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Fomentar el mayor número de comidas posible en casa y en familia mejora el estado nutricional de los escolares

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El desayuno rompe con el ayuno de 10-12 horas y debe aportar entre un 20 o un 25% de la energía necesaria para todo el día.

El desayuno rompe con el ayuno de 10-12 horas y debe aportar entre un 20 o un 25% de la energía necesaria para todo el día.

Fomentar el mayor número de comidas posible en casa y en familia mejora el estado nutricional de los escolares, según han asegurado expertos de la Federación Española de Industrias de la Alimentación y Bebidas (FIAB).

Y es que, la edad preescolar, escolar y la adolescencia son etapas clave en la educación nutricional de una persona para la consolidación de hábitos de vida saludables. La primera se caracteriza por un crecimiento continuo (de 5 a 6 centímetros por año) y por un aumento del peso aproximado de 2 kilogramos al año durante los primeros años, y de 4 a 4,5 kilogramos cerca de la pubertad.

Es, además, una época en la que se incrementa la actividad intelectual y física, lo que implica un mayor gasto calórico y, por tanto, es importante adquirir hábitos saludables que repercutan en el comportamiento nutricional y en la salud a corto, medio y largo plazo.

Respecto a la adolescencia, los expertos han recordado que es el periodo de la vida en el que se produce una aceleración del crecimiento con importante aumento de la estatura y el peso, lo que produce un gran aumento de las necesidades de energía y nutrientes, que deberán ajustarse de acuerdo con la talla, el estado de nutrición y la velocidad de crecimiento.

“En esta etapa es importante que los padres tengan especial cuidado con las dietas milagro, ya que el joven tiende a tener una mayor preocupación por el aspecto físico y la integración en su grupo social, y con la falta de actividad física del adolescente, debido a que actualmente se tiende a llevar un estilo de vida más sedentario”, han argumentado.

Otros consejos para la edad escolar pasan por incorporar hábitos adecuados en las comidas como el uso de cubiertos, mantenerse sentado durante toda la comida o no ver la televisión mientras se come. Asimismo, es importante enseñar a los escolares a pedir platos saludables y raciones adecuadas cuando de ellos depende la elección de su alimentación.

En concreto, las necesidades energéticas para los niños entre 4 y 8 años son de 1.200 kilocalorías para niñas y 1.400 para niños, mientras que cuando tienen entre 9 y 12 años se deben consumir 1.600 kilocalorías al día las niñas y 1.800 los niños, incrementándose en caso de que se realice actividad física moderada o intensa. En el caso de los adolescentes, se recomienda ingerir 2.200 kilocalorías diarias para hombres y 1.800 para mujeres.

Los profesionales de FIAB han destacado también la importancia del desayuno. “El desayuno rompe con el ayuno de 10-12 horas y debe aportar entre un 20 o un 25% de la energía necesaria para todo el día, por lo que si no se realiza correctamente es difícil que se cubran los aportes de nutrientes necesarios”, han recalcado.

En este sentido, han recomendado dedicar entre 10 o 15 minutos al desayuno, sentados en la mesa en un ambiente relajado; y aprovechar la media mañana para incluir alimentos que no se hayan tomado en la primera ingesta del día, evitando siempre periodos largos de tiempo sin ingerir nada para evitar la saturación de comidas posteriores.

 

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VACINAÇÃO: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER – PARTE 1

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Felizmente, nos últimos 10 anos, várias vacinas foram acrescentadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI), que são as vacinas dadas pelo SUS. Hoje pode-se dizer que o programa de vacinas do nosso país é um dos mais completos do mundo.

Crianças prematuras seguem o calendário com algumas particularidades, bem como crianças com alguma imunodeficiência primária ou adquirida. Essas serão faladas mais pra frente. O pediatra que acompanha a criança deve estar atento a essas questões.

Vamos ver então sobre cada uma delas?

Do nascimento a 1 mês de vida

BCG

Vacina contém o bacilo de Calmette & Guérin atenuado. Feita ainda na maternidade, logo após o nascimento. É aplicada via intradérmica, no braço direito da criança. A dose é única.

Protege somente contra as formas graves de tuberculose, como tuberculose disseminada ou neurotuberculose. Após 2 a 3 semanas ocorre uma reação local, como se fosse uma ferida que logo cicatriza. Caso não ocorra nenhuma reação e não forme cicatriz, deve ser reaplicada em 6 meses. Crianças com imunodeficiência devem ter orientação do médico antes de receber a vacina.

