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Exercise can mitigate lower back pain

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Specific back muscle exercises may have effect similar to other types of exercise.

Targeted back muscle exercises may help ease lower back pain. The effect of exercise that targets muscles in this region, is comparable to that of other types of exercise, according to a meta-study published in “Cochrane Library”.

The analysis carried out by the University of Sydney (Australia) included 29 randomised studies with 2,431 participants (aged between 22 and 55 years). The studies looked at the effect of motor control exercises, which target muscles that support and control the spine, and compared them with other types of exercise and not exercising at all.

Findings showed that participants who engaged in motor control exercise experienced improvements when compared with the control group that did not exercise – especially in terms of pain and the degree of disability. After three and 12 months, respectively, people who engaged in other types of exercise reported similar results in pain and disability reduction when compared with people performing targeted exercise.

The targeted exercise of muscles supporting the spine therefore presents a suitable treatment alternative for lower back pain, concluded study author Bruno Saragiotto. Motor control exercise is clearly as effective as other types of exercise, allowing for individual preferences, cost and availability to be taken into account, he explained.

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O Brócolis Para Queda de Cabelos

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QUEDA DE CABELO NÃO

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O famoso complexo B envolve várias vitaminas, entre elas as vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12 e que são muito importantes para o processo digestivo, no desenvolvimento muscular e da saúde dos nervos, olhos, fígado, etc.

Com a falta das vitaminas do Complexo B o seu corpo fica com falta de nutrientes, fazendo com que o seu cabelo fique mais fraco uma vez que os nutrientes que o corpo ainda possui são direcionados para outra parte do corpo. Alimentos como o brocolis e ovos são ricos em vitamina B.

Ele é um alimento rico em cálcio (importante para a formação e manutenção dos ossos e dentes), também fonte de vitaminas A e C. Além disso, apresenta ácido fólico (indicado para gestantes), selênio e potássio. Esse vegetal tem propriedades antioxidantes e anticancerígenas contra o câncer de pulmão, cólon e mama.

Além de ser rico em fibras e…

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Intervenção Psicopedagogia e a desconstrução do rótulo do TDAH

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Penha Peterli

penha

Os efeitos que o diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) podem ter sobre o indivíduo poderão ser devastadores na sua formação e desenvolvimento pleno (cognitivo e emocional).

As intervenções psicopedagógicas podem contribuir para a desconstrução do rótulo e favorecer ao portador a buscar o caminho do sucesso em todos os campos da vida.

O diagnóstico do TDAH, muitas vezes é utilizado e percebido como um rótulo que marca o destino da pessoa.

O diagnóstico é importante e segundo o DSM-V, Associação Americana de Psiquiatria, após várias revisões de estudo denominaram o TDAH como um transtorno capaz de provocar alterações no comportamento e na atenção.

O diagnóstico não é suficiente para resolver o problema, porém é suficiente para acalmar conflitos que um aluno com dificuldades gera na escola.

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Assim se inicia um processo de rotulação com os portadores, que podem ser um destino da vida delas. E o rótulo pode tornar-se uma descrição dessa pessoa com danos que perduram na vida do sujeito, comprometendo sua construção de identidade, autonomia, autoconfiança e equilíbrio da autoestima.

Quando rotulamos alguém muda-se a opinião sobre a pessoa. Não se tem como reconhecer a pessoa e sim somente supor como ela é. Essa forma preconceituosa irá levar os professores a verem como alunos sem interesse e tratados como tal, a autoestima e autoconfiança sempre estarão em baixa e daí o corte com o vínculo para aprender é o marco devastador.

Um trabalho psicopedagógico irá tratar o sujeito em sua complexidade, resgatar sua autoestima, e todas as questões voltadas para a aprendizagem considerando aspectos pedagógicos, cognitivos emocionais, afetivos sociais e familiares.

 

Deficiência em Estatina e os Novos Parâmetros Para Medição do Colesterol

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Existe uma estatística que traz que as medicações para colesterol estão entre as drogas mais vendidas no mundo atualmente, e que um em cada quatro americanos acima dos 45 anos consome essa medicação. Esse número tende a aumentar de acordo com as orientações apoiadas pela American Heart Association e pelo American College of Cardiology.

