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Meia dúzia de medicamentos aparentemente inofensivos que podem destruir sua saúde!

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12 SINTOMAS PERIGOSOS NAS CRIANÇAS QUE NUNCA PODES IGNORAR

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Quando a criança fica doente, ficamos sempre com aquela dúvida “Será que o devo levar ao médico? Ou será que logo vai passar?”. Por isso tens de conhecer alguns motivos a que deves ter atenção, para não perderes tempo para a próxima e procurar logo emergência médica!

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Quando nos tornamos pais a preocupação com o bem-estar de nossos filhos é uma de nossas prioridades. Quando são acometidos de alguma doença nossa preocupação aumenta ainda mais, pois ver o sofrimento de nossos filhos sem ter como ajudá-los a melhorar dói ainda mais nos pais.

Na verdade, ao primeiro sinal de que algo está diferente do normal, já temos o desejo de levar ao especialista e de alguma forma livrá-los daquele sofrimento, no entanto, muitas vezes quando são acometidos de alguma enfermidade nem sempre é possível detectar nos primeiros momentos, alguns dias de espera comumente são necessários para detectar realmente a doença.

Porém, há alguns casos em que a ida ao médico rapidamente se faz necessária, abaixo você poderá ver alguns destes momentos.

1. Febre alta

Quando se tratar de um bebê até três meses de idade uma febre alta já é considerada quando o termômetro acusar trinta e oito graus Celsius. Acima desta idade até os seis meses de vida uma febre alta já pode ser considerada acima de trinta e oito e três. Para crianças maiores trinta e nove é considerada febre em que o contato com o pediatra deve ser feita.

Vale lembrar que mais do que o grau apresentado no termômetro é importante considerar a disposição e hidratação de seu pequeno, se a febre estiver ainda baixa, mas a criança estiver muito indisposta contate seu pediatra.

2. Febre de longa duração

Se mesmo após quatro horas de uso de medicamentos antitérmicos a febre não tiver baixado ou se mesmo com o tratamento a febre (mesmo sendo baixa) não ceder em até cinco dias, é hora de procurar ajuda médica

3. Febre associada a dor de cabeça

Muita atenção se a queixa de seu pequeno for de dor no pescoço, torcicolo ou dor de cabeça associado a febre, pois estes sintomas muitas vezes podem estar associados a meningite, uma doença grave e muito rápida.

4. Manchas vermelhas sobre a pele

De reação alérgica a uma série de doenças esse tipo de sintoma precisa ser examinado para que o tratamento adequado possa ser iniciado. Se verificar quaisquer manchas, procure um pediatra.

5. Pintas irregulares

O ideal é que você faça uma verificação mensal no corpo de seu pequeno para detectar pintas que possam ser irregulares, com bordas irregulares ou em crescimento. Se encontrar algo deste tipo procure ajuda médica.

6. Súbita dor de estômago

Se seu pequeno se queixar de dor ao redor do umbigo, ou na lateral direita do abdômen leve ao pediatra, principalmente se estas queixas estiverem associadas a outros sintomas, como vômito, diarreia, pois pode ser um sinal de apendicite, uma doença que avança rapidamente, mas que se diagnosticada rápido tem um processo de cura mais tranquilo.

7. Dor de cabeça com vómitos

Se esta for a queixa de seu pequeno procure seu pediatra, enxaquecas não são incomuns em crianças, mas estes sintomas precisam ser examinados com mais cautela.

8. Urina diminuída

Este sintoma associado à boca seca, palidez, vômito, diarreia pode ser um sinal de desidratação. Se perceber palidez e apatia chame a emergência ou procure o hospital mais próximo.

9. Lábios azuis

Este sinal pode estar associado à dificuldade respiratória, você pode perceber que seu pequeno está ofegante e com o peito emitindo uma espécie de chiado. Trata-se de um problema respiratório, causado por uma reação alérgica ou até mesmo crise de asma. Neste caso procure a emergência mais próxima para que os primeiros socorros possam ser feitos.

10. Inchaço no rosto, língua ou lábios

Sinais característicos de um quadro alérgico forte. Contate seu médico para verificar se ele indica algum medicamento antes de chegar ao médico e leve rapidamente a criança para uma emergência médica.

