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Lancet Commission finds unsafe sex is fastest-growing cause of ill health in teens

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Two-thirds of the world’s young people are growing up in countries where preventable and treatable health problems are an ongoing threat.

Mental health disorders and road injuries are the two main health threats for adolescents worldwide, according to a report from the Lancet Commission on Adolescent Health and Wellbeing.

Our Future: A Lancet Commission on Adolescent Health and Wellbeing found that two-thirds of young people aged 10-24 years are growing up in countries where preventable and treatable health problems like HIV/AIDS, early pregnancy, unsafe sex, depression, injury, and violence, are an ongoing threat to their health and wellbeing. Today’s adolescents also face the new challenges of rising levels of obesity and mental health disorders, high unemployment, and the risk of radicalisation.

According to the Commission, unsafe sex has been the fastest-growing risk factor for ill health in both males and females aged 15-19 years old, rising from 13th place in 1990 to 2nd place in 2013. Depression resulted in the largest amount of ill health worldwide in 2013, affecting more than 10 percent of 10-24 year olds. Alcohol remains the world’s leading risk factor for ill health in young adults aged 20-24, accounting for 7% of the disease burden.

The Commission says young people have attracted little interest and too few resources to date. Adolescents aged 10-24 years have the poorest healthcare coverage of any age group. The report’s findings should serve as a wake-up call for major new investment for the 1.8 billion adolescents worldwide, it says, pointing out that investment in adolescent health has the potential to change the course of global health.

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CRESCIMENTO IN FOCO

Nas últimas três décadas, o número de jovens que são obesos quase triplicou. Atualmente, cerca de 17,4% dos adolescentes com idades entre 12 e 19 anos e 18,8% das crianças com idades entre 6 e 11 anos são considerados com sobrepeso. Em 2004, o Instituto de Medicina dos EUA definiu a prevenção da obesidade infantil uma prioridade nacional. As consequências de sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) infantil são graves. Estar com sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) aumenta o risco de problemas cardiovasculares, pressão alta e outros problemas médicos, bem como o impacto psicológico de estar acima do peso pode ser devastador. A obesidade na infância e na adolescência tem sido associada com maiores taxas de doença e morte na idade adulta, mesmo quando o peso do adulto é considerado normal.

Isso significa que crianças acima do…

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A Pirâmide dos Alimentos, alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis

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HERBALIFE - CONSULTOR INDEPENDENTE

Nutrição Equilibrada

   A Pirâmide dos Alimentos, adaptada pela Dra. Sonia Tucunduva, é a demonstração gráfica oficial do Ministério da Saúde, para estimular e gerar o bem estar nutricional da população brasileira por meio de uma ferramenta que facilita a seleção e o consumo de todos os grupos alimentares.

Os alimentos estão distribuídos na Pirâmide Alimentar em oito e em quatro níveis, de acordo com o nutriente que mais se destaca em sua composição. Para cada grupo, são estabelecidos valores energéticos, fixados em função da dieta e das quantidades dos alimentos.

Uma dieta equilibrada deve ser baseada em alimentos de todos os grupos alimentares da pirâmide, principalmente em alimentos em sua forma natural, reforçando o consumo dos grupos das frutas e dos legumes e verduras.

  • O Grupo do arroz, pão, massa, batata, mandioca apresenta 150 Kcal por porção, sendo que devem ser consumidas seis porções por dia.
  • O Grupo das frutas tem…

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Beneficio de pedalar

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saude37

Conheça 10 principais vantagens em andar de bicicleta:

Combate estresse e depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo, assim, a incidência de ansiedade, angústia e depressão.

Melhora relações sexuais: Como ocorre uma tonificação dos vasos das coxas e das pernas, a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e vasos pélvicos é intensificada, o que colabora com uma melhor ereção peniana e aumenta a lubrificação vaginal, levando a uma relação sexual prazerosa.

Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, no controle de peso, além de favorecer o emagrecimento, reduzindo a gordura corporal.

Faz ser mais feliz e ter bom sono: O ato de pedalar estimula a liberação das endorfinas (morfinas endógenas – que fazem com que o indivíduo seja mais feliz), aumenta também…

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Placenta size may influence bone growth in later life

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Larger placenta associated with larger bones during childhood.

The size of the placenta may affect bone growth in later life. A larger placenta is associated with larger bones during childhood, British researchers report in the “Journal of Bone and Mineral Research”. It may therefore be possible that the foundation for bone health is laid already during pregnancy.

Scientists from the University of Southampton and the University of Bristol studied 518 children who had participated in the Avon Longitudinal Study of Parents and Children. The thickness, volume and weight of the placenta were measured at birth and the children underwent bone scans at age nine, 15 and 17.

Even after adjusting for factors such as the child’s height, weight and pubertal status it was evident that children had larger bones if the placenta had been large. As in previous studies, this trial also demonstrates an association between maternal factors during pregnancy and offspring bone health. Larger bones in childhood are likely to lead to larger and stronger bones in later adulthood, thereby reducing the risk of fractures and osteoporosis, the authors point out.

Both the size and function of the placenta is influenced by several factors, explained study leader Nicholas Harvey. It is currently unknown if placenta size actually contributes to better bone development, but the results help to understand the possible mechanisms whereby factors such as maternal diet, smoking, vitamin D status and physical activity may impact upon the bone development of the children.

Ovary removal may increase risk of colorectal cancer

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According to a Swedish study, the risk is 30 per cent higher.

