluía 805 pacientes de enfarte de miocárdio e 805 controlos equiparados em termos de idade, sexo e área de residência.

O estatuto de periodontite dos participantes foi avaliado através de raio-X e o de disglicemia (menor capacidade de metabolizar o açúcar) através de testes de tolerância à glicose.

Foram excluídos os participantes com diagnóstico de diabetes, o que deixou 712 pacientes e 731 controlos, com dados sobre o estatuto de periodontite e de glicose, sendo o último dividido em três categorias: normal, pouca tolerância à glicose e diabetes recém-detetada.

Como resultado, foi verificado que as doenças relacionadas com a glicose não detetadas anteriormente, incluindo diabetes e baixa tolerância à glicose, foram associadas a enfarte do miocárdio. Os pacientes de enfarte do miocárdio apresentavam mais ou menos o dobro de incidência de disglicemia não-detetada do que os controlos saudáveis.

Por outro lado, a diabetes não-detetada foi associada à periodontite severa. Ao analisar os pacientes e os controlos separadamente, a equipa observou que a associação era mais evidente nos pacientes do que nos controlos, talvez pelo facto de muitos dos controlos serem muito saudáveis, com poucos a apresentarem periodontite severa e diabetes não-diagnosticada.

“Os nossos achados indicam que a disglicemia constitui um fator de risco chave para a periodontite severa e o enfarte do miocárdio e que a combinação de periodontite severa e diabetes não detetada aumenta o risco de enfarte do miocárdio”, concluiu Anna Norhammar, investigadora que liderou o estudo.

#Amygdalectomie totale ou #intracapsulaire

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Briac THIERRY, ORL, Chirurgie cervico-faciale pédiatrique, Hôpital Necker-Enfants malades, Paris

Avec 30 000 interventions par an, en France, l’amygdalectomie de l’enfant est le geste chirurgical pédiatrique le plus fréquent. De nombreuses études ont montré la diminution de la douleur postopératoire et la réduction du risque de saignement après la réalisation d’une amygdalectomie intracapsulaire, pour une efficacité similaire à celle de l’amygdalectomie totale. Cet article fait le point sur ces deux indications.

Les deux indications les plus fréquentes sont l’hypertrophie amygdalienne symptomatique avec syndrome d’apnées-hypopnées obstructives du sommeil (SAHOS) qui représente 80 % des indications d’amygdalectomie de l’enfant et l’angine à répétition, définie par la répétition de plus de 5 épisodes d’angines par an, pendant plus de 2 ans d’affilée.
D’autres pathologies moins fréquentes peuvent également être concernées : amygdalite chronique, phlegmon péri-amygdalien récidivant, le syndrome de Marshall ou PFAPA (Periodic fever aphtous stomatitis pharyngitis adenitis) qui est un diagnostic d’élimination. Enfin, une suspicion de tumeur maligne, évoquée devant une hypertrophie amygdalienne asymétrique associée à des adénopathies, de la fièvre, et l’altération de l’état général nécessite une ablation à visée anatomopathologique.
Les techniques opératoires sont actuellement en pleine évolution en Europe. Deux techniques d’amygdalectomie sont proposées : totale ou intracapsulaire. L’amygdalectomie chez l’enfant est de plus en plus proposée en unité de chirurgie ambulatoire.

Techniques opératoires et dénomination

L’intervention est réalisée au bloc opératoire sous anesthésie générale. Lors d’une amygdalectomie totale ou extracapsulaire, on réalise l’ablation de la totalité des amygdales palatines avec leur capsule. Lors d’une amygdalectomie intracapsulaire, aussi appelée partielle ou subtotale, on réalise l’ablation du tissu amygdalien dépassant des piliers. L’incision est donc intraamygdalienne (figure 1). En fin d’intervention, il reste une lame de tissu amygdalien dans le fond des loges (figure 2). Ces interventions ont des durées similaires.


Figure 1. Visualisation per-opératoire. L’incision par radiofréquence est réalisée dans le tissu amygdalien (flèche blanche). On note que l’amygdalectomie intracapsulaire droite a déjà été réalisée.