11. Vómito após queda

Principalmente quando se trata de um bebê, este pode ser um quadro de emergência neurológica, de qualquer forma se seu filho apresentar este sintoma, não perca tempo, leve ao médico.

12. Sangramento excessivo

Se houver um corte em que o sangramento não cessa mesmo após alguns minutos de pressão ou se a proporção do mesmo for grande leve a criança para emergência médica para que a assepsia correta bem como tratamento possam ser adequados.

Um ou mais desses sintomas devem ser observados de perto. Ao levar à emergência ou procurar um pediatra especialista, pode até ser que não signifiquem algo tão grave, mas o melhor é tirar a dúvida do que ficar com ela. Se, mesmo após a visita à emergência, a situação piorar ou os sintomas não passarem, consulte sempre uma segunda opinião.

Portugueses provam que café combate a depressão

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universidad coinbra Universidade de Coimbra ( Portugal)

O consumo de cafeína é eficaz tanto a prevenir como a tratar a depressão. A conclusão é de um novo estudo internacional liderado por investigadores portugueses da Universidade de Coimbra (UC), que traz uma nova esperança para o combate a esta que é a doença com maiores custos socioeconómicos do mundo ocidental.
No âmbito do estudo, publicado esta terça-feira, na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), da Academia Americana de Ciências, uma equipa de 14 investigadores coordenada pelo português Rodrigo Cunha efetuou um conjunto de análises e experiências em modelos animais (ratinhos) para avaliar em que medida a cafeína interfere na depressão.

Os cientistas, oriundos, além de Portugal, da Alemanha, Brasil e EUA, começaram por sujeitar dois grupos de ratinhos a situações de Stress Crónico Imprevisível (isto é, a sucessivas situações negativas e por vezes extremas, como a privação de água, a exposição a baixas temperaturas, entre outras) durante três semanas.

A um dos grupos foi administrada cafeína diariamente, ao passo que no outro não foi introduzido nenhum fator modificador. No final da experiência, a equipa constatou que os animais que consumiram cafeína (em doses equivalentes a quatro a cinco chávenas de café por dia em humanos), “apesar de todas as situações negativas a que foram sujeitos, apresentavam menos sintomas em relação ao outro grupo”.

cafe

Especialistas recomendam quatro a cinco chávenas por dia

Com efeito, explica Rodrigo Cunha em comunicado enviado pela UC ao Boas Notícias, os ratinhos que não receberam cafeína registaram “as cinco alterações comportamentais típicas da depressão: imobilidade (deixaram de reagir), ansiedade, anedonia (perda de prazer), menos interações sociais e deteriorição da memória”,

A equipa dedicou-se, depois, a identificar o alvo molecular responsável pelas modificações observadas, tendo concluído que os recetores A2A para a adenosina (que detetam a presença de adenosina, uma molécula que sinaliza perigo no cérebro) são os protagonistas de todo o processo.

Considerando um estudo anterior realizado nos EUA, no qual Rodrigo Cunha havia participado como consultor científico, em que doentes de Parkinson tratados com istradefilina ? um novo fármaco da família da cafeína antagonista dos recetores A2A (fármaco que inibe a atuação dos A2A) – mostraram melhorias significativas, a equipa decidiu aplicar este medicamento nos ratinhos deprimidos.

Depois de apenas três semanas de terapia, “o fármaco foi capaz de inverter os efeitos provocados pela exposição inicial a Stress Crónico Imprevisível e os animais recuperaram para níveis semelhantes aos do grupo de controlo (constituído por ratinhos saudáveis)”, congratula-se Rodrigo Cunha.

Embora ainda seja necessário efetuar um ensaio clínico, o investigador português acrescenta que a chegada deste “parente” da cafeína ao mercado dos medicamentos poderá não demorar.

“A transposição para a prática clínica pode ser bastante rápida, assim haja vontade da indústria farmacêutica, porque estamos perante um fármaco seguro, já utilizado nos EUA e no Japão para o tratamento da doença de Parkinson”, garante.