Women who have their ovaries removed are at a higher risk of developing colorectal cancer. This is the outcome of a study carried out by Swedish researchers published in the “British Journal of Surgery”. This is due to the hormonal change following ovary removal surgery, as colorectal cancer is also influenced by hormonal factors.

Scientists from the Karolinska Institute in Stockholm analysed data from 195,973 women who had undergone ovary removal between 1965 and 2011. Of these, 3,150 women (1.6 per cent) were diagnosed with colorectal cancer at a later date. On average, there was a time period of 18 years between surgery and cancer diagnosis.

The study found that colorectal cancer risk was 30 per cent higher after ovary removal. The risk was less high (10 per cent) for women who were younger at the time of surgery (up to 39 years). In the first four years after oophorectomy the risk was highest and reached 66 per cent. Women who had both ovaries removed had a 2.3 higher likelihood of rectal cancer than women who had only one ovary removed.

The risk of colorectal cancer is higher after oophorectomy in both pre- and postmenopausal women, said study author Josefin Segelman. Prophylactic resection should therefore only be undertaken in women with a clear indication.

El tratamiento con testosterona no aumenta el riesgo de cáncer de próstata agresivo

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Es una terapia en aumento durante la última década.

Los hombres con niveles bajos de la hormona sexual masculina testosterona no deben temer la terapia de reemplazo de testosterona, puesto que un estudio revela que no eleva el riesgo de cáncer de próstata. La investigación, realizada mediante el análisis de más de un cuarto de millón de historias clínicas de hombres blancos, en su mayoría en Suecia, estuvo dirigida por investigadores del NYU Langone Medical Center y su Laura and Isaac Perlmutter Cancer Center, en Estados Unidos.

El equipo internacional de autores, que han presentado sus resultados en la reunión anual de la American Urological Association, descubrió que, como grupo, los hombres a los que se les recetó testosterona durante más de un año no tuvieron un aumento global del riesgo de cáncer de próstata sino que, de hecho, su riesgo de enfermedad agresiva se redujo en un 50%.

“Según estos resultados, los médicos deben todavía estar atentos a los factores de riesgo de cáncer de próstata –como ser mayor de 40 años, tener ascendencia afroamericana o antecedentes familiares de la enfermedad– en los hombres que toman la terapia de testosterona, pero no debe dudar en prescribirla a los pacientes apropiados por temor a aumentar el riesgo de cáncer de próstata”, afirma la investigadora principal del estudio y uróloga de Langone Stacy Loeb.

Loeb señala que gran parte de la preocupación por el riesgo de cáncer es que, como parte de la terapia estándar para el cáncer de próstata avanzado, el crecimiento del tumor se reduce mediante fármacos que reducen drásticamente las hormonas masculinas en lugar de aumentarlas. “Pero cuando se usa apropiadamente por los hombres con deficiencia de testosterona relacionada con la edad que son por lo demás sanos, se ha demostrado que el reemplazo de testosterona mejora la función sexual y el estado de ánimo”, añade.

Los científicos subrayan que el uso de la terapia con testosterona — por vía oral, parche de gel o inyección– para tratar la “testosterona baja” se ha disparado en la última década. Su popularidad es consecuencia, según los expertos, de un “boom” en el envejecimiento de la población y una fuerte comercialización de la industria farmacéutica, y se ha producido a pesar de sus desconocidos riesgos para la salud a largo plazo.

Según algunos estudios, el uso de la terapia de testosterona se ha más que triplicado desde 2001, con más de un 2% de los hombres estadounidenses de 40 años y casi el 4% de los hombres de 60 años que lo toman. Los niveles de testosterona caen de forma natural en aproximadamente un 1% al año en los hombres pasados los 30 años.

En concreto, la investigación detectó que 38.570 de los hombres cuyos registros fueron examinados desarrollaron cáncer de próstata entre 2009 y 2012. De estos hombres, 284 tenía recetada la terapia de reemplazo de testosterona antes de que fueran diagnosticados con cáncer de próstata. Sus registros fueron comparados con 192.838 hombres que no desarrollaron cáncer de próstata, de los cuales 1.378 habían utilizado la terapia de testosterona.

Los investigadores observaron que, si bien su análisis inicial mostró un repunte (del 35%) en el cáncer de próstata en los hombres, poco después de iniciar el tratamiento, el aumento fue sólo en los cánceres de próstata que estaban en bajo riesgo de propagación y fue probablemente el resultado de más visitas al médico y biopsias realizadas desde el principio. Los autores destacaron que la reducción a largo plazo de la enfermedad agresiva sólo se observó en los hombres después de más de un año de uso de testosterona y el riesgo de cáncer de próstata no difirió entre los geles y otros tipos de preparaciones del medicamento.

“En general, nuestro estudio sugiere que lo que es mejor para la salud de los hombres es mantener los niveles de testosterona equilibrados y dentro de un rango normal”, afirma Loeb, que sugiere que los hombres con niveles de testosterona inferiores a 350 nanogramos por decilitro y síntomas deben consultar a un médico acerca de si deberían considerar la terapia de testosterona.

Para el estudio, los autores emparejaron y analizaron datos del Registro Nacional de Cáncer de Próstata y el Registro de Prescripción de Medicamentos de Suecia. El país es uno de los pocos en el mundo que contiene información detallada sobre el cáncer y recetas de medicamentos para toda su población.

Loeb dice que el equipo planea más estudios para determinar por qué los niveles bajos de testosterona pueden desencadenar el cáncer de próstata agresivo y por qué el mantenimiento de los niveles normales puede proteger contra la enfermedad agresiva.