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Portugueses criam tecnologia que permite extrair pedras dos rins em um ou dois minutos

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As pedras nos rins afectam uma em cada 200 pessoas, sobretudo os homens

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Portugueses criam tecnologia que permite extrair pedras dos rins em um ou dois minutos

Uma equipa liderada pela Universidade do Minho (UMinho) criou uma tecnologia que permite extrair pedras dos rins em apenas um ou dois minutos, dispensando ainda o uso de radiação, foi hoje divulgado.

O novo processo, que demora em média um a dois minutos, facilita ainda a tarefa a médicos menos experientes e aumenta a segurança dos procedimentos

Em comunicado, a UMinho explica que a tecnologia utiliza um campo electromagnético para navegar com segurança uma agulha para punção do rim.

“Após os testes em animais, espera-se avançar para ensaios nos humanos a partir do próximo ano”, acrescenta.

Segundo Estêvão Lima, professor da Escola de Ciências da Saúde da UMinho, extrair pedras nos rins demora actualmente duas horas e “depende muito quer da experiência do cirurgião quer do uso de radioscopia, que pode ter consequências sérias de radiação no doente e no cirurgião”.

Na prática, pica-se com uma agulha de 20 centímetros na zona lombar do paciente, abrindo caminho aos instrumentos cirúrgicos para a remoção.

“Mas a técnica que agora criámos é mais rápida, menos invasiva e permite ver no ecrã do computador a rota que a agulha deve seguir”, resume Estêvão Lima, também cientista do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde e director do serviço de Urologia do Hospital de Braga.

O novo processo, que demora em média um a dois minutos, facilita ainda a tarefa a médicos menos experientes e aumenta a segurança dos procedimentos.

O projecto decorre em parceria com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e já foi testado em animais.

Os investigadores estão a aperfeiçoar o sistema com o fim de obter o certificado para futuros testes em pessoas.

Caso estes venham a ser bem-sucedidos, espera-se que o primeiro produto seja patenteado e chegue às salas de operações a partir de 2016.

A pesquisa venceu o 1.º Prémio no Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia, foi eleita para as melhores comunicações do Congresso Europeu de Urologia 2014 e tem sido publicada em revistas científicas internacionais.

As pedras nos rins afectam uma em cada 200 pessoas, sobretudo os homens.

Lusa/SOL

 

Las 7 especialidades médicas que más llevan a la depresión y la ansiedad

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Medicina Familiar es la que lidera la lista seguida de Pediatría y Anestesia
Sábado, 27 de junio de 2015, a las 07:50
Nuria Fernández Gámez. Madrid
Medicina Familiar, Pediatría y Anestesia son las especialidades más afectadas por  trastornos mentales como pueden ser la ansiedad o la depresión y la patología dual que acuden al Programa de Atención Integral al Médico Enfermo (Paime).  Así lo pone de manifiesto el balance  que realiza la Organización Médica Colegial (OMC) de este proyecto, que desde el 1998 ha atendido a 3.810 médicos y concretamente en el 2014 fueron 357.

El ranking de las especialidades lo lidera con un 50 por ciento  en Medicina Familiar. “Actualmente ese incremento de medicina de familia se debe a la sobrecarga laboral que viene dada por los recortes que se han producido”, ha explicado a este medio la secretaria de Salud Laboral de Confederación Estatal de Sindicatos Médicos  (CESM), Pilar Bartolomé.

Pilar Bartolomé, secretaria de salud laboral del CESM.

Concretamente, ha apuntado que estos especialistas han tenido que pasar consultas dobles y atender a mayor porcentaje de población. Además, Bartolomé ha explicado que esa ansiedad  que produce tener que dar una calidad igual que la que se estaba dando cuando se tenían recursos “está provocando de alteraciones mentales y físicas”.

“La salud de los trabajadores está  muy en mantillas de ser cuidada  por la administración, entonces  se originan estos trastornos”, ha manifestado Bartolomé. Por ello, desde el sindicato médico se lleva pidiendo desde hace 10 años una buena evaluación psicosocial de los trabajadores, una adecuación de los horarios de trabajo- sobre todo por el tema de las guardias nocturnas,  una jubilación adecuada a la edad, patología y especialidad. Y entre otras medidas se está exigiendo para las mujeres una no discriminación a la hora de acceder a determinados puestos de trabajo que sí podrían beneficiar su salud.

