mindfulness

#Programa de redução de estresse baseado em #mindfulness trazem algum benefício para #pacientes oncológicos

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Rio de Janeiro — Em 2010, o programa de redução de estresse baseado em mindfulness foi adaptado para o tratamento de pacientes oncológicos, sendo chamado de Mindfulness-Based Cancer Recovery (MBCR)[1]. Uma das principais pesquisadoras nesse campo, Linda Carlson, da University of Calgary (Canadá), defende que a evidência acerca da eficácia deste tipo de intervenção nessa população é inequívoca[2]. Mas, em mesa-redonda realizada no 20º Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, o psicólogo Tiago Tatton, co-fundador da Iniciativa Mindfulness e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destacou a importância de mais pesquisas sobre o tema com maior rigor metodológico, pois, embora haja muitos estudos clínicos randomizados e revisões, os trabalhos apresentam, em geral, baixa qualidade metodológica.

Segundo Tatton, mindfulness é “a capacidade de prestar atenção de forma intencional nos próprios processos cognitivos e comportamentos, momento a momento, com uma atitude aberta, curiosa e sem julgamento, e o treinamento pode ajudar a desenvolver essa capacidade”.

Em geral, as intervenções baseadas em mindfulness têm duração de oito semanas. São realizados encontros semanais de aproximadamente duas horas, nos quais são ensinados exercícios e práticas. Um dos objetivos do programa é quebrar o ciclo de ruminação e preocupação patológica. A estratégia ajudaria, por exemplo, a aprender como aceitar que o ser humano é incapaz de controlar ou mudar o curso da progressão da doença.

Sobre as evidências, o psicólogo explicou que “ensaios clínicos randomizados de qualidade relativamente alta trazem evidências positivas de mindfulness para pacientes oncológicos com sintomas de ansiedade e depressão”. Mas ressaltou que, quando se trata de benefícios psicológicos em geral, poucos estudos mostram evidências claras e bem construídas.

São vários os problemas observados nas pesquisas na área, segundo o especialista. Entre eles, tamanhos inadequados das amostras, falta de controles adequados (ativos), manipulação incorreta de dados, superestimação, falta de pesquisas mostrando efeitos adversos, bem como medidas e intervenções muito heterogêneas.

Uma revisão sistemática publicada esse ano sugere que intervenções baseadas em mindfulness possam estar envolvidas na mudança de um perfil depressivo/carcinogênico de citocinas para um padrão mais normalizado. No entanto, os autores destacam a necessidade de mais estudos controlados randomizados sobre o tema[3].

Mesmo diante das limitações das pesquisas atuais, Tatton afirmou que as conclusões são promissoras. Uma revisão da Dra. Carlson apontou que há evidência nível 1 para a eficácia dessas intervenções em oncologia[4].

Mindfulness no manejo da dor

Quanto aos efeitos sobre a qualidade de vida, o fisioterapeuta acupunturista, Guaraci Ken Tanaka, instrutor certificado de mindfulness, e pesquisador do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ), integrante da mesa-redonda, afirmou que os estudos apontam tendência de melhora no bem-estar. Uma revisão incluindo 11 estudos quantitativos e dois qualitativos, que tratavam do uso de intervenções de mindfulness no cuidado oncológico revelou melhora na qualidade de vida e aumento do enfrentamento. Melhora na dor foi observada quando há muitas sessões[5].

“Embora o programa esteja hoje visto como uma intervenção de oito semanas, essa prática é para a vida toda”, disse.

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada mais recentemente identificou tendência de melhora da dor, estresse, espiritualidade e sono, porém os resultados não foram significativos[6].

“A dor não melhora, mas os pacientes passam a ter uma relação melhor com ela”, disse Tanaka.

Princípios psiconeurobiológicos

O fisioterapeuta Marcelo de França do IPUB/UFRJ, que também participou da mesa-redonda, explicou que o mindfulness promove o estímulo da dominância do sistema nervoso autônomo (SNA) parassimpático. Tal estímulo leva à melhor regulação da dinâmica do cortisol, ou seja, este hormônio voltaria a um padrão mais fisiológico (até então, ele estaria modificado pelo processo de adoecimento).