 

Hepatite B – HepB

Feita de uma parte do vírus que causa a doença. Protege contra a infecção pelo vírus da Hepatite B. É segura e eficaz, não costuma dar reação. Esquema de 3 doses, com 0, 2 e 6 meses de vida, para garantir uma proteção adequada. Prematuros recebem uma dose a mais com 4 meses.

SUS x particular: primeira dose feita isolada (sem outras vacinas), portanto sem diferença.

2 meses

Hepatite B

Segunda dose, esquema 0, 2 e 6 meses, vide acima.

DTP/DTPa – Difteria, Tétano e Pertussis (tríplice bacteriana)

Protege contra difteria (crupe), tétano e coqueluche (a doença da tosse comprida!). A vacina contém o toxóide diftérico e o toxóide tetânico, e o componente inativado da bactéria pertussis. Essa vacina é feita aos 2, 4 e 6 meses, um reforço com 15 meses e outro com 4 anos. Gestantes também devem tomar essa vacina, com o esquema completo caso não tenham tomado, ou o reforço.

 

Hib – Haemophilus influenzae

Protege contra doenças como meningite, pneumonia e epiglotite (inflamação da glote, com falta de ar intensa e grave) pela bactéria Haemophilus tipo B. A vacina é composta por partes da bactéria conjugadas a uma proteína. Devem ser administradas 3 doses com 2,4 e 6 meses, e um reforço com 15 meses, juntamente com a DTP.

 

VOP/VIP – Poliomielite oral ou inativada

Protege contra a paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: a Sabin (VOP), produzida com o vírus vivo atenuado, em gotinha por via oral, e a Salk (VIP), produzida com o vírus inativado, dada por via intramuscular. As duas primeiras doses, aos 2 e 4 meses, devem ser feitas obrigatoriamente com a vacina inativada (VIP). A recomendação para as doses subsequentes é que sejam feitas preferencialmente também com a vacina inativada (VIP).

As doses de VOP podem ser administradas na rotina ou nos Dias Nacionais de Vacinação. Crianças podem receber doses adicionais de vacina VOP nas campanhas, desde que já tenham recebido pelo menos duas doses de VIP anteriormente. Deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida, com reforço aos 15 meses e depois 4 a 6 anos.

SUS x particular: Há pouco tempo foi implementado a vacina Salk (vírus inativado) para as vacinas feitas no SUS, porém somente as 2 primeiras doses. Depois a dose aos 6 meses e os reforços e campanhas são vacinadas com vírus vivo atenuado. No particular, a vacina é sempre a Salk, com vírus inativado, o que exclui o risco do desenvolvimento de pólio vacinal. A pólio vacinal consiste no desenvolvimento de poliomielite secundário à vacina. Como foram raríssimos os casos (1 em 1 bilhão de pessoas), considera-se o benefício maior que o risco. O fato de o SUS ter implementado a vacina inativada nas duas primeiras doses diminui muito o risco do desenvolvimento da doença pela vacina.

Por isso, só dê a gotinha da campanha para seu bebê maior de 4 meses!A campanha tem o intuito também de atualizar o cartão vacinal da criança.

Pneumocócica conjugada (Pneumo-10 ou Pneumo-13)

Protege contra vários sorotipos da bactéria pneumocócica, que causa doenças como meningite e pneumonia.

A vacina conjugada é assim chamada pois é composta de polissacarídeos com vários sorotipos da bactéria, conjugada a uma proteína, os adjuvantes da vacina, que conferem à vacina uma proteção duradoura, pois desenvolve a memória imunológica. Administrada aos 2, 4 e 6 meses, com um reforço entre 12 e 15 meses.

SUS x particular: o particular oferece a vacina 13-valente, que protege contra 13 sorotipos do pneumococo, enquanto a do SUS é 10-valente e protege contra 10 sorotipos.

 

Vacina Hexavalente: combinação das 4 vacinas: Hepatite B, DTPa, Hib e VIP. Como foi dito acima, costuma dar menos reações pois a DTPa é acelular! Essa vacina está disponível só no particular e é feita numa picada só.