En la clasificación le sigue Pediatría con un 7,8 por ciento y Anestesia con un 5,2 por ciento. En la cuarta posición está Psiquiatría con un 3,7 por ciento y empatando con la misma puntuación están Medicina Interna, Traumatología y Cirugía General con un tres por ciento. Finalmente, Ginecología es la especialidad médica de los que se incorporaron al Paime un 1,5 por ciento.

Ansiedad y depresión en las UCIs

Según el estudio ‘Ansiedad, depresión y malestar emocional en los profesionales sanitarios de las Unidades de Cuidados Intensivos’ publicado en la revista ‘Anales de psicología’ entre un 14,6 y un 20 por ciento de los profesionales sanitarios que trabajan en estos servicios presentaban síntomas de ansiedad. Asimismo, entre un cuatro y un siete por ciento tenía depresión.

As bebidas açucaradas se associam com maior mortalidade

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O consumo de bebidas açucaradas poderia supor 184.000 mortes anuais no mundo, segundo um estudo que se publicou ontem  em Circulation.

“Reduzir de forma substancial ou eliminar as bebidas açucaradas da dieta deveria ser una prioridade global”, tem dito Dariush Mozaffarian, autor principal do estudo e decano da Escola de Nutrição da Universidade Tufts, de Boston (EEUU).

O analise estudou  a influencia das bebidas açucaradas, incluindo qualquer refresco com açúcar, bebidas de frutas, energéticas, chá gelado e bebidas feitas em casa, descartando os sucos naturais. As estimações de consumo se realizaram a partir de 62 inquéritos dietéticos que incluíram a 611.971 indivíduos e se realizaram entre 1980 y 2010 em 51 países, junto a dados da disponibilidade nacional de açúcar em 187 países.

Segundo os países
Os investigadores estimaram que as bebidas açucaradas são  responsáveis  de umas 133.000 mortes associadas a  diabetes, 45.000 a  doença cardiovascular y 6.450 ao câncer . O impacto, para além , variou  entre populações: Nos japoneses maiores de 65 anos a porcentagem estimada é menor do 1 por cento, ascendeu ao 30 por cento em mexicanos menores de 45 anos. Dos vinte países mais populosos, México tinha uma taxa de mortalidade atribuível  de 405 por cada milhão de adultos.

Conheça 10 Sintomas que Indicam que Você tem Deficiência de Vitamina D

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Tomar vitamina D ainda jovem pode ser bom para o corpo a longo prazo. Resultados de um estudo conduzido pela Universidade de Zurique confirmaram que quantidades suficientes de vitamina D tomadas consistentemente são necessárias para manter a saúde dos ossos.

Muitas pessoas acreditam que manter hábitos alimentares saudáveis seja o suficiente, mas apenas alguns alimentos contêm naturalmente níveis significativos de vitamina D.

De acordo com Dr. Heike R. Bischoff-Ferrari, da Universidade de Zurique, a fim de obter níveis adequados de vitamina D somente através daDIETA, seria necessário consumir 2 porções de peixes gordos, como o salmão e a cavala, todos os dias.

Assim, é necessário aumentar os níveis de vitamina D no corpo através de suficiente exposição ao sol e suplementação, a fim de utilizar todo o potencial da vitamina do sol para manter o funcionamento apropriado do corpo.

Este equívoco sobre a manutenção de níveis de vitamina D através daDIETA têm um grau de fundamento, já que a vitamina D não é uma vitamina autônoma. Para executar muitas funções, a vitamina D funciona em cooperação com outras vitaminas, como o magnésio, que pode ser encontrado em vegetais verdes folhosos como espinafre. Esta característica única de vitamina D tem contribuído para o gerenciamento de muitas doenças crônicas.

As muitas faces da vitamina D

Há décadas, profissionais de saúde pensavam que vitamina D somente seria boa para manutenção de dentes e ossos saudáveis.

Recentes avanços na ciência, no entanto, tem colocado essa vitamina no centro das atenções ao revelar seu papel multifacetado para o bom funcionamento do corpo humano e de sua capacidade de reduzir o risco de doenças não anteriormente associadas à ela.Apesar das recentes revelações sobre o potencial da vitamina D, parece que nem todo mundo aprecia estas descobertas.

