Centers for Disease Control and Prevention (CDC)

#Na contramão: alguns tipos de #câncer relacionados com o #peso corporal estão em ascensão nos EUA

Postado em

Nick Mulcahy

A incidência global de câncer tem diminuído nos Estados Unidos desde a década de 90. No entanto, na contramão dessa tendência, alguns tipos de câncer relacionados com o peso corporal aumentaram todos os anos de 2005 a 2014, indicam novos dados dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC).

O sobrepeso e obesidade estão associados a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer entre adultos norte-americanos, e os dados recém-divulgados e publicados on-line em 03 de outubro no Morbidity and Mortality Weekly Report, revelam as tendências desses 13 tipos de câncer.

Durante o período de 10 anos do estudo, a incidência de seis tipos de câncer aumentou significativamente todos os anos: câncer de tireoide (4,0% ao ano), câncer de fígado (2,9%), câncer de estômago (cárdia, 1,2%), câncer de endométrio (1,1%), câncer de pâncreas (0,8%) e câncer de rim (0,7%).

Por outro lado, a incidência de três tipos de câncer diminuiu significativamente a cada ano: meningioma (- 3,8%), câncer colorretal (- 2,9%) e câncer de ovário (- 2,0%).

A incidência dos quatro tipos câncer restantes permaneceu estável: adenocarcinoma de esôfago, câncer da vesícula biliar, mieloma múltiplo e câncer de mama após a menopausa.

“O relatório de hoje mostra que no caso de alguns tipos de câncer, estamos indo na direção errada”, disse a Dra. Anne Schuchat, médica e vice-diretora dos Centers for Disease Control and Prevention, durante uma entrevista coletiva por telefone.

Em geral, a incidência de câncer relacionado com o peso corporal diminuiu 2% entre 2005 e 2014, de acordo com os autores, liderados pela Dra. C. Brooke Steele, médica osteopata da Divisão de Prevenção e Controle do Câncer dos Centers for Disease Control and Prevention.

Somente quando o câncer colorretal foi retirado desses cálculos, houve um aumento de 7% dos tipos de câncer relacionados com sobrepeso ou obesidade durante esse período.

Os autores dos CDCexplicaram por que eles incluíram e retiraram o câncer colorretal em suas análises de tendências para o período de 2005 a 2014.

“Como o rastreamento do câncer colorretal pode reduzir a incidência dele por meio da detecção de pólipos pré-cancerosos antes de malignizarem, analisamos as tendências com e sem o câncer colorretal” escreveram os pesquisadores.

Em geral, os índices de câncer não relacionado com obesidade diminuíram entre 2005 e 2014, observaram os autores do artigo.

A equipe dos CDCtambém analisou a incidência somente em 2014. Os pesquisadores relatam que os tipos de câncer associados a excesso de peso e obesidade representaram 40% das neoplasias diagnosticadas nos EUA naquele ano. Cerca de dois em cada três casos desses tipos de câncer ocorreram entre adultos dos 50 aos 74 anos de idade.

“A maioria dos adultos norte-americanos tem peso acima do recomendado — e o sobrepeso ou a obesidade colocam as pessoas em situação de maior risco de ter vários tipos de câncer; portanto, estas descobertas são motivo de preocupação, disse a Dra. Brenda Fitzgerald, médica e diretora do Centers for Disease Control and Prevention, no comunicado à imprensa que acompanhou o novo relatório.

“Ao alcançar e manter um peso saudável todos podemos desempenhar algum papel na prevenção do câncer”.

A incidência dos tipos de câncer relacionados com o peso em 2014 também foi maior entre as mulheres do que entre os homens, bem como entre os adultos negros e brancos em comparação aos adultos de outras origens étnicas e/ou raciais.

No novo estudo, o sobrepeso foi definido como um índice de massa corporal (IMC) de 25 a 29,9 kg/m2; a obesidade foi definida como um IMC de 30 kg/m2 ou mais. O índice de massa corporal é obtido ao dividir o peso de uma pessoa (em quilogramas) pelo quadrado da sua altura (em metros).