 

Vacina Pentavalente: combinação das 3 vacinas: Hepatite B, DTP e Hib. A VIP é dada à parte na rede pública (SUS). São 2 picadas. Costuma dar mais reação pois a DTP é celular.

Rotavírus

O rotavírus é o grande causador de diarréia nessa faixa etária. A vacina é o vírus vivo atenuado, e é em gotinha. Deve ser dada em 2 doses, se for a monovalente oferecida pelo SUS, ou em 3 doses, se for a pentavalente disponível no particular. O intervalo mínimo entre as doses é de 1 mês. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar logo após receber a vacina, não se deve repetir a dose. Recomenda-se completar o esquema da vacina do mesmo laboratório produtor.

SUS x particular: No SUS a vacina é monovalente e protege contra apenas um sorotipo do vírus. O esquema vacinal deve ser aos 2 e 4 meses, com início no mínimo 1 mês e meio, e no máximo 7 meses.

No particular, a vacina é pentavalente e protege contra 5 sorotipos. O esquema vacinal é em 3 doses, aos 2, 4 e 6 meses.

 

# 3 meses

 Meningocócica conjugada – MenC

A vacina meningocócica protege contra doenças graves como meningite e meningococcemia, responsável por uma grande número de mortes em crianças, ou causadora de sequelas graves. A vacina disponível no Brasil para crianças no primeiro ano de vida é a vacina meningocócica C conjugada.

A vacina ACWY conjugada ao toxóide tetânico (ACWY-TT) está licenciada a partir de 12 meses de idade e a vacina meningocócica ACWY conjugada ao mutante diftérico (ACWY-CRM) está licenciada a partir de 2 anos de idade.

A vacina conjugada é assim chamada pois é composta de polissacarídeos com vários sorotipos da bactéria, conjugada a uma proteína, os adjuvantes da vacina, que conferem à vacina uma proteção duradoura, pois desenvolve a memória imunológica. O esquema vacinal são duas doses, aos 3 e 5 meses, com um reforço entre 12 e 15 meses.

SUS x particular: É a mesma vacina, no SUS ou particular.

 

É recomendado que tenha uma dose de reforço após 5 anos, e depois uma nova dose na adolescência, pois o número de anticorpos associados à proteção diminui.

 

Novidade!

Meningocócica B reconbinante

 

Protege contra o Meningococo B, causador de meningite bacteriana. Por ser uma vacina recentemente aprovada aqui no Brasil, tem somente no particular. Como é o esquema vacinal? São 3 doses com 3, 5 e 7 meses, e um reforço entre 12 e 23 meses. Para crianças entre 6 meses a 1 ano, fazer 2 doses com intervalo de 2 meses e um reforço aos 2 anos. Após 1 ano, fazer 2 doses, com intervalo de 2 meses. Para adolescentes e adultos, 2 doses são recomendadas, com intervalo mínimo de 1 mês.

·         Não há dados disponíveis para adultos acima de 50 anos de idade.

·         Não se conhece a duração de proteção conferida pela vacina.

# 4 meses

São as mesmas vacinas dos 2 meses, segunda dose de cada uma, veja acima!

# 5 meses

Segunda dose da vacina meningocócica C conjugada e Meningococica B recombinante, veja a explicação acima!

# 6 meses

 Existem algumas diferenças no SUS e no particular, além da vacina da Influenza para gripe, com a primeira dose feita aos 6 meses. Vamos ver?

SUS: terceira dose da vacina pentavalente, que corresponde a difteria, tétano e pertussis celular (DTP), haemophilus tipo B (Hib) e a Hepatite B (HepB). Elas são conjugadas todas numa vacina só. A vacina contra poliomielite não é inativada, mas sim atenuada, dada na forma de gotinha! (vide acima para ver explicação de cada uma delas!)

Pentavalente = DTP+Hib+Hep B.

Poliomielite: gotinha

Pneumocócica 10-valente: realizada a terceira dose, protege contra o pneumococo causador de pneumonia e meningite. (vide acima para maiores explicações)

Particular: terceira dose da vacina Hexavalente: vacina contra difteria, tétano e pertussis acelular – DTPa (esse é o diferencial, como explicado anteriormente), Haemophilus tipo B (Hib), Hepatite B (HepB) e poliomielite inativada (outro diferencial, é injeção e o vírus é inativado, ou seja, morto). A vacina Hexavalente conjuga todas essas vacinas numa só picada.