Para França, o treinamento de mindfulness tem demonstrado melhorar a ruminação, a autorregulação emocional, a memória de trabalho e a flexibilidade cognitiva[7]. No entanto, a desinformação e a baixa qualidade metodológica associada a estudos anteriores podem levar o público a ser prejudicado, enganado e a se decepcionar[8].

Prática sem indicação e orientação adequada pode ser prejudicial

O interesse do público em mindfulness tem impulsionado a exploração econômica desse mercado, algo que suscita cuidado, pois a prática sem a devida indicação e sem orientação por instrutor capacitado pode causar problemas, visto que a intervenção não é isenta de efeitos adversos[9].

“Na intervenção de mindfulness os praticantes são convidados a um ‘mergulho interno’ e, algumas vezes, isso pode abrir um ‘esgoto’”, alertou o psicólogo Tatton, afirmando que o indivíduo pode não estar preparado para lidar com a carga emocional revelada pela prática, necessitando de um encaminhamento para atendimento psicológico.

Quanto aos efeitos adversos, França disse que os mais reportados são ansiedade e pânico após a prática.

“Talvez essa intervenção não seja a mais indicada como primeiro tratamento”, reforçou.

Para Tanaka, é importante destacar que essas estratégias foram desenvolvidas para pessoas que têm algum problema. “Hoje em dia, no entanto, elas têm sido arbitrariamente usadas por indivíduos saudáveis, pessoas sem indicação alguma”, disse.

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#Ultrabrief #mindfulness training reduces #alcohol consumption in at-risk drinkers

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Mindfulness was found to be more effective than relaxation techniques in reducing drinking during one-week follow-up.
A brief mindfulness intervention significantly reduced alcohol consumption among at-risk drinkers, even with minimal encouragement to use this strategy outside of an experimental context.
A randomised double-blind study compared the isolated effects of just 11 minutes of supervised mindfulness instruction against a closely matched active control group that received training in relaxation techniques, on the subjective, physiological and behavioural indices of maladaptive alcohol responding in drinkers at-risk of harm from alcohol use. Simple follow-up instructions on strategy-use were provided, but practice was unsupervised and not formally monitored.
While both groups showed acute reductions in craving after training, only the mindfulness group showed a reduction in past-week alcohol consumption at the seven-day follow-up, drinking 9.31 units of alcohol less than the preceding week. No significant reduction was seen in the relaxation group. The findings are reported in the International Journal of Neuropsychopharmacology .
Future research should include a reassessment of subjective and physiological cue-reactivity and acute drinking behaviour measures to determine the longer-time effects of mindfulness/relaxation on these important outcomes, concluded the authors.
“Some might think that mindfulness is something that takes a long time to learn properly, so we found it encouraging that limited training and limited encouragement could have a significant effect to reduce alcohol consumption,” commented co-author Damla Irez.

#Mindfulness and # hypnosis reduce # pain in hospital patients

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Experts say mindfulness training and hypnotic suggestion are a useful adjunct to medical pain management.

Brief, single-session mind-body interventions delivered by hospital social workers led to clinically significant improvements in pain and related outcomes among patients in a new trial , the findings of which are published in theJournal of General Internal Medicine .

In the year-long study, 244 patients reporting intolerable pain or inadequate pain control were randomised to receive a scripted session in one of three interventions: mindfulness, hypnotic suggestion or pain coping education.

While all three types of intervention reduced patients’ anxiety and increased their feelings of relaxation, participants in the mind-body interventions groups reported significantly lower baseline-adjusted pain intensity post-intervention than those assigned to psycho-education. Mindfulness was associated with a 23 per cent reduction in pain from baseline, suggestion achieved a 29 per cent reduction, and education reduced pain by 9 per cent. Patients receiving two mind-body therapies also reported a significant decrease in their perceived need for opioid medication.

“It was really exciting and quite amazing to see such dramatic results from a single mind-body session,” said Eric Garland, lead author of the study. “These brief mind-body therapies could be cost-effectively and feasibly integrated into standard medical care as useful adjuncts to pain management.”
The team is now hoping to reproduce the findings in a larger cohort.