Figure 2. Visualisation en fin d’intervention. Le tissu amygdalien obstructif a été retiré et ne dépasse pas des piliers amygdaliens. Il n’y a pas de saignement.

L’appellation du geste chirurgical

Cette appellation a un véritable impact sur l’acceptation de l’intervention par les parents. Nous avons proposé d’utiliser la terminologie « amygdalectomie intracapsulaire » au sein de notre équipe plutôt qu’« amygdalectomie partielle ». En effet, le terme « partiel » a pu, de nombreuses fois, être interprété à tort comme péjoratif et témoignant de l’aspect non abouti de la chirurgie. Nous rencontrons moins de réticences avec l’usage du terme « intracapsulaire ».

Indications cliniques chez l’enfant sans comorbidités

Dans le cas le plus fréquent d’obstruction chez l’enfant sans comorbidité, l’indication opératoire est clinique, sans nécessiter d’examen complémentaire. Elle est posée devant la concordance des symptômes de l’obstruction et de l’obstruction à l’examen clinique.
L’interrogatoire est important. L’obstruction est très bien rapportée par les parents. 
Les parents décrivent les périodes d’apnées pendant le sommeil, et savent mimer la reprise inspiratoire bruyante. Souvent, ils ont filmé les épisodes. Ces films courts sont très informatifs, il faut prendre le temps de les regarder lors de la consultation : le diagnostic positif des apnées en est très simplifié. Par ailleurs, on recherchera systématiquement les signes obstructifs et les signes d’hypercapnie associés (tableau) et les signes de gravité de l’obstruction : la stagnation pondérale.

La confirmation de l’obstruction est clinique

L’examen de l’oropharynx à l’abaisse-langue a deux objectifs : confirmer l’hypertrophie amygdalienne et éliminer une bifidité de la luette. Une fibroscopie réalisée en consultation permet de confirmer ou non l’hypertrophie adénoïdienne associée. L’indication opératoire d’amygdalectomie associée ou non à une adénoïdectomie est posée à la fin de la consultation. On précise qu’en cas de luette bifide, l’adénoïdectomie est contre-indiquée du fait du risque d’insuffisance vélaire secondaire.

Examen du sommeil

En cas de SAHOS clinique et en l’absence de comorbidités, les explorations du sommeil ne sont pas obligatoires. En revanche, elles sont nécessaires en cas de trisomie 21, de mucopolysaccharidose, d’obésité, etc. Elles le sont également en cas de discordance entre l’interrogatoire et l’examen physique, notamment en cas d’apnées rapportées mais en présence d’amygdales de petite taille. Enfin, en cas de désaccord entre les parents ou entre les parents et le médecin sur la prise en charge à décider, elles seront systématiquement demandées.
Le syndrome d’apnées du sommeil est diagnostiqué si l’examen du sommeil met en évidence un score d’apnée supérieure à une apnée par heure. En d’autres termes, chez l’enfant, il n’est pas physiologique d’avoir des apnées du sommeil.

Les complications majeures de l’intervention

Le saignement postopératoire

Le saignement est la complication la plus redoutée. Après une amygdalectomie totale, Bennett(1)avait estimé l’incidence du saignement précoce, au cours des 8 premières heures après l’intervention, à 1 % ; et le saignement tardif, jusqu’au 15e jour, entre 1 et 3 %. Le saignement peut entraîner le décès par choc hémorragique, dont l’incidence est estimée à 1/50 000 interventions.

“ L’utilisation de la codéine ou du tramadol n’est plus recommandée”

La douleur postopératoire

Deux articles récents(2,3) ont décrit des effets secondaires graves de l’utilisation d’antalgiques de niveau 2 en postopératoire d’amygdalectomie : 2 décès et 2 comas sont rapportés chez des métaboliseurs ultra-rapides (polymorphisme du cytochrome P450 2D6). L’utilisation de la codéine ou du tramadol n’est donc plus recommandée. Par ailleurs, le paracétamol seul n’est pas suffisant pour traiter les douleurs de l’amygdalectomie totale.