Pneumocócica 13-valente: terceira dose da vacina. protege contra 13 sorotipos do pneumococo, ou seja 3 sorotipos a mais do que a 10-valente.

Rotavírus: pacientes vacinados no particular com a vacina pentavalente para rotavírus tem uma dose adicional aos 6 meses.

Influenza

Protege contra o vírus Influenza da gripe. Está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de idade. Esquema vacinal: A primeira vacinação da criança deve ser feita em 2 doses, com intervalo de 1 mês, depois 1 única dose, uma vez por ano. Como é uma doença sazonal, ela é aplicada na época da campanha.

SUS x particular: sem grandes diferenças. O particular oferece a vacina da gripe trivalente (3 sorotipos), e o particular a vacina tetravalente (4 sorotipos).

Essas são as vacinas até os 6 meses de idade.

 

calendario do Programa Nacional de Imunização 2015 (SUS) , dra kelly oliveira, pediatrai descomplicada, vacinação, vacinação na criança, vacinação no bebê

 

Dra.Kelly Marques Oliveira
CRM 145039

Bezoar: patologia centenária com nova composição Bezoar: a centenary pathology with new composition

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Ana Vieira1, Aida Paulino2, Luís Silveira3, Sara Correia1, Arnandina Loureiro4 1 Interna do Internato Complementar de Cirurgia Geral; 2 Assistente Graduada de Cirurgia Geral 3 Assistente Graduado Sénior de Cirurgia Geral; 4 Assistente Graduada Sénior e Diretora do Serviço de Cirurgia Geral Serviço de Cirurgia Geral, Hospital Amato Lusitano, Unidade de Saúde Local de Castelo Branco

RESUMO O bezoar é uma coleção de material exógeno não digerido que se acumula no tubo digestivo. As fibras vegetais (fitobezoar) são o material que, mais frequentemente, o constituem, sendo o plasticobezoar uma entidade pouco relatada, com apenas quatro casos descritos. A sua localização mais frequente é no estômago. Com a possibilidade, cada vez mais facilitada, de efetuar exames complementares a sua deteção com tratamento atempado tornou-se mais frequente. O presente artigo pretende relatar um caso de bezoar com composição rara.

Palavra chave: bezoar, plasticobezoar, estômago, perfuração.

ABSTRACT Bezoar is a collection of exogenous non-digested material packed in the gastrointestinal tract. Bezoar is in most cases constituted by indegistible vegetable fibers (phytobezoar). Plasticbezoar is a rare condition, with only four reported cases. The stomach is the most common location. With greater availability of diagnostic tests, the diagnosis of bezoar with timely treatment is nowadays more common. The present article reports one case of bezoar with a rare composition. Key-words: bezoar, plasticbezoar, stomach, perforation.

INTRODUÇÃO Os bezoares são descritos desde há vários séculos em homens e animais. O nome deriva do latim “bazahr”, que significa antídoto, e até ao século XIX era usado como tal.1 O bezoar é uma coleção de material exógeno não digerido que se acumula no tubo digestivo, sendo mais frequentemente encontrado no estômago. A sua formação está associada a fatores como a mastigação deficiente, estados pós gastrectomia, perturbações psiquiátricas e distúrbios da motilidade.1, 2 As fibras vegetais são o material que mais frequentemente constitui o bezoar (fitobezoar). No entanto, bezoares constituídos por derivados do leite (lactobezoares), medicamentos (farmacobezoares), pedras (litobezoares), cabelos (tricobezoares) e metais (metalobezoares) também foram descritos.1 A forma de tratar esta patologia é variável, e muitas vezes influenciada pela sua constituição.   Ao explorar o conteúdo gástrico foram retirados conglomerados de material plástico, luvas (inteiras) e folhas de plástico , plasticobezoar. Os bordos da úlcera foram excisados e foi efetuada gastrorrafia. A histologia mostrou úlcera gástrica crónica perfurada, com fenómenos de serosite. O pós-operatório da doente evoluiu favoravelmente, com resolução clínica e analítica, tendo tido alta ao 9.º dia.

DISCUSSÃO O tipo de material que constitui os bezoares é muito variado e o caso apresentado é ilustrativo disso. A existência de uma entidade plasticobezoar versus corpo estranho é discutível. Tradicionalmente, o enzimática (celulase) é uma opção nos fitobezoares. No entanto, a remoção via endoscópica ou cirúrgica é o tratamento mais utilizado.1, 3 O presente artigo pretende apresentar um caso clínico de bezoar com composição rara.