MMWR Morb Mortal Wkly Rep. Publicado on-line em 3 de outubro de 2017.

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#Contrary Trend: Some #Weight-Related Cancers on Rise in US

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Nick Mulcahy

Overall cancer rates have been declining in the United States since the 1990s. But contrary to this trend, some weight-related cancers were on the rise annually from 2005 to 2014, new data from Centers for Disease Control and Prevention (CDC) indicate.

Excessive body weight is associated with at least 13 different types of cancer among American adults, and the newly released data, which were published online today in the Morbidity and Mortality Weekly Report, reveal trends for those 13 cancers.

During the 10-year study period, incidence rates increased significantly each year for six of the cancers: thyroid cancer (4.0% per year), liver cancer (2.9%), gastric cardia cancer (1.2%), endometrial cancer (1.1%), pancreatic cancer (0.8%), and kidney cancer (0.7%).

On the other hand, incidence rates decreased significantly each year for three cancers: meningioma (-3.8%), colorectal cancer (-2.9%), and ovarian cancer (-2.0%).

The incidence rates were stable for the remaining four cancers: adenocarcinoma of the esophagus, gallbladder cancer, multiple myeloma, and postmenopausal breast cancer.

“Today’s report shows in some types of cancers, we are going in the wrong direction,” said Anne Schuchat, MD, deputy director of the CDC, during a telephone call with reporters.

Overall, the rate of weight-related cancers decreased by 2% between 2005 and 2014, according to the authors, led by C. Brooke Steele, DO, of the CDC’s Division of Cancer Prevention and Control.

Only when colorectal cancer was dropped from these calculations was there an increase of 7% of overweight- or obesity-related cancers during this period.

The CDC authors explained why they both included and dropped colorectal cancer in their analysis of trends for the period 2005-2014.

“Because screening for colorectal cancer can reduce colorectal cancer incidence through detection of precancerous polyps before they become cancerous, trends with and without colorectal cancer were analyzed,” they write.

Overall, the rates of non-obesity-related cancers declined during 2005-2014, the report authors also observed.

The CDC team also looked at incidence rates in 2014 alone. They report that cancers associated with overweight and obesity accounted for 40% of cancers diagnosed in the United States in that year. About 2 in 3 of these cancers were in adults aged 50 to 74 years.

“A majority of American adults weigh more than recommended ― and being overweight or obese puts people at higher risk for a number of cancers ― so these findings are a cause for concern,” said Brenda Fitzgerald, MD, director of the CDC, in a press statement that accompanied the new report. “By getting to and keeping a healthy weight, we all can play a role in cancer prevention.”

Weight-related cancer incidence rates in 2014 were also higher among females than males and were higher among black and white adults compared with adults in other ethnic/racial groups.

In the new study, overweight was defined as having a body mass index (BMI) of 25 to 29.9 kg/m2; obesity was defined as having a BMI of 30 kg/m2 or higher. BMI is a person’s weight in kilograms divided by the square of the person’s height in meters.

MMWR Morb Mortal Wkly Rep. Published online October 3, 2017. Full text

 

Publicadas as aguardadas diretrizes do CDC sobre prevenção de infecção do sítio cirúrgico

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Diana Swift

Os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos publicaram uma atualização de recomendações baseadas em evidências para a prevenção de infecções do sítio cirúrgico (ISCs). As diretrizes cobrem 14 áreas principais e foram elaboradas com a intenção de incorporação em programas de melhoria de qualidade cirúrgica existentes para maior segurança do paciente.

As recomendações de 2017, publicadas on-line no periódico JAMA Surgery, substituem as diretrizes para ISC de 1999 dos CDC, que foram publicadas antes do uso rotineiro da pontuação baseada em evidências.

