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Anticoncepcionais hormonais e performance física da mulher

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Fonte: Dr. Roberto Franco do Amaral

 

Nos últimos 20 anos o número de mulheres atletas tem aumentado consideravelmente. A participação feminina cresceu cerca de 600% abrangendo um total de mais de 1,9 milhões de mulheres atletas. Apesar do grande aumento do número de mulheres no esporte, é escassa a literatura sobre aspectos anatômicos, psicológicos e principalmente hormonais que afetam o desempenho das mulheres praticantes de exercício físico. Os benefícios da atividade física são comprovados em ambos os sexos, porém, a mulher apresenta aspectos próprios que incluem variações no perfil hormonal (inclusive por uso de contraceptivos orais), incidência de afecções próprias ao gênero, além das respostas fisiológicas e orgânicas ao exercício. Pesquisas realizadas identificam potencial para variação no desempenho aeróbico, capacidade anaeróbia, potência anaeróbia e força reativa ao longo do uso de contraceptivo oral.

Um trabalho de Medeiros e colaboradores, da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas, procurou verificar efeitos dos contraceptivos hormonais sobre o grau de força muscular e na composição corporal de mulheres jovens atletas. Participaram desse estudo 12 mulheres jovens adultas com idade superior a 18 anos, atletas de voleibol, que participavam ativamente de treinos e competições. As atletas do grupo GCO usavam contraceptivos orais de terceira geração há pelo menos 5 anos e as do grupo GNCO utilizavam a camisinha como método contraceptivo. Os resultados mostraram que em relação a composição corporal, as atletas do grupo GCO ( com anticoncepcional)  apresentaram medidas de dobras cutâneas, circunferência corporal, percentual de gordura e peso mais elevados do que as atletas do grupo GNCO ( com camisinha)

O anticoncepcional hormonal oral diminui a quantidade de testosterona livre já que estimula a produção pelo fígado de uma proteína chamada de Globulina Ligadora de Hormônio Sexual (SHBG). Esta proteína se liga de forma muito intensa à testosterona diminuindo sua forma ativa, a forma livre, o que influencia na performance física, ganho de massa muscular e queima de gordura. Os níveis de SHBG em usuárias de pílulas costumam ser tão altos que o laboratório precisa fazer duas vezes o mesmo exame para chegar a um resultado. Outras formas de anticoncepcionais hormonais, que não sejam orais, não elevam a SHBG da mesma forma, mas também podem causar um estado de deficiência hormonal em mulheres, acarretando problemas sexuais e de composição corporal.Esta situação ocorre tanto nas usuárias de pílula como nas mulheres que fazem reposição hormonal na menopausa com hormônios tomados por via oral.

A redução da testosterona livre pode ocasionar um estado de deficiência que se manifesta na diminuição da libido, bem-estar, energia, humor, perda de massa muscular e óssea. Seu déficit dificulta o processo anabólico, podendo ocorrer o contrário do que desejamos – o catabolismo (dificuldade em manter massa magra, muscular), apresentando ainda ganho maior de gordura e até redução da massa óssea.

Um estudo realizado por pesquisadores ingleses examinou a testosterona salivar (T) e cortisol (C) em mulheres jogadoras de hóquei de elite, em 4 atividades (treinos leves e pesados, competições amistosas e internacionais).  Os resultados confirmam que o uso de contraceptivos orais reduz os níveis de T em mulheres atletas ao mesmo tempo reduzindo as respostas T e C para as atividades de treino e competição dentro do ambiente esportivo.

A reposição de testosterona em mulheres  fora da menopausa com sinais e sintomas de déficit deste hormônio como perda de massa muscular, cansaço e baixa resposta sexual deve ser ´prescrita por médicos. Apesar de controverso  muitos profissionais já indicam este tipo de tratamento , tendo em vista a literatura existente . Deve se atentar  aos efeitos colaterais primários em geral reversíveis com ajuste de dose, como por exemplo queda de cabelo, acne e aumento de pelos pelo corpo. Além disso, contra-  indicações do uso devem ser analisadas além de exames laboratoriais e avaliação ginecológica e cardiológica  previas. Os efeitos colaterais secundários como masculinização de face, alteração de voz e aumento de clitóris costumam ser vistos em mulheres que usam doses elevadas e sem acompanhamento profissional  e  que mesmo apresentando os efeitos primários insistem no uso.