CASO CLÍNICO Doente do sexo feminino com 43 anos, oligofré- nica, sem outros antecedentes conhecidos, é trazida ao serviço de urgência por dor abdominal e vómitos tipo “borra de café” de início insidioso, com cheiro fétido. A doente apresentava palidez mucocutânea e caquexia marcada. O abdómen encontrava-se difusamente doloroso, timpanizado e os ruídos hidroaéreos de frequência diminuída, embora com intensidade e timbre normais. A sonda nasogástrica mostrava 400 ml de conteúdo negro. Das análises efetuadas salientamos leucocitose (25×103 µL) com neutrofilia (18×103 µL), hemoglobina de 14,1 g/dL e PCR de 174,7 mg/L. A radiografia simples em decúbito com raios tangenciais e a tomografia computorizada (Figura 1) abdominais mostraram ar e líquido livre na cavidade abdominal. Perante a evidência de perfuração de víscera oca, procedemos a laparotomia exploradora, onde detetámos uma úlcera gástrica antral perfurada.

Bezoar: patologia centenária com nova composição 55 Os bezoares manifestam-se, mais frequentemente, por sintomas obstrutivos, sendo nos casos de plasticobezoar descritos na literatura1, 3, 4, 5, a sintomatologia predominante. O presente caso manifestou-se por perfuração de víscera oca. A irritação crónica da mucosa explica a ulceração e consequente perfuração.1 O tratamento desta entidade é bastante diverso, estando descritas terapêuticas endoscópica1 e cirúrgica por laparotomia e laparoscopia3. Fatores como a localização do bezoar e a clínica do doente determinam qual a melhor abordagem terapêutica. No presente caso, perante a evidência de perfuração de víscera oca, a abordagem preferida foi a laparotómica. Permitimo-nos comentar que, tratando-se de uma patologia centenária, a sua composição e abordagem terapêutica tem acompanhado a evolução dos tempos. bezoar é definido como uma coleção de material animal ou vegetal indigerível no trato gastrointestinal. Tendo em linha de conta que para além dos formados por material orgânico (trico e fitobezoares), foram descritos metalo, fármaco e litobezoares1, 2, outras substâncias inorgânicas, como o plástico, podem ser consideradas como componentes de bezoar. Na literatura estão descritos quatro casos de plasticobezoar, sendo que todos eles têm como fator predisponente a coexistência de alterações psiquiátricas. A doente do presente caso apresenta, associada à oligofrenia, um distúrbio denominado pica, que se manifesta pela ingestão de substâncias não alimentares.1, 3, 4, 5 A localização mais frequente dos bezoares é gástrica, o que também se verificou no presente caso.2

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Misra SP, Dwivedi M, Misra V. Endoscopy management of new entity plasto-bezoar: a case report and review of literature. World Journal of Gastroenterology 2006; 12 (41): 6730-6733. 2. Oh SH, Namgung H, Park MH, Park DG. Bezoar-induced small bowel obstruction. J Korean Soc Coloproctol 2012; 28 (2): 86-93. 3. Siriwardana HP, Ammori BJ. Laparoscopic removal of a large gastric bezoar in a mentally retarded patient with PICA. Surg Endoscop 2003; 17 (5): 834. 4. Battin M, Kennedy J, Singh S. A case of plastikophagia. Postgraduate medical journal 1997; 73: 243-253. 5. Agrawal V, Joshi MK, Jain BK, Gupta A. Plasticobezoar-another new entity for Rapunzel syndrome. Indian J Pediatr 2009;76(2):229-30.

 

VIEIRA, Ana et al. Bezoar: patologia centenária com nova composição. Revista Portuguesa de Cirurgia, [S.l.], n. 33, p. 51-53, jun. 2015. ISSN 2183-1165. Disponível em: <http://revista.spcir.com/index.php/spcir/article/view/512/399>. Acesso em: 16 Out. 2015.

Dos de cada diez menores españoles están en riesgo de desarrollar adicción a Internet

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La tasa duplica la media europea.

La tasa duplica la media europea.

Dos de cada diez menores en España, de entre 4 y 16 años, se encuentran en riesgo de desarrollar adicción a Internet, según alerta el estudio realizado por el Centro de Seguridad para menores en Internet ‘Protegeles.com’.