El # ‘mindfulness’ para combatir el #estrés también puede reducir los niveles de # azúcar en sangre (Obesity)

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Podría jugar un papel en la prevención y tratamiento de la diabetes.

Podría jugar un papel en la prevención y tratamiento de la diabetes.

Investigadores de la Pennsylvania State University (Estados Unidos) han descubierto que el ‘mindfulness’ puede ayudar a las mujeres con sobrepeso a bajar su nivel de estrés y, al mismo tiempo, contribuir a una reducción de sus niveles de azúcar en sangre.

En su trabajo, cuyos resultados publica la revista “Obesity”, pusieron a prueba un programa de reducción de estrés de ocho semanas basado en el ‘mindfulness’, un plan intensivo de entrenamiento que incluye diferentes ejercicios de meditación, relajación y ejercicios corporales para reducir la ansiedad.

Esta estrategia se ideó hace décadas en el University of Massachusetts Medical School (UMMS) en Worcester para ayudar a los pacientes a controlar el dolor y el estrés mientras reciben tratamiento de un cáncer u otras enfermedades graves, pero ahora se ofrece para una amplia variedad de indicaciones.

El estudio incluyó a un total de 86 mujeres que fueron divididas bien para participar en este programa de ‘mindfulness’ o en un programa de educación de la salud que se centraba en la dieta y el ejercicio. En ambos casos, el objetivo principal era ver si conseguían reducir el estrés.

Después de las ocho semanas que duró el programa e incluso 16 semanas después, los autores analizaron los cambios en los niveles de estrés, humor, calidad de vida, sueño, presión arterial, azúcar en sangre y peso.

De este modo, vieron que los participantes en el grupo de ‘mindfulness’ redujeron su nivel de estrés, en comparación con el grupo control, pero en el caso de las mujeres también observaron un nivel más bajo de azúcar en sangre, unos 9 miligramos por decilitro de sangre.

Además, en ambos grupos se observó una mejora del estrés psicológico, la ansiedad y el sueño, pero en cambio en ninguno hubo pérdida de peso y mejores niveles de colesterol o de respuesta a la insulina, hormona encargada de controlar el azúcar en sangre.

“Se necesitan más estudios para determinar más beneficios a largo plazo del ‘mindfulness’ para el sobrepeso y si también puede jugar algún papel en la prevención y tratamiento de la diabetes”, ha reconocido Nazia Raja-Khan, autora del estudio.

Nova abordagem não farmacológica pode ajudar na #dor crônica

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Nancy A. Melville

PITTSBURGH — Uma intervenção psicoterapêutica inovadora envolvendo a desconstrução da resposta emocional à dor e o uso de mindfulness para obter mais controle mostra eficácia como uma abordagem não farmacológica para tratar a dor crônica, e também para reduzir o mau uso de opioides.

A intervenção, chamada de melhoria da recuperação orientada por mindfulness (Mindfulness-Oriented Recovery EnhancementMORE), integra os aspectos do mindfulness (atenção plena) com outras facetas da psicoterapia, disse o criador da intervenção, Eric Garland, reitor associado de pesquisas no College of Social Work na University of Utah, em Salt Lake City, na apresentação da pesquisa do Encontro Científico Anual de 2017 da American Pain Society (APS).

“O MORE une os aspectos complementares do treinamento de mindfulness, terapia cognitivo-comportamental (TCC) de terceira geração, e princípios de psicologia positiva”, disse ele.

A terapia, detalhada no site de Garland, é especificamente direcionada para a desregulação hedônica que ocorre com o vício, o estresse e a dor crônica, e foca em três componentes: o mindfulness, envolvendo controle da atenção; o reavaliação, envolvendo flexibilidade psicológica; e o saborear, com foco no processamento de recompensas.

Aspectos da abordagem buscam especificamente desconstruir respostas emocionais que possam perpetuar e piorar a dor crônica, e utilizam ferramentas de visualização para obter perspectiva, disse Garland.

“Alguns pacientes com dor crônica experimentam a dor emocionalmente como uma entidade imutável, sobre a qual colocam uma camada de sofrimento, dizendo coisas como ‘Por que eu?’ e ‘Essa dor está arruinando minha vida'”.