Actualités et modifications des pratiques

Plusieurs études de cohorte(4-6) et revues de la littérature(7-9) de niveau de preuve 1 comparant les techniques d’amygdalectomie ont mis en évidence une nette diminution de la douleur postopératoire après amygdalectomie intracapsulaire, moins d’utilisation d’antalgiques, un retour plus rapide à une alimentation normale, moins de réhospitalisation pour difficulté alimentaire.
L’incidence du saignement postopératoire précoce et tardif est diminuée, de 5 à 10 fois selon les études, dans la technique d’amygdalectomie intracapsulaire, en comparaison avec l’amygdalectomie totale. Cette diminution a été constatée aussi bien dans les revues de la littérature(7) (Zhang IJPO 2017), que dans des études rétrospectives de cohorte pédiatrique(4,6) de Hultcrantz (10 826 enfants) et de Odhagen (35 060 patients), ou dans des études monocentriques, notamment de Sakki(10) (4 951 patients). Les niveaux de preuves des études réalisées sur le sujet, grâce aux qualités méthodologiques, mais aussi au nombre de patients étudiés, ont permis d’établir un changement clair de pratique chirurgicale. L’amygdalectomie intracapsulaire chez l’enfant est aujourd’hui favorisée car :
– son efficacité dans le SAHOS est prouvée à court et long terme ;
– la réduction de l’incidence des saignements post-opératoires immédiats et tardifs est confirmée ;
– la réduction des douleurs postopératoire a été démontrée, ainsi que son corollaire, l’absence d’utilisation d’antalgiques de niveau 2.
En revanche, le principe de la technique chirurgicale étant de laisser un moignon amygdalien, il faut modérer l’efficacité de l’amygdalectomie partielle dans deux situations. L’efficacité pour les angines à répétition reste encore à démontrer : le moignon pourrait se réinfecter. D’autre part, le risque de repousse amygdalienne est, nécessairement, plus important que lors d’une amygdalectomie totale. Le moignon amygdalien peut croître et être de nouveau symptomatique entraînant une obstruction. La chirurgie de reprise, bien que rare, serait de l’ordre de 16 pour 1 000 dans l’étude d’Odhagen(4). Ce risque serait inversement proportionnel à l’âge. Compte tenu des bénéfices attendus sur la douleur et le saignement, de nombreux auteurs considèrent ce risque comme négligeable lors du choix de la technique.

Conclusion

Actuellement, l’amygdalectomie intracapsulaire est la technique proposée de première intention chez l’enfant. Elle est aussi efficace que l’amygdalectomie totale sur les symptômes obstructifs, en entraînant moins de douleur et moins de saignement postopératoire. Son efficacité serait également identique sur les symptômes de l’angine à répétition, ce qui reste à démontrer. Enfin, le risque de repousse amygdalienne symptomatique nécessitant une deuxième intervention, même s’il est faible, doit être pris en compte.

“ L’amygdalectomie intracapsulaire est la technique de première intention”

Références

Cliquez sur les références et accédez aux Abstracts sur

1. Bennett AMD et al. Meta-analysis of the timing of haemorrhage after tonsillectomy: an important factor in determining the safety of performing tonsillectomy as a day case procedure. Clin Otolaryngol 2005 ; 30(5) : 418-23.
2. Kelly LE et al. More Codeine Fatalities After Tonsillectomy in North American Children. Pediatrics 2012 ; 129(5) : e1343-7.
3. Orliaguet G et al. A Case of Respiratory Depression in a Child With Ultrarapid CYP2D6 Metabolism After Tramadol. Pediatrics 2015 ; 135(3) : e753-5.
4. Odhagen E, Stalfors J, Sunnergren O. Morbidity after pediatric tonsillotomy versus tonsillectomy: A population-based cohort study: Tonsillotomy Versus Tonsillectomy Morbidity. The Laryngoscope 2018 ; doi.wiley. com/ 10.1002/lary.27665.
5. Alm F et al. Patient reported pain-related outcome measures after tonsil surgery: an analysis of 32,225 children from the National Tonsil Surgery Register in Sweden 2009– 2016. Eur Arch Otorhinolaryngol 2017 ; 274(10) : 3711-22.
6. Hultcrantz E et al. Paradigm shift in Sweden from tonsillectomy to tonsillotomy for children with upper airway obstructive symptoms due to tonsillar hypertrophy. Eur Arch Otorhinolaryngol 2013 ; 270(9) : 2531-6.
7. Zhang L-Y et al. Tonsillectomy or tonsillotomy? A systematic review for paediatric sleep-disordered breathing. Int J Pediatr Otorhinolaryngol 2017 ; 103 : 41-50.
8. Walton J et al. Systematic review of randomized controlled trials comparing intracapsular tonsillectomy with total tonsillectomy in a pediatric population. Arch Otolaryngol Head Neck Surg 2012 ; 138(3) : 243-9.
9. Windfuhr JP et al. Tonsillotomy: facts and fiction. Eur Arch Otorhinolaryngol 2015 ; 272(4) : 949-69.
10. Sakki A et al. Changing trends in pediatric tonsil surgery. Int J Pediatr Otorhinolaryngol 2019 ; 118 : 84-9.