Após uma revisão sistemática da literatura inicial de mais de 5000 itens publicados entre 1998 e 2014, o Healthcare Infection Control Practices Advisory Committee do CDC estabeleceu 170 estudos elegíveis para análise. Usando uma versão modificada da abordagem padrão GRADE (Grading of Recommendations, Assessment, Development, and Evaluation), o painel avaliou a qualidade das evidências e o equilíbrio entre benefícios e riscos, determinando um nível de força para cada recomendação, variando de 1A (forte recomendação com evidência de qualidade alta a moderada) a sem recomendação/questão não resolvida. Das 42 assertivas, 25 terminaram com a condição sem recomendação/condição não resolvida.

Dentre as recomendações atualizadas:

  • Orientar os pacientes a tomar banho lavando o corpo todo com sabonete (antimicrobiano apenas se necessário) ou agente antisséptico não antes da noite da véspera da cirurgia.
  • Antes de cesárea, administrar profilaxia antimicrobiana antes da incisão.
  • Na maioria dos casos, usar um agente alcoólico para preparo da pele na sala operatória.
  • Não é necessário utilizar campos adesivos plásticos com ou sem propriedades antimicrobianas para prevenir ISCs.
  • Para procedimentos limpos e potencialmente contaminados, não realizar doses antimicrobianas profiláticas adicionais após fechamento da incisão cirúrgica, mesmo se o paciente permanecer com dreno.
  • Não aplicar agentes antimicrobianos tópicos na incisão.
  • Manter o controle glicêmico intraoperatório em pacientes diabéticos e não diabéticos, tendo como alvo níveis séricos de glicose de menos de 200 mg/dL.
  • Manter a normotermia do paciente.
  • Em pacientes com função pulmonar normal submetidos a anestesia geral com entubação endotraqueal, administrar uma fração inspirada de oxigênio mais elevada durante a cirurgia e após extubação no período pós-operatório imediato.
  • Não deixar de utilizar transfusão de hemocomponentes como forma de prevenir ISC.

“Essas diretrizes foram desenvolvidas em parceria com sociedades cirúrgicas de especialidades, e seus coautores designados, que ajudaram a certificar que as recomendações apoiassem as necessidades da área”, disse a coautora Erin C. Stone, analista de saúde pública do CDC, ao Medscape.

“Como qualquer diretriz, a implementação vai requerer consideração de sistemas locais, algo que comitês de melhoria de qualidade e órgãos oficiais rotineiramente fazem”.

Liderados pela Dra. Sandra I. Berrios-Torres, da Divisão de Promoção de Qualidade de Saúde em Atlanta, Geórgia, os autores das diretrizes destacam que a prevenção de ISCs é ainda mais importante na medida em que aumenta o número de procedimentos cirúrgicos nos EUA, e os reembolsos por ISCs estão sendo reduzidos ou negados.

Entre 2006 e 2009, infecções de sítio primário complicaram aproximadamente 1,9% das cirurgias nos Estados Unidos, observam os autores, e o número verdadeiro é provavelmente maior, uma vez que aproximadamente metade das ISCs se manifesta depois da alta, observam.

Os autores acrescentam que embora as diretrizes de 1999 fossem “informadas por evidências”, a maioria das recomendações era baseada em opiniões de especialistas, uma vez que o desenvolvimento de diretrizes baseadas em evidências não era a norma na época. Eles antecipam que as recomendações de 2017 vão servir tanto para profissionais de saúde em busca de diretrizes mais precisas para implementação, quanto para organizações em busca de prioridades de pesquisa.

Eles admitem que a escassez de evidências robustas quanto a muitas categorias das diretrizes deixou lacunas substanciais e “criou desafios na formulação de recomendações para a prevenção da ISC. No entanto, o rigor e a transparência alcançados com o uso de revisão sistemática e da abordagem GRADE para avaliar questões clínicas de interesse para as partes, são críticos para a validade das recomendações clínicas”, escrevem.