“Nós ensinamos habilidades aos pacientes para remover essa camada emocional e decompor a experiência em sensações sensoriais subcomponentes”, disse ele.

“Por exemplo, em vez de perceber a dor como essa terrível angústia e experiência emocional, pedimos aos pacientes que foquem na dor como um conjunto de sensações de calor, ou aperto ou formigamento, e também que prestem atenção nos espaços entre essas sensações, quando não existe sensação nenhuma”.

“Lidar com qualquer uma dessas sensações pode ser mais fácil do que a experiência monolítica da dor como um todo”.

Outra sessão da intervenção envolve o foco da atenção em um buquê de flores para gerar e substituir uma recompensa emocional a partir de uma recompensa natural em vez de uma fonte relacionada a medicamentos.

Em um estudo randomizado controlado da intervenção, publicado em 2014, 115 pacientes com dor crônica por uma média de 10,4 anos foram aleatoriamente inscritos para a intervenção MORE ou um grupo de apoio padrão por oito semanas. Aqueles no grupo MORE mostraram reduções significativas na gravidade da dor.

Vários estudos recentes demonstraram melhoras significativas na dor crônica associadas com a intervenção, incluindo um efeito indireto na reinterpretação de sensações dolorosas e não reatividade a experiências aversivas, disse Garland.

“Os estudos mostraram que os efeitos do MORE foram dirigidos pela capacidade de reinterpretar a dor como uma informação sensorial inócua, além da não reatividade a pensamentos e emoções estressores”, acrescentou ele.

Uma subanálise publicada esse ano na Drug and Alcohol Dependence usando dados do estudo mostrou melhorias intrigantes no afeto positivo, e reduções no mau uso de opioides associadas com a intervenção.

Os achados mostraram especificamente maiores melhorias nas medidas de dor momentânea (P = 0,01) e afeto positivo (P = 0,004) no grupo MORE em comparação com o grupo de apoio, e ao longo do curso de tratamento os pacientes tiveram probabilidade significativamente maior de exibir regulação do afeto positivo (odds ratio = 2,75).

Adicionalmente, melhorias no afeto positivo (mas não na dor) durante a intervenção foram associadas com risco reduzido de mau uso de opioides no pós-tratamento (P = 0,02).

Outra análise dos dados, publicada em fevereiro no Clinical Journal of Pain, mostrou um efeito positivo do MORE em deficiências na capacidade hedônica, que podem ocorrer na dor crônica, caracterizadas por aumento da sensibilidade a estados de aversão e insensibilidade a recompensas naturais.

Na análise, a disposição de mindfulness dentre aqueles do grupo MORE, avaliada pelo Five Facet Mindfulness Questionnaire, foi associada a pontuações na capacidade hedônica, avaliadas pela Snaith-Hamilton Anhedonia and Pleasure Scale (P < 0,001).

“À luz dessa associação, é plausível que intervenções que aumentem a mindfulness possam reduzir o prejuízo relacionado a dor entre pacientes que utilizam opioides ao aumentar a capacidade hedônica”, concluem os autores.

Garland concluiu que a abordagem MORE poder ter efeitos muito poderosos.

“Ensinar os pacientes a ‘aproveitar o bom’ e a saborear prazeres naturais e saudáveis pode fornecer o sinal de aprendizado necessário para restaurar a regulação hedônica adaptativa, e, por fim, reverter o vício”, disse ele.

Garland declarou não possuir conflitos de interesses relevantes.

Encontro Científico Anual de 2017 da American Pain Society (APS). Apresentado em 20 de maio de 2017.

El #’mindfulness’ ha demostrado su efectividad para calmar el #estrés

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La práctica de atención plena promueve la serenidad.

La práctica de atención plena promueve la serenidad.

Rafael Nieto Rivera, psicólogo especialista en neuroeducación, terapeuta familiar, supervisor docente y psicoterapeuta acreditado por la Federación Española de Asociaciones de Psicoterapia (FEAP), ha asegurado en los Cursos de Verano de la Universidad Pablo de Olavide (UPO) en Carmona (Sevilla) que “la práctica de atención plena promueve la serenidad y tiene demostrada su efectividad a la hora de calmar el estrés”. Esta técnica “influye absolutamente en nuestro sistema nervioso central a nivel de afecto y emociones, pero también a nivel del aprendizaje”.