A forma mais prática para se evitar os prejuízos que o anticoncepcional traz aos resultados dos treinos, é através do uso de suplementos naturais que levem ao aumento da testosterona livre no organismo, a prática de exercícios de alta intensidade como musculação  e melhora do estilo de vida.   A troca do anticoncepcional hormonal  por DIU de cobre ou camisinha pode ser a solução deste problema em mulheres jovens

Referências:

· Effect of the different phases of the menstrual cycle and oral contraceptives on athletic performance. Sports Med. 1993 Dec;16(6):400-30.

· Athletic performance and the oral contraceptive. Rechichi C1, Dawson B, Goodman C. Int J Sports Physiol Perform. 2009 Jun;4(2):151-62.

·  Effects of oral contraceptive use on the salivary testosterone and cortisol responses to training sessions and competitions in elite women athlete. Blair T. Crewthera, Dave Hamiltonb, Kathleen Castoc, Liam P. Kilduffd, Christian J. Cooka.

· Higher Serum Free Testosterone Concentration in Older Women Is Associated with Greater Bone Mineral Density, Lean Body Mass, and Total Fat Mass: The Cardiovascular Health Study. Chevon M. Rariy, Sarah J. Ratcliffe, Rachel Weinstein, Shalender Bhasin, Marc R. Blackman, Jane A. Cauley, John Robbins, Joseph M. Zmuda, Tamara B. Harris, and Anne R. Cappola

· Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Arq Bras Endocrinol Metab vol.49 no.2 São Paulo Apr. 2005

·  Insuficiência androgênica na mulher e potenciais riscos da reposição terapêutica. Lenora M.C.S.M. Leão; Mônica P.C. Duarte; Maria Lucia F. Farias

·  Terapêutica Androgênica Feminina. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia Elaboração Final: 10 de outubro de 2011 Strufaldi R, Steiner ML, Pompei LM, Fernandes CE, Simões R

 

Comer más comidas caseras puede reducir el riesgo de diabetes tipo 2

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Las tasas de diabetes tipo 2 han aumentado de forma paralela a la tendencia de comer comidas preparadas comercialmente en restaurantes para llevar.

Las tasas de diabetes tipo 2 han aumentado de forma paralela a la tendencia de comer comidas preparadas comercialmente en restaurantes para llevar.

Comer más comidas preparadas en casa puede ayudar a reducir el riesgo de desarrollar diabetes tipo 2, según concluye un estudio que se ha presentado en las Scientific Sessions 2015 de la American Heart Association. Las personas que comían dos comidas caseras o cenas de cada día –alrededor de 11 a 14 comidas a la semana– tenían un 13% menos de riesgo de desarrollar diabetes tipo 2 frente a quienes ingerían menos de seis comidas caseras o cenas a la semana.

La diabetes tipo 2 es un factor de riesgo para enfermedades del corazón. Los investigadores no tienen suficiente información para incluir patrones de desayuno. Se analizaron los datos de casi 58.000 mujeres en el Nurses’ Health Study estadounidenses y más de 41.000 hombres en el Estudio de Seguimiento de los Profesionales de Salud y se les siguió durante hasta 36 años (1986-2012).

Ninguno de los participantes tenía diabetes, enfermedad cardiovascular o cáncer al inicio del estudio. “La tendencia de comer comidas preparadas comercialmente en restaurantes para llevar en Estados Unidos ha aumentado significativamente en los últimos 50 años”, alerta Geng Zong, investigador en la Harvard T.H. Chan School of Public Health, en Boston, Massachusetts, Estados Unidos. “Al mismo tiempo, las tasas de diabetes tipo 2 también se han incrementado”.

Estudios de acumulación han sugerido que comer fuera de casa, especialmente en cadenas de restaurantes de comida rápida, se asocia con una menor calidad de la dieta y un mayor peso corporal en niños y adultos jóvenes.