O estilo de vida atual, de trabalhar em ambientes fechados, tem contribuído para o crescente número de casos de deficiência de vitamina D em todo o mundo. Isto é agravado pelo fato de que nem todo mundo está consciente de que pode ser deficiente de vitamina D.

Eu sou deficiente de vitamina D?

A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é fazer um exame de sangue que irá medir o nível de vitamina. Você pode pedir para o seu médico realizar o teste.

No entanto, você certamente está deficiente de vitamina D se tiver alguma das seguintes doenças, e precisa consultar o seu médico a respeito da prevenção, bem como das opções curativas, logo que possível.

1- Gripe – em um estudo publicado no Jornal de Cambridge, descobriu-se que a deficiência de vitamina D predispõe as crianças a doenças respiratórias. Um estudo de intervenção realizado mostrou que vitamina D reduz a incidência de infecções respiratórias em crianças.

2- Fraqueza muscular – de acordo com Michael F. Holick, um especialista em vitamina D, a fraqueza muscular geralmente é causada por deficiência de vitamina D porque, para os músculos esqueléticos funcionarem adequadamente, seus receptores de vitamina D devem ser suportados pela vitamina D.

3- Psoríase – em um estudo publicado pelo UK PubMed central, descobriu-se que os análogos sintéticos de vitamina D são úteis no tratamento da psoríase.

4- Doença renal crônica – de acordo com Holick, pacientes com doenças renais crônica avançadas (especialmente aqueles que requerem diálise) são incapazes de produzir a forma ativa da vitamina D. Esses indivíduos precisam tomar 1,25-dihidroxivitamina D3 ou um dos seus análogos para apoiar o metabolismo do cálcio, diminuir os riscos de doenças ósseas ou renais e regular os níveis de paratormônio.

5- Diabetes – um estudo realizado na Finlândia foi destaque no Lancet.com em que 10.366 crianças receberam 2.000 unidades internacionais (UI)/dia de vitamina D3 por dia durante o primeiro ano de vida. As crianças foram monitoradas por 31 anos e em todos eles, o risco de diabetes do tipo 1 foi reduzido em 80%.

6- Asma – vitamina D pode reduzir a gravidade dos ataques de asma. Pesquisas realizadas no Japão revelaram que os ataques de asma em crianças em idade escolar foram significativamente reduzidos naqueles indivíduos que tomaram suplemento diário de vitamina D de 1.200 UI por dia.

7- Doença periodontal – aqueles que sofrem desta doença crônica da gengiva, que provoca inchaço e sangramento, devem considerar aumentar seus níveis de vitamina D para a produção de defensinas e catelicidinas, compostos que contêm propriedades antimicrobiais e diminuem o número de bactérias na boca.

8- Doenças cardiovasculares – insuficiência cardíaca congestiva está associada com deficiência de vitamina D. Pesquisa realizada na Universidade de Harvard, entre enfermeiros, revelou que mulheres com níveis baixos de vitamina D (17 ng/m [42 nmol/L]) tiveram um aumento de 67% no risco de desenvolverem hipertensão.

9- Esquizofrenia e depressão – estas doenças têm sido associadas a deficiência de vitamina D. Em um estudo, descobriu-se que manter suficiente vitamina D entre mulheres grávidas e durante a infância era necessária para satisfazer o receptor de vitamina D em todo o cérebro para o seu desenvolvimento e manutenção da função mental na vida adulta.

10- Câncer – pesquisadores da Georgetown University Medical Center, em Washington DC, descobriram uma ligação entre a ingestão elevada de vitamina D e risco reduzido de câncer de mama. Esses resultados, apresentados na Associação Americana para Pesquisa do Câncer, revelaram que o aumento de doses de vitamina do sol estava associado a uma redução de 75% do surgimento geral de câncer e 50% do risco de recidiva de câncer em casos de tumores entre aqueles que já possuíram a doença. Interessante foi a capacidade da suplementação de vitamina a ajudar a controlar o desenvolvimento e crescimento do câncer de mama, especialmente o câncer estrogênio-sensível.

A prevenção é proativa

Essas diferentes condições de saúde associadas com a deficiência de vitamina D não precisam ser algo a temer. Uma abordagem proativa de prevenção pode ajudar a evitar as doenças crônicas muito associadas com deficiência de vitamina D. Por um lado, milhares de dólares podem ser economizados, sem mencionar a paz de espírito, simplesmente, à custa de uma caminhada sob o sol. Guarde os guarda-chuvas para os dias chuvosos.