El experto ha explicado el funcionamiento de esta terapia en el ámbito educativo: “esta perspectiva incide en todos los planos de tal manera que influye a medio o largo plazo, tanto en el alumnado como en el profesorado”, ha asegurado. El ‘mindfulness’ o ‘práctica de atención plena’ “promueve la serenidad, algo que hace falta en este mundo, tanto en nuestros comportamientos como en el ritmo propio de la vida”.

El psicólogo ha expresado que la Neurociencia es un campo muy amplio, se trata de un estudio del cerebro “o como lo llamamos nosotros, mente humana”, ha aclarado. Esta ciencia estudia el cerebro para entender algunas disfunciones a nivel mental. Ha señalado que dentro de la Neurociencia también hay un campo que se llama neurobiología interpersonal, que aglutina a profesionales del ámbito de la neurociencia, la medicina y la psicoterapia para estudiar qué ocurre en el cerebro humano cuando las personas sufren: “La Neurociencia tiene la particularidad que le preocupa lo que pasa con las emociones humanas, como se estructura la fisiología del cerebro”, ha asegurado.

Asimismo, el experto en terapia familiar ha explicado el procedimiento a seguir ante un conflicto que repercuta en el núcleo familiar: “La perspectiva familiar reúne a los miembros de la familia para afrontar una crisis, sufrimiento o conflictos. Es una manera de entender la salud, pero también los conflictos”. Para Rafael Nieto, se trata de ver la perspectiva de cada uno de los miembros de la familia y “afrontar esos problemas dentro de un clima de equipo, haciendo que todos los miembros del sistema familiar se involucren para solucionar el conflicto”.

Para el psicoterapeuta, la psicología de apego es muy importante en el desarrollo humano: “Desde el momento en que nacemos establecemos un vínculo con quien nos cuida principalmente, las personas adultas significativas”. Además, ha aclarado que “es una psicología que tiende a estudiar cómo se construye el vínculo del apego, cómo el niño o la niña va creciendo y construyendo un modelo en su mente de vinculo, de relación”.

Para el experto, se trata de “un campo muy importante porque lo que se descubre es que cuando existe sufrimiento de nuevo, el bebé crece con un modelo, interioriza una manera de relacionarse con la figuras adultas”. Tras su explicación, ha expresado que este proceso “lleva a tener un enfoque al diagnosticar un problema de comportamiento o salud mental del adolescente o del adulto”.

Por otro lado, el especialista ha presentado en una ponencia el Proyecto ‘REFLEXIÓN_A’, en el que ha participado junto con dos educadoras, Paqui Bretón y Montse Bárcenas. “Es un programa que trata, básicamente, de buscar, no sólo una solución al conflicto que se ha generado y no se ha resuelto bien, terminando en agresión o acoso”, sino que este proyecto, según Nieto “revierte ese proceso y ayuda en primer término a la niña o al niño víctima del acoso y, al mismo tiempo, trabaja con las personas que agreden”.

El programa ha establecido que la persona agredida pueda recibir una reparación a nivel psicológico, con la ayuda de los adultos, “salir con buen pie de esa experiencia tan amarga”. Asimismo, también ha señalado que el objetivo también es “ayudar a los agresores, en el sentido de pagar su comportamiento y sustituirlo por otro más social, mucho más adaptativo y cooperador”, ha sentenciado.

Además, el experto ha señalado que “es un trabajo que trata de reunir a todas las personas significativas que están alrededor de la situación, para que entre todos reconstruyamos un clima de buen ambiente dentro del aula”. La idea es tener un “carácter mediador, reconciliador, no aplicar ideas castigadoras y punitivas”.

Si bien, el profesional de la psicología ha expresado que, en el proyecto, “hay que poner unos límites, tenemos claro que los agresores deben conocer las consecuencias que supondría continuar con sus comportamientos”. Ha recalcado que el daño lo recibe en primera instancia la víctima de la agresión, pero “también se dañan a sí mismas las personas que agreden, puesto que alteran su propio sistema nervioso”, ha puntualizado.