Parodontite (Pyorrhée)

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Par James T. Ubertalli, DMD, Private Practice, Hingham, MA

 

La parodontite est une forme sévère de gingivite dans laquelle l’inflammation des gencives se propage à toutes les structures d’appui de la dent.

  • La plaque et le tartre se développent entre les dents et les gencives puis diffusent sur l’os sous les dents.

  • Les gencives se tuméfient et saignent, la personne a mauvaise haleine et les dents se déchaussent.

  • Le médecin prend des radiographies et mesure la profondeur des poches parodontales dans la gencive pour déterminer la gravité de la parodontite.

  • Des nettoyages répétés chez un spécialiste et parfois une chirurgie dentaire et un traitement par des antibiotiques sont nécessaires.

La parodontite touche les personnes qui sont susceptibles de présenter une infection plus sévère du tissu parodontal (le tissu qui entoure les dents) que celle qui survient dans la gingivite. De nombreuses maladies et de nombreuses affections, en particulier le diabète (plus spécialement le type 1), le syndrome de Down, la maladie de Crohn, la leucopénie et le SIDA, prédisposent à la parodontite. Chez les personnes infectées par le virus du SIDA, la parodontite progresse rapidement. Le tabagisme, la carence en vitamine C (scorbut), la détresse émotionnelle et, potentiellement, l’obésité, sont également des facteurs de risque de parodontite.

La parodontite peut toucher des personnes de tout âge, y compris les jeunes enfants. Certaines personnes ont une gingivite sévère pendant de nombreuses années sans développer de parodontite. D’autres peuvent développer une parodontite, particulièrement lorsqu’elles sont jeunes (entre 20 et 30 ans), sans avoir jamais présenté de gingivite.

La parodontite est l’une des principales causes des pertes dentaires chez l’adulte et la principale cause chez les personnes âgées. Les infections vont éroder (user) l’os qui maintient les dents en place. L’érosion affaiblit les ligaments et les dents se déchaussent. Une dent lésée peut finir par tomber spontanément ou nécessiter une extraction.

Causes de la parodontite

La majeure partie des parodontites découle d’une inflammation des gencives (gingivite) et d’une accumulation à long terme de plaque dentaire (une pellicule principalement composée de bactéries) et de tartre (plaque dentaire durcie) sur les dents et les gencives. Des poches se forment entre les dents et les gencives et descendent entre les racines des dents et l’os sous-jacent. Ces poches accumulent la plaque dans un environnement dépourvu d’oxygène, ce qui favorise la croissance de formes agressives de bactéries chez les personnes dont le système immunitaire présente certaines sensibilités. La plaque et les bactéries provoquent une inflammation chronique qui endommage le tissu et l’os qui maintiennent les dents en place. Si le processus pathologique se poursuit, une grande quantité d’os est détruite entraînant une mobilité douloureuse de la dent, et les gencives se rétractent. La perte de dents débute typiquement vers les 40 ans.

Le saviez-vous ?