Anteriormente, os parâmetros que mediam a necessidade da utilização destas medicações eram baseados nos níveis de colesterol, e agora, passa a ser baseado nos fatores de risco de doença cardíaca. Porém, esses parâmetros estão apoiados em avaliações controversas e sem precisão, o que faz com que haja um aumento desnecessário do consumo de medicações.

 

Fatores de risco que sugerem o uso de estatinas

Seguindo as novas diretrizes, devemos focar em um estilo de vida saudável se quisermos garantir a saúde do nosso coração.

O problema, é que através do questionário sugerido, fica subjetivamente indicado o uso de estatinas para quase todas as pessoas acima dos 45 anos, mesmo que não hajam fatores de riscos mensurados em exames.

Veja as 4 perguntas que determinam a necessidade do uso de estatina e onde estão as suas falhas:

1 – Você tem doença cardíaca?

Apesar desse critério ser válido para homens idosos, ele não funciona para as mulheres. Não há estudo mostrando os benefícios das estatinas na diminuição de riscos em mulheres.Segundo o doutor Sthepen Sinatra, só as mulheres com doença coronariana avançada devem usar estatinas quando as intervenções no estilo de vida não mais surtirem efeito; e nesta categoria, somente 1% das mulheres se encaixam.

2 – Você tem diabetes?

Prescrever uma medicação que causa diabetes para alguém que já é diabético é algo meio sem sentido. Isso só vai fazer piorar a situação. É sabido que estatinas podem aumentar a calcificação arterial em homens diabéticos e, além disso, elas podem causar cataratas que por si só já é um problema nos diabéticos.

 

3 – Você tem LDL colesterol acima de 190?

Essa pergunta só é apropriada se você tem hipercolesterolemia familiar genética, pois não responde a terapias normais de redução de colesterol como alimentação e exercício. Esta condição é rara, afetando uma a cada 500 pessoas.

4 – O seu risco de infarto nos próximos 10 anos são maiores que 7,5%?

Usar esse critério arbitrário para o tratamento com estatinas é uma questão que coloca todo mundo com possibilidade de risco. Existe uma grande complexidade dos fatores de risco estimados em idade, sexo, pressão arterial, tabagismo e outros critérios que também devem ser avaliados. O doutor Steven Nissen, cardiologista da Clínica Cleveland, reportou ao New York Times, que com esse sistema de cálculo todo indivíduo saudável vai precisar de tratamento com estatina.

De acordo com o doutor Sinatra, “o uso de estatina como preventivo não tem sentido, pois não há estudos que comprovem o aumento da longevidade mesmo em pessoas com doença cardiovascular”.

Além dos muitos efeitos colaterais provocados por esta medicação, não se deve tratar os indivíduos baseados em parâmetros, números ou mitos e dogmas sem comprovação.
Na verdade, o uso de estatinas como medicina preventiva, como protetor do coração, pode ter um efeito bastante desfavorável.

Um estudo publicado no Journal Atherosclerosis mostrou que o uso de estatina está associado a 52% de aumento de prevalência e extensão de placas coronarianas calcificadas, quando comparado com indivíduos que não usaram a medicação.

Até na atividade física é observado uma neutralização dos benefícios do exercício com o uso destas medicações. E veja, a atividade física é uma das estratégias básicas na prevenção de doenças coronarianas.

 

Conflitos de interesse colocam em dúvida esses parâmetros

Logicamente que com os novos parâmetros de uso de uma medicação pode haver um aumento no número de prescrições, gerando muito mais retorno financeiro aos fabricantes.

Os autores dessas diretrizes apresentam um conflito de interesses, pois estão fortemente vinculados aos fabricantes dessas medicações.

Dos 16 membros que votaram nessas novas normas, 12 eram filiados a mais de 50 laboratórios de medicações, com isso muitas tinham um interesse a mais nessas mudanças.

Pode ser que você esteja usando, ou tenha sido indicado a usar, essas medicações sem necessidade, e por isso volto a dizer que só 1% das pessoas realmente precisa das estatinas; são pessoas que possuem um histórico genético familiar de hipercolesterolemia e que são resistentes aos tratamentos com alimentação e exercício.