Uma erva que mata 98% das células cancerígenas em 16 horas

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Já reconhecida há mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, losna (Artemisia annua), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.

Estudos recentes que usaram a planta para combater as células cancerígenas foram muito surpreendente. Assim, numa série de estudos, a artemisinina, uma substância extraída do losna e utilizada em fitoterapia chinesa há séculos, reduz as células do cancro do pulmão de até 28%. Em combinação com ferro, esta planta incrível mata 98% das células cancerígenas em apenas 16 horas. Ainda melhor; ele ataca seletivamente células “más” sem afetar o tecido saudável.

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“Em geral, nossos resultados mostram que a artemisinina para o fator de transcrição” E2F1 ‘e está envolvido na destruição de células de cancro do pulmão “, foi indicado na conclusão da pesquisa realizada no laboratório de cancro da Universidade da Califórnia.

Um outro estudo da Universidade de Washington, liderado pelo Dr. Henry Lai e Narendra Singh, e até agora, o maior estudo feito à artemisinina nos Estados Unidos mostra que a artemisinina, sempre combinado com ferro, tem uma taxa comprovada de 75% de destruição do cancro da mama após apenas 8 horas e quase 100% de destruição em apenas 24 horas.

As células cancerígenas tendem a acumular mais ferro do que as células normais para promover a divisão celular, eles tornam-se mais suscetíveis à combinação de artemisinina e ferro. Finalmente, muitos outros experimentos foram realizados até agora todos eles têm mostrado que a artemisinina combinada com ferro pode efetivamente destruir o cancro em vários órgãos (intestino, próstata, etc). A infusão de artemisinina já oferece uma boa proteção contra vários tipos de cancro, mas a versão em pó seco seria muito mais eficaz.

Dr. Len Saputo classifica a artemisinina de “bomba inteligente contra o cancro.” Neste vídeo em Inglês, Dr. Saputo mostra como esta combinação de ferro e artemisinina pode ser desenvolvido em poderosos medicamentos anti-cancro.”

Como curar uma infecção urinária de modo natural

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Como curar uma infecção urinária de modo natural

As infecções são muito frequentes nas vias urinárias. Podem surgir na bexiga, nos rins, nos ureteres e na uretra. Conheça a seguir as causas deste problema e como curá-lo de modo natural.

Características da infecção urinária

A infecção nas vias urinárias, como mencionamos anteriormente, pode ocorrer em diferentes pontos do trato urinário:

  • Na bexiga: é denominada cistite ou infecção vesical.
  • Nos rins: pode ser em um ou ambos rins e se chama pielonefrite ou infecção renal.
  • Nos ureteres: somente em casos excepcionais os condutores que levam a urina dos rins para a bexiga se infectam.
  • Na uretra: é denominada uretrite e ocorre no ducto que “joga” a urina proveniente da bexiga para fora.

A causa da infecção urinária, na grande maioria dos casos, é bacteriana. São bactérias que entram na uretra e bexiga, onde se desenvolvem mais e quando não eliminadas podem se propagar para os rins. Em uma grande parte dos pacientes, o corpo se livra das bactérias de modo natural, mas certas condições podem aumentar o risco de sofrer estas infecções.

Infeccion-de-Orina

Por exemplo, as mulheres tendem a sofrer mais infecções urinárias do que os homens porque a uretra delas é mais curta. Além disso, é mais provável que apresentem o problema após as relações sexuais ou por alguns métodos de controle de natalidade, como o diafragma. A menopausa também aumenta os riscos de sofrer uma infecção deste tipo.

Outros fatores que também aumentam as chances de ter uma infecção urinária são:

  • Diabetes
  • Idade avançada.
  • Mal de Alzheimer.
  • Sonda vesical
  • Incontinência intestinal
  • Próstata com volume maior que o normal.
  • Uretra curta.
  • Cálculos renais.

Os sintomas da infecção urinária na bexiga são:

  • Urina turva, às vezes com sangue ou com odor fétido ou forte.
  • Febre baixa.
  • Dor ou ardência ao urinar.
  • Forte necessidade de urinar a todo momento.
  • Pressão ou câimbras nas costas ou na parte inferior do abdômen.
  • Sensação de bexiga cheia mesmo estando com pouco líquido.