O estudo foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), Departamento de Defesa dos EUA e The Brain & Behavior Research Foundation (NARSAD).

RISCO DE CETOACIDOSE DIABÉTICA ASSOCIADA AO USO DE CANAGLIFLOZINA, DAPAGLIFLOZINA E EMPAGLIFLOZINA.

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Tem se notificado casos graves de cetoacidose diabética associada ao tratamento com canagliflozina, dapagliflozina e empagliflozina.
Recomenda se aos profissionais sanitários:
Realizar monitorização dos corpos cetónicos nos pacientes que durante o tratamento desarrolhem sintomas sugestivos de cetoacidose diabética inclusivamente quando as taxas de glicemia não sugiram diagnóstico.
Informar aos pacientes em tratamento sob a sintomatologia da cetoacidose diabética e a necessidade de acudir ao médico no caso que estos se apresentem.

Canagliflozina , dapagliflozina e empagliflozina são antidiabéticos orais, inibidores do co -transportador de sódio- glicose tipo 2 ( SGLT2). Dito co- transportador é o responssavel da maior parte da re-absorção da glicose nos túbulos renais, pelo que a sua inibição aumenta a excreção urinaria de glicose ( glicosuria) e pelo tanto suas concentrações plasmáticas.

Os inibidores do SGLT2 estão autorizados para melhorar o controle glicémico em adultos com DM tipo 2 ( em monoterapía ou em associação com outros hipoglicemiantes.).

Tem se notificado casos graves de cetoacidose diabética em pacientes que se encontravam em tratamento com estos medicamentos, a maioria dos quais foram hospitalizados. Um tercio dos casos notificado até a data aconteceram em pacientes com DM tipo 1, indicação não autorizada.

Em muitos dos pacientes a presentação do quadro clínico foi inusual , com ascensos moderados das taxas de glicose em sangue ( níveis inferiores a 250 mg/dl) sem hiperglicémia como e habitual na cetoacidose diabética, inclusivamente em algum paciente chegou a se produzir hipoglicemia. Esta presentação atípica pode retrasar o diagnostico.

Até o momento não se conhece o mecanismo por o que estos inibidores da SGLT2 poderiam desencadear uma cetoacidose diabética.

O Comité para a Avaliação de Riscos em Fármaco vigilância (PRAC) tem iniciado uma revisão detalhada de toda a informação disponível.

A Agencia Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) informará acerca do resultado da avaliação atualmente em curso assim como das medidas que puderam derivar se.

Por enquanto se recomenda aos profissionais sanitários:

Realizar a determinação dos corpos cetonicos em pacientes com algum inibidor do SGLTZ2 ( canagliflozina, dapagliflozina, ou empagliflozina) que desarrolhem sintomas sugestivos de cetoacidose diabética , inclusivamente quando as taxas de glicemia não sugiram diagnostico.

Informar aos pacientes de este risco potencial e da sua sintomatologia, indicando que acudam ao médico no caso que estos sintomas se apressentem.

Mesmamente lembrar que estos medicamentos encontram se EXCLUSIVAMENTE indicados para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2.

Recomendações para os pacientes:

Os pacientes que já estejam em tratamento com algum de estos medicamentos no deveram deixar de tomar sem consultar previamente com o seu médico, já que pode contribuir a descompensação dos diabetes.
No caso de aparição de sintomas que puderam fazer pensar que estão a sufrir um quadro de cetoacidose diabética ( por exemplo: enjoo, vomito, dor abdominal, sede excessiva , dificuldade para respirar, cansaço, sonolência ) deverão por em contato imediato com o seu médico.

Consultar com o seu médico qualquer duvida sob o tratamento.
Fonte: Agencia Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários.

RISCO DOS TATUAGENS TEMPORAIS A BASE DE HENNA PRETA

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Com o bom clima e habitual nas praias , e feiras a realização de tatuagens temporais mediante a aplicação direta de henna preta sob a pele , sem injeção intra-dérmica.