Ao contrário do que a indústria farmacêutica afirma as estatinas não vão reduzir o seu risco de desenvolver uma doença cardíaca. Aliás, elas podem aumentar esse risco, especialmente se você estiver fazendo uso delas sem a associação com o Ubiquinol (CoQ10) para compensar a depleção desta enzima.

Uma alimentação ruim com o consumo de muito açúcar e pouca atividade física, falta de exposição ao sol e a falta de uma boa estratégia antioxidante, podem aumentar e muito o seu risco de doença cardíaca.

Se você está usando estatina e está preocupado com todos esses excessivos efeitos colaterais, procure um profissional de saúde que possa ajuda-lo a melhorar a sua saúde naturalmente, sem o uso destas medicações.

Referências Bibliográficas:

  • New England Journal of Medicine March 19, 2014
  • American Heart Association, 2013 CV Risk Calculator
  • Drsinatra.com November 13, 2013
  • New York Times November 17, 2013
  • Drsinatra.com November 13, 2013
  • Atherosclerosis August 24, 2012: 225(1):148-53
  • Journal of the American College of Cardiology April 10, 2013

Fonte: Dr. Rondó

Expertos advierten de los peligros para la salud mental de comprar rebajas de forma compulsiva

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Las compras compulsivas son una adicción en toda regla y se caracterizan por un afán incontrolado, impulsivo y exagerado por adquirir objetos que no necesitamos.

Las compras compulsivas son una adicción en toda regla y se caracterizan por un afán incontrolado, impulsivo y exagerado por adquirir objetos que no necesitamos.

Las rebajas tratan de estimular el consumo gracias a la bajada de precios, pero en muchas ocasiones esto da lugar a compras compulsivas que no se pueden controlar y que derivan en diferentes problemas psicológicos como son la tristeza y el sentimiento de culpa.

“Las compras compulsivas son una adicción en toda regla y se caracterizan por un afán incontrolado, impulsivo y exagerado por adquirir objetos que no necesitamos. Vienen precedidas por una ansiedad o angustia que no se ha podido erradicar de otra manera, que suele apaciguarse temporalmente y nunca del todo durante las compras, pero que tiene un precio posterior psicológico en forma de culpa, arrepentimiento y tristeza que refuerza de nuevo la actitud compulsiva y por ende la adicción”, ha afirmado la psicóloga clínica Amaya Terrón.

La psicóloga ha explicado que no existe un perfil específico para sufrir esta enfermedad, ya que nadie está a salvo de padecerla, “pero las personas que emiten conductas de este estilo suelen tener una ansiedad generalizada que intentan compensar con actuaciones compulsivas como las compras innecesarias”, ha puntualizado. Suelen ser mujeres, de entre 30 y 40 años, con antecedentes de ansiedad o depresión no tratadas y con sentimientos de soledad o aislamiento.

“Aunque el efecto de las compras es superficial o poco duradero es una forma de huir de los sentimientos negativos preexistentes y la gente entra en una dinámica verdaderamente adictiva desde entonces. Es precisamente esta satisfacción inmediata, aunque vacía y poco duradera, la que refuerza de nuevo el circulo vicioso”, ha añadido Amaya Terrón.

Los problemas derivados de ser un comprador compulsivo son múltiples y variados, ya que no es solo lo que muestra la conducta, sino la ansiedad que está detrás de ese comportamiento. Un estudio del Observatorio Cetelem ha revelado que los españoles gastarán 241 euros de media durante estas rebajas, un incremento del 9% respecto al año anterior. Esto, en los casos más extremos, puede derivar en primer lugar en consecuencias económicas, pero no son las únicas. También pueden darse consecuencias psicológicas como la culpa o el resentimiento; familiares, como los engaños para obtener dinero; y ocultaciones del problema que impiden tratar la adicción y superarla.

Esta adicción es silenciosa porque no es fácil de identificar, no está mal vista por la sociedad, está muy enmascarada por las personas que la sufren y es difícil que reconozcan que la padecen hasta que las consecuencias son desastrosas, por lo que tiene un doble peligro.