En la investigación actual, los investigadores demostraron que el consumo de comidas caseras se vinculó con un menor aumento de peso durante ocho años en estos profesionales de la salud de mediana edad y mayores. El sobrepeso y la obesidad son factores de riesgo de patologías cardiovasculares y diabetes tipo 2.

Aunque los investigadores no proporcionan un número específico de comidas caseras que las personas deberían ingerir cada semana, Zong apuesta que cuantas más, mejor.

Hay obesos que son metabólicamente sanos y personas con peso normal que son metabólicamente obesas

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La grasa menos peligrosa es la que se palpa.

El director del Laboratorio de Nutrición y Genética de la Tufts University (Boston, Estados Unidos), José M. Ordovás, ha asegurado hay obesos que son metabólicamente sanos y personas con peso normal que son metabólicamente obesas.

El experto se ha pronunciado así en un simposio sobre obesidad en el 25º Congreso de la Sociedad Andaluza de Hipertensión y Riesgo Vascular (SAHTA), el que participan más de 600 especialistas.

“Tenemos que avanzar con, por ejemplo, nuevos marcadores en la sangre y nuevas medidas de imagen corporal. Tenemos que intentar definir incorporando la genética, tendríamos que llegar a ser capaces de identificar qué sujetos necesitan perder peso por razones de salud y aquellos que si quieren perder peso sería por razones estéticas”, ha afirmado.

Asimismo, Ordovás ha destacado que tener un peso visualmente normal no garantiza que la persona no tenga un riesgo cardiovascular alto, porque la grasa se ha podido depositar en zonas más peligrosas. “La grasa que puede resultar más peligrosa es la que se acumula alrededor de los órganos, mientras que la que vemos o palpamos sería metabólicamente menos peligrosa”, ha apostillado.

Dicho esto, el experto ha informado de que se están desarrollando biomarcadores y tecnologías de imagen para, de este modo, poder detectar dónde tiene cada persona depositada la grasa. También, ha comentado que en todas las intervenciones bien sean farmacológicas, nutricionales o de actividad física, hay un rango de respuesta individual en el que unos sujetos se benefician y otros no.

“Las recomendaciones globales son adecuadas para un número determinado de personas, pero no para todas. Por ello, durante dos décadas nos hemos dedicado a investigar el genoma al objeto de identificar no sólo los genes que predisponen a la obesidad en los individuos, sino también ver en cada caso, conociendo las bases moleculares de la obesidad, cuáles son las soluciones más apropiadas para cada individuo”, ha concluido Ordovás.

More than four months of lactation decreases bone density

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Swedish study finds that association is independent of vitamin D levels.

Women who breastfeed their children longer than four months start to experience a decrease in bone density, finds a Swedish PhD thesis at Sahlgrenska Academy. This effect, however, is not related to the mother’s vitamin D status.

Study author Petra Brembeck and colleagues monitored 95 subjects for 18 months after childbirth. During this time, maternal bone density and vitamin D status were both assessed at each appointment.

The researchers found that bone density decreased by as much as 4 per cent (particularly in the lumbar spine, hip and shin) during the first four months after childbirth, but only if the lactation period lasted for at least that long. If lactation lasted for a minimum of nine months, bone density was still below baseline when followed up at 18 months.

Unexpectedly, however, vitamin D status is not associated with the effects of lactation on bone density. The team did not identify any change in average vitamin D status during the first year after childbirth or any relationship between lactation period and vitamin D levels. Exposure to the sun and consumption of vitamin D supplements were the only factors that affected maternal vitamin D status.

“Our findings also suggest that high calcium intake might have a protective effect against bone density changes,” said Brembeck. Future research is needed to determine whether women who lactate longer fully recover their bone minerals after weaning or whether the changes may increase the risk of fractures later in life.

Macrolides increase risk of cardiac arrhythmia and cardiac death

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Chinese meta-analysis finds significant, if moderately increased, risk.