Muitas das questões não resolvidas pelas diretrizes destacam a necessidade de maiores estudos, e podem ajudar a priorizar a agenda de pesquisas nessa área crítica, de acordo com os autores. “Estudos bem-desenhados e com poder adequado, que avaliem o efeito de intervenções específicas na incidência de ISC, são necessários para resolver essas lacunas nas evidências”, escrevem.

Em um comentário a convite, a Dra. Pamela A. Lipsett, do Departamento de Cirurgia, Anestesiologia e Medicina Intensiva da Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland, e editora do JAMA Surgery, comentou que “a tão esperada atualização” é útil para dizer aos cirurgiões “o que deveríamos fazer e o que não sabemos”.

No entanto, ela também observa que um grande número de questões foi deixado como não resolvido. “Infelizmente, em muitos casos os autores não fizeram recomendações a respeito do benefício ou dano se o nível de evidência era baixo ou muito baixo, ou se eles não eram capazes de julgar a balança entre riscos e benefícios da intervenção proposta por conta da falta de resultados”.

A Dra. Pamela também destacou uma recomendação bem embasada que pode se provar problemática. Ela se relaciona a limitação da profilaxia antibiótica ao uso apenas durante a cirurgia, mesmo com a presença de dreno.

“Essas recomendações provavelmente serão as mais difíceis de serem operacionalizadas, pois alguns cirurgiões e clínicos têm dificuldade de limitar o uso de antibióticos a apenas 24 horas após um procedimento limpo ou potencialmente contaminado, especialmente quando houver um dreno no local”, escreve.

Também potencialmente problemática é a recomendação da administração de uma fração inspirada de oxigênio mais elevada durante e logo após a cirurgia em pacientes entubados. “Essa recomendação é baseada em evidências moderadas e é controversa quanto a falta potencial de eficácia e potenciais danos”, escreve a Dra. Pamela.

Mas essas lacunas servem como um ponto para seguir adiante. “O fato de que a maioria das situações não foram resolvidas, especialmente quanto a cirurgia articular com prótese, mostra onde nossos pesquisadores devem colocar seus esforços nos ensaios clínicos”, conclui a Dra. Pamela. “Existe uma grande oportunidade para se aprender como podemos fornecer um tratamento mais efetivo para nossos pacientes”.

As diretrizes foram produzidas com o apoio e envolvimento dos CDC. Diversos membros do painel de especialistas das diretrizes declararam relações financeiras com o setor privado fora do escopo dessa diretriz. A editorialista declarou não possuir conflitos de interesse.

JAMA Surg. Publicado on-line em 3 de maio de 2017. Diretrizes, Trecho do comentário

Novas diretrizes do CDC para a realização da sorologia IgM contra o vírus Zika na gestação

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Janis C. Kelly

No início de maio os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) norte-americanos atualizaram as recomendações emitidas em 2016 referentes ao Zika para os médicos que tratam de gestantes assintomáticas com possível exposição ao vírus. A orientação atualizada incorpora novos dados mostrando que a resposta da imunoglobulina M (IgM) contra o vírus pode perdurar por mais de 12 semanas, não sendo, portanto, um sinal confiável de infecção recente. Por outro lado, o resultado positivo do teste de ácido nucleico do vírus Zika (NAT, do inglês Nucleic Acid Test) desaparece com o passar do tempo à medida que os níveis de RNA do vírus diminuem, de modo que o resultado negativo do teste de ácido nucleico não descarta infecção recente.

“Esta mudança está sendo feita porque a orientação dos CDC de testagem do Zika para as gestantes depende, em parte, de um exame imunoenzimático ELISA (dosagem da imunoglobulina M contra o vírus causador da zika) de detecção de anticorpos ou proteínas que o corpo produz para combater a infecção por este vírus”, de acordo com um comunicado à imprensa divulgado pelos CDC. “Novos dados sugerem que a infecção pelo Zika, de modo semelhante a algumas outras infecções por outros flavivírus, pode, em alguns casos, resultar na permanência de anticorpos contra o vírus no corpo durante alguns meses após a infecção. Consequentemente, os resultados destes testes não podem determinar se as mulheres se infectaram antes ou depois de engravidar.