Para hacer un buen uso de las rebajas, disfrutarlas y evitar las compras compulsivas la Dra. Terrón recomienda realizar una lista de lo que se desea sin excederse y fijar un presupuesto máximo para gastar, de esta manera se parte de una base real y con unos límites de qué se debe comprar y cuánto se puede gastar. En esta lista se puede incluir algún capricho, siempre estableciendo previamente cuál va a ser, y no excederse de lo acordado.

Una vez en las tiendas es conveniente mirar el producto que se desea en varias de ellas, evitando las ofertas engañosas y decantándose por el más económico. Evitar las prisas durante la jornada de compras también ayuda, puesto que si vas con prisas puede que adquieras más de lo necesario.

Antes y después de las compras, además, se debe hacer un ejercicio mental para detectar emociones tóxicas. Si previamente experimentas algún tipo de ansiedad, malestar o preocupación lo mejor es evitar salir a comprar en ese momento. Si al regresar a casa tras la jornada de rebajas se tienen sentimientos de culpa y sentimientos negativos se debe reconocer que la situación actual no era la correcta y aceptar la adicción para poder superarla.

La presión arterial en los pacientes de alto riesgo debería reducirse todavía más

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Después de un amplio metanálisis, un grupo de médicos indica que reducir la presión arterial a un nivel inferior al recomendado en estos momentos reduce en gran medida el riesgo cardiovascular.

El resultado de un metanálisis publicado en “The Lancet” indica que el tratamiento de la presión arterial hasta un nivel inferior al estándar actual resulta beneficioso para las personas con riesgo elevado de enfermedad cardiovascular. Los expertos aconsejan la reducción de la presión arterial a un nivel inferior al recomendado en estos momentos para reducir en gran medida el riesgo de enfermedades cardiovasculares.

Un grupo de científicos de la University of Oxford (Reino Unido), dirigidos por Kazem Rahimi, analizaron 123 estudios de entre 1966 y 2015 en los que se incluyó a más de 600.000 pacientes. Los hallazgos indicaron que cada 10 mmHg de reducción en la presión arterial sistólica producían una reducción en una quinta parte en el riesgo de enfermedad cardiovascular, de una cuarta parte en el riesgo de accidente cerebrovascular o insuficiencia cardíaca crónica y del 13 % en el riesgo de mortalidad.

Los investigadores indican que este efecto fue similar en una amplia diversidad de pacientes de riesgo elevado. Resultó incluso beneficioso para las personas con presión arterial sistólica inferior a 130 mmHg antes del tratamiento. Los investigadores llegaron, por lo tanto, a la conclusión de que no hay límite para los tratamientos hipotensores. Para alcanzar este objetivo, no importa qué fármacos se receten.

Los médicos llaman ahora a una revisión urgente de las recomendaciones actuales para los tratamientos hipotensores, que recientemente se han relajado e incluso elevado ligeramente. Rahimi subrayó: “Nuestros hallazgos muestran claramente que el tratamiento de la presión arterial hasta un nivel inferior al recomendado en la actualidad reduciría en gran medida la incidencia de enfermedad cardiovascular y podría salvar millones de vidas si se pusiera en práctica de forma generalizada”.

Prevalence of chronic kidney disease varies greatly across Europe

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This is not due to classic risk factors such as diabetes or high blood pressure, however.

The prevalence of chronic kidney disease (CKD) differs greatly across various European countries. This is indicated in a Dutch study published in the “Journal of the American Society of Nephrology”.

Working for the European CKD Burden Consortium, scientists from the Academic Medical Center in Amsterdam analysed data from 19 population-based studies from 13 European countries. They found considerable variations across the individual countries – the prevalence varied from three to 17 per cent. In their analysis, the researchers attempted to offset possible disparities between the studies.

However, variations in individual countries may not be attributed to classic risk factors such as chronic kidney disease, high blood pressure, diabetes or obesity, said the researchers. Environmental and lifestyle factors, public health policies and genetic differences are much more likely to be decisive.

“Identification of countries with relatively low or high CKD prevalence will guide the medical community and policy makers on where to focus prevention and disease management strategies”, said study author Katharina Brueck.

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