Se a infecção se propagar para os rins, os sintomas serão:

  • Suores frios.
  • Dor nas costas ou virilha.
  • Pele quente e avermelhada.
  • Náuseas.
  • Vômitos.
  • Dor abdominal intensa.

Remédios naturais para a infecção urinária

  • Faça uma infusão com 25 gramas de folhas de bétula por litro de água, deixe 10 minutos, coe e beba até três xícaras por dia.
  • Misture um punhado de cada uma destas ervas: malvavisco, tanchagem, ortiga e solidago (as partes aéreas). Extraia uma colher, triture e verta em uma xícara com água fervendo. Tampe, deixe repousar por 15 minutos, coe e beba 2 xícaras por dia.

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  • Coloque 20 gramas de cevada em um litro de água. Quando começar a ferver, acrescente 20 gramas de juniperus. Mantenha em fogo baixo mais alguns minutos. Deixe repousar tampado por 15 minutos, coe e beba até três xícaras por dia.
  • Em um litro de água misture quatro colheres de cada um destes ingredientes: calêndula, sementes de linhaça, cavalinha e tomilho. Ponha para ferver durante 10 minutos, tampe e deixe repousar por 15 minutos. Coe e faça dez banhos no local até 2 vezes por dia.
  • Em um xícara de água fervendo verta uma colher de sementes deaipo, tampe e deixe esfriar por 10 minutos. Beba antes de que esfrie completamente.

Apio

  • Tome dois copos de água e a seguir outro onde foi dissolvida ¼ colher de bicarbonato de sódio. Faça isso uma vez por dia.
  • Descasque uma maçã, retire as sementes e corte-a em rodelas. Retire a casca de uma banana e corte-a em fatias. Misture tudo no liquidificador com um copo de água e beba, preferentemente em jejum.
  • Faça uma batida misturando duas xícaras de mirtilos frescos,uma fatia de melancia e meia xícara de cerejas, tudo lavado e sem sementes. Beba de imediato.
  • Esquente meio quilo de cerejas com os cabos, em banho-maria. Retire os caroços quando estiverem macias e coe o resto. Adicione uma colher de mel, guarde em um frasco de vidro com tampa hermética e consuma duas colheres por dia.

Cerejas

  • Consuma duas colheres de óleo de coco virgem por dia. Também pode beber uma xícara de água de coco antes do café da manhã e outra antes de dormir.
  • Descasque dois dentes de alho e triture-os. Adicione uma xícara de água quente, deixe repousar por cinco minutos e beba. Repita até três vezes por dia.
  • Em um litro de água dilua duas colheres de vinagre de maçã. Beba ao longo do dia.
  • Descasque uma cebola e parta-a em quatro partes. Ponha tudo para ferver em meio litro de água durante 20 minutos. Retire do fogo e deixe repousar por 8 horas. Coe e beba o caldo. Ajudará você a urinar mais e a eliminar as bactérias.
  • Verta duas colheres de folhas de manjericão em uma xícara de água fervendo, deixe repousar por 10 minutos e beba duas vezes por dia em 48 horas.
  • Prepare uma batida com duas xícaras de suco de mirtilos, uma xícara de suco de romã, uma xícara de mamão cortado em quadradinhos (também pode ser melão), ¼ xícara de suco de limão e uma colher de suco de gengibre ou uma fatia pequena ralada. Adicione seis pedrinhas de gelo e beba até 5 xícaras por dia.
  • Faça uma infusão com uma xícara de água fervendo e uma colher de folhas de salsa picada. Deixe repousar por 15 minutos e depois adoce com mel de abelha. Beba até três xícaras por dia.

A PREVENÇÃO PRIMARIA E POSSIVEL NA SAÚDE MENTAL

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As ações dirigidas a mitigar a aparição  de transtornos mentais desde a gestação diminuem a incidência.

Isabel Gallardo Ponce. Madrid | igallardo@diariomedico.com   |  22/06/2015 00:00

Tradução: Dr Juan Luis Ortiz Rubio. Brasil

“A  prevenção e a promoção da saúde mental é um campo no que levamos um atraso importante respeito a outras patologías”, tem explicado  Celso Arango, Chefe do Departamento de Psiquiatría Infantil e Adolescente do Hospital Geral Gregorio Marañón, de Madrid, sob sua intervenção no 16º European Society for Child & Adolescent Psychiatry (Escap) Congress,  celebrado em Madrid.