Macrolides, which are among the most commonly used antibiotics, are associated with a small but statistically significant increased risk of cardiac arrhythmia and sudden cardiac death, according to a Chinese meta-analysis published in the “Journal of the American College of Cardiology”. These findings will, however, have no impact on prescription practices, the researchers assume.

The scientists at Guangzhou University included 33 studies involving more than 20 million patients in their meta-analysis. The studies, conducted between 1966 and 2015, compared patients treated with macrolides to similar patients treated with other antibiotics or with no antibiotic therapy.

In patients who were not taking macrolides, the team found an average of 80 cases of ventricular tachyarrhythmias per million treatment courses. The use of macrolides accounted for an additional 118 ventricular tachyarrhythmias or related sudden cardiac deaths per million treatment courses, 36 additional sudden cardiac deaths from causes other than ventricular tachyarrhythmia, and 38 additional cardiovascular deaths per million treatment courses.

Past use of macrolides and use of other antibiotics were not found to be associated with increased cardiovascular risk. In addition, the use of macrolides was not associated with increased all-cause death.

“The absolute risks of sudden cardiac death and cardiac death are small, so this should likely have limited effect on prescribing practice,” said study author Su-Hua Wu. “However, given that macrolides are one of the most commonly used antibiotic groups and millions of patients are prescribed these drugs annually, the total number of sudden cardiac deaths or ventricular tachyarrhythmias and cardiac deaths may not be negligible.”

Como combater e prevenir a dor nas costas?

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O sedentarismo, o sobrepeso e a falta de atividade física são alguns dos fatores que podem desencadear as dores nas costas.

Como combater e prevenir a dor nas costas?

Um dos problemas mais frequentes da “modernidade” sem dúvida é a dor nas costas. Muitos são os fatores que a podem desencadear, mas o certo é que com uma boa prevenção e consciência o impacto em nossa saúde seria reduzido. Conheça um pouco mais sobre esta doença tão “popular” e como combatê-la.

Fatores e causas

Qualquer pessoa pode sofrer de dores nas costas, tanto alta como baixa, no entanto, foram determinados alguns “fatores de risco” que acentuam o problema. Eles são:

  • Idade: a incidência é maior a partir dos 30 ou 40 anos, devido ao maior tempo de má postura e pouco cuidado da zona lombar ou cervical.
  • Sedentarismo: foi comprovado que aqueles que não realizam atividade física têm mais probabilidade de sofrer dores nas costas.

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  • Sobrepeso: consumir uma dieta alta em gorduras e calorias fará com que somente aumente o peso, além de esforçar demais as costas.
  • Genética: para os casos de artrite, inflamações dos músculos e outras doenças que apresentam uma grande herança genética.
  • Outras enfermidades: por exemplo, no caso de câncer, a pessoa pode sofrer fortes dores nas costas.
  • Trabalho: dependendo do emprego que você tem ou teve, as costas podem ser prejudicadas ou debilitadas. Levantar muito peso, empurrar objetos, estar o dia inteiro sentado em uma cadeira incômoda ou parado são alguns dos casos mais frequentes.
  • Tabaco: o cigarro é outra das causas das dores nas costas. Isto se deve ao fato de que os discos entre as vértebras não obtêm os nutrientes necessários para seu funcionamento. Além disso, os fumantes levam mais tempo para se recuperar das dores nessa zona.
  • Problemas na mecânica das costas: espasmos, escoliose, estenose, tensão muscular, discos lesionados, hérnia discal, fraturas, acidentes, quedas, entorses são alguns desencadeantes da dor.
  • Gravidez: as mulheres em sua fase de gravidez podem sofrer com dores nas costas porque elas precisam suportar o peso do bebê e o sobrepeso.