A determinação do momento da infecção é importante porque o risco mais alto para o feto está relacionado com a infecção durante o primeiro trimestre da gestação.

As diretrizes atualizadas alteram as recomendações de testagem das gestantes assintomáticas que possam ter sido expostas ao Zika antes da concepção. As recomendações para testar as gestantes com sintomas sugestivos de infecção por Zika permanecem inalteradas.

“No entanto”, advertem os CDC, “se uma gestante sintomática tiver resultado de IgM positivo e de NAT negativo, e tiver residido em, ou viajado para uma área considerada de risco pelos CDC (Zika Travel Notice ), os profissionais de saúde devem estar cientes de que o resultado positivo da IgM não indica necessariamente infecção recente”.

Cinco etapas para testar gestantes assintomáticas

Os CDC recomendam cinco etapas para a testagem das gestantes assintomáticas com possível exposição ao vírus Zika antes da concepção, incluindo as que viveram na, ou viajam com frequência para (todos os dias ou uma vez por semana) as regiões incluídas nos avisos de viagem dos CDC.

  1. Fazer o rastreamento de todas as gestantes em termos de risco, sintomas e exposição, realizando imediatamente o teste de ácido nucleico para aquelas com sintomas da doença durante a gestação, ou cujo parceiro sexual tenha um resultado positivo para infecção por Zika.
  2. Fazer pelo menos um teste de ácido nucleico para o vírus causador da zika a cada trimestre, a menos que um teste anterior tenha sido positivo.
  3. Se a amniocentese for feita por alguma razão diferente da infecção pelo vírus Zika, considerar também solicitar o teste de ácido nucleico para este vírus nas amostras da amniocentese.
  4. A cada trimestre, orientar as gestantes sobre as limitações dos exames de IgM e do teste de ácido nucleico para a identificação da infecção pelo vírus Zika.
  5. Considerar a realização da sorologia IgM antes da concepção a fim de determinar os níveis iniciais da IgM contra o vírus como parte do aconselhamento anterior à concepção.

A vigência de infecção pelo Zika em uma gestante está associada a aumento do risco para o feto, mas os especialistas dos CDC advertem que as respostas prolongadas da IgM contra o vírus, bem como nas infecções por outros flavivírus, complicam as tentativas de diferenciar as infecções recentes das pregressas nas regiões com transmissão endêmica. O momento da infecção pode ser ainda mais obscuro devido à reação cruzada com outros flavivírus, particularmente o vírus da dengue.

Dados de estudos sobre a infecção pelo vírus causador da zika confirmada por teste de ácido nucleico em pacientes sintomáticos em Porto Rico, onde não existe dengue, encontraram a mediana do tempo até a primeira IgM negativa de 122 dias após o início dos sintomas (intervalo = oito a 210 dias). Os testes teste de ácido nucleico nesses pacientes mostraram a existência de RNA viral em 36% dos pacientes de oito a 15 dias após o início dos sintomas, mas três das cinco gestantes deste estudo tiveram RNA detectável no 46º dia, e uma no 80º dia após o início dos sintomas.

“Nossa orientação faz parte do esforço contínuo de compartilhar dados para ações de saúde pública o mais rápido possível”, disse o Dr. Henry Walke, médico e coordenador ad hoc da iniciativa de resposta ao vírus Zika dos CDC, em um comunicado à imprensa. “À medida que aprendemos mais sobre as limitações dos testes sorológicos, continuaremos atualizando nossas diretrizes para assegurar que os profissionais de saúde tenham as informações mais recentes para aconselhar as pacientes infectadas pelo Zika durante a gestação.

CDC Health Alert Network (HAN) Health Advisory, no. 402. Publicado on-line em 5 de maio de 2017. Diretrizes