Segundo Arango, já há evidencia científica de que os transtornos mentais se podem modificar o prevenir do mesmo modo que se realiza na patologias oncológicas o cardiovasculares.

Há certas intervenções que tem demonstrado reduzir a incidência de transtorno mental, as quais geram uma redução do custo associado aos transtornos mentais, principal causa de dis-capacidade nos países avançados. “A falta de inversão em saúde mental não se justifica porque não se possa realizar ou porque seja cara”. Arango tem  destacado as intervenções de educação parental com crianças de alto risco -autismo, transtornos do desarrolho intelectual-, de redução do bullying nas  escolas para a prevenção  de ansiedade, depressão e suicídio. Também são eficazes os programas de apoio psico-social a mães com transtornos mentais graves, a reabilitação cognitiva em crianças com problemas no neuro- desarrolho e as iniciativas perinatais em  bebés de baixo peso e do reforço do vínculo materno-filial.

Abordagem de psicoses
Em quanto a  aparição de psicoses, que afeita a cerca do 2 por cento da população -e por volta ao  milhão de pessoas em Espanha-, y cujo custo se estima em 90.000 milhões de euros anuais na União Europeia, Arango tem  explicado que se aborda tarde, quando já se tem  manifestado os sintomas. “Ahora falamos de primeiros episódios psicóticos mais  há que atuar muito antes. Há fatores de risco, como ter determinadas anomalias genéticas, o um pai com um transtorno mental grave ou problemas de dessarrolho motor temprâno, ou do dessarrolho intelectual, com problemas do lenguagem e das relações sociais, que elevam o risco em essas crianças de ter um transtorno psicótico”, já que que tem mais dificultades para interpretar o que lhes rodeia ou para encontrar soluções ante um trauma, um abuso o um acosso escolar.

Por tanto, Arango tem comentado  que deveriam instaurar-se intervenções psico-educativas e informativas em ssos grupos de alto risco, como dar a conhecer o aumento do risco que supõe o consumo de cannabis na população vulnerável ou e a necessidade de reduzir o estresse, que se associa com maior risco de psicosise.

Por tanto, deveriam realizar-se campanhas nas  escolas  e si isto não for possivel priorizar as crianças nas salas de aulas   de educação especial ou de integração. “Se trata de informar as famílias, ao sistema educativo e dotar as crianças de habilidades para resolver problemas específicos, o que reduz a aparição posterior de quadros psicóticos”.

Favorecer a integração de investigação e prática, chave em psiquiatria infantil

Os transtornos mentais afetam a um milhão de crianças e adolescentes em Espanha. Romper a brecha entre a investigação e a prática clínica e favorecer a interrelação entre ambos campos é um dos objetivos do 16º European Society for Child & Adolescent Psychiatry (Escap) Congress,  celebrado em Madrid, com o lema Da investigação a  pratica clínica: Compartir experiencias, segúndo tem dito  Fina Castro-Fornieles, presidenta do programa científico.

“Há que favorecer a investigação, especialmente em  crianças e adolescentes. O lema se refere ao fomento da relação, é dizer, que o que se investiga tenha importância para a pratica clínica e que os psiquiatras e psicólogos que trabalham com os pacientes apliquem as novidades em investigação; o objetivo é ampliar o conhecimento”.

Según Castro-Fornieles, la infancia es la edad ideal para intervenir y prevenir las complicaciones de la vida adulta. “Para mejorar la formación hay que desarrollar la especialidad de psiquiatría infantil, aprobada el año pasado”.

Segundo  Castro-Fornieles, há que realizar um bom seguimento do suicidio desde sua detecção nas urgências até sua colaboração  com  atenção primaria. “É uma das primeiras causas de morte em crianças e adolescentes e existem  transtornos ou sintomas de grande influencia, como o trauma infantil ou episódios de abuso”.

Em todos os transtornos, incluso nos mais biológicos, os acontecimentos vitais estressantes ou certas drogas favorecem os episódios  que se desarrolhem antes, sempre que exista uma predisposição. “Há transtornos nos que o peso da genética é mais ou menos influente, mais em todos colabora”.

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