A Henna natural se obtém das folhas e flores de uma árvore . O pó que se obtém delas e misturado com distintos produtos para formar uma pasta de cor acastanhado e esverdeado. Esta pasta deve estar em contato direto com a pele tanto tempo pomo seja possível para conseguir uma tatuagem temporal de cor vermelha, com uma duração de 3-4 dias.

tatuagens  de henna natural

Nos últimos anos tem se observado que em alguns casos tem se utilizado henna preta para a realização de este tipo de tatuagens temporais, com o que consegue se um desenho sob a pele de cor negro brilhante, mais atrativo que com a henna natural.

A Henna preta se obtém adicionando a henna natural outros corantes , como a p-fenilendiamina o PPD, a qual se encontra proibida para o seu uso direto sob a pele, dado que pode desencadear reações alérgicas cutâneas graves. Os usuários podem ficar permanentemente sensibilizados, de forma que futuros contatos com esta sustância , presentes por exemplo em muitos dos químicos do cabelo do mercado, desencadeando quadros de dermatite alérgica de contato

Tatuagem de Henna preta

A sintomatologia de estas reações alérgicas pode aparecer ate varias semanas depois da sua aplicação, prurito, eritema, manchas, ampolas e inclusive descoloração permanente da pele e cicatrizes no local donde se aplicou o tatuagem, requerendo se em algum dos casos atenção médica urgente o inclusive hospitalização.

reação alérgica
reação alérgica

RECOMENDAÇÕES:

Tenha precaução ante as ofertas de realização de tatuagens temporais com henna ( desenhos na pele sem injeção intra dérmica) que proliferam nas praias e outros eventos ao ar livre.
Evite as tatuagens temporais de cor negro, e aqueles nos que se oferece uma permanência prolongada.
Se tem aplicado recentemente sob a sua pele algum tatuagem temporal a base de henna preta e apresenta alguns dos sintomas descritos acuda a um serviço médico

SUCO FERMENTADO DE MAÇÃ VERDE EXPULSA CÁLCULOS RENAIS

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A maçã é um presente da natureza.

É uma fruta rica em pectina, taninos, ácido málico e flavonoides, que ajudam a amenizar problemas do sistema digestivo (diarreia, constipação intestinal) e o aumento das taxas de colesterol.

A fruta também regula os níveis de glicose e triglicérides no sangue.

Uma substância presente na maçã é poderosíssima para dissolver cálculos renais e biliares: o ácido málico amolece e facilita a eliminação das pedras.

Na maçã verde, temos essa substância em maior concentração.

É por isso que a maçã usada nesta receita é a verde.

O processo é todo muito simples.

Você vai bater, no liquidificador, meio quilo de maçã verde em 1 litro de água.

Vai deixar  essa bebida repousar por 15 dias, num lugar fresco e escuro.

Ela vai fermentar, o que vai aumentar o teor de ácido málico.

Passado esse prazo, a receita está pronta.

Tome da seguinte forma: pegue um copinho (daqueles de cafezinho) do suco fermentado de maçã verde e misture meio copo de água.

APRENDA A IDENTIFICAR OS SINAIS SILENCIOSOS DA DOENÇA RENAL

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Aprenda a identificar os sinais silenciosos da doença renal

O facto de a doença renal ser muitas vezes assintomática, faz com que o doente acabe por recorrer ao médico tardiamente, o que torna o processo de recuperação mais lento e, em alguns casos, até impossível.

De acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN): “É importante consciencializar as pessoas para a doença renal crónica e salientar que o tratamento na fase inicial pode ajudar a evitar que a mesma progrida”.

A fraqueza, o cansaço, a perda de apetite e vómitos matinais, edema (inchaço) das pernas e pálpebras são alguns dos sintomas que podem estar associados à doença renal. Cefaleias e a descoberta de hipertensão arterial, assim como, a alteração do aspecto, cor e quantidade da urina – pode tornar-se mais turva e escura, são manifestações de doença que implicam a consulta do médico de família. As pessoas com histórico de doença renal na família também devem estar mais alerta.

“Quando a doença é detectada atempadamente, pode ser total ou parcialmente revertida podendo ser evitados tratamentos mais complexos, como é o caso da hemodiálise, ou até mesmo o transplante de rim”, refere Fernanda Carvalho, nefrologista e vice-presidente da SPN.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.