Por ello, CiU ha pedido al Gobierno en el Congreso, a través de la defensa de una proposición no de ley, que estudie las adicciones no ligadas a sustancias en los menores, con especial atención a su relación con Internet, al tratarse de un colectivo “especialmente vulnerable”.

Según especifica, esta cifra equivaldría al 21,3% de los más de cuatro millones de niños internautas en el Estado español, un total de 857.000 menores españoles.

CiU recuerda que España es el país europeo con la tasa “más alta de menores” en riesgo de sufrir adicción a Internet (21,3%); una cifra que duplica la media europea, que se sitúa en el 13%.

Después, se encontraría Rumanía, con un 16% de menores con posibilidades de desarrollar adicciones, seguido de Polonia, con un 12%. En el extremo contrario se encuentran los islandeses (7,6%) y alemanes (9,2%).

Preocupa también, que a los niños que podrían ser adictos a Internet en el futuro, hay que sumar los que ya presentan una conducta disfuncional, que ya son considerados adictos.

Se trata de más de 60.300 menores (el 1,5% de todos los que hoy en día utilizan frecuentemente Internet), los que ya presentan un patrón de comportamiento que se caracteriza por la pérdida de control sobre el uso de Internet y que puede llegar a ocasionar aislamiento y descuido de las relaciones sociales, la higiene personal e incluso un menor rendimiento académico.

En este sentido, el informe revela que los hábitos fundamentales que favorecen una adicción a Internet son el uso de las redes sociales más de dos horas al día, tener más de 500 amigos online o jugar con el ordenador durante casi tres horas diarias.

Sin embargo, hay muchos otros factores que también contribuyen a este fenómeno, como el aumento del número de dispositivos con conexión a Internet en cada hogar. Asimismo, la permisividad por parte de los padres ante el uso de Internet es un motivo importante en la aparición de la adicción, pues en muchas ocasiones se utiliza la tecnología como elemento para distraer a los más pequeños, en lugar de fomentar su uso con un fin educativo.

“El hecho de que los dos padres trabajen fuera de casa o puedan dedicar menos horas al día a estar con sus hijos ha favorecido un aumento en el tiempo de uso de dispositivos electrónicos por parte de los niños”, añade.

El informe apunta también a los peligros de Internet. En este sentido, señala que su uso de forma inadecuada y sin control de adultos puede llevar a los menores a pasar conectados más tiempo del  recomendable o a tener acceso a contenidos online no adecuados para su edad.

Además, destaca otros riesgos como el ‘grooming’ o quedar con personas desconocidas. Según subraya, entre los jóvenes europeos de 12 a 18 años, un 63% reconoce que ha entrado en contacto alguna vez con una persona a la que no conocía a través de la red. De ellos, casi la mitad (45,7%) ha llegado a quedar con esa persona.

Otro de los problemas más comunes es el acoso ‘on line’ o ‘cyberbullying’, que han sufrido alguna vez el 21,9% de los jóvenes. En este aspecto, España es uno de los países europeos en “los que menos porcentaje” de niños lo sufren (el 4% de los menores); y son las chicas los que los padecen más.

Encuentran en un compuesto del brócoli propiedades farmacológicas para tratar la leucemia linfática crónica (Clin Cancer Res)

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brocolis

Incluso en pacientes que han desarrollado recidivas y multirresistencia a los tratamientos habituales.

Un estudio liderado por el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) ha descubierto en un compuesto presente en el brócoli propiedades farmacológicas que permitirían tratar la leucemia linfática crónica (LLC), el tipo más común de estos tumores sanguíneos que suelen afectar normalmente a mayores de 65 años.

El compuesto es el indol-3-carbinol, presente también en plantas del género ‘Brassica’ como la col, la coliflor y las coles de Bruselas. Aunque el organismo lo tolera bien, posee un efecto tóxico sobre determinadas células de leucemia, según los resultados publicados en la revista “Clinical Cancer Research”.

Aunque existen diferentes tratamientos, los pacientes con este tipo de leucemia suelen desarrollar recidivas resistentes a la medicación que comprometen su supervivencia.

En el estudio ‘in vitro’ se han utilizado células de pacientes de leucemia linfática crónica con distintas fases y pronóstico. Los datos demuestran que mediante fármacos se pueden alcanzar concentraciones de este compuesto que provocan la muerte de las células leucémicas pero no de los linfocitos normales, “esenciales en el sistema inmunitario”.