Prevenção

Para que estes fatores não afetem as costas, é preciso realizar alguns métodos ou técnicas de prevenção. Os mais eficazes são:

  • Dormir de barriga para cima: a coluna também deve descansar assim como a mente e o resto do corpo durante as 8 horas de sono. Isto quer dizer que ela não suportar o peso com uma postura incômoda ou inapropriada. Os especialistas recomendam dormir em posição fetal. Não dormir de bruços porque essa posição modifica a curvatura da coluna e obriga o pescoço a estar virado até um dos ombros.
  • Fazer abdominais: não somente para manter uma barriga lisa para o verão, como também para que os músculos estejam mais desenvolvidos e fortes para prevenir futuras dores nas costas. Os exercícios mais recomendados nestes casos são pilates, natação e ioga. Por sua vez, é aconselhável caminhar entre meia e uma hora ao dia a passos rápidos, utilizar um bom calçado esportivo e fazer abdominais 5 minutos ao dia.
  • Usar colchão e travesseiros adequados: são fatores vitais para a saúde das costas e devem respeitar sua curvatura natural. Quando compramos um travesseiro novo, necessitamos até duas semanas para nos adaptarmos a ele. Se o colchão é flexível e suave melhorará a postura e permitirá que o sangue circule melhor.
  • Eliminar o estresse:  muitos dos problemas físicos que sofremos na atualidade são devidos ao estresse e aos nervos. O estado de humor também influencia. Por exemplo, quase 70% das pessoas com depressão apresentam dores musculares nas costas e no pescoço.

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  • Prestar atenção as posturas: o ambiente de trabalho é o principal fator desencadeante da dor lombar ou cervical. Seja estar sentado o dia inteiro em frente ao computador ou fazer exercícios físicos levantando objetos. O movimento mais básico como abaixar para pegar uma pasta da estante ou agachar para levantar um papel do chão, pode estar machucando nossas costas. Se for mulher, tenha cuidado com os saltos altos, porque provocam muita moléstia. O corpo se inclina para frente para caminhar e os discos lombares fazem mais esforço que o necessário.

Remédios naturais

Se você se queixa das dores lombares ou cervicais pela noite ou ficou “travado” e não consegue se mover, tente qualquer um destes remédios caseiros mais que eficazes:

  • Realizar massagens com álcool e alecrim (colocar dois ramos em um frasco com álcool e deixar guardado pelo menos 7 dias) na área afetada esfregando de forma circular, fazendo pressão.
  • Crie uma almofadinha de castanhas da índia frescas e moídas e aplicar na zona onde dói (é uma espécie de almofada que confecciona com um pouco de tela, água e fio).
  • Ferver 1 litro de água com duas colheradas de folhas de salvia por 10 minutos.
  • Em uma garrafa de vidro com tampa coloque flores frescas de camomila e azeite de oliva. Deixe ao sol bem tampado por 2 semanas e logo depois coloque no refrigerador para usar quando tenha dor. Para aplicar, amorne um pouco e esfregue na pele na área dolorida.
  • Coloque no liquidificador a polpa de um abacate com uma colherada de sementes de eucalipto e um pouquinho de rum. Misture até criar uma pasta compacta e aplique nas costas com massagens circulares e suaves.

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Imagens ofericas por Wonderlane, Justin Baeder, David B Gleason, Johanna Kollmann

Sports and exercise during adolescence improves bone health

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Particularly when bones are subjected to higher mechanical load, finds a Spanish study.

Girls who engage in physical activity during puberty, particularly in sports such as football, handball and basketball, have better bone health in adulthood, finds a Spanish study published in the “Journal of Sports Medicine”.

Researchers at the University of Castilla-La Mancha included 200 Spanish girls between nine and 13 years of age in the study; they assessed the subjects’ stage of sexual development as well as their bone density test to determine their body composition. To compare the results, the girls were divided into prepubescent girls (before puberty) and pubescent girls (during puberty). Furthermore, they were compared in accordance with the type of sport they practiced (swimming, football, basketball, handball and a control group – no extracurricular exercise).

The authors found that the two hours a week of physical activity practised in Spanish schools is not enough to assist in the acquisition of bone mass at an early age. However, practising a sport with a high osteogenic effect (football, basketball or handball) leads to greater accumulation of bone mass in comparison with low-osteogenic-effect sports such as swimming, since the latter are carried out in an environment of weightlessness where bones experience a lower mechanical load.

“The results reveal that sport type is a variable that can have an influence on bone health in girls during childhood. These data may be useful as a method for preventing bone diseases in adulthood,” concludes study author Esther Ubago Guisado.