Novel Nondrug Approach May Help Chronic Pain

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Nancy A. Melville

PITTSBURGH — An innovative psychotherapeutic intervention involving the deconstruction of the emotional response to pain and the use of mindfulness to gain more control shows some efficacy as a nonpharmacologic approach to not only manage of chronic pain but also  reduce misuse of opioids.

The intervention, called mindfulness-oriented recovery enhancement (MORE), integrates aspects of mindfulness with other facets of psychotherapy, said its developer, Eric Garland, PhD, associate dean for research in the College of Social Work at the University of Utah, Salt Lake City, in presenting the research here at the American Pain Society (APS) 2017 Annual Scientific Meeting.

“MORE unites complementary aspects of mindfulness training, third-wave cognitive-behavioral therapy (CBT), and principles of positive psychology,” he said.

The therapy, detailed on Dr Garland’s website, specifically targets the hedonic dysregulation that occurs with addiction, stress, and chronic pain and focuses on three components: mindfulness, involving attentional control; reappraisal, involving psychological flexibility; and savoring, with a focus on reward processing.

Aspects of the approach specifically strive to deconstruct the emotional responses that can perpetuate and worsen chronic pain and to use visualization tools to gain perspective, Dr Garland said.

“Some chronic pain patients experience pain emotionally as an unchanging entity over which they lay a layer suffering, saying things like ‘Why me?’ and ‘This pain is ruining my life’.”

“We teach patients skills to remove the emotional overlay and to decompose the experience into subcomponent sensory sensations,” he said.

“For example, rather than experiencing the pain as this terrible anguish and emotional experience, we ask patients to focus on the pain as a cluster of sensations of heat, or tightness or tingling, as well as to pay attention to the spaces between such sensations, when there is no sensation at all.

“Coping with any one of the sensations may be more manageable than the monolithic experience of pain as a whole.”

Another session of the intervention involves focusing mindfully on a bouquet of flowers to generate and shift emotional reward from a natural reward as opposed to a drug-related source.

In a randomized, controlled trial of the intervention published in 2014, 115 patients with chronic pain for a mean of 10.4 years were randomly assigned to the MORE intervention or a standard support group for 8 weeks. Those in the MORE group showed significant reductions in pain severity.

Several recent studies have further demonstrated significant improvements in chronic pain associated with the intervention, including an indirect effect of reinterpretation of pain sensations and nonreactivity to aversive experiences, Dr Garland said.

“The studies showed the effects of MORE were driven by the capacity to reinterpret pain as innocuous sensory information as well as having nonreactivity to stressful thoughts and emotions,” he added

A subanalysis published this year in Drug and Alcohol Dependence using data from the study showed intriguing improvements in positive affect and reductions in misuse associated with the intervention.

The findings specifically showed greater improvements in measures of momentary pain (P = .01) and positive affect (P = .004) in the MORE group compared with the support group, and over the course of treatment, patients were significantly more likely to exhibit positive affect regulation (odds ratio, 2.75).

Additionally, improvements in positive affect (but not pain) during the intervention were associated with reduced risk of misusing opioids by post-treatment (P = .02).

Another analysis of the data, published in February in the Clinical Journal of Pain, showed a positive effect of MORE on deficits in hedonic capacity that can occur in chronic pain, characterized by increased sensitivity to aversive states and insensitivity to natural rewards.

In the analysis, dispositional mindfulness among those in the MORE group, assessed with the Five Facet Mindfulness Questionnaire, was associated with hedonic capacity scores, assessed on the Snaith-Hamilton Anhedonia and Pleasure Scale (P < .001).

“In light of this association, it is plausible that interventions that increase mindfulness may reduce pain-related impairment among opioid-using patients by enhancing hedonic capacity,” the authors conclude.

Dr Garland concluded that the MORE approach could have highly powerful effects.

“Teaching patients to ‘take in the good’ and mindfully savor natural, healthy pleasures may provide the learning signal needed to restore adaptive hedonic regulation and, ultimately, reverse addiction,” he said.

Dr Garland has disclosed no relevant financial relationships.

American Pain Society (APS) 2017 Annual Scientific Meeting.  Presented May 20, 2017.