Los autores del trabajo también destacan que el indol-3-carbinol “mejora notablemente” el efecto de la fludarabina, uno de los compuestos más utilizados en el tratamiento de este tipo de leucemia, incluso en pacientes que presentaban resistencia a este fármaco.

“Los resultados nos indican que el indol-3-carbinol potencia la actividad terapéutica de la fludarabina y de otros fármacos. Por eso, estos tratamientos combinados podrían utilizarse para combatir la leucemia linfática crónica, incluso en pacientes que han desarrollado recidivas y multirresistencia a los tratamientos habituales”, ha explicado Juan Manuel Zapata, investigador del CSIC en el Instituto de Investigaciones Biomédicas ‘Alberto Sols’.

En septiembre de 2014, Zapata y Gema Pérez, científica del mismo centro de investigación, ya registraron la patente del indol-3-carbinol como nuevo fármaco capaz de actuar frente a enfermedades como la LLC y el linfoma de Burkitt.

Una de las principales características que ofrece este compuesto es su acción contra las células cancerígenas en pacientes con distintas fases de la enfermedad y también en aquellos que presentan resistencias a los tratamientos.

Su interacción con la fludarabina reactiva y potencia su efecto en células de pacientes resistentes a este fármaco. Aunque por el momento esta tecnología no ha sido licitada por una empresa, su posible administración por vía oral y la existencia de estudios previos de toxicidad en humanos, que demuestran su alta tolerancia y baja toxicidad, podrían permitir una rápida aplicación clínica.

Biomarkers indicate how quickly HIV returns when ART is interrupted

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High levels of three immunologic markers indicate early virus return.

British scientists may have found a method for predicting how quickly HIV returns when antiretroviral therapy (ART) is stopped. It showed that the levels of three immunologic biomarkers prior to treatment are crucial for viral rebound, write the researchers in “Nature Communications”.

The international team, under the leadership of John Frater from the John Radcliffe Hospital in Oxford (United Kingdom), analysed data from 154 patients from Europe, Australia and Brazil who interrupted ART after twelve or 48 weeks and who were involved in the SPARTAC study.

Researchers focussed mainly on the patient’s T-cells. 18 immunologic biomarkers were analysed, of which three were found to be significant: PD-1, Tim-3 and Lag-3. High levels of these three markers, which attached to exhausted T-cells prior to ART, were associated with earlier HIV viral rebound after interrupted therapy.

“Focussing on the exhaustion markers was an important step as it has given us vital clues as to why some people are able to better control the virus after therapy has been interrupted”, said study author Rodney Phillips. In carrying out further research and testing medications, it is important to understand which mechanisms will keep the virus in remission and how it will behave after ART has been interrupted, say the researchers.

Beetroot juice may help body adjust to high altitude

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Norwegian-Swedish study showed that nitrate-rich juice helped blood vessels relax and function normally.

Nitrate-rich beetroot juice could help the body adjust more quickly to high altitude, thereby preventing the risk of developing altitude sickness. This is suggested by a Norwegian-Swedish study published in “Nitric Oxide”. According to the study, the juice improves blood vessel function.

Due to low oxygen levels at high altitudes, the body is unable to produce adequate amounts of nitric oxide (NO), thereby reducing blood vessel function. But since the body is also able to produce NO with nitrate – not only with oxygen – researchers form the Norwegian University of Science and Technology (NTNU) in Trondheim and the Mid-Sweden University in Oestersund, tested whether nitrate-rich beetroot juice might prove beneficial to the body.

The study included 11 participants and was carried out at an altitude of 3,700 meters. Their blood vessel function was measured before and during the high altitude exposition, using a flow mediated dilation test via ultrasound. All participants drank both nitrate-rich beetroot juice and a placebo juice.

As expected, high altitude made the blood vessels contract. After drinking nitrate-rich beetroot juice, the vessels relaxed and functioned normally. The placebo juice had no such effect.

“Next time you plan a trip at high altitude, maybe it is worth carrying a bottle of beetroot juice in your backpack”, said study author Svein Erik Gaustad. “It may be the extra boost your body needs to deliver enough oxygen to your tired muscles and keep you healthy when you are climbing a high mountain.”