  • La parodontite est la principale cause des pertes dentaires chez les personnes âgées.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Des gencives et une structure osseuse saines maintiennent les dents solidement en place.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

La plaque qui s’accumule irrite les gencives qui deviennent enflammées (gingivite). Avec le temps, la gencive s’écarte de la dent, créant une poche qui se remplit de plus de plaque.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Les poches deviennent plus profondes et la plaque durcit pour se transformer en tartre. Plus de plaque s’accumule sur le dessus.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

L’infection bactérienne se propage à la racine de la dent et détruit ensuite l’os qui soutient la dent. Sans ce soutien, la dent se déchausse et finit par tomber.

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

Parodontite : De la plaque à la perte dentaire

La vitesse à laquelle se développe la parodontite varie considérablement, même chez les personnes qui ont des quantités similaires de tartre. Ces différences existent parce que la plaque dentaire de chaque personne contient des bactéries de type et en nombre différents, et parce que la parodontite est due à la réponse immunitaire différente de la personne face aux bactéries dans la plaque. La parodontite peut entraîner des poussées d’activité de destruction pouvant durer des mois, suivies de périodes où la maladie ne semble apparemment pas provoquer d’autres dommages.

Symptômes de la parodontite

Les symptômes initiaux de la parodontite sont une sensibilité, une tuméfaction, une hémorragie et une couleur rouge vif des gencives ainsi qu’une mauvaise haleine (halitose). À mesure que davantage de matière osseuse est résorbée, les dents deviennent mobiles et changent de position, et la mastication devient plus difficile. Les dents antérieures s’inclinent fréquemment vers l’extérieur. La parodontite ne provoque généralement pas de douleur tant qu’il ne se forme pas d’infection, telle qu’une accumulation de pus (abcès) dans une poche, que les dents sont suffisamment stables pour ne pas bouger au cours de la mastication ou tant que la personne n’a pas de parodontite due au VIH.

Parodontite

Parodontite

Parodontite

CNRI/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Diagnostic de parodontite

  • Examen dentaire par un dentiste

  • Parfois, radiographies

Pour diagnostiquer une parodontite, le dentiste inspecte les dents et mesure la profondeur des poches gingivales à l’aide d’une sonde fine. Des radiographies sont réalisées pour déterminer l’étendue de la perte osseuse.

Traitement de la parodontite

  • Traitement des facteurs de risque

  • Nettoyages professionnels

  • Parfois, chirurgie et extraction d’une dent

  • Parfois, antibiotiques

Les personnes présentant des facteurs de risque, tels que mauvaise hygiène bucco-dentaire, diabète et tabagisme, doivent recevoir des traitements pour ces facteurs de risque. Le traitement des facteurs de risque augmente le succès des traitements de la parodontite administrés par le dentiste.

À la différence de la gingivite, qui disparaît en général avec une bonne hygiène bucco-dentaire (brossage des dents et fil dentaire tous les jours), la parodontite nécessite des soins répétés prodigués par un spécialiste. Les personnes qui ont une bonne hygiène bucco-dentaire ne peuvent nettoyer que jusqu’à 2 ou 3 millimètres au-dessous du bord gingival. Le dentiste, quant à lui, peut nettoyer des poches gingivales de 6 à 7 millimètres de profondeur avec des techniques de détartrage et de polissage radiculaire, en éliminant complètement la plaque dentaire et le tartre tout en améliorant l’état des surfaces radiculaires.

En cas de poches gingivales de profondeur supérieure à 7 millimètres, un traitement chirurgical est souvent nécessaire. Le dentiste ou le parodontologue peut accéder chirurgicalement à la dent sous le bord gingival en soulevant chirurgicalement un lambeau de tissu gingival (chirurgie parodontale). Il nettoie les dents soigneusement et corrige les résorptions osseuses (parfois par une greffe osseuse) sous le lambeau puis il recoud celui-ci. Le dentiste ou le parodontologue peut aussi enlever la portion de gencive mobile et infectée (gingivectomie), ce qui permet au reste de la gencive d’adhérer de nouveau étroitement aux dents, redonnant ainsi à la personne la possibilité d’éliminer la plaque dentaire chez elle. Parfois les dents sont extraites. En cas de douleur après un traitement chirurgical, des bains de bouche à base de chlorhexidine pratiqués pendant une minute deux fois par jour peuvent temporairement se substituer à l’emploi de la brosse à dents et du fil dentaire.

Le dentiste peut prescrire des antibiotiques (comme l’amoxicilline ou le métronidazole), en particulier si une accumulation de pus (abcès) s’est développée. Il peut également insérer un matériau (filaments ou gels) contenant des antibiotiques dans les poches parodontales profondes, permettant à de fortes concentrations d’antibiotiques d’atteindre la zone infectée. Les abcès parodontaux entraînent une poussée de destruction osseuse, mais un traitement chirurgical immédiat associé à une antibiothérapie peut permettre à l’os lésé de se reformer rapidement.

#Identifican #biomarcadores de la saliva eficaces para detectar #cáncer oral

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Investigadores españoles han identificado que los biomarcadores de mARN en saliva son los más eficaces para detectar precozmente cáncer oral, publica ‘Journal of Oral Pathology and Medicine’.

Los biomarcadores en saliva pueden detectar cáncer oral.

Más del 90 por ciento de los tumores malignos en cabeza y cuello tienen su origen en carcinomas de células escamosas que se originan en zonas superficiales de la cavidad oral. Su detección a través de biomarcadores en la saliva puede contribuir a su tratamiento precoz, antes de su transformación en tumores. Investigadores del Grupo de Investigación de Microbiología Oral de la Universidad CEU Cardenal Herrera han realizado una revisión sistemática y un meta-analisis de aquellos marcadores en saliva que presentan mayor eficacia para la detección temprana de cáncer oral en distintos ensayos clínicos. Sus resultados acaban de ser publicados en el Journal of Oral Pathology and Medicine.

Según Verónica Veses, investigadora principal del Grupo y profesora del Departamento de Ciencias Biomédicas de la CEU UCH, “la detección de este tipo de cáncer de células escamosas en las superficies de la boca depende fundamentalmente del examen visual de los profesionales de la salud buco-dental. Por eso es importante encontrar nuevos métodos diagnósticos para ayudar a su detección temprana de forma más certera. Sobre todo, si tenemos en cuenta que el cáncer oral es el origen más frecuente de otros tumores en cabeza y cuello, y que es creciente entre la población joven, debido al consumo de tabaco y alcohol”.

Tres tipos de biomarcadores

El equipo ha realizado una revisión sistemática y un meta-análisis de los ensayos clínicos que hasta ahora han evaluado la eficacia de los tres tipos de biomarcadores de la saliva más prometedores para la detección de este tipo de cáncer oral. Estos marcadores de la saliva son dos tipos de citocinas, proteínas involucradas en la proliferación y diferenciación celular; dos marcadores presentes en el ácido ribonucleico que transfiere el código genético, el ARN mensajero o mARN; y dos más en el microARN (miARN) de la saliva.

Los biomarcadores en saliva del mARN han resultado ser los más eficaces para la detección precoz del carcinoma oral de células escamosas

Los dos biomarcadores del mRNA han resultado los más eficaces para la detección precoz del carcinoma oral de células escamosas y del cáncer de cuello y cabeza, al comparar los resultados obtenidos en los 17 ensayos clínicos revisados en la investigación. Estos ensayos fueron seleccionados como pertinentes para el estudio entre los publicados desde el año 2000 en la base de datos internacional Medline y en el registro internacional de ensayos clínicos: el Central Register of Controlled Trials.

Los resultados actuales forman parte del trabajo fin de rrado de la estudiante de Dentistry en la Universidad CEU Cardenal Herrera Fariah Gaba, bajo la dirección de los profesores Verónica Veses y Chirag Sheth, miembros del Grupo de Microbiologia Oral. Fariah Gaba, que ha obtenido el Premio Extraordinario de Licenciatura por sus estudios de Dentistry en la CEU UCH, ejerce actualmente como odontóloga en Holanda y comenzó su labor investigadora trabajando en uno de los proyectos I+Docencia